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17/12/2013

SEGURANÇA DE VOO - Alerta de bomba em voo Caracas-Paris era falso


Alerta de bomba em voo Caracas-Paris era falso 

[foto:www.presstv.ir]


 Autoridades francesas avisaram venezuelanos da suspeita de ataque. 
 Ministro da Venezuela disse que detonação poderia ser feita em pleno voo. 

07/11/2013

AÉREAS - Air France com A380 em São Paulo ?


Air France com A380 em São Paulo 


[Photo by: Uol.com.br]

A Air France pretende voar para São Paulo com o A380, o maior avião de sua frota de longa distância. 

28/09/2013

Cinquenta quilos de ouro desaparecem de avião da Air France em Paris


Cinquenta quilos de ouro desaparecem de avião da Air France em Paris

Os lingotes de ouro desapareceram do bagageiro do avião da Air France.

 O aeroporto internacional de Paris já está sendo chamado de caverna de Ali Babá, em referência ao conto dos 40 ladrões. 

11/07/2012

AF 447: perícia da Justiça francesa Aponta Airbus e Air France como os principais responsáveis


AF 447: perícia da Justiça francesa Aponta Airbus e Air France como os principais responsáveis do acidente 



 A cento e vinte seis passos da Sala dos Passos Perdidos, no Palácio de Justiça de Paris, quatro peritos sob diretiva da juíza de instrução do Tribunal de Grande Instância, Sylvie Zimmernan explicaram a parentes porque eles perderam para sempre 228 vidas queridas no Oceano Atlântico.

09/07/2012

Investigação aponta falhas de treinamento no Voo AF-447


Investigação aponta falhas de treinamento no Voo AF-447 



 Um erro do piloto, sensores com defeito, treinamento inadequado e supervisão ineficiente se combinaram para derrubar um avião da Air France no meio do Atlântico em 2009 no pior desastre da companhia aérea, disseram investigadores franceses .

04/06/2012

Relatório aponta falha humana em tragédia do voo 447, diz TV


Relatório aponta falha humana em tragédia do voo 447, diz TV 

Destroços achados logo após o acidente, em 2009; a maior parte do avião só seria encontrada em 2011. Foto: AFP

 O Escritório de Investigações e Análises (BEA, na sigla em francês) promete divulgar no dia 5 de julho o relatório final sobre o acidente com o voo AF 447, que matou 288 pessoas em 1º de junho de 2009. 

30/07/2011

Em Entrevista Especialista em Aviação Civil Marcos Silva Reis comenta o Acidente do Voo 447 da Air France

Especialista em Aviação Civil diz que não acredita em falha humana

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Link
Marcos Reis, coordenador do Instituto do Ar da Universidade Estácio de Sá, diz que o relatório tenta reduzir a pressão sobre a indústria francesa do transporte aéreo.



Famílias de vítimas do voo 447 rejeitam novo relatório sobre o acidente

O advogado Leonardo Amarante, representante das famílias, diz que a investigação, na prática, tem a conotação de apontar culpados. Ele diz que um acidente assim tem múltiplas causas, mas que o defeito técnico no pitot deu início ao problema.



fonte:G1.com

29/07/2011

Segundo chefe da investigação do BEA pilotos teriam culpa em acidente do voo 447 da Air France

Pilotos do voo 447 poderiam ter salvo a situação, diz chefe da investigação do BEA

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Situação poderia ser contornada mesmo sem dados da velocidade, disse.
Terceiro relatório sobre o acidente identificou série de falhas da tripulação.

Os pilotos do voo 447 da Air France, que caiu no Oceano Atlântico em 2009 matando todos os 228 a bordo, poderiam ter salvo a situação mesmo depois que a cabine não recebia mais os dados de velocidade, disse nesta sexta-feira (29) o chefe do BEA, agência francesa que investiga o acidente.

'A situação era salvável', afirmou Jean-Paul Troadec, diretor do Escritório de Investigações e Análises, em entrevista depois da divulgação do terceiro relatório sobre o acidente, que indicou uma série de erros dos pilotos.


