SUA REVISTA ELETRÔNICA EM AVIAÇÃO [Your e-magazine of Aviation] VOAR NEWS AVIAÇÃO & DEFESA
25/08/2012
Ministra paraguaia alerta para possível guerra sul-americana
18/07/2012
Maior companhia aérea do mundo pode parar
12/07/2012
Pluna cria e-mail para prejudicados por suspensão de voos
11/07/2012
Pluna entra em falência; governo vai leiloar aviões
29/06/2012
Sindicato: piloto da Gol voa sabendo que está na lista de demitidos
Fonte:Desastres Aéreos News
Foto:Dicas de Voo
28/06/2012
Oque está acontecendo com a GOL?
28/07/2011
Vereador Kirrarinha agride repórter Márcia Pache em Pontes e Lacerda-MT
VEREADOR COVARDE AGRIDE REPORTER
NOTA do BLOG: O assunto em questão não tem nada haver com aviação e sim com a indignação e repúdio a violência contra a imprensa e principalmente contra as mulheres.
O Vereador Lorivaldo Rodrigues de Moraes,mais conhecido como" Kirrarinha"- todo errado cheio de processo nas costas ,ainda se acha no direito de agredir a reporte que estava ali somente fazendo seu trabalho ,que é levar a público as notícias e cachorradas cometidas por SAFADOS COMO ESTE em nosso país ,que trata o povo e eleitor como animais ,sem o menor respeito,roubam ,desviam dinheiro público,e até matam,com a certeza da impunidade!!!
O Miserável ,Infeliz e COVARDE!!! ,simplesmente lança um tapa no rosto da repórter sem a menor chance de defesa e ,sem o menor respeito... quero deixar bem claro que sou apolítico ,mas não posso deixar também de comentar que essa QUADRILHA DE POLÍTICOS ,nos deixa envergonhados .
Nós brasileiros ,que temos um pouquinho de noção e cultura ,do que é certo ,ou errado para este país,estamos enojados com tanta ROUBALHEIRA ,E FALTA DE MORAL E ÉTICA empregada pelos governantes ,Deputados,Senadores,Vereadores , eleitos por diversos partido ,enfim toda essa massa política eleita por nós brasileiros ....Infelizmente ,somos nós que ,por não procurar,nossos direitos,não procurar pesquisar a vida de quem elegemos ,deixamos a coisa como está.
Estamos ultimamente muito passivos com relação as faltas de respeito cometidas por políticos corruptos e sem caráter nesse país, um país que ainda pensa em Copa do Mundo,Olimpíadas,mas esquece da EDUCAÇÃO, da SEGURANÇA, e principalmente da SAÚDE ,país onde se cobram os impostos mais caros do mundo, onde tem parlamentares com salários mais bem pagos do mundo,DEPUTADOS ANALFABETOS,LADRÕES ,E SEM MORAL,para escolher os nossos rumos.
Por isso pensem bem antes de votar ,pensem neste SAFADOS ,COVARDES ,e não dêem votos a quem não merece.Parece engraçado ,mas digamos ,à quem seja menos tendencioso por assim dizer ,pois se formos colocar na ponta do lápis ,não votaremos em ninguém...
A moda ultimamente é bater em repórter.
Empurrões e apertões
O reporter Danilo Gentili também soube oque é isso,ao fazer uma reportagem, levou dos policiais de São Bernardo do Campo um verdadeiro "sacode"
Porém se você viu aquilo e ficou aterrorizado, aguarde para o que você verá abaixo.
A repórter Márcia Pache se preparava para entrevistar o vereador Kirrarinha que acabava de sair da delegacia, mas antes mesmo de piscar com o microfone levou um direto no queixo de deixar até o Popó de boca aberta. Tudo isso ocorreu na cidade de em Pontes e Lacerda-MT.
04/03/2011
Aviação de Kadhafi bombardeia leste da Líbia
A força aérea líbia lançou "uma bomba sobre o exterior da base militar próxima a Ajdabiya", declarou Mohamad Abdalah, insurgente que lutava na última barreira da cidade, na estrada para Brega (70 km a oeste), onde violentos combates ocorreram na quarta-feira.
Outros opositores confirmaram o bombardeio, que não teria causado vítimas ou danos materiais.
Brega, um porto petroleiro, e Ajdabiya são dois pontos estratégicos na estrada que liga Trípoli a Benghazi (1.000 km leste da capital), transformada em bastião da insurreição iniciada em 15 de fevereiro.
As tropas do coronel Muamar Kadhafi, por sua vez, mantêm o controle do oeste, perto da fronteira com a Tunísia, onde milhares de pessoas que fugiram da repressão líbia tentam atravessar a fronteira, indicou em Genebra o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (Acnur).
O presidente americano, Barack Obama, indicou nesta quinta-feira que estudava "toda gama de opções" disponíveis para acabar com "a horrível violência".
"A violência deve parar. Muamar Kadhafi perdeu a legitimidade para liderar, e deve sair", disse Obama.
A oposição, que na semana passada realizou apenas pequenas manifestações em vários bairros de Trípoli, fará uma nova tentativa após as orações muçulmanas de sexta-feia.
A organização dos protestos pode ser atrapalhada pelo corte da internet na capital, que vigora desde quinta-feira.
