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23/08/2011

Voos nos aeroportos JFK e Newark são retomados

Voos nos aeroportos JFK e Newark são retomados
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Nova York- Os voos nos aeroportos internacionais de John F. Kennedy e Newark, localizados em Nova York, foram retomados após suas torres de controle terem sido evacuadas por causa de um terremoto de 5,9 graus na escala Richter registrado na costa nordeste dos Estados Unidos.

'Tudo voltou a funcionar. Houve uma suspensão temporária, mas tudo voltou à normalidade', confirmou à Agência Efe um porta-voz da Autoridade Portuária de Nova Jersey e Nova York, que tinha informado previamente sobre a evacuação por parte da Administração Federal de Aviação dos EUA das torres de controle dos dois aeroportos.

O tremor, cujo epicentro foi situado a 15 quilômetros ao sul da cidade de Mineral (Virgínia), foi sentido em Nova York, onde o Departamento de Bombeiros confirmou à Efe que não recebeu 'relatórios de danos estruturais' nos edifícios da cidade, mas relatou um grande volume de chamadas de cidadãos.

O sismo não afetou a atividade na Bolsa de Nova York (NYSE), onde as operações mantiveram seu curso, mas provocou evacuações em edifícios oficiais e paralisou as obras de reconstrução do World Trade Center ao sul de Manhattan.

O tremor interrompeu temporariamente a conferência que era oferecida na mesma região pelo promotor de Manhattan, Cyrus Vance, após a decisão do juiz Michael Obus de retirar todas as acusações contra o ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss-Kahn por abuso sexual e tentativa de estupro.

A usina nuclear de Indian Point, a 40 quilômetros de Nova York, não sofreu nenhum tipo de dano, segundo confirmou em comunicado o governador de Nova York, Andrew Cuomo, que assegurou que as autoridades analisarão os efeitos do sismo sobre a usina.

Cuomo afirmou ainda que o tremor também não provocou 'danos em edifícios, pontes, estradas ou centrais elétricas do estado'.

'Senti um pequeno movimento, e depois mais forte', declarou, por sua vez, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, ao site do jornal 'The New York Times'.

O terremoto também foi sentido na Carolina do Norte e em Washington, onde os funcionários de edifícios oficiais como o Capitólio e a Casa Branca foram evacuados.

Os funcionários do Pentágono, cujas instalações se encontram nos arredores de Washington, no estado da Virgínia, também foram orientados a deixar o prédio.

Segundo confirmou a Casa Branca, o terremoto também foi sentido em Martha's Vineyard, em Massachusetts (EUA), onde o presidente americano, Barack Obama, está passando suas férias.


Fonte:Agencia EFE-via:G1.com

15/03/2011

Nova explosão atinge complexo nuclear no Japão

Nova explosão atinge complexo nuclear no Japão

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TÓQUIO (Reuters) - Uma nova explosão atingiu na terça-feira (horário local) um complexo de energia nuclear no Japão, nos arredores do superaquecido reator número 2, mas não havia informação imediata de danos ao próprio reator, disse a agência de segurança nuclear do país.


As autoridades do complexo Fukushima Daiichi, danificado na sexta-feira depois do terremoto seguido de tsunami, estão tentando evitar o colapso de todos os três reatores nucleares da usina, enchendo os reservatórios com água marinha para resfriá-los.

A agência de notícias Jiji citou autoridades dizendo que os níveis de radiação em todo o complexo logo após a explosão, a terceira no local, estavam aumentando, mas ainda abaixo dos níveis considerados prejudiciais aos seres humanos.

No entanto, pediram a alguns funcionários que deixassem o local.

"Foi uma explosão de hidrogênio. Ainda estamos avaliando a causa e não estamos seguros se a explosão foi causada pelo dano ao reservatório de supressão", disse um funcionário da agência de segurança.

A agência Jiji informou que a nova explosão causou estragos no teto do superaquecido reator número 2 e que há fumaça saindo do complexo.

Em duas ocasiões anteriores foram registradas explosões de hidrogênio que desprenderam partes do telhado da instalação, mas sem prejudicar as barras do reator, segundo autoridades. Não havia informações imediatas sobre danos nesta terceira explosão.

A Jiji informou que saía vapor do teto do reator número 3 e que foram identificados danos no teto do reator número 4.

