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Evento inédito reúne autoridades governamentais, iniciativa privada e companhias aéreas em busca de alternativas para melhorias no gerenciamento do tráfego aéreo no Brasil.
Rio de Janeiro –Teve início no dia 14 de abril (quinta-feira), no Auditório da Firjan, no Rio de Janeiro, o Primeiro Fórum PBN – o Futuro da Aviação, organizado pela GE Aviation Systems, com o objetivo de discutir o futuro da infraestrutura aeroviária no Brasil e os impactos do crescimento do setor aéreo.
Com quase 20 milhões de pessoas migrando para a Classe C, a proximidade da Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, a GE junto ao DECEA, ANAC, Infraero e companhias aéreas como Azul Linhas Aéreas e LAN Chile, pretendem discutir alternativas para potencializar o gerenciamento do tráfego aéreo no País.
Serão discutidos temas como a maximização do uso dos aeroportos brasileiros, evitando cancelamentos e atrasos de voos, e minimizando os impactos ao meio ambiente. O sistema PBN, da sigla em inglês Performance-Based Navigation (Navegação Baseada em Performance), além de traçar rotas mais eficientes para a aviação comercial, reduz o consumo de combustível dos motores e emite menores quantidades de gases causadores do efeito estufa.
No aeroporto de Brisbane – terceira cidade mais populosa da Austrália, por exemplo – a aplicação do inovador sistema de tráfego aéreo gerou, nos 18 primeiros meses de utilização, uma economia de 400 mil kg de combustível, uma redução de 1,1 milhão de kg de CO2 e minimizou as distâncias dos voos em 17,8 mil milhas.
“Estamos muito satisfeitos por reunir tantos especialistas na área para discussão deste tema, que é essencial para habilitar um modelo aeroviário que traga eficiência ao cenário de crescimento e desenvolvimento da economia brasileira”, afirmou Steve Fulton, líder no desenvolvimento da tecnologia GE PBN Services.
Dentre os participantes do fórum estão David Neeleman, presidente e CEO da Azul Linhas Aéreas; Cecília Dias Lima, da Embraer; o Coronel Luiz Ricardo de Souza Nascimento, do DECEA, além da ANAC, IATA, ALTA, FAA e a participação do Exmo. Sr. Prefeito de São José dos Campos, Eduardo Cury.
Em novembro do ano passado, a GE anunciou investimentos na ordem de US$ 550 milhões para os próximos anos no Brasil, incluindo a construção de seu quinto Centro Global de Pesquisa e desenvolvimento, na cidade do Rio de Janeiro.
Este centro também será voltado à pesquisa de novas tecnologias que supram os gargalos do País em infraestrutura na área de aviação civil.
O Primeiro Fórum PBN – O Futuro da Aviação, com início nesta Quinta -Feira (14) no Rio de Janeiro, terá duração de dois dias e possui entrada restrita ao grande público.
O Fórum pretende ouvir dos principais especialistas no mercado, suas percepções em relação aos desafios de maximizar o gerenciamento do tráfego aéreo brasileiro.
Perfil-A GE é uma companhia de tecnologias avançadas, serviços e finanças, que busca solucionar os desafios mais complexos do mundo.
Dedicada a inovações em energia, saúde, transporte e infraestrutura, a GE opera em mais de 100 países e emprega cerca de 300.000 funcionários globalmente. Para mais informações, visite o website da companhia www.ge.com.
No Brasil, a GE mantém atividades desde 1919, com escritórios distribuídos em diversos estados do país e unidades industriais em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Todos os cinco grandes negócios da GE estão presentes no Brasil, empregando cerca de 6.000 funcionários. [www.ge.com/br ou o blog GE Reports Brasil http://brasil.geblogs.com]
Fonte:Portal Fator Brasil
Aviões de pequeno porte viraram alvo de traficantes e tornou-se um meio de transporte arriscado, principalmente, para os pilotos.A Aeronáutica alterou, a partir deste mês, procedimentos para pousos e decolagens nas cidades de Brasília e Recife.
O objetivo é melhorar a fluidez do tráfego aéreo. Dessa forma, na capital federal, as duas pistas têm sido utilizadas para escoar com mais agilidade os tráfegos. Os procedimentos são baseados em recomendação da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) e implementados pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).
Até o dia 7 de abril, os voos que saíam de Brasília em direção ao norte do País faziam curva à direita. A partir do dia 8, os aviões mantém a direção da pista. “As duas pistas têm sido utilizadas em suas capacidades.
A nossa missão é possibilitar que o fluxo seja organizado e com toda segurança”, explicou o Comandante do Primeiro Centro Integrado Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA I), Brigadeiro-do-Ar Maurício Ribeiro Gonçalves.
Ele explicou que, para diminuir ao máximo o ruído para residências próximas á área de decolagem em Brasília, os controladores solicitam aos pilotos que façam o maior gradiente de subida. “Além disso, separamos as aeronaves mais ruidosas para a pista nova”, ressaltou. Além disso, das 22h às 6h, todas as aeronaves decolam dessa pista, salvo alguma restrição operacional.
Fonte:FAB