Em Brega, os atemorizados habitantes montaram baterias antiaéreas para se defender.
Os bombardeios de quinta-feira também não deixaram vítimas. Os de quarta-feira foram em apoio a um ataque terrestre, que foi repelido após violentos combates, que terminaram com a morte de nove rebeldes e três agressores.
Mas, para Saif al-Islam, um dos filhos de Kadhfi, os ataques aéreos de Brega tinham apenas a intenção de "assustar", sem provocar mortes.
"As bombas eram apenas para assustar, para que eles fossem embora", disse.
"Ali não há cidade, a cidade de Brega fica a quilômetros de distância. Estou falando do porto, onde há apenas uma refinaria de petróleo", completou, em entrevista à rede britânica Sky News.
O filho de Kadhafi rechaçou também a possibilidade de uma mediação internacional proposta pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez.
"Nós os respeitamos, (os venezuelanos) são nossos amigos, mas eles estão muito longe e não sabem como é a Líbia. Somos capazes de resolver nossos problemas sozinhos", estimou. "Seria como (se um líbio) fosse negociar um acordo no Amazonas".
A rebelião líbia também rejeitou a proposta venezuelana.
"Temos uma posição muito clara: é tarde demais, já se derramou muito sangue", disse à AFP Mustafah Gheriani, porta-voz do Conselho Nacional de cidades, controlado pela oposição, cuja sede fica em Benghazi (1.000 km a leste de Trípoli).
A comunidade internacional, por sua vez, deu início a uma operação de repatriação por ar e mar de milhares de refugiados egípcios que fugiram da repressão na Líbia através da fronteira com a Tunísia.
Mais de 100.000 pessoas já deixaram o território líbio desde o começo da rebelião. Segundo dados da ONU, a virulenta repressão aos protestos deixou cerca de 1.000 mortos; para uma ONG líbia de defesa dos direitos humanos, este número já passa de 6.000.
O governo holandês admitiu, por sua vez, que três soldados holandeses foram capturados no último domingo por homens armados durante uma operação de evacuação de civis na Líbia.
Na quinta-feira, O Tribunal Penal Internacional (TPI) anunciou a abertura de uma investigação por crimes contra a humanidade envolvendo Kadhafi e várias pessoas de seu entorno, pela repressão ordenada contra as manifestações que exigem sua renúncia.
O "Guia da Revolução" pronunciou na quarta-feira um discurso alertando que "milhares de líbios morrerão caso os Estados Unidos ou a Otan intervenham" no país, e que a Líbia será para os ocidentais "um inferno e um mar de sangue pior que o Iraque ou o Afeganistão".
A situação na Líbia e a agitação política na região - onde movimentos populares já derrubaram dois regimes autoritários em apenas dois meses (na Tunísia e no Egito) - elevou nos últimos dias os preços do barril de petróleo, que chegou a mais de 100 dólares pela primeira vez desde 2008.
Fonte:France Presse-via G1.com
03/02/2011
Brasileiros tentam fugir de conflitos no Egito
Grupo que vive no Cairo não sabe se conseguirá embarcar de volta ao Brasil.
Um grupo de brasileiros que vive no Cairo se dirigiu nesta quarta-feira para o aeroporto da cidade na tentativa de deixar o país, mesmo sem a garantia que conseguirão embarcar.
Eles tentam deixar a capital egípcia diante dos protestos contra o regime de Hosni Mubarak, que já duram oito dias.
Depois de presenciar cenas de batalha em frente ao condomínio onde mora, em uma das avenidas principais do centro do Cairo, a gaúcha Andréia Feijó decidiu ir para o aeroporto, na esperança de tentar voltar para o Brasil.
"A empresa de meu marido providenciou nossa saída por precaução, mas ainda não sei se o voo vai sair”, disse Andréia à BBC Brasil.
Ela contou que na semana passada viu de perto os confrontos entre a polícia egípcia e manifestantes.
Segundo Andréia, ela o marido estavam de férias no Brasil e haviam voltado ao Egito no dia 23 de janeiro, dois dias antes do início dos protestos contra Mubarak.
“De repente, vimos em frente ano nosso condomínio todas aquelas cenas, que me deixaram tensa. Há dois dias, meu marido disse que a empresa decidiu que era hora de deixar o país”, contou a porto-alegrense.
O marido de Andréia, o também gaúcho Rodrigo Alves, disse que o casal sairia ainda pela manhã rumo ao aeroporto porque o caminho estava cheio de bloqueios.
“Levaremos um tempo até chegar. Estamos levando somente o necessário porque pensamos em voltar assim que a situação acalmar”, disse Alves, natural de Caxias do Sul.
Praça da Liberdade
A praça Tahrir (liberdade em árabe), que concentra os protestos contra Mubarak e tem reunido centenas de milhares de manifestantes, atraiu a curiosidade dos brasileiros hospedados em um hotel a poucas quadras do local.
“Vi os protestos de terça-feira e foi impressionante. No início, deu medo, mas agora que são pacíficos é de emocionar ver os egípcios lutando por liberdade”, disse Paulo Araújo.
Juntamente com outros sete brasileiros, ele também iria para o aeroporto do Cairo para tentar embarcar em um voo marcado para o início da tarde desta quarta-feira.
