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12/07/2012

IATA acompanha criação de padrão para emissões aéreas


IATA acompanha criação de padrão para emissões aéreas 



Até o próximo ano, deve ser desenvolvida uma medida padrão para emissões de CO2 das novas aeronaves, segundo a IATA. 

07/06/2012

Frota da Emirates continua líder em eficiência de combustível


Frota da Emirates continua líder em eficiência de combustível


 Relatório divulgado no dia 05 de junho (terça-feira), mostra compromisso do Grupo com o meio ambiente. São Paulo – O Grupo Emirates divulgou no dia 05 de junho (terça-feira), Dia Mundial do Meio Ambiente, seu relatório ambiental anual, que foi ampliado em relação ao do ano passado e traz mais dados sobre as operações fora de Dubai, bem como novas áreas de negócios.

02/12/2010

Lufthansa e Airbus lançam os primeiros voos de passageiros do mundo com biocombustível

Lufthansa e Airbus lançam os primeiros voos de passageiros do mundo com biocombustível


Um significativo passo à frente em direção à aviação sustentável.

No primeiro semestre de 2011, a Lufthansa lançará os primeiros voos comerciais regulares do mundo usando biocombustível, com uma aeronave Airbus A321 equipada com dois motores IAE (International Aero Engines).

Os voos diários entre Hamburgo e Frankfurt serão os primeiros do mundo a usar biocombustível feito de 50% de HVO (Hydrotreated Vegetable Oil ou Óleo Vegetal Hidro-tratado, em português).

Quando consumido, um combustível derivado da biomassa emite o CO2, absorvido naturalmente durante o crescimento da respectiva planta, ajudando assim a neutralizar as emissões gerais desse gás.

Os voos diários começarão em abril de 2011 e, inicialmente, continuarão por um período de seis meses como parte do projeto R&T “Burn Fair”, destinado a estudar o impacto a longo prazo dos biocombustíveis sustentáveis, no desempenho dos aviões.

A função da Airbus é fornecer assistência técnica e monitorar as propriedades do combustível.

“Nós vemos grandes oportunidades a utilização de querosene biosintético. Mas primeiro, estamos adquirindo experiência com ele praticando diariamente.

De fato, a Lufthansa é a primeira companhia aérea do mundo a utilizar biocombustível durante os voos. Esse é mais um passo consistente na estratégia de sustentabilidade, a qual a Lufthansa vem procurando há anos com sucesso”, disse Wolfgang Mayrhuber, CEO da Lufthansa.

“Sendo pioneiros nessa área, estamos muito orgulhosos porque a nossa tecnologia de diesel renovável é capaz de atender aos mais estritos padrões de qualidade para ajudar a suprir as necessidades da aviação, pois essa tecnologia tem um grande potencial para o futuro”, disse Matti Lievonen, Presidente e CEO da Neste Oil.

“Os voos diários com biocombustível representam um significativo passo à frente na nossa busca de um futuro sustentável para a aviação. A Airbus está reunindo produtores de matérias-primas, refinarias de combustíveis e companhias aéreas, e com o anúncio de hoje dos voos com passageiros, demos mais um passo à frente para torná-lo realidade”, disse Tom Enders, Presidente e CEO da Airbus.

O biocombustível está sendo fornecido pela Neste Oil, da Finlândia, sob um acordo a longo prazo com a Lufthansa.

O combustível só será produzido a partir de matérias-primas sustentáveis, para se certificar que as bio matérias-prima não competem por alimentos, água ou terra. Além disso, a Neste Oil é membro da RSB (Roundtable on Sustainable Biofuels ou Mesa-redonda sobre Biocombustíveis Sustentáveis, em português) e da RSPO (Roundtable on Sustainable Palm Oil ou Mesa-redonda sobre Óleo de Palmeira Sustentável, em português).

A procura da Airbus pelos combustíveis alternativos tem como objetivo tornar os combustíveis alternativos sustentáveis uma realidade para a aviação, reunindo as partes interessadas de uma forma social e industrialmente sustentável.

