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24/09/2011
LAN não descarta recorrer à Corte Suprema do Chile
O Presidente e gerente de operações da LAN Airlines, Ignacio Cueto, deixou aberta ontem a possibilidade de a companhia aérea chilena, em processo de fusão com a TAM para a criação da Latam, recorrer à Corte Suprema do Chile, após o tribunal antitruste chileno (TDLC) ter aprovado ontem a negociação com a TAM, mas com 11 condições.
De acordo com ele, os advogados da LAN estão avaliando as restrições estabelecidas e só depois de concluída essa análise será possível definir se a LAN vai recorrer à Corte Suprema. Mesmo que isso aconteça, Cueto diz que o prazo para a total integração com a TAM permanece o mesmo, até o fim do primeiro trimestre.
"É uma decisão [do TDLC] que tem aproximadamente 150 páginas. Estamos nesse momento fazendo uma análise, um estudo do que significa. Há medidas de mitigação que são mais complexas do que outras. Estamos nesse processo de avaliar", disse o executivo, que participou ontem do último dia da Conferência de Investimentos em Hotéis e Turismo na América do Sul, promovida em Santiago pela consultoria de investimentos em hotéis HVS. Cueto afirmou que deve conversar nesta sexta-feira com os sócios brasileiros, a família Amaro, controladora da TAM, e que até segunda-feira deverá ser conhecida a posição das duas companhias.
Questionado se entre as condições impostas pelo TDLC a mais complexa seria a renúncia de quatro frequencias para Lima (Peru) que permitem que a LAN continue o voo para os Estados Unidos, 12 meses após a conclusão da Latam, Cueto disse que todas as condições têm o seu grau de complexidade. Esses voos terão de ser repassados a outra empresa aérea.
O voo da LAN de Santiago com escala em Lima e que permite uma conexão aos Estados Unidos é conhecido como frequencia de quinta liberdade, no jargão do setor. Ele permite que uma empresa de um terceiro país possa transportar carga ou passageiros em outro desde que a rota tenha como origem ou destino o país de nacionalidade da companhia.
"Eu creio que todas as medidas de mitigação são complexas, algumas mais complicadas do que outras. A situação de quinta liberdade com Lima é uma situação que estamos olhando muito de perto, tão perto como pode ser a do code share (acordo de compartilhamento de voos)", afirmou.
Ao mencionar o code-share, Cueto se referiu a outra condição imposta pelo TDLC, a de que a Latam não pode celebrar acordos de code-share com uma empresa que pertença a uma aliança global aérea diferente. Além disso, a nova aérea terá de escolher se ficará filiada à Oneworld (a que pertence a LAN) ou à Star Alliance (da TAM).
O TDLC analisou a fusão entre a LAN e a TAM por oito meses. A investigação sobre os impactos da Latam no Chile foi pedida pelo órgão de defesa do consumidor do país, o Conadecus. Segundo jornais chilenos, o Conadecus ficou satisfeito com as condições impostas pelo TDLC e não recorrerá à Corte Suprema, conforme havia aventado caso a Latam fosse aprovada pela TDLC sem restrições.
Fonte:Valor Econômico-Por Alberto Komatsu | De Santiago/fotos:lemontech.com.br;bibliotecadeviagens.wordpress.com
20/06/2011
Rolls-Royce vai fornecer turbinas para 27 A350 da TAM
A fabricante britânica de motores Rolls Royce fechou seu primeiro contrato com a TAM para fornecer turbinas avaliadas em 2,2 bilhões de dólares à Airbus em aviões a serem entregues para a companhia aérea brasileira.
A TAM, que no ano passado anunciou sua intenção de se fundir com a chilena LAN, fez encomenda por 27 aeronaves Airbus A350 XWB.
O contrato com a Rolls Royce inclui um acordo de 12 anos de serviços de suporte, informou a companhia britânica em comunicado nesta segunda-feira.
Em junho de 2010, a TAM assinou um memorando de entendimentos para cinco jatos A350-900, elevando o total de pedidos dessa aeronave para 27 unidades. Não estava claro se o acordo firmado com a Rolls-Royce implica na transformação do memorando da TAM com a Airbus em uma encomenda firme.
