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16/07/2013

ONU - ESCALADA DE VIOLÊNCIA O DESAFIO DO GENERAL BRASILEIRO NO CONGO


ESCALADA DE VIOLÊNCIA O DESAFIO DO GENERAL BRASILEIRO NO CONGO

[foto:DefesaNet]

 Uma escalada recente no conflito entre forças de segurança e rebeldes da República Democrática do Congo (RDC) e desentendimentos diplomáticos envolvendo a nação e seus vizinhos estão dificultando o trabalho do general brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz ? o novo comandante das forças de paz da ONU no país.

29/05/2013

FAB - “the Peacekeeper Day” Saiba o que é...


O dia dos nossos guardiões da paz

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[foto;forcaaereablog.aer.mil.br/por:Ten Marcos Pereira]

 Uma homenagem aos profissionais que são designados para atuar em locais de conflito em missões da Organização das Nações Unidas (ONU) em qualquer parte do mundo. 

São os chamados “peacekeepers”, homens e mulheres, civis e militares, que já serviram ou ainda servem em operações de paz.

27/05/2013

SEGURANÇA DE VOO - Acidente com KC-137 da FAB no Haiti


Acidente com KC-137 da FAB no Haiti

KC-137 acidentado no Haiti
[foto:Poder Aéreo]

 Uma aeronave KC-137 (Boeing 707) com 143 militares brasileiros a bordo sofreu um acidente quando decolava na tarde deste domingo no Aeroporto Internacional Toussaint Louverture, em Porto Príncipe, capital do Haiti. 

22/01/2013

CONFLITO EM MALI - Tropas francesas avançam no Mali e expulsam islamistas de Diabaly


Tropas francesas avançam no Mali e expulsam islamistas de Diabaly



 Uma coluna com mais de 30 viaturas blindadas, conduzidas pelas tropas francesas e militares do Mali, passeou-se ontem pela cidade de Diabaly, no centro do país, expulsando os militantes islamistas que há uma semana tinham assentado praça naquele que é um importante ponto estratégico no trajecto para a capital, Bamaco. 

16/01/2013

CONFLITO EM MALI - França diz que campanha militar no Mali será longa


França diz que campanha militar no Mali será longa 

[FOTO:noticias.bol.uol.com.br]

País enviou tropas para república africana para combater rebeldes. Região norte do Mali está sob controle dos rebeldes islâmicos desde abril. 

GEOPOLÍTICA - Entenda a crise no Mali


Entenda a crise no Mali



 País está dividido desde março de 2012, com norte dominado por islamitas. França enviou tropas para ajudar governo a retomar território. 

 Mais presente no noticiário internacional nos últimos dias devido ao aumento da intervenção francesa, o Mali vive uma crise interna desde março de 2012, quando militantes islâmicos tomaram conta do norte do país e o dividiram em dois.

 A ofensiva desencadeou um golpe militar, que levou os rebeldes islâmicos a reforçarem sua intervenção, declarando independência unilateral do norte - o que fez com que o Ocidente temesse que a área se tornasse um santuário para extremistas.

 A área tomada pelos rebeldes, classificada como estado de Azawad, e um pouco maior que a França em território, e compreende cerca de dois terços da área do país africano. 

01/01/2012

Irã anuncia produção e testes com combustível nuclear, diz TV estatal


Irã produz e testa combustível nuclear, diz TV estatal



TEERÃ, 1 Jan (Reuters) - O Irã produziu e testou, com êxito, barras de combustível para serem utilizadas em suas centrais nucleares, informou neste domingo a TV estatal, em um desafio às demandas internacionais para que o país interrompa seus trabalhos na área nuclear.

Obama promulga novas sanções contra o Irã



Obama promulga novas sanções contra o Irã




Medidas foram incluídas em proposta de lei de defesa de US$ 662 bilhões.

Segundo autoridades americanas, assinatura foi feita neste sábado (31).


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, promulgou neste sábado (31) novas e duras sanções contra o banco central e o setor financeiro do Irã, em um movimento que poderá aumentar a tensão entre Washington e Teerã.

16/03/2011

Esboço de resolução da ONU pede zona de exclusão aérea na Líbia

Esboço de resolução da ONU pede zona de exclusão aérea na Líbia


NAÇÕES UNIDAS - O esboço de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU sobre uma zona de exclusão aérea na Líbia, que circulou na terça-feira, deve autorizar "todas as medidas necessárias para aplicar" uma suspensão de todos os voos a fim de proteger civis.

O documento, diz que o Conselho "decide autorizar a suspensão de todos os voos no espaço aéreo (da Líbia) com o objetivo de ajudar a proteger civis".

Autoriza, ainda, os países membros a "tomar todas as medidas necessárias para garantir o cumprimento" da decisão.

