Mostrando postagens com marcador defesa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador defesa. Mostrar todas as postagens

18/07/2012

Forças Armadas do Brasil: treinados, armados e mal pagos


Forças Armadas do Brasil: treinados, armados e mal pagos






 Os mais de 339 000 homens da Marinha, do Exército e da Aeronáutica viram seus salários serem achatados ao longo dos anos, o que criou distorções absurdas.

 Um comandante de porta-aviões, por exemplo, ganha menos que um gráfico do Senado Federal.

14/07/2010

Brasil Teria Reservas de Petróleo Muito Superiores ao Pré-Sal

Brasil Teria Reservas de Petróleo Muito Superiores ao Pré-Sal

Poço de 7,5 mil metros amplia fronteira do pré-sal

Perfuração fora da região considerada promissora pode levar governo a rever mapa; petroleiras descobrem óleo longe de Tupi

por:Sabrina Lorenzi

A estratégia das empresas de ir cada vez mais fundo na exploração de petróleo pode levar o governo a ampliar o mapa do pré-sal. Em perfuração recorde no País, a Repsol está explorando um poço com objetivo de atingir 7,5 mil metros de profundidade, numa área que ainda não é considerada pré-sal pela União, mas sim pela empresa espanhola e por especialistas do setor.

Paralelamente, Shell, Anadarko e Petrobras fazem descobertas sob a camada de sal longe de Tupi, localizado na chamada picanha azul, na Bacia de Santos – onde todos os blocos já explorados apresentaram indícios de hidrocarbonetos.

A Repsol aposta na existência de petróleo abaixo de uma camada de sal que, segundo uma fonte do setor, pode superar 3 mil metros de espessura no bloco ES-T-737, localizado entre as bacias de Campos e Espírito Santo. Detalhe: em Tupi e na maioria das áreas já conhecidas do pré-sal, a camada de sal possui em média dois mil metros.

Antes de alcançar a espessa camada, a sonda Stena Drill Max, que está perfurando o bloco do Espírito Santo, percorreu uma lâmina dágua de 2.160 metros e atravessou um trecho de quase dois quilômetros de sedimentos e rochas marinhas na camada do pós-sal.

A Repsol começou a perfurar o bloco em fevereiro, mas, com problemas mecânicos (natural para tamanha profundidade), teve de interromper a atividade e reiniciá-la em outro poço.

O objetivo deve ser atingido até agosto.

O ES-T-737 fica entre as bacias de Campos e Espírito Santo, a cerca de 87 quilômetros ao nordeste de Jubarte, campo com reservas abaixo da camada de sal localizado ao Sul do Espírito Santo, próximo ao limite do que atualmente é considerado pré-sal.

O secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Marco Antônio Martins Almeida, admitiu ao iG que um resultado positivo da Repsol no bloco ES-M-737 pode fazer o governo mudar o mapa do pré-sal. O polígono do pré-sal -- a área sob concessão considerada até então como tal -- vai do Norte de Santa Catarina ao Sul do Espírito Santo.

Se ocorrerem, as mudanças no mapa do pré-sal não vão interferir no direito de exploração e produção das áreas já licitadas, como o bloco da Repsol, mas podem ser consideradas pelo governo na hora de definir os futuros leilões de petróleo.

O projeto de lei que prevê o regime de partilha não mapeia os blocos que serão regidos pelo novo modelo.

O governo vai escolher áreas de elevado potencial no pré-sal e consideradas estratégicas para os leilões de partilha, pelo qual a Petrobras será operadora única e as empresas privadas poderão entrar como sócias, vão concentrar as melhores áreas do País.


Resultado positivo da Repsol no bloco ES-M-737 pode fazer o governo mudar o mapa do pré-sal

O bloco da Repsol está próximo a uma área onde a Petrobras já descobriu petróleo, o que alimenta as chances de a companhia ser bem-sucedida na empreitada de perfurar um poço de 7,5 mil metros.

A descoberta da Petrobras naquela região, no bloco ES-M-590, foi comunicada à Agência Nacional do Petróleo (ANP) em abril do ano passado.

A profundidade do poço chegou a 6.375 mil metros no bloco, que também tem “jeito de pré-sal”, conforme define um especialista.

Ainda mais longe dos limites do polígono do pré-sal, a Petrobras também estaria tentando encontrar petróleo abaixo do sal na Bahia e no Sergipe. Procuradas, porém, Repsol e Petrobras não confirmam as informações. Na bacia do Jequitinhonha, a estatal perfurou o BM-J-3.

Em Sergipe, a formação sedimentar do campo produtor de Carmópolis leva geólogos à conclusão de que áreas adjacentes também podem guardar reservatórios de petróleo abaixo do sal, tal como a área que já produz.

A Petrobras, segundo dados ANP, está perfurando o bloco SEAL-100, naquela bacia, com objetivo de alcançar uma profundidade de 3.462 mil metros. A espessura da camada de sal varia de região para região.

Se em Tupi possui 2 mil metros e no bloco da Repsol pode passar de 3 mil, em Jubarte (ES) não chega a 800 metros.

Ao lançar sua própria empresa, no fim do ano passado, o geólogo Márcio Mello, um dos maiores especialistas em pré-sal, apontou a existência de pré-sal na Bacia de Solimões, na Amazônia. A HRT Oil and Gas explora blocos na região.

O polígono do pré-sal foi desenhado com base em estudos geológicos, descobertas e sísmicas (uma espécie de ultrasonografia do subsolo) que mostram maior probalidade de existência de óleo sob a camada pré-sal nesta região em relação às outras espalhadas pelo País.

Para especialistas ouvidos pelo iG, um detalhe esquecido pode explicar a ocorrência de sal fora do traçado: a idade das rochas.

“De Santa Catarina até a bacia de Sergipe e Alagoas, o tempo de deposição sedimentar é o mesmo, da ordem de 125 milhões de anos”, conta um executivo do setor.

Outro executivo, que já foi diretor da ANP, lembra que as novas tecnologias experimentadas pela indústria petrolífera nesta década, além dos elevados preços do petróleo, estimularam as empresas a perfurar cada vez mais fundo -- e consequentemente encontrar petróleo em novas regiões.

Sísmicas em terceira dimensão, materiais mais resistentes, brocas maiores nas sondas fazem a diferença das atividades exploratórias.

43 em 71 perfurações miram profundidade de 4 mil metros

A mudança é radical: até o começo da década de 90, a Petrobras, então monopolista do setor, mal atingia profundidade de 500 metros em atividades exploratórias. Em julho deste ano, 43 perfurações de poços comunicados à ANP -- num universo de 71 registros em poços marítimos -- buscam objetivos superiores a 4 mil metros de extensão. Muitas destas perfurações miram o pré-sal, mas nem todas.

A OGX, empresa de petróleo de Eike Batista, perfura o C-M-620, entre as bacias de Campos e Santos, com previsão de alcançar 4.125 metros. O bloco se localiza em região que pode abrigar óleo abaixo do sal. A empresa está perfurando outros blocos com objetivos que também podem ar pré-sal.

A americana Devon, que tentou vender seus ativos para a BP (o processo foi interrompido por causa do vazamento no Golfo do México), comunicou à reguladora previsão de atingir 5.399 metros no BM-C-8, no campo de Polvo, na Bacia de Campos.

