SUA REVISTA ELETRÔNICA EM AVIAÇÃO [Your e-magazine of Aviation] VOAR NEWS AVIAÇÃO & DEFESA
15/07/2012
CRÔNICAS DO CMTE RUBENS
08/01/2012
Vulcanair: o sonho de quem gosta de pilotar aviões com segurança
O modelo P68R é considerado como um superavião em miniatura
24/12/2011
VOAR NEWS DESEJA UM FELIZ NATAL A TODOS OS NOSSO LEITORES & VISITANTES
VOAR NEWS DESEJA UM FELIZ NATAL A TODOS OS NOSSO LEITORES & VISITANTES
Corremos para dar conta de nossas obrigações.Vamos tão rápido que, por vezes, deixamos de retribuir um carinho,um sorriso, um olhar...
Mas agora, o momento é de renovação e reflexão.
Vamos sentir o verdadeiro espírito de Natal!
Vamos relembrar Nascimento do menino JESUS
Que renovou as esperanças e o espírito de amor em todos os corações
Se entregando por amor à todos nós
Vamos nos doar ao próximo, assim como Jesus a nós se doou.
Vivamos o espírito de Natal nos confraternizando e distribuindo uma das maiores ferramentas do ser humano em desuso - AMOR E PAZ. Faça você mesmo o Natal acontecer com gestos de Amor...
E façamos com que este sentimento perdure durante toda a nossa vida,
não só neste final de ano.
Façamos do tempo "um tempo" mais justo, mais humano e carregado de amor,
nos confraternizando no sorriso e na dor!
FELIZ NATAL!!!
UM NOVO ANO DE FÉ E ESPERANÇA!!
15/12/2011
Vídeo-Lockheed U2 FL 70 com James May do Top Gear

23/10/2009
DIA DO AVIADOR PARABÉNS A TODOS
No Dia do Aviador cultivamos a memória de uma das nossas mais valiosas figuras históricas - Alberto Santos Dumont, um brasileiro reconhecido e condecorado em vários países.
Este gênio criativo nasceu em 20 de julho de 1873, em Palmira, hoje chamada Santos Dumont, em Minas Gerais.
Ele viu pela primeira vez um balão aerostático numa feira, na cidade de São Paulo, em 1888. Ali mesmo sentiu a sensação de subir com um balão às alturas, que somente aos pássaros era possível.
Depois da morte de seu pai, em 30 de agosto de 1892, mudou-se para Paris, na França. Correu atrás dos seus sonhos e conseguiu em 22 de março de 1898, em sua primeira ascensão aerostática.
Decidido a aperfeiçoar seus balões, fez em julho sua primeira ascensão livre com o balão de nome "Brasil", que mandou construir para seu uso pessoal. No mesmo ano, ainda em 18 de setembro, realizou a primeira experiência com o seu balão dirigível nº 01, sendo a primeira vez que um motor à explosão, adaptado a um veículo aéreo, funcionava no ar.
Na primeira tentativa de decolagem, chocou-se contra as árvores, pois decolou a favor do vento, conforme foi convencido pelas pessoas que assistiam.
Dois dias depois, a 20 de setembro de 1898, decolou contra o vento, conforme sua concepção. Para espanto da assistência, pela primeira vez na história da humanidade, um balão evolui no espaço, propulsionado por um motor a petróleo. Após este evento, aperfeiçoou, sua criação nos dirigíveis 2 e 3.
| 14 Bis |
Até o balão dirigível nº 14, houve uma infinidade de experiências diversas que o deixaram famoso. A sua hélice e o motor serviram para as primeiras experiências com o aeroplano nº 14 Bis.
Entre os dias 25 de julho e 23 de outubro de 1898, no Campo de Bagatelle, em Paris, voou perante a Comissão Fiscalizadora do Aeroclube da França, ganhando a taça ARCH-DEACON, por realizar o primeiro vôo de aparelho mais pesado que o ar. Posteriormente, ele criou o nº 16, usando um motor.
Santos Dumont subvencionava suas atividades aeronáuticas com seu próprio dinheiro. Em 1901, encher um balão de 620 metros cúbicos com hidrogênio custava-lhe aproximadamente US$ 500,00.
Mais tarde foi transformado em biplano. No nº 18, a principal experiência foi um deslizador aquático e a tentativa foi demonstrada no Rio Sena.
Ele estava inclinado a crer que a verdadeira função dos veículos aéreos consistiria no transporte rápido de passageiros, correspondências e cargas.
