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11/11/2013
TECNOLOGIA & DEFESA - Unasul decide fazer Drones para países sul-americanos sem armas
30/03/2013
EMBRAER DEFESA E SEGURANÇA - KC-390 PROTÓTIPOS VOARÃO EM 2014
11/12/2012
Helibrás recebe certificação da Aviação do Exército
[foto:defesanet.com.br]
24/10/2012
protótipo do helicóptero Pantera K2 para a AvEx inicia ensaios em voo
07/08/2012
AS.365K Pantera modernizado da Aviação do Exército está voando na França
18/07/2012
Simulador de voo é usado pela primeira vez em instrução do Exército
14/05/2011
Equipes da Helibrás e BAvEx reparam Helicóptero em plena Selva Amazônica
Profissionais do Exército e da Helibrás trabalharam por dois meses no meio da floresta Amazônica para fazer a aeronave Cougar voltar a voar depois de um pouso brusco de Emergência.
Depois que um helicóptero AS 532 EU do Exército brasileiro foi obrigado a fazer um pouso de emergência na Floresta Amazõnica, os comandantes militares tiveram de escolher entre desmontar a aeronave para transportá-la para um local onde poderia ser reparada ou fazer a manutenção na própria selva
A decisão de que o helicóptero deveria passar por uma inspeção de pouso brusco no local do incidente levou sete profissionais a passarem dois meses em um acampamento trabalhando diariamente até que o serviço fosse concluído.
A aeronave, chamada pela Aviação do Exército do Brasil de HM-3 Cougar, é fabricada pela Eurocopter. grupo do qual faz parte a Helibras.
O helicóptero biturbina faz parte da linha Super Puma,tem capacidade para 27 homens entre passageiros e tripulantes e pode ser usado em combate, apoio ao combate e apoio logístico. Além de três mecânicos militares, um oficial gerente de manutenção e um soldado auxiliar de pista, um engenheiro e um técnico em manutenção da empresa brasileira participaram da equipe.
Três profissionais do parque auxiliavam no transporte de peças e suprimentos e davam suporte aos acampados. Na etapa final, três militares foram incorporados ao grupo para fazer os cheques de solo e de voo.
O pouso brusco foi feito no dia 3 de dezembro do ano passado, quando a aeronave com quatro militares sobrevoava o Parque Nacional da Serra do Pardo, no Pará, em uma missão de rotina.
Situado na região das cidades de Altamira e São Félix do Xingu, o parque foi criado em 2005 e tem uma área superior a 445.000 hectares, que deve ser preservada em razão de seus rios, montanhas e rica vegetação.
A reserva natural é administrada pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), que conta com o apoio dos militares para impedir invasões e a destruição da região. Atualmente, o maior desafio é impedir a expansão de fazendas ilegais dentro do parque.
A Helibras e o Exército ainda não sabem o que causou o problema que originou o pouso brusco.
Segundo o relato dos tripulantes ao major Aníbal Silva Ba-tista, oficial de Comunicação Social, um dos motores apagou durante o voo por motivo ainda desconhecido, relacionado a um sistema de proteção que reagiu a um disparo de rotação.
Com uma manobra de emergência conhecida como autorrotação, os tripulantes conseguiram fazer o pouso na região mais apropriada possível para esse tipo de situação.
Depois de analisar as condições da aeronave, os militares teriam de decidir como fazer os devidos reparos, uma vez que não havia sérios danos em sua estru rura.
Para fazer o deslocamento do helicóptero para um centro de manutenção, seria necessário desmontá-lo.
Os engenheiros Jean Pierre Jacquemin, gerente do Suporte Técnico, e James Mcleod, responsável técnico pelo Super Puma na Helibras, fizeram uma análise técnica da situação. "Essa decisão foi a mais importante, pois se desmontássemos a aeronave para transporte aéreo ou fluvial (balsa), o empenho em manutenção seria muito grande, fora a estrutura logística para este tipo de transporte.
