Força Aérea Indiana começa a fazer testes de avaliação do helicóptero de ataque AH-64 Apache Block III
Boeing AH-64D Apache Block III
O helicóptero Boeing Ah-64D Apache, o qual já teve 1.700 unidades fabricadas, e agora começa a receber um pacote de atualização chamado Block III.
A Força Aérea da Índia (IAF) começará os testes de avaliação do helicóptero de ataque Boeing AH-64D Apache na metade de 2010, antes de assinar o contrato para compra de 22 helicópteros, como parte do plano de modernização de sua frota de aeronaves de asas rotativas.
O helicóptero Boeing Ah-64D Apache, o qual já teve 1.700 unidades fabricadas, e agora começa a receber um pacote de atualização chamado Block III.
A Boeing respondeu a uma Requisição de Propostas (RFP) emitida pela Força Aérea da Índia no final de 2009 para compra de 22 helicópteros para substituir os helicópteros de ataque Mi-35 feitos na Rússia, atualmente em operação no país, de acordo com o jornal The Hindu.
O diretor de desenvolvimento de negócios internacionais da Boeing para região da Ásia Pacífico, Dean Millsap, disse que uma equipe da Força Aérea da Índia deve visitar os EUA para finalizar as datas para os testes em voo que serão efetuados em diferentes condições de temperatura e localidades.
Num negócio avaliado em cerca de US$ 2 bilhões, a Boeing fornecerá seu modelo de helicóptero Apache Block 3, adquirido também pelo U.S. Army, para a Força Aérea da Índia.
No negócio também estão sendo oferecidos helicópteros de transporte pesado CH-47 Chinook, que sibstituirão os antigos helicópteros Mi-26 em operação na Índia.
Os helicópteros Boeing AH-64D Apache Block 3 são equipados com um melhorado sistema de detecção de alvos e aumentada avaliação situacional, e possui conectividade com veículos aéreos não-tripulados.
O primeiro voo do modelo Block III foi realizado no final de 2009.
Sediado na Base Aérea de Recife, Pernambuco, o Segundo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (2º/8º Gav), conhecido como Esquadrão Poti, tem suas origens no Centro de Formação de Pilotos Militares (CFPM) no Primeiro Esquadrão do Quinto Grupo de Aviação (1º/5º GAv), na então Base Aérea de Natal.
Essa Unidade operava os bimotores Douglas B-26 Invader e foi transferido no início do ano de 1971 para a Base Aérea do Recife.
Através da Portaria nº R-004/GM3, de 17 de abril de 1973, foi determinada a desativação no 15 de julho de 1973 do 1º/5º GAv e a ativação do Segundo Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque (2º EMRA), subordinado ao Comando Aerotático, adotando como símbolo a figura do índio Poti.
Inicialmente equipado com aeronaves North American T-6D/G Texan, Neiva L-42 Regente e helicópteros Bell OH-4 Jet Ranger, estes depois substituídos ao final de 1974 pelos Bell UH-1H Iroquois, teve também em sua dotação aeronaves Neiva T-25 Universal e Embraer U-7 Seneca.
Neiva L-42 Regente FAB
Jet Ranger FAB
Bell UH-1H FAB
Neiva T-25 FAB
Embraer U-7 Seneca FAB
A denominação Segundo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (2º/8º GAv) foi implantada através da Portaria nº R-239/GM3, de 09 de setembro de 1980.
Subordinado à Segunda Força Aérea (II FAe), o Esquadrão Poti opera atualmente as aeronaves Helibras H-50 Esquilo, montados no Brasil sob licença da Eurocopter, podendo ser armados com pods para lançadores de foguetes SBAT 70/7 de 70 mm e metralhadoras MAG calibre 7,62 mm ou FN Herstal calibre 12,7 mm.
Em 2006 a FAB alterou a designação de todos os seus helicópteros, retirando a letras C e U do nome, dessa forma, o UH-50 Esquilo passou a ser H-50 Esquilo.
H-50 Esquilo FAB
A sua principal missão é formar e treinar pilotos e tripulantes de helicópteros em diversas missões, mantendo o preparo técnico-profissional de suas equipagens, permitindo o cumprimento de missões na Tarefa Operacional de Superioridade Aérea: Interceptação, Ataque, Escolta, PAC (Patrulha Aérea de Combate) e demais missões da Tarefa Operacional de Apoio ao Combate.