Além dos seus esforços com outras companhias aéreas, tais como o recente primeiro voo com biocombustível na América Latina, realizado em 22 de novembro, em outubro de 2009, um avião da Airbus realizou o primeiro voo comercial com 50% de GTL (gás liquifeito) e, em fevereiro de 2008, um Airbus A380 completou com sucesso o primeiro voo do mundo com um avião comercial usando GTL. | www.airbus.com


Fonte:Potal Fator Brasil

22/11/2010

TAM faz voo experimental com bioquerosene de aviação

TAM faz voo experimental com bioquerosene de aviação

http://fl410.files.wordpress.com/2010/05/img_3562.jpg?w=368&h=277

SÃO PAULO - Um Airbus A320 da TAM fez um voo de 45 minutos hoje à tarde utilizando um biocombustível de aviação produzido a partir do óleo de pinhão manso.

O avião experimental saiu do Aeroporto do Galeão, na zona norte do Rio, e voou sobre o Atlântico, no espaço aéreo brasileiro, depois retornando ao aeroporto de origem.

Segundo o presidente da TAM Linhas Aéreas, Líbano Barroso, a realização deste voo experimental materializa a participação da TAM num amplo projeto de desenvolvimento da cadeia produtiva desse biocombustível de biomassa vegetal, com o objetivo de se criar uma plataforma brasileira de bioquerosene de aviação sustentável.

O próximo passo desse projeto inovador é a implementação e operação de uma unidade de plantio de pinhão manso, em escala reduzida, no Centro Tecnológico da TAM em São Carlos (SP), segundo nota da TAM.

A biomassa vegetal, fonte do bioquerosene de aviação utilizado no voo experimental, é 100% nacional, oriunda de projetos de agricultura familiar e de fazendas de porte significativo do interior do Brasil, que se dedicam à cultura pioneira do pinhão manso.

Para assegurar a disponibilidade do biocombustível necessário para o voo experimental, a TAM adquiriu, por intermédio da Curcas Brasil, sementes de produtores de pinhão manso do Norte, Sudeste e Centro-Oeste, providenciou a sua transformação em óleo semirrefinado e exportou-o para os EUA, onde a UOP LLC, empresa do grupo Honeywell, fez o processamento do óleo de pinhão manso em bioquerosene e sua mistura com o querosene convencional de aviação, na proporção de 50% cada.

Fonte:Estadão-Por:EDUARDO MAGOSSI - Agencia Estado

11/11/2010

Embraer é listada no índice de sustentabilidade Dow Jones

Embraer é listada no índice de sustentabilidade Dow Jones

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Empresa também faz parte do ÍSE da BM&FBovespa, desde 2005.

São José dos Campos– A Embraer foi listada no Índice de Sustentabilidade Dow Jones (Dow Jones Sustainability Index – DJSI), em reconhecimento aos atuais esforços de sustentabilidade da Companhia. Com esta seleção, a estratégia da Embraer é agora reconhecida por dois dos mais importantes índices globais, que inclui o ÍSE da BM&FBovespa.

“Celebro e compartilho esta significativa conquista com todas as pessoas da Embraer, que tem se comprometido firmemente na contínua melhoria de todos os aspectos do nosso negócio e a construir a longevidade da Embraer”, disse Frederico Fleury Curado, diretor- presidente da Embraer.

“Ao completar dez anos de listagem das nossas ações na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), não poderia haver melhor recompensa aos nossos esforços e ao comprometimento com o crescimento sustentável.”

Por meio de um rígido processo anual, realizado por SAM Indexes GmbH (SAM), os DJSI são reconhecidos como uma referência internacional no que se refere a sustentabilidade corporativa.

Criados em 1999, os índices são atualizados todos os anos.

A inclusão é baseada em uma ampla gama de critérios incluindo a análise do desempenho corporativo econômico, ambiental e social, além de avaliar questões relacionadas à governança corporativa, gestão de risco e marca, mitigação das mudanças climáticas, práticas trabalhistas e da cadeia de suprimentos.

