SUA REVISTA ELETRÔNICA EM AVIAÇÃO [Your e-magazine of Aviation] VOAR NEWS AVIAÇÃO & DEFESA
18/01/2014
25/10/2013
BIOCOMBUSTÍVEL - Stakeholders da indústria de aviação anunciam Plataforma Brasileira de Biocombustível para Aviação
BIOCOMBUSTÍVEL - Gol quer voo diário com biocombustível em 2014

[foto:aerojoaopessoa.blogspot.com]
14/09/2012
Brasil pode ser protagonista em biocombustíveis para aviação
24/08/2012
United entra no grupo de cias de combustível sustentável
20/06/2012
Líderes do setor de aviação e tecnologia limpa lançam iniciativa de biocombustíveis sustentáveis
Azul Linhas Aéreas realiza voo experimental bem-sucedido com biocombustível a base de cana-de-açúcar
05/09/2011
Embraer e GE concluem testes com biocombustível para jatos com sucesso

Programa avalia desempenho dos E-Jets e do motor CF34-8E utilizando o biocombustível sustentável HEFA.
São José dos Campos – A Embraer e a GE realizaram uma série de voos de teste esta semana com um jato Embraer 170. O objetivo dos ensaios era avaliar as características operacionais da aeronave e do motor GE CF34-8E utilizando o combustível HEFA (Ésteres e Ácidos Graxos Hidro-processados) em diversas condições de voo.
Para a realização dos testes, o motor da GE foi alimentado com uma mistura dos combustíveis Jet-A e HEFA (derivado da camelina), na proporção máxima permitida pela ASTM (50%-50%).
Após a recente aprovação dos combustíveis HEFA derivados de biomassa pela ASTM, a Embraer e a GE juntaram esforços com o objetivo de apoiar o desenvolvimento de biocombustíveis sustentáveis para a aviação.
Com estes testes, ambas as empresas confirmaram ter robustos planos técnicos e procedimentos para a realização de futuros ensaios envolvendo outros combustíveis.
“Temos um forte e duradouro compromisso em desenvolver produtos eficientes com responsabilidade ambiental. Esta série de testes e os resultados positivos obtidos nos forneceram informações que contribuição para o desenvolvimento do nosso programa de sustentabilidade”, disse Mauro Kern, vice-presidente executivo de engenharia e tecnologia da Embraer. “Apoiar o desenvolvimento e a utilização de biocombustíveis sustentáveis na aviação é uma das prioridades da indústria e estamos firmemente engajados neste esforço.”
A série de testes realizada no mês de agosto de 2011 abriu caminho para o estudo de outros biocombustíveis produzidos a partir de biomassas e processos tecnológicos em desenvolvimento pela indústria, que serão avaliados pela Embraer e a GE. Estes combustíveis estão sendo estudados por fornecedores em todo o mundo, incluindo o Brasil.
“A Embraer e a GE planejam realizar novos testes com biocombustíveis e participar das atividades de avaliação da ASTM. Isto pode incluir uma série de desafios, desde o ensaio de outros processos tecnológicos e biomassas à utilização de misturas com maior quantidade do HEFA”, disse Laurent Rouaud, executivo-chefe de marketing da GE Aviation. “Estes voos também demonstraram que os fabricantes da aeronave e do motor estão interessados em reduzir as emissões de carbono dos seus novos produtos e trabalhar em conjunto com os produtores para estabelecer antecipadamente a demanda e beneficiar toda a indústria de aviação.”
Fonte:Portal Fator Brasil
18/08/2011
Petrobras vai importar gasolina para garantir abastecimento
Com o aumento da demanda no mercado doméstico, a autossuficiência do país em derivados de petróleo foi postergada e, em momentos como o atual, a Petrobras precisa importar para garantir o abastecimento. Até o fim desse mês, a companhia vai importar 630 mil barris de gasolina em duas cargas, informou o diretor de Abastecimento, Paulo Roberto Costa. E poderá haver novas importações ao longo do ano.
Ele disse que a demanda por derivados está crescendo muito. No primeiro semestre do ano, houve um aumento de 17% na gasolina. Além do avanço da economia interna, parte dessa demanda é decorrente do encarecimento do etanol, que teve problemas com a safra esse ano.
No mesmo período, o aumento da demanda por querosene de aviação (QAV) foi de 12,9%, e por diesel, de 8,6%, na comparação com equivalente período do ano passado. Entre os principais derivados, o único que teve queda no período foi a nafta, de 1,9%. A causa da redução foi o apagão de energia elétrica que afetou a região Nordeste.