Mas a empresa explica que o tamanho do poço não tem relação com pré-sal, mas sim com a maneira de perfurar a região.

Em vez de poços verticais, são realizado poços horizontais, para aumentar a produtividade do campo.

Adotada por outras empresas, a prática engrossa a lista de poços aparentemente profundos.

Não é o caso da companhia americana Anadarko, que explora o BM-C-101 a profundidades da ordem de 5 mil a 6 mil metros e já realizou ali, ao norte da bacia de Campos, algumas descobertas no pré-sal que resultaram no chamado projeto Wahoo.

Shell encontrou indícios de petróleo no pré-sal

Na mesma região, a Shell também comunicou à reguladora a descoberta de óleo no pré-sal, em bloco que originou parte do Parque das Conchas, onde a empresa já produz óleo, mas acima da camada de sal.

O poço continua em avaliação para estimar volumes.

Localizado em frente ao litoral capixaba, e está entre o complexo petrolífero Parque das Conchas, onde a Petrobras já produz petróleo do pré-sal (no campo de Jubarte), e as descobertas do projeto Wahoo.

Também na Bacia de Campos, bem longe de Tupi, a Petrobras vem realizando sucessivas descobertas de petróleo sob os maiores campos produtores de petróleo do País.

E todas no pré-sal.

A empresa comunicou nos últimos meses descobertas deste tipo nos campos de Marlim Leste, Caratinga, Albacora Leste e Barracuda.

Trata-se de uma bacia abaixo de outra bacia, como já informaram algumas vezes executivos da estatal.

Comentário do Blog Defesa BR:

Brasil Pode Ter Reservas de Petróleo Muito Superiores ao Pré-Sal

Esta sentença: “de Santa Catarina até a bacia de Sergipe e Alagoas, o tempo de deposição sedimentar é o mesmo, da ordem de 125 milhões de anos”, nos dá uma pista de que as ocorrências antes e depois do sal ainda se mostrarão muito superiores às previsões que existem hoje apenas para a Mega-Província inicial do Pré-Sal.

Não se trata apenas do Pré-Sal até agora mapeado, mas ainda de novas e vastas áreas promissoras, como nessa experiência a 7,5 mil metros de profundidade, o que multiplica as chances de encontramos mais reservatórios gigantescos pela frente no Oceano Atlântico.

Outra iniciativa que promete é a que vem comprovando a existência de pré-sal na Bacia do Rio Solimões, na Amazônia. Se ali tem petróleo, outras bacias da região também serão investigadas. Com isso, as necessidades de Defesa para todos esses eventos nas Amazônias Azul e Verde serão multiplicadas, igualmente.

A Marinha do Brasil deverá ter suas bases e frotas para defesa e projeção de poder fortemente ampliadas, mas serão necessários prazos mais ambiciosos e realistas que 2025 ou 2035 para contarmos com submarinos nucleares, NAes e escoltas de primeira linha.

Para tanto, novas verbas com novas origens terão que ser desde logo comprometidas em orçamentos intocáveis pelas tesouras do Tesouro Nacional, por lei.


Reportagem de “O Dia” sobre a exploração do Pré-Sal -- 05/07/2010:

Em momento algum, pode-se esquecer que grande parte desse petróleo só poderá ser exportado depois de beneficiado, o que poderá multiplicar o valor de um barril em até 40 vezes.

Porém, o mais importante para a Nação é que os Royalties sejam primordialmente destinados para as áreas de educação e saúde universais e de primeira linha, o que multiplicará o bem-estar de nossa população em até outras 40 vezes.

Programa Fique Por Dentro -- Pré Sal -- Parte 1 -- 14/06/2010:

Fonte:Defesa BR-Por:Sabrina Lorenzi-Videos :Youtube.com

13/07/2010

Boeing apresentou seu mais novo UAS o EYE Phantom

Boeing apresentou seu mais novo UAS o EYE Phantom


http://news.cnet.com/i/tim//2010/07/12/071210PhantomEye02_610x488.jpg



A Boeing revelou hoje seu sistema embarcado não-tripulado Phantom Eye, movido a hidrogênio, um demonstrador que pode permanecer em voo à 65.000 pés de altitude por até quatro dias.

“O Phantom Eye é o primeiro do tipo e poderá abrir todo um novo mercado de coleta de informações e comunicações,” disse hoje Darryl Davis, presidente da Boeing Phantom Works, durante a cerimônia de apresentação em St. Louis.

“Ele é um perfeito exemplo de transformar uma ideia em realidade. Ele define nosso esforço rápido de prototipação e demonstra a arte-do-possível quando se trata de persistente inteligência, vigilância e reconhecimento. As capacidades inerentes no projeto do Phantom Eye oferecerá uma oportunidade de mundaça do jogo para nossos clientes militares, civis e comerciais.”

No final desse trimestre, o Phantom Eye será enviado para o Centro de Pesquisa de Voo de Dryden da NASA, na Base Aérea de Edwards, California, para começar uma série de testes de táxi e no solo como preparativo para seu primeiro voo no começo de 2011.

Este voo inaugural é esperado para durar entre quatro e oito horas.

“O programa está se andando rapidamente, e é empolgante fazer parte dessa única aeronave,” disse Drew Mallow, gerente do programa Phantom Eye na Boeing. “O sistema de propulsão a hidrogênio será a chave do sucesso do Phantom Eye. Ele é muito eficiente e oferece uma grande economia de combustível, e é apenas transformado em água, então também é uma aeronave “verde”.

O Phantom Eye é equipado por dois motores de quatro cilindros e 2,3 litros, que fornecem 150 HP cada. Ele possui uma envergadura de 30 metros e pode voar numa velocidade de aproximadamente 150 kts, transportando até 450 libras de equipamentos.

Os fornecedores e parceiros chaves do Phantom Eye são: Ford Motor Company (motores); Aurora Flight Sciences (asas); Mahle Powertrain (controles de propulsão); Ball Aerospace (tanques de combustível); Turbosolutions Engineering (turbochargers); a Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA); e a NASA.


Fonte:Cavok-Video:Youtube

A Força Aérea da Russia receberá cerca de 60 caças Stealth de 5ª Geração

A Força Aérea da Russia receberá cerca de 60 caças Stealth de 5ª Geração

http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/Sukhoi_T_50_PAK_FA_by_nellenmellen.jpg

A Força Aérea Russa receberá 60 caças de Quinta Geração entre 2015 e 2016 ,informou o Comandante das Forças Armadas Russas nesta Terça-Feira.

"Os Caças de 5ªGeração começarão a serem entregues a Força Aérea entre 2015-16 e os números preliminares são em torno de 60 aeronaves",informou o General Alexander Zelin.

O General informou ainda que os primeiros lotes dos caças seriam complementados com motores que não seriam de 5ª geração




Em meados de Junho o Primeiro Ministro Vladimir Putin observou os voos de testes de um dos 16 protótipos do caça.

O Vice Ministro de Defesa Vladimir Popovkin disse que o Ministério da Defesa iria comprar cerca de 6 à 10 aeronaves em meados de 2012 ,com base nos resultados e testes iniciais,o Vice Primeiro Ministro informou ainda que o caça será superior ao seu concorrente americano.





O Ministro informou que cerca de US$1Bilhão já foram gastos no projeto e outros US$30 Bilhões seriam necessários para a conclusão do projeto ,após o qual seriam atualizados motores ,componentes e armamentos.