A Air France respondeu à divulgação do relatório defendendo seus pilotos e dizendo que não há dados suficientes para responsabilizá-los.

O relatório final do acidente deve sair "provavelmente" no primeiro semestre de 2012, disse Troadec.

"Todos os dados obtidos exigem uma análise mais sistemática que demanda muito tempo", disse.

Moacyr Duarte fala sobre o acidente


arte percurso voo 447 versao estatica (Foto: Arte G1)

Pilotos não receberam treinamento para entender o que ocorria, diz BEA.

Eles não perceberam situação de queda e adotaram procedimento errado.

Tahiane Stochero Do G1, em São Paulo

Uma das caixas-pretas do avião da Air France  (Foto: AFP)
Uma das caixas-pretas do avião da Air France
(Foto: AFP)

Relatório preliminar do Escritório de Investigação e Análise para a segurança da aviação civil (BEA), órgão francês responsável pela investigação das causas do acidente com o voo AF 447, aponta que três fatores principais contribuíram para a queda: falha no treinamento dos copilotos, a perda de sustentação da aeronave e problemas de coordenação na cabine.

O Airbus A-330 fazia a rota entre Rio de Janeiro e Paris em 1º de junho de 2009 quando caiu no Oceano Atlântico deixando 228 mortos.

O relatório foi divulgado nesta sexta-feira (29) e toma como base as informações das caixas-pretas da aeronave.

Segundo o BEA, contribuíram:

1) Pilotos

Houve o que é chamado na aviação de "falha de gerenciamento da cabine". O comandante de bordo foi descansar em momento crítico, em que enfrentariam uma tempestade, e saiu sem dar ordens claras e sem dividir tarefas entre os copilotos. Ao retornar para a cabine durante a queda, não retomou o controle. A cabine estava sob situação de confusão, em que os pilotos tentaram ao mesmo tempo dar ordens ao avião e não adotaram procedimentos esperados, como fazer checagem de informações antes de tomar uma decisão.

2) Estol (perda de sustentação que leva à queda)

Os pilotos não reconheceram o alarme de estol (perda de sustentação) e não entenderam o que estava ocorrendo com a aeronave. Em nenhum momento eles falam em voz alta (como seria o esperado) que o alarme de estol soava - o que ocorreu por 54 segundos ininterruptos - e que a aeronave estava caindo. Não se sabe ainda o porquê, mas eles adotaram o procedimento errado, contrário ao esperado para recuperação de estol, elevando o nariz da aeronave.

3) Treinament0

Os pilotos não haviam recebido treinamento para entender o que ocorria com o avião após o congelamento dos pitots (sensores de velocidade) e a perda das informações em alta altitude. Eles também não haviam recebido treinamento para controlar manualmente a aeronave naquela situação após o desligamento do piloto automático e para recuperar o avião da situação de estol em alta altitude.

O escritório de investigação francês divulgou ainda uma lista com dez recomendações de segurança de voo que devem ser adotados para evitar novos acidentes.

Congelamento dos pitots

O BEA confirma que o acidente foi desencadeado após os pitots (sensores) congelarem durante uma tempestade, começando a enviar informações erradas sobre a velocidade e outros parâmetros para a cabine e desligando o piloto automático.

Como o comandante de bordo estava descansando, um dos copilotos assume o controle e o alarme de estol (perda de sustentação) começa a tocar.

A partir de então, o copiloto sempre eleva o bico da aeronave para cima, chegando a mais de 38 mil pés (cerca de 11,5 mil metros de altura). O procedimento padrão para recuperação estol é o inverso ao adotado pelo piloto, e sim de jogar o bico da aeronave para baixo, buscando ganhar velocidade e recuperar a sustentação, e impedindo a queda, afirmam especialistas e investigadores de tragédias aéreas.

'Eles não erraram', diz especialista

"Este relatório reconhece que a tripulação não tinha informações técnicas suficientes para agir e realizar o maior desempenho possível para impedir a queda", diz o comandante Jorge Barros, investigador da reserva da Força Aérea Brasileira (FAB) e especialista em segurança de voo.