A empresa que opera a usina, Tokyo Electric Power, não estava imediatamente disponível para disponibilizar informações sobre o reator número 2, disse a Jiji.

O operador disse que os níveis de radiação na região subiram para 8.217 microsieverts por hora quase uma hora depois da explosão, diante dos cerca de 1.000 microsieverts momentos antes.

As autoridades japonesas disseram que os níveis teriam que chegar a 1 milhão ou mais antes de causar doenças em grande escala pela radiação.

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Nível de radiação sobe após explosão e já 'pode afetar a saúde'



O governo japonês admitiu nesta terça-feira que os níveis de radiação após as explosões na usina nuclear de Fukushima Daiichi já podem afetar a saúde humana.

O porta-voz do primeiro-ministro, Yukio Edano, disse que os níveis mais altos de radiação foram detectados na usina e que "quanto maior a distância da usina e do reator, menores devem ser a radiação".

Um pouco mais cedo, o primeiro-ministro Naoto Kan pediu àqueles que vivem a menos de 30 km da usina que não saiam de casa. Kan também determinou que os moradores que ainda estão a menos de 20 km da usina deixem o local.

"Ainda há um risco muito alto de que mais radiação vaze", disse Kan em um pronunciamento exibido na televisão japonesa.

O temor de que possa haver o derretimento dos núcleos dos reatores do complexo nuclear, que fica 250 km a nordeste de Tóquio, aumentou após uma nova explosão na manhã desta terça-feira (horário do Japão), a terceira desde o terremoto que atingiu o país há quatro dias.

A explosão ocorreu no reator 2, que os engenheiros tentavam estabilizar, já que outros dois reatores já haviam sofrido explosões.

A empresa que opera a usina, Tokyo Electric Power (Tepco), informou que o nível de radiação no local está elevado. Uma hora de exposição à radiação agora supera em oito vezes o limite legal de exposição à radiação em um ano.

Um incêndio no reator 4 nesta terça-feira também teria levado a vazamentos radioativos.

Segundo a agência de notícias japonesa Kyodo News, foram detectados níveis de radiação mais altos ao sul de Fukushima. Em Tóquio, os níveis estariam acima do normal, mas sem apresentar riscos à saúde, segundo o governo.

Radiação



Na manhã de segunda-feira, uma explosão no reator número 3 da usina deixou 11 feridos, um deles em estado grave.

A explosão foi sentida a 40 quilômetros da usina e fez com que uma imensa coluna de fumaça tomasse o local.

Já a primeira explosão ocorreu no sábado, quando o reator 1 teve problemas. Desde então, foram retiradas cerca de 185 mil pessoas de um raio de 20 quilômetros da usina e 22 estão sob tratamento por exposição à radiação.

As explosões foram precedidas por problemas no sistema de resfriamento dos reatores, que pararam de funcionar em consequência do terremoto de magnitude 8,9 que atingiu o país na sexta-feira, seguido por um tsunami.

As explosões em Fukushima causaram preocupação em diversos países do mundo com suas próprias instalações nucleares.

Os governos da Índia, Alemanha, Suíça e Áustria também anunciaram mudanças em seus programas nucleares.



Desabrigados



Mais de 2,4 mil pessoas morreram em consequência do terremoto e do tsunami no Japão, mas estimativas indicam que o total de mortos no desastre pode ultrapassar 10 mil.

Mais de 500 mil pessoas estão desabrigadas, enquanto dois milhões de residências permanecem sem eletricidade e quase o mesmo número, sem água.

Um funcionário da Cruz Vermelha em Otsuchi no nordeste do Japão disse à BBC que metade da população está desaparecida e os demais estão em estado de choque, tentando encontrar alimentos e se proteger do frio.

O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, disse que o desastre mergulha o país "na crise mais grave desde a Segunda Guerra Mundial".

Estimativas preliminares elevam os custos de recuperação da tragédia em dezenas de bilhões de dólares - um forte golpe para o país, em um momento em que a economia mundial dá sinais de retomada.



