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06/07/2013
CIÊNCIA & TECNOLOGIAS - Instituto de Aeronáutica e Espaço realiza teste com turbina para Vant
23/02/2013
DEFESA & TECNOLOGIA - FAB recebe dois novos aviões não tripulados para vigiar as fronteiras
26/12/2012
Instituto de Aeronáutica e Espaço do DCTA realiza ensaios do Projeto DPA-VANT
12/09/2011
Embraer Anuncia acordo com a Elbit Systems para desenvolvimento deVANTs
A parceria prevê a criação de uma nova empresa, a Harpia Sistemas S. A. A Embraer terá 51% do capital da companhia, e a AEL Sistemas, uma subsidiária da Elbit Systems no país, ficará com os 49% restantes.
Em nota oficial, a Embraer disse que o acordo tem como principal objetivo a 'exploração do mercado de Veículos Aéreos Não Tripulados, os chamados VANT'.
A nova empresa, com sede em Brasília, será dedicada a desenvolvimento, integração de sistemas, fabricação, comercialização e manutenção de VANTs, assim como ao desenvolvimento de simuladores de voo e atividades de modernização de sistemas de aviação.
A Embraer é líder mundial de aviões para voos regionais e também produz aeronaves militares. Com a Harpia Sistemas, a empresa afirma que 'aumentará a oferta de produtos genuinamente brasileiros no mercado de defesa e segurança'.
'Entre as diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa (END) estão a busca de parcerias para o desenvolvimento e capacitação tecnológica e a fabricação de produtos de defesa nacionais', afirmou Luiz Carlos Aguiar, presidente da subsidiária da Embraer na área de Defesa e Segurança.
'A criação da Harpia será um importante instrumento para atender às necessidades das forças armadas e de segurança', acrescentou.
A AEL Systems é uma antiga parceira da Embraer, produzindo sistemas de turboélice para aviões de ataque ligeiro e treino militar - como os Super Tucano - para a empresa brasileira.
Com o acordo, a subsidiária israelense vai transferir ao Brasil sua tecnologia no desenvolvimento e produção de VANTs, por isso a Embraer terá uma participação de 25% no seu capital.
A Polícia Federal (PF) brasileira iniciou há dois anos um projeto para patrulhar as fronteiras terrestres do país com VANTs que têm autonomia de voo de 37 horas, alcance de 1.000 quilômetros e equipados com potentes câmeras produzidas pela empresa estatal Israel Aerospace Industries (IAI).
Fonte:EFE/MSN-via:moraisvinna/foto: aereo.jor.br/vídeo:uriav-via:Youtube.com
22/08/2011
Operação militar na Amazônia usa pela primeira vez uma aeronave não tripulada VANT
Operação Ágata é resultado de acordo entre Brasil e Colômbia para combater o crime nas fronteiras.
Navios-patrulha, helicópteros de ataque, caças da Força Aérea, e em meio a essa operação de guerra, a novidade é um discreto avião-espião. Seu nome: Vant (Veículo Aéreo Não Tripulado), uma aeronave controlada à distância.
O Vant é de fabricação israelense e está sendo usado pela primeira vez em uma operação militar no Brasil. Ele tem seis metros de comprimento. É equipado com duas câmeras de alta definição, capazes de detalhar tudo o que se passa na imensa área verde. E consegue voar até 16 horas seguidas.
O avião sobrevoa a região a uma altitude de quatro mil metros em velocidade máxima de 110 quilômetros por hora. Do chão, é impossível ver o avião e também não se consegue ouvir um barulho sequer. Mas, lá do alto, o Vant enxerga tudo, registra cada movimento, grava em cores ou por sensores infravermelhos, usados em sobrevoos noturnos.
“Se eu quero detectar uma pessoa que está num ambiente de mata, por exemplo, o ideal é eu usar o infravermelho. Ele detecta a atividade do que nós estamos observando”, explica o tenente-coronel Paulo Laux, comandante do Primeiro Esquadrão do Vant.