"O BEA também diz que os pilotos não entenderam a situação de estol, principalmente por falhas no treinamento. Não tem como atuar numa pane se eles não sabem o que fazer, não foram treinador para isso", afirma o oficial.

"Para mim, isso não significa erro dos pilotos. Erro é quando você é treinado para fazer um procedimento e adota um inverso. Eles não erraram, pois não sabiam o que fazer porque não lhes foi passado", acrescenta.

Outro aspecto levantado por ele é que o BEA destaca recomendações para que a Airbus melhore o projeto do avião.

"O painel sem dados, o alarme tocando, a falta de treinamento, e a engenharia da aeronave construíram uma armadilha para que o acidente ocorresse. Os pilotos caíram numa armadilha", afirma Barros.

Sem entender nada

O BEA diz que a saída do comandante da cabine, para descansar na metade do voo, foi feita sem recomendações clara e que não havia uma repartição explícita de tarefas entre os dois copilotos. Antes de ir dormir, o comandante avisa aos subordinados que enfrentarão uma tempestade e pede ao segundo copiloto, mais jovem e com menos experiência, que assuma o lugar onde estava sentado.

Quando o piloto automático cai, após o congelamento dos pitots, o primeiro copiloto assume os comandos. Mas o BEA aponta que eles "não identificaram e anunciaram a perda das velocidades" e também não adotaram os procedimentos corretos neste caso. Segundo a investigação, os copilotos não tinham recebido treinamento sobre o que fazer neste caso e nem em como segurar o avião fora do piloto automático naquela altitude.

"O piloto não entendeu o que estava acontecendo na aeronave. Ou o avião é complicado ou o treinamento é incompleto. O ser humano foi selecionado e treinado pela empresa aérea. Se ele erra, o responsável pelo desempenho dele é a companhia”, acredita Barros.

O G1 divulgou com exclusividade em junho que, um ano após a tragédia, a Airbus emitiu um comunicado alertando para que os pilotos treinassem recuperação de estol.

A investigação destaca que o avião caiu sempre na horizontal, tocando a água com velocidade de 200 quilômetros por hora, e que, durante os 3 minutos e 30 segundos que durou a queda, nenhum anúncio foi feito aos passageiros.

arte voo 447 acidente 29/5 14h30 (Foto: Arte G1)




Fonte:G1.com

14/07/2011

Justiça francesa condena Air France a indenizar cinco famílias de vítimas do voo 447

Justiça francesa condena Air France a indenizar cinco famílias de vítimas do voo 447

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A aeronave, que fazia a rota Rio-Paris, caiu há dois anos no Oceano Atlântico. Segundo o jornal francês Le Figaro, cada família vai receber cerca de R$ 280 mil.



Fonte:G1

04/07/2011

Air France estreia em mais um país da América do Sul

Air France estreia em mais um país da América do Sul


A Air France deu início aos voos entre Paris e Lima, no Peru, cinco vezes por semana, operados com o Boeing 777-200LR (foto acima, divulgação Air France).

O avião tem capacidade para 309 passageiros, com três classes: 35 lugares na executiva, 24 na econômica premium e 250 na econômica.


Fonte:panrotas

14/06/2011

França prevê para esta semana início de identificação de vítimas do AF 447

França prevê para esta semana início de identificação de vítimas do AF 447

Memorial das vítimas do AF 447 (AFP)

Processo de identificação de vítimas pode levar 'semanas ou meses'

O processo de identificação dos 104 restos mortais das vítimas do voo AF 447 da Air France, que caiu no Atlântico em 2009, deverá começar nesta sexta-feira ou sábado e poderá levar meses, disse o coronel François Daoust, diretor do Instituto de Pesquisas Criminais da Polícia Militar (IRCGN, na sigla em francês).

O instituto, especializado na identificação de vítimas de catástrofes, comandará esses trabalhos, que estão sob a autoridade da Justiça francesa.

A previsão é de que o navio Ile de Sein, utilizado no resgate dos corpos e de peças do avião Airbus, chegue à França na quinta-feira, no porto de Bayonne, no sudoeste do país.