Após receberem o projeto numa reunião do Conselho, os membros adiaram a sessão sem tomar uma decisão e devem se reunir novamente na quarta-feira.

Alguns dos 15 países membros expressaram dúvidas sobre se uma zona de exclusão aérea vai funcionar no país norte-africano, onde protestos populares pelo fim do governo de Muammar Gaddafi, há 41 anos no poder, têm sido violentamente reprimidos.


Fonte:REUTERS-Reportagem de Louis Charbonneau/Video:

Al Jazeera

14/03/2011

Exército líbio controla Zuwarah & ONU não chega a consenso sobre zona de exclusão aérea

Exército líbio controla Zuwarah e combate termina, diz morador
&

ONU não chega a consenso sobre zona de exclusão aérea

http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTIxq9HGpj4EfRSnO0_UN58UrkoPbdyhE3Dhzq7lceu_-RnknM2&t=1

TÚNIS (Reuters) - Forças favoráveis ao líder líbio, Muammar Gaddafi, derrotaram os insurgentes na cidade costeira de Zuwarah na segunda-feira, retomando uma das últimas cidades controladas pelos rebeldes no oeste da Líbia, disse um morador.


"Zuwarah está nas mãos deles agora", afirmou Tarek Abdallah. "Eles a controlam e não há sinais dos rebeldes. Estão agora no centro - o Exército e os tanques."

"O combate terminou e eles estão aqui", ele disse à Reuters por telefone. "Não sabemos o que irá acontecer com a gente e tememos que possam cometer crimes. Esperamos e rezamos para Deus que não."


ONU não chega a consenso

O Conselho de Segurança da ONU discutiu nesta segunda-feira a proposta de autorizar uma zona de exclusão aérea na Líbia, mas não houve consenso na reunião dos 15 membros do órgão, e a Rússia disse que surgiram questionamentos sobre o tema.

A França, que ao lado da Grã-Bretanha defende uma proibição forçada dos voos militares sobre o país do norte da África, disse esperar que a decisão da Liga Árabe de pedir ao conselho da ONU que imponha uma zona de exclusão aérea convença os membros contrários à ideia a mudar de opinião.

"Agora que há o comunicado da Liga Árabe, nós esperamos que isso mude o jogo para os outros membros do conselho", disse o embaixador francês na ONU, Gerard Araud, antes do encontro a portas fechadas.

Após o encerramento da reunião, Araud disse que ainda estava confiante em conseguir a aprovação da resolução impondo a exclusão aérea. "É possível", disse. "Não houve uma recusa total. Houve preocupações, questionamentos, mas acredito que estamos progredindo."

Segundo ele, o conselho deve agir com urgência devido à situação na Líbia, onde forças leais ao líder Muammar Gaddafi lançaram uma contraofensiva violenta contra os rebeldes que tentam derrubá-lo do poder após 41 anos de governo.

"Nós preferimos agir o mais rápido possível, e queremos que nossos parceiros no conselho tenham o mesmo senso de urgência que nós temos", disse. "Esse é o pequeno ressentimento que eu tenho."

O embaixador russo Vitaly Churkin disse a repórteres que o conselho ainda não estava pronto para votar a resolução da zona de exclusão aérea, e que vários membros do órgão solicitaram mais informações.

"Questões fundamentais precisam ser respondidas, não apenas o que nós precisamos fazer, mas como isso será feito", disse. "Se houver uma zona de exclusão aérea, quem vai implementá-la? ... Sem esses detalhes ou respostas para essas questões, é muito difícil tomar uma decisão responsável."

Churkin acrescentou que Moscou permanece com as opções abertas e que não rejeita a proposta de uma zona de exclusão aérea.

O embaixador alemão Peter Wittig disse que Berlim apoia um endurecimento das sanções aprovadas em 26 de fevereiro pelo Conselho de Segurança contra Gaddafi, seus familiares e o círculo de poder. Ele foi mais cético quanto à zona de exclusão.

"Levantamos algumas questões e algumas delas ainda não foram respondidas", afirmou Wittig

A embaixadora dos EUA, Susan Rice, disse a membros do conselho que o governo norte-americano está aberto a discutir a zona de exclusão aérea, como parte de um plano mais amplo, mas acrescentou que isso provavelmente não seria suficiente para acabar com as mortes na Líbia, segundo disse à Reuters um diplomata do conselho.

"Ela também disse que os Estados Unidos só participariam da zona de exclusão aérea se os países árabes da região derem apoio de forma significativa", afirmou o diplomata.

Além dos EUA, Rússia e Alemanha, outros integrantes do conselho com dúvidas quanto a uma resolução que aprove a exclusão aérea incluem o Brasil e a África do Sul, segundo diplomatas ouvidos pela Reuters.

O Conselho de Segurança da ONU discutiu nesta segunda-feira a proposta de autorizar uma zona de exclusão aérea na Líbia, mas não houve consenso na reunião dos 15 membros do órgão, e a Rússia disse que surgiram questionamentos sobre o tema.