Fontes:BBC Brasil;REUTERS;G1.com/Videos:;;G1

14/03/2011

US NAVY leva ajuda as vítimas do Mega-Terremoto que atingiu o Japão

Porta Aviõe Americano CVN 76 USS Ronald Reagan e outros Navios da US NAVY levam ajuda as vítimas do Mega-Terremoto que atingiu o Japão

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Os navios da Frota do Pacífico da U.S. Navy, incluindo o porta-aviões USS Ronald Reagan (CVN 76) foram direcionados para o Japão para estar numa melhor condição de ajudar nas áreas afetadas pelo terremoto e pela posterior tsunami.

Além do porta-aviões USS Ronald Reagan (CVN 76), que partiu do sul da California no dia 5 de março para um destacamento regular programado para o oeste do Pacífico, estão participando da missão humanitárias as embarcações do Ronald Reagan Carrier Strike Group, que inclui os USS Chancellorsville (CG 62) e USS Preble (DDG 88).

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Todos três navios ficarão baseados na costa leste do Japão, em Honshu. Ainda não se sabe quais tarefas serão realizadas.


http://www.aviationspectator.com/files/images/MH-60-Sea-Hawk-065.preview.jpg




As informações e atribuições serão definidas após a chegada no local.O USS Essex (LHD 2), também destacado para Sasebo, tinha acabado de chegar na Malásia, mas está retornando ao Japão para se encontrar com o USS Harpers Ferry (LSD 49) e o USS Germantown (LSD 42) que permanecerão na costa de Tóquio para ajuda humanitária e tarefas de auxílio a vítimas.

http://api.ning.com/files/u5VfEti4GMz1OHo82qU0SMTb6PHgwcwsUTnP1YntxE*VFc4Nz4J6tddWUWr-Ylat7TW2kboOD7VbAEivdZlV2YWKXTSCGa3l/HS_141.jpg

O USS Tortuga (LSD 46), uma embarcação que leva helicópteros e locais para pouso, que abriga operações anfíbias, deixou o porto de Sasebo, no sul do Japão, levando helicópteros de transporte pesado MH-53.
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O USS Blue Ridge (LCC 19), o navio de comando da Sétima Frota dos EUA, tinha chegado ao porto de Cingapura no sábado para uma visita, mas imediatamente foi direcionado para apoiar o Japão.

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Fonte:Cavok/Videos :-via Youtube.com

12/03/2011

Mortos por terremoto e tsunami no Japão já são 900

Mortos por terremoto e tsunami no Japão já são 900, diz polícia


Destroços de casas destruídas pelo tsunami no Japão flutuam nas águas de Ishinomaki

Segundo novo balanço, ainda há 642 desaparecidos e 1.570 feridos.

Outros 160 podem ter sido atingidos por radiação, diz agência nuclear.



O número de mortos pelo terremoto de magnitude 8,9 seguido de um tsunami no Japão chega a 900, segundo o último balanço anunciado pela polícia neste domingo (no horário local).


A polícia nacional acrescentou ao balanço 642 pessoas desaparecidas e 1.570 feridos.pelo tremor que abalou a coista nordeste do país na véspera, gerando um devastador tsunami, que varreu partes da costa da ilha de Honshu.

O número de vítimas, porém, ainda não é definitivo e pode, de acordo com estimativa do próprio governo, superar os mil mortos. A agência Kyodo fala em 1.700 mortos.

Militares encontraram entre 300 e 400 corpos no porto de Rikuzentakata, informou o Exército neste sábado. Em outra cidade portuária, Minamisanriku, havia cerca de 10 mil desaparecidos, segundo a TV local.

Acidente nuclear



Além da tragédia, aumentam os temores de que um acidente nuclear atinja a população, após a explosão em uma usina da cidade de Fukushima.

O número de indivíduos expostos à radiação pode chegar a 160, disse um funcionário da agência japonesa de segurança nuclear.

mapa usina fukushima (Foto: Arte G1)

Nove pessoas já haviam mostrado uma possível exposição à radiação da usina, com base em informações de testes por parte das autoridades municipais e de outras fontes, e as estimativas das autoridades sugerem que este número poderia subir a algo entre 70-160, segundo o funcionário da central nuclear da Agência de Segurança Industrial e Nuclear, em entrevista coletiva.

Mais cedo, o operador da usina nuclear atingida pelo terremoto anunciou que o sistema de resfriamento de um outro reator não está funcionando e também corre o risco de explosão.