Em seguida, os corpos serão transferidos ao Instituto Médico Legal (IML) de Paris, onde uma equipe de legistas e dentistas realizará autópsias e os primeiros exames para detectar eventuais cirurgias, implantes, como marcapasso cardíaco ou pinos, além de uma análise detalhada da dentição.

Número de resgates

No total, 154 corpos dos 228 que estavam a bordo do avião que fazia a rota Rio-Paris foram resgatados.

Os primeiros 50, sendo 20 deles de brasileiros, foram retirados do mar logo após a catástrofe, em 31 de maio de 2009.

Mas o coronel Daoust alerta que os 104 “despojos” resgatados entre maio e o início deste mês podem não representar 104 vítimas. Alguns dos restos mortais podem ser de um mesmo passageiro.

Foi, aliás, o que ocorreu no processo de identificação em 2009. O número de corpos resgatados na época, inicialmente de 51, foi revisado para 50 após a conclusão de que um dos restos mortais pertencia a uma das vítimas já identificadas.

O instituto francês já dispõe das informações necessárias à identificação e do DNA dos familiares das vítimas europeias e de quase todas as outras nacionalidades, com exceção das brasileiras, disse Daoust.

“Aguardamos os dados do Brasil. Isso será resolvido em breve. Os dois juízes franceses estão em contato com a Justiça brasileira para a transferência das informações e do DNA à França”, declarou o coronel.

As vítimas eram de 33 nacionalidades. Franceses (72), brasileiros (59) e alemães (26) totalizavam mais de dois terços das pessoas a bordo.

O material genético dos familiares é exatamente o mesmo coletado pouco após o acidente, em 2009, afirma Daoust.

No Brasil, a associação dos familiares havia declarado acreditar que uma nova coleta de DNA fosse necessária.

O processo de identificação dos corpos será realizado de acordo com um protocolo científico e jurídico bastante rigoroso, afirmou o diretor do IRCGN.

Os corpos são provas no processo em trâmite na Justiça francesa, que indiciou a Airbus e a Air France por homicídio culposo.

Identificação

Daoust afirma que o processo de identificação deverá levar “semanas ou até mesmo meses”. Ele lembra que as identificações das 50 vítimas realizadas em 2009 demoraram dois meses.

“Os corpos, naquela época, estavam menos deteriorados do que os resgatados recentemente, que ficaram dois anos a 3,9 mil metros de profundidade”, afirma.

O processo não se resume a uma simples comparação de DNA, que será extraído dos ossos.

Após os exames realizados por especialistas, os dados serão inseridos em um software utilizado pela Interpol, que irá propor algumas identificações possíveis.

Só então uma comissão, formada por biólogos, dentistas e especialistas em identificação, estudará caso por caso. Todos devem estar de acordo para que um corpo possa ser identificado.

Segundo Daoust, dois observadores brasileiros vão acompanhar todo o processo.

O resgate dos corpos divide as famílias. Para algumas, o processo representa um novo luto. Parentes que perderam mais de um ente querido temem não recuperar todos os corpos.

Nesta quarta-feira, membros das associações das famílias das vítimas, incluindo a brasileira, se reúnem em Paris com autoridades francesa para obter informações sobre o processo de identificação dos corpos e também sobre as investigações do acidente.



Fonte:BBC Brasil- reportagem de :Daniela Fernandes-com informações de Paris

09/06/2011

Buscas por corpos do AF 447 são encerradas

Buscas por corpos do AF 447 são encerradas


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Setenta e quatro corpos ficaram no fundo do mar. As equipes de resgate afirmam que a última etapa das buscas pelos passageiros e por destroços do Air Bus estão encerradas.





Fonte:G1.com

02/06/2011

Famílias das vítimas alemãs do voo 447 pedem paralisação do Airbus 330

Famílias das vítimas alemãs do voo 447 pedem paralisação do Airbus 330

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O pedido foi feito para a justiça francesa, que investiga o acidente.
A petição baseia-se em estudos da faculdade técnica de Berlim.

As famílias das vítimas alemãs da tragédia do voo 447 da Air France pediram à juíza francesa que investiga o acidente a paralisação de todos os aviões do tipo Airbus 330.


