Mostrando postagens com marcador Guerra no Iraque. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Guerra no Iraque. Mostrar todas as postagens

16/01/2011

Há 20 anos Começava a Primeira Guerra do Golfo Pérsico

Hoje na História: 1991 - Há 20 anos Começava a Primeira Guerra do Golfo Pérsico

http://chamorrobible.org/images/photos/gpw-20060914-UnitedStatesNavy-DN-SC-04-15221-burning-oil-wells-F-14A-Tomcat-Operation-Desert-Storm-Kuwait-19910201-medium.jpg



À meia-noite no Iraque, o prazo estipulado pelas Nações Unidas para a retirada das tropas iraquianas do Kuwait expira e o Pentágono se prepara para começar as operações de ataque a fim de expulsar pela força o Iraque de sua ocupação do vizinho rico em petróleo, que havia durado cinco meses.

Às 04h30 de 16 de janeiro de 1991 o primeiro caça-bombardeiro decola da Arábia Saudita e em seguida de porta-aviões navegando pelo Golfo Pérsico alçam vôo para missões de bombardeio sobre o Iraque.



Durante todo o dia, aparelhos da coalizão militar liderada pelos Estados Unidos bombardearam objetivos em Bagdá e em seus arredores enquanto o mundo acompanhava os acontecimentos pela televisão através de imagens transmitidas via satélite de Bagdá e de outros lugares.

Poucas horas depois do início das hostilidades a Casa Branca anunciava formalmente que a Operação Tempestade no Deserto, o codinome dado à maciça ofensiva contra o Iraque desencadeada pelos Estados, havia começado.



A operação foi conduzida por uma coalizão internacional sob o comando do general norte-americano Norman Schwarzkopf, composta por forças de 32 nações como a Grã Bretanha, Egito, França, Arábia Saudita e Kuwait.

Durante as seis semanas que se seguiram, as forças aliadas engajadas numa pesada guerra aérea com o objetivo de destruir a infra-estrutura militar e civil do Iraque encontraram pequena resistência efetiva da força aérea iraquiana ou de suas defesas antiaéreas.

As forças de terra iraquianas eram de pouca ou nenhuma utilidade nesta fase da Guerra e as únicas significativas medidas de retaliação tomadas pelo chefe iraquiano Saddam Hussein foram o lançamento de mísseis Scud contra Israel e a Arábia Saudita.

Saddam esperava que os ataques com mísseis iria provocar a entrada de Israel no conflito, afastando desse modo o apoio árabe à guerra. A pedido dos Estados Unidos, porém, Israel se manteve a parte.

Em 24 de fevereiro começava uma grande ofensiva por terra e as forças armadas iraquianas, obsoletas e pobremente armadas, foram rapidamente suplantadas.

O Kuwait foi libertado em menos de quarto dias e a maior parte do exército do Iraque se rendeu, retirou-se para o Iraque ou foi destruída. Em 28 de fevereiro, o presidente George Bush, pai, declarou o cessar-fogo, tendo o Iraque se comprometido a honrar os termos de paz da coalizão e das Nações Unidas.

Cento e vinte e cinco soldados norte-americanos foram mortos na Guerra do Golfo Pérsico e outros 21 tidos como desaparecidos em ação.

Em 20 de março de 2003, uma segunda guerra entre o Iraque e uma coalizão de países, desta vez bem menor mas também liderada pelos Estados Unidos, teve início.

Não foi transmitida livremente pela televisão e o objetivo estabelecido era remover Saddam Hussein do poder e ostensivamente encontrar e destruir as armas de destruição em massa fartamente alardeadas.

Hussein foi capturado por uma unidade militar norte-americana em 13 de dezembro de 2003, contudo armas de destruição em massa jamais foram encontradas.

Embora o presidente George Bush tivesse declarado o fim das operações de combate, com a missão cumprida, em 1º de maio de 2003, uma intensa guerra de guerrilha se instalou em todo o país, resultando na morte de milhares de soldados da coalizão e da guerrilha e de centenas de milhares de civis.