“Uma brasileira do nosso grupo conseguiu embarcar na terça-feira e isso nos deu mais esperança”, disse o brasiliense.
Ana Carolina de Barros Camargo, de Belo Horizonte, disse que não via a hora de deixar o Cairo e voltar ao Brasil.
“Eu sei que poderemos chegar ao aeroporto e o vôo acabar não saindo. Talvez teremos de ficar por lá. Estou ansiosa, mas esperançosa”, desabafou.
Fonte:BBC Brasil
28/11/2010
Coreia do Norte prepara mísseis; China busca conversações
YEONPYEONG, Coreia do Sul (Reuters) - A Coreia do Norte posicionou mísseis terra-terra sobre plataformas de lançamento no Mar Amarelo, informou a agência de notícias Yonhap, enquanto Estados Unidos e Coreia do Sul iniciaram exercícios militares e a China pediu conversações de emergência.
A China deixou claro que as conversações não seriam uma retomada das discussões sobre desarmamento, entre seis países, que a Coreia do Sul abandonou dois anos atrás e declarou nulas. A Coreia do Sul disse que vai considerar cuidadosamente a sugestão chinesa.
O presidente sul-coreano Lee Myung-back disse a uma delegação chinesa visitante que Pequim, a única aliada importante da Coreia do Norte e que tradicionalmente reluta em criticar o regime recluso, deveria fazer mais para ajudar.
Concordando com a Coreia do Sul que a situação é "preocupante," a China sugeriu negociações de emergência em dezembro entre as duas Coreias, a China, que seria a anfitriã, EUA, Japão e Rússia.
O Japão reagiu com cautela. "Queremos responder com cautela, enquanto cooperamos estreitamente com Coreia do Sul e Estados Unidos," teria dito o vice-secretário-chefe do gabinete, Tetsuro Fukuyama, segundo a agência de notícias Kyodo.
Segundo a agência, um representante governamental do Japão disse que as questões da desnuclearização e do ataque de terça-feira contra a ilha de Yeonpyeong precisam ser discutidas em separado.
A agência Yonhap disse que a Coreia do Norte deslocou mísseis terra-ar para áreas da linha de frente, dias depois de disparar contra Yeonpyeong, matando quatro pessoas.
A agência oficial norte-coreana KCNA avisou que a Coreia do Norte vai retaliar se seu território for violado.
O Ministério da Defesa sul-coreano aconselhou jornalistas no domingo a deixar a ilha porque a situação está "ruim." Muitos moradores da ilha retirados anteriormente disseram que não querem retornar.
Representantes do Ministério da Defesa e do Estado-Maior sul-coreano disseram que não podem comentar a informação da Yonhap, que seria protegida por sigilo militar.
Fonte:Reuters/Video RT News;AlJazeera
26/11/2010
China faz alerta antes de exercícios EUA-Coreia do Sul
China faz alerta antes de exercícios EUA-Coreia do Sul
SEUL (Reuters) - A China fez um alerta nesta sexta-feira contra atos militares perto de sua costa, antes do início de exercícios navais dos EUA e Coreia do Sul.
Já a Coreia do Norte, que há três dias atacou uma ilha sul-coreana, afirmou que as manobras militares criam o risco de empurrar a região para uma guerra.
O aviso do governo chinês foi dado enquanto o governo sul-coreano nomeava um militar de carreira para ser o novo ministro da Defesa, em meio a críticas crescentes à resposta dada ao ataque da Coreia do Norte -- o bombardeio mais pesado desde a Guerra da Coreia (1950-53).
Uma chuva de disparos de artilharia da Coreia do Norte caiu sobre a pequena ilha sul-coreana de Yeonpyeong na terça-feira, matando quatro pessoas e destruindo dezenas de casas.
"A situação na península coreana está chegando pouco a pouco mais perto de uma guerra por causa do plano insensato de elementos provocadores de realizar exercícios de guerra que têm como alvo o Norte", disse a agência de notícias oficial norte-coreana KCNA.
O discurso agressivo é típico da mídia estatal norte-coreana, mas a elevação da tensão provocou uma queda de até 2,2 por cento no valor do won.
A bolsa de valores fechou em baixa de 1,3 por cento.
Os Estados Unidos estão enviando ao Mar Amarelo um grupo de navios liderado pelo porta-aviões nuclear USS George Washington para realizar exercícios militares com a Coreia do Sul, começando no domingo.
24/11/2010
EUA e Coreia do Sul realizarão manobras militares conjuntas
EUA e Coreia do Sul realizarão manobras militares conjuntas
Estados Unidos e Coreia do Sul definiram nesta quarta-feira a realização, no próximo domingo, de manobras militares em resposta ao ataque norte-coreano à ilha de Yeonpyeong, na última terça-feira.
Os países chegaram ao acordo após uma conversa telefônica entre os presidentes Barack Obama e Lee Myung-bak, informou a agência local Yonhap.
As manobras serão realizadas durante quatro dias no Mar Amarelo e contarão com a participação do porta-aviões nuclear americano George Washington, segundo detalharam as fontes oficiais sul-coreanas depois do contato entre Lee e Obama.
Na conversa telefônica, Obama transmitiu a Lee sua contundente condenação ao ataque norte-coreano, que deixou dois militares sul-coreanos mortos e 18 pessoas feridas, sendo três civis.