A petição baseia-se em estudos da faculdade técnica de Berlim, segundo os quais um dispositivo regulando os estabilizadores horizontais do avião -- que parece a pequenas asas na cauda -- impede os pilotos de baixar o nariz quando a aeronave se encontra em situação de perda de sustentação, o estol, como aconteceu com o voo 447.

No Airbus 330 o estabilizador inteiro move-se e pode ser regulado. No caso do avião acidentado, logo após a pane inicial, o estabilizador foi regulado para o ângulo máximo de nariz para o alto.

Segundo os alemães, culpa de um sistema automático que reage à perda de sustentação. Na posição, o estabilizador acionado pelos pilotos ou pelos computadores -- impedia qualquer esforço de baixar o nariz e recuperar o avião da condição de perda de sustentação.


Fonte:G1.com

Acidente da Air France completa dois anos

Acidente da Air France completa dois anos


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Há exatos dois anos, a aviação mundial se deparava com um dos maiores e mais misteriosos acidentes da história. Um A-330 da Air France, que fazia a rota entre Rio e Paris, desaparecia no Oceano Atlântico.




Fonte:G1.com

27/05/2011

Atualizado 21:53-Especialista fala sobre a divulgação do relatório preliminar do acidente com o voo 447

Especialista fala sobre a divulgação do relatório preliminar do acidente com o voo 447

http://www.sintrascoopa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/air-france-voo-447.jpg

O especialista em segurança de voo, Marcus Silva Reis diz que não é normal o piloto perder o controle do avião e que os pilotos são super qualificados e recebem treinamentos.




Fonte:Globo News

Associação de familiares das vítimas fala sobre relatório da BEA

Air France: Associação de familiares das vítimas fala sobre relatório da BEA

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Fonte:Globo News

Air France diz que sondas de velocidade falharam em voo 447

Air France diz que sondas de velocidade falharam em voo 447

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Avião da Air France caiu após 4 minutos de tentativas frustradas

Os pilotos do voo 447 da Air France tiveram dificuldades com os controles da aeronave por mais de quatro minutos antes de o avião cair no oceano Atlântico, matando as 228 pessoas a bordo, disseram investigadores franceses nesta sexta-feira.


O acidente em 31 de maio de 2009 começou com um pequeno alerta duas horas e meia após o início da viagem Rio de Janeiro-Paris, e pouco depois de o capitão deixar brevemente a cabine no começo de um período de descanso.

O Airbus A330 subiu para cerca de 11.600 metros de altitude, e começou uma descida de três minutos e meio, girando de esquerda para direita.

O mais jovem dos três pilotos entregou o controle ao segundo piloto mais experiente um minuto antes do acidente.

A cronologia foi divulgada em um comunicado da autoridade francesa que investiga os acidentes aéreos (BEA), que afirmou ser muito cedo para determinar a causa do acidente antes de um relatório mais completo em meados do ano.

Fonte:Reuters-(Reportagem de Tim Hepher)/vídeo:Globo News

25/05/2011

Agência BBC afirma que foram retirados mais 29 corpos do voo 447

Agência BBC afirma que foram retirados mais 29 corpos do voo 447


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Resultados eram cruciais para determinar se haverá novos resgates

As autoridades francesas informaram às famílias das vítimas do voo AF 447 da Air France, que caiu no Atlântico em 2009, que 29 corpos foram resgatados desde o reinício das operações, em 21 de maio.


A informação foi confirmada pelo diplomata francês Philippe Vinogradoff, representante especial do governo junto aos familiares das vítimas do acidente, que matou 228 pessoas.

No início de maio, dois outros corpos já haviam sido retirados do fundo do mar, totalizando 31 desde o início das operações.

O navio francês Île de Sein, que havia retornado ao Senegal para realizar a troca da tripulação e das equipes técnicas, voltou no último dia 21 à área onde foi localizada a fuselagem do avião, a cerca de 1,1 mil quilômetros da costa brasileira.