Fonte: OPERAMUNDI-VIA :moraisvinna-VIDEOS:jafalks-VIA:Youtube

23/08/2010

Militar americano encarregado do Afeganistão 'alertará' Obama se retirada for perigosa

Militar americano encarregado do Afeganistão 'alertará' Obama se retirada for perigosa



General é tido como mais diplomático do que seu predecessor


O general americano David Petraeus, que assumiu recentemente o comando das forças da Otan (Organização Tratado do Atlântico Norte) no Afeganistão, disse à BBC que se achar que a data para início da retirada das tropas americanas do país - julho de 2011 - é muito arriscada, avisará o presidente Obama.

Em circunstâncias como essa, ele disse, "Você está determinado a dar o conselho mais sincero possível".

O general está fazendo no Afeganistão o que fez no Iraque: injetando um pouco de confiança na operação militar e, ao mesmo tempo, tomando cuidado para reduzir as expectativas.

A estratégia funcionou muito bem no Iraque. Lá, o general obteve, se não uma vitória, uma impressionante reversão da situação. E está claro que ele planeja fazer o mesmo no Afeganistão.

A percepção da maioria da população em Cabul é de que o talebã está vencendo a guerra. E, segundo pesquisas, 60% dos americanos e 70% dos britânicos são contrários à guerra.

Para Petraeus, essa percepção precisa ser mudada. A Otan já reverteu o impulso que o talebã vinha ganhando nos últimos anos nas províncias de Helmand e Kandahar, e em torno de Cabul. O mesmo acontecerá em outras áreas, ele dsse.

Isso envolverá a tomada e limpeza de áreas ocupadas pelo talebã. Mas eles vão resistir e a luta será intensa.

A operação vai ficar mais difícil antes de ficar mais fácil, ele explicou.

Quando perguntado se a imposição, por Washington, de um prazo para o início da retirada das tropas americanas coloca a operação em desvantagem na luta contra os rebeldes, o general respondeu de maneira tática:

Ele lembrou que o processo apenas começa nessa data, quando iniciará a transferência de algumas funções aos afegãos.

Mas se ele achar que o prazo é pouco realista, ou até perigoso, vai dizer isso ao presidente.

"Vou oferecer (a Barack Obama) meu melhor conselho profissional como militar".

O antecessor do general Petraeus, seu subordinado Stanley McChrystal, foi demitido por desafiar a posição de Obama. Petraeus disse estar sempre preparado para essa possibilidade.

"Quando você aceita um emprego como esse, sempre acha que é o último. Foi o que fiz no Iraque. Você está determinado a oferecer o conselho mais franco que existe".

Mas Petraeus parece estar equipado com antenas políticas e diplomáticas mais bem desenvolvidas do que McChrystal.

'Falha de inteligência'

Talvez ele esteja consciente, também, de que seria impensável, para o presidente Obama, perder dois comandantes no Afeganistão.

Petraeus deve saber que, se for cuidadoso, poderá adiar o prazo de julho de 2011 sem dificuldade. Isto é, se for preciso, tendo em vista que tudo é tão vago a respeito da data.

O general deixou claro que compartilha as preocupações do presidente afegão, Hamid Karzai, sobre as mortes de civis, e disse que vai manter uma das políticas estabelecidas por McChrystal, de restringir operações de revide da Otan em áreas habitadas por civis.

Mortes de civis poderiam, segundo Petraeus, transformar uma vitória em uma derrota.

Ele disse que conversa com Karzai, em média, uma vez por dia.

Petraeus admitiu que o fato de suas tropas não terem conseguido capturar Osama Bin Laden representa uma séria falha de inteligência.

Encontrar pessoas foragidas - atividade na qual ele tem grande experiência, adquirida na antiga Iugoslávia - é sempre muito difícil.

A maioria dos afegãos adorou a derrota do talebã em 2001. Hoje, a percepção é de que a operação deu errado. Qual seria a explicação para isso? Será que os Estados Unidos perderam o Afeganistão de vista enquanto invadiam o Iraque?