"Todas as funções de manutenção dos níveis de refrigeração do reator de número 3 falharam na usina número 1 de Fukushima", afirmou um porta-voz da empresa operadora, Tokyo Electric Power.

O governo japonês informou à Agência Internacional de Energia Atômica das Nações Unidas que houve um início de aumento da radioatividade após um acidente em outro reator de Fukushima 1, mas que os níveis "vem diminuindo nas últimas horas".

De acordo com a AIEA, autoridades japonesas informaram que a explosão na central nuclear de Fukushima ocorreu fora do recipiente primário de contenção. "A empresa que opera a unidade, Tokyo Eletric Power, confirmou que o recipiente primário de contenção está intacto", diz um comunicado.

O acidente nuclear chegou a ser avaliado no nível 4 numa escala que vai até 7, segundo a Agência de Segurança Nuclear e Industrial do Japão.

A explosão na usina foi decorrência do forte terremoto de magnitude 8,9 que atingiu a costa do país na véspera, gerando um tsunami devastador e mais de cem fortes réplicas.

A preocupação em relação à possibilidade de contaminação nuclear persiste, apesar de o governo japonês ter tranquilizado a população em relação às consequências do desastre.

De acordo com a AIEA, o governo do Japão eu início à retirada de cerca de 140 mil pessoas da área próxima à usina. Estima-se que 110 mil pessoas já deixaram a área num raio de 20 km próxima a uma das usinas.

Para se ter uma ideia da dimensão do problema, o acidente em Three Mile Island, nos EUA, em 1979, ficou no nível 5, e o de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, no grau 7 da INES (Escala Internacional de Eventos Nucleares).

Na escala, o nível 0 corresponde à ausência de anomalias, e o 7, a um acidente grave. No nível 4, o envento já pode ser considerado um "acidente".

A explosão que fez com que parte do prédio que comporta o reator número 1 derretesse. No entanto, o governo afirmou que o exterior do reator não foi danificado e pediu que a população local mantenha a calma.

Ainda assim, as autoridades ordenaram a retirada dos habitantes a um raio de 20 km da usina.

O porta-voz do Estado, Yukio Edano, acrescentou que a radiação no local havia "diminuído bastante" após a explosão.

Entenda vazamento radioativo em usina atingida por terremoto no Japão

Após o terremoto de magnitude 8,9 que atingiu a costa do Japão, a usina nuclear Fukushima Daiichi interrompeu seu funcionamento.

Entenda os riscos de vazamentos radioativos na usina depois dos tremores registrados nesta sexta-feira (11) e neste sábado.

VALE ESTE entenda o vazamento radioativo na usina (Foto: Editoria de arte/G1)

Como funciona


Normalmente, o sistema de segurança desliga automaticamente os reatores depois de tremores. Para que não permaneçam aquecidos, é preciso acionar um sistema de refrigeração. Por causa do tsunami, faltou eletricidade necessária para que isso acontecesse.

A água resfria os elementos combustíveis compostos de urânio enriquecido.


Eles permanecem dentro de uma espécie de piscina. Resfriada, ela evita o acúmulo de vapor radiativo no vaso de contenção externo, feito de concreto.

Se a água não for resfriada, válvulas liberam esse vapor, como forma de impedir uma pressão insuportável dentro da proteção externa e o superaquecimento dos elementos combustíveis.

A liberação controlada do vapor radioativo foi determinada pelo governo japonês, como medida de emergência para evitar o risco de um acidente maior.

A explosão do reator poderia provocar uma catástrofe nuclear.

"Depois de Chernobyl, não houve nenhum acidente importante. Isso deu aos engenheiros nucleares a certeza de que a tecnologia estava dominada. O acidente japonês vai destruir as esperanças de que a energia nuclear é uma energia limpa", disse o professor e físico nuclear José Goldemberg, é o pior acidente nuclear desde Chernobyl, em entrevista à equipe de reportagem do Jornal Hoje .

Perguntas e respostas


Em entrevista Goldemberg disse que ainda é cedo para diagnosticar exatamente a dimensão do perigo que o vazamento em Fukushima representa.

Preocupa o especialista, no entanto, o fato de que o governo tem ampliado nos últimos anos a distância mínima de isolamento da usina considerada segura para a população, o que sinalizaria que o risco é maior do que o projetado inicialmente.