Santos Dumont tentou levar o mundo a partilhar de suas idéias em vão.
Os homens mais eminentes não as aceitavam e a imprensa, noticiando os seus desastres, apelidava-o de "Santos Desmonta". Em 1902, entretanto, o Príncipe de Mônaco se ofereceu para construir um hangar, caso Santos Dumont quisesse levar os seus dirigíveis para Monte Carlo, durante o inverno.
Santos Dumont aceitou.
O jovem brasileiro, com o seu ar afável e negligente, era visto em jantares com o Príncipe de Mônaco e em ceias com os grandes banqueiros.
No mar, as embarcações faziam cortejo em sua honra.
Célebres corredores de automóvel aceleravam os seus carros na estrada do litoral, chegando a ultrapassar 60 quilômetros por hora, para acompanhar o seu vôo.
Depois de muitas experiências com aparelhos que eram metade avião, metade balão, Santos Dumont galgou novos êxitos. Em 1906 deu ao mundo a primeira demonstração pública de vôo num aparelho "mais pesado que o ar". (Os irmãos Wright só vieram a voar publicamente em 1908.)
Criou depois os primeiros monoplanos bem sucedidos, construídos de bambu e seda japonesa que não pesavam, incluindo motor e aviador, mais que 110 quilos, os Libélulas.
Em 1909, resvalando pelas cercas e pelas copas das árvores na sua segunda Libélula, bateu um novo recorde, ao alcançar 95 quilômetros num percurso de oito quilômetros. Foi seu último triunfo.
Já em 1909, a aviação começava a escapar das mãos dos inventores para as dos engenheiros e mecânicos. Nos hangares, Santos Dumont encontrava homens mal-educados.
Os homens da aviação só pensavam em corridas e pequenos concursos para ganhar prêmios. Para um homem com a educação requintada e os ideais de Santos Dumont, isso era intolerável. E, por este motivo, retirou-se da arena.
Como Nobel, Santos Dumont acreditava que as suas invenções haviam de tornar tão terrível a guerra, que os homens não pensariam mais nela.
Tal convicção sofreu um rude golpe quando foi declarada a Primeira Grande Guerra Mundial.
O aeronauta isolou-se na sua casa, nos arredores de Paris, onde sofreu acessos de neurastenia, atribuindo a si a responsabilidade pelo conflito.
Nos anos que se seguiram ao Armistício, cada desastre de aviação avivava a sua crença de que a dádiva que fizera ao mundo era, na realidade, uma invenção infernal.
Voltando de navio para o Brasil, em 1928, ele presenciou um avião da Condor caindo no mar, matando seus tripulantes. Santos Dumont assistiu aos funerais e, depois, encerrou-se por vários dias num quarto de hotel.
Quando aconteceu o desastre do dirigível R.101, tentou se suicidar. Desde então, os parentes e amigos passaram a exercer estreita vigilância à sua volta. Durante a Revolução Paulista de 1932, Santos Dumont via passar, pelos céus de sua terra natal, a máquina concebida por ele, sendo utilizada como poderoso instrumento de destruição.
Aquele era o mesmo tipo de aeroplano que, um dia, dera a triunfante volta na Torre Eiffel! Um dos sobrinhos que sempre o acompanhava deixou-o sozinho por alguns momentos. Ao voltar, não mais o encontrou com vida.
Santos Dumont morreu no dia 23 de julho de 1932, no Guarujá. Desistiu da vida com a mágoa de ver seu invento, criado para servir, sendo usado para destruir o homem.
Seu coração se encontra no salão nobre da Academia da Força Aérea, em Pirassununga, em artístico escrínio de ouro, para que os oficiais que lá se formam possam sentir sua nobreza e seu pulsar indefinidamente, nos corações de todos os brasileiros.
ÚLTIMA CARTA DE SANTOS DUMONT
"São Paulo, 14 de julho de 1.932
Meus patrícios. Solicitado pelos meus conterrâneos mineiros moradores neste Estado, para subscrever uma mensagem que se reivindica a ordem constitucional do pais, não me é dado, por motivo de moléstia, sahir do refugio a que forçadamente me acolhi, mas posso, ainda, por essas palavras escriptas, affirmar-lhes, não só o meu inteiro applauso, como também o apello de quem tendo sempre usado a gloria da sua Pátria, dentro do progresso harmônico da humanidade, julga poder dirigir-se em geral a todos os seus patrícios, como um crente sincero em que os problemas de ordem política e econômica, que ora se debatem, somente dentro da lei magna poderão ser resolvidos, de forma a conduzir a nossa Pátria á superior finalidade dos seus altos destinos.Viva o Brasil unido!Santos Dumont"
Reprodução do apelo de próprio punho de Santos Dumont, dirigido aos seus patrícios, aplaudindo o movimento em prol da constitucionalização da nossa Pátria.