Fontes militares americanas em Seul assinalaram que as manobras já foram informadas à China, que no passado criticou os exercícios militares de EUA e Coreia do Sul nesta tensa zona marítima, próxima à costa chinesa.
As forças americanas também planejam enviar pelo menos quatro navios de guerra para as operações militares, que segundo o ministério de Defesa sul-coreano são de caráter "dissuasivo" e defensivo frente a Coreia do Norte.
O presidente sul-coreano também manteve nesta quarta-feira uma conversa telefônica com o primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, com quem reforçou o compromisso de seguir trabalhando para alcançar a estabilidade na península coreana, informou a agência local Kyodo.
Kan manifestou que a comunidade internacional deve solicitar à China, principal aliado da Coreia do Norte, que contribua para diminuir a tensão na península coreana, antes de classificar o ataque de "intolerável", fruto de uma "barbárie".
"Apoio o Governo da Coreia do Sul. Vamos tomar medidas junto com a Coreia do Sul e os Estados Unidos, e vamos conter as ações da Coreia do Norte junto com a China", indicou o primeiro-ministro japonês.
Fonte:Portal Terra/Videos :Youtube.com
24/08/2010
A falência de uma recuperação atrapalhada
Cláudio Magnavita
Ao decretar a falência da Viação Aérea Rio Grandense, da Rio Sul e da Nordeste Linhas Aéreas, a Justiça do Rio não escreveu o último capitulo da história que envolveu a recuperação judicial da antiga Varig e das suas duas co-irmãs.
Na verdade, ao definir a morte das três empresas, acabou por tirá-la de um limbo jurídico que vinha se arrastando desde que se encerrou o prazo da recuperação judicial há um ano.
Na prática, o fim das três empresas é uma demonstração do fracasso da última versão do plano de recuperação judicial, que foi aprovado pelos credores e que deveria fazer surgir uma geração de receita.
O plano foi feito de forma acordada, quando o fundo norte-americano MatlinPatterson já havia realizado um empréstimo de antecipação de recebíveis e aparecia como última chance para a companhia aérea. Ele previa a empresa remanescente voaria inicialmente com uma aeronave fretada por quem comprasse os ativos operacionais.
Haveria também a geração de receita com o centro de treinamento, aluguéis dos imóveis e uso das estações de rádio.
As receitas previstas dificilmente se materializariam, mesmo que a nova empresa de fretamento tivesse uma frota de quatro aeronaves. Com uma, então, não tinha como dar certo.
O “fantástico” plano, porém era necessário para aprovação da venda da unidade operacional da velha Varig.
Não haveria venda dos ativos da aérea (rotas e instalações operacionais) sem que os credores tivessem uma fórmula de recuperar seus créditos.
Não houve nem tempo de analisar os números apresentados apenas na assembleia. Tudo foi feito apenas para compôr o ritual de venda.
É importante lembrar que isso ocorreu após o afastamento dos acionistas majoritários da três empresas, a FRBPar, que, por determinação expressa da Justiça do Rio, ficaram até hoje afastados da gestão dos seus patrimônios, sem direito de opinar sobre o destino das três empresas.
A partir deste momento, toda a responsabilidade passou a ser judicial.
A venda dos ativos operacionais da Varig foi realizada para a empresa VarigLog, já controlada pelo fundo MatlinPatterson.
Foi criada a VRG Linhas Aéreas e aí os problemas começaram.
A compradora, por ironia, a VarigLog está hoje em recuperação judicial.
Houve inclusive a burla do CAB (Código Aeronáutico Brasileiro), confessada nos autos do processo da disputa, com o fim de extrapolar o limite dos 20% da participação estrangeira.
Fora o festival de denúncias envolvendo o advogado Roberto Teixeira, que chegou a respingar na então chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, alvo de acusação da ex-diretora da Anac, Denise Abreu. Tudo isso acabou em depoimentos no Senado.
A falência da antiga Varig, há menos de 40 dias das eleições e no momento em que um dos personagens listados na confusão, mesmo que involuntariamente, concorre à presidência da República, poderá reabrir um assunto que parecia sepultado.
Nesta ciranda de problemas e de negócios mal explicados, a VRG foi vendida depois para a Gol que herdou as responsabilidades assumidas na assembleia de vendas, entre elas, a de manter a empresa remanescente, a Flex (como foi rebatizada a Nordeste) operando.
Este foi o princípio do fim. A “boa vontade” da VRG com a Flex chegou a levar até o Sindicato dos Aeronautas a interagir e a pressionar para que o fluxo financeiro fosse mantido.
A nova empresa, que era a alma do plano para pagamento dos credores, foi tratada a conta-gota. Não cresceu, não ocupou seu espaço na geração de receita em voos domésticos e de longo curso, como estava previsto no plano.
A inanição foi consequência do desprezo de quem deveria lutar para manter o plano vivo.
O curioso é que o lava-mãos ocorreu, por coincidência, exatamente quando foi afastado, em última instância, o risco da sucessão trabalhista da velha Varig para a VRG.
A figura dos acionistas majoritários permaneceu fora do processo todo este tempo. Só no final, quando o calendário apontava o fim da recuperação judicial, é que eles foram chamados para reassumir a empresa remanescente.