Assim, decidiu-se que o tempo que gastaríamos fazendo a recuperação da aeronave no local seria apenas um pouco maior do que se a desmontássemos para transporte", comenta Mcleod.
A experiência dos profissionais envolvidos em trabalhar em situações adversas foi essencial para o sucesso da operação. Jacquemin, que participou do planejamento, contou com sua vivência na Aviação do Exercito francês e depois como operador civil, e colaborou para que o resgate fosse feito no menor tempo possível.
O técnico em manutenção aeronáutica Gedalias Coelho também já prestou vários tipos de apoio nas mais diversas situações. "Contei ainda com minha vasta experiência de ex-militar da Força Aérea, servindo por dez anos na Amazónia, onde cumpri muitas missões", afirma Mcleod.
O major Aníbal lembra que todos os militares do 4° BAvEx (Batalhão de Aviação do Exército) estão acostumados a trabalhar nas condições oferecidas pela vida na floresta.
O trabalho teve início no dia 28 de dezembro. Apesar de todos os cuidados com o planejamento, a manutenção transcorreu cercada de imprevistos típicos das características do clima e biodiversidade da região.
Instalados em uma barraca, os profissionais aproveitavam as. tardes de chuva para fazer a manutenção de pequenas peças dentro do alojamento, que recebeu algumas visitas de animais como onças.
Mosquitos, aranhas e outros animais peçonhentos eram presenças constantes, que obrigavam todos a tomar certos cuidados.
A lama provocada pelas chuvas constantes, a dificuldade de comunicação e de acesso ao local do pouso brusco também prejudicavam a manutenção. "É uma área isolada e com poucos meios disponíveis, apesar de ter um posto do Instituto Chi-co Mendes", descreve o major Aníbal.
Com o passar do tempo, além da falta de conforto, a saudade da família e a dificuldade de administrar o tempo passaram a incomodar os homens.
Um helicóptero do Exército ficou à disposição dos profissionais, para transportar as ferramentas e peças que fossem necessárias, e a FAB (Força Aérea Brasileira) chegou a ajudar no transporte de equipamentos pesados. "O mais complicado foi levar um caminhão Munck, que precisou ser transportado por uma balsa e foi usado para suspender o cone de cauda", conta Mcleod.
Para a inspeção, foram removidas as pás do rotor principal, cabeça do rotor e transmissão principais e o cone de cauda.
Os técnicos seguiram com as inspeções previstas em manual em cada uma das peças, porém não foi encontrado qualquer defeito.
No final, foram substituídos os dois motores, o esqui de cauda e o trem de pouso auxiliar.
Terminado o trabalho, o helicóptero consertado aterrissou, com técnicos e tripulantes a bordo, no pátio do 4° BAvEx no último dia 2 de fevereiro, pronto para retomar suas missões.
21/01/2011
Queda de Helicóptero do Exercito em Friburgo deixa cinco feridos
Queda de Helicóptero do Exercito em Friburgo deixa cinco feridos
FRIBURGO - Um helicóptero esquilo do Batalhão de Aviação do Exército, que dá apoio às operações da Cruz Vermelha de resgate das vítimas da enchente da Região Serrana, caiu no início da tarde desta quinta-feira no Mercado do Produtor, em área agrícola de Friburgo.
A aeronave levava a bordo três militares e dois passageiros - o presidente da entidade em Teresópolis, Herculano Abraão, e o ouvidor da prefeitura de Teresópolis, Ricardo Raposo.
O acidente ocorreu por volta das 12h20m, quando o helicóptero ia pousar.
A aeronave ficou sem controle quando estava a cinco metros do chão devido a um forte vento, mas o piloto ainda conseguiu aterrissar em cima de uma montanha de esterco, o que amorteceu a queda.
Segundo a Secretaria estadual de Saúde, Ricardo Raposo, de 45 anos, e Herculano Antônio Abrahão, de 40 anos, foram atendidos no Hospital de Campanha do Corpo de Bombeiros.
Os dois receberam os primeiros atendimentos na unidade, foram submetidos a um exame de tomografia computadorizada e em seguida encaminhados para o Hospital Municipal Raul Sertã. Eles estavam estáveis e lúcidos.