Fonte:Reuters-(Por Lorraine Turner)
17/06/2011
SEAE encaminhará parecer sobre fusão TAM/LAN ao Cade até julho
O parecer da Secretária de Acompanhamento Econômico (SEAE) sobre a fusão entre as companhias aéreas TAM e a chilena LAN, anunciada em 2010, será encaminhado ao Cade até julho, segundo o secretário da pasta, Antônio Silveira.
Segundo ele, o Cade espera analisar o caso em dois meses.
"Estamos no final da instrução do caso LAN-TAM e nas próximas semanas, entre duas e três semanas, encaminharemos ao Cade. Estamos em fase de revisão final", disse Silveira a jornalistas nesta sexta-feira.
O representante da secretaria informou que, apesar das críticas feitas no Chile sobre a fusão, a realidade do mercado brasileiro é distinta, embora a LAN detenha grande participação de mercado no Chile.
"Santiago tem um terço da população do Chile, só tem um aeroporto internacional. Os motivos de preocupação do Chile são particulares deles e o Brasil tem outras preocupações", declarou ao observar que há uma troca de informações permanente com autoridades chilenas que atuam no caso.
"A preocupação no Chile ultrapassa a preocupação tradicional antitruste por conta da posição quase monopolista da LAN, há uma preocupação também regulatória, esse não é nosso caso. Aqui a agência reguladora olha apenas para os limites de participação do capital estrangeiro (de até 20 por cento)", adicionou Silveira.
"A preocupação dos órgãos brasileiros não podem ser com o mercado chileno. As questões internas do Chile não podem balizar nossas decisões."
O conselheiro do Cade e relator do processo, Olavo Chinaglia, disse, mesmo antes de receber o documento da SEAE, que não deve haver empecilho para a união entre as companhias.
"Até o momento não foram identificadas preocupações maiores. Se tivesse algum problema maior já se teria tomado alguma medida", afirmou.
"Uma vez que o caso chegue no Cade, e, não havendo necessidade de instrução complementar em no máximo dois meses o caso estará julgado", finalizou o conselheiro do Cade.
Fonte:Reuters-|Por Rodrigo Viga Gaier|
14/06/2011
Vulcão no Chile: telefones para ver situação dos voos
Dez dias após ter entrado em erupção, o vulcão chileno Puyehue continua provocando o cancelamento de voos no Uruguai, na Argentina, Austrália e Nova Zelândia.
As empresas Gol, Aerolineas Argentinas e Lan informaram hoje (14) cedo que os pousos e decolagens que partiriam ou pousariam nos aeroportos de Buenos Aires e Rosário, na Argentina, ou de Montevidéu, no Uruguai, seriam cancelados.
As empresas, entretanto, lembram que a situação pode mudar a qualquer momento. Por isso, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e as próprias empresas recomendam a quem tem passagem comprada para os destinos afetados pelas cinzas do vulcão a entrar em contato com as companhias antes de seguir para o aeroporto.
As cinzas também provocaram o cancelamento de voos na Austrália e na Nova Zelândia.
Da Lan, a partir do Brasil, foram afetadas as rotas para Auckland, na Nova Zelândia, e para Sydney, na Austrália.
- Clientes da Gol devem ligar para a Central de Relacionamento nos números 0300-115-2121 (no Brasil), 0810-266-3232 (Argentina) e 5098-2403-8007 (Uruguai).
- Passageiros da TAM podem ligar para os seguintes números: Brasil — 4002-5700 (capitais) e 0800-570-5700 (demais localidades), Argentina — 0 810 333 3333 ou Uruguai — 000 4019 0223.
- O telefone da Lan é o 0300 788 0045.
- O da Aerolíneas Argentinas é o 0800-7073.
Fonte:Panrotas
10/06/2011
LAN restabelece as operações em Buenos Aires
A empresa notificou também que está acompanhando as situações para voltar a informar sobre os estados das rotas. Quem tiver um bilhete emitido para voar para e desde esses destinos – até o dia 11 de junho, para voos internacionais -, poderá solicitar mudança de data, mudança de rota ou reembolso.
Para mais informações: tel. 0300-788-0045 ou www.lan.com.