Na realidade, será o principio de um embate, já que literalmente as três empresas saem de um limbo, nas quais foram colocadas com o afastamento de seus acionistas e com a própria Justiça do Rio assumindo em 100% a responsabilidade da implementação de um plano de recuperação.
A falência da três empresas é o fracasso do primeiro grande caso da lei de recuperação judicial do qual a Varig foi a cobaia.
O que pode ser apontado como grande saldo positivo resume-se a negócios que foram realizados de forma tortuosas e doloridas.
A venda da VEM e da VarigLog realizada pelos “notáveis”, a nova venda da própria VarigLog - burlando o código aeronáutico -, o colapso da primeira operação da VRG com a briga dos sócios brasileiros com o fundo americano, as pressões de advogados ligados ao Planalto para favorecer os compradores e, finalmente , a venda da VRG à Gol com o bloqueio judicial das ações dadas como pagamento de uma legião de trabalhadores que ficaram sem receber suas indenizações rescisórias.
Uma enorme quantidade de aeronautas e aeroviários tiveram de reiniciar suas carreiras com salários aviltados e sem que se respeitasse a antiguidade para efeito de promoções e o que é mais grave: o maior credor privado do espólio da Varig, o fundo de pensão Aerus, falido e levando milhares de pessoas a viverem uma dramática velhice sem receber o que lhes era devido.
Com a falência, o Aerus passa para o fim da fila, ou seja, serão priorizadas as dívidas tributárias, as trabalhistas e só depois os credores privados.
Essa etapa abre um processo doloroso de ajuste de contas e caberá a cada um dos protagonistas explicar porque o plano de recuperação não deu certo.
Não são só os acionistas afastados que esperam uma resposta, mas os milhares de associados do Aerus, que foram levados a acreditar nas promessas realizadas nas emocionantes assembleias de credores.
Essas falências não assinalam o fim, mas o começo de uma história que precisa ser explicada. E muito bem explicada!
Fonte:Cláudio Magnavita é presidente da Aver Editora e da Abrajet (Associação Brasileira dos Jornalistas de Turismo).
23/08/2010
Justiça decreta falência da empresa aérea Flex
Justiça decreta falência da empresa aérea Flex
A juíza Márcia Cunha de Carvalho, em exercício na 1ª Vara Empresarial do Rio, decretou a falência da antiga Varig, que atualmente operava com a bandeira Flex, e de duas outras empresas do grupo: Rio Sul Linhas Aéreas e Nordeste Linhas Aéreas.
A decisão foi tomada a partir de pedido do próprio administrador e gestor judicial da companhia.
Ele informou ao Judiciário fluminense que as empresas – em recuperação judicial há cinco anos – não têm como pagar suas dívidas.
Para não causar a interrupção do tráfego aéreo e a desvalorização dos ativos, a juíza Márcia Cunha determinou que a antiga Varig continue operando, por duas semanas, os serviços de comunicação por meio de estações de rádio que orientam os pilotos nas decolagens e pousos.
Depois desse prazo, a atividade, que estava seriamente ameaçada por atrasos nos pagamentos de salários dos operadores, será transferida para a empresa de aviação TRIP.
O Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA II) chegou a ser consultado pela Justiça sobre a possibilidade de assumir a atividade.
O órgão, porém, durante reunião realizada no Fórum do Rio, informou que não teria condições de realizar a tarefa, mesmo temporariamente, e que se o serviço fosse paralisado, o tráfego aéreo civil seria interrompido nas áreas afetadas.
“Como a empresa TRIP S/A tem interesse em assumir a prestação do serviço de comunicação, mas necessita de prazo para vencer trâmites internos (…), torna-se imperioso que as requerentes, mesmo após o decreto de falência, dêem continuação à prestação do serviço de comunicação, por duas semanas, até que formalizada a transferência da autorização do CINDACTA II”, escreveu a juíza na sentença.
O centro de treinamento de aeronautas, que é utilizado também por outras companhias, será mantido em funcionamento até a sua alienação judicial.
O objetivo, segundo a juíza Márcia Cunha, é “não causar desvalorização dos ativos nem prejuízos a terceiros e ao público consumidor de transporte aéreo”.
Um perito já foi nomeado por ela para realizar a avaliação judicial da atividade.
Os demais estabelecimentos da antiga Varig não envolvidos no funcionamento das estações de rádio e do centro de treinamento serão lacrados, no prazo de 48 horas, por oficiais de justiça.
A juíza fixou ainda prazo de 15 dias para que os credores que não estejam incluídos no quadro da recuperação judicial apresentem suas habilitações de crédito.
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a Bovespa serão comunicadas sobre o decreto de falência.
Em sua sentença, a juíza Márcia Cunha afirmou que, desde que o pedido de recuperação judicial do grupo Varig foi deferido, em 22 de junho de 2005, todos os esforços foram realizados para possibilitar não apenas a superação da grave crise, como também para preservar os interesses públicos.
Os alvos eram, especialmente, a manutenção das atividades econômicas e a conseqüente preservação dos empregos.
“Para tal, foram efetuadas alienações de ativos (…), como a transferência de controle das sociedades VarigLog e VEM e alienação judicial da unidade produtiva, com a transferência da marca Varig e de diversas linhas de voo, nacionais e internacionais.
