SUA REVISTA ELETRÔNICA EM AVIAÇÃO [Your e-magazine of Aviation] VOAR NEWS AVIAÇÃO & DEFESA
12/07/2012
IATA acompanha criação de padrão para emissões aéreas
07/06/2012
Frota da Emirates continua líder em eficiência de combustível
02/12/2010
Lufthansa e Airbus lançam os primeiros voos de passageiros do mundo com biocombustível

Um significativo passo à frente em direção à aviação sustentável.
No primeiro semestre de 2011, a Lufthansa lançará os primeiros voos comerciais regulares do mundo usando biocombustível, com uma aeronave Airbus A321 equipada com dois motores IAE (International Aero Engines).
Os voos diários entre Hamburgo e Frankfurt serão os primeiros do mundo a usar biocombustível feito de 50% de HVO (Hydrotreated Vegetable Oil ou Óleo Vegetal Hidro-tratado, em português).
Quando consumido, um combustível derivado da biomassa emite o CO2, absorvido naturalmente durante o crescimento da respectiva planta, ajudando assim a neutralizar as emissões gerais desse gás.
Os voos diários começarão em abril de 2011 e, inicialmente, continuarão por um período de seis meses como parte do projeto R&T “Burn Fair”, destinado a estudar o impacto a longo prazo dos biocombustíveis sustentáveis, no desempenho dos aviões.
A função da Airbus é fornecer assistência técnica e monitorar as propriedades do combustível.
“Nós vemos grandes oportunidades a utilização de querosene biosintético. Mas primeiro, estamos adquirindo experiência com ele praticando diariamente.
De fato, a Lufthansa é a primeira companhia aérea do mundo a utilizar biocombustível durante os voos. Esse é mais um passo consistente na estratégia de sustentabilidade, a qual a Lufthansa vem procurando há anos com sucesso”, disse Wolfgang Mayrhuber, CEO da Lufthansa.
“Sendo pioneiros nessa área, estamos muito orgulhosos porque a nossa tecnologia de diesel renovável é capaz de atender aos mais estritos padrões de qualidade para ajudar a suprir as necessidades da aviação, pois essa tecnologia tem um grande potencial para o futuro”, disse Matti Lievonen, Presidente e CEO da Neste Oil.
“Os voos diários com biocombustível representam um significativo passo à frente na nossa busca de um futuro sustentável para a aviação. A Airbus está reunindo produtores de matérias-primas, refinarias de combustíveis e companhias aéreas, e com o anúncio de hoje dos voos com passageiros, demos mais um passo à frente para torná-lo realidade”, disse Tom Enders, Presidente e CEO da Airbus.
O biocombustível está sendo fornecido pela Neste Oil, da Finlândia, sob um acordo a longo prazo com a Lufthansa.
O combustível só será produzido a partir de matérias-primas sustentáveis, para se certificar que as bio matérias-prima não competem por alimentos, água ou terra. Além disso, a Neste Oil é membro da RSB (Roundtable on Sustainable Biofuels ou Mesa-redonda sobre Biocombustíveis Sustentáveis, em português) e da RSPO (Roundtable on Sustainable Palm Oil ou Mesa-redonda sobre Óleo de Palmeira Sustentável, em português).
A procura da Airbus pelos combustíveis alternativos tem como objetivo tornar os combustíveis alternativos sustentáveis uma realidade para a aviação, reunindo as partes interessadas de uma forma social e industrialmente sustentável.
Além dos seus esforços com outras companhias aéreas, tais como o recente primeiro voo com biocombustível na América Latina, realizado em 22 de novembro, em outubro de 2009, um avião da Airbus realizou o primeiro voo comercial com 50% de GTL (gás liquifeito) e, em fevereiro de 2008, um Airbus A380 completou com sucesso o primeiro voo do mundo com um avião comercial usando GTL. | www.airbus.com
Fonte:Potal Fator Brasil
22/11/2010
TAM faz voo experimental com bioquerosene de aviação
TAM faz voo experimental com bioquerosene de aviação
SÃO PAULO - Um Airbus A320 da TAM fez um voo de 45 minutos hoje à tarde utilizando um biocombustível de aviação produzido a partir do óleo de pinhão manso.
O avião experimental saiu do Aeroporto do Galeão, na zona norte do Rio, e voou sobre o Atlântico, no espaço aéreo brasileiro, depois retornando ao aeroporto de origem.
Segundo o presidente da TAM Linhas Aéreas, Líbano Barroso, a realização deste voo experimental materializa a participação da TAM num amplo projeto de desenvolvimento da cadeia produtiva desse biocombustível de biomassa vegetal, com o objetivo de se criar uma plataforma brasileira de bioquerosene de aviação sustentável.