“Em uma unidade industrial, deixa-se de ter energia elétrica por dez ou 15 minutos, os equipamentos param. Depois, tem de fazer manutenção gigantesca para voltar a operar. Tivemos paralisação no polo de Camaçari para manutenção. Com isso, houve retardo no consumo de nafta”, explicou Costa.
Com o crescimento da demanda, a companhia não tem mais estimativas de quando será alcançada a autossuficiência. “Um dia vamos alcançar, mas espero que isso demore, porque a demanda por refino cresce com a economia crescendo. Seria muito fácil alcançar a autossuficiência com o Brasil estagnado”.
A estimativa é de que o país vá manter nos próximos anos uma dependência externa entre 5% e 10% de importação de derivados. Já no caso específico da gasolina, a autossuficiência vai depender da produção de etanol.
A Petrobras aumentou a produção de gasolina em torno de 42 mil barris do ano passado para esse ano. “Mas mesmo assim o mercado está crescendo mais, então nos resta recorrer à importação. Não vai faltar gasolina porque a Petrobras vai garantir o abastecimento”, disse o diretor da estatal.
Até o fim do mês, a companhia vai receber duas cargas de 50 mil metros cúbicos, equivalente a cerca de 630 mil barris. A estimativa é de que “possivelmente” importe novas cargas até o fim do ano.
Ao todo, já foram importados 2,5 milhões de barris neste ano, que chegarão a 3,1 milhões com a nova carga de agosto. A demanda diária está na faixa de 430 mil barris. “A importação é equivalente a seis dias de consumo. É muito pouco. Estamos importando porque precisamos ter estoque, não posso correr o risco de não ter gasolina nos postos. A Petrobras não vai deixar de atender à demanda”, afirmou Costa.
Fonte:Valor Econômico-por:(Juliana Ennes/ Valor)
23/07/2011
Aviação nacional testa combustíveis mais sustentáveis
Aeronave Embraer 190 adquirida pela companhia Azul Linhas Aéreas. Modelo vai realizar voo com combustível alternativo em breve. (Foto: Divulgação/Embraer)
Desenvolvimento de bioquerosene é foco de empresas como a Embraer.
Azul e TAM testam aeronaves com combustíveis alternativos.
A busca por combustíveis mais sustentáveis chegou à aviação. A necessidade de reduzir os gases-estufa do setor aéreo, que correspondem a 2% das emissões globais, leva empresas de aviação, fabricantes de aviões e centros de pesquisas a uma corrida tecnológica para desenvolver biocombustíveis que possam substituir, ao menos em parte, o querosene derivado do petróleo.
O Brasil já concentra várias frentes de pesquisa, e a expectativa é de que em cinco anos os primeiros biocombustíveis para aviação estejam prontos para serem produzidos. Em uma década, serão uma alternativa viável para o abastecimento de aviões.
"Vários estudos são realizados paralelamente em todo o mundo, com diversas rotas tecnológicas. O biocombustível para aviação será uma realidade em dez anos", diz Guilherme Freire, diretor de estratégias e tecnologias para meio ambiente da Embraer.
A fabricante de aviões faz parte de uma aliança para testar os biocombustíveis em suas aeronaves, com a companhia aérea Azul, a fabricante de equipamentos GE e a Amyris, empresa de biotecnologia. O primeiro voo teste deve ocorrer no primeiro semestre de 2012.
"O objetivo é acelerar a introdução de um combustível renovável, capaz de reduzir significativamente as emissões de gases-estufa e uma alternativa sustentável de longo prazo", diz Freire, também presidente da Aliança Brasileira para Biocombustíveis de Aviação (Abraba). A pesquisa utiliza cana-de-açúcar como matéria-prima para a produção do bioquerosene, um "etanol" para aviões.
Segundo Freire, essas pesquisas se justificam porque a aviação é um setor em expansão em todo o mundo e as emissões de gases-estufa tendem a crescer, ao mesmo tempo em que governos começam a taxar empresas pelas emissões. Em razão disso, o setor de aviação estabeleceu a meta de reduzir em 50% as emissões da indústria até 2050, em relação ao ano de 2005.
Voo experimental
A TAM realizou, em novembro passado, o primeiro voo experimental com biocombustível de pinhão-manso, oleaginosa também usada na produção de biodiesel.
O avião, um Airbus A320, com capacidade para 174 passageiros, decolou com 2 comandantes e outras 18 pessoas, entre técnicos e executivos da empresa. Saiu do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, e sobrevoou o Atlântico por 45 minutos.