Com isso, além da preservação de milhares de postos de trabalho, manteve-se a geração de riquezas produtivas, o que reflete, também, na manutenção de arrecadação de tributos nas três esferas da Federação”, destacou.
A juíza atribuiu a “contingências políticas e econômicas”, o fato de a antiga Varig não ter conseguido superar a grave crise financeira e patrimonial na qual estava mergulhada há algumas décadas.
Histórias
Com dívidas estimadas em R$ 7 bilhões, o grupo Varig foi o primeiro do país a pedir a recuperação judicial, em 17 de junho de 2005, quatro meses depois da promulgação da nova Lei de Falências. Na ocasião, o TJ do Rio designou uma comissão de juízes para cuidar do processo.
Após 13 meses de intensas negociações e procedimentos jurídicos, a parte sem dívidas da companhia e com a marca Varig foi vendida, em 20 de julho de 2006, para sua ex-subsidiária VarigLog pelo preço mínimo de US$ 24 milhões, mais obrigações, como a manutenção do programa de milhagens e passagens emitidas, dentre outras.
Também como parte do pagamento aos credores, a VarigLog emitiu duas debêntures com valor de face de R$ 50 milhões, cada uma, e validade de dez anos.
Caso as debêntures fossem pagas à vista, o valor de cada uma delas cairia para R$ 41.481.000,00.
No total, a proposta da vencedora do leilão contemplava a promessa de investimentos da ordem de US$ 485 milhões.
Em março de 2007, a Nova Varig foi comprada pela Gol, que herdou as obrigações anteriormente firmadas.
A antiga Varig, que passou a se chamar Flex, seguiu em recuperação judicial.
A empresa voltou a operar com apenas um avião, fazendo vôos para a própria Gol/Varig, por meio de acordos. Além desse contrato, a empresa completava sua receita com o centro de treinamento de pilotos, uma rádio e o aluguel de imóveis.
A maior esperança de sobrevivência da companhia repousava, porém, na ação que cobra da União cerca de R$ 4 bilhões por perdas com o congelamento de tarifas nos anos 80 e 90.
A empresa ganhou a questão no Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas a disputa judicial seguiu para o Supremo Tribunal Federal, onde ainda será julgada.
Fonte: O Estado de São Paulo-via:Cavok
16/08/2010
Mexicana de Aviación cancela voos internacionais
Em crise, Mexicana de Aviación cancela voos internacionais
A companhia aérea Mexicana de Aviación, segunda maior do México, cancelou nesta segunda-feira os seus voos internacionais.
Com a medida, está sendo posto em prática o plano anunciado no último dia 9, de reduzir os voos a fim de combater a grave crise financeira que empresa atravessa.
Afundada em dívidas, a Mexicana solicitou "concurso mercantil" no último dia 5, um instrumento do direito mexicano semelhante à moratória que permite a reestruturação dos passivos e custos, evitando a falência.
No início do mês, a Mexicana já havia suspendido a venda de passagens, transferindo os voos dos bilhetes já adquiridos para outras empresas. A companhia teve de perder três aviões para saldar débitos com seus credores.
Na semana passada, a Mexicana se reuniu com seus pilotos e outros funcionários na busca de negociar soluções.
Ela foi adquirida no final de 2005 pelo Grupo Posadas com suas subsidiárias Click e Link, as quais operam mais de 95% do mercado nacional da empresa.
Com informações de EFE e AFP-Via:Invertia
05/08/2010
México: juiz concede proteção a aérea ameaçada de quebra
México: juiz concede proteção a aérea ameaçada de quebra
Um juiz do México concedeu nesta quinta-feira à companhia aérea Mexicana a proteção legal diante de credores solicitada para resolver sua crise financeira, continuar operando e dispor de um prazo para cobrir dívidas, informaram fontes judiciais e da empresa.
"Um juiz federal já nos concedeu a proteção legal solicitada" para evitar possíveis ações de credores, disse à AFP via telefone uma fonte da aérea, a segunda maior do México, que está ameaçada de quebra e desde quarta-feira suspendeu a venda de bilhetes.
Essa decisão permitirá à Mexicana continuar operando, informou, por sua vez, uma fonte judicial ao confirmar a publicação da decisão do juiz.
Fonte:Invertia/Foto:mapa-mundi.com
24/07/2010
Stallone faz comentário politicamente incorreto sobre filmar no Brasil
Stallone faz comentário politicamente incorreto sobre filmar no Brasil
Macacos são estes AMERICANOS DE MERDA que ficam plantando inimigos pelo mundo afora, Iguinorantes e Imbecís ,que mau conhecem nossa história e nosso povo, que acham que ainda vivemos nos tempos da colonização e que, a capítal de nosso país ,é a Argentina ,"aaaaaAArrrggg"...
Rodar no país teria dado mais liberdade para o uso de mais violência, afirma.
‘Você pode explodir o país e eles vão dizer ‘obrigado, e aqui está um macaco”.
Na Comic-Con 2010, a maior feira de cultura pop do mundo, para divulgar o seu filme “Os mercenários”, o ator e diretor Sylvester Stallone fez um comentário politicamente incorreto sobre o tempo em que filmou no Brasil. Segundo o site da revista “Variety”, Stallone afirmou que rodar o longa no país deu mais liberdade para o uso de mais violência, com mais armas e destruições.