O Caça terá segundo o Primeiro Ministro uma vida útil de 30 à 35 anos se modernizado dentro dos programas e seriam cerca de três vezes mais baratos do que seus análogos estrangeiros.

Projeto conhecido na Russia como PAK-FA da Sukhoi ,é denominado atualmente de T-50 e foi projetado para competir com os F-22 Raptor e o F-35 Lightning II que são atualmente os únicos caças de 5ª Geração atualmente a disposição no mundo.

A Russia tem desenvolvido seu projeto de caças de 5ªGeração desde 1990.

Militares do alto escalão da Russia disseram que a aeronave é um Caça Stealth de quinta geração e , tem um alcance de mais de 5.500Km e deverá entrar em serviço na Força Aérea Russa já em 2015.

O T-50 deverá ser equipado com as próximas gerações de armamentos de Ar-Ar, Ar-Superfície ,Misseis anti-navios além de ser equipado com canhões de 30mm.




Fonte:RIANOVOSTI-Tradução Voar News Videos:RTnews-via Youtube

Irã está perto do 'potencial' de fazer arma nuclear, diz Rússia

Irã está perto do 'potencial' de fazer arma nuclear, diz Rússia

Medvedev pediu a retomada do diálogo com o Irã

O presidente da Rússia, Dmitry Medvedev, disse nesta segunda-feira que o Irã está próximo de ter condições de construir uma arma nuclear e pediu que o diálogo com o país persa seja retomado “o mair rapidamente possível”.

"Está claro que o Irã está chegando perto de adquirir um potencial, que em princípio, pode ser utilizado para uma arma nuclear", disse ele em pronunciamento transmitido pela TV russa.

"Tenho dito a meus parceiros dos Estados Unidos, Europa e outros, em várias ocasiões que, como regra, as sanções não levam aos resultados esperados."

"No entanto, elas têm um certo sentido, que é (ser) um sinal da comunidade internacional para estimular o processo de negociações" disse ele.

Ainda de acordo com o líder russo, se a diplomacia fracassar no caso das ambições nucleares do Irã, isso será "um fracasso coletivo".

Diplomacia

As declarações de Medvedev foram consideradas por analistas a indicação mais clara até o momento de que a Rússia estaria preocupada com as intenções do governo iraniano.

No início de junho, o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma nova rodada de sanções contra o Irã devido ao programa nuclear do país.

As sanções buscam pressionar o Irã a interromper seu programa de enriquecimento de urânio, já que parte da comunidade internacional suspeita que o governo iraniano planeje secretamente desenvolver armas atômicas.

O Irã nega essas alegações e afirma que seu programa nuclear tem fins pacíficos. Apesar das três rodadas anteriores de sanções, o governo iraniano tem até agora se negado a interromper o enriquecimento de urânio.

As novas sanções foram aprovadas depois de o Irã ter firmado um acordo, mediado por Brasil e Turquia, em que se comprometia a enviar parte do seu urânio ao exterior em troca do material enriquecido, que seria usado em um reator em Teerã.

Desde a aprovação das retaliações na ONU, o governo do Irã não retomou o diálogo com outros países.


Fonte:BBC Brasil

12/07/2010

O Roubo das Riquezas da Amazônia Brasileira

O Roubo das Riquezas da Amazônia Brasileira



O Velho Patriota-Por: Luíz Pinelli

Existe um provérbio latino de Plínio, o Moço, que diz:” Licebit Interdum et Notissima Eligere et Certare Cum Electis”. Desta maneira temos que enfatizar o seguinte libelo à Nação, enquanto, nós brasileiros, tivermos algum tempo para acelerar a mudança de atitudes e o comportamento mental da inerte sociedade do Brasil.


O subsolo brasileiro da Amazônia, possui as maiores jazidas de nióbio do mundo. Curiosamente, fala-se muito pouco a respeito dessa reserva estratégica. Basicamente, o nióbio é usado largamente em aços e ligas metálicas de grande rigidez, dureza e estabilidade térmica.

É igualmente empregado em cápsulas espaciais, mísseis, foguetes, reatores nucleares, semicondutores e também produção de aço inoxidável, ligas supercondutoras, cerâmicas eletrônicas, lentes para câmeras, componentes para a indústria naval e fabricação de trens-bala, armamentos pesados, indústria aeroespacial, instrumentos cirúrgicos, e equipamentos óticos de precisão.

A sociedade brasileira, como sempre, na sua esmagadora maioria desconhece o que de gravíssimo está ocorrendo na sua frente e não esboça nenhuma reação.

Por trás, as conhecidas potências militares, naturalmente, financeiramente ricas, colonizadoras, injetam volumosas fortunas em suas organizações nacionais e internacionais, através de suas entidades de espionagem e sabotagem conhecidas como “ONGS”, camufladas com cunho religioso, científico e diplomático para corromperem e corroerem as instituições e autoridades nacionais destruindo nosso sagrado patrimônio nacional.

Denúncia feita diversas vezes, mas sem repercussão nacional, visto que, por desgraça, as denominadas unidade e identidade nacionais acontecem no Brasil, mas por outras razões irresponsáveis, habilmente, conduzidas por políticos inescrupulosos e irresponsáveis com consciência vendida.

Deveriam chamar ruidosa atenção fatos como os indicados a seguir, como, estranho que quase todos os milhares de índios de Roraima tenham sido deslocados e ajuntados pelas ONGs internacionais de origem norte-americanas e inglesas, justamente sobre as maiores jazidas mundiais de nióbio, urânio e ouro existentes na Raposa-Serra do Sol.

Igualmente, estranho que os quatro povos indígenas, que historicamente nunca conviveram bem, foram juntados compulsoriamente em Surumu, local de uma enorme jazida de estanho (cassiterita), metal estratégico para a Inglaterra.

Incrível quanto pode parecer, causando certo nível de perplexidade, as reações das FAs do Brasil diante da dimensão da gravidade da questão, são inexistentes ou muito débil, e, mais estranho ainda, é a posição sonolenta dos sucessivos governos brasileiros, pois, nessa área, está a ONG inglesa Surviving do Príncipe Phillip.

É difícil não acreditar no envolvimento político deliberado das nossas autoridades, que parecem ignorar esta situação.

As “ONGS” dizem cinicamente que querem salvar a floresta brasileira.

No Brasil o que pontifica é a “ Lei de Muricy”- cada brasileiro nos seus variados segmentos sociais, só se preocupa em ganhar e manter o “SEU” dinheiro nos bolsos, muitas vezes de forma desonesta e egoísta.

O Brasil foi o único país da América do Sul que assinou (????), o tratado na ONU que aceita que “povos indígenas declarem-se nações independentes”, desde que tenham apoio internacional. Soberania Nacional de BBMM!!!! .

Mentirosos e farsantes. Fizemos um excelente Plano Estratégico de Defesa Nacional para as FAs do Brasil, mas ainda não temos a mobilização da legítima Consciência Nacional para a arquitetura da defesa do solo pátrio, além da falta crônica e imoral de recursos financeiros nos nossos Orçamentos Militares.

Aliás não se trata de patriotismo puro, mas de inteligência (que falta nos governos e no povo do Brasil) para proteger riquezas naturais que garantirão o legítimo Bem Estar Social do povo brasileiro, com aplicação nos programas governamentais, em todas as suas extensões, os projetos e metas de ação social.

