Mostrando postagens com marcador Finlândia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Finlândia. Mostrar todas as postagens

07/10/2010

Embraer entrega Dois Jatos Phenom 100 para Academia de Aviação Finlandesa

Embraer entrega Dois Jatos Phenom 100 para Academia de Aviação Finlandesa

http://portalexame.abril.com.br/imagem/embraer-phenom100-600.jpg

Os dois primeiros jatos Embraer Phenom 100 para a Academia de Aviação Finlandesa foram entregues no dia 5 de outubro em Pori, Finlândia.

Os novos jatos substituirão as aeronaves turbohélices Beechcraft King Air 300 que a muito tempo vem sendo utilizados pela academia.

O primeiro curso para operar com o jato Phenom vai começar no segundo trimestre de 2011 e permitirá que a academia introduza o treinamento de voo em grandes altitudes.

A Academia de Aviação da Finlândia é o primeiro operador do modelo na região escandinava.


Fonte:Cavok/foto:portalexame

22/06/2010

Força Aérea Finlandesa Começa os testes com F-18 MLU 2


Força Aérea Finlandesa Começa os testes com F-18 MLU 2

http://www.defenseindustrydaily.com/images/AIR_F-18D_Finnish_Landing_lg.jpg

O projeto de modernização do caça F-18 Hornet MLU2 (Mid Life Upgrade 2) da Força Aérea da Finlândia avançou para a fase de testes de armas ar-terra.

O programa de teste começou na quarta-feira, dia 16 de junho, quando o protótipo do programa MLU2 executou seu primeiro voo com uma bomba AGM-154C JSOW. O voo durou 1 hora e 29 minutos.

Durante o voo, os efeitos aerodinâmicos da JSOW nas características de voo da aeronave, e a sua integração em voo, foram estudados. Este foi um teste chamado de “Captive Carry”, o qual simlulou as operações até o momento do lançamento; embora o lançamento não foi efetuado.

O teste do programa de modernização Hornet MLU2 está associado com a introdução das capacidades de ataque ao solo, os quais foram autorizados no estatuto de defesa de 2004 da Força Aérea da Finlândia. O Centro de Testes de Voo da Força Aérea continuará o conjunto de experimentos durante este trimestre.

As modernizações do programa Hornet MLU2 inclui a capacidade de lançamento de armas ar-terra, devendo atingir a capacidade operacional na metade da década.


Fonte:Cavok/Video:SunFun via Youtube

24/04/2010

tamanho não é documento

tamanho não é documento



Com as atenções das marinhas do mundo todo voltado para a defesa de sua costa através do conceito de guerra litorânea, é cada vez maior a variedade de novos projetos de barcos patrulha e de corvetas que são dedicadas a esse cenário de batalha sendo comissionado nas principais forças navais do planeta.



A Finlândia possui uma pequena marinha, porém composta por modernas e bem armadas embarcações de pequeno porte. Uma dessas embarcações, a mais moderna, foi batizada de classe Hamina. Comissionado em agosto de 1998, o barco patrulha lança mísseis Hamina, primeiro exemplar de 4 unidades desta classe, veio trazer novas e maiores capacidades de combate para a marinha finlandesa, em apoio a quatro outra embarcações da classe Rauma.



Acima:
A camuflagem aplicada ao casco e o desenho com ângulos fazem do Hamina um navio com uma eficiente capacidade furtiva.

O desenho da Hamina foi pesadamente inspirado em soluções que diminuíssem sua assinatura de radar e infravermelha, como em todos os projetos recentes de navios de guerra. A furtividade é item básico de todos os projetos navais atuais.

O material mais comum na estrutura do barco é a o alumínio, com o objetivo de manter a embarcação leve para conseguir maior agilidade e velocidade.



Acima: O Hamina é um pequeno barco patrulha lança mísseis que impõe respeito a navios bem maiores, graças a seu pesado armamento e sua suite de sensores avançados.

O Hamina é propulsado por 2 potentes motores MTU-16V 538 TB-93, alimentados a diesel e que operam dois jatos de água da Rolls Royce Kamewa 90SII, no lugar das tradicionais hélices.

Este sistema produz uma potencia máxima de 4425 Hp cada um, e leva o Hamina a uma velocidade máxima de mais de 30 nós (56 km/h).

Sua autonomia é considerada baixa, chegando a 950 km, porém isso não é considerado um problema, uma vez que o ambiente operacional do Hamina é somente o Mar Báltico.