A cabine de comando do Vant funciona em uma central. Os pousos e decolagens são automáticos, mas o piloto também pode usar um controle remoto. O trajeto do avião é definido por computador.
“Se eu quero deslocar daqui para cá, uma das maneiras que eu tenho é simplesmente arrastar o ícone que a aeronave vai. É bastante simples até”, diz o tenente-coronel Paulo Laux.
“Posso movimentar e direcionar as câmeras para um setor determinado que eu queira olhar, ou ficar procurando, fazendo uma varredura em determinada área. Posso também modificar o zoom da imagem aproximando ou afastando da área que eu quero olhar”, conta o major Leandro da Silveira, do Primeiro Esquadrão do Vant.
O Vant consegue monitorar a floresta em um raio de 250 quilômetros da base e pode enviar as imagens por satélite em tempo real. Durante um sobrevoo, o Vant identificou uma pista de pouso clandestina em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, a 70 quilômetros da fronteira com a Colômbia.
Um clarão no meio da mata de 1,4 mil metros. Segundo o exército, a pista seria usada por traficantes como ponto de apoio no transporte de drogas. Identificado o alvo, o próximo passo é a destruição da pista.
Quatro caças da Força Aérea são equipados com bombas, que carregam quase 200 quilos de explosivos cada uma.
“O objetivo é fazer um buraco na pista para poder a aeronave não pousar. Com diâmetro de quatro metros de profundidade, uns dois metros.”, diz o tenente Marcelo Teixeira, especialista em armamento.
Seguimos de helicóptero. Vinte minutos de viagem até o local onde a pista foi encontrada. Por segurança, acompanhamos a operação a uma distância de dois mil metros dos caças.
Logo, começam os disparos. Gravamos o momento em que as bombas são lançadas. Da cabine de um caça, um piloto também registra os ataques.
“É uma pista não controlada, qualquer aeronave pode estar pousando ali para fazer um abastecimento, para deixar droga, contrabando de armas. O objetivo da missão é eliminar essas pistas para conseguir com que essas atividades ilícitas não consigam a logística de apoio”, afirma o tenente-coronel Fernando Mauro, do Grupamento de Aviação.
Outra pista clandestina também foi bombardeada próximo à fronteira com a Colômbia. Foi durante a madrugada. Sensores de visão noturna permitiram aos pilotos atingir o alvo com precisão.
As ações fazem parte da Operação Ágata, que o Fantástico acompanhou, com exclusividade, durante seis dias. Uma missão inédita das forças armadas, em conjunto com órgãos federais. Além da repressão ao tráfico e contrabando, as equipes também combatem crimes ambientais.
O sistema de proteção da Amazônia identificou por satélite uma área de desmatamento ilegal dentro de uma reserva indígena. Com essa informação, uma aeronave da Força Aérea foi deslocada para a região e registrou imagens de uma serraria em funcionamento. Agora, os agentes federais e uma tropa de 20 militares do Exército vão fazer uma operação no local.
O helicóptero sobrevoa o Rio Negro até chegar à serraria. No desembarque, encontramos o vigilante Reginaldo Pimentel Pereira, que afirma saber não ser permitida da extração de madeira naquela área.
Militares também chegam de barco. Os agentes do Ibama medem as tábuas. Dentro da serraria, eles encontram um depósito trancado. E descobrem mais madeira pronta para comercialização. O material apreendido daria para encher dois caminhões.
Os equipamentos são lacrados. Segundo o vigilante, o dono da serraria é um comerciante de São Gabriel da Cachoeira que teria se instalado na reserva indígena Alto Rio Negro há mais de dez anos.
“Nós identificamos dois tipos básicos de crimes aqui. Primeiro, o depósito irregular de madeira, ou seja, não existe o documento de origem florestal para essa madeira, o DOF, e, segundo, a serraria está operando sem licença”, diz o agente ambiental federal Cícero Furtado.