Em última análise, é a divisão das nossas riquezas nacionais para o benefício social da nossa sociedade. A multinacional Molycorp exporta 95% do Nióbio que retira do Brasil, e na qualidade da maior exploradora do metal do mundo, financia “projetos” do “Instituto Cidadania” e do “Fome Zero”.

Brasileiros Amaldiçoados, que participam desta nefasta traição nacional, vendendo de forma imoral, o solo pátrio, a consciência e a dignidade pessoal. Até hoje, não testemunhei a mobilização da Nação Brasileira que não fosse por futebol, carnaval e cerveja, o famoso “ Pão, Vinho e Circo”.

Triste destino de uma Terra Maravilhosa, por abrigar em seu seio um povo, nos seus diferenciados segmentos sociais, que portam a displicência, o desinteresse, e a lassidão da vontade viril, realçadas como qualidades deletérias no perfil da personalidade do brasileiro, exceto nas honrosas exceções que permanecem sempre ocultas e sufocadas pela mediocridade reinante neste País.

A produção de informações sobre esta riqueza brasileira torna-se importante alerta no momento que todos, aparentemente, fixam-se no Plano Nacional Estratégico de Fortalecimento Bélico das FAs do Brasil, com a concretização de algumas frágeis medidas militares do governo. Vejamos, então: o nióbio é um metal que apresenta numerosas aplicações.

É usado em alguns aços inoxidáveis e em outras ligas de metais não ferrosos, geralmente usadas para a fabricação de tubos transportadores de água e petróleo a longas distâncias, além de motores a jato, componentes de foguetes, etc.

Além disso, o nióbio é um dos principais supercondutores, uma das maiores promissoras aplicações da ciência hoje.

O Brasil, através dos estados de Minas Gerais, Goiás e em Roraima, se apresenta como o maior produtor de nióbio do mundo com uma reserva superior a 97%.

O segundo é a Rússia com apenas 2% da produção mundial. Mesmo vendido a preço de banana, só o nióbio da Amazônia equivale a um terço de todo o PIB brasileiro do ano passado. E essa riqueza está sem nenhum controle, sendo abocanhada pelas multinacionais.

O Brasil está sendo vítima de uma grande e cruel mistificação,deformado,formando gerações de pigmeus mentais,largado a margem da história.

Sinto-me repetitivo,lutando contra a amargura, contra a eterna apatia,contra este eterno sol,esta “cordialidade” que forja a passividade,o compadresco…Tristes trópicos!

Que dizer então ? Que é inútil estudar?Que ler dá azia? Penso nas Forças Armadas: no ano de 1964, o Sr. João Goulart foi deposto do governo, legalmente constituído,sob a alegação de que pretendia implantar uma ditadura comunista-sindicalista no Brasil! Como assim? O Sr. Jango Goulart no papel de um dos maiores proprietários de terras no país, somente pretendia tímidas reformas, que foram repudiadas pelos srs. coronéis da época ( que portavam, ainda a energia da nossa gloriosa FEB ),e,como resultado da guerra fria ( EEUUxURSS), ocorreu a intervenção militar no governo, com o apoio evidente da CIA, que temia o surgimento de uma outra Cuba.

Um dos grandes motivos pelos quais fomos levados a ditadura instalada com a revolução de 1964, foi a corrupção desenfreada nas gestões públicas, que hoje perde de 10×0, com base nas denúncias públicas oferecidas pela mídia.

E quando tomamos ciência que as Normas Legais Principais e os Procedimentos Técnicos previstos em legislação específica( Leis, Decretos- Leis, Decretos, Lei Complementar, e outros postulados) para aplicação dos Sistemas do Controle Interno e do Controle Externo são, propositalmente, abandonados com a justificativa de atrapalhar a conclusão dos programas e projetos governamentais, sentimos um terrível sentimento de frustração por sermos brasileiros. Cada leitor que julgue da melhor forma possível, conforme sua capacidade intelectual e vocação.

Infelizmente, como contemporâneo da década de sessenta (1964), sem nenhuma intenção de espalhar a intranqüilidade no seio da sociedade, me questiono: -“qual é a posição das FAs ??!! Elas não têm o dever de zelar pela ordem da Nação? Por que este silêncio ? É necessário que os militares se pronunciem rapidamente, não violentando a liberdade e a democracia, mas para que se estabeleça um limite, que com certeza,contaria com o apoio de parcelas expressivas da Sociedade Brasileira( a que paga seus tributos no prazo).

Existem ex-presos políticos que com dignidade continuam patriotas, e amando o Brasil, porque simplesmente, com sabedoria, sabem separar o “joio do trigo”.

Por quê,apenas o bravo e grande general Heleno manifestou-se contra a criminosa demarcação da Reserva Raposa do Sol,onde encontram-se quantidades imensuráveis de Nióbio, já detectadas por potências estrangeiras, por meio das “ONGS” de espionagem, de sabotagem e de traição, localizadas dentro do nosso próprio território????! Sinto, com franqueza, que a grande maioria dos brasileiros, há muito tempo já perdeu a Chama Sagrada da Indignação!!! Esse é o resultado da aplicação, entre nós brasileiros, da Falsa Justiça, do Mentiroso “Social”, da Institucionalização da Mentira, e do Embuste dos “Direitos Humanos”, que desvirtuaram toda a escala dos valores morais e éticos, da ordem, da verdadeira disciplina e do respeito, habilmente colocados pelos porta – vozes dos corsários internacionais contra o amor devocionário às FAs do Brasil, a digna guardiã de nossas riquezas soberanas!!!.


É fundamental o conhecimento, pela sociedade brasileira, do que representa a riqueza da Amazônia Brasileira, ainda uma “caixa de surpresas” para a grande maioria dos brasileiros, desprovidos dos sentimentos pelas Terras em que vivem. Vejam como a desenfreada cobiça internacional sobre a Amazônia brasileira prossegue sem limites e cercada de mentiras e corrupção de brasileiros sem caráter.

A Amazônia Brasileira mede aproximadamente 4 milhões km², incluindo as áreas ocupadas por Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia (exceto a parte sudeste) e Roraima, além da faixa de Mato Grosso localizada acima do paralelo 12º S e mais um triângulo encravado no Tocantins.

A nossa Amazônia é região praticamente virgem, pois apenas 8% da sua superfície foram expostos à ação antrópica. Esta só avança na razão de 0,2%. Note-se ainda, que nos 300000 km² alterados pelo homem acham-se incluídos 150000 km² destinados para fins institucionais.

Os dados disponíveis, até agora, sobre o subsolo regional comprovam a vocação mineral da Amazônia brasileira. Pois bem, dos 2 milhões km² ocupados pelos escudos, nada menos do que 1,4 milhão km² têm como rotineira a presença de ouro secundário, isto é, ouro acumulado superficialmente em eluviões, coluviões e aluviões, depois de removidos das rochas matrizes, ou depósitos primários, pelos agentes intempéricos.

Do Rio Negro até o Rio Jari, revelou o maior depósito primário de cassiterita do País, a mina de Pitinga, responsável por metade da produção nacional desse minério de estanho. As rochas da mina de Pitinga são também hospedeiras de ouro, nióbio, tântalo, zircônio, terras raras (ítrio, em particular) e criolita (um composto de flúor usado como fundente na eletrólise do alumínio).