Ainda segundo a Secretaria, os militares que estavam na aeronave também foram atendidos no Hcamp.
Eles passaram por exames, incluindo tomografia computadorizada, e dependendo do diagnóstico permanecerão em observação ou serão removidos para outra unidade hospitalar da região. A equipe estava apoiando um trabalho da Cruz Vermelha na região.
Fonte:O Globo/Videos :Portal G1;Gaveatasaray-via :Youtube.com
17/01/2011
UAV do Exército buscará vítimas isoladas na região serrana do Rio
Sob comando do Exército, o avião de controle remoto, desenvolvido no Brasil, terá sua primeira "missão real" desde seu desenvolvimento.
Com capacidade para varrer áreas num raio de 10 km, por 40 minutos e a até 1 km de altura, o Vant poderá transmitir imagens online.
O uso do equipamento visa localizar pessoas desabrigadas e isoladas sobretudo nas zonas rurais, sem acesso por terra.
O Ministério Público Estadual informou que há inúmeras comunidades "ilhadas" no campo, onde 80% das plantações foram destruídas.
As imagens captadas e as coordenadas para localização da área serão retransmitidas a um centro de controle para que militares possam ir fazer salvamentos.
Segundo o Exército, os militares começaram na sexta-feira a participar das ações de socorro às vítimas, mas ontem entraram de vez, com cerca de 500 homens, na missão nos municípios atingidos.
Em pouco mais de duas horas de ação, foram resgatadas 30 pessoas.
Os militares montaram um hospital de campanha em Nova Friburgo e distribuem comida e água em bairros devastados. Também trabalham na retirada de pedras, tronco de árvores e lama que obstruem estradas de ligação com bairros nas encostas devastadas.
Sobe para 632 o nº de mortos pela chuva na região serrana do Rio
O número de mortos em decorrência das fortes chuvas que atingiram a região serrana do Rio de Janeiro chegou a 632 neste domingo. De acordo com informações da Defesa Civil e das prefeituras, 287 óbitos foram registrados em Nova Friburgo, 267 em Teresópolis, 56 em Petrópolis, 19 em Sumidouro e 3 em São José do Rio Preto. A Polícia Civil do Rio informou que 590 corpos já foram identificados.
Em Teresópolis, 235 corpos já foram identificados e liberados pela Defensoria Pública, mediante iniciais para sepultamento. Até as 18h de sábado, a Central de Cadastro de Desaparecidos havia recebido a reclamação de que 88 pessoas ainda estariam desaparecidas.
Ainda segundo a Defesa Civil e as prefeituras, são 8.120 desalojados e 5.970 desabrigados nas três cidades mais afetadas sendo 3,6 mil e 2,8 mil, respectivamente, em Petrópolis; 1,3 mil e 1,2 mil em Teresópolis; e 3.220 e 1.970 em Nova Friburgo.
Mas as autoridades ainda não sabem estimar o número de pessoas desaparecidas porque as equipes de resgate enfrentam dificuldades para chegar, com o maquinário necessário, a locais afetados para tentar resgatar vítimas. Neste sábado, voltou a chover forte na região, o que prejudica as operações.
Fonte: Portal Terra
18/10/2010
Jobim defende a indústria da defesa e prega mudança da imagem institucional

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, destacou na ultima quinta a importância da inserção da indústria da defesa no processo de desenvolvimento da indústria nacional, como forma de atrair "o comprometimento da sociedade, dos militares e dos políticos" com a questão.
Ele ponderou que, até o fim da década de 1980, a área militar "estava desligada dos políticos e da área acadêmica" e isso prejudicava a própria formação do seu orçamento.
A nova defesa, no entanto, segundo o ministro, dá "a verdadeira visão que o setor merece e mostra a necessidade de o Estado bancar o seu desenvolvimento".
Segundo Jobim, "a iniciativa privada só faz investimentos em pesquisas se já tiver assegurada a possibilidade de obter lucros imediatos, e a área da defesa tem um desafio tecnológico em aberto".