A França, que ao lado da Grã-Bretanha defende uma proibição forçada dos voos militares sobre o país do norte da África, disse esperar que a decisão da Liga Árabe de pedir ao conselho da ONU que imponha uma zona de exclusão aérea convença os membros contrários à ideia a mudar de opinião.

"Agora que há o comunicado da Liga Árabe, nós esperamos que isso mude o jogo para os outros membros do conselho", disse o embaixador francês na ONU, Gerard Araud, antes do encontro a portas fechadas.

Após o encerramento da reunião, Araud disse que ainda estava confiante em conseguir a aprovação da resolução impondo a exclusão aérea. "É possível", disse. "Não houve uma recusa total. Houve preocupações, questionamentos, mas acredito que estamos progredindo."

Segundo ele, o conselho deve agir com urgência devido à situação na Líbia, onde forças leais ao líder Muammar Gaddafi lançaram uma contraofensiva violenta contra os rebeldes que tentam derrubá-lo do poder após 41 anos de governo.

"Nós preferimos agir o mais rápido possível, e queremos que nossos parceiros no conselho tenham o mesmo senso de urgência que nós temos", disse. "Esse é o pequeno ressentimento que eu tenho."

O embaixador russo Vitaly Churkin disse a repórteres que o conselho ainda não estava pronto para votar a resolução da zona de exclusão aérea, e que vários membros do órgão solicitaram mais informações.

"Questões fundamentais precisam ser respondidas, não apenas o que nós precisamos fazer, mas como isso será feito", disse. "Se houver uma zona de exclusão aérea, quem vai implementá-la? ... Sem esses detalhes ou respostas para essas questões, é muito difícil tomar uma decisão responsável."

Churkin acrescentou que Moscou permanece com as opções abertas e que não rejeita a proposta de uma zona de exclusão aérea.

O embaixador alemão Peter Wittig disse que Berlim apoia um endurecimento das sanções aprovadas em 26 de fevereiro pelo Conselho de Segurança contra Gaddafi, seus familiares e o círculo de poder. Ele foi mais cético quanto à zona de exclusão.

"Levantamos algumas questões e algumas delas ainda não foram respondidas", afirmou Wittig

A embaixadora dos EUA, Susan Rice, disse a membros do conselho que o governo norte-americano está aberto a discutir a zona de exclusão aérea, como parte de um plano mais amplo, mas acrescentou que isso provavelmente não seria suficiente para acabar com as mortes na Líbia, segundo disse à Reuters um diplomata do conselho.

"Ela também disse que os Estados Unidos só participariam da zona de exclusão aérea se os países árabes da região derem apoio de forma significativa", afirmou o diplomata.

Além dos EUA, Rússia e Alemanha, outros integrantes do conselho com dúvidas quanto a uma resolução que aprove a exclusão aérea incluem o Brasil e a África do Sul, segundo diplomatas ouvidos pela Reuters.

Para aprovar uma resolução, o conselho precisa de nove votos a favor e nenhum veto dos cinco membros permanentes -EUA, China, Rússia, França e Grã-Bretanha.

A Otan, mais provável candidata a impor a zona de exclusão aérea, deixou claro que precisa de uma autorização do Conselho de Segurança para participar de qualquer operação.


Fonte:REUTERS-Reportagem de Mariam Karouny/Videos:;;G1.com

08/03/2011

Exclusão aérea na Líbia deve ser iniciativa conjunta

Exclusão aérea na Líbia deve ser iniciativa conjunta--Hillary

http://www.visualintel.net/USAF/Weapon-Systems/B-1-Lancer/090314-M-2064S-043/622345740_Gt3eu-S.jpg


Os Estados Unidos querem que a comunidade internacional defenda uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia, disse nesta terça-feira a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton.

Segundo ela, é importante que essa não seja uma iniciativa dos Estados Unidos.

"Queremos ver o apoio da comunidade internacional", disse Hillary à Sky News.

"Eu acho que é muito importante que esse não seja um esforço puxado pelos Estados Unidos, porque ele vem do próprio povo da Líbia. Ele não vem de fora, ele não vem de alguma potência ocidental ou de algum país do Golfo que diz 'isso é o que você deve fazer'".

Ela falou ainda que é importante que a Organização das Nações Unidas (ONU), e não os Estados Unidos, decida o que deve ser feito sobre a Líbia.