Em um plano secundário, executar as chamadas Operações Especiais: infiltração e exfiltração de tropas (utilizando as técnicas de Rapel, Pouso de Assalto e McGuire), Busca e Salvamento (SAR) e Busca e Salvamento em Combate (C-SAR) tanto na selva como no mar, evacuação aeromédica, entre outras.
O esquadrão, atualmente formado por cerca de 200 militares e 12 helicópteros de ataque, será deslocado este ano para base de Porto Velho.
Os 12 MI 35, comprados da Rússia, seguirão direto para Rondônia, e não mais para Pernambuco, como havia sido planejado inicialmente. Em maio desde ano, os primeiros pilotos seguiram para a Rússia com o propósito de realizar a instrução na aeronave.
Perú irá adiquirir mais Helicópteros Militares Russos
Com o objetivo de reforçar o poderio das forças militares que operam no vale dos rios Apurimac e Ene combatendo milícias do grupo armado Sendero Luminoso e narcotraficantes atuantes na região, o governo peruano está adquirindo seis helicópteros de transporte tático Mi-17 e dois helicópteros de ataque Mi-35M.
O anúncio foi feito pelo ministro da Defesa, Rafael Rey, durante cerimônia alusiva ao 13º aniversário da Operação “Chavin de Huantar”, ação militar de comandos especiais acontecida em 22 de abril de 1997 e que resultou na libertação de 72 reféns em poder do grupo terrorista MRTA (Movimiento Revolucionario Túpac Amaru) no interior da embaixada do Japão na capital peruana.
Segundo Rey, as providências de ordem administrativa estão concluídas e logo que os recursos estiverem aprovados, o contrato será assinado.
O custo dos novos apararelhos é da ordem de US$ 250 milhões.
Entregue os primeiros AH-2 Sabre ( MiL Mi-35 Hind) para a FAB
Pela primeira vez a Força contará com helicópteros de procedência russa
O ministro da defesa, Nelson Jobim, visitou as instalações da Base Aérea de Porto Velho, na manhã deste sábado (17). A vinda do ministro à capital de Rondônia se deu pela compra da Aeronáutica do Brasil de três helicópteros russos AH-2 Sabre.
Na solenidade militar de entrega dos helicópteros também estavam presentes o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito, e o embaixador da Rússia no Brasil Vladimir L. Tyurdenev.
O discurso feito pelo ministro foi enfático na questão em que ele disse que esses helicópteros serão patrimônios do povo brasileiro, o ministro também destacou que o Brasil não é apenas um comprador liquido de produtos russos, pois a compra dos helicópteros terá uma contrapartida do governo russo no Brasil em investimentos de treinamento e capacitação de profissionais.
“Já foi o tempo em que o Governo Brasileiro era apenas um mero comprador, hoje temos condições de junto com a compra de equipamentos realizar parceria com os paises vendedores”, disse o ministro.
A solenidade terminou com o batizado do helicóptero e um vôo do ministro pelos céus de Porto Velho.
O helicóptero O AH-2 Sabre é um helicóptero de combate que possui grande capacidade de fogo e pode ser utilizada em missões de escolta de outros helicópteros, interdição aérea e de apoio a tropas terrestres.
A aeronave é conhecida mundialmente como MI-35 e seu projeto já foi testado em combate em diversos conflitos.
O Comando da Aeronáutica apresenta sábado, na Base Aérea de Porto Velho, em Rondônia, três dos 12 helicópteros russos AH-2, adquiridos pelo Brasil por um preço estimado de US$ 300 milhões.
A aquisição das novas aeronaves representa um marco para a aviação de helicópteros militares no país, já que se trata da primeira compra pelo Ministério da Defesa de equipamentos projetados exclusivamente para o combate.
A aeronave é conhecida mundialmente como MI-35, uma espécie de tanque voador blindado, equipado com avan çados recursos eletrônicos e capaz de levar aproximadamente 2,5 toneladas de armamentos.
Com grande poder de fogo, o modelo pode ser utilizado em missões de escolta de outros helicópteros e interdição aérea e de apoio a tropas terrestres.