Nélson Jobim abriu, em Brasília, a 2ª Oficina de Trabalho sobre Diagnóstico da Base Industrial da Defesa. Na ocasião, chamou a atenção para a necessidade de uma estratégia voltada para o futuro, visando à segurança interna.
O ministro reiterou que "se um país tem uma defesa forte, terá condições de dizer não ao mundo na hora certa e de apoiar somente o que for adequado". Isso é importante, conforme lembrou, no momento em que o país se prepara para ser um grande produtor de gás e petróleo.
Ele também defendeu o fortalecimento da estrutura militar, tanto na logística quanto na capacitação de pessoal.
O ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, que também participou da abertura dos trabalhos da oficina, concordou com Jobim ao dizer que "o Estado tem que estar à frente na pesquisa para os setores estratégicos, porque a empresa privada está preocupada em dividir lucros com os acionistas. Por isso, em nenhum lugar do mundo, ela quer correr risco de prejuízos".
Ele lembrou que o etanol é hoje mais consumido no país do que a gasolina e isso foi possível porque o governo tomou a iniciativa de estimular a produção dos combustíveis alternativos.
04/10/2010
Grupo de gerenciamento do programa EC725 começa a funcionar na Helibras
Grupo de gerenciamento do programa EC725 começa a funcionar na Helibras
Mais uma etapa de implantação do projeto de fabricação, no Brasil, dos helicópteros EC725 para as Forças Armadas foi concluída nesta Segunda-Feira (4).
Começou a funcionar nas dependências da Helibras, em Itajubá (MG), o GAC – Grupo de Acompanhamento e Controle, responsável por representar o Exército, a Marinha e a Aeronáutica em todos os assuntos referentes às novas aeronaves militares.
Composto inicialmente de sete oficiais das três armas sob a coordenação do coronel-engenheiro Mário Márcio Ramos Teixeira, o GAC deverá contar, no auge da fabricação dos EC725 no Brasil, com 16 integrantes.
“Este é o segundo grupo formado para conferir os materiais recebidos da Eurocopter para a montagem dos helicópteros no Brasil, para o acompanhamento dos trabalhos na linha de produção, para o recebimento formal das aeronaves prontas e todos os demais contatos necessários entre o fabricante e os clientes”, explica Sergio Roxo, gerente de Mercado Militar – Oil & Gas da Helibras.
Para o presidente, Eduardo Marson Ferreira, “a implantação do GAC é mais um marco importante no processo de expansão da Helibras, que se prepara, a passos largos, para receber as três primeiras unidades do EC725, em algumas semanas.
Com isso, vamos cumprindo nosso objetivo de capacitar nossos profissionais, já que ao mesmo tempo, avançam as obras físicas de expansão e vão sendo realizados os treinamentos e intercâmbios entre técnicos do Brasil e da França”, diz.
Os integrantes do GAC em Itajubá irão trabalhar em regime integral nas instalações da Helibras, a exemplo dos integrantes de uma estrutura semelhante já implantada na Eurocopter, em Marignane, na França.
“O acompanhamento de todas as fases de construção dos EC725 por militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica também foi uma contrapartida assumida com o Ministério da Defesa, garantindo a transferência e domínio de toda a tecnologia pelos brasileiros”, conclui Marson.
As instalações do GAC em Itajubá foram inauguradas com a presença do tenente brigadeiro-do-ar Ailton Pohlmann, comandante do DCTA; do brigadeiro-do-ar Carlos Amaral, presidente do COPAC; do general-de-brigada Antonio de Pádua Barbosa, diretor de Materiais da Aviação do Exército e do CMG Rômulo Brandão Dias.
Veja Fotos do primeiro voo do EC-725 da AvEx
Essas fotos do EB5001 foram publicadas no informativo “O Águia”, da Aviação do Exército e disponibilizadas pelo site Voo Tático.
Fonte: Tecnologia&Defesa/Fotos:vootatico/Força Terrestre;Plano Brasil