Numa delas, coincidente com o Morro dos Seis Lagos, município de São Gabriel da Cachoeira (AM) (colocar uma única Brigada de Infantaria da Selva do EB na região de São Gabriel, é uma medida militar com resultados e efeitos de baixa intensidade, visto a área envolvida ) encontrou-se o maior depósito de nióbio do mundo( olhem as FAs ), que suplanta em quantidade de minério, as jazidas de Araxá (MG) e Catalão (GO).

Não custa ainda mencionar que os escudos encerram a quarta maior reserva de cassiterita do planeta, a quinta de minério de ferro, além de quantidades apreciáveis de chumbo, cobre, cromo, diamante, lítio, manganês, molibdênio, pedras preciosas, prata, tântalo, tungstênio, zinco, zircônio e minerais radioativos, particularmente o tório.

A Bacia Sedimentar completa adequadamente o leque de opções minerais oferecido pelo subsolo amazônico.

O subsolo da bacia também dispõe de apreciáveis reservas de evaporitos (sal-gema e óxidos de potássio), de materiais usados na construção civil, de linhito, turfa e, ainda, de hidrocarbonetos, óleo e gás natural.

A busca do petróleo na região, por exemplo, foi interrompida na segunda metade da década de 60, depois de perfurados apenas 316 poços exploratórios..

Não obstante o pequeno esforço, as reservas de óleo da Amazônia já equivalem a 1% do total nacional, enquanto que as de gás representam 16% das reservas brasileiras.

É oportuno chamar a atenção para as áreas em torno da megafratura existente na foz do Amazonas, que se prolonga até a confluência deste com o Rio Trombetas.

A Amazônia brasileira, portanto, é um delírio mineral!

Essa marcante vocação, pois, fará com que o BRASIL observe de longe a crise de matérias-primas da natureza mineral que ameaça o resto do mundo. Isto, se a ignorância, a ausência de legítimo nacionalismo, a desqualificação e a incompetência dos nossos dos dirigentes não entregarem todo esse patrimônio aos nossos “ aliados de fé”.

A posição geográfica, o clima e a barreira a Cordilheira dos Andes nos favoreceu com um fabuloso tesouro cobiçado no mundo, resultando para o Brasil, na consolidação do Império das Águas, como pode ser chamada a região que retém 15% de todo o estoque de água doce da Terra.

O suprimento total de água doce estocado na Amazônia brasileira é igual a 1107 x 1015 litros, enquanto o suprimento total da Terra do precioso bem, em estado líquido, é da ordem de 7380,2458 x 1015 L. O acúmulo de toda essa água decorre da formidável precipitação regional, que atinge uma média de 35 trilhões L por dia.

O nível de abastecimento de água é bem equilibrado devido à posição geográfica, com parte da região ao norte e outra parte ao sul do Equador, e à distribuição da precipitação durante o ano, que não é uniforme em toda a área.

Os gradientes suaves da bacia sedimentar contribuíram para que se formasse na região a maior rede hidroviária do mundo, com mais de 15000 km de vias navegáveis, com profundidade mínima de 2 m, em qualquer época do ano.

O estímulo à navegação fluvial, no momento, é a única política adequada para ligar os diversos pontos da Amazônia. A construção de rodovias no interior, exceto em casos especiais, como o das três pontes de ligação lançadas entre o continente brasileiro e o arquipélago amazônico, são erros, próprios de quem desconhece a realidade da região.

Junto com todas essas dádivas, a forma da região e os seus rios caudalosos oferecem perspectivas amplas de aproveitamento da energia cinética das águas para geração de energia elétrica.

Duas outras ofertas generosas são concedidas pelas águas da Amazônia brasileira: o potencial pesqueiro e a adequação da região para a piscicultura.

O peixe contribui com cerca de 70% da proteína animal ingerida pela população local.

Tal predileção decorre, entre outras coisas, do fato de a Bacia Amazônica possuir a ictiofauna mais diversificada entre todas as bacias hidrográficas do mundo, com cerce de 2000 espécies nativas.

Estima-se em 300000 t por ano o potencial pesqueiros dos rios da Amazônia, observando-se, que a maior concentração de peixes ocorre nas bacias dos rios de água barrenta, que cortam áreas sedimentares e, por esse motivo, transportam elevadas cargas de sedimentos.

Nos rios de águas claras e pretas, que drenam os escudos, há pouco material em suspensão e o PH é muito baixo (ácido), devido às diminutas concentrações de cálcio e magnésio. Daí a razão do estoque de peixes nesses rios ser bem menor do que o dos rios de água barrenta.


A produção pesqueira nas águas interiores da Amazônia brasileira situa-se em torno de 180000 t por ano.

Embora ainda haja uma folga razoável para aumentar a produção, não se deve imaginar que a ictiofauna regional tenha condições de suportar um aumento expressivo de consumo, em decorrência de um aumento exagerado da população.Entretanto, as possibilidades oferecidas pela piscicultura são tais que permitem vislumbrar a perpetuação do principal hábito alimentar dos amazonenses.

Sem dúvidas, é a vocação aquática da Amazônia, a nossa maior região natural do Brasil, na “ realidade um imenso arquipélago”.

As florestas do trópico úmido são os únicos ambientes onde florescem as madeiras de lei, tão disputadas no mundo inteiro, seja pelas indústrias de móveis, seja pelo setor da construção civil.

Entretanto, a riqueza vegetal da Amazônia não se restringe ao valor das madeiras de lei.

Estudos detalhados sobre o problema da produção de alimentos no mundo, promovidos pelo Governo dos EEUU, revelaram que o BRASIL, como um todo, dispõe de aproximadamente 5 milhões km² de terras potencialmente aproveitáveis para a agricultura.

Desse total, destaca-se um estoque de quase 2,5 milhões km² na Amazônia brasileira, equivalentes a 8% das disponibilidades mundiais.

Diante do tamanho das riquezas da Região Amazônica nos parece justificadas todas as sugestões dadas em crônicas anteriores do “O Velho Patriota”. Desejava entender quais mensagens serão repassadas aos nossos jovens e crianças deste imenso Brasil ??? Estou esgotado da falácia política, cujos autores nem podem escutar suas próprias palavras vazias, mentirosas e isentas de força criativa, pois, ferem, primeiro, seus próprios ouvidos.

Confrontando todo tamanho da riqueza amazônica, espalhada em imenso território, um único Aeromóvel ( exército móvel ), um 5º exército e um 6º exército sugeridos nesta região, serão, simplesmente, “ NADA.” Seriam urgentes e imprescindíveis dez(10) Grandes Grupamentos Militares das três FORÇAS para vigiar somente a Amazônia brasileira.

A lentidão das ações decorrentes da aplicação do Plano Estratégico de Fortalecimento Militar das FAs do Brasil constituem um grande “ estímulo” ao prosseguimento deste vilipêndio das nossas riquezas do subsolo amazônico brasileiro.

A conscientização da gravidade destes problemas não estão parados somente no incrível distanciamento da sociedade, mas, tem de passar pela participação ativa e responsável dos governos, diante desta irresistível realidade nacional, com a adequação dos Orçamentos Militares das FAs brasileiras suprimidos por substanciais recursos financeiros que atendam convenientemente as necessidades das FAs do Brasil.