De São Gabriel nos deslocamos para o município de Benjamin Constant, na região da Tríplice Fronteira. A denúncia é de que toneladas de madeira nobre estavam espalhadas nas margens do Rio Javari - o que se confirmou durante o sobrevoo.
O Ibama apreendeu 600 toras, avaliadas em R$ 500 mil, que estavam em um terreno ao lado de uma serraria. O comerciante possui licença de funcionamento, mas alegou que a madeira não era dele.
“A gente resultou na apreensão e como não foi identificado o proprietário da madeira restou a doação aqui para o Exército Brasileiro”, diz o agente ambiental federal Andrei Souza da Silva.
Os militares também reforçaram a vigilância nos rios que servem como rota do tráfico e que exigem fiscalização rigorosa. Mas também são o caminho de milhares de ribeirinhos.
A falta de segurança nos barcos é uma situação comum: passageiros sem coletes, embarcações precárias e superlotadas.
“Tentamos conscientizar para a segurança, o risco da vida no rio, uso de coletes, uma atenção especial com relação a isso, por ter muitas crianças embarcadas nessas canoas”, diz o capitão Robson do Nascimento, do Serviço de Operações Navio-Patrulha.
Em um flagrante, outro tipo de imprudência: a Marinha para um barco que voltava de um passeio com crianças e mulheres. O piloto não tinha habilitação e havia bebido. “Eu estou norma”, diz.
“Estamos apreendendo a embarcação para fazer a verificação, a notificação e o auto de apreensão”, completa o capitão Robson do Nascimento.
A operação Ágata é resultado de um acordo entre Brasil e Colômbia para reforçar a vigilância na fronteira. Começou há duas semanas e não tem prazo para terminar.
“Houve uma inibição muito grande do ilícito. Tirou a liberdade de ação dos traficantes e daqueles que utilizam dos rios para fazer o tráfico ilegal e cometer os ilícitos. Esse é um dos principais resultados”, conclui o general Pedro Fioravante, da Brigada de Infantaria de Selva.
Fonte:G1
30/04/2011
VANT da Polícia Federal deixa de voar por falta de gasolina
O avião espião da Polícia Federal para o combate ao narcotráfico, ao tráfico de armas e ao contrabando na fronteira chegou ao País há mais de um mês, mas não há combustível para os voos. O Vant, acrônimo de Veículo Aéreo Não Tripulado, registra imagens sem necessidade de piloto. Um pregão eletrônico aberto para escolher o fornecedor de 12 mil litros de gasolina de aviação, pelo prazo de um ano, foi cancelado por falta de candidatos.
O preço do combustível – de cerca de R$ 60 mil por trimestre, segundo estimativa de policiais – é irrisório quando comparado ao gasto previsto com essa tecnologia até 2015, de R$ 540 milhões.
FONTE: Terra-via:Forte
15/03/2011
Flight Technologies firma acordo com Grupo Synergy
25/11/2010
Brasil tem 'fronteiras porosas', afirma ministro-chefe do GSI
O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Jorge Armando Felix, disse que as forças de segurança brasileiras devem trabalhar para minimizar os riscos de violência antes dos grandes eventos esportivos que o país vai sediar.
Em entrevista exclusiva à BBC Brasil, durante visita a Israel, o ministro comentou os recentes episódios de violência no Rio de Janeiro e disse que a diferença com relação a outras cidades de grande porte, como Nova York, é 'o nível de agressividade dos traficantes (cariocas), e isso se deve à facilidade do acesso aos armamentos'.
'Já vem sendo feito um processo gradativo de redução da violência, por meio de uma maior presença do Estado, inclusive nas áreas da segurança, saúde e educação', afirmou.
No entanto, o ministro apontou a situação geográfica do Brasil como um desafio à garantia da segurança, tanto diante do risco de crimes ligados ao tráfico de drogas, como diante de possíveis ameaças de atentados terroristas durante os eventos internacionais.
'Temos fronteiras porosas, é muito difícil não ser permeável com fronteiras terrestres de 17.000 km e fronteiras marítimas de 7.500 km', disse.