Os helicópteros já foram testados em diversos conflitos ocorridos em várias regiões do mundo.
– Confesso que me surpreendi com a compra desses helicópteros pelo Brasil, mas acredito que tenha sido um ótimo negócio para a Aeronáutica, uma vez que ela não sonhava em ter equipamentos tão modernos quanto o MI-35 – destacou o ex-ministro da Aeronáutica e ex-diretor do Departamento de Aviação Civil (DAC), Mauro Granda. – Existem poucas aeronaves com essas características em todo o mundo. Só para se ter uma ideia, ela tem um canhão embutido no nariz. Creio que eles terão grande importância na defesa da Amazônia.
Os novos helicópteros irão equipar o Segundo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (2º/8ºGAV), Unidade Aérea recentemente transferida da Base Aérea de Recife (BARF) para Porto Velho (BAPV).
A cerimônia de apresentação dos novos equipamentos contará com a presença do ministro da Defesa, Nelson Jobim, e do comandante da Aeronáutica, o tenente-brigadeiro-do-ar, Juniti Saito.
Fonte:moraisvinna/Por:Thiago Feres, Jornal do Brasil/video:Youtube.com
O Mil Mi 24 é conhecido como “Hind” pela OTAN, este helicóptero foi desenvolvido na década de 1960 na extinta URSS, sendo um dos projetos mais rápidos a sair do papel para os voos de teste, com apenas 18 meses, muito provavelmente sendo uma evolução tendo seu tamanho reduzido e com maior potência da já consagrada família de helicópteros Mil Mi-8/Mi-14.
Este novo helicóptero tinha a função de ser multi-propósito com uma capacidade extraordinária, entrou em serviço em 1973-74 na Alemanha Oriental, foi utilizado como helicóptero de apoio a Assalto armado, anti-blindados, escolta de outros helicópteros e tropas e adicionalmente podia enfrentar outros oponentes no combate ar-ar até mesmo aeronaves de asa fixa.
Mi 24 em 3 vistas
Propulsão e subsistemas
O Hind conta com dois motores Klimov TV3-117mt com 1.620 kW de potência máxima cada, instalados na parte superior da cabine, o motor é protegido por uma espécie de blindagem que conta com 5mm de aço “endurecido”, tem capacidade interna de combustível de aproximadamente 1500 kg, em algumas versões do aparelho, é possível alocar mais 1000kg de combustível em tanques externos.
Por ser de uma geração mais antiga, a aviônica do aparelho conta com instrumentos analógicos, como sistema de controle de voo, porém possui também:
Sistemas eletro-ópticos.
Infravermelho
VOR
Flare
Telêmetro a laser
E alguns modelos tem a capacidade de integração de óculos de visão noturna, entre outros sistemas que garantem a integridade da aeronave em qualquer terreno ou condições atmosféricas.
Sistemas de armas
Sua gama de armamentos, é extremamente variada, podendo ser armado com uma metralhadora 12,7mm Yakushev – Borzov com até 1470 cartuchos, porém opera inúmeros outros modelos de metralhadoras em nas mais diferentes variantes desta aeronave.
Pode transportar até 1500 kg externamente, combustível ou armamentos, inclusive nas pontas das asas operando o sistema 3M11 Falanga, míssil anti-blindado de origem soviética.
A curiosidade fica pro conta da capacidade de transportar bombas de até 500 kg que podem ser de variados modelos como a ZAB, FAB, RBK e ODAB, bem como ejetores de racks MBD, além de contar com lança foguetes, entre outros tipos de armamento, feitos especialmente para esta aeronave.
Mil mi 24 no Afeganistão
O Mil Mi-24 ganhou fama mundial enquanto a sua participação no conflito da invasão soviética do Afeganistão em 1979.
Chegando a ser considerado um ponto de viragem no conflito e um ícone dessa guerra.
A blindagem da aeronave mostrou-se praticamente imune a disparos de armas pessoais.
A operação com o Hind no inicio daquele conflito dava aos soviéticos a capacidade de desembarcar tropas sobre fogo impunemente, em muitos casos o contingente desembarcado efetuava a captura dos inimigos enquanto o helicóptero era alvejado.