“Ser listado no DJSI significa que nossa política corporativa de sustentabilidade está alinhada com as melhores práticas mundiais, em termos de critérios econômicos, sociais e ambientais”, disse Luiz Carlos Aguiar, Vice-Presidente Executivo Financeiro e Relações com Investidores da Embraer.

Para a revisão do período 2010-2011, participaram 2.500 companhias de 57 países. Entre elas, 323 de 27 países, foram selecionadas para compor o DJSI World, das quais oito empresas são brasileiras.

Devido à importância das questões relacionadas à governança corporativa e sustentabilidade no atual cenário de negócios e da indústria, este índice reflete as necessidades e exigências da sociedade para as corporações, investidores e público em geral, em todo o mundo.

Os índices globais e regionais fornecem aos gestores de recursos informações objetivas, confiáveis e de alta qualidade para a gestão de portfólios com foco em sustentabilidade.

O índice DJSI atualmente consiste em cinco categorias: Mundial, Europa, América do Norte, Ásia Pacífico e Coréia do Sul. O DJSI World é composto por 58 setores e a Embraer está entre as cinco principais empresas listadas no setor aviação e defesa.

Índices de Sustentabilidade Dow Jones e a SAM- Criados em 1999, os Índices de Sustentabilidade Dow Jones (Dow Jones Sustainability Indexes – DSJI – www.sustainability-index.com) são os primeiros índices globais a monitorar o desempenho financeiro das empresas líderes em política de sustentabilidade.

Elaborados por meio de uma parceria entre o Dow Jones Indexes e a SAM Indexes GmbH (www.samgroup. com), eles fornecem aos gestores de recursos informações objetivas, confiáveis e de alta qualidade para a gestão de portfólios com foco em sustentabilidade.

Ao reunir a experiência de um dos principais provedores de índices e pioneiro de renome mundial em investir sustentabilidade, a família DJSI tem uma sólida base para atender à crescente demanda de mercado por valores de referência de sustentabilidade profissionais, objetivos e confiáveis.

A SAM é a empresa operadora para o DJSI, enquanto o DJSI World Index design committee é responsável por todas as decisões que afetam os índices, incluindo mudanças na composição e na metodologia.


Fonte:Página Inicial

09/11/2010

Ministério Público quer taxar empresas aéreas por dano ambiental



Ministério Público quer taxar empresas aéreas por dano ambiental em Guarulhos e SNEA diz ser absurdo






As companhias aéreas devem ser responsabilizadas pela poluição e danos ambientais na região de Guarulhos (São Paulo).

18/10/2010

Vizinhos de Congonhas pedem janela antirruído

Vizinhos de Congonhas pedem janela antirruído

http://www.estadao.com.br/fotos/AEROPORT.JPG

MPF vai avaliar proposta de associação de moradores, semelhante à adotada em aeroporto nos EUA; medição de barulho ainda não começou

Entorno. Infraero prometeu medição de ruído provocado por aviões em cinco locais da região

O MPF admite estudar esta e outras propostas que visem a minimizar o desconforto causado pelos aviões (leia ao lado).
Duas associações são favoráveis à ideia.

Para elas, deve-se só tomar cuidado para que os equipamentos antirruído sejam instalados em imóveis cujos moradores, comprovadamente, tenham a saúde afetada pelo barulho.

"O aeroporto não vai sair do lugar. Estamos pesquisando soluções que melhorem a situação dos moradores", diz o empresário Edwaldo Sarmento, vice-presidente da Amea.

A proposta das barreiras antirruído nas casas foi inspirada em medida adotada no Aeroporto de Scottsdale (Arizona), nos Estados Unidos.

A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), responsável por Congonhas e outros 86 aeroportos no País, informou que questões tratadas no grupo de trabalho de poluição sonora seriam respondidas pelo MPF.