As atenções dedicadas à fase de elaboração dos Orçamentos Militares das FAs, pelos governos brasileiros que se sucedem, por crises de intencional menoscabo, as metas legais que estabelecem as medidas do emprego financeiro dos recursos disponibilizados, são aviltadas e acabam por conseqüência, transformando-os em instrumentos ineficazes no atendimento do ótimo Plano Estratégico de Fortalecimento Militar das FAs, dando-lhe feições de um teórico exercício bélico didático.

Os seus conceitos e teorias podem ser até inspiradores de uma Nação que se prepara para dizer “NÃO”, mas serão como sonhos caso não sejam convertidos em realidade, e esperamos sejam imprimidas maneiras de aceleramento prático.

Razões existem de sobra para os políticos, dirigentes, governos, sociedade e povo do Brasil manifestarem uma vontade forte e determinativa, constituindo uma sólida possibilidade de concretização material do Plano Estratégico de Fortalecimento Militar das FAs brasileiras. Vejam o Acordo de Cooperação Militar EEUU e Brasil, e se perguntem por suas causas e motivos.

Conhecemos o comportamento da ave AVESTRUZ que diante de um sinal de iminente perigo enterra a cabeça na terra e deixa o rabo de fora “!!!.
O Velho Patriota, Luiz.

O VelhoPatriota
Fonte:Plano Brasil-
Por: Luíz Pinelli

Stealth Taranis

Reino Unido Apresenta Protótipo de seu Veículo Aéreo de Combate Não-Tripulado (UCAV) Stealth Taranis

http://frontierindia.net/wp-content/uploads/world/uk/Taranis-UCAV.jpg

O Ministério da Defesa do Reino Unido revelou seu protótipo do Veículo Aéreo de Combate Não-Tripulado (UCAV) stealth Taranis, nome do deus grego do Trovão.


O demonstrador de conceito testará a possibilidade de desenvolver um UCAV que poderá atacar alvos com precisão em longas distâncias – inclusive em outros continente. Sobre a cerimônia de apresentação na BAE Systems em Warton, Lancashire, o Ministro para Estratégia de Segurança Internacional, Gerald Howarth, disse: “O Taranis é um projeto verdadeiramente inovador.

O primeiro do tipo no Reino Unido, ele reflete o melhor da técnica de projeto e tecnologia avançada de nossa nação e é um programa líder num estágio global.”

O Taranis está sendo desenvolvido através de uma parceria não oficial entre o Ministério da Defesa do Reino Unido e indústrias de defesa que incluem a BAE Systems, Rolls Royce, QinetiQ e GE Aviation. Nigel Whitehead, diretor do grupo dos Programas e Suporte de Negócios da BAE Systems, disse: “O Taranis vem sendo desenvolvido nos últimos três anos e meio e é um produto de mais de um milhão de horas de trabalho. Ele representa um significativo passo a frente da capacidade do país em jatos de combate.”

O Taranis é um sucessor do projeto do Futuro Sistema Aéreo Ofensivo (FOAS) do Ministério de Defesa do Reino Unido e poderá ser envolvido num programa de substituição da frota de aeronaves Tornado GR4 da RAF. Os testes em voo estão previstos para começar em 2011.


Fonte:Cavok-Sky News

11/07/2010

A limitada capacidade militar da Argentina

País tem investido menos de 1% do PIB em Defesa.
http://i27.tinypic.com/6r36hg.jpg


No mês passado, a SIPRI, uma escola de Estocolmo especializada em gastos com a defesa, informou que os gastos militares no Brasil são dez vezes maiores que na Argentina, embora o PIB seja apenas cinco vezes maior.

O gasto de defesa na Argentina (menos de 1% do PIB) não é apenas um dos mais baixos do mundo e da região (o mundo gasta cerca de 4% do PIB em defesa e na América do Sul 2%), mas é o mais baixo na história do país.

No último meio século (1960-2010) a despesa máxima com defesa na Argentina (cerca de 3% do PIB) foi registrada entre 1978 e 1982 sobre o risco de conflito com o Chile somado a Guerra das Malvinas.

Com o retorno da democracia, o investimento começou a declinar gradualmente.

Alfonsín investiu cerca de 2.5% do PIB, Menem, por sua vez diminui a pouco menos de 2%, Kirchner 1,5% e 1%, caindo mais ainda no governo de Cristina Kirchner.

Os motivos são basicamente dois: o primeiro, e provavelmente o mais importante, é a perda de importância ou prioridade das Forças Armadas e da pouca importância deles para a liderança civil.

A segunda é a diminuição da percepção de risco na região, embora o desequilíbrio militar tenha aumentado a fragilidade da Argentina.

O problema é que a história mostra que os conflitos são imprevisíveis.

As Forças Armadas argentinas foram preparadas para uma guerra com o Chile e terminou em um conflito com a segunda potência militar da OTAN, o Reino Unido.

As Forças Armadas chilenas, nas últimas décadas, foram preparadas para um conflito regional com o Peru e a Bolívia como a primeira hipótese e a Argentina como a segunda, e terminou implantado um treinamento ineficiente para evitar saques nas próprias cidades na seqüência do sismo.

As forças da OTAN foram preparados para uma guerra na Europa, possivelmente contra a URSS, e acabou com a sua maior operação de sua história contra o Talibã nas montanhas do Afeganistão.

A reversão desta falta de compromisso com o item defesa leva anos, esse se este quadro de imprevisibilidade de conflitos do século 21 se manter, será muito difícil recuperar capacidades perdidas, mesmo com a injeção de dinheiro.

Além disso, a formação de pessoal não é recuperada de um dia para o outro, porque leva tempo e prática.

Os cortes argentinos nos gastos militares é uma decisão unilateral, não partilhada pela região.

Chile e Brasil aumentaram seus gastos com defesa nos últimos anos, como a maioria dos países do mundo e da região durante a primeira década do século.

A realidade é que a capacidade operacional das Forças Armadas Argentinas está em estado crítico.

Apesar da importância política que a Antártica deve ter, em campanhas recentes ao continente branco e pela primeira vez na história, têm contratado meios estrangeiros para fazê-lo, não só quebra-gelos russo como aeronaves de vários países, não tendo os seus próprios meios para suprir as bases.

O Chile não tem problemas para manter o fornecimento para suas bases na Antártica com meios próprios, e o Brasil colocou à disposição da Argentina seus próprios meios, mas decidiu-se não aceitar a oferta e optar por alugá-los de outros países, como foi o caso do navio quebra-gelo Russo.

Da dezena de aviões de transporte C-130 Hércules, que são os únicos de transporte pesado na Argentina não só para as Forças Armadas mas também para emergências sociais, não chega a um terço de operacionalidade.

entre os meios de combate, as restrições chegam a ser maiores.

Deveria ser objetivo central da política de defesa garantir as forças armadas a manutenção de suas capacidades básicas e reconhecer o valor de seus equipamentos.

Fonte:Defeas Brasil- Nueva Mayoría.com

O Atlântico Sul no contexto sul-americano de segurança e defesa

O poder marítimo no Atlântico Sul.

O Atlântico Sul já foi rota marítima obrigatória rumo ao Índico e ao Pacífico, até que a abertura dos canais de Suez (1869) e do Panamá (1914) concentrasse o fluxo do comércio marítimo ocidental no Mediterrâneo e no Atlântico Norte.