Cerca de 45 mil pessoas que estão em um raio de 20 km da usina, no leste do Japão, foram orientadas a sair da região.

Antes, o isolamento era de 10 km. No portão da usina, a radiação ficou oito vezes acima do normal.

"A única indicação que me inquieta é que há dois anos atrás esta área era de 3 km. Aumentaram para 10km, e agora para 20km. É uma indicação de que havia mais radiação do que eles esperavam", disse o especialista.

(...) O que me inquieta é que há dois anos a área de segurança da usina era de 3 km. Aumentaram para 10 km, e agora para 20 km. É uma indicação de que havia mais radiação do que eles esperavam"-disse José Goldemberg


À agência Reuters, analistas e representantes da indústria comentaram os perigos na usina de Fukushima Daiichi. Afinal, o que aconteceu no lugar? "A mais provável [causa da explosão] é a substância de refrigeração, particularmente se é a água, que pode superaquecer e se transformar em vapor mais rapidamente do que foi projetado", responde Timothy Abram, professor de tecnologia de combustível nuclear na Universidade de Manchester.

"Até agora parece que não é o núcleo do reator que foi afetado, o que seria uma boa notícia", completa Paddy Regan, da Universidade de Surrey. Para a World Nuclear Association, associação da indústria com sede em Londres, a explosão foi provavelmente devido à ignição de hidrogênio e ela seria pouco susceptível de causar um grande acidente. "É obviamente uma explosão de hidrogênio", confirma o diretor de comunicação Ian Hore-Lacy. "Se o hidrogênio foi inflamado, então ele já se foi, não representa mais qualquer ameaça."

Mas, depois dessa explosão, qual seria o perigo real? "O combustível do reator parece ter derretido ao menos parcialmente e a posterior explosão quebrou as paredes e o teto do recipiente de contenção", analisa o consultor de riscos Luke Stratfor. "Há relatos de fumaça branca.

Talvez seja concreto em chamas, vindo do local da explosão, indicando uma violação da contenção e da fuga quase certa de quantidades significativas de radiação." Para Abram, no entanto, seria algo pouco provável.

"Se eles estão sugerindo que o reator está intacto e que eles têm uma maneira de obter água fria no núcleo do reator para esfriar esse núcleo, é uma notícia muito boa", diz Mark Hibbs, da organização Carnegie Endowment for International Peace.

Informações oficiais

Moradores da área de Fukushima receberam, em uma hora, radiação que seria tolerável para um ano. Na sala de controle, o nível de energia radioativa ultrapassou em mil vezes o permitido. Quem está fora da área atingida foi orientado pelo governo japonês a ficar dentro de casa, sem abrir portas e janelas.

É indicado também que não bebam água da torneira.

A Agência Japonesa de Segurança Nuclear e Industrial descartou que o contêiner do reator tivesse sofrido danos sérios, informou a agência de notícias Kyodo.

Segundo o governo japonês e a empresa que opera a usina, a Tokyo Electric Power (Tepco), não houve vazamento radioativo considerável e o nível de radioatividade na região está baixando.



Rússia se previne


O premiê da Rússia, Vladimir Putin, ordenou a verificação dos planos de emergência na zona oriental do país, após o incidente na usina japonesa, informou a agência de notícias Ria-Novosti.

O primeiro-ministro falou sobre o assunto numa reunião com o titular da Energia Igor Setchine, com o responsável pela agência russa de energia nuclear Rosatom, Serguei Kirienko, e que contou com a participação do vice-ministro das Situações de Emergência, Rouslan Tsalikov.

As autoridades russas, no entanto, mostram-se tranquilas em relação à possibilidade de poluição radioativa.

Contêineres varridos pelo tsunami neste sábado (12) na cidade de Sendai, bastante fetada pelo tsunami (Foto: AP)Contêineres varridos pelo tsunami neste sábado (12) na cidade de Sendai, bastante afetada pelo tsunami (Foto: AP)

Resgate


O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, informou que 50 mil militares se dedicarão aos trabalhos de resgate nas províncias afetadas do nordeste do país.

Cerca de 190 aviões e 25 navios já foram destacados para as tarefas de busca, nas quais forças americanas colaborarão com seus navios para o transporte de efetivos do Exército japonês.