“Você pode explodir o país inteiro e eles vão dizer ‘obrigado, e aqui está um macaco para você levar de volta para casa’.”
Segundo a “Variety”, o comentário foi feito em uma mesa sobre a brutalidade de fazer um filme de ação. Ainda de acordo com a publicação, um documentário foi feito em paralelo ao longa de ficção para demonstrar como é o cotidiano de uma produção do gênero, e as seguidas idas ao hospital de gente do elenco.
Durante as filmagens, houve ao menos um episódio em que Stallone se machucou durante as filmagens, conforme publicado na época no blog da produção.
Em uma cena de luta, o ator dispensou o dublê e, de acordo com descrição postada, ao fim da sequência o protagonista estava sangrando – não sem antes quebrar o pescoço do vilão.
A Comic-Con, feira de quadrinhos, cinema, séries de TV e cultura pop em geral, começou na quinta-feira (22) e segue até o domingo (25) no San Diego Convention Center, na Califórnia, nos EUA.
Com Bruce Willys (de ‘Duro de matar’), Mickey Rourke (de ‘Homem de ferro 2′), o governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger e a atriz brasileira Giselle Itié no elenco, o longa de ação tem trama política envolvendo regimes ditatoriais na América do Sul.
A previsão de estreia do filme no Brasil é 13 de agosto.
Sugestão: Rodrigo Couto
Entenda a crise entre Venezuela e Colômbia
Entenda a crise entre Venezuela e Colômbia
EFE – O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, rompeu hoje as relações com a Colômbia e ordenou a “alerta máximo” na fronteira diante da “gravidade do ocorrido” na Organizações dos Estados Americanos (OEA), onde o governo colombiano denunciou a presença de chefes guerrilheiros em território venezuelano.
Na sessão extraordinária do Conselho Permanente da OEA, realizada nesta quinta-feira a pedido de Bogotá, a Colômbia pediu a criação de uma comissão internacional que verifique nos próximos 30 dias a presença de acampamentos das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) na Venezuela, onde afirma que há aproximadamente 1,5 mil guerrilheiros refugiados.
Chávez já havia “congelado” as relações com a Colômbia em 28 de julho de 2009 por causa de denúncias do país vizinho de um suposto desvio de armas venezuelanas às Farc, o que afetou enormemente o comércio bilateral.
A tensão aumentou depois de a Colômbia assinar no final de 2009 um acordo com os Estados Unidos para o uso compartilhado de bases militares colombianas.
A nova escalada é um revés para o anunciado propósito do presidente eleito colombiano, Juan Manuel Santos, que assumirá em 7 de agosto, de recompor as relações com a Venezuela.
A seguir, uma cronologia dos momentos mais críticos nas relações bilaterais desde 28 de julho de 2009, quando a Venezuela decidiu “congelar” as relações com a Colômbia:
- 28 julho: A Suécia confirma que vários lança-foguetes produzidos no país e apreendidos com as Farc foram vendidos à Venezuela no final dos anos 80. Chávez ordena a “retirada” de seu embaixador de Bogotá, congela as relações diplomáticas e comerciais e adverte que romperá laços diante de uma “nova agressão” do presidente colombiano, Álvaro Uribe.
- 8 novembro: Chávez convoca os venezuelanos a “se prepararem para a guerra”.
- 13 novembro: A Colômbia entrega à OEA um protesto pelas “ameaças” bélicas da Venezuela.
- 20 novembro: O secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, pede que os dois países mantenham a “máxima prudência”.
- 25 novembro: A Venezuela entrega a Insulza um documento no qual qualifica o pacto militar dos EUA com a Colômbia como “uma ameaça de guerra”.
- 2 dezembro: Uribe denuncia que a Venezuela mantém um “embargo ilegal” contra seu país.
2010 22 fevereiro: Uribe e Chávez protagonizam uma forte discussão durante a Cúpula do Grupo do Rio, no México, mas depois aceitam a mediação de “países amigos”, liderados pelo líder dominicano, Leonel Fernández.
- 31 março: Denunciada a detenção na Venezuela de oito colombianos residentes nesse país, acusados de espionagem.
- 8 abril: Uribe pede à Venezuela que respeite os direitos dos cidadãos da Colômbia que vivem nesse país.
- 9 abril: A Venezuela acusa a Colômbia de “destruir” as relações bilaterais, e o governo colombiano responde dizendo que “o embargo” que afeta o comércio bilateral foi imposto pelos venezuelanos.
- 25 abril: Presidente venezuelano diz que a eleição de Juan Manuel Santos à Presidência poderia “gerar uma guerra” na região.
- 26 abril: A Colômbia denuncia a “inaceitável” intervenção venezuelana na campanha eleitoral.
- 20 junho: Santos vence as eleições presidenciais em segundo turno.
- 21 junho: Presidente eleito convida Governos do Equador e Venezuela a “abrir caminhos de cooperação rumo ao futuro”. O Governo venezuelano o parabeniza por sua vitória.
- 24 junho: Santos escolhe a ex-embaixadora na Venezuela María Ángela Holguín como sua futura chanceler.