ATODOS PARABENIZAMOS PELO DIA DE HOJE E BONS VOOS
VOARNEWS
15/06/2009
Helibras entrega o primeiro EC-145 ao mercado brasileiro
No Brasil, o EC.145 na versão Stylence, será operado no mercado executivo, e deverá concentrar suas operações na rota São Paulo – Rio de Janeiro. “O interesse das grandes corporações nesse modelo se dá em função das agendas cada vez mais atribuladas de seus executivos, que os faz exigir não apenas agilidade no transporte, mas também um melhor aproveitamento do tempo despendido em trânsito. Como ele transporta até 8 passageiros e 2 pilotos com bastante conforto, algumas reuniões podem ocorrer, inclusive, durante o trajeto”, afirma Julien Negrel, diretor comercial da Helibras.
“Estamos honrados em entregar o primeiro exemplar do EC.145 para o mercado brasileiro. Mais uma vez ampliaremos nossa gama de produtos e apostamos no sucesso desta aeronave em diversos segmentos, graças à agilidade e versatilidade deste modelo”, completa Julien Negrel. Com operação em 27 países, a frota mundial do EC.145 é composta por mais de 240 helicópteros, com mais de 250 mil horas de voo. O líder da frota já acumulou mais de 4.000 horas de voo.
Autoria :Revista ASAS online
Video:Youtube.com (meramente ilustrativo)
30/01/2009
EMBRAER ASSINA CONTRATO COM A PETROECUADOR
Empresa estatal equatoriana opera um jato ERJ 145
Autoria:Sala de Imprensa Embraer
São José dos Campos, janeiro de 2009
Videos:Youtube.com

Este programa especial de suporte ao cliente oferece um controle de estoque otimizado e reduz o custo inicial de investimento em peças de reposição e infra-estrutura.
“É com muita satisfação que celebramos a assinatura desse importante contrato de serviços de suporte para a aeronave ERJ 145 da Petroecuador”, disse Geraldo Ferreira, Diretor de Suporte ao Cliente da Embraer, Mercado de Defesa e Governo. “Temos certeza que o programa Pool atenderá plenamente às expectativas de nosso cliente no que se refere à disponibilidade de peças de reposição e componentes necessários a uma operação eficiente da aeronave.”
Em setembro do ano passado, a Embraer entregou um jato ERJ 145 à Petroecuador.
Configurada com 50 assentos, a aeronave é utilizada para o transporte de funcionários da
estatal entre os aeroportos de Quito (capital equatoriana), Lago Agrio e El Coca (ambos na região amazônica do país).
O jato ERJ 145 é o primeiro integrante de uma diversificada família de aeronaves, que conta
atualmente com mais de mil unidades entregues. Em operação desde 1996, a família ERJ 145
já ultrapassou 14 milhões de horas voadas.
No segmento de Defesa e Governo, as aeronaves Embraer voam em mais de 20 países em todo o mundo.
Sobre a Petroecuador
A Petroecuador (www.petroecuador.com.ec) é uma empresa estatal cuja finalidade é gerar recursos para o desenvolvimento da população equatoriana mediante a exploração eficiente dos hidrocarbonetos, sempre respeitando e protegendo o meio ambiente e de acordo com as políticas estabelecidas pelo Governo Nacional e as leis vigentes.
Sobre o programa Pool
O programa Pool de peças de reposição é uma ferramenta confiável que gerencia ativos e reparos de
componentes, permitindo aos clientes da Embraer reduzir os custos e garantir a disponibilidade de peças essenciais para a aeronave (“no go” e “go if”) no momento e no local necessários. Por meio de estoque local e intercâmbio de peças, a Embraer mantém uma variada quantidade de componentes com alta demanda, garantindo que estejam sempre disponíveis para reposição e minimizando a preocupação com a agilidade no atendimento (turn-around-time) das solicitações.
O programa Pool também oferece aos operadores gestão de reparos, acionamento das garantias e redução expressiva dos custos com estoques, incluindo peças de reposição, excesso de material, seguros, entre outros.