Fonte:Panrotas-por:Danilo Teixeira Alves
09/06/2011
Lan informa situação de seus voos de/para Argentina
A companhia se encontra constantemente monitorando a evolução das condições meteorológicas, uma vez que qualquer mudança pode afetar o itinerário dos voos.
Quem tiver um bilhete emitido para voar para e desde estes destinos poderá optar entre mudança de data, mudança de rota ou devoluções (sujeitas à regulamentação tarifária), desde que solicitem e efetuem as trocas em até dez dias, a partir da data original da viagem.
Informações: www.lan.com e 0300 788-0045.
Fonte:Panrotas-por:Savia Reis/foto:sempretops.com
04/03/2011
ANAC Aprova fusão da TAM com a LAN Airlines
ANAC Aprova fusão da TAM com a LAN Airlines
A diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deu parecer favorável à fusão entre as empresas aéreas brasileira TAM e a chilena Lan Airlines, em negociação desde agosto do ano passado.
A conclusão do negócio ainda depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e dos respectivos órgãos chilenos.
A Anac não divulgou detalhes da decisão, mas sua assessoria adiantou que ela deve ser publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira.
Já a TAM divulgou um comunicado ao mercado anunciando ter recebido informações a respeito do ‘resultado positivo’ a que a diretoria da agência chegou durante a reunião deliberativa realizada na terça-feira. Diz no entanto que ainda não foi formalmente notificada da decisão.
Em um comunicado anterior, a TAM já havia explicado que conforme determina a legislação brasileira, 80% do capital votante da empresa permanecerá em mãos de brasileiros. E que, consumada a fusão, tanto a marca TAM quanto a LAN, bem como os serviços atualmente prestados, serão mantidos e as duas companhias continuarão a operar da mesma forma. Juntas, as empresas irão atuar em ao menos 23 países.
No Chile, o processo de fusão está paralisado desde o início do ano.
A pedido de uma organização de consumidores, a Conadecus (do espanhol Associação Nacional de Consumidores e Usuários) o Tribunal de Defesa da Livre Concorrência decidiu apurar melhor se a negociação viola a livre concorrência. Após o período de recesso anual, o tribunal retomou hoje (2) os trabalhos.
Fonte: Agência Brasil-Edição: Fernando Fraga
09/02/2011
LAN opera sem escala entre Montevidéu e Lima em abril
Lima é o segundo hub da Lan e oferece conexões para 13 destinos domésticos do Peru, a outras localidades dos Estados Unidos e da Europa, ao México (Cancun), à República Dominicana (Punta Cana) e à Colômbia (Cartagena de Índias).
Também a partir da capital do Peru há conexões para a Amércia Latina, como Cusco, ilha de Páscoa, Foz do Iguaçu e patagônias chilena e argentina. Mais informações: 0300-788-0045 (para passageiros), 0300-789-0045 (para agências) – www.lan.com ou www.oneworldalliance.com.
05/09/2010
Fusão de aéreas no Brasil forma barreira para companhias estrangeiras
Fusão de aéreas no Brasil forma barreira para companhias estrangeiras fora da América Latina
A fusão da companhia aérea brasileira TAM com a chilena LAN em agosto tem como objetivo o fortalecimento do setor para a formação de uma barreira à entrada das empresas estrangeiras, que estão fora da América Latina, no país, segundo Marcos Morita, mestre em administração da Universidade Mackenzie e especialista em fusões e aquisições.
Existe um caráter regional, que pode competir com as outras (Companhias), que estão se unindo com as gigantes europeias.
Essa aliança visa o mercado estrangeiro para criar uma barreira de entrada formando um conglomerado semelhante ao Itaú e Unibanco.
O motivo é a corrida do setor aéreo internacional que neste ano já resultou em pelo menos duas grandes fusões: a da americana United Airlines que comprou a Continental Airlines por cerca de R$ 5,2 bilhões (US$ 3,17 bilhões) em ações, formando a maior companhia aérea do mundo, e a da inglesa British Airways com a Iberia.
A última grande fusão no Brasil havia ocorrido em março de 2008, quando a Gol comprou a Varig por R$ 576 milhões (US$ 320 milhões).
Em seguida, a companhia americana SkyWest adquiriu 20% das ações da brasileira Trip.
Em dezembro do ano passado, a TAM comprou a Pantanal Linhas Aéreas por R$ 13 milhões.