- 25 junho: Holguín menciona a recomposição das relações com a Venezuela como um de seus “grandes desafios” em matéria diplomática.
- 14 julho: Chávez diz que “avalia” a possibilidade de assistir à posse de Santos e que autoriza Maduro a se reunir com Holguín.
- 15 julho: Governo colombiano anuncia que tem provas da presença de chefes guerrilheiros na Venezuela.
- 16 julho: A Venezuela denuncia uma “nova investida” contra as relações bilaterais e convoca seu embaixador em Bogotá, enquanto a Colômbia solicita à OEA uma sessão extraordinária do Conselho Permanente para investigar a presença de “terroristas colombianos” em território venezuelano.
Chávez anuncia que não assistirá à posse de Santos porque deve “cuidar” de sua vida, e adverte que “poderia romper as relações” com o país vizinho, após acusar Uribe de querer “gerar um grande conflito” bilateral.
- 18 julho: Chávez relaciona a nova disputa com a Colômbia com a “doutrina imperial americana”.
- 19 julho: O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, lembra a Colômbia e Venezuela que o diálogo é a melhor ferramenta para resolver qualquer diferença “entre vizinhos”, e coloca à disposição dos dois países “toda a ajuda técnica” desse organismo para resolver a crise bilateral. O governo colombiano assegura que apresentará à OEA evidências “claríssimas” e “recentes” da presença de chefes guerrilheiros na Venezuela.
- 20 julho: Chávez afirma que as acusações da Colômbia de que seu país é refúgio de líderes guerrilheiros colombianos obedecem “à luta pelo poder” entre o presidente em fim de mandato e o eleito, Juan Manuel Santos.
Uribe assegura que para “falar sinceramente de irmandade” com as nações vizinhas “não pode haver criminosos envolvidos”, em alusão à Venezuela.
- 21 julho: O embaixador do Equador na OEA, Francisco Proaño, que exerce a Presidência rotativa do Conselho Permanente do organismo, anuncia sua renúncia por divergências com o chanceler de seu país a respeito da convocação de uma reunião dessa instância para avaliar as denúncias da Colômbia sobre a presença de chefes das Farc na Venezuela.
O embaixador de El Salvador na OEA, Joaquín Alexander Maza Martelli, assume como presidente do Conselho Permanente após a renúncia do embaixador equatoriano e convoca para a quinta-feira 22 de julho a sessão extraordinária solicitada pela Colômbia.
O embaixador da Colômbia na OEA, Luis Alfonso Hoyos, assegura que seu país não pretende que o Governo da Venezuela seja condenado pelo organismo com seu pedido de uma reunião extraordinária do Conselho Permanente.
- 22 julho: A Colômbia denuncia em uma sessão extraordinária do Conselho Permanente da OEA uma presença “consolidada”, “ativa” e “crescente” das guerrilhas na Venezuela, a quem pede que atue sem “demoras” para que não se agrave a situação.
Além disso, solicita a criação de uma comissão internacional que verifique nos próximos 30 dias a presença de acampamentos das Farc em território venezuelano.
- 22 julho: Chávez anuncia a ruptura das relações diplomáticas com a Colômbia e ordena “alerta máximo” na fronteira, diante da “gravidade do ocorrido” na sessão da OEA pedida pelo governo colombiano para denunciar a presença de chefes guerrilheiros na Venezuela.
23/07/2010
Coreia do Norte ameaça ‘resposta física’ a exercício dos EUA
Coreia do Norte ameaça ‘resposta física’ a exercício dos EUA
A secretária de Estados dos EUA, Hillary Clinton, fez um apelo nesta sexta-feira para que a Ásia implemente sanções duras contra a Coreia do Norte, que respondeu ameaçando uma “resposta física” aos planos de Washington de realizar exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul.
Falando em Hanói sobre o principal diálogo de segurança Ásia-Pacífico, Hillary também pediu que os vizinhos de Mianmar pressionem o regime militar do país na direção de reformas democráticas.
Ela também afirmou que a Ásia tem de se juntar à comunidade global ao mandar um “sinal claro” para o Irã para que o país reduza suas ambições nucleares.“Uma das medidas da força de uma comunidade de nações é como respondemos a ameaças para seus membros, vizinhos e região”, disse Hillary aos 27 membros do fórum regional ASEAN, que inclui as potências regionais China, Japão e Rússia, além dos EUA, da União Europeia e do Canadá.
Na quarta-feira, Hillary anunciou novas sanções contra a Coreia do Norte, que Washington e Seul responsabilizam pelo naufrágio de um navio de guerra sul-coreano, que matou 46 pessoas e aumentou as tensões em torno do programa nuclear de Pyongyang.
Um diplomata norte-coreano disse que as sanções e os planos para a realização de manobras militares conjuntas entre EUA e Coreia do Sul terá uma “resposta física”.
“Haverá resposta física aos passos impostos pelos Estados Unidos militarmente”, disse Ri Tong-il, integrante da delegação norte-coreana no fórum de segurança à repórteres.
Segundo ele, os exercícios militares violam a soberania norte-coreana.
Fonte:REUTERS-Por Andrew Quinn e Ambika Ahuja /Via :Defesa BR