'E mais, temos fronteiras com os principais produtores de coca do mundo - Colômbia, Peru e Bolívia - e com um dos maiores produtores de maconha, o Paraguai.'
Para o ministro, os avanços na integração dos países na América do Sul, que facilitaram o trânsito de pessoas e mercadorias, seriam um 'ônus' para a segurança.
'Temos que fazer todos os esforços para minimizar os riscos, mas sabemos que não é possível zerá-los.'
Para garantir a segurança na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, os serviços de inteligência do Brasil estão fazendo um trabalho de avaliação de riscos, relatou o ministro.
'Nos Jogos Panamericanos (de 2007, no Rio) tivemos uma boa experiência e fizemos um trabalho integrado com serviços de inteligência de outros países. A inteligência hoje em dia é uma troca, o crime é transnacional', disse.
O ministro lembrou o atentado de militantes palestinos contra a delegação israelense em 1972 nas Olimpíadas de Munique, que resultou na morte de 11 esportistas, como um exemplo dos riscos que o Brasil deve analisar.
Acordo de segurança
Os termos do acordo vinham sendo negociados entre os dois países há três anos e incluem detalhes sobre credenciamento de pessoas, organizações e empresas para tratar de assuntos sigilosos, e sobre trânsito bilateral de documentos secretos.
O acordo de sigilo tornou-se especialmente relevante pois Brasil e Israel se encontram em meio a negociações sobre transferência de tecnologias de segurança.
Vários VANTs (veículos aéreos não tripulados) produzidos por Israel já se encontram no Brasil, e há negociações também sobre tecnologias de monitoramento de fronteiras e de áreas urbanas.
'Israel é um parceiro antigo do Brasil, temos uma relação de confiança de longa data, inclusive nas áreas da segurança', afirmou.
21/11/2010
Projeto" VANT "o avião não-tripulado que será usado pela FAB
Projeto" VANT "o avião não-tripulado que será usado pela FAB
Os integrantes do “Projeto Vant “(Veículos Aéreo Não Tripulados) terminaram nesta sexta-feira, dia 19, mais uma campanha de ensaios em voo que visam testar os aviões não-tripulados.
As aeronaves, batizadas como Vants, estão sendo avaliadas para serem utilizadas em missões militares de reconhecimento, busca e resgate.
Além disso, os aviões também ajudarão no monitoramento da área de segurança pública, no monitoramento das fronteiras, no desmatamento e em operações da Defesa Civil.
Criado em 2004, o Projeto Vant foi coordenado pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e voltado para o desenvolvimento de um SNC (Sistema de Navegação e Controle).
Conhecidas por não possuírem tripulantes, as aeronaves são comandadas a quilômetros de distância, em uma sala operacional, o que torna a operação mais segura.
“As aeronaves remotamente pilotadas eliminam o risco de acidentes com a tripulação, em caso de missões cansativas ou perigosas”, afirma o assessor da FAB (Força Aérea Brasileira), o coronel aviador Henry Wilson Munhoz Wendel.
Além disso, “oferecem um custo de aquisição e de operação geralmente inferior às aeronaves tripuladas. Uma hora de voo é quase um décimo mais barata”, completa Wilson.
Equipadas com câmeras, os Vants são capazes de registrar imagens dos locais monitorados com mais precisão, já que sobrevoam exatamente o local desejado.
Com seis metros de comprimento e dez de envergadura, o Vant utilizado atualmente no Brasil é do modelo Hermes 450, fabricado pela Elbit Systems de Israel com participação da subsidiária no Brasil, a empresa Aeroeletrônica.
A aeronave consegue voar a 110 km/h e pode atingir cerca de cinco mil metros de altitude. Além disso, pode permanecer em voo por mais de 15 horas.
O Hermes 450 chegou ao país em dezembro de 2009 e, em janeiro de 2010, os militares da FAB receberam instruções específicas na base em Santa Maria.
Fonte: Tainah Medeiros (e-Band)- Via :desastresaereosnews/Video:Youtube.com