Acima: Os dois potentes motores a diesel MTU-16V 538 TB 93 levam o Hamina a 56 km/h, porém com uma autonomia limitada a menos de 1000 km.

Para uma embarcação de apenas 250 toneladas de deslocamento, o Hamina é muito bem armado.

Seu principal armamento é representado por 4 potentes mísseis anti navio Saab Bofors RBS-15 MK-3, guiados por sistema inercial e radar ativo na fase final.

Este míssil tem alcance de 250 km e sua ogiva de 200 kg de alto explosivo pré-fragmentado, é capaz de por a pique a maioria dos navios de guerra existentes.

Outro “talento” especial do RBS-15 é a sua capacidade de manobrar próximo ao alvo, para driblar ilhas ou confundir seu inimigo sobre o ponto exato que ele atacará, o que é muito interessante quando o navio alvo se encontra em meio a uma frota.

Para defesa antiaérea está instalado 8 lançadores verticais para mísseis Umkhonto, desenvolvido na África Do Sul, pela Denel Dynamics.

Estes mísseis são guiados por infravermelho (IR) e por comando de radio, para atualizações do posicionamento do alvo. Seu alcance é de 12 km.

esse desempenho garante, apenas, a defesa aérea de ponto. O sistema permite atacar 8 alvos simultaneamente, incluindo mísseis antinavio lançados contra o Hamina.

O canhão é do modelo Bofors 57 mm/ 70SAK MK-3. este canhão, usado tanto contra alvos de superfície quanto para alvos aéreos, atinge uma cadência 220 tiros por minuto e suas granadas consegue alcançar alvos a 17 km.

Ainda existem duas metralhadora M-2H em calibre .50 para autodefesa contra lanchas e botes inimigos. Por ultimo, há um trilho para lançamento de minas e cargas de profundidade, como único armamento anti-submarino.



Acima:
Nesta foto podemos ver um teste com o potente míssil RBS-15 MK-3, responsável pela capacidade ofensiva anti-superfície do Hamina.

A suíte de sensores é relativamente poderosa, considerando o pequeno tamanho do Hamina.

O radar usado é o mesmo que foi escolhido para ser usado no navio de defesa litorâneo norte americano LCS da classe Freedon já descrito nesse blog.

O EADS TRS 3D 16-ES, um radar tridimensional, multímodo, capaz de detectar alvos aéreos a 158 km, enquanto alvos de superfície de grande porte podem ser detectados a 100 km.

O controle de fogo é feito pelo sistema Ceros 200 FCS, fornecido pela Saab. Este sistema possui uma suíte de sensores próprios
composto por sensores optronicos e um telêmetro a laser.

Outro sensor montado no Hamina
é o EOMS fornecido pela SAGEM francesa.

O EOMS é um sensor
infravermelho que fornece capacidade de busca e rastreio de alvos em qualquer condição climática, de dia e de noite. Para detecção de ameaças submarinas o Hamina está equipado com um sonar rebocado Sonac PTA e um sonar Simrad Subsea Toadfish.




Acima: Um exemplar do moderno radar TRS-3D 16 ES, usado no Hamina. esse radar permite um desempenho típico de fragatas, mas em uma embarcação de pequenas dimensões.


O Hamina é um barco patrulha lança mísseis bastante competente e uma séria ameaça aos navios de guerra de forças hostis que tentem se aventurar contra os interesses da Finlândia no mar báltico.

A Finlândia tem um sistema de defesa integrado, típico dos encontrados nos países nórdicos e que consegue tirar “leite de pedra”, pois se faz muito, com muito pouco. Seus sistemas de armas são multifuncionais e de máxima eficiência para otimizar uma escassez de material bélico e humano
.



Acima:
Barcos como o hamina estão proliferando nas marinhas de guerra do mundo todo devido a mudança de foco das forças navais que passou a objetivar as zonas costeiras e a guerra assimétrica.

FICHA TECNICA
Tipo: Barco patrulha lança misseis.
Tripulação: 26 tripulantes.
Data do comissionamento: Agosto de 1998.
Deslocamento: 250 toneladas (totalmente carregado).
Comprimento: 51 mts.
Boca: 8,5 mts.
Propulsão: 2 MTU16V 538 TB-93 com 4425 hp de potencia cada, 2 jatos de agua Rolls Royce Kamewa 90SII.
Velocidade máxima: +30 nós (56 km/h).
Alcance: 925 Km.
Sensores: 1 radar EADS TRS-3D 16 ES com 158 km de alcance. Sistema Multisensor Ceros 200 com um radar de controle de tiro apoiado por sensores optronicos e telêmetro a laser. Sensor Sagem EOMS infravermelho.
Armamento: 4 mísseis anti-navio Saab Bofors RBS-15 MK-3, 8 lançadores verticais para mísseis Umkhonto-IR SAM, 1 canhão Bofors 57 mm/70 SAK MK-3, 2 metralhadoras M-2HB em calibre .50 (12,7 mm), Um trilho para lançamento de minas navais e cargas de profundidade.