Durante o Século XX, o Atlântico Sul permaneceu como "o mais pacífico dos oceanos", apesar de algumas ações isoladas de superfície, nas 1ª e 2ª guerras mundiais, e da campanha submarina do Eixo, na 2ª Guerra Mundial.

O Atlântico Sul voltou a ganhar certa importância na época dos "super-petroleiros", durante os anos 70 do século passado, em função da primeira crise do petróleo e da interrupção temporária do tráfego de navios pelo Canal de Suez. Entre abril e junho de 1982, tornou-se cenário de um conflito armado entre Argentina e Reino Unido, pela posse das ilhas Malvinas (Falklands). É provável que o longo isolamento geopolítico deste oceano esteja chegando ao fim.

O incremento da produção petrolífera das reservas localizadas nas bacias sedimentares dos litorais da América do Sul e da África Ocidental pode aumentar a importância estratégica do Atlântico Sul, contribuindo para a redução da dependência dos Estados Unidos e demais países ocidentais em relação ao petróleo do Oriente Médio.

Sem incluir o potencial do pré-sal brasileiro, a produção diária de petróleo no mar na América do Sul pode crescer de 2,5 milhões de barris em 2005 para 6,1 milhões de barris até 2030 (crescimento de 144%). No mesmo período, a produção no litoral da África pode passar de 4,9 a 12,4 milhões de barris por dia (crescimento de 153%).

O aumento do comércio internacional, cada vez mais dependente do transporte marítimo, levou à estruturação de um sistema fortemente globalizado e essencialmente transnacional de uso econômico dos mares. O símbolo de tal sistema é o "contêiner" de dimensões padronizadas, empregado quase universalmente no transporte de cargas dos mais diferentes tipos.

Qualquer que seja sua bandeira, o navio mercante freqüentemente é propriedade de um conglomerado multinacional, enquanto que a carga pertence a outro e o seguro é feito por um terceiro. A tripulação geralmente procede de diversos países. A qual país caberia dar proteção ao navio e sua carga, assim como à tripulação, contra possíveis ameaças?

A complexidade da tarefa de garantir a segurança do tráfego marítimo e das atividades ligadas ao uso econômico do mar, em escala global, sugere a adoção de soluções cooperativas. Isto se justifica, pois a segurança de cada nação está cada vez mais ligada à segurança do sistema internacional e pode ser afetada por qualquer ameaça ao uso dos mares.

Atualmente, mais de dois bilhões de pessoas vivem a distâncias de até 100 km de uma linha costeira. Pelos mares circulam aproximadamente 50 mil navios de porte oceânico, que transportam 80% do comércio mundial. Todos os anos, quase dois bilhões de toneladas de petróleo (60% de todo o petróleo produzido) são transportados por via marítima.

As rotas marítimas de interesse imediato para o Brasil incluem a da América do Sul, com ramificações para o Pacífico, a América do Norte e a Europa, e as da África Ocidental e do Cabo da Boa Esperança. Contudo, nossos interesses comerciais estão se deslocando para a Ásia e passando a incluir países como China, Japão, Índia, Coréia do Sul e Indonésia.

Os interesses marítimos do Brasil não estão limitados à área vital, constituída pela "Amazônia Azul". A área primária de influência do Poder Naval brasileiro abrange todo o Atlântico Sul, entre a América do Sul e a África, bem como parte do Oceano Antártico.

A área secundária inclui o Mar do Caribe e parte do Pacífico Sul, nas proximidades do litoral sul-americano.

O Brasil necessita de uma Marinha oceânica, capaz de operar em toda a extensão do Atlântico Sul, contando para isso com os meios e a capacidade de apoio logístico necessários. É essencial que o Brasil disponha de meios diversificados, para exercer a vigilância e a defesa das águas sob jurisdição nacional, bem como manter a segurança das linhas de comunicação marítima.

A pirataria é uma grave ameaça ao uso pacífico dos mares, que pode tornar necessário o emprego de forças navais. No Atlântico Sul, até hoje só foram confirmados ataques a navios no litoral de países africanos situados no Golfo da Guiné.

Nos últimos anos, a maioria dos casos tem ocorrido na região conhecida como "Chifre da África" (Golfo de Áden e litoral da Somália).

A proteção das atividades marítimas em escala global excede a capacidade de um só país, mesmo se for uma superpotência.

Por isso, a Marinha dos EUA lançou, em 2005, a iniciativa denominada Parceria Marítima Global (mais conhecida como "A Marinha dos mil navios"), confirmada pela nova Estratégia Marítima norte-americana em 2007.

A interrupção de atividades marítimas vitais pode causar sérios danos à economia do Brasil. Além de incrementar a cooperação com a Parceria Marítima Global, é de extrema relevância para nosso País envidar esforços em favor da constituição de uma "Parceria Marítima Regional do Atlântico Sul", envolvendo as Marinhas de ambos os lados deste oceano.

O Poder Marítimo de uma nação pode ser definido como a capacidade que esta tem de utilizar o mar em benefício de sua soberania e de seus interesses nacionais.

Ao Poder Naval componente militar do Poder Marítimo, compete prover a segurança dos demais componentes deste poder, em tempo de paz ou de guerra.

A natureza do Poder Naval é dupla, pois este é também o componente marítimo do Poder Militar.

O Brasil é um país-continente que tem pouca mentalidade marítima, embora tenha amplos interesses marítimos a defender, é comum o erro de considerar a Marinha de Guerra apenas como parte das Forças Armadas.

O Brasil deve desenvolver uma estratégia marítima de âmbito mundial, capaz de viabilizar um ciclo sustentado de crescimento econômico e desenvolvimento social.

Em tal contexto caberá ao Poder Naval, revitalizado e fortalecido, garantir a segurança dos demais componentes do Poder Marítimo brasileiro.

*Especialista em Relações Internacionais, professor no Cepuerj, colaborador permanente do Cepe/EGN e colaborador do Nest/UFF

Fonte: Monitor Mercantil via-Defesa Brasil

08/07/2010

Radar Saber M60 pode detectar aeronaves com transponder desligado

Radar Saber M60 pode detectar aeronaves com transponder desligado


Um radar móvel capaz de detectar até aviões com o transponder (equipamento que transmite dados do avião) desligado começa a controlar os céus da Amazônia em setembro.

O Saber M60 custará cerca de U$ 5 milhões e será operado pelo Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam).

O equipamento foi criado por um grupo liderado pela Orbisat com a participação da Força Aérea e do Exército.



Fonte:desastresaereosnews/video :Youtube.com

Israel tenta jogar areia em negociação entre EUA e Arábia Saudita

Israel tenta jogar areia em negociação entre EUA e Arábia Saudita


Israel está tentando impedir um grande contrato na área de defesa entre os Estados Unidos e a Arábia Saudita de seguir em frente, informou uma fonte de defesa ao jornal Haaretz.

O acordo inclui a compra de novos avançados caças F-15 Eagle e a modernização de cerca de 150 unidades de F-15 já em operação na Força Aérea da Arábia Saudita.

A fonte disse que Israel expressou inúmeras ressalvas aos norte americanos no mês passado, e a questão deverá ser tratada durante a próxima visita do Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington nessa semana.