"Após o voo experimental, o próximo passo desse projeto é a implementação e a operação de uma unidade de plantio de pinhão-manso, em escala reduzida, no Centro Tecnológico da TAM, em São Carlos (SP). Nossa expectativa é termos um estudo completo de viabilidade em dois anos", diz Paulus Figueiredo, gerente de Energia da TAM.
Segundo ele, o principal desafio é tecnológico. "Um dos grandes desafios do pinhão-manso envolve melhorias genéticas das sementes, para aumentar a produtividade", diz. Além disso, o combustível precisa ser homologado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Fonte:G1
04/07/2011
UE lança iniciativa para desenvolver biocombustíveis em aviação
A Comissão Europeia (órgão executivo da União Europeia) lançou, junto com grandes companhias aéreas, a Airbus e produtores de biocombustíveis do continente uma iniciativa para acelerar a comercialização de biocombustíveis para a aviação.
O projeto, apresentado nesta quarta-feira por ocasião da terceira jornada do Salão Aeronáutico de Le Bourget, aos arredores de Paris, fixou o objetivo de uma produção de forma sustentável de 2 milhões de toneladas anuais de biocarburante, explicou Airbus em comunicado.
A "Trajetória de Voo de Biocombustível" consiste em um compromisso de seus participantes para apoiar e promover a produção, armazenamento e distribuição destes carburantes produzidos com matéria orgânica gerada na Europa.
Mais concretamente, se procura facilitar o desenvolvimento de padrões para os biocombustíveis e sua certidão; promover medidas legislativas encorajadoras eacelerar a pesquisa e a inovação. EFE
Fonte:Agencia EFE-via :G1.com/fotos:joaoleitao.com;portaldoagronegocio
14/06/2011
Brasileiros desenvolvem bioquerosene de aviação
Brasileiros desenvolvem bioquerosene de aviação
O Instituto Nacional de Tecnologia (INT) e o Instituto Militar de Engenharia (IME) são parceiros em dois pedidos de patentes para um processo inédito na fabricação de biocombustíveis para aviação.
Bioquerosene
Derivado do petróleo, com alto preço no mercado internacional, o querosene de aviação virou foco da estratégia de substituição por biocombustíveis em países como o Brasil e os Estados Unidos.
O interesse comum dos dois países por desenvolver o bioquerosene foi formalizado em um convênio, assinado em Brasília, em Março, durante a visita do presidente Barak Obama.
Em todo o mundo várias empresas e centros de tecnologia também buscam caminhos para o desenvolvimento desse novo biocombustível.
Isso realça a importância do avanço obtido pelos pesquisadores brasileiros, que tornam mais próxima essa realidade, com tecnologias inéditas.
Biomassa não-alimentar
Ao contrário da maioria dos outros estudos, que usam o etanol de cana-de-açúcar ou oleaginosas, usadas também para produção de biodiesel, esses trabalhos utilizam biomassas que não entram na esfera alimentar, tais como cascas de frutos cítricos.
A descoberta foi feita a partir das pesquisas do estudante de doutorado Flávio dos Reis Gonçalves, desenvolvidas na área de Catálise e Processos Químicos, sob orientação de Marco Fraga, do INT, e Luiz Eduardo Pizarro Borges, do IME.
Já com os dois pedidos de patentes dos novos processos catalíticos em mãos, o grupo busca agora o apoio de empresas ou setores da aviação civil ou militar, para realização dos testes de campo.
Além de não concorrer com a produção de alimentos, Flávio Gonçalves destaca que a matéria-prima utilizada pode ser obtida de subprodutos de processos industriais envolvendo uma série de biomassas.
Ao contrário das oleaginosas mais utilizadas para produção do biocombustível, como o pinhão-manso, o insumo não necessita de novas plantações, nem de estudos ou testes de produção.
Biocombustível de aviação
O bioquerosene tem algumas características que tornam seu controle de qualidade mais rigoroso que o de outros biocombustíveis.
Há um fator de risco muito elevado no biocombustível de aviação porque a maioria dos combustíveis tende a congelar nas baixíssimas temperaturas das altitudes a que os aviões são submetidos.
Assim, como o querosene de aviação tradicional, o biocombustível precisa ter o mesmo ponto de congelamento em níveis inferiores a essas temperaturas. Esses parâmetros já foram testados em laboratório com sucesso.
Resta agora apoio de empresas para o teste em aviões. É preciso garantir o funcionamento das turbinas, sem falhas, o que requer um combustível com elevado grau de qualidade.
As vantagens, no entanto, são muitas, além de vir de fonte renovável e sustentável, o processo verde de produção do biocombustível reduz a geração de gases causadores de efeito estufa.