O próximo passo desse projeto inovador é a implementação e operação de uma unidade de plantio de pinhão manso, em escala reduzida, no Centro Tecnológico da TAM em São Carlos (SP), segundo nota da TAM.
Para assegurar a disponibilidade do biocombustível necessário para o voo experimental, a TAM adquiriu, por intermédio da Curcas Brasil, sementes de produtores de pinhão manso do Norte, Sudeste e Centro-Oeste, providenciou a sua transformação em óleo semirrefinado e exportou-o para os EUA, onde a UOP LLC, empresa do grupo Honeywell, fez o processamento do óleo de pinhão manso em bioquerosene e sua mistura com o querosene convencional de aviação, na proporção de 50% cada.
Fonte:Estadão-Por:EDUARDO MAGOSSI - Agencia Estado
11/11/2010
Embraer é listada no índice de sustentabilidade Dow Jones
Embraer é listada no índice de sustentabilidade Dow Jones
Empresa também faz parte do ÍSE da BM&FBovespa, desde 2005.
São José dos Campos– A Embraer foi listada no Índice de Sustentabilidade Dow Jones (Dow Jones Sustainability Index – DJSI), em reconhecimento aos atuais esforços de sustentabilidade da Companhia. Com esta seleção, a estratégia da Embraer é agora reconhecida por dois dos mais importantes índices globais, que inclui o ÍSE da BM&FBovespa.
“Celebro e compartilho esta significativa conquista com todas as pessoas da Embraer, que tem se comprometido firmemente na contínua melhoria de todos os aspectos do nosso negócio e a construir a longevidade da Embraer”, disse Frederico Fleury Curado, diretor- presidente da Embraer.
“Ao completar dez anos de listagem das nossas ações na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), não poderia haver melhor recompensa aos nossos esforços e ao comprometimento com o crescimento sustentável.”
Por meio de um rígido processo anual, realizado por SAM Indexes GmbH (SAM), os DJSI são reconhecidos como uma referência internacional no que se refere a sustentabilidade corporativa.
Criados em 1999, os índices são atualizados todos os anos.
A inclusão é baseada em uma ampla gama de critérios incluindo a análise do desempenho corporativo econômico, ambiental e social, além de avaliar questões relacionadas à governança corporativa, gestão de risco e marca, mitigação das mudanças climáticas, práticas trabalhistas e da cadeia de suprimentos.
“Ser listado no DJSI significa que nossa política corporativa de sustentabilidade está alinhada com as melhores práticas mundiais, em termos de critérios econômicos, sociais e ambientais”, disse Luiz Carlos Aguiar, Vice-Presidente Executivo Financeiro e Relações com Investidores da Embraer.
Para a revisão do período 2010-2011, participaram 2.500 companhias de 57 países. Entre elas, 323 de 27 países, foram selecionadas para compor o DJSI World, das quais oito empresas são brasileiras.
Devido à importância das questões relacionadas à governança corporativa e sustentabilidade no atual cenário de negócios e da indústria, este índice reflete as necessidades e exigências da sociedade para as corporações, investidores e público em geral, em todo o mundo.
Os índices globais e regionais fornecem aos gestores de recursos informações objetivas, confiáveis e de alta qualidade para a gestão de portfólios com foco em sustentabilidade.
O índice DJSI atualmente consiste em cinco categorias: Mundial, Europa, América do Norte, Ásia Pacífico e Coréia do Sul. O DJSI World é composto por 58 setores e a Embraer está entre as cinco principais empresas listadas no setor aviação e defesa.
Índices de Sustentabilidade Dow Jones e a SAM- Criados em 1999, os Índices de Sustentabilidade Dow Jones (Dow Jones Sustainability Indexes – DSJI – www.sustainability-index.com) são os primeiros índices globais a monitorar o desempenho financeiro das empresas líderes em política de sustentabilidade.
Elaborados por meio de uma parceria entre o Dow Jones Indexes e a SAM Indexes GmbH (www.samgroup. com), eles fornecem aos gestores de recursos informações objetivas, confiáveis e de alta qualidade para a gestão de portfólios com foco em sustentabilidade.
Ao reunir a experiência de um dos principais provedores de índices e pioneiro de renome mundial em investir sustentabilidade, a família DJSI tem uma sólida base para atender à crescente demanda de mercado por valores de referência de sustentabilidade profissionais, objetivos e confiáveis.