Fonte:navalpowercb

18/04/2010

Saiba como os vulcões entram em erupção

Saiba como os vulcões entram em erupção



Fonte:BBC Brasil

Check em motores de F-18 monstram o efeitos causados pelas cinzas vulcânicas

Check em motores de F-18 monstram o efeitos causados pelas cinzas vulcânicas


Caça F-18C da Força Aérea da Finlândia.

Caças F-18 Hornet da Força Aérea da Finlândia que voaram através da nuvem de cinza vulcânica que cobre grande parte da Europa sofreram danos em partes internas dos motores e a força aérea alertou na sexta-feira que a nuvem pode ter significativo impacto nas aeronaves.Veja as imagens a seguir.

Cinco caças F-17 Hornet estavam em voo de treinamento no extremo norte da Finlândia na manhã de quinta-feira, dia 15, quando o espaço aéreo ainda estava aberto, e mais tarde, após o pouso, foram encontradas restos de cinza vulcânica sobre partes do motor.

“Baseado nas imagens, nos descobrimos que mesmos voos curtos numa nuvem desse tipo pode causar significativos danos aos motores da aeronave,” disse as Forças de Defesa da Finlândia num comunicado oficial.

Parte da turbina de alta pressão do motor do Hornet mostrando onde a sílica, existente nas cinzas vulcânicas, derreteu e formou uma crosta na superfície do motor.

O derretimento das cinzas causaram o bloqueio da ventilação de partes do motor, superaquecendo algumas partes.

Seção da combustão do motor do Hornet, mostrando na figura, a luz branca, refletindo as regiões que sofreram devido às cinzas vulcânicas na superfície interna da câmara de combustão.

Imagens feitas com uma câmera fibroscópica de dentro dos motores de um dos caças F-18 Hornet indicaram que o calor dos motores — cerca de 1.000°C — derreteram as cinzas, em sua maioria composta de sílica, dentro dos motores, bloqueando os canais de ventilação.

“O bloqueio dos canais de ventilação causados pela cinza derretida fez com que os componentes dos motores tivessem um superaquecimento e o material enfraquecesse,” disse o chefe de informações da força aérea Joni Malkamäki, informando ainda que isso poderia rachar as partes rotativas dos motor.

Num pior cenário, o enfraquecimento dos componentes poderia causar “um destacamento das peças e o motor ficaria destruído,” informa o comunicado.

Os caças Hornet expostos às cinzas da erupção do vulcão na Islândia foram checados logo após, com “pelo menos alguns” dos motores retirados das aeronaves e enviados para maiores estudos e reparos. A frota da Finlândia é composta de 55 caças monoplaces F-18C e sete biplaces F-18D, todos equipados com dois motores General Electric F404-402.

A força aérea manterá aeronaves de treinamento BAe Hawk equipadas com um tanque para retirar amostras atmosféricas para aguardar caso as autoridades civis solicitem.

A Força Aérea da Finlândia ainda informou que os voos militares operacionais continuarão regularmente.

Aeronaves de treinamento BAe Hawk da Força Aérea da Finlândia voaram duas vezes na sexta-feira para coletar amostras da cinza vulcânica que está sobre a Europa.

As amostras foram enviadas para o Instituto de Tecnologia Lakiala. (Foto: Força Aérea da Finlândia)

Amostras colhidas pela aeronave Hawk, que voou duas vezes na sexta-feira, a partir da Base Aérea de Kauhava, foram armazenadas num filtro no tanque, e poderão ser usadas para analisar qual a densidade das cinzas que está presente na atmosfera.

Uma imensa nuvem de cinza vulcânica vindo da Islândia tomou o céu de grande parte da Europa, fechando aeroportos e forçando o cancelamento de milhares de voos.

Os aeroportos da Finlândia foram fechados na quinta-feira, dia 15, à meia-noite, e os voos não devem ser retomados até esse sábado à tarde, no mínimo.


Fonte:Cavok