Nesse ponto, é importante notar que o general não questionou essa interpretação dos fatos, embora a considere bastante simplista.

Em 2005, o então secretário da Defesa dos Estados Unidos, Donald Rumsfeld, pediu a Petraeus que visitasse o Afeganistão para avaliar a situação.

O general retornou e disse que a guerra no Afeganistão iria ser mais longa do que a do Iraque. "Isso não despertou aplausos calorosos", o general comentou.

Quanto ao desempenho das tropas da Grã-Bretanha no Afeganistão, Petraeus discorda dos que dizem que a operação britânica não foi bem-feita.

Anglófilo assumido, o general disse que os britânicos fizeram um ótimo trabalho, embora a tarefa exija muito mais tropas do que os britânicos tinham à disposição.

Finalmente, quando perguntado se poderia olhar no rosto das famílias de tantos soldados - americanos, canadenses, britânicos e outros membros das forças da Otan - e dizer que o sacrifício de seus filhos, maridos e irmãos valeu a pena, ele respondeu com emoção.

Petraeus contou que uma vez, após ter perdido 17 homens em uma colisão entre dois helicópteros no Iraque, saiu do posto de comando de cabeça baixa.

"Um soldado jovem colocou o braço no meu ombro e disse: "Senhor, temos 17 razões a mais para vencer".

Fonte:BBC Brasil-Por:John Simpson/Editor para Assuntos Internacionais da BBC News*

19/06/2010

Aviões turcos respondem a embate com 23 mortes no Iraque

Aviões turcos respondem a embate com 23 mortes no Iraque

http://www.abola.pt/img/fotos/mundos/ap/genericas/rocket.jpg

Aviões turcos realizaram um ataque às posições rebeldes curdas no Norte do Iraque, hoje, depois que um ataque rebelde a postos militares deflagrou embates onde nove soldados e 12 rebeldes morreram.

Outros soldados foram mortos por explosões de minas terrestres, segundo a agência de notícia estatal Anatolia, elevando o total de mortos para 23.

Forças especiais foram enviadas para reforçar a área de fronteira onde os embates ocorreram e os aviões turcos realizaram os bombardeios.

[turquia.jpg]

Pelo menos 14 outros soldados foram feridos no combate.

Os rebeldes, que pertencem ao Partido Trabalhista do Curdistão (PKK), têm usado o Norte do Iraque como plataforma para ataques a alvos turcos.


Fonte:Folha online-AE-AP - Agência Estado-fotos NTV



25/04/2010

Ataques dos EUA e Forças Iraquianas Matam dois líderes da Al Quaeda

Ataques dos EUA e Forças Iraquianas Matam dois líderes da Al Quaeda

UH-1W  SuperCobra.



Iraquianos da Al-Quaeda confirmaram neste Domingo a morte de dois de seus líderes em um ataque coordenado pelas Forças Iraquianas e Americanas.

http://www.psywarrior.com/abuayyubalmasri2.jpg[abu-omar-al-baghdadi.jpg]

A CNN informou que a Al Quaeda colocou um comunicado colocado em um Site Slamita em que dois de seus líderesAbu ayyubu Al Masri e Abul Omar Al Baghdadi teriam sido assassinados por forças Iraquianas e Americanas.

De acordo com os militares ,a morte dos líderes terroristas foi um golpe potencialmente devastador para a organização.

O Comandante das Forças dos EU no Iraque General Raimond Odierno,disse em entrevista a CNN que:" Será muito difícil para a Al Quaeda substituir dois de seus principais líderes .

O Egípcio Al Masri foi líder da Al Quaeda desde 2006 e era a ligação no Iraque de Osama Bin laden quando Al Baghdadi que detinha o título de " Principe dos Fiéis", era Líder do Estado Islâmico do Iraque,grupo que inclui a Al Quaeda no Iraque.




Fonte:RINOVOSTI/CNN/BBC Brasil