A Latam Airlines Group S.A., companhia aérea nascida da fusão entre a TAM e a LAN, terá valor de mercado de aproximadamente R$ 26,1 bilhões (US$ 14,5 bilhões), e responderá por 6% do transporte aéreo mundial.
Fonte: R7/desastresaereosnews/Fotos:aviacaobrasi;desastresaereos
24/08/2010
Tapete vermelho para os chilenos?
A mídia tem festejado de forma eufórica o acordo entre duas empresas privadas,deixando de analisar através de um enfoque fundamental: o interesse nacional.
É o operador brasileiro que garante as nossas ligações com a Europa e a América do Norte.
Para um país de dimensões continentais como o nosso, geograficamente localizado no hemisfério sul e com suas grandes metrópoles a pelo menos 9 horas de voo das grandes cidades do hemisfério norte, o transporte aéreo é um item vital para a soberania nacional.
O Brasil, como sexta economia mundial e como uma nação em pleno desenvolvimento, tem que ter soberania sobre as suas ligações e rotas para os principais centros econômicos do planeta.
O país se deu ao luxo de aplaudir o fim de uma máquina que o conectava com o mundo.
Só a evasão de divisas com a migração de receita para as empresas aéreas estrangeiras ocorrida nos últimos cinco anos daria para pagar a dívida da VARIG umas dez vezes. Entregamos o nosso mercado para as estrangeiras que transportam brasileiros e transferem sua receita para o exterior, gerando empregos lá fora.
A questão da soberania nacional, uma visão estratégica, é a mais importante.
O país tem que ter sob sua bandeira uma frota de aeronaves de longo curso para que exerça a nossa contrapartida nos acordos bilaterais de transporte aéreo, tanto em relação à carga quanto ao passageiro.
A TAM vinha ocupando este espaço que foi da VARIG a partir da absorção da Real Aerovias, Panair do Brasil e Cruzeiro.
O tamanho da VARIG era o resultado da operação de adas de rotas dessas empresas nacionais, que por diferentes motivos foram abrigadas em um único operador. Só que a TAM começou do zero e as suas rotas de longo curso já restabeleciam a presença brasileira na Europa e na América do Norte.
Como o slogan criado pelo próprio comandante Rolim Amaro e que era dito no final de cada voo, “a TAM é uma empresa que tem orgulho de ser brasileira”. Ninguém duvida que os gestores atuais da empresa conhecem o papel de defender os interesses nacionais.
A equipe de dirigentes da TAM construiu uma empresa de longo curso enfrentando obstáculos paradoxais: carga tributária, combustível mais caro do que o dos concorrentes, falta de infraestrutura e de regras do poder concedente, desregulamentação tarifária, enfim, dezenas de motivos externos que afetam a competitividade e que ajudam a inviabilizar alquer um que queira construir uma aviação de longo curso a partir do Brasil.
Dentro de um ano as decisões macros sobre o destino da TAM, leia-se da única operadora de longo curso do Brasil, passarão a ser realizadas em Santiago do Chile, por um CEO que tem um histórico extrativista, a exemplo do que já fez na Argentina e no Peru.
O histórico da relação do grupo LAN com os sindicatos e com os seus empregados é bem diferente do relacionamento das empresas aéreas brasileiras com os seus funcionários. Uma relação nervosa e sempre levada ao limite.
Na prática, este acordo, que tem ares de irreversível, tem que prever salvaguardas para o interesse nacional.
Tem que se criar ações que criem cenários competitivos para que outras empresas brasileiras passem a operar no longo curso.
Os gestores brasileiros da TAM precisam contar com a proteção legal para barrar decisões estrangeiras que os coloquem em conflito com os interesses nacionais.
Nos próximos anos os interesses chilenos estarão preservados politicamente, até porque o atual presidente da República daquele país era acionista da LAN e possui uma relação íntima (é credor) com o futuro CEO da LATAM.
Sebastian Piñera participou ainda como acionista das negociações, conforme revelou a imprensa chilena.
Perguntado no Chile se, caso houvesse a mudança da legislação brasileira sobre a participação estrangeira, hoje limitada a 20%, o grupo teria interesse em aumentar sua participação, Enrique Cueto respondeu que “o acordo já prevê que, se houver modificações que permitam uma maior participação estrangeira, elas serão aplicadas ao contrato”, ou seja, os chilenos estão chegando!