O Ministro da Defesa de Israel Ehud Barak levantou o assunto durante reuniões com o Secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates, e com o Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, General Jim Jones, duas semanas atrás em Washington.

Israel também deixou claro essas ressalvas durante um encontro em Tel Aviv entre membros chefes da defesa de Israel e uma delegação liderada pela Subsecretária de Defesa para Política dos EUA, Michele Flournoy.

O acordo de novas aeronaves foi levado a tona durante conversas entre o Rei Saudita Abdullah e o Presidente dos EUA Barack Obama na semana passada.

A fonte de defesa disse ao Haaretz que os norte americanos estão interessados em reforçar a força aérea saudita, a qual poderá ajudar a deter a ameça da República Islâmica do Irã.

Israel, no entanto, espera que se o negócio seguir em frente, a Arábia Saudita receberá um número de um pouco mais avançadas aeronaves F-15 que Israel possui, o qual pretende manter a superioridade aérea na região.

“Atualmente essas aeronaves serão usada contra o Irã e amanhã elas podem ser usadas contra nós,” disse a fonte.

Israel e os United States realizaram inúmeras reuniões nos últimos 18 meses sobre a superioridade de Israel.

Os dois lados concordam que não haveria supresas para ambas as partes por acordos com terceiros.

Uma fonte da administração dos EUA disse ao Haaretz que os Estados Unidos prometeram a Israel que eles teriam proiridade no acesso de qualquer sistema de armas, e em alguns casos, direitos exclusivos de aquisição de novos sistemas de armas, ao contrário de países árabes.

Fonte: Haaretz.com-via Cavok

07/07/2010

India Mostra seu LCA

India Mostra seu LCA (Light Combat Aircraft)


O LCA Tejas naval, durante a apresentação oficial realizada no dia 6 de julho, na unidade da HAL em Bangalore, Índia. (Foto: DPR)


A primeira Aeronave de Combate Leve (LCA) naval, a versão de treinamento do Tejas para os pilotos da Marinha da Índia, que foi projetado e desenvolvido na Índia, foi apresentado pelo ministro de defesa indiano A K Antony no hangar do Centro de Projeto e Pesquisa da HAL (Hindustan Aeronautics Limited) em Bangalore, nessa terça-feira, dia 6 de julho.

O primeiro voo de teste da aeronave biplace LCA (Marinha) NP1 é aguardado para o final desse ano, juntamente com a entrada em operação do LCA Tejas da Força Aérea da Índia.

O Tejas da Marinha da Índia está previsto para entrar em operação em 2013.

O Ministro da Defesa da Índia, A. K. Antony apresentou o jato biplace LCA Tejas naval, na unidade da HAL em Bangalore, Índia.

O ministro Antony descreveu o fato como “um definitivo e memorável momento”. Ele disse que uma Unidade de Teste Baseado na Costa, uma espécie de mock-up de um porta-aviões, está em construção na Estação Naval de Goa, com uma ski-jump para decolagem, assim como no navio. “A unidade poderá ser utilizada pera manutenção e para treinar os pilotos.”


Fonte:Cavok

04/07/2010

Polônia assina com os EUA acordo para implantação de sistema de defesa anti-mísseis

Polônia assina com os EUA acordo para implantação de sistema de defesa anti-mísseis

Bulgaria: Poland Signs Up to Obama Missile Defense Plan


Os EUA e a Polônia Assinaram neste Sábado (03) um acordo de participação conjunta na implantação de um sistema de defesa antimísseis na Europa.






O Protocolo foi firmado na Cracovia ,na presença do Ministro de Relações Exteriores Polonês Radoslaw Sikorski e a Secretária de Estado dos EU Hillary Clinton ,que já visitou a Ucrãnia e esta se dirijindo à Georgia,Armênia e o Azerbaijão ,como parte de um tour por cinco países do Leste Europeu.

O Protocolo assinado recentemente altera os acordos anterioires para os escudos antimísseis na Europa entre a Polônia e os EUA,como plano inicial do Governo Bush onde previa a instalação de Mísseis interceptadores na Polônia e radares na República checa .

A Adiministração Obama mudou o plano original para mostrar que a estratégia é somente proteger a Europa de mísseis de curto e médio alcance disparados do Oriente Médio ou do Iran.

A maior modificação prevê a instalação de um sistema de defesa antimísseis na costa do Mediterrâneo e posteriormente a instalação de radares de detecção de mísseis na Bulgária e depois na Romênia.

http://image.absoluteastronomy.com/images/encyclopediaimages/m/mi/minuteman3launch.jpg

O Ministro da Defesa da Bulgária Anyu Angelov confirmou que seu país provávelmente irá concordar com a instalação do sistema de defesa antimísseis porém afirmou que ,só depois de 2015.

Durante a assinatura do novo protocolo entre EUA e Polônia na Cracóvia,o Ministro de Relações Exteriores da Polônia Radoslaw Sikorski disse que :"a nova abordagem do Presidente dos EUA Barack Obama para o sistema de defesa antimísseis é mais eficaz,protegendo a Polônia bem como outros países da Europa a partir de uma maior gama de ameaças."

"A nova versão é melhor para nós",declarou o Ministro.

Hillary Clinton também disse que :"o sistema de defesa antimísseis modificado será melhor , de maneir a lidar comuma maior gama de evolução das ameaças de mísseis especialmente do Iran."

"Esta é um sistema de mísseis exclusivamente usados para defesa e não traz em nenhum momento alguma ameaça contra a Russia,acreditamos que as ameaças que enfrentamos são comuns a todos",disse Hillary Clinton.

O Ministro Sikorski enfatizou ainda que seu país estaria disposto a abrir suas instalações militares de mísseis para uma possível inspeção da Russia ,afim de tranquilizar moscou.

Os EU já tem instalados sistemas de defesa antimísseis Patriot para interceptação e sistemas de defesa antiaéreo na Polônia.

Os mísseis Patriot estaria instalados em bases na Polônia e as baterias antiaéreas estariam estariam localizadas em uma base militar polonesa próxima a fronteira Russa de Kilingrado.

Fonte:Novinite Sofia Agency-Tradução Voar News/Video:RT News



01/07/2010

Boeing compra Argon ST por US$775 milhões

Boeing compra Argon ST por US$775 milhões


A Boeing anunciou nesta quarta-feira a compra da fabricante de produtos militares Argon ST por 775 milhões de dólares, com o objetivo de expandir sua presença em vigilância e inteligência.

A oferta da Boeing de 34,50 dólares por ação significa um prêmio de 41 por cento em relação ao fechamento das ações na terça-feira, de 24,43 dólares.

A fabricante de aeronaves afirmou que planeja pagar a aquisição com dinheiro em caixa.

A Argon ST desenvolve sensores e redes que podem ser instalados em submarinos e jatos de combate para ajudar a localizar fontes de rádio, sons submarinos, luz e calor.

A companhia está focada em uma área que atrai o interesse de empresas do segmento de defesa, já que o governo dos Estados Unidos quer gastar mais em pesquisa e desenvolvimento para guerras não-tripuladas e menos em outras áreas.

A Argon ST será uma unidade autônoma da nova divisão da Boeing de sistemas de rede e espaço, afirmou a Boeing, adicionando ainda que espera que o negócio seja concluído no final do terceiro trimestre de 2010.


Fonte:Reuters