O resgate dos corpos foi reiniciado no mesmo dia da chegada do navio, segundo informa a nota do governo aos familiares.

Como os resultados dos testes para tentar extrair o DNA dos ossos dessas duas vítimas foram positivos, o que irá permitir suas identificações, as autoridades francesas decidiram continuar o resgate dos corpos.

As duas vítimas ainda não foram identificadas porque os legistas não dispõem do material genético dos parentes de todas as vítimas para realizar a comparação entre os corpos, segundo afirmou um porta-voz da polícia militar francesa.

O trabalho de identificação será efetuado pelos especialistas do Instituto de Pesquisas Criminais da Polícia Militar francesa.

Caixa preta de vôo da Air France (AFP)

'Todo o possível'

A carta enviada aos familiares diz ainda que os peritos estão fazendo "todo o possível" para resgatar os corpos, com base na orientação da Justiça francesa de que os restos mortais muito degradados não poderão ser retirados do fundo do mar.

Como todas as peças do avião necessárias às investigações já foram retiradas, a operação se concentrará agora exclusivamente no resgate dos corpos, diz o documento enviado às famílias.

Segundo a Polícia Militar, os resgates serão realizados até 1° de junho. As autoridades francesas haviam declarado há cerca de duas semanas que há cerca de 50 corpos no fundo do mar.

Análises iniciais

Na próxima sexta-feira, o Escritório de Investigações e Análises (BEA, sigla em francês), que apura as causas do acidente, vai informar, após análises iniciais dos dados das duas caixas-pretas do avião, as circunstâncias do voo no momento da catástrofe.

Na ocasião, o BEA vai apenas descrever a sequência de eventos que resultaram no acidente, e não as causas da catástrofe, já que o trabalho de análise dos dados das caixas-pretas (uma das quais contém 1,3 mil parâmetros técnicos do voo), assim como das peças resgatadas, levará meses.

Um relatório preliminar sobre as causas do acidente será divulgado a partir do fim do mês de junho, segundo o governo.

Nos últimos dias, surgiram boatos não confirmados sobre supostos erros de pilotagem, baseados na transcrição da caixa-preta que grava as conversas dos pilotos, e que teriam provocado o acidente.


Fonte:BBC Brasil-por :Daniela Fernandes com informações de Paris/video G1-via

10 MINUTES

24/05/2011

Caixas-pretas indicam erro de piloto em acidente com o voo 447 da Air France

Caixas-pretas indicam erro de piloto em acidente da Air France


Descobertas preliminares dos gravadores do avião da Air France que caiu no oceano Atlântico quando fazia a rota Rio de Janeiro-Paris em 2009 apontaram que os pilotos da aeronave se distraíram com o mal funcionamento dos indicadores de velocidade e falharam em gerenciar corretamente outros sistemas críticos, disse o Wall Street Journal nesta terça-feira, citando fontes familiarizadas com o tema.

A tripulação não seguiu procedimentos padrão para manter a velocidade e manter o nível do nariz da aeronave após o Airbus A330 encontrar alguma turbulência e congelamento inesperado a uma altitude de 35 mil pés, afirmou a publicação.

Representantes da Airbus e da Air France não estavam disponíveis para comentar a notícia fora do horário comercial.

O Wall Street Journal afirmou que os gravadores do cockpit mostraram que os pilotos aparentemente ficaram confusos pelos alarmes que apareciam em seus instrumentos e, apesar de tentar responder sistematicamente a cada um dos avisos, não conseguiram controlar o caos e manter um curso constante.

As descobertas obtidas com os gravadores, que devem ser divulgadas na sexta-feira, devem mostrar que o avião desacelerou perigosamente após o desligamento do sistema de piloto automático.

O acidente matou todas as 228 pessoas a bordo do voo 447.



Fonte:Reuters-(Reportagem de Abhiram Nandakumar em Bangalore)

19/05/2011

Causas do desastre da Air France analise das Caixas Pretas devem sair em 1 mês

Causas do desastre da Air France devem ser conhecidas até final de junho

http://www.sintrascoopa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/air-france-voo-447.jpg

O ministro dos Transportes da França afirmou que até o final de junho as causas do acidente com o voo 447 da Air France serão conhecidas. O avião caiu há quase dois anos no Oceano Atlântico.