"Estamos cautelosos com essa proposta. Se for viável, vamos pleitear", diz o presidente do Movimento de Moradores pela Preservação Urbanística do Campo Belo (Movibelo), Antônio Cunha.

Ele afirma que a meta agora é garantir que a medição seja feita da melhor forma possível.

A Infraero prometeu medir cinco pontos dentro da curva de ruído, um espaço por onde se propaga o barulho dos aviões, durante 15 dias até o fim do mês.

No dia 8, o Movibelo, a Amea e outras cinco associações entregaram um documento ao MPF abrindo mão do direito de escolher três dos pontos de medição.

"Fizeram muitas exigências para esses locais. Não podia ter cachorro perto e tinha de permitir acesso por 24 horas a pessoas que nem conhecemos", argumenta a presidente da Associação Brasileira de Parentes e Amigos das Vítimas de Acidentes Aéreos (Abrapavaa), Sandra Assali.

Normas. Os moradores sustentam que uma medição eficiente precisaria ser feita ao longo de um ano, já que as ondas sonoras se propagam de forma diferente de acordo com as condições climáticas, e com equipamentos melhores.

"Nossas reivindicações estão calçadas em argumentos técnicos e normas internacionais", diz Sarmento.

As medições da Infraero não começaram porque os aparelhos, cedidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), estão sendo calibrados por um laboratório de acústica.
Os resultados devem ser apresentados nos dias 8 e 22 de novembro.

REIVINDICAÇÕES

Horários

Reduzir o funcionamento de Congonhas, adiando a abertura de 6 para 7 horas e antecipando o fechamento de 23 para 22 horas

Poluição
Evitar a chuva ácida causada por partículas que se soltam dos aviões nos pousos e decolagens

Barulho
Diminuir o impacto dos ruídos causados pela movimentação das aeronaves

Nota :A Exemplo do que foi feito na Espanha ,onde para se ter uma boa convivência com os moradores e poupar milhões em indenizações os adimistradores do aeroporto de Madrid Barajas efetuaram um estudo baseado em ruídos aeronauticos específicos ,e em horários pontuais, afim de identificar os níveis de ruidos que efetavam as moradias ao entorno.
Aeroporto de Madrid (Barajas)

Antes
Aeroporto de Madrid (Barajas)

Depois Aeroporto Madrid -Barajas
Antes

Depois
Antes
Depois

voltando ao aeroporto de congonhas

Portaria nº , de 8 de Dezembro de 1987, do Ministério da Aeronáutica (atual Comando da Aeronáutica)

PZR > É um documento que normatiza e estabelece restrições ao uso do solo entorno dos aeródromos (deacordo com os ruídos aeronauticos).

Tem como finalidade a Indicação de atividades para áreas situadas entre os limites do aeroporto e definir as Curvas de Níveis de Ruído, compatibilizado com os níveis de ruído a que estão sujeitas. Com isso são definidos os usos adequados aos níveis de ruídos para as áereas abrangidas pela curava de níveis de ruídos


Vamos ver para que servem as Áreas de um PZR (plano de Zoneamento de Ruídos)

Na Area I :são permitidos a implantação ,o uso e desenvolvimento de algumas atividades ,tais como:
  • Produção e extração de recursos naturais (Agricultura;Mineração e Atividades equivalentes)
  • Serviços Públicos ou de Atividades Públicas (Estações de tratamento de agua e esgoto;cemitérios;equipamentos urbanos equivalentes)
  • Comercial ( estacionamentos;Armazens;Feiras livres)
  • Recreação e Lazer ao Ar Livre(Parques,praças ,áreas verdes;Campos de Esportes)
  • Transportes (Rodoviárias ,ferrovias;terminais de carga e passageiros;Auxílios a Navegação Aérea).
O Gráfico acima mostra uma avaliação mais pontual (específica)referente as curvas de ruídos,com o propósito de proteção do entorno utilizando as características peculiáres de cada aeródromo.