A SAM é a empresa operadora para o DJSI, enquanto o DJSI World Index design committee é responsável por todas as decisões que afetam os índices, incluindo mudanças na composição e na metodologia.
09/11/2010
Ministério Público quer taxar empresas aéreas por dano ambiental
Ministério Público quer taxar empresas aéreas por dano ambiental em Guarulhos e SNEA diz ser absurdo
18/10/2010
Vizinhos de Congonhas pedem janela antirruído
Para elas, deve-se só tomar cuidado para que os equipamentos antirruído sejam instalados em imóveis cujos moradores, comprovadamente, tenham a saúde afetada pelo barulho.
A proposta das barreiras antirruído nas casas foi inspirada em medida adotada no Aeroporto de Scottsdale (Arizona), nos Estados Unidos.
Ele afirma que a meta agora é garantir que a medição seja feita da melhor forma possível.
A Infraero prometeu medir cinco pontos dentro da curva de ruído, um espaço por onde se propaga o barulho dos aviões, durante 15 dias até o fim do mês.
"Fizeram muitas exigências para esses locais. Não podia ter cachorro perto e tinha de permitir acesso por 24 horas a pessoas que nem conhecemos", argumenta a presidente da Associação Brasileira de Parentes e Amigos das Vítimas de Acidentes Aéreos (Abrapavaa), Sandra Assali.
"Nossas reivindicações estão calçadas em argumentos técnicos e normas internacionais", diz Sarmento.
As medições da Infraero não começaram porque os aparelhos, cedidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), estão sendo calibrados por um laboratório de acústica.
Nota :A Exemplo do que foi feito na Espanha ,onde para se ter uma boa convivência com os moradores e poupar milhões em indenizações os adimistradores do aeroporto de Madrid Barajas efetuaram um estudo baseado em ruídos aeronauticos específicos ,e em horários pontuais, afim de identificar os níveis de ruidos que efetavam as moradias ao entorno.
Depois Aeroporto Madrid -Barajas
Antes
Depois
Antes
Depois
Na Area I :são permitidos a implantação ,o uso e desenvolvimento de algumas atividades ,tais como:
- Produção e extração de recursos naturais (Agricultura;Mineração e Atividades equivalentes)
- Serviços Públicos ou de Atividades Públicas (Estações de tratamento de agua e esgoto;cemitérios;equipamentos urbanos equivalentes)
- Comercial ( estacionamentos;Armazens;Feiras livres)
- Recreação e Lazer ao Ar Livre(Parques,praças ,áreas verdes;Campos de Esportes)
- Transportes (Rodoviárias ,ferrovias;terminais de carga e passageiros;Auxílios a Navegação Aérea).
O Gráfico acima mostra uma avaliação mais pontual (específica)referente as curvas de ruídos,com o propósito de proteção do entorno utilizando as características peculiáres de cada aeródromo.- Residencial
- Saúde (Hospitais,consultórios,azilos)
- Educacional (Escolas;Creches)
- Serviços Públicos ou de atividades Públicas(Hoteis;Moteis;edificaçõews para atividades religiosas;Centros comunitários e Profissionalizantes)
- Cultural (Cinemas;Teatros;Bibliotecas,Auditórios)
Embora esteja tudo errado a associação de moradores deveria pedir uma indenização e o custeio das medidas contra ruídos da prefeitura de São Paulo,pois como já dito o Aeroporto ja chegou ali muito antes dos moradores ,na época de sua implantação era apenas uma fazenda e nada ao redor.
05/09/2010
Airbus lidera testes AIRE2 com A380, para ser a primeira a realizar viagens ecológicas
Airbus lidera testes AIRE2 com A380, para ser a primeira a realizar viagens ecológicas
Os voos transatlânticos com o A380 poderão reduzir as emissões de CO2 (dióxido de carbono) em três toneladas.
Um consórcio liderado pela Airbus, em parceria com a Air France e os fornecedores de serviços de navegação aérea da Grã-Bretanha, Canadá e os Estados Unidos (NATS, Nav Canada e a FAA) em breve começarão testes TGF (Transatlantic Green Flight ou Teste Transatlântico Ecológico, em português), com um A380 da Airbus em voos regulares entre os aeroportos JFK, em Nova York e CDG, em Paris.
Sob um recente contrato do SJU (SESAR Joint Undertaking ou Entendimento Conjunto SESAR, em português), esses testes TGF com A380 são parte da AIRE2 (Atlantic Interoperability Inititive to Reduce Emissions ou segunda fase da Iniciativa Atlântica de Interoperabilidade para redução de Emissões, em português).