Fonte:REUTERS/Videos:G1;RT News

07/03/2011

Grã-Bretanha e França buscam zona de exclusão aérea na Líbia

Grã-Bretanha e França buscam zona de exclusão aérea na Líbia

http://app.exame.abril.com.br/assets/pictures/24963/size_590_uss-enterprise.jpg?1299011159

RAS LANUF, Líbia (Reuters) - A Grã-Bretanha e França disseram na segunda-feira que desejam obter autorização da ONU para impor uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia, onde os aviões do dirigente Muammar Gaddafi contra-atacaram forças rebeldes, e entidades humanitárias disseram haver 1 milhão de pessoas precisando de ajuda urgente.

http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2011/03/07/110307162949_ras_226x170_ap.jpg Os rebeldes rejeitaram uma conciliação oferecida por um membro do regime, e os combates se intensificaram em torno de um dos principais portos petrolíferos do país. Gaddafi, há 41 anos no poder, advertiu que milhares de refugiados irão "invadir a Europa" se ele for deposto.

Em duas cidades do oeste da Líbia --Misurata e Zawiyah-- os civis estão cercados por forças governistas, e há crescentes temores de uma crise humanitária no país se os combates continuarem.

"Estamos trabalhando estreitamente com nossos parceiros (...) em elementos de uma resolução para uma zona de exclusão aérea, tornando clara a necessidade de apoio regional, uma motivação clara para essa resolução e uma base jurídica adequada", disse na segunda-feira o chanceler britânico, William Hague.

Uma fonte diplomática francesa afirmou que a França está "trabalhando com seus parceiros (na sede da ONU) em Nova York por uma resolução (que crie a) zona de exclusão aérea".

Em visita ao Afeganistão, o secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates, alertou que qualquer ação na Líbia "deve ser o resultado de sanções internacionais".

A Casa Branca disse que todas as opções estão em aberto, inclusive a de armar os rebeldes.

A Rússia, que tem poder de veto no Conselho de Segurança da ONU, afirmou ser contra uma intervenção militar estrangeira. "Os líbios têm de resolver seus problemas sozinhos", afirmou o chanceler Sergei Lavrov.

O secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, sublinhou a necessidade de autorização da ONU. "Eu não posso imaginar que a comunidade internacional e as Nações Unidas fiquem de braços cruzados se Gaddafi e o seu regime continuarem atacando o seu próprio povo", declarou. "Pedimos aos nossos militares que realizem todo o planejamento necessário para estarmos preparados para agir rapidamente."



A imposição de uma zona de exclusão aérea não seria uma mera tecnicalidade.

O primeiro passo seria provavelmente um bombardeio às defesas aéreas da Líbia, mas os líderes ocidentais estão preocupados em evitar outro compromisso militar prolongado, depois dos exaustivos conflitos em andamento no Iraque e Afeganistão.

CIDADE SITIADA

A entidade Solidariedade Líbia dos Direitos Humanos, com sede na Suíça, disse que as forças leais a Gaddafi lançaram uma nova tentativa de capturar Zawiyah, cidade controlada pelos rebeldes, 50 quilômetros a oeste da capital.

Foi impossível verificar esses relatos, porque não houve meio de contatar moradores por telefone.

Em Misurata, outra cidade controlada pelos rebeldes, os feridos estão sendo tratados no chão do hospital, devido à catastrófica escassez de instalações médicas na cidade sitiada, segundo um morador.

Misurata é a maior cidade do oeste que não está sob o controle do governo, e se tornou um símbolo de resistência ao desafiar uma milícia comandada por um filho do próprio Gaddafi.

No leste, aviões bombardearam a localidade de Ras Lanuf, onde há um importante terminal petrolífero, 600 quilômetros a leste de Trípoli, a capital, segundo testemunhas. Um míssil atingiu um carro que transportava uma família.

Fontes ligadas à navegação comercial disseram que os combates provocaram o fechamento dos portos petrolíferos de Ras Lanuf e Brega.

A cotação do petróleo tipo Brent superou na segunda-feira os 118 dólares por barril, e no mercado dos EUA o produto atingiu seu maior valor desde setembro de 2008.

Os confrontos na Líbia são erráticos, com pequenos grupos enfrentando-se mutuamente, em incursões ao estilo das guerrilhas.

Os bombardeios aéreos são intermitentes e não muito precisos. Mas a resistência das tropas de Gaddafi e sua capacidade de lançar contra-ataques geram a perspectiva de um conflito violento e prolongado.

A ONU e a União Europeia estão enviando missões de averiguação para a Líbia, em meio a relatos de ataques das forças de segurança contra civis, o que motiva propostas de investigação de eventuais crimes de guerra.

Em Genebra, a coordenadora de ajuda humanitária da ONU, Valerie Amos, disse que mais de 1 milhão de refugiados precisam de auxílio dentro e fora da Líbia.

"As organizações humanitárias precisam de acesso urgentemente agora", afirmou Amos. "As pessoas estão feridas e morrendo e precisam de ajuda imediatamente."

Os rebeldes querem que a ONU e a comunidade internacional promovam bombardeios aéreos para conter supostos mercenários a soldo de Gaddafi.