Fonte: Inovação Tec./via:Plano Brasil21/03/2011
Manguinhos estuda produzir bioquerosene de aviação

SÃO PAULO - A Refinaria de Petróleos de Manguinhos firmou protocolo de intenções com a Jetbio Tecnologia em Biocombustíveis para avaliar a construção e operação de uma unidade de produção de bioquerosene para aviação (greenjet).
O produto faz parte do Projeto REMAB - Refinaria Boutique, com a produção de produtos considerados especiais e destinados a um nicho específico de mercado, afirma o comunicado de Manguinhos.
O bioquerosene faz parte de uma família dos combustíveis de última geração, por serem obtidos de fontes renováveis de energia e contribuírem para uma menor emissão de gás carbônico.
A produção do bioquerosene será baseada na hidrogenação de óleos vegetais, utilizando tecnologia de última geração aplicada aos atuais reatores de hidrotratamento existentes em sua planta industrial, explica a companhia.
O bioquerosene foi usado recentemente com sucesso em um voo de testes pela TAM e já é regularmente utilizado em voos na Europa.
Manguinhos lembra que, a partir de 2012, será obrigatória a adição de um percentual de bioquerosene no combustível de todas as aeronaves que voarem para a Europa, o que deve gerar grande demanda pelo produto no mercado brasileiro.
Fonte:Valor Online -via:G1.com /reportagem de :Téo Takar | Valor
02/12/2010
Lufthansa e Airbus lançam os primeiros voos de passageiros do mundo com biocombustível

Um significativo passo à frente em direção à aviação sustentável.
No primeiro semestre de 2011, a Lufthansa lançará os primeiros voos comerciais regulares do mundo usando biocombustível, com uma aeronave Airbus A321 equipada com dois motores IAE (International Aero Engines).
Os voos diários entre Hamburgo e Frankfurt serão os primeiros do mundo a usar biocombustível feito de 50% de HVO (Hydrotreated Vegetable Oil ou Óleo Vegetal Hidro-tratado, em português).
Quando consumido, um combustível derivado da biomassa emite o CO2, absorvido naturalmente durante o crescimento da respectiva planta, ajudando assim a neutralizar as emissões gerais desse gás.
Os voos diários começarão em abril de 2011 e, inicialmente, continuarão por um período de seis meses como parte do projeto R&T “Burn Fair”, destinado a estudar o impacto a longo prazo dos biocombustíveis sustentáveis, no desempenho dos aviões.
A função da Airbus é fornecer assistência técnica e monitorar as propriedades do combustível.
“Nós vemos grandes oportunidades a utilização de querosene biosintético. Mas primeiro, estamos adquirindo experiência com ele praticando diariamente.
De fato, a Lufthansa é a primeira companhia aérea do mundo a utilizar biocombustível durante os voos. Esse é mais um passo consistente na estratégia de sustentabilidade, a qual a Lufthansa vem procurando há anos com sucesso”, disse Wolfgang Mayrhuber, CEO da Lufthansa.
“Sendo pioneiros nessa área, estamos muito orgulhosos porque a nossa tecnologia de diesel renovável é capaz de atender aos mais estritos padrões de qualidade para ajudar a suprir as necessidades da aviação, pois essa tecnologia tem um grande potencial para o futuro”, disse Matti Lievonen, Presidente e CEO da Neste Oil.
“Os voos diários com biocombustível representam um significativo passo à frente na nossa busca de um futuro sustentável para a aviação. A Airbus está reunindo produtores de matérias-primas, refinarias de combustíveis e companhias aéreas, e com o anúncio de hoje dos voos com passageiros, demos mais um passo à frente para torná-lo realidade”, disse Tom Enders, Presidente e CEO da Airbus.
O biocombustível está sendo fornecido pela Neste Oil, da Finlândia, sob um acordo a longo prazo com a Lufthansa.
O combustível só será produzido a partir de matérias-primas sustentáveis, para se certificar que as bio matérias-prima não competem por alimentos, água ou terra. Além disso, a Neste Oil é membro da RSB (Roundtable on Sustainable Biofuels ou Mesa-redonda sobre Biocombustíveis Sustentáveis, em português) e da RSPO (Roundtable on Sustainable Palm Oil ou Mesa-redonda sobre Óleo de Palmeira Sustentável, em português).
A procura da Airbus pelos combustíveis alternativos tem como objetivo tornar os combustíveis alternativos sustentáveis uma realidade para a aviação, reunindo as partes interessadas de uma forma social e industrialmente sustentável.