Na província oriental de Iwate, algumas cidades foram varridas do mapa pelo tsunami originado pelo tremor.

Em Sendai, cidade com 1 milhão de habitantes que é capital da província de Miyagi, entre 200 e 300 pessoas se afogaram devido ao tsunami, e seus corpos estavam sendo recuperados, segundo a polícia local.

Segundo a "Kyodo", há pelo menos 3.400 edifícios destruídos no Japão devido ao terremoto, que causou ainda pelo menos 200 incêndios no território japonês.

Sétimo pior da história

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O tremor foi o 7º pior na história, segundo a agência americana, e também o pior já registrado no Japão.

Houve um alerta de tsunami para diversos países da costa do Oceano Pacífico, mas a chegada das ondas a estes locais causou apenas danos menores, e o alerta foi cancelado. Milhares de moradores foram retirados por precaução.

Fonte:G1 /Videos


10/03/2010

Black Hawk da FAB sobre os Andes

Black Hawk da FAB sobre os Andes

Confira abaixo o roteiro das aeronaves H-60 da FAB em missão de ajuda humanitária às vítimas dos terremotos no Chile.

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FONTE: FAB

FAB é destaque em SITE das FACH

FAB é destaque em SITE das FACH



site-FACh

Helicópteros de Brasil se suman a acciones humanitarias

Las aeronaves realizaron una travesía por territorio argentino y cruzaron Los Andes con recursos extras de oxígeno.

A las 18:30 horas del jueves arribaron a la losa del aeropuerto Carriel Sur, asiento de la Guarnición Aérea de Concepción, dos helicópteros Black Hawk de la Fuerza Aérea de Brasil, FAB, al mando del Mayor Newton Zanchatti, con un contingente de 17 personas y material de primeros auxilios.

Las tripulaciones y efectivos de la FAB se sumaron a las acciones que desarrollan las fuerzas armadas chilenas para ir en ayuda de las víctimas y damnificados por la catástrofe que afectó a la zona centro sur del país. Las aeronaves realizaron una travesía por territorio argentino y cruzaron Los Andes con recursos extras de oxígeno.

Para el Teniente de la Fuerza Aérea Brasilera Bruno Roque, participar de esta misión “es muy importante, ya que es el momento de mostrar el sentimiento de fraternidad que nos une como naciones hermanas”.

En tanto, el jueves se realizaron dos evacuaciones aeromédicas para el traslado desde Curanilahue hasta Concepción de tres personas que sufrieron un accidente carretero en la zona devastada por el terremoto y posterior tsunami.

El jueves también se registró una visita de la Presidenta de la República, Michelle Bachelet a la zona afectada a bordo de un avión Casa 212, en que se trasladó a Talca y Concepción. En la oportunidad, la Mandataria resaltó la labor de las Fuerzas Armadas y enfatizó el trabajo del Personal y Pilotos quienes son los encargados de “repartir la ayuda humanitaria a los sectores en que no hay un acceso por tierra”.

En las últimas jornadas la FACh realizó labores de entrega de ayuda humanitaria a las localidades de Santa Juana, Arauco, Lota y de reconocimiento a la Isla Santa María./pma

FONTE: Poder Aéreo /FACh

23/01/2010

Projeto HAARP a teoria do Caos

Projeto HAARP a teoria do Caos "Haiti"


HAARP

Para o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, o terremoto que devastou o Haiti foi obra dos americanos.

Em um comunicado divulgado na rede estatal de TV Vive, o líder bolivariano afirmou que “o sismo do Haiti foi um claro resultado de um teste da Marinha americana”. Segundo Chávez, o abalo foi provocado por uma espécie de máquina de terremotos.

O presidente garante ter provas do que diz. Segundo ele, existe um relatório preparado pela Frota Russa do Norte, segundo o qual o “terremoto experimental dos EUA devastou o país caribenho”. As informações são do jornal espanhol ABC.

De acordo com o texto, a Frota do Norte “monitorou os movimentos e as atividades navais americanas no Caribe desde 2008, quando os EUA anunciaram sua intenção de restabelecer a Quarta Frota, dissolvida em 1950”.

O relatório citado por Hugo Chávez compara “o teste de duas dessas armas de terremