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05/08/2010

ANAC multa Webjet em R$ 600 mil; valor pode subir

ANAC multa Webjet em R$ 600 mil; valor pode subir

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Após a Gol, a Anac multou também a Webjet, que terá de pagar uma quantia de aproximadamente R$ 600 mil.

Mesmo contratando uma aeronave da Avianca para resolver problemas de carga horária da tripulação, a companhia também foi autuada.

Ainda de acordo com a ANAC, o valor da multa pode aumentar.

Isto acontecerá porque os passageiros que se sentirem lesados por terem sido realocados no voo da Avianca poderão abrir um processo administrativo contra a companhia, o que pode ser feito pelo Fale com a ANAC.

Fonte:Panrotas -por:Fernando Chirotto/Foto:flickr.com

Anac diz que situação em aeroportos e em voos da Gol está normal

Anac diz que situação em aeroportos e em voos da Gol está normal


RIO DE JANEIRO (Reuters) - A situação nos aeroportos brasileiros voltou ao normal nesta quinta-feira depois do caos provocado pela Gol nos últimos dias, segundo a diretora-presidente da Anac, Solange Vieira.

Ela voou pela companhia aérea na manhã desta quinta-feira para acompanhar de perto a situação da empresa.

Solange percorreu os principais aeroportos do eixo Rio de Janeiro-São Paulo.

"A gente estava prevendo que a situação normalizasse entre ontem (quarta-feira) e hoje. Hoje a gente já viu a situação, em todos os aeroportos está normal", disse ela a jornalistas. "O atraso da companhia nesta quinta está dentro de um padrão normal... a gente não tem problema nenhum e de manhã foi quase zero por cento de atraso", acrescentou.

A origem do caos, de acordo com a companhia, foi um problema na escala de trabalho de funcionários no último fim de semana, que provocou um efeito em cadeia, o que gerou centenas de atrasos e vários cancelamentos de voos da Gol em todo país.

A ANAC decidiu multar a Gol em 2 milhões de reais e a agência reguladora proibiu que a companhia aérea realize novos fretamentos de voos e promova o endosso de bilhetes até que o problema seja totalmente sanado.

Se houver recurso, o processo de recebimento da multa pode levar de 6 meses a um ano, de acordo com Solange.

A presidente da autarquia afirmou que durante todo o mês de agosto a ANAC vai acompanhar a escala de trabalho dos funcionários, comissários, comandantes e tripulantes da Gol para que novos problemas não se repitam.

"Com a Gol vamos acompanhar agora a questão da tripulação semanalmente. Tudo indica que foi um problema no sistema da companhia e esse mês a escala de junho e não de julho será reproduzida", finalizou ela.

Fonte:REUTERS-(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

Gol pede desculpas aos clientes por atrasos

Gol pede desculpas aos clientes por atrasos

A Gol Linhas Aéreas acaba de emitir um novo comunicado sobre os atrasos dos últimos dias.

Segundo a empresa, sua malha já está normalizada (e as devidas escalas de tripulantes), a empresa seguirá o plano de ação colocado pela ANAC e pede desculpas aos passageiros.

Leia:

"A Gol informa que está comprometida em cumprir à risca o plano de ação que apresentou ontem à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e que acatará todas as instruções que recebeu da agência.

A companhia tem trabalhado em total cooperação com as autoridades, por um mesmo fim: garantir a segurança e o conforto do usuário do transporte aéreo.

A Gol gostaria também de destacar que suas operações já estão normalizadas.

Segundo boletins divulgados a cada hora pela Infraero, a empresa melhorou significativamente os índices de pontualidade e regularidade; seus números estão em linha com os das demais companhias aéreas do País.

Em paralelo, a equipe técnica já está implementando as correções necessárias na configuração do software que processa a escala dos tripulantes.

A companhia gostaria de externar aos clientes as suas mais sinceras desculpas e, também, de agradecer e reconhecer o empenho e dedicação de seus colaboradores, que atuaram prontamente e em todas as frentes para regularizar a situação dos voos com a maior agilidade possível, amenizando, como podiam, o impacto sobre os passageiros.

A segurança de clientes e colaboradores é o valor corporativo prioritário da Gol e a companhia garante que se empenhará de todas as formas para justificar e aumentar a confiança que sempre lhe foi depositada.

Atenciosamente,
Gol Linhas Aéreas Inteligentes"

04/08/2010

Funcionários da Gol vão parar dia 13 de agosto

Funcionários da Gol vão parar dia 13 de agosto; passageiros enfrentam atraso e cancelamento de voos

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Os funcionários da Gol vão parar por 24 horas no próximo dia 13 de agosto.

A greve foi convocada por e-mail distribuído na tarde desta segunda-feira por empregados da empresa.

Os funcionários reivindicam aumento salarial de 25%, além de "escalas mais humanas", planos de saúde e de previdência privada pagos pela empresa e plano de carreira para todos os funcionários.


No email, além da convocação da greve, há uma carta endereçada ao presidente da Gol, Constantino Júnior, em que os funcionários fazem um trocadilho com a cor da empresa, laranja.

"Essa Laranja já deu muita laranjada, está na hora do Senhor cuidar da Laranjeira", diz a carta.


A paralisação tem o apoio do Sindicato Nacional dos Aeroviários. Selma Balbino, presidente da entidade, declara que a iniciativa dos funcionários além de ser resultado dos problemas internos da Gol, também está relacionada à lenta fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e da Agência Nacional em Aviação Civil (ANAC).

"Não podemos esquecer que as multas aplicadas pelo MTE e ANAC são tão baixas, que acabam se tornando um incentivo ao desrespeito à legislação trabalhista e à regulamentação profissional", diz a nota do sindicato.


Fonte: O Globo-Via:Direto da Pista

Jobim diz que multa a Gol vai resolver atrasos de voos

Jobim diz que multa a Gol vai resolver atrasos de voos

http://www.ipcdigital.com/var/ipcdigital/storage/images/noticias/brasil/anac-lanca-cartilha-de-orientacoes-para-quem-viaja-de-aviao/brasilia-agencia-nacional-de-aviacao-civil-anac-reforca-fiscalizacao-no-aeroporto-juscelino/236633-1-por-BR/Brasilia-Agencia-Nacional-de-Aviacao-Civil-Anac-reforca-fiscalizacao-no-aeroporto-Juscelino_fotogaleria_h.jpg

Anac estuda aplicação de multa de R$ 2 milhões à empresa.

Órgão proibiu Gol de fazer novos fretamentos até que situação se normalize.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse nesta quarta-feira (04) que as multas que serão impostas à companhia aérea Gol vão resolver o problema de atrasos em voos.

“No assunto da Gol, vai haver multa, uma série de providencias que a presidente da ANAC(Agência Nacional de Aviação Civil) está tomando. Providências absolutamente adequadas, decorrentes de uma agência com autonomia”, disse.

Mais cedo, a ANAC anunciou que deve multar a Gol em R$ 2 milhões por causa dos atrasos e cancelamentos de voos da empresa que tumultuaram os aeroportos no país.

O valor da penalidade pode aumentar, segundo a agência. Além da multa, o órgão proibiu a companhia aérea de fazer novos fretamentos até que a situação se normalize.

Levantamento da ANAC apontou que a empresa fez 130 voos fretados no final de semana da crise, 15 a menos do que no final de semana anterior.

Segundo o ministro, as multas devem estancar a crise no setor. “A aplicação de multas Vai resolver o problema. Tivemos uma coincidência em relação ao uso de charters, problema com a Argentina, da rentabilidade do charter, mas tudo isso está sendo resolvido pela presidente da ANAC. A Agencia Nacional de Aviação Civil sabe o que está fazendo”, afirmou Jobim.

Jobim afirmou ainda que comunicou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva das medidas que estão sendo adotadas para resolver a crise. Segundo o ministro, Lula não deu palpites sobre o modo como o problema deve ser conduzido.

“O presidente não pediu nada. Isso é assunto do Ministério da Defesa. Dei ao Lula conhecimento do que está sendo feito”, afirmou.

Questionado se o caos nos aeroportos e os problemas da Gol que sobrecarregaram o sistema nacional de transporte aéreo poderiam resultar em acidentes, o ministro disse: “Essa síndrome da conspiração não existe”.

O ministro falou rapidamente com os jornalistas ao deixar a cerimônia de promoção de oficiais no Clube Naval, em Brasília.

Informações

O Ministério Público Federal enviou, nesta quarta-feira, ofícios em que solicita informações aos presidentes da companhia aérea Gol, da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e ao diretor de operações da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) sobre os atrasos e cancelamentos de voos ocorridos entre os dias 1º e 3 de agosto.

As três terão prazo de dez dias para enviar as respostas.

Para a Gol, os procuradores pedem detalhes sobre os motivos dos atrasos nos voos e as medidas que foram adotadas para resolver o problema.

Dados sobre as providências tomadas para a solução definitiva dos transtornos também foram pedidos para a companhia aérea.

A empresa deverá informar ainda quais ações foram adotadas para garantir os direitos dos passageiros e explicar como foi o atendimento aos clientes que buscaram informações sobre os horários previstos para decolagens no balcão da companhia.

O Ministério Público Federal solicitou para a ANAC detalhes das medidas emergenciais adotadas durante os atrasos e cancelamentos dos voos.

Questionou também qual é o planejamento estratégico para que as falhas sejam corrigidas definitivamente.

Os promotores ainda solicitaram uma relação com as penas aplicadas às companhias aéreas por atrasos em voos nos últimos 12 meses e, em caso de aplicação de multas, quanto foi arrecadado.

Eles querem saber ainda se a ANAC analisa a capacidade operacional das empresas antes de conceder autorizações de voo.

Fonte:G1.com

Gol tem atrasos em 51,1% dos voos em todo o país

Gol tem atrasos em 51,1% dos voos em todo o país

http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios2/foto/0,,19098673,00.jpg



Em comunicado, a companhia aérea informou que os atrasos se deram pelo retorno de férias escolares, que coincidiu com a implementação de um novo sistema de processamento das escalas dos pilotos e comissários

O mês de agosto começou mal para as empresas aéreas.

Dos 1012 voos domésticos programados até as 12 horas desta segunda-feira (02/08) nos principais aeroportos do país, 242 sofreram atrasos de pelo menos meia hora, o que representa 23,9% do total. Outros 42 foram cancelados (4,2%). As informações são do boletim divulgado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

A Gol é a companhia que apresenta mais atrasos

De acordo com o comunicado da Infraero, dos 362 voos da Gol programados até as 12 horas em terminais do país, 185 registraram atraso, o que representa 51,1% do total.

Outros 28voos foram cancelados (7,7%).

A TAM, por sua vez, conta com atrasos em 26 dos 347 voos programados para a segunda-feira até às 12 horas. O que representa 7,5%.

A empresa teve quatro voos cancelados, o que significa 1,2% do total.

Em comunicado, a Gol afirmou que os atrasos desta segunda-feira ainda são "reflexo do intenso tráfego aéreo na sua malha verificado na última sexta-feira, quando a empresa precisou transferir algumas de suas partidas programadas do Aeroporto de Congonhas (São Paulo), que fecha às 23h, para o Aeroporto Internacional de Guarulhos".

A nota da companhia informa ainda que algumas tripulações atingiram o limite de horas de jornada de trabalho previsto na regulamentação da profissão, o que impediu que os profissionais seguissem viagem "gerando um efeito em cadeia", informou a empresa.

"A situação, desenvolvida num fim de semana de pico de movimento, com retorno de férias escolares, ocorreu num momento em que a empresa finalizava a implementação de um novo sistema de processamento das escalas dos pilotos e comissários".

A companhia informou estar trabalhando para regularizar a situação de seus voos, acionando tripulantes extras. A Gol destacou equipes de monitoramento nos aeroportos para lidar com possível problemas dos passageiros.

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) informou ainda que está acompanhando os atrasos registrados pela companhia e conferindo se as novas regras estão sendo cumpridas.

Por volta das 12h30, agentes do Procon chegaram ao aeroporto de Congonhas para fazer fiscalização.

Gol explica atrasos de voos; leia comunicado

A Gol emitiu um comunicado oficial sobre os atrasos do último final de semana, que se estendem até hoje, e as medidas que adotará para resolver o ocorrido.

Segundo o site Uol, que cita a Infraero, foram pelo menos 316 atrasos somente hoje em voos domésticos, além de 73 cancelamentos.

Segundo a empresa, o pico de passageiros voltando das férias foi uma das causas dos atrasos.


Leia abaixo o conteúdo do comunicado na íntegra.

“A Gol informa que os atrasos de hoje são, ainda, um reflexo do intenso tráfego aéreo na sua malha verificado na última sexta-feira, quando a empresa precisou transferir algumas de suas partidas programadas do Aeroporto de Congonhas (São Paulo), que fecha às 23h, para o Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Na ocasião, algumas tripulações atingiram o limite de horas de jornada de trabalho previsto na regulamentação da profissão e foram impossibilitadas de seguir viagem, gerando um efeito em cadeia.

A situação, desenvolvida num fim de semana de pico de movimento, com retorno de férias escolares, ocorreu num momento em que a empresa finalizava a implementação de um novo sistema de processamento das escalas dos pilotos e comissários.


A empresa trabalha intensamente para normalizar a situação de seus voos: acionou tripulantes extras e destacou equipes de monitoramento nos aeroportos.

Elas foram especialmente designadas para tomar medidas emergenciais de atendimento, caso seja necessário.


Aos clientes, a Gol vem prestando atendimento e toda a assistência necessária, conforme determina a legislação estipulada pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

A Gol julga importante informar que seu quadro de colaboradores é condizente com as necessidades operacionais da empresa e está em linha com os padrões do mercado.

A companhia reitera seu compromisso com a segurança, a qualidade e a agilidade dos serviços prestados aos clientes e garante que não medirá esforços para regularizar o mais rápido possível as suas operações.

Atenciosamente,
Gol Linhas Aéreas Inteligentes.”

Nota:De acordo com alguns funcionários da Gol, estes não são os únicos problemas que vem sendo enfrentados pela empresa (Internamente)ao longo do tempo ;desacordos entre a empresa e empregados vem sendo amplamente discutidos .

Problemas com as participações nos lúcros da empresa mediante métas ,que não vem sendo cumpridos, segundo funcionários a empresa sempre da a desculpa que não se atingiu as metas desejadas -(Mas as Horas podem ser regulamentadas).

Enquanto isso ,uma revista publica as participações dos diretores da empresa nos lúcros ...(sem comentários!)

Outro problema que a empresa aérea inclusive assume ,é a regulamentação de voos de seus tripulantes que ,pela legislação fica em torno de de 85 horas/mês ,e que ,não vem acontecendo ,tem tripulante fazendo entre 90 à 130 horas /mês, o que é proibido segundo CBA (Código Brasileiro de Aeronautica) artigo 36 da Lei de Regulamentação Profissional do Aeronauta

Fonte: Época-Via Direto da Pista/G1.com/Panrotas

23/06/2010

Troca-troca de voos de empresa aérea revolta internauta e prejudica agenda dos passageiros

Troca-troca de voos de empresa aérea revolta internauta e prejudica agenda dos passageiros

Pague para entrar, reze para...chegar

Leitora Monique Teixeira para O Globo

No último sábado, passei por um absurdo e grande abuso ao consumidor para voar do Galeão, no Rio, ao aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Meu voo, número 1095, que tinha horário de decolagem previsto para 6:38, só saiu às 8:30, com outro número e destino a Campinas.

Todos os passageiros já estavam dentro da aeronave desde 5:58, mas os funcionários da empresa Gol alegaram que o 'tempo ruim' atrasou a partida. Depois, tentaram convencer os passageiros de que 'via Campinas chegaríamos mais rápido' a São Paulo.

Cerca de uma hora depois, pousamos em Campinas e permanecemos mais um longo tempo sem informações, dentro do avião. Estávamos presos, impedidos de sair da aeronave por um lacre (semelhante ao usado pela Defesa Civil para lacrar áreas interditadas).

Precisamos esperar o desembarque dos passageiros que voaram para Campinas, que foram praticamente 'desovados' no meio da pista, mesmo local onde aviões pousavam e decolavam.

Quase às 11 horas, funcionários nos informaram que precisávamos esperar um voo de Fortaleza para se integrar ao nosso até Congonhas.

Ou seja, viramos uma verdadeira 'lotada'! Meu curso, que estava marcado para 8 horas em Jabaquara, foi perdido e completamente ignorado pela empresa, ao alterar seu plano de voos.

Quando finalmente aterrissamos em Congonhas, às 12:36, os atendentes apenas nos sugeriram procurar a Anac para fazer nossas reclamações sobre os prejuízos e danos causados pela Gol.

Por fim, chegando ao Galeão na noite do mesmo dia, consegui no check-in da própria Gol uma declaração assinada e carimbada de que meu voo original, o 1095, havia sido cancelado.

Como o voo 9030 nunca existiu em Congonhas, já que seu destino era Campinas, fico pensando como cheguei à São Paulo então? Será que tenho asas?

É um absurdo, mas fica até difícil comprovar o que passei.

A nova legislação da Anac entrou em vigor dia 13 de junho. Será que haverá alguma punição em casos como esse?

Fonte e fotos:desastresaereosnews -Via: leitora Monique Teixeira para O Globo

17/06/2010

Anac verifica cumprimento às novas regras em aeroportos

Anac verifica cumprimento às novas regras em aeroportos

O cumprimento à Resolução 141 da Anac, que entrou em vigor esta semana, está sendo verificado por equipes da agência, que estão percorrendo aeroportos de todo o País.

Entre outros itens, a regulamentação prevê que as aéreas garantam, conforme o caso, reacomodação em outros voos, reembolso e determinadas facilidades de acordo com o tempo de espera.

Em comunicado, a Anac informa que, ao longo da semana, as maiores companhias nacionais disponibilizaram as informações por meio de informativos impressos e cartazes.

Dentre as internacionais, a agência cita apenas Lufthansa e Swiss.

As empresas que não estão cumprindo as normas foram advertidas e poderão receber multas com valor entre R$ 4 mil e R$ 10 mill por ocorrência.

A programação de inspeção para esta semana inclui os seguintes aeroportos: Guarulhos e Congonhas (em São Paulo), Galeão (Rio de Janeiro) e Brasília, Santos Dumont (Rio de Janeiro), Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Confins (MG), Recife, Fortaleza, Viracopos (Campinas), Manaus e Belém.

A Resolução 141 está disponível nos endereços: www.anac.gov.br/dicasanac e www.anac.gov.br/horadeviajar.


Fonte:panrotas -por:Alex Souza

16/06/2010

Novos direitos do passageiro entram em vigor

Novos direitos do passageiro entram em vigor

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A ANAC estabeleceu novas regras: as empresas devem dar acesso à internet ou telefone aos passageiros cujos voos atrasarem mais de uma hora.


Nota: Na teoria é ótimo ,vamos ver se tem contingente para fiscalizar tudo isso,não conseguem nem resolver as burocracias internas ... tststs!! Só aqui mesmo... e sem falar nas multas ... uma verdadeira piada!! para as empresas uma micharia!! tem que aumentar as multas e fazer valer os direitos dos passageiros...na China um generalzinho fez o seguinte : Empresa que tivesse reincidência em atrasos ou reclamações em excesso ,perderiam a concessão... vamos importar esta idéia... isso sim!,mas como disse Dna Marta Suplicy "Relaxa e goza..."

Fonte:G1.com

Manual de estadia em aeroportos

Manual de estadia em aeroportos


Guia ensina como passar a noite com razoável conforto e segurança e avalia os saguões do mundo todo.

Quem já precisou passar a noite num aeroporto sabe como a situa­ção é incômoda, constrangedora e até perigosa.

Mas o que parece traumatizante para muitos faz parte do roteiro de férias de alguns.

Há os que programam “estadias” no local para economizar com diárias de hotéis e se tornam dormidores profissionais.

Eles têm até uma comunidade na internet para auxiliá-los. Por meio dela trocam impressões sobre aeroportos de todo o mundo, dando recomendações de segurança e dicas de como ter uma noite tranquila.

E não se trata apenas de aventura de mochileiro – qualquer viajante com orçamento apertado pode ter de se render a esse dormitório improvisado em alguma ocasião.

O ponto de encontro da tribo é o site The Guide Sleeping in Airports (Guia para Dormir em Aeroportos), que recebe 72 mil visitas por mês e tem cerca de seis mil comentários a respeito de aeroportos em todos os continentes.

O de Guarulhos (São Paulo), por exemplo, é considerado entediante (estabelecimentos fechados à noite), desconfortável (poltronas sem braços inclináveis) e barulhento (sempre lotado).

Apesar disso, um dos colaboradores conclui que a experiência foi proveitosa, já que ainda ganhou um pedaço de pizza de um pessoal que achou que ele fosse um mendigo.

No Rio de Janeiro, o Antonio Carlos Jobim/Galeão recebeu nota boa – limpo, com funcionários prestativos e a vantagem de ter uma lanchonete 24 horas.

Durante o ano que passou estudando em Londres, a produtora de eventos Fernanda Wares, 27 anos, conheceu 11 países.

Os voos com horário cedo, mais baratos, a obrigaram a dormir duas vezes no aeroporto londrino de Stansted.

Na primeira vez, ela dormiu em assento comum.

Depois, mais escaldada, levou cobertor e protetores de ouvido e se espalhou confortavelmente no chão, fazendo a mochila de travesseiro.

“Durante a noite só pensava em trabalhar muito para comprar passagens em horários mais decentes”, lembra.

O psicólogo catarinense Cristian Stassun, 26 anos, rodou por diversos países da Europa no ano passado e recorda com carinho das vezes em que teve de bancar o sem-teto.

“Em Genebra (Suíça), dormi no chão sobre um papelão e só acordei com a enceradeira no meu ouvido.” A comunidade criada há 14 anos pela agente de viagens canadense Donna McSherry também dá dicas de como se comportar.

Bancar o inocente, como se você estivesse ali porque não tem para onde ir, é importante. Para não perder o voo, o conselho é colocar um bilhete por perto avisando a hora em que precisa ser acordado.

Além de carregar um kit sobrevivência, composto por saco de dormir, água e lanches.

E se mesmo assim a noite for um pesadelo, a recomendação é manter o bom humor, fazer amizades e explorar o sem-teto que existe dentro de você.

Fonte:Direto da Pista/ Istoé

01/06/2010

Ipea diz que aeroportos brasileiros estão à beira de um colapso

Ipea diz que aeroportos brasileiros estão à beira de um colapso

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Segundo o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas, pelo menos dez aeroportos brasileiros operam no limite da sua capacidade máxima

Guarulhos recebe 65 pedidos de pousos e decolagens por hora, mas suporta apenas 53




O movimento dos aeroportos está acima da capacidade em oito das 12 cidades brasileiras que receberão partidas da Copa do Mundo de 2014: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Manaus, Natal, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo.

O alerta está em um estudo divulgado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) nesta segunda-feira (31).

Os casos mais graves são os de Manaus, São Paulo e Brasília. Na capital do Amazonas, o aeroporto da cidade recebe 17 pedidos de pousos e decolagens por hora, enquanto que a capacidade é de apenas nove.

O aeroporto de Congonhas, em São Paulo, tem 34 pedidos por hora, mas a capacidade é para 24. Em Brasília, o aeroporto foi construído para 36 pousos e decolagens por hora, mas recebe 45 em média.

Segundo o coordenador de infraestrutura econômica do Ipea, Carlos Campos, esse é um dos principais desafios que o Brasil terá de resolver para a Copa do Mundo de 2014.

Ele afirmou que o caso de Manaus é tão grave que já chega a atrapalhar as atividades das indústrias localizadas na Zona Franca.

Ele lembrou que muitos componentes eletrônicos são importados e chegam à cidade de avião.

- Com a dificuldade nos aeroportos, muitas indústrias tiveram de reprogramar para baixo sua produção.

Na última quarta-feira (26), durante a abertura do 5º Salão do Turismo, o governador de São Paulo, Alberto Goldman, aproveitou a presença do ministro do Turismo, Luiz Barretto, e alertou para a situação dos aeroportos do Estado, que estão com “gargalos que estrangulam o turismo de São Paulo e do Brasil”.

- São 40 milhões de passageiros por ano nos três principais aeroportos de São Paulo [Guarulhos, Congonhas e Viracopos]. Temos um aumento no movimento de 10% ao ano, ou seja, são mais 4 milhões de pessoas todo ano. Precisamos de um novo aeroporto de Congonhas a cada ano para dar conta da demanda.

O Ipea informa no estudo que “situações preocupantes são aquelas em que o nível de utilização das instalações ultrapassa 80% de sua capacidade”. Em casos críticos, o instituto afirma que “o nível de utilização das instalações supera a capacidade instalada”, o que pode provocar uma “deterioração do nível de serviço” e, consequentemente, uma “colapso operacional”.

O levantamento não traz informações sobre os aeroportos de Cuiabá (MT), Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Recife (PE).

Investimentos

O ex-diretor da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) Josef Barat, que atuou como consultor da pesquisa, ressaltou que a solução do problema passa necessariamente por investimentos nos aeroportos, sejam eles feitos pela Infraero - estatal responsável por aeroportos que correspondem a 97% do movimento de cargas e passageiros no Brasil - ou por meio da iniciativa privada.

Para viabilizar investimentos, Barat mencionou cinco sugestões: abertura do capital da Infraero, com captação de recursos no mercado financeiro; concessão à iniciativa privada por lotes de aeroportos rentáveis e não rentáveis, com obrigação de investimentos; concessão à iniciativa privada apenas dos aeroportos rentáveis; construção de novos terminais nos aeroportos saturados por meio de PPP (Parceria Público-Privada) ou concessão à iniciativa privada; e construção de novos aeroportos por PPP ou concessão.

Fontes: R7 / G1.com

30/05/2010

Tripulação da British Airways começa 2ª fase da greve

Tripulação da British Airways começa 2ª fase da greve


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A tripulação de cabine da companhia aérea British Airways (BA) iniciou neste domingo a segunda fase dos greves programadas por seu sindicato, o Unite, em protesto contra demissões e mudanças nas condições trabalhistas.

Os funcionários dão continuidade à primeira greve entre os dias 24 e 28 de maio, enquanto a que começou hoje se prolongará até o próximo dia 3 de junho.

A terceira fase destas medidas de força será entre 5 e 9 de junho.

Esta segunda fase coincide com uma semana de férias escolares no Reino Unido, o que causará problemas a muitas famílias que contam com reservas para viajar pela companhia britânica.

Segundo o sindicato, os recentes interrupções lhe supuseram a BA um custo de 84 milhões de libras (cerca de 95 milhões de euro, ou US$ 121 milhões).


Fonte:Invertia -via Portal Terra

18/05/2010

Cias aéreas cobram revisão de regras após cinzas vulcânicas

Cias aéreas cobram revisão de regras após cinzas vulcânicas

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GENEBRA, (Reuters) - As autoridades de aviação europeias precisam urgentemente rever as regras do espaço aéreo para minimizar a interrupção de vôos devido às cinzas emitidas por um vulcão islandês, afirmou a associação da indústria de aviação, IATA, nesta terça-feira.

A International Air Transport Association disse que o sistema atual está levando ao fechamento do espaço aéreo desnecessariamente, com mais 1.000 voos cancelados na segunda-feira.

"Esse problema não vai desaparecer tão cedo. O atual sistema europeu de decisões sobre fechamento do espaço aéreo não está funcionando", disse o diretor-geral da IATA, Giovanni Bisignani.

"A segurança é sempre a nossa prioridade número um. Mas é preciso tomar decisões baseadas em fatos e não em modelos teóricos não confirmados", disse ele em comunicado.

Bisignani elogiou o sucesso da França na manutenção do espaço aéreo aberto com segurança usando conhecimentos de aviação para interpretar os dados sobre o movimento da nuvem de cinzas, e a decisão da Grã-Bretanha de estabelecer níveis de tolerância mais precisos.

A IATA, cujos 230 membros incluem as companhias aéreas Lufthansa, pede coleta de dados mais completos, melhor tomada de decisões e urgência na solução do problema.

Mais de 200 mil voos foram operados no espaço aéreo europeu identificado como tendo a possibilidade de presença de cinzas, mas nenhum deles reportou presença significativa de cinzas, como foi verificado através de inspeções de motores após os voos, afirma a entidade.

O vulcão, sob a geleira de Eyjafjallajökull, entrou em erupção há semanas e não mostra sinais de parar.

A IATA, que relatou uma forte recuperação no tráfego aéreo no primeiro trimestre deste ano com a recuperação da economia global, disse na segunda-feira que o tráfego internacional cairia cerca de 4 por cento em abril por causa das interrupções do espaço aéreo.

A associação estima que o fechamento do espaço aéreo europeu por seis dias em abril deverá custar 1,7 bilhão de dólares em receitas perdidas.

Antes da erupção, a IATA tinha previsto que as companhias aéreas perderiam 2,8 bilhões de dólares este ano, depois de prejuízo de 9,4 bilhões de dólares em 2009.


Fonte:Reuters

16/05/2010

Aeroportos britânicos voltam a fechar devido a nuvem de cinzas

Aeroportos britânicos voltam a fechar devido a nuvem de cinzas

Cinzas vulcânicas

Cinzas de vulcão na Islândia provocaram caos aéreo na Europa

Aeroportos em diversas partes da Grã-Bretanha fecharão neste domingo devido às nuvens de cinzas vulcânicas que ainda pairam sobre a Europa.

A agência de aviação civil britânica Nats anunciou que o espaço aéreo ficará fechado em partes do país entre as 13h e 19h no horário local (9h e 15h no horário de Brasília).

Na Inglaterra, os aeroportos fecharão nas regiões de Manchester, Liverpool, Doncaster, Humberside, Carlisle e East Midlands. Nenhum dos aeroportos de Londres foi afetado pela medida, e os voos continuarão operando normalmente na capital britânica.

Todos os aeroportos da Irlanda do Norte fecharão, assim como os terminais em Isle of Man, Prestwick e nas ilhas escocesas.

Na Irlanda, o aeroporto de Dublin permanecerá aberto. Mas em outras partes do país, alguns voos não puderam partir.

Previsão

A agência de aviação civil recomenda que os passageiros consultem suas companhias aéreas antes de sair de casa.

A Nats usa dados do departamento de meteorologia do governo para decidir onde o espaço aéreo deve ser fechado. As previsões mais recentes indicam que a nuvem de cinza vulcânica poderia se espalhar ainda mais pela Grã-Bretanha na segunda e na terça-feira.

"Infelizmente, de novo, a mistura de atividade vulcânica e sistemas climáticos conspiraram para trazer a nuvem de cinzas vulcânicas em direção à Grã-Bretanha", disse Jonathan Astill, da agência de aviação do país.

A nuvem deve chegar a Londres na terça-feira, mas acredita-se que ela não estará mais sobre o espaço aéreo britânico no dia seguinte.

No mês passado, as cinzas expelidas por um vulcão na geleira de Eyjafjallajokull, na Islândia, provocaram o fechamento do espaço aéreo em diversos países da Europa.

Milhares de voos foram adiados e cancelados, gerando um caos aéreo no continente e prejuízos para as companhias aéreas.


Fonte:BBC Brasil

05/05/2010

Cinzas fecham aeroportos na Escócia e Irlanda

Cinzas fecham aeroportos na Escócia e Irlanda

Aeroporto de Belfast

Passageiros ficaram presos no aeroporto de Belfast



Aeroportos na Escócia e na Irlanda do Norte fecharam às 07h00 da manhã (02h00 em Brasília) por causa da nuvem de cinzas vulcânicas expelida pelo vulcão da geleira de Eyjafjallajoekull, na Islândia, informou a Autoridade Civil de Aviação (CAA, na sigla em inglês).

Os aeroportos de Glasgow, Prestwick (ambos na Escócia) e Derry (Irlanda do Norte) devem permanecer fechados o dia todo.

Os planos são de manter o aeroporto de Inverness (Escócia) fechado apenas pela manhã. O de Belfast, capital da Irlanda do Norte, deve ficar fechado apenas à tarde.

O aeroporto de Dublin, na Irlanda, também será fechado a partir das 11h00, hora local, até segunda ordem.

A CAA aconselhou os passageiros a checar se os aeroportos estão abertos antes de viajarem, e afirmou que a situação pode mudar.

Na terça-feira, foram suspensos voos na República da Irlanda, na Irlanda do Norte e nas ilhas Hébridas, perto da costa oeste da Escócia, ao primeiro sinal de aumento da concentração de cinzas no céu.

No mês passado, nuvens de cinzas vulcânicas vindas da Islândia provocaram o fechamento de aeroportos europeus por seis dias.

Milhões de passageiros não puderam viajar e estima-se que a indústria da aviação possa ter sofrido prejuízos de quase US$ 6 bilhões.

Mudanças constantes

Nesta quarta-feira, a situação nos céus está mudando a cada hora, o que significa que ainda não está claro para os passageiros se eles poderão viajar ou não.

A meteorologia mostra que a zona de exclusão de cerca de 110 quilômetros imposta ao redor das grandes concentrações de nuvens de cinzas está perto de alguns aeroportos do norte do Reino Unido.

Mas a última recomendação da CAA, divulgada às 02h00, hora local, afirma que os aeroportos de Edimburgo e noroeste da Inglaterra poderão permanecer abertos com segurança nesta quarta, apesar da proximidade das cinzas.

Previsões anteriores sugeriam que as cinzas poderiam estar se deslocando em direção ao sul, mas a CAA afirma que a região do sudeste da Inglaterra, onde fica Londres, não deve ser afetada nesta quarta-feira.

Em um comunicado, a CAA aconselhou: “A situação ainda pode mudar, então, passageiros que devem partir de aeroportos na Escócia, Irlanda do Norte, Norte da Inglaterra e norte do País de Gales devem entrar em contato com suas companhias aéreas para checar se seu voo foi afetado”.

A Autoridade de Aviação Irlandesa afirmou que alguns voos da República da Irlanda também foram afetados.

No mês passado, os voos foram suspensos no espaço aéreo europeu por medo de que as cinzas vulcânicas pudessem danificar os motores dos aviões.

A decisão de suspender as restrições se seguiu a uma série de testes de segurança que mostraram que as turbinas não são afetadas em zonas de baixa densidade de cinzas.

Os voos voltaram a ser suspensos na terça-feira, no mesmo dia em que os ministros do Transporte da União Europeia se reuniram em Bruxelas para fechar um acordo sobre medidas que ajudariam a evitar novas interrupções para o setor por causa de cinzas vulcânicas.

Entre as medidas, está a de acelerar os planos atuais para integrar o espaço aéreo europeu, criando “um único regulador europeu para um único céu europeu”.

A reunião foi convocada depois que a indústria da aviação criticou os governos europeus por adotarem uma postura de excesso de cautela com a crise das cinzas, no mês passado, suspendendo voos sem necessidade.


Fonte:BBC Brasil

União Europeia aprova medidas para evitar caos aéreo

União Europeia aprova medidas para evitar caos aéreo

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Ministros da União Europeia querem mudanças no controle de tráfego aéreo

Ministros dos Transportes de países da União Europeia (UE) aprovaram nesta terça-feira a aplicação de medidas para evitar mais casos de interrupção e cancelamentos de voos no caso de nuvens de cinzas vulcânicas.

Entre as medidas aprovadas em uma reunião em Bruxelas está a aceleração dos planos para integração do espaço aéreo da Europa, criando um "regulador europeu único para um único céu europeu".

A previsão inicial era de que este plano fosse aplicado somente em 2012, mas agora os ministros querem a aplicação dele ainda em 2010.

Os ministros esperam que um único órgão regulador responsável por todo o espaço aéreo da Europa seja o responsável por respostas mais rápidas e coerentes a situações parecidas com a enfrentada no mês passado.

O encontro dos ministros do bloco acontece em meio a novas restrições em voos provocadas pela nuvem de cinzas vulcânicas vinda da Islândia.

Nesta terça-feira, as medidas afetaram voos na República da Irlanda, Irlanda do Norte e partes da Escócia durante seis horas.

As restrições devem continuar nesta quarta-feira na Escócia e na Irlanda do Norte.

A agência de aviação civil britânica (CAA, na sigla em inglês), anunciou o fechamento do espaço aéreo e dos aeroportos dos dois países a partir das 7h (4h em Brasília).

Prejuízo

Falando logo após a reunião, o comissário europeu de Transportes, Siim Kallas, afirmou que é importante garantir que "milhões de pessoas e empresas nunca tenham que passar novamente pela crise das últimas semanas".

"Isto vai continuar acontecendo. Pode ser na próxima semana. Pode ser dentro de 20 anos. Mas vai acontecer de novo: e vulcões não obedecem regras", disse Kallas a respeito da possibilidade de uma nova nuvem de cinzas no céu da Europa.

A reunião extraordinária dos ministros dos Transportes europeus ocorreu depois de muitas críticas das empresas aéreas, que afirmaram que os governos adotaram uma postura excessivamente cautelosa à crise, interrompendo voos de forma desnecessária.

Passageiros esperam voos em aeroporto europeu

Milhões de passageiros ficaram presos em aeroportos europeus

O cancelamento de centenas de voos causou um prejuízo entre 1,5 bilhão e 2,5 bilhões de euros (aproximadamente entre R$ 3,5 bilhões e R$ 5,8 bilhões) às companhias aéreas e às agências de turismo, segundo cálculos preliminares divulgados pela Comissão Europeia (CE), o órgão Executivo do bloco.

O incidente causado pelas cinzas do vulcão da geleira de Eyjafjallajoekull fez com os voos fossem cancelados em toda a Europa e durou seis dias, deixando milhões de passageiros sem ter como viajar.

Vinte anos

De acordo com o correspondente da BBC em Bruxelas Dominic Hugues, há 20 anos as companhias aéreas pedem a criação de um espaço aéreo europeu unificado e reclamam que o sistema atual é muito complexo.

Atualmente cada um dos 27 países membros da União Europeia controla seu próprio espaço aéreo, que corresponde às suas fronteiras nacionais no solo e as empresas precisam negociar com cada uma das autoridades de aviação de cada país.

Siim Kallas também afirmou que a Comissão Europeia ficará "pronta" para estabelecer diretrizes para permitir que os governos do bloco paguem indenizações às companhias aéreas por perdas resultantes de fechamentos no espaço aéreo.

Nenhuma parcela será dada pela União Europeia, mas, em comentários anteriores, Kallas afirmou que está aberto à ideia de indenização apesar das leis restritas do bloco em relação à ajuda do Estado.

Kallas também indicou que existe o plano de construir redes de transporte pan-europeias, que poderão assumir o transporte de passageiros caso as companhias aéreas não possam voar novamente.

Mas, Kallas acrescentou que a comissão "nunca comprometeria a segurança".


Fonte:BBC Brasil

21/04/2010

Passageiros enfrentam filas e atrasos após retomada de voos na Europa

Passageiros enfrentam filas e atrasos após retomada de voos na Europa

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Todos os aeroportos reabriram, alguns ainda parcialmente.

Pelo menos 31 mil voos devem cruzar os céus na Europa nesta quarta-feira (21). Mas a situação continua caótica.


Apesar das estimativas de retomada de 75% dos voos nesta quarta-feira, a situação continua incerta e caótica em vários aeroportos europeus, após quase uma semana de paralisação no tráfego aéreo provocada pelas cinzas expelidas por um vulcão na Islândia.

Passageiros enfrentam longas filas e atrasos em vários dos principais aeroportos do continente, como os de Londres, Paris e Madri. Voos também foram retomados na Alemanha, Bélgica, Holanda e Dinamarca, depois de informações de que o vulcão na geleira islandesa de Eyjafjallajokull estaria expelindo menos cinzas.

O espaço aéreo também foi reaberto na Áustria, Irlanda, Itália, Noruega, Polônia e Suíça. Todos os aeroportos da Espanha estão abertos.

As companhias aéreas enfrentam agora o desafio logístico de normalizar as operações após seis dias de atrasos e cancelamentos. Muitos passageiros que sofreram com os cancelamentos e atrasos ainda aguardam informações sobre quando poderão viajar.

Mais de 95 mil voos foram cancelados na Europa desde quinta-feira da semana passada.

A agência de aviação europeia, a Eurocontrol, disse esperar que 21 mil voos decolem nesta quarta-feira, dentro de um total de cerca de 28 mil que estavam programados.

A agência estima que metade dos voos diários previstos para a terça-feira na União Europeia decolaram.

Londres reabre

A Grã-Bretanha reabriu seu espaço aéreo às 22h de terça-feira (18h no horário de Brasília) para voos de longa distância. A previsão é que os voos de curta distância sejam retomados às 13h desta quarta-feira (9h no horário de Brasília).

Espaço aéreo na Europa

Alemanha - Voos de baixa altitude autorizados

Áustria - aberto

Bélgica - pousos autorizados, mas nenhuma decolagem até meio-dia (hora local)

Dinamarca - aberto pelo menos até as 9h

Espanha - aberto

Finlândia - aberto pelo menos até as 9h

França - Operações parciais

Grã-Bretanha - aberto

Irlanda - aberto

Itália - aberto

Holanda - aberto

Noruega - aberto

Polônia - aberto

Suécia - parcialmente aberto

Suíça - aberto

Um voo vindo de Vancouver, no Canadá, foi o primeiro a aterrissar em quase uma semana no aeroporto de Heathrow, em Londres, o mais movimentado da Europa.