Nas Áreas de Nivel II -Não são permitidas o uso ,a implantação e o desenvolvimento das seguintes atividades:
  • Residencial
  • Saúde (Hospitais,consultórios,azilos)
  • Educacional (Escolas;Creches)
  • Serviços Públicos ou de atividades Públicas(Hoteis;Moteis;edificaçõews para atividades religiosas;Centros comunitários e Profissionalizantes)
  • Cultural (Cinemas;Teatros;Bibliotecas,Auditórios)

Embora esteja tudo errado a associação de moradores deveria pedir uma indenização e o custeio das medidas contra ruídos da prefeitura de São Paulo,pois como já dito o Aeroporto ja chegou ali muito antes dos moradores ,na época de sua implantação era apenas uma fazenda e nada ao redor.

http://sempla.prefeitura.sp.gov.br/historico/img/1940/conconhas-aspecto-1936_grande.jpg
Aeroporto de Congonhas em 1936
http://sempla.prefeitura.sp.gov.br/historico/img/1940/conconhas-1936_grande.jpg
Passageiros embarcando em um Junker 52 na pista de Congonhas em 1936




fontes:O Estadão-via Direto da Pista /Comentários e estudos Voarnews/Fotos:Voarnews;Clayton de Souza;Video:Voar News

05/09/2010

Airbus lidera testes AIRE2 com A380, para ser a primeira a realizar viagens ecológicas

Airbus lidera testes AIRE2 com A380, para ser a primeira a realizar viagens ecológicas

http://flightlife.files.wordpress.com/2009/06/airbus_logo1.jpg

Os voos transatlânticos com o A380 poderão reduzir as emissões de CO2 (dióxido de carbono) em três toneladas.

Um consórcio liderado pela Airbus, em parceria com a Air France e os fornecedores de serviços de navegação aérea da Grã-Bretanha, Canadá e os Estados Unidos (NATS, Nav Canada e a FAA) em breve começarão testes TGF (Transatlantic Green Flight ou Teste Transatlântico Ecológico, em português), com um A380 da Airbus em voos regulares entre os aeroportos JFK, em Nova York e CDG, em Paris.

Sob um recente contrato do SJU (SESAR Joint Undertaking ou Entendimento Conjunto SESAR, em português), esses testes TGF com A380 são parte da AIRE2 (Atlantic Interoperability Inititive to Reduce Emissions ou segunda fase da Iniciativa Atlântica de Interoperabilidade para redução de Emissões, em português).

A primeira fase, a AIRE, foi lançada em conjunto pela Comissão Europeia e a FAA (Federal Aviation Administration ou Administração Federal de Aviação, em português), em junho de 2007, no Paris Air Show.

Os voos TGF para os quais a Airbus colaborou com vários elementos, deverão ser realizados durante um período de um mês e meio a dois meses no quarto trimestre de 2010. Eles cobrirão a otimização do procedimento, incluindo o movimento de táxi no Aeroporto John F. Kennedy, e o voo sobre o Oceano Atlântico.

Espera-se que nessa operação toda, cada voo com A380 possa reduzir em cerca de três toneladas as emissões de CO2, quando comparada aos procedimentos atuais.

“Esses testes de voos transatlânticos poderão ajudar a indústria a dirigir os seus esforços para o desenvolvimento, a longo prazo, do crescimento sustentável e de conceitos operacionais mais eficientes”, disse Charles Champion, Vice-presidente Executivo de Engenharia da Airbus.

também afirmou que os testes que estão sendo realizados hoje com o A380 contribuirão para estabelecer os padrões do amanhã, graças ao amplo sistema de melhorias no Gerenciamento do Tráfego Aéreo, preparado por programas como o SESAR e o NextGen.

Contribuições operacioais do TGF: A FAA dará suporte à Air France para começar cada teste com um econômico “movimento de táxi com motor reduzido”, do portão de embarque até a pista no JFK.