Se a LAN propusesse um acordo semelhante com uma companhia aérea norte-americana, dificilmente seria aprovado.
Eles sabem a importância estratégica do setor, tanto que socorreram financeiramente as companhias depois do 11 de Setembro.
Nunca aceitariam ter um CEO sentado no Chile decidindo assuntos da aviação local.
Em qualquer mesa de negociação, os argentinos primeiro defendem os interesses da sua empresa nacional e só depois fazem concessões aos estrangeiros.
No caso da LATAM, o casamento entre TAM e LAN, deve passar pela preservação da autonomia dos seus gestores brasileiros e estabelecer regras que mantenham a empresa comprometida com os interesses nacionais, tanto no mercado interno, como nas ligações internacionais.
A Verdade por traz dos bastidores
Conheça o que realmente está por traz da fusão da TAM Linhas Aéreas com a LAN
Infelizmente, a triste verdade está colocada no referido artigo, ou seja o início do fim da aviação comercial brasilera, resultante do fatídico mandato da Dona Solange Vieira na ANAC e contando com o total apoio do Ministro Nelson Jobim.
Desde a falta de inverstimentos e capacidade nos aeroportos até a lacuna na formação de recursos humanos, principalmente pilotos e mecânicos.
Criou um sistema de publicidade para os índices distorcidos de atrasos, onde somente as empresas aéreas são responsáveis, não havendo a quantificação das condições de metereologia, fechamento de pistas e congestionamento de pátios, acidentes e incidentes com paralização das operaçoes de pouso e decolagem, nem qualquer consideração para eventuaos sobrecargas no controle de tráfego aéreo.
Assim, os atrasos publicados pela Dona Solange se refere apenas a chegada/partida dos voos nos aeroportos. Pura invenção e distorção.
Além disso, somente de janeiro a dezembro de 2008, a ANAC assinou Acordos Bilaterais, quase dobrando a quantidade total de frequências semanais (de 248 para 500) de voos internacionais.
De agora em diante, sentaremos a mesa de negociação para discutir assuntos de interesse aero-comercial com TODA A UNIÃO EUROPÉIA do outro lado da mesa.
Não conseguiremos mais nada, pois a nossa capacidade de "barganhar" qualquer ponto praticamente acabou.
Não podemos esquecer que a VARIG , depois de quase 70 anos se retirou das linhas intercontinentais, em setembro de 2008, já sob a regência da GOL.
Porém, com quase US$ 5 bilhões (R$ 9 bilhões) de dívidas e valor de mercado de cerca de US$ 1,5 bilhão deve ter pressentido que poderia não ter outra chance e preferiu sair honrosamente do negócio da aviação, ou pelo menos diminuir o risco.
E o motivo é simples, os impostos sobre a remessa de capital do Chile para o Brasil apenas 6% e do Brasil para o Chile 17%.
A carga fiscal e tributária continua deteriorando as finanças de nossas empresas aéreas ou não, e como diz o ex-Ministro Mailson da Nobrega em recente artigo publicado na VEJA, voltamos a ser o país do Jeca Tatu, vivendo da agricultura, pecuária e minérios.
O pior é que ainda não sabemos o preço final que teremos de pagar por tudo isso, considerando nossas dimensões continentais e a localização no Hemisfério SUL.
Fonte:Jornal Turismo/Por:Claudio Magnavita
03/05/2010
Primeiro Boeing 787 da Lan chega em 2011
Primeiro Boeing 787 da Lan chega em 2011
Atualmente, a companhia aérea possui 105 aviões. Até 2011, a frota contabilizará 120 equipamentos.
No Brasil, a empresa opera com Airbus A319, A320 e Boeing 767.
A Lan obteve um lucro no primeiro trimestre deste ano de US$ 88,3 milhões, um crescimento de 35,8% em relação ao mesmo período do ano passado.
“Mesmo com o terremoto que afetou o Chile e gerou um impacto de US$ 25 milhões para a companhia, nós conseguimos registrar bons números”
Fonte:Panrotas- Por:Gabriel Guirão