O Hind tornou-se o terror das forças resistentes afegãs pois não havia forma de impedir o “trovão vermelho” de efetuar o seu ataque.
Porém o conflito teve uma virada com a cedência americana aos rebeldes afegãos do míssil terra ar “Stinger” única arma eficaz contra o terror soviético.
A partir da introdução desta arma, os afegãos passaram a limitar a operacionalidade do Hind naquele conflito, obrigando ao soviéticos a adoção de novas táticas e sistemas de defesa como “flares” destinados a confundir os mísseis.
O conflito no Afeganistão trouxe inúmeros aprendizados aos soviéticos, a operação em grandes altitudes era dificultosa e obrigou o desenvolvimento de novas versões do helicóptero, mais potentes surgindo assim o Mil Mi 24 V, entre outras.
Vale ressaltar que estas aeronaves ainda continuam a operar no Afeganistão a pelas da baixa disponibilidade de peças e manutenção, clima adverso e altitudes que inviabilizam a operação até mesmo de helicópteros mais modernos provocando o desgaste precoce de seus sistemas.
Variantes
Mi-24 – Versão de pré-produção Mi-24A versão de produção. O rotor trazeiro posicionado ao lado direito. Mi-24U – Versão de treinamento. Mi-24D – versão melhorada do Mi-24A. Nova metralhadora de canos rotativos e um sistema óptico de designação de alvo. Mi-24R – Versão de reconhecimento. Mi-24RCh – Versão de reconhecimento para ambientes de guerra biológica, química e nuclear, QBN. Mi-24V – Versão do M1 24 D de maior potencia equipada motor mais potente, TV3-117V. Mi-24P – Idêntico ao Mi-24V mas com a substituição da metralhadora de calibre 12.7mm de canos rotativos por dois canhões de 30mm
Mi-24VP – Idêntico ao Mi-24V, mas com dois canhões de 23mm.
Mi-24BMT – Versão naval adaptada para operações anti.minas. Mi-24VM – Versão modernizada dos Mi-24VP mais antigos, com novos sistemas de armas.
A versão destinada a exportação recebe o código de Mi-35.
Mi-24M – Lançado em 1999, é uma versão mais leve com novos sitsemas de rotores e novos sistemas de armas. Mi-24PN – Versão de ataque aqulaquer tempo Mi-24P. Versão de exportação Mi-35 também conhecida como Hind E.
Usuários
O Helicóptero foi comercializado em suas mais variadas versões para uma infinidade de países, na lista constam:
Afeganistão
Argélia
Angola
Armênia
Azerbaijão
Bielorrússia
Bulgária
Burkina Faso
Chade
Chipre
Cuba
República Tcheca
Geórgia
Djibouti
Guiné Equatorial
Eritreia
Etiópia
Geórgia
Guiné
Alemanha
Hungria
Índia
Indonésia
Irã
Costa do Marfim
Cazaquistão
Quirguistão
Líbano
Líbia
República da Macedónia
Mali
México
Mongólia
Moçambique
Mianmar
Namíbia
Nepal
Nicarágua
Níger
Nigéria
Coréia do Norte
Peru
Polônia
Rússia
Ruanda
Arábia Saudita
Senegal
Eslováquia
Sri Lanka
Sudão
Síria
Tajiquistão
Uganda
Ucrânia
E.U.A.
Uzbequistão
Vietnã
Iémen
Zimbábue
Croácia
Especificações Mi-24 P Hind
Função primária
Assalto armado e ataque
Fabricante
Mil/Rússia
Tripulação
2; 8 tropas ou 14 feridos.
Propulsão
2 Klimov TV3-117 turboshafts de 2190 shp (1635 kW) rotor de 5 pás e rotor traseiro de 3-pás
Dimensões
Comprimento:
17.51 m
Diâmetro do Rotor:
17.30 m
Alturat:
3.97 m
Pesos
Vazio:
8200 kg
Máximo de decolagem:
12,000 kg
Performance
Velocidade máxima
335 km/h
Teto de serviço
4495m
Alcance:
1000 km
Armamento
Canhões 12.7, 23 30 mm (dependendo do modelo) 4 barrel Mísseis foguetes e bombas
Fonte:Plano Brasil Por: Lucas Urbanski/Video:Youtube.com