Além dos seus esforços com outras companhias aéreas, tais como o recente primeiro voo com biocombustível na América Latina, realizado em 22 de novembro, em outubro de 2009, um avião da Airbus realizou o primeiro voo comercial com 50% de GTL (gás liquifeito) e, em fevereiro de 2008, um Airbus A380 completou com sucesso o primeiro voo do mundo com um avião comercial usando GTL. | www.airbus.com
Fonte:Potal Fator Brasil
15/05/2010
Como viajaremos no Futuro?
Chamados de "Hidrogenase",o projeto combinaria Biologia e Engenharia e é inspirado no Biomimetismo,um design inspirado nos sistemas e modelos da natureza.
Claro que ninguém imagima como seria mas em sua concepção o Eco-dirigível teria 400 Mts de altura ,cerca de 180 de largura e seria alimentado por Bio-combustível a base de algas.
Serão alojados em oito compartimentos cobrtos por uma camada protetora de vidro para transporte de combustível Bio-Hidrogênio ,bem como os passageiros.
Mas isto não será apenas um parque temático flutuante, segundo Callebaut,seu dirijível poderá ser usado em missões humanitárias, e de Estudos Científicos ,assim como servir de Hotéis e entretenimentos.
Tal como acontece com o dirigível a fazenda é alimentada com energia renovável apartir de painéis solares e usinas Hidrelétricas.
Callebaut tem planos extraordinários para oque ele chama de "Protótipos Biotecnológicos",sendo que o Hidrogeneses é o mais recente deles ,um portifólio imprecionantes de idéias ecologicamente corretas e de como influênciar na maneira de como o futuro pode ser.
Tradução :Voarnews
14/05/2010
Aéreas formam aliança no Brasil para biocombustível
SÃO PAULO (Reuters) - As maiores companhias aéreas do Brasil se aliaram à Embraer e a empresas do setor de biocombustíveis para criar uma entidade que promoverá a busca por um combustível renovável que consiga certificação para ser usado na aviação comercial.
Em comunicado conjunto, as companhias participantes da Abraba (Aliança Brasileira para Biocombustíveis de Aviação) dizem que o objetivo é obter "biocombustíveis com níveis equivalentes de segurança e custo, em relação aos combustíveis derivados do petróleo".
"A Abraba acredita que a utilização de biocombustíveis sustentáveis produzidos a partir de biomassas é fundamental para manter o crescimento da indústria de aviação em uma economia de baixa emissão de carbono", segundo comunicado.
Fonte:G1.com -com informações da Reuters-Por: Marcelo Teixeira
25/10/2009
Iata pode aprovar biocombustível na aviação
Iata pode aprovar biocombustível na aviação comercial
A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) poderá aprovar a utilização de biocombustíveis na aviação comercial em 2010.
O objetivo é reduzir a "pegada de carbono" da indústria ou, em outras palavras, diminuir a emissão de gases poluentes.
Paul Steele, que chefia as iniciativas ambientais da entidade, disse em Nova Délhi que a primeira medida para a utilização de biocombustível nos aviões, a certificação do produto, será adotada até o final de 2010.
A certificação é amplamente considerada como a primeira providência técnica que pode eliminar algumas das incertezas a respeito do investimento no uso de biocombustíveis de alta qualidade em aeronaves. "Pela primeira vez, existe a possibilidade de alternativa para o tradicional combustível de aviação", afirmou o executivo-chefe da Iata, Giovanni Bisignani.
A entidade calcula que o biocombustível de aviação pode reduzir as emissões de dióxido de carbono em 80%.
Cerca de 176 libras-peso (80 quilos) de poluentes deixariam de ser lançados no ar por voo de cada aeronave Boeing 747-400.
Steele disse ainda que testes feitos por companhias aéreas recentemente, destinados a "dissociar o crescimento do tráfego do aumento das emissões", mostraram que o combustível renovável pode ser misturado ao tradicional com sucesso, sem danos aos motores das aeronaves.
Bisignani ressaltou que o uso de biocombustíveis é apenas uma das estratégias da Iata para limitar o crescimento das emissões e, eventualmente, reduzi-las a zero.
Ele pediu que os países tratem a aviação como um setor separado nas negociações sobre mudanças climáticas que ocorrerão na conferência de Copenhague, em dezembro.
Do contrário, disse ele, o setor vai enfrentar sanções governamentais descoordenadas, que serão prejudiciais ao desenvolvimento econômico global.
fonte:G1.com/Da Agência Estado, com informações da Dow Jones.