Isso será possível por meio de estimativas de tempo de movimento de táxi, permitindo que o A380 faça esse percurso utilizando apenas dois dos seus quatro motores. Enquanto isso, a NATS (National Air Trasport System ou Sistema Nacional de Tráfego Aéreo, em português) e a Nav Canada facilitarão a parte do voo sobre o Atlântico, o que reduzirá as emissões de CO2, utilizando uma trajetória otimizada, na qual mais flexibilidade será arranjada para a velocidade, a altitude e os deslocamentos laterais.

Essa trajetória aproveitará a grande altitude de cruzeiro do A380, superior a 12.000 m (39.000 pés).

Projetos adicionais AIRE2 – “VINGA” e “Green Shuttle” - A Airbus também está engajada como parceira em dois outros testes AIRE2: o “VINGA” e o “Green Shuttle”.

O primeiro deles, que trabalha sobre a experiência dos testes de voo AIRE “MINT” realizados no ano passado (com a Novair e o Serviço Sueco de Navegação Aérea), validará pela primeira vez uma transição de uma aproximação em curva RNP 0.3 para uma aproximação ILS (Instrument

Landing System ou Sistema de Pouso por Instrumentos, em português), no Aeroporto Landvetter, em Gotemburgo, na Suécia.

Essa implementação operacional será facilitada pela Quovadis, uma subsidiária de serviços RNP (Required Navigation Performance ou Desempenho Exigido de Navegação, em português) da Airbus.

Enquanto isso, o projeto “Green Shuttle”, em parceria com a Air France e a fornecedora de serviços de navegação aérea francês DSNA (Direction des Services de la Navigation Aérienne ou Direção de Serviços de Navegação Aérea, em português), procura otimizar todas as fases dos voos “La Navette” da companhia aérea, entre o Aeroporto de Orly, em Paris, e Toulouse, que são operados com aeronaves da Família A320 (A318, A319, A320 e A321).


Fonte:Portal Fator Brasil

EUA terão regras para emissões da aviação

EUA terão regras para emissões da aviação

http://www.domtotal.com/img/noticias/2010-02/188527_36198.jpg

A Agência de Proteção Ambiental americana (EPA, na sigla em inglês) prepara novas regras de controle das emissões de gases de efeito estufa do setor de aviação.

Segundo um oficial do governo, as regulamentações devem atender ao pedido do presidente Barack Obama de conferir à EPA um papel de liderança na redução das emissões, caso o Congresso não aprove a lei de mudanças climáticas.

A agência ambiental está definindo novos padrões de eficiência energética para carros e caminhões.

Está previsto para este mês o lançamento de padrões para carros fabricados a partir de 2017.

Fonte: Estadão-via:Direto da pista/Foto:domtotal

07/07/2010

Aviação cria site para responsabilidade ambiental

Aviação cria site para responsabilidade ambiental

http://blogmais.files.wordpress.com/2008/06/logotipo.jpg

Responsável por 2% das emissões mundiais de CO2, a aviação tem um grupo de ação de responsabilidade ambiental, o Grupo de Ação para o Transporte Aéreo (ATAG do original em inglês/Air Transport Action Group).

O ATAG conta com um site específico para abordar a responsabilidade ambiental, o
www.enviro.aero.

Ali entre algumas soluções propostas há uma série de dados e estatísticas sobre a
aviação, que entre os meios de transporte responde por 12% do total de emissões de CO2.

Entre os dados disponíveis no site estão informações como a redução das emissões de monóxido de carbono em 50% nos últimos 40 anos. Confira outros dados:


- A aviação transporta 2,2 bilhões de passageiros anualmente;

- 40% das viagens internacionais são aéreas;

- 2.092 companhias aéreas somam frota de quase 23 mil aeronaves;

- A aviação alcança taxas de ocupação superiores a 75%, enquanto os trens têm médias de 40% a 50% e os automóveis, de 30%;

- O impacto econômico mundial da aviação é calculado em torno de US$ 3,5 bilhões, ou 8% do PIB mundial;

- A aviação emprega cerca de 32 milhões de pessoas em todo o mundo, direta e indiretamente.

Fonte:Panrotas-Por:
Maria Izabel Reigada