França confirma que DNA permite identificar vítimas do AF 447


http://2.bp.blogspot.com/_4u6h14gFV3w/S-1-51UTxpI/AAAAAAAAALI/BzmruNwhfZo/s400/dna.jpg

Os resultados dos testes para extrair o DNA das duas vítimas resgatadas do vôo AF 447 da Air France são positivos, o que irá permitir a identificação dos corpos e também a continuidade das operações para retirar novos restos mortais do Atlântico, disse nesta quarta-feira a direção-geral da polícia militar francesa.

Esses resultados para tentar extrair o DNA dos ossos de duas vítimas resgatadas no início de maio eram cruciais para determinar se haveria ou não a retirada de novos corpos do fundo do mar.

A Justiça francesa havia informado às famílias das vítimas na semana passada que se os corpos não pudessem ser identificados, não haveria novos resgates.

Segundo a polícia militar francesa, encarregada pela Justiça do resgate dos corpos, os testes revelaram que é possível tecnicamente extrair o DNA para identificar as vítimas, mas a identificação dos dois corpos retirados do Atlântico ainda não foi realizada.

“Não houve ainda nenhuma comparação com os dados genéticos de parentes”, disse à BBC Brasil um porta-voz da direção da polícia militar.

Material genético

Em uma entrevista recente , o diretor do Instituto de Pesquisas Criminais da França, coronel François Daoust, havia dito que os especialistas franceses ainda não dispõem dos dados genéticos dos familiares brasileiros para realizar a comparação com o DNA que será extraído dos corpos resgatados.

Os legistas franceses dispõem no momento apenas do material genético das vítimas européias.

Segundo Daoust, caberá à Interpol solicitar às autoridades brasileiras o DNA dos parentes das vítimas brasileiras.

O navio francês Ile de Sein, que havia deixado a área de buscas no Atlântico na última sexta-feira para retornar a Dacar, no Senegal, a fim de efetuar a troca da tripulação, deixa novamente o porto de Dacar nesta quarta-feira rumo à costa brasileira, informa a polícia militar.

O navio deverá chegar à área onde foi localizada a fuselagem, a 1,1 mil quilômetros da costa brasileira, no dia 21 de maio, e as novas operações de resgate dos corpos deverão durar 15 dias, segundo a polícia militar.

Resgate condicionado

Mas a polícia militar francesa disse que apenas os corpos que “tecnicamente” puderem ser retirados do oceano, que não sofram degradações ainda maiores ao serem levados à superfície, serão resgatados.

A Justiça francesa já havia informado às famílias que os corpos que estiverem muito deteriorados não seriam levados à superfície “para preservar a dignidade das vítimas e em respeito às famílias”.

O diretor da Associação dos Familiares das Vitimas do Vôo Air France 447, Maarten Van Sluys, disse nesta quarta-feira que com a confirmação da possibilidade de identificar as vítimas, a entidade irá exigir a retirada da totalidade dos corpos localizados.

Segundo ele, os critérios de conservação evocados pelas autoridades francesas são “subjetivos e inexplicáveis”. “Dignidade e respeito significa atender a essa expectativa das famílias”, diz Sluys.

Como os resultados dos testes de DNA foram positivos, haverá um reforço da equipe de especialistas do Instituto de Pesquisas Criminais a bordo do Ile de Sein.

Segundo Daust, a equipe terá mais quatro integrantes, totalizando oito especialistas, entre legistas e peritos em identificação, para realizar as operações de resgate dos corpos, que estão a 3,9 mil metros de profundidade.

Segundo o coronel Xavier Mulot, da direção da Polícia dos Transportes Aéreos, que conduz as investigações judiciárias, cerca de 50 corpos foram localizados na área dos destroços do avião, que caiu no Atlântico em 31 de maio 2009, com 228 pessoas a bordo.


Fonte:G1.com;BBC Brasil/fotos:sintrascoopa.com.br;Arquivo Voar News;mikaelfernandes