A primeira fase, a AIRE, foi lançada em conjunto pela Comissão Europeia e a FAA (Federal Aviation Administration ou Administração Federal de Aviação, em português), em junho de 2007, no Paris Air Show.
Os voos TGF para os quais a Airbus colaborou com vários elementos, deverão ser realizados durante um período de um mês e meio a dois meses no quarto trimestre de 2010. Eles cobrirão a otimização do procedimento, incluindo o movimento de táxi no Aeroporto John F. Kennedy, e o voo sobre o Oceano Atlântico.
Espera-se que nessa operação toda, cada voo com A380 possa reduzir em cerca de três toneladas as emissões de CO2, quando comparada aos procedimentos atuais.
“Esses testes de voos transatlânticos poderão ajudar a indústria a dirigir os seus esforços para o desenvolvimento, a longo prazo, do crescimento sustentável e de conceitos operacionais mais eficientes”, disse Charles Champion, Vice-presidente Executivo de Engenharia da Airbus.
também afirmou que os testes que estão sendo realizados hoje com o A380 contribuirão para estabelecer os padrões do amanhã, graças ao amplo sistema de melhorias no Gerenciamento do Tráfego Aéreo, preparado por programas como o SESAR e o NextGen.
Contribuições operacioais do TGF: A FAA dará suporte à Air France para começar cada teste com um econômico “movimento de táxi com motor reduzido”, do portão de embarque até a pista no JFK.
Isso será possível por meio de estimativas de tempo de movimento de táxi, permitindo que o A380 faça esse percurso utilizando apenas dois dos seus quatro motores. Enquanto isso, a NATS (National Air Trasport System ou Sistema Nacional de Tráfego Aéreo, em português) e a Nav Canada facilitarão a parte do voo sobre o Atlântico, o que reduzirá as emissões de CO2, utilizando uma trajetória otimizada, na qual mais flexibilidade será arranjada para a velocidade, a altitude e os deslocamentos laterais.
Essa trajetória aproveitará a grande altitude de cruzeiro do A380, superior a 12.000 m (39.000 pés).
Projetos adicionais AIRE2 – “VINGA” e “Green Shuttle” - A Airbus também está engajada como parceira em dois outros testes AIRE2: o “VINGA” e o “Green Shuttle”.
O primeiro deles, que trabalha sobre a experiência dos testes de voo AIRE “MINT” realizados no ano passado (com a Novair e o Serviço Sueco de Navegação Aérea), validará pela primeira vez uma transição de uma aproximação em curva RNP 0.3 para uma aproximação ILS (Instrument
Landing System ou Sistema de Pouso por Instrumentos, em português), no Aeroporto Landvetter, em Gotemburgo, na Suécia.
Essa implementação operacional será facilitada pela Quovadis, uma subsidiária de serviços RNP (Required Navigation Performance ou Desempenho Exigido de Navegação, em português) da Airbus.
Enquanto isso, o projeto “Green Shuttle”, em parceria com a Air France e a fornecedora de serviços de navegação aérea francês DSNA (Direction des Services de la Navigation Aérienne ou Direção de Serviços de Navegação Aérea, em português), procura otimizar todas as fases dos voos “La Navette” da companhia aérea, entre o Aeroporto de Orly, em Paris, e Toulouse, que são operados com aeronaves da Família A320 (A318, A319, A320 e A321).
Fonte:Portal Fator Brasil
EUA terão regras para emissões da aviação
EUA terão regras para emissões da aviação
A agência ambiental está definindo novos padrões de eficiência energética para carros e caminhões.
07/07/2010
Aviação cria site para responsabilidade ambiental
O ATAG conta com um site específico para abordar a responsabilidade ambiental, o www.enviro.aero.
Ali entre algumas soluções propostas há uma série de dados e estatísticas sobre a aviação, que entre os meios de transporte responde por 12% do total de emissões de CO2.
Entre os dados disponíveis no site estão informações como a redução das emissões de monóxido de carbono em 50% nos últimos 40 anos. Confira outros dados:
- A aviação transporta 2,2 bilhões de passageiros anualmente;
- 40% das viagens internacionais são aéreas;
- 2.092 companhias aéreas somam frota de quase 23 mil aeronaves;
- A aviação alcança taxas de ocupação superiores a 75%, enquanto os trens têm médias de 40% a 50% e os automóveis, de 30%;
- O impacto econômico mundial da aviação é calculado em torno de US$ 3,5 bilhões, ou 8% do PIB mundial;
- A aviação emprega cerca de 32 milhões de pessoas em todo o mundo, direta e indiretamente.
Fonte:Panrotas-Por:Maria Izabel Reigada