Os diretores da Eurocontrol disseram estar "otimistas" com a situação e acreditam que a situação será normalizada em poucos dias.

As companhias aéreas começaram a tentar encaixar nos seus próximos voos os passageiros que perderam suas viagens nos últimos seis dias.

Os passageiros que já tem bilhetes para viajar terão prioridade. As pessoas afetadas pelos cancelamentos estão sendo colocadas em listas de espera.

A British Airways disse que todos os voos de longa distância partindo de Heathrow e Gatwick foram retomados, mas alertou para cancelamentos nos voos de curta distância.

A Air France anunciou que retomará todos os voos de longa distância nesta quarta.

Na Suécia, o aeroporto principal de Estocolmo ainda estava fechado devido à nuvem de cinzas. No norte do país, no entanto, o espaço aéreo reabriu.

Cerca de 300 turistas britânicos em Santander, no norte da Espanha, foram levados de volta à Grã-Bretanha por navios da Marinha.

O governo britânico também enviou ônibus para buscarem passageiros que estão no aeroporto de Madri. Os primeiros cinco ônibus partiram da capital espanhola na noite de terça.

Todos os aeroportos espanhóis estão abertos, e o governo do país sugeriu que a Espanha seja usada como ponto de referência na Europa para que passageiros completem suas viagens.

O vulcão da geleira de Eyjafjallajokull está expelindo mais lava e menos cinzas, mas sua atividade continua sendo monitorada e pode mudar nas próximas horas.

Os cientistas estão preocupados agora com o vulcão de Katla, em uma geleira vizinha, que também pode entrar em erupção.


Fonte:BBC Brasil/G1.com

20/04/2010

Europa retoma 50 % dos voos nesta terça-feira

Europa retoma 50 % dos voos nesta terça-feira

Vulcão localizado na geleira Eyjafjallajokull expele lava, na  Islândia Foto: Reuters

Vulcão localizado na geleira islandesa Eyjafjallajokull expele lava e começa a reduzir emissão de fumaça



A agência europeia de aviação, a Eurocontrol, informou que 50% dos 28 mil voos previstos para esta terça-feira em países da União Europeia foram confirmados e devem decolar.

Os cerca de 14 mil voos restantes devem ser cancelados, devido aos riscos que as cinzas expelidas pelo vulcão na geleira de Eyjafjallajoekull, na Islândia, representam para a aviação.

Segundo a Eurocontrol, caso as previsões para esta terça-feira se confirmem, cerca de 95 mil voos terão sido cancelados desde quinta-feira da semana passada, quando começou o caos aéreo europeu.

Nesta terça, voos começaram a ser retomados no Reino Unido, após cinco dias de paralisações. Na Europa, alguns aeroportos também estão operando, porém muitos voos ainda estão sendo cancelados.

Muitos esperavam que o espaço aéreo fosse liberado na maioria dos países nesta terça-feira, mas o vulcão na geleira de Eyjafjallajoekull voltou a expelir mais cinzas, levantando dúvidas sobre a normalização das atividades.

Avião partindo de Glasgow na terça-feira

Avião parte de Glasgow, na Escócia, na manhã de terça-feira

Na Grã-Bretanha, o espaço aéreo foi aberto na Escócia na manhã desta terça-feira. A Irlanda do Norte reabriu seu aeroporto às 10h (6h no horário de Brasília), mas anunciou que fechará seu espaço aéreo novamente à tarde. Na Inglaterra, os aeroportos de Manchester, Birmingham, Luton and East Midlands estão fechados até as 19h (23h no horário de Brasília).

Nas demais partes do país - incluindo Londres - os aeroportos ainda estão fechados.

A companhia aérea British Airways disse que cancelou todos os voos de curta distância após o alerta de que o vulcão voltou a expelir cinzas.

Três categorias

Em Frankfurt, na Alemanha, 95 dos cem voos previstos haviam sido cancelados até o início da tarde.

Em Madri, na Espanha - onde o espaço aéreo está aberto desde segunda-feira - ainda há muitos cancelamentos de voos. Dezenas de ônibus foram colocados à disposição para levar pessoas a Paris, Bruxelas e Genebra.

O espaço aéreo deve reabrir na Bélgica e na Dinamarca nesta terça-feira. Aeroportos também reabriram em Áustria, Estônia, Hungria e Turquia.

Na Suíça e no norte da Itália, o espaço aéreo foi reaberto às 7h desta terça-feira.

No entanto, Finlândia, Polônia e Noruega continuam com seus aeroportos fechados.

Na segunda-feira, ministros dos Transportes da União Europeia analisaram uma proposta de dividir o espaço aéreo em três categorias: uma área totalmente fechada para voos, uma parcialmente aberta e outra totalmente liberada.

Vulcão em atividade

Para lançar ainda mais incerteza sobre a situação do tráfego aéreo europeu, a atividade do vulcão Eyjafjallajoekull se intensificou, e uma nova nuvem de cinzas está se espalhando sobre a Grã-Bretanha, segundo informações divulgadas na noite de segunda-feira pelo Centro de Controle do Tráfego Aéreo do país (Nats, na sigla em inglês).

Em nota, o órgão afirmou que a mudança na atividade vulcânica pode interferir na abertura do espaço aéreo de vários países.

“As informações mais recentes do Escritório de Meteorologia mostram que a situação está piorando em algumas áreas”, diz a nota. Segundo o Nats, os novos dados demonstram a dificuldade de se fazer prognósticos e tomar uma decisão definitiva sobre a retomada dos voos.

Mais cedo, geólogos islandeses que monitoram o vulcão Eyjafjallajoekull afirmaram que a erupção havia entrado em uma nova fase, na qual mais lava estaria sendo produzida, em vez de cinzas e pó. Mas, eles também alertaram que o vulcão ainda estava bastante ativo e poderia causar novas erupções em vulcões próximos.

Especialistas dizem que não é possível prever a duração da nuvem de cinzas vulcânicas que continua a atrapalhar a aviação europeia e, portanto, o seu impacto econômico.

O tráfego aéreo da Europa poderá retornar à normalidade em alguns dias ou a erupção poderá durar alguns meses. Abaixo há três cenários com o impacto sobre a economia e os mercados caso a crise dure mais uma semana, um mês ou seis meses ou mais:

Saiba o que pode acontecer se o vulcão islandês seguir ativo

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Restrição por mais uma semana

- Se a interrupção durar mais uma segunda semana, o impacto econômico aumentará fortemente.

- Muitos viajantes retidos conseguirão voltar para casa, mas não seriam substituídos por novos visitantes, deixando os hotéis com baixa taxa de ocupação, após uma semana bastante movimentada.

- As ações das companhias aéreas cairiam drasticamente, dependendo em boa parte de os governos parecerem abertos ou não à ideia de socorro financeiro.

- O preço do petróleo cairia ainda mais e o impacto no mercado de câmbio observado até agora seria exacerbado. O xelim queniano e a lira turca permaneceriam sob pressão por causa de preocupações relacionadas à horticultura e ao turismo.

- Mais empresas começariam a sofrer com a ausência de suprimentos normalmente entregues via aérea "em cima da hora".

Faltariam a alguns fabricantes componentes essenciais, os supermercados não teriam flores, frutas e verduras provenientes da África, alguns laboratórios farmacêuticos poderiam ficar com estoques baixos.

- As cadeias de abastecimento ficariam mais flexíveis. Alguns supermercados já estão transportando bens perecíveis de avião da África para a Espanha e a partir daí de caminhão para os destinos que se encontram sob a nuvem vulcânica.

Firmas de logística estão organizando centrais nos aeroportos ainda em funcionamento e depois usam bicicletas e vans dentro da área afetada.

- É difícil calcular o impacto sobre o produto interno bruto e boa parte disso dependerá do grau de restrição. Áreas do espaço aéreo europeu abriam e fechavam na terça-feira à medida que a nuvem se movia, e isso é difícil prever e impossível de se criar um modelo.

- A PricewaterhouseCoopers estima que uma semana de restrição acabaria com entre 0,025 e 0,05% do PIB anual britânico e o mesmo provavelmente seria verdade para outros países europeus.

Restrição por mais um mês

- Isso forçaria muitas empresas a revolucionarem a forma com que operam. Conferências e reuniões seriam canceladas, não apenas durante o mês, mas também mais tarde, ao longo do ano.

- Empresas de logística poderiam se adaptar melhor, reduzindo o impacto com o uso de outras centrais ou métodos de entrega.

A indústria do turismo seria afetada gravemente, sobretudo as economias do Mediterrâneo, como Turquia, Grécia, Itália e Espanha. Mesmo que a nuvem desapareça até o fim de maio, é provável que as reservas para o verão europeu sejam bastante afetadas.

- A restrição com um mês de duração teria um impacto quase que certo sobre o PIB europeu trimestral, embora seja impossível estimar o quanto sem saber o grau de restrição e como as empresas reagirão. Alguns economistas afirmam que há muitas variáveis para que valha a pena fazer modelos.

- As companhias aéreas pressionarão muito os governos para que abrandem as restrições, colocando as autoridades numa posição complicada.

Se o espaço aéreo europeu ficar 99,9% seguro, com entre 20 mil e 22 mil voos por dia, isso ainda significaria que por volta de 20 aeronaves por dia ainda sofreriam com efeitos prejudiciais ou pane no motor.

Qualquer acidente seria politicamente desastroso tanto para as companhias aéreas como para as autoridades.

- Os atrasos nas viagens quase certamente diminuiriam o compasso da resposta europeia e do FMI à crise da dívida da Grécia.

O adiamento de uma reunião do FMI e da UE na segunda-feira pressionou as taxas de juros gregas ainda mais para cima e qualquer adiamento maior seria mal avaliado pelos mercados.

Crise de seis meses

A última erupção desse vulcão durou mais de um ano; portanto, essa possibilidade não pode ser descartada.

- As companhias aéreas e os governos ficariam desesperados para colocar os voos em operação de novo e teriam de ser convencidos sobre a necessidade do fechamento do espaço aéreo se tivessem de mantê-lo.

- Mesmo uma restrição intermitente seria devastadora em termos de reservas perdidas.

As empresas de logística poderiam se adaptar com relativa rapidez, normalizando a produção, mas a remessa aérea de algumas commodities poderia simplesmente cessar, caso nenhum outro método custo-efetivo estiver disponível.

- O impacto sobre a indústria do turismo ao longo do período do verão exercerá um forte impacto sobre o PIB.

Alguns economistas sugeriram que isso poderá ser o suficiente para conduzir a Europa de volta à recessão.

A economista da Chatam House Vanessa Rossi estimou que a restrição praticamente total vista na semana passada por mais meses poderia diminuir o PIB europeu entre 1 e 2%.

- O impacto deverá variar de país a país. Na Grã-Bretanha, os prejuízos decorrentes da ausência de turistas americanos e europeus poderiam ser mais do que compensados pelos britânicos passando férias no próprio país. No Mediterrâneo, é quase certo que o impacto seria negativo.

A África do Sul sofreria bastante caso a Copa do Mundo fosse afetada.

- O FMI e a UE teriam de encontrar formas de organizar pacotes de ajuda que não exijam visitas frequentes ou correriam o risco de atrasar a assistência financeira a uma série de países da Europa.


Fonte:Portal Terra/Reuters/EFE/BBC Brasil


IATA critica ação da Europa no tráfego aéreo e ressalta custo da crise

IATA critica ação da Europa no tráfego aéreo e ressalta custo da crise

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) criticou a falta de liderança dos governos europeus para lidar com as restrições no espaço aéreo por causa da erupção de um vulcão na Islândia.

A entidade pediu que seja repensado o processo de tomada de decisão.

"Estamos longe o suficiente desta crise para manifestar nossa insatisfação em como os governos têm a administrado, com nenhuma avaliação de risco, nenhuma consulta, nenhuma coordenação e nenhuma liderança.

Esta crise está custando às empresas aéreas ao menos US$ 200 milhões por dia em receitas perdidas e a economia europeia está sofrendo bilhões de dólares em negócios perdidos", sustentou o executivo-chefe e diretor-geral da Iata, Giovanni Bisignani.

Ele observou que os governos devem dar urgência ao caso e focar em como e quando o espaço aéreo europeu pode ser reaberto com segurança.

"A escala atual de fechamento do espaço aéreo na Europa é sem precedentes. Vemos atividade vulcânica em muitas partes do mundo, mas raramente resultou em fechamento do espaço aéreo e nunca deste tamanho", sublinhou Bisignani.

O representante da Iata pediu que o Eurocontrol, a organização europeia para a segurança aérea, estabeleça um centro de contingência capaz de tomar decisões coordenadas.

O último boletim do Eurocontrol, de ontem, mostrou que aproximadamente 5 mil voos foram operados no domingo no espaço aéreo europeu. Em um dia normal, essa expectativa gira em 24 mil voos.

O relatório apontou que, até aquele momento, não havia serviço de controle de tráfego aéreo para o setor de aviação civil na maior parte da Europa, incluindo Bélgica, parte da Croácia, República Checa, Dinamarca, Estônia, Finlândia, partes da França, grande parte da Alemanha, Hungria, Irlanda, norte da Itália, Holanda, partes da Noruega, Polônia, Sérvia, Eslovênia, Eslováquia, Suécia, Suíça, Ucrânia e Reino Unido.

Espanha, Portugal, a área sul dos Balcãs, sul da Itália, Bulgária, Grécia e Turquia estavam com seu espaço aéreo aberto e havia operação de voos, conforme a última atualização da situação apresentada ontem.

Fonte:Direto da Pista/ O Globo