O dirigente, por sua vez, afirma estar enfrentando terroristas ligados à Al Qaeda, e garante que suas forças só atacam indivíduos armados que cometem atentados contra instituições e depósitos estatais.


CONTRA-ATAQUE

Testemunhas disseram que o avanço das forças governamentais em Ras Lanuf forçou os moradores a fugirem e os rebeldes a esconderem suas armas no deserto.

Um homem queixava-se da inexperiência dos rebeldes, enquanto um combatente, deitado de costas, disparava a esmo contra um avião.

"Veja o jeito como eles atiram no avião", disse. "Eles não têm nenhuma experiência, não têm liderança e não tem estratégia."

O Exército avançava pela estrada costeira a leste da cidade recapturada de Bin Jawad, rumo Ras Lanuf, a cerca de 60 quilômetros dali.

Analistas dizem que vitórias para qualquer um dos lados nos portos de petróleo de Ras Lanuf e Brega podem ser decisivas no conflito.

Jadallah Azous Al Talhi, que foi premiê líbio na década de 1980 e é natural do leste do país, apareceu na televisão estatal lendo um pronunciamento aos anciãos de Benghazi, principal cidade em poder dos rebeldes.

Ele pediu que esses líderes "deem uma chance para o diálogo nacional a fim de resolver esta crise, para ajudar a parar o derramamento de sangue, e não dar uma chance para que estrangeiros entrem no nosso país e o capturem de novo."

Mas Jabreel Ahmed, assessor do líder rebelde Mustafa Abdel Jalil, disse que "qualquer negociação precisa ter como base a renúncia de Gaddafi --não pode haver outro compromisso".

Em entrevista à TV France 24, Gaddafi afirmou que a Líbia é um parceiro importante do Ocidente no combate à Al Qaeda e à migração clandestina para a Europa.

"Há milhões de negros que poderiam chegar ao Mediterrâneo e atravessar para a França e a Itália, e a Líbia desempenha um papel na segurança no Mediterrâneo", afirmou.


Fonte:REUTERS/Video:RT News

06/03/2011

Políticos discutem bloqueio aéreo sobre a Líba

Políticos discutem bloqueio aéreo sobre a Líba

http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2011/03/ataque-aereo-as-instala%C3%A7%C3%B5es-petrol%C3%ADferas-de-Brega.jpeg

Medida visaria impedir ataques aéreos contra áreas controladas por rebeldes

O ministro das Relações Exteriores da França, Alain Juppé, terá um encontro neste domingo com o secretário-geral da Liga Arabe, Amr Moussa, para discutir a criação de uma zona de exclusção aérea sobre a Líbia.

A medida visa impedir que as forças leais ao líder da Líbia, Muamar Khadafi, sigam realizando bombardeios contra áreas dominadas por forças rebeldes.

No sábado, Juppé disse que seu país apoia a proposta feita pelo Conselho de Segurança da ONU de criar uma zona de exclusão aérea.

O ministro acrescentou ainda que autoridades francesas estão discutindo um acordo sobre o tema com seus colegas britânicos.

Ataques

A medida visa impedir que as forças leais ao líder da Líbia, Muamar Khadafi, sigam realizando ataquese aéreos contra áreas dominadas por forças rebeldes.

O vice-embaixador da Líbia na ONU, Ibrahim Dababashi, que rompeu com o governo do país, defendeu o estabelecimento de um bloqueio aéreo.

''Pessoalmente, acho que, nesse momento, a zona de exclusão é um passo importante e seu adiamento irá contribuir para que haja mais derramamento de sangue líbio.''

Dabbashi afirmou, em uma entrevista à rede de TV Al Jazeera, que a ONU pode vir a apoiar uma resolução impondo uma zona de exclsuão aérea se ela for formalmente solicitada pelo Conselho Nacional da Líbia, formado por forças rebeldes.



Fonte:BBC Brasil/Vídeo:RT News-Via :Youtube.com

07/02/2011

Para Obama Brasil perdeu a chance de entrar no Conselho de Segurança da ONU

Para Obama Brasil perdeu a chance de entrar no Conselho de Segurança da ONU

http://img.aereoo.com/wp-content/uploads/2010/12/usa-brazil.jpg

Segundo diplomata americano, presidente é contra entrada do País como membro permanente e evitará falar sobre o tema em sua visita em março.

http://geek4ever.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/barack_obama.jpg O presidente dos EUA, Barack Obama, não deverá trazer seu apoio à entrada do Brasil no Conselho de Segurança da ONU como membro permanente durante sua visita ao País, em março. A Casa Branca e a diplomacia americana trabalham para contornar inevitáveis e constrangedoras perguntas da imprensa e para não prejudicar seu projeto de relançar as relações bilaterais.

Segundo uma fonte do Departamento de Estado, a mudança na posição de Washington é uma possibilidade remota. Seria um “milagre”. Para o governo americano, o Brasil cometeu um “pecado mortal” ao votar contra a resolução do Conselho de Segurança sobre novas sanções ao Irã, em junho.

Posição brasileira. A iniciativa brasileira teria sido mais grave que a insistente busca pelo acordo nuclear com o Irã porque “comprometeu a própria credibilidade do sistema” e deu mostras da contaminação das decisões mais sensíveis de política exterior do País pela personalidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ex-chanceler Celso Amorim. “Foi uma burrada”, disse a fonte.

Para o Departamento de Estado, ainda não está claro se o governo de Dilma Rousseff, como continuidade da administração Lula, preservará a mesma linha de ação na área externa.

Essa dúvida começará a ser dirimida no dia 23, quando o chanceler Antônio Patriota fará sua primeira visita à secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, em Washington.

Essa será a primeira oportunidade de diálogo entre EUA e Brasil sobre o passo anterior – a reforma do Conselho de Segurança, que permanece engavetada na ONU.

Fonte: Estadão-por:Denise Chrispim Marin-via Plano Brasil

13/07/2010

Iran Air e BP encerram contrato no aeroporto de Hamburgo

Iran Air e BP encerram contrato no aeroporto de Hamburgo

http://www.airliners.nl/images2007/250108-IranAir-EP-IBD.jpg

HAMBURGO/LONDRES (Reuters) - A empresa petrolífera British Petroleum parou de fornecer combustível aos aviões da Iran Air no aeroporto de Hamburgo, na Alemanha, confirmaram ambas as partes nesta terça-feira.

Dois aviões da Iran Air já tiveram de ir para outro aeroporto porque não conseguiram reabastecer em Hamburgo neste mês.

"Podemos confirmar que o contrato foi encerrado no fim de junho", disse um porta-voz da BP, sem explicar os motivos nem informar se a empresa rompeu todos os seus contratos com a companhia aérea iraniana.

Há relatos de que aviões iranianos ficaram sem conseguir reabastecer na Alemanha, na Grã-Bretanha e nos Emirados Árabes Unidos por causa das novas sanções unilaterais dos Estados Unidos aprovadas para pressionar o Irã por seu programa nuclear.

As sanções punem empresas que fazem negócios com o país persa.

O gerente-geral da Air Iran na Alemanha, Mohammad Reza Rajabi, disse à Reuters que espera assinar "dentro de poucos dias" um novo contrato para o fornecimento de combustível em Hamburgo.

De acordo com ele, o abastecimento é normal em outros aeroportos europeus.


Fonte:REUTERS-Por Michael Hogan e Emma Farge

Irã está perto do 'potencial' de fazer arma nuclear, diz Rússia

Irã está perto do 'potencial' de fazer arma nuclear, diz Rússia

Medvedev pediu a retomada do diálogo com o Irã

O presidente da Rússia, Dmitry Medvedev, disse nesta segunda-feira que o Irã está próximo de ter condições de construir uma arma nuclear e pediu que o diálogo com o país persa seja retomado “o mair rapidamente possível”.

"Está claro que o Irã está chegando perto de adquirir um potencial, que em princípio, pode ser utilizado para uma arma nuclear", disse ele em pronunciamento transmitido pela TV russa.

"Tenho dito a meus parceiros dos Estados Unidos, Europa e outros, em várias ocasiões que, como regra, as sanções não levam aos resultados esperados."

"No entanto, elas têm um certo sentido, que é (ser) um sinal da comunidade internacional para estimular o processo de negociações" disse ele.

Ainda de acordo com o líder russo, se a diplomacia fracassar no caso das ambições nucleares do Irã, isso será "um fracasso coletivo".

Diplomacia

As declarações de Medvedev foram consideradas por analistas a indicação mais clara até o momento de que a Rússia estaria preocupada com as intenções do governo iraniano.

No início de junho, o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma nova rodada de sanções contra o Irã devido ao programa nuclear do país.

As sanções buscam pressionar o Irã a interromper seu programa de enriquecimento de urânio, já que parte da comunidade internacional suspeita que o governo iraniano planeje secretamente desenvolver armas atômicas.

O Irã nega essas alegações e afirma que seu programa nuclear tem fins pacíficos. Apesar das três rodadas anteriores de sanções, o governo iraniano tem até agora se negado a interromper o enriquecimento de urânio.

As novas sanções foram aprovadas depois de o Irã ter firmado um acordo, mediado por Brasil e Turquia, em que se comprometia a enviar parte do seu urânio ao exterior em troca do material enriquecido, que seria usado em um reator em Teerã.

Desde a aprovação das retaliações na ONU, o governo do Irã não retomou o diálogo com outros países.


Fonte:BBC Brasil

03/07/2010

EUA e Israel estariam preparando um ataque ao Iran

EUA e Israel estariam preparando um ataque ao Iran









Relatórios vindos do Oriente Médio afirmam que os EU e israel estão fazendo preparativos para um possível ataque ao Iran.

O relatório surgiu depois que Washington pediu a ONU que aprovasse sanções mais duras contra o Iran devido ao seu programa nuclear.

Os relatos surgiram na imprensa Iraniana e logo depois foram divulgados pela mídia Israelense e iraniana.

Segundo eles -helicópteros Israelenses teriam desembarcado uma grande quantidade de equipamentos militares no Norte da Arábia Saudita, a oito quilômetros de Tabuk -cidade Saudita mais próxima de Israel.

A Revista London Times publicou um relato afirmando que Arabia Saudita e Israel fecharam um acordo onde seria aberto um estreito corredor no espaço aéreo ao Norte da Arábia saudita.

O artigo dizia que o sistema de defesa de mísseis Saudita teria sido ajustado para que os caças Israelenses podessem sobrevoar seu espaço aéreo.

Uma fonte Egípcia teria dito que uma grande frota Norte Americana teria atravessado o Canal de Suez .

Fontes afirmam ainda que a frota Norte Americana era formada por onze fragatas e um porta Aviões e que entre elas haviam navios Israelenses e que todo o tráfego aéreo comercial teria sido suspenso para a passagem da frota naval ao longo do caminho desde o Mediterrâneo até o Mar Vermelho.

Whasington não quiz dar declarações sobre o acontecimento e a movimentação ,já a Arábia Saudita nega que tal movimentação tenha acontecido.

O Dr Eldad Pardo -da Universidade Hebraica de Jerusalém afirma que não é improvável que a Arabia Saudita e outros países do Golfo cooperem com Israel em um possível ataque ao Iran.

Definitivamente é possível" afirmou Pardo-"A questão não é ,se é ,ou não Israel ,eles tem capacidade militar ,p0orém são jogadores pequenos no jogo Iraniano".

Os grandes jogadores são grandes potencias e grandes fenômenos no mundo da globalização,o livre comércio e tudo que está em perigo se o Iran obtiver armas nucleares".

O DrSeyed Mohammad Marandi da Universidade de Teerã disse que :"Os EU estão muito enfraquecidos nos combates que travam no Afeganistão e no Iraque e que o Iran ´´e muito mais forte que os dois juntos".

O Secretário de Estado Maior da Russia afirmou em entrevista coletiva que -"os EU podem sim atacar o Iran e que as concequencias serão devastadoras não só para a Asia mas para toda a comunidade internacional".







Fonte:RT News -Tradução e adaptação- Voarnews foto-Arquivo Voarnews

23/06/2010

Brasil desiste de papel de interlocutor entre Irã e potências

Brasil desiste de papel de interlocutor entre Irã e potências


(O Estado de São Paulo) - Desapontado com a aprovação de novas sanções da ONU contra o Irã, o Brasil desistiu de exercer um papel de interlocutor entre as potências ocidentais e o país persa.

A revelação foi feita pelo chanceler brasileiro, Celso Amorim, em entrevista ao jornal britânico Financial Times, publicada ontem.

"Não vamos novamente ter uma posição proativa (em relação à negociação iraniana), a não ser que sejamos solicitados", disse Amorim. Segundo o ministro, o Brasil acabou prejudicado "por fazer coisas que todos afirmavam ser positivas".

"Ao final, descobrimos que tem gente que não sabe receber "sim" como resposta", alfinetou o chanceler.

Uma autoridade americana que pediu anonimato comemorou a declaração de Amorim. "Não vejo o Brasil e a Turquia em uma posição de exercer essa mediação", disse ao Financial Times. "Por terem votado contra as sanções da ONU, eles não são mais realmente neutros."

De acordo com o Itamaraty, o Brasil foi incentivado pelo próprio presidente Barack Obama a selar o acordo de 17 de maio, que previa a troca na Turquia de 1.200 quilos de urânio iraniano por 120 quilos de combustível nuclear.

Obama teria afirmado - por meio de cartas vazadas à imprensa pelo governo brasileiro - que o compromisso seria um sinal positivo, embora insuficiente para fazer os EUA desistirem de novas sanções a Teerã.

Mas, após o pacto ser firmado, a diplomacia americana adotou posição oposta. Washington justificou seu ceticismo em relação ao acordo afirmando que a rápida ampliação dos estoques iranianos de urânio praticamente anulava o impacto da troca sobre o avanço de Teerã em direção à bomba.

Fonte: Defesa Brasil -via:O Estado de São Paulo

19/06/2010

Irã nega ter capacidade para atacar Europa com mísseis

Irã nega ter capacidade para atacar Europa com mísseis

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http://scrapetv.com/News/News%20Pages/Everyone%20Else/images-2/Mahmoud-Ahmadinejad-un-speech.jpgOs mísseis iranianos são destinados a defender o Irã contra uma eventual agressão e não ameaçam nenhum país, afirmou neste sábado o ministro iraniano da Defesa, Ahmed Vahidi, em resposta às acusações lançadas na quinta-feira pelo secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates.

"Os mísseis da República Islâmica não ameaçam nenhum país, pois foram concebidos e desenvolvidos com uma finalidade de defesa contra qualquer agressão militar", declarou o general, Ahmad Vahidi, para a agência de notícias iraniana "Fars".

Ele classificou as acusações como proganda dos EUA contra o Irã e acusou o país de "buscar pretextos para não desmantelar seu arsenal nuclear nesse continente (Europa) para manter a pressão sobre a Rússia".

Mas Vahidi também alertou Moscou, que ajudou o Conselho de Segurança da ONU a aprovar uma quarta rodada de sanções ao Irã na semana passada. "Esta (humilhação) é o resultado da confiança em uma administração que não merece confiança", disse o general, avisando a Rússia que os EUA são falsos.

"A experiência mostra que os Estados Unidos não querem a paz nem segurança. Eles também não têm nenhum respeito pelos interesses de outros países", explicou.

"Os americanos inclusive já prejudicaram seus aliados mais próximos pelo bem de seus próprios interesses ilegítimos e hegemonia", concluiu Vahidi, fazendo alusão ao acordo nuclear que Brasil e Turquia acertaram com Teerã, mas que foi logo descartado pelo Ocidente.

Escudo

Gates afirmou na quinta (17) que o Irã era capaz de lançar um ataque com centenas de mísseis contra a Europa, justificando assim a decisão americana de resvisar seu sistema de defesa antimísseis.

A Casa Branca decidiu em setembro passado mudar seu projeto de escudo antimísseis na Europa devido à ameaça dos mísseis iranianos de longo alcance sobre seus aliados da Otan (Tratado da Aliança para o Atlântico Norte).

"Um dos elementos [proporcionados pelos serviços de inteligência] que contribuíram para a decisão [de mudar o sistema de defesa antimíssil] foi a consciência de que se o Irã chegar a lançar um ataque de mísseis contra a Europa, não será com um ou dois mísseis, nem com um punhado", disse Gates durante audiência no Senado americano.

Um ataque iraniano "seria uma salva, na qual potencialmente teríamos dezenas, até centenas de mísseis" contra a Europa, destacou Gates, acrescentando que apoia o novo projeto, "capaz de proteger nossas tropas, nossas bases, nossas instalações e nossos aliados".

UE

Em reunião em Bruxelas, os líderes da União Europeia (UE) aprovaram nesta quinta-feira (17) um pacote de sanções unilaterais ao Irã, incluindo medidas que visam o bloqueio a investimentos europeus na indústria energética iraniana, de gás e petróleo, e buscam reduzir a capacidade produtiva destes setores no país, atingindo diretamente a economia da República Islâmica.

As sanções são consideravelmente mais rígidas do que as aplicadas pelo Conselho de Segurança da ONU no dia 10 de junho, focadas em exercer pressão para conter o programa de enriquecimento de urânio, acusado pelo Ocidente de ter como objetivo a construção de armas atômicas, o que o Irã nega.

"O Conselho Europeu se arrepende profundamente do fato de o Irã não ter aproveitado as diversas oportunidades que foram oferecidas para remover as preocupações da comunidade internacional sobre a natureza de seu programa nuclear", dizia o texto do comunicado emitido ao término da reunião.

EUA

O Tesouro dos EUA impôs nesta quarta-feira (16) sanções adicionais ao Irã por seu programa nuclear, pondo na "lista negra" mais empresas e pessoas suspeitas de ligações com o programa nuclear ou de mísseis do Irã.

As medidas proíbem transações de americanos com as entidades listadas, e buscam congelar quaisquer bens que elas tenham sob jurisdição americana.

"Nossas ações hoje são destinadas a deter outros governos e instituições financeiras estrangeiras de lidar com essas entidades e, desse modo, apoiar as atividades ilícitas do Irã", disse o secretário do Tesouro americano, Timothy Geithner.

O Tesouro americano também tomou uma medida separada para pressionar o setor energético do Irã, identificando 20 empresas de petróleo e petroquímica que estão sob controle do governo iraniano --de modo que não podem fazer negócio com os EUA, sob um embargo comercial geral.

Geithner disse que os EUA planejam mais ações para aumentar a pressão financeira contra o Irã nas próximas semanas. "Vamos continuar mirando apoiadores do Irã para organizações terroristas.

Vamos continuar focando na Guarda Revolucionária do Irã", disse. "E vamos continuar a expor os esforços do Irã para evitar as sanções internacionais."


Fonte:Folha online