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17/06/2013

PARIS AIR SHOW - Rússia vai a Le Bourget com esperança em vender Su-35



Rússia vai a Le Bourget com esperança em vender  Su-35 

[foto:forums.eagle.ru]

 Em reportagem publicada no domingo, 16 de junho, a RIA Novosti informou que a estatal russa de exportação de armamentos, Rosoboronexport, planeja assinar contratos no Paris Air Show para exportação dos avançados caças Su-35S, assim como de helicópteros de ataque Ka-52 e jatos de treinamento Yak-130. 

26/05/2013

AVIAÇÃO & DEFESA - FX2 tornou-se a “estafa brasileira”


F-X2 tornou-se a “estafa brasileira” 


 O Dia da Aviação de Caça deste ano deveria ser a data de anúncio do vencedor do programa F-X2, que escolherá o futuro caça da FAB.

 A data possui grande valor simbólico para a força e, portanto, seria o momento ideal para o anúncio do que seria a cara das Forças Armadas do Brasil no século XXI. 

21/05/2013

DEFESA - FX2/Rússia oferece ao Brasil aviões de caça Su-35


Rússia oferece ao Brasil aviões de caça Su-35


[foto:www.newaustralia.net]

 A Rosoboronexport (empresa estatal russa de exportação de armamento) ofereceu ao Brasil, fora do âmbito de concorrência internacional, caças Su-35 e sistemas de defesa antiaérea Pantsyr. 

13/11/2012

F-X2: Dilma e a esperança do Sukhoi SU-35


F-X2: Dilma e a esperança do SU-35 


[foto:brasilsoberanoelivre.blogspot.com]
A presidente Dilma Rousseff chegará à Rússia no dia 14 de dezembro. Ela irá se encontrar com o presidente russo Vladímir Pútin e, segundo supõem alguns analistas brasileiros, além de questões de cooperação no âmbito dos Brics, os dois poderão tratar da compra de um lote de 36 caças multifuncionais SU-35, da russa Sukhoi, no valor de US$ 4 bilhões.

15/04/2011

Russia mais uma vez tenta uma renegociação com o FX2

Russia mais uma vez tenta uma renegociação com o Programa FX2 da FAB


http://cdn-www.airliners.net/aviation-photos/photos/8/5/7/0906758.jpg

Apontada em 2002 e em 2004 como a provável vencedora da disputa entre empresas do setor aeronáutico para venda de caças ao Brasil, a fábrica russa Sukhoi tenta voltar ao jogo em andamento com as outras três concorrentes.

A compra das aeronaves pelo governo brasileiro foi tema ontem da conversa entre a presidente Dilma Rousseff e o presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, logo depois da reunião do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). O russo saiu animado da quase meia hora de conversa, porque Dilma respondeu que “o assunto está em aberto”.

Medvedev puxou o assunto perguntando à presidente brasileira se ela havia recebido a carta que ele enviara no último dia 4. O russo oferecia os caças. Ela disse que sim e comentou que “nada estava decidido a esse respeito”.

Ministros presentes à reunião entenderam que Dilma vai zerar a corrida para a compra dos aviões, mas o chanceler Antonio Patriota comentou que ela acenou com interesse em retomar o projeto do Sukhoi, porém a conversa não foi conclusiva. “O tema da cooperação militar, de defesa, também foi levantado no encontro com o primeiro-ministro da Índia. Eles estão interessados em adquirir caças de treinamento, além de uma proposta de compra de nove aviões tucanos da Embraer, que já está sendo negociada há algum tempo”, afirmou Patriota.

A compra dos caças foi um dos primeiros projetos que a presidente Dilma tirou da bandeja de assuntos urgentes e colocou sobre a mesa de estudos para analisar melhor antes de tomar uma decisão.

Afinal, o projeto F-X 2, da compra de 36 caças, envolve e uma série de cláusulas que precisam de uma negociação exaustiva, caso, por exemplo, da transferência de tecnologia.

Ao longo do segundo mandato do presidente Lula, os caças Rafale (França), Super Hornet (EUA) e o Grippen (Suécia) travaram uma disputa em que, a cada ano, um estava mais acima que os outros dois concorrentes. Primeiro, foi o caça sueco, Grippen, apontado como o favorito pelas autoridades aeronáuticas.

Depois, em setembro de 2009, quando o presidente da França, Nicolas Sarkozy, veio ao Brasil, a bola da vez eram os Rafale. Por último, apareceu o Super Hornet, da Boeing, com um intenso trabalho de propaganda.

Diante de tanto vaivém, o presidente russo tenta agora pegar a sua onda nesse projeto.

Se a presidente Dilma decidir mesmo zerar o jogo, como pareceu inclinada para alguns ministros, a compra dos caças pode deixar de ser uma mera decisão e produto para fazer parte da geopolítica nacional.

E o fato de a Rússia pertencer ao Brics, grupo ao qual o governo deseja dar uma prioridade em vários assuntos, pode acabar representando uma vantagem. Mas antes de avançar esse sinal, a ordem é conversar com o setor de Defesa.

Afinal, se tem algo que a presidente não gosta é avançar num tema sem combinar com o time. A questão dos caças é um deles.



Fonte: Correio Braziliense – Denise Rothenburg-via:Cavok/foto :Airliners.net/Video:-via:Youtube.com

19/01/2011

Rússia acena com parceria na produção e na venda dos caças para o Programa FX3

FX3-Embraer pode participar de desenvolvimento da caça de Quinta Geração em conjunto com a Sukhoi


http://ffirmann.files.wordpress.com/2010/06/sukhoi_t_50_pak_fa.jpg

A notícia de que a presidente Dilma Rousseff decidiu suspender o processo de escolha dos aviões de combate da Força Aérea Brasileira (FAB) e, consequentemente, abrir a porta para outros concorrentes – além dos três que já vinham participando do processo – pegou o governo da Rússia de surpresa, injetando novas esperanças de entrar no páreo com um jato de quinta geração: o T-50, tido como o mais moderno do mundo.

http://www.aviationexplorer.com/Russian%20Sukhoi%20T-50%20PAK%20FA%20Stealth%20Fighter/russian%20sukhoi%20t-50%20PAK%20FA.jpg


Ele tem uma durabilidade de 30 anos.

Cautelosas, as autoridades russas evitaram nesta terça-feira pronunciamentos a respeito.

Sua principal preocupação era a de confirmar, diretamente, aquela informação.

http://thm-a02.yimg.com/nimage/86aff3ab6466e16e Ainda assim, fontes da Sukhoi, que produz o T-50, acenaram com pelo menos três fatos que poderiam adoçar a negociação: oferecer ao Brasil a chance de participar da produção do jato, participar também dos projetos de sua modernização e nos serviços pós-venda.

Para o governo russo, trata-se de um assunto de importância estratégica.

A América do Sul é vista como um mercado promissor, sendo o Brasil o mais lucrativo deles.

A Rússia já havia participado da concorrência sete anos atrás, mas acabou sendo descartada.

Na época, a Sukhoi estava desenvolvendo esse jato de quinta geração.

Mas prevaleceu no governo brasileiro a ideia de que a Rússia passava por um mal momento econômico e, por isso, não se acreditava em sua capacidade de desenvolver o T-50.

Menos de dois anos depois, no entanto, o modelo já decolava.

Rússia pode ser alternativa para venda de armamentos

Um aspecto anima os russos a buscar negócios na América do Sul: o fato de os Estados Unidos imporem restrições aos países interessados em adquirir armamentos “made in USA”. Diante disso, a Rússia passa a ser uma alternativa.

Como no caso dos Super Tucanos, que a Embraer estava prestes a vender à Venezuela.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhwY0AObwBRpyAsrMj9x1IybIp3bS3UJsrg-JdSD6LRUzAIIvX-2euXdSWwMvwzaxGYzVD7YwCtSl8zmvCnAJBk1gVTNi_E1Oc1orXCWFmRFQFgNOKoPep33Ui44_JjD_o_LvlLMS5Kg0/s1600/Sukhoi+Su-30.jpg


O negócio foi bloqueado pelo governo americano, já que 50% dos componentes daquele avião são fornecidos pelos EUA.

O resultado foi que o presidente Hugo Chávez adquiriu 30 Su-30 russos ( caças de quarta geração).


NOTA do BLOG:A fonte informava que a intenção da Sukhoi era de fornecer o caça SU-35,quando na verdade o caça em questão se trata de um caça de quarta geração (Oque seria uma ótima aquisição),sendo o de quinta geração o Sukhoi Pack-FA posteriormente denominado Sukhoi T-50 indo -Russo,semdúvida que tanto para a FAB quanto para a Embraer seria uma oportunidade única,inclusive nodesenvolvimento de tecnologia Stealth ,onde apenas alguns países como EUA,China,Russia,e recentemente a India ,tem acesso e domínio.

Seria um avanço de anos luz em termos de tecnologia ,permitindo a aplicação do Knowhow ,como foi o caso da Boeing em aviões civis como o 787 Dreamliner,na aplicação de Composites em sua estrutura.


Fonte: O Globo – José Meirelles Passos/VIdeo:SRBdevis2000;alanstarkie2001-via Youtube

07/12/2010

China começa a Exportar SU-27 Genérico

China começa a Exportar SU-27 Genérico


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiqjeMVmv8kzl05UaLW6yy8UbCPWCJdHy1KSKjAhzwMqDRqC_WUFytgX1h-3wvhZvll1DmsexmUHpHEzqkCV2NzYtREEI58t0ZSuiQrzRSm1V4bYtJ4NwKH755xcn_5fdHr1DKGLn-3vnXH/s400/J-11B_1262272491_64426.jpg


Um ano depois do colapso da União Soviética, o Kremlin, com os cofres vazios, começou a vender à China uma parte de seu vasto arsenal, incluindo o orgulho da Força Aérea Russa, o caça Sukhoi Su-27.

Durante os 15 anos seguintes, a Rússia se tornou o maior fornecedor de armas para a China, vendendo entre US$ 20 bilhões e US$ 30 bilhões em caças, destróieres, submarinos, tanques e mísseis.

O país vendeu a Pequim até a licença para fabricar o caça Su-27 — com peças importadas da Rússia, é claro.

Mas agora a festa de vendas militares russas acabou e a da China está apenas começando.

Depois de décadas importando e fazendo engenharia reversa dos equipamentos bélicos da Rússia, a China atingiu um estágio crucial: agora ela pode fabricar muitas de suas próprias armas avançadas — como caças de última geração ao estilo do Su-27 — e está prestes a construir um porta-aviões.

Não apenas os engenheiros chineses conseguiram clonar os valiosos sistemas eletrônicos e de radar do Su-27, como estão equipando o caça com a última peça desse quebra-cabeça tecnológico: uma turbina a jato de fabricação própria.

Nos últimos dois anos, Pequim não realizou grandes compras bélicas de Moscou.

E agora a China começa a exportar boa parte desses armamentos, roubando mercado da Rússia no mundo em desenvolvimento e talvez até alterando o equilíbrio militar de vários locais de conflito no mundo.

Essa reviravolta histórica ficou palpável no pavilhão russo da feira de aviação Airshow China, realizada em novembro nesta cidade no sul do país.

A Rússia costumava ser a estrela do evento, impressionando os visitantes com seu time de acrobacias aéreas “Cavaleiros Russos”, exibindo caças, helicópteros e aviões de carga, e fechando vendas bilionárias nos bastidores do evento.

Este ano, o país não exibiu um único avião de verdade — só um punhado de miniaturas plásticas, cercadas por meia dúzias de vendedores entediados.

A China, por outro lado, fez sua maior exibição comercial de tecnologia militar — quase toda baseada no know-how russo.

http://www.cavok-aviation-photos.net/AlAin/Sherdils1.jpg

As estrelas do evento foram os “Sherdils”(foto Acima), um time paquistanês de acrobacia aérea que usa caças de origem russa mas que agora são fabricados no Paquistão e na China.

“Antes, éramos os sócios maiores nesse relacionamento — agora somos os menores”, disse Ruslan Pukhov, integrante do Conselho de Consultas Públicas do Ministério da Defesa da Rússia, um grupo de civis que assessora os militares do país.

O problema enfrentado pela Rússia espelha o de muitas empresas estrangeiras no momento em que a China começa a concorrer nos mercados mundiais com trens avançados, equipamentos de geração elétrica e outros produtos para o mercado civil baseados em tecnologia obtida dos países ricos.

Mas neste caso há um problema adicional relacionado à segurança: a China está desenvolvendo sistemas avançados, como porta-aviões e caças navais, que podem ameaçar Taiwan e confrontar o domínio americano do Pacífico.

As exportações chinesas de caças e outras armas avançadas também ameaçam alterar o equilíbrio bélico no sul da Ásia, no Sudão e no Irã.

O poderio militar chinês ainda é bem menor que o dos Estados Unidos, de longe o maior fabricante e exportador bélico do mundo.

A China obteve apenas 2% das vendas mundiais de armamentos entre 2005 e 2009, o que faz dela a nona maior exportadora, segundo o Instituto Internacional de Pesquisas sobre a Paz de Estocolmo.

Mas nenhum outro país asiático tentou projetar poderio militar — e conta com capacidade própria para isso — desde a derrota do Japão em 1945.

O rápido domínio chinês das tecnologias russas motiva questionamentos sobre a cooperação americana com a face civil dos fabricantes chineses de armamentos.

A Corporação da Indústria de Aviação, ou Avic, a fabricante estatal de aviões da China, é que faz os caças do país, por exemplo.

Mas ela também está desenvolvendo um jato de passageiros com ajuda da General Electric Co. e outros fabricantes americanos de produtos aeroespaciais.

Um representante da GE disse que a empresa se associou há décadas a fabricantes estrangeiros de turbinas, “sempre com mecanismos elaborados de proteção” que preservaram as patentes da empresa.

A evolução chinesa também tem consequências para os programas americanos de armamento.

O Pentágono decidiu cortar os recursos para o F-22, atualmente o caça mais avançado em uso no mundo, em parte porque a China só deve ter aviões parecidos daqui a 15 anos, pelo menos.


http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/04/J-20-2.jpg

Mas o general He Weirong, vice-comandante da Força Aérea da China, anunciou que a versão chinesa do jato estava prestes a passar pela fase de testes de voos e poderá entrar em uso em “oito ou dez anos”.

http://1.bp.blogspot.com/_2KZx17UBJoE/SwrMsqeGS7I/AAAAAAAAE-E/qLp6k2QNhdQ/s400/000-3d-model-Chinese+Air+Force+J-14+Fighter+01.jpg

A Agência de Inteligência de Defesa dos EUA agora afirma que vai levar “cerca de dez anos” para a China conseguir mobilizar os chamados caças “invisíveis” a um “número substancial”.

Para Moscou e Pequim, enquanto isso, disputas sobre a patente de caças como esses estão dificultando os esforços dos dois países para superar uma rivalidade histórica e criar uma nova era de relações amigáveis.

“Não prestamos atenção suficiente a nossas patentes no passado”, disse uma autoridade russa da defesa.

“Agora a China é que está concorrendo conosco no mercado internacional.”

http://cnair.top81.cn/fighter/J-11B4.jpg

Poucas coisas ilustram com mais clareza essa questão como o J-11B, o caça chinês que as autoridades russas alegam ser uma cópia direta do Su-27, caça de um tripulante desenvolvido pelos soviéticos nos anos 70 e 80 para enfrentar os americanos F-15 e F-16.

Antes do início dos anos 90, Moscou não fechava um acordo bélico de grande porte com Pequim desde o racha ideológico dos países em 1956, motivo de breves combates fronteiriços em 1969.

Mas depois do colapso da União Soviética, o Kremlim ficou desesperado para obter recursos.

Em 1992, a China se tornou o primeiro país fora da ex-União Soviética a comprar o Su-27, pagando US$ 1 bilhão por 24 unidades.

O acordo foi uma jogada de mestre da China, que mudara o foco de seus militares de uma possível invasão soviética por terra e passara a buscar defender áreas que considera seu território, como Taiwan e partes do Mar da China Meridional e do Mar do Leste da China.

As tentativas chinesas de modernizar sua Marinha e Força Aérea foram atrapalhadas pelos embargos de armas impostos pelos EUA e a União Europeia depois da repressão aos protestos na Praça da Paz Celestial, em 1989.

O programa de modernização militar da China ganhou urgência quando os líderes chineses ficaram chocados com a exibição de poderio americano durante a Guerra do Golfo, disseram militares de países ocidentais.

A grande virada de Pequim ocorreu em 1996, quando ela pagou US$ 2,5 bilhões à Rússia para licenciar e montar mais 200 caças Su-27 na Senyang Aircraft Company.

O acordo estipulava que o avião — a ser chamado J-11 — contaria com sistemas eletrônicos, radar e turbinas da Rússia e não poderia ser exportado.

Mas depois de construir 105 aeronaves, a China cancelou repentinamente o contrato em 2004, alegando que o avião não atendia mais às suas exigências, segundo autoridades russas e especialistas em defesa.

Três anos depois, os temores russos se confirmaram quando a televisão estatal da China apresentou uma versão própria do jato de caça — o J-11B.

“Quando a licença foi vendida, todo mundo sabia que eles fariam isso. Era só um risco que foi aceito”, disse Vassily Kashin, um especialista russo em questões militares da China.

“Na época foi uma questão de sobrevivência.”

http://www.airwar.ru/image/idop/fighter/su35bm/su35bm-6.jpg

O J-11B era praticamente idêntico ao Su-27, embora a China afirme que ele tem 90% de tecnologia local e recebeu sistemas de radar e eletrônicos chineses que são mais avançados que os originais.

Só a turbina ainda é russa, afirmou a China.

Agora, a China também começou a instalar uma turbina própria, segundo Xhang Xinguo, vice-presidente da Avic, dona da Shenyang Aicraft.


http://img210.imageshack.us/img210/9094/taihangapr11.jpg

“Não dá para dizer que é só uma cópia”, disse ele. “Todos os celulares são parecidos. Mas a tecnologia está evoluindo rapidamente. Mesmo que o aspecto seja o mesmo, nem tudo o que está dentro pode ser o mesmo.”

O J-11B forçou a Rússia a tomar uma decisão difícil: continuar vendendo armas à China e se arriscar a também perdê-las para a imitação chinesa, ou ficar fora de um mercado ainda lucrativo.

A reação inicial da Rússia foi suspender as negociações para vender à China o Su-33, um caça com asas dobráveis que pode ser usado em porta-aviões.

Mas, desde então, o país reabriu as negociações com a China sobre o Su-33, embora tenha rejeitado a oferta chinesa para comprar apenas dois aviões, insistindo num pedido mais volumoso.

A posição oficial da Sukhoi Aviation Holding Co. agora é que ela continua apostando em seus negócios na China.

De fato, muitos especialistas em aviação acreditam que a Avic tem enfrentado problemas para desenvolver uma turbina nacional para o J-11B com o mesmo empuxo e durabilidade que o produto original da Rússia.

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A Sukhoi está apostando que a China vai ter de comprar o Su-33 sob as condições russas, já que será difícil para Pequim desenvolver um caça naval próprio a tempo de equipar seus primeiros porta-aviões, previstos para entrar em operação em 2011 ou 2012.

A empresa também espera vender à China o Su-35 — uma versão mais avançada do Su-27 — se o J-11B não se desempenhar bem o bastante.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7ttjx7bhKx53QTSwglAnpPGMC7he5aeWRS_QIYfl76AU_XaOQIAZqs9uCryTXWMR1EH6Wgjk0amtk5Mzc4S5U9eA6xeD4ifrUwD2X82rlTr66xyxPToKOJEcz2IRapwJTYnVPEopZHxE/s660/SU-35+SUPER+FLANKER.jpg

“Só esperamos que nosso avião seja melhor”, disse Sergey Sergeev, vice-diretor geral da Sukhoi. “Uma coisa é fazer uma cópia de qualidade de uma colher, mas fazer uma de um avião é outra história.”


Fonte: Wall Street Journal – Jeremy Page/Via :Cavok;Video :RT News- via Youtube

16/11/2010

Russia fornecerá Sukhoi SU-35 para a China

Russia fornecerá Sukhoi SU-35 para a China

http://project-new-hope.com/upload/images/general/Sukhoi_Su_35_by_sciclunakris.jpg

A Rosoboronexport empresa estatal Russa informou nesta Terça-Feira que esta pronta para dialogar com a China a entrega dos avançados caças Sukhoi SU-35 à Força Aérea Chinesa.

"Estamos prontos para negociar com nossos parceiros chineses para este fim (SU-35)"-disse o Vice-Diretor da Rosoboronexport Alexander Mikheyev no China Air Show 2010,que começou hoje dia 16/11 e vai até o dia 21 em Zuhuhai.

O SU-35 Flanker E ,é impulsionado por dois motores com sistema de vetorização de empuxo,que combina alta manobrabilidade e capacidade efetiva de engajar multiplos alvos aéreos simultaneamente usando mísseis guiados e não guiados com sofisticado sistema de armas.

A Sukhoi fabricante de armas russa tinha dito anteriormente que forneceria caças de "4ª geração ++ "utilizando tecnologia de "5ª geração" para clientes estrangeiros em 2011,e que iria ser produzido até 2020.

O China International Aviation & Aerospace Exhibition (China Airshow ) é a única feira aeroespacial Internacional da China e que é endoçado pelo governo central da Chinês.

http://www.paklinks.com/gsmedia/files/56567/jf7.jpg

A China aproveitará para tentar emplacar seu caça JF-17 Thunder multi-função no mercado internacional ,onde já vendeu algumas unidade ao Paquistão.



A exposição bienal de armas é realizada desde 1996 na China.


Fonte: RIANOVOSTI/-Tradução Voar News-Video:Youtube.com

26/03/2010

Cruzex V terá presença de caças Rafale

Cruzex V terá presença de caças Rafale


Caças Dassault Rafale poderão ser a novidade da Cruzex 2010, em novembro.

O maior treinamento de guerra no ar da América do Sul já tem uma estrela este ano – os caças franceses Rafale.

A França acaba de confirmar presença com o modelo militar na operação Cruzeiro do Sul, que acontece a cada dois anos a comando do Brasil.

O Rafale é considerado favorito na disputa bilionária pela preferência do governo brasileiro para a compra de trinta e seis unidades.

Os outros concorrentes são o sueco Gripen NG e o americano F-18 Super Hornet. O negócio pode chegar a US$10 bilhões.

Cem aviões devem participar do treinamento militar marcado para começar no dia 28 de outubro, provavelmente depois que o Presidente Lula anunciar o escolhido para integrar a força do Brasil. Desses, oitenta são caças, vindos de países vizinhos: Chile, Argentina, Uruguai e Venezuela, que trará o russo Sukhoi, um dos primeiros eliminados na disputa pela compra dos caças.

A França é antiga colaboradora do treinamento contribuindo com os ensinamentos dentro da estrutura da Otan – Organização do Tratado do Atlântico Norte.

A guerra simulada será em Natal, base dos países da “coalizão”, formada por todos os participantes.

Em Fortaleza, ficará o “inimigo”, representado apenas por aviões da Força Aérea Brasileira.

A Cruzex 2010 está sendo mais prestigiada: os Estados Unidos, que eram apenas observadores, este ano prometem participar com um caça militar.

Mas ainda não revelaram se trarão o concorrente do Rafale na disputa brasileira, o F-18 ou se usarão o F-16 – um modelo inferior.

Novos observadores já confirmaram presença :Bolívia, Peru, Colômbia, Paraguai, Equador, Canadá e Inglaterra , todos a postos para atestar o desempenho do Rafale – ganhador ou não da disputa.

Compra de caças para a FAB

O relatório final da Força Aérea Brasileira sobre os caças que disputam a compra afirma que em termos operacionais, os três satisfazem tecnicamente. Mas a Aeronáutica mudou de opinião e diz que, considerando a Estratégia de Defesa Nacional,os caças franceses Rafale representam “a proposta mais consistente”. Inicialmente, a preferência da FAB era pelos caças suecos Gripen.

Dentro de alguns dias, o ministro da Defesa vai apresentar seu próprio relatório ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deverá escolher oficialmente o caça a ser comprado com base nos argumentos de Jobim. Jobim já afirmou que os franceses tem vantagem na disputa.

“A FAB diz que os três são satisfatórios, então o que pesa é a transferência de tecnologia e a redução da dependência”.

Questionado se este quesito daria vantagem para a França, Jobim concordou: “Neste sentido, sim”.

A preferência do presidente Lula pelos caças franceses já é conhecida – foi declarada no dia 7 de setembro do ano passado durante uma visita do presidente francês, Nicolas Sarkozy, a Brasília.

Fonte: G1

06/02/2010

20 caças para a Líbia

20 caças para a Líbia - (Su-35, Su-30 e Yak-130)


Em outubro de 2009 foi anunciado que Trípoli estava interessado na aquisição de entre 12 a 15 caças Su-35, quatro Su-30 e seis caças de instrução Yak-130.


Líbia compra USD 2 bilhões de armamento russo



20 caças militares serão entregues á Líbia, que acaba de afirmar que vai comprar 2 bilhões de dólares de armamento russo, demonstrando uma nova fase de cooperação entre Moscou e Tripoli.

A afirmação foi feita depois da visita a Moscou pelo Ministro de Defesa da Líbia, General Abu-Bakr Yunis Jaber.

Fontes militares citadas pelo Interfax afirmam que o negócio envolverá 20 caças militares (Su-35, Su-30 e Yak-130), algumas dúzias de tanques T-90, sistemas de mísseis S-300, a modernização de outros 70 tanques e outras armas.

Desde que a Líbia anunciou o seu desejo de terminar seus programas de armas de destruição massiva em 2003, as relações entre Tripoli e Moscou melhoraram substancialmente.

Em 2008, numa visita a Tripoli, Vladimir Putin cancelou biliões de dólares da dívida desta nação norte-africana à URSS.




fonte:moraisvinna, com informações do Pravda

07/10/2009

ENTREVISTA COM O DIRETOR DA ROSOBORONEXPORT SOBRE O FX2

ENTREVISTA COM O DIRETOR DA ROSOBORONEXPORT SOBRE O PROGRAMA FX2 DA FAB





Entrevista com Anatoly Isaikin - Diretor General da EEFU "Rosoboronexport" sobre o Projeto F-X2



É conhecido que no fim de Outubro o Brasil vai anunciar o resultado do Projeto F-X2. Quais os seus comentários?

Sabemos que no fim de Outubro deste ano é esperada a decisão sobre os resultados da licitação da Força Aérea Brasileira (FAB) dentro do Projeto F-X2 para substituição dos seus envelhecidos caças de vários tipos por um novo modelo de aeronave.

É prevista dentro da licitação que até o ano 2015 (primeira etapa) sejam adquiridos 36 aeronaves multifuncão e na segunda etapa que vai até 2024 a produção conjunta no Brasil de mais 84 caças. De tal maneira a quantidade total dos aviões será 120 unidades.


Certamente que nós gostaríamos de vencer essa licitação. Por isso o caça Su-35, nossa super-aeronave russa foi proposta ao Brasil.

Mas na imprensa apareceu a informação de que Rússia não está participando nessa licitação. É isso assim?

Consideramos que somos os participantes legítimos dessa licitação. Dassault/França com Rafale F3, Boeing/EUA com F/A-18E/F Block II e a SAAB/Suécia com Gripen NG são os nossos concorrentes.


Como a proposta russa atende às exigências da licitação?

Recentemente Brasil adotou uma nova Estratégia Nacional da Defesa.

O documento prevê que no caso de aquisição dos sistemas bélicos modernos o pais vendedor do armamento deve transferir tecnologia em várias áreas para permitir a consolidação da “Base Industrial de Defesa do Brasil”, assegurar a sua participação direta na execução do programa, envolvendo a capacitação de manutenção em qualquer nível da complexidade da aeronave e seus sistemas, a produção de todo o armamento envolvido, permitindo desta maneira independência de fontes estrangeiros.


Exatamente isso pode ser visto no processo seletivo adotado nos requisitos do Projeto F-X2.

O volume e a profundidade da transferência tecnológica foram declarados pelo Brasil como fatores decisivos. Tomando isso em conta, nos preparamos e entregamos ao Ministério da Defesa do Brasil nossa proposta melhorada da cooperação tecnológica, que atendeu completamente aos requisitos brasileiros.


Nossa proposta contém um grande programa da transferência tecnológica que envolve o ciclo completo da manutenção e reparação da aeronave e seus sistemas no Brasil, incluindo a produção do Su-35 no Brasil.

Simultaneamente nós declaramos que a transferência das várias tecnologias envolvidas somente pode ser limitada pela capacidade técnica e financeira das empresas receptoras brasileiras.


Nos temos ainda uma grande vantagem em relação aos nossos concorrentes, ou seja, a nossa experiência real da transferência tecnológica para produção das aeronaves Su-27 para China e Su-30 para Índia.

Além disso, depois das conversações realizadas no Brasil, ficou claro que hoje nós podemos cooperar com empresas brasileiras nestes tipos de projetos, como:

  • - integração da eletrônica de bordo brasileira unificada das aeronaves existentes e futuras da FAB (inclusive telas, sistemas de comunicação, sensores de bordo, computadores etc.) no Su-35;
  • - integração dos mísseis e foguetes de produção brasileira no Su-35.

Um pacote de programas de contrapartidas comerciais e indústriais (offset) também é parte da nossa proposta.

O foco deles está na transferência tecnológica. Vale a pena mencionar que trabalhamos junto com empresas brasileiras para realização de programas similares como aqueles contidos no contrato para fornecimento das aeronaves com asa rotativa Mi-35M para a FAB.

Essa é uma boa experiência para nós e para o Brasil.


Gostaria de acentuar mais um assunto.

O Brasil e a Rússia são parceiros estratégicos. Este fato foi declarado pelos Presidentes dos nossos países.

O projeto para fornecimento dos Su-35 poderia tornar-se como salto qualitativo no desenvolvimento das relações russo-brasileiras.

Por isso a proposta da EFEU ROSOBORONEXPORT vem recebendo suporte do senhor Dmitry Medvedev, Presidente da Rússia.



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Quais são as vantagens técnicas do Su-35?

Por suas características técnicas e operacionais o Su-35 supera significativamente todas as aeronaves apresentadas pelos nossos concorrentes.

Nosso caça é mais veloz (2400 km/h em altura de 11000m), tem maior relação empuxo/peso, tem quase duas vezes maior vantagem no alcance (3600 km sem tanques externos de combustível) em comparação com aeronaves francesas e suecas. O Gripen NG é equipado somente com uma turbina, um fator que diminui significativamente a segurança e a sobrevivência de aeronave no combate. Já F/A-18 possui menor teto de vôo.

Assim, o caça russo é mais adequado para o Brasil com seu vasto território e fronteiras terrestres e marítimas estendidas.

O Su-35 também apresenta superior eficácia de combate. O caça pode levar 8 toneladas de armamento, que é 1,5 vezes superior às do Rafale e do Gripen.

Fator importante é a conhecida característica supermanobrabilidade do Su-35 que drasticamente aumenta as possibilidades de sucesso em combate. Os aviões dos concorrentes não possuem essa característica superior.

A cabine do piloto do Su-35 está equipada com modernos meios de visualização da informação, fator que facilita muito o trabalho de pilotagem e permite ao piloto se concentrar exclusivamente no comprimento das tarefas de combate.

A aeronave russa é equipada com novo radar, que supera em 1.5–2 vezes os radares dos caças concorrentes, mesmo no que concerne ao alcance e outras características importantes.

É difícil acreditar, que com todas estas características positivas, permitem simultaneamente diminuir os gastos com a operação deste avião, influindo significativamente no baixo custo total do seu ciclo de vida. Ademais, com maior alcance da aeronave se precisa menos bases aéreas, bem como, com maior eficácia da aeronave em combate a FAB precisará menos aeronaves para o comprimento das missões.

Por estas qualidades o Su-35 entrou no serviço da Força Aérea Russa. Na última Feira Internacional MAKS-2009 ocorrida em agosto, em Moscou, a Empresa Sukhoi e Força Aérea Russa assinaram um contrato para o fornecimento de 48 Su-35.

su-35bm
Qual são outras vantagens da proposta Russa para o Brasil?

Um dos mais atrativos fatores é o preço das nossas aeronaves. Nossas análise e experiência em concorrência permanente com empresas da França, dos EUA e da Suécia indicam que em comparação com preços deles o preço russo é significativamente baixo.

A Comissão Gerencial do Projeto F-X2 da FAB sabe bem desta diferença.


Então eu acredito que a nossa proposta atende às exigências brasileiras em todos os sentidos, por um custo total bastante atrativo.

Foi isso que nós tivemos em conta durante de preparação da nossa proposta.


Pode contar brevemente a historia da cooperação técnico-militar entre o Brasil e a Rússia?

O Brasil conhece muito bem os armamentos russos. Ainda no ano de 1994 a Força Aérea Brasileira e Exército Brasileiro adquiriram sistemas portáteis antiaéreas de mísseis Igla de produção russa.

A propósito, o Igla está em uso no Brasil até agora.


De 2003 até 2005 EFEU ROSOBORONEXPORT participou na licitação da FAB para aquisição de caças modernos e naquela altura teve grande chance de vencer.

Pelas avaliações brasileiras o Su-35, por critérios técnicos era o mais favorável. Nossa proposta de offset também recebeu uma excelente avaliação.

Mas, em 2005 esta licitação foi cancelada e agora renovada com requisitos diferentes para o Projeto F-X2.


O ano 2008 foi marcado com assinatura do maior contrato na historia da cooperação brasileiro-russa.

Este não é simplesmente contrato para fornecimento dos modernos helicópteros de transporte e combate Mi-35M para FAB, mas também é o projeto da transferência tecnológica, treinamento dos pilotos e técnicos, inclusive os programas de offset.

Agora a EFEU ROSOBORONEXPORT junto com JSC ROSTVERTOL e outras organizações russas estão trabalhando para realizá-lo.


Ministério da Defesa e as Forças Armadas do Brasil mostram cada vez mais interesse no material do emprego militar russo, tal como meios da defesa antiaérea, material aeronáutico, simuladores, material para o Exército, entre outros.


fonte:Blog do Vinna com informações da:
DefesaFonte: DefesaNetNet

Video:Youtube.com/canal Aviation videos

02/10/2009

RUSSIA ACREDITA EM VITÓRIA NO PROGRAMA FX2

RUSSIA AINDA ACREDITA EM VITÓRIA NO PROGRAMA FX2 ...










Rússia acredita que vencerá licitação para venda de caças ao Brasil



A empresa exportadora de armamentos russa Rosoboronexport disse nesta sexta-feira que tem boas chances de vencer a licitação para a venda de aviões de caça SU-35 ao Brasil, depois da França ter se declarado favorita com o Rafale.

"Acreditamos que nossa oferta tem muitas vantagens e temos boas chances de ganhar o contrato", declarou à AFP um porta0voz da Rosoboronexport, Viatcheslav Davydenko.




"Nossa oferta contém um importante programa de transferência de tecnologias -serviço técnico, reparações- e tudo o que for necessário para a fabricação de Su-35 no Brasil", declarou por sua vez o diretor da Rosoboronexport, Anatoli Issaykine, citado pela agência Interfax.


Su-35
Além da Rússia, apresentaram ofertas fabricantes de França, EUA e Suécia.

Neste contexto, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, havia assegurado em 23 de setembro que o contrato de venda ao Brasil de 36 Rafale, um avião de caça que nunca exportou, seria assinado.

O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva deu seu acordo de princípio para a compra dos Rafale durante a visita de Sarkozy no início de setembro.


fonte:France Presse via G1.com

02/03/2009

Sukhoi confirma entregar Su-35BM para Rússia

Sukhoi confirma entregar Su-35BM para Rússia em 2011



Força Aérea Russa irá operar o mais avançado modelo da nova geração do caça de melhor desempenho de todos os tempos

Su-35BM

Su-35BM

Clique na foto para ampliar

Por Hercules Araujo

Video:Youtube.com

A Sukhoi confirmou no mês de fevereiro que o seu mais novo caça avançado multimissão Su-35BM entrará em serviço na Força Aérea Russa em 2011.
“O atual progresso no programa de testes iniciais anunciaram o adiantado do cronograma para entregas da aeronave para a Rússia e clientes externos em 2011”, disse um porta-voz da empresa.
O primeiro dos dois protótipos do Su-35 já realizou com sucesso 87 sortidas de voo desde julho de 2008, demonstrando suas características avançadas no projeto para combate.

A Sukhoi planeja entregar um exemplar da nova aeronave para oficiais da Força Aérea Russa para testes ainda em 2009 e completar um total de 150 a 160 voos de ensaios.
O Su-35BM é impulsionado por dois motores turbojatos 117S com direcionamento de jato vetorado, combinado com alta manobrabilidade da célula e capacidade efetiva de engajar vários alvos aéreos simultaneamente usando para atacar mísseis guiados.

A nova aeronave russa dispõe também de um novo radar AESA Irbis-E que permite ao piloto detectar e rastrear até 30 alvos enquanto engaja simultaneamente oito alvos prioritários.
A empresa russa espera exportar ao menos 160 unidades do caça no futuro para um número de países incluindo Índia, Malásia e Nigéria.
Su-35BM

Su-35BM

Su-35BM


11/02/2009

Difícil de acreditar

Difícil de acreditar

Embora seja difícil de acreditar, na última quinta-feira (05/02), o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou que o Sukhoi SU-35 poderá ser reavaliado para o projeto F-X2. Mesmo não sendo confirmado, especula-se que a decisão foi tomada após uma delegação da Rosoboronexport vir ao Brasil e ser recebida pelo o embaixador da Rússia, Vladimir Lvovitch Tyurdenev.


Os russos apresentaram ao Ministro da Defesa novos dados e refizeram a proposta para o Sukhoi SU-35, que foi descartado na short-list. Com essa possibilidade de rever os finalistas, o Eurofighter e até mesmo o Lockheed Martin F-16 podem retornar ao páreo.

Em poucas palavras, o programa F-X que já não tem uma boa credibilidade, perderá a pouco que resta. E o Brasil provará que não é um país sério.

Eis a íntegra da declaração do ministro Nelson Jobim, durante o programa "Bom dia, Ministro", e divulgada pela assessoria de imprensa do Ministério da Defesa:

A Estratégia Nacional de Defesa não é uma relação de compras, a Estratégia não tem como objetivo único e exclusivo a compra de materiais para as Forças Armadas. A Estratégia Nacional de Defesa tem como base a reorganização, a modernização das nossas Forças vis a vis o nosso território. Precisamos ter, por exemplo, a identificação dos pontos estratégicos sensíveis do país e ter uma alocação de Forças naquela localidade, ou seja, naquele ambiente. Quanto à questão específica do F-X, prosseguem as nossas pesquisas, as nossas discussões sobre a decisão a ser tomada. O senhor sabe que na última “short list” feita pela FAB nós tivemos três aviões: o F-18 americano, o Rafalle francês, e o Gripen sueco. Agora, ontem (4/02), eu recebi no Ministério da Defesa a visita da Rosoboronexport, que é a empresa russa que elabora o Sukoi (sic), o SU-35, que é o novo Sukoi (sic) e deseja trazer complementos para ver a possibilidade de ser reexaminado. Eu disse que era possível trazer esse material e que a FAB examinaria. O mesmo se passou com os europeus, os italianos em relação ao Eurofighter. Ou seja, nós teremos lá por julho, agosto, nós vamos ter uma decisão final das opções técnicas da FAB, para depois tomarmos a decisão política”.

Definitivamente, o Sr. Ministro deveria cumprir o que ele mesmo disse ao assumir a pasta. Ou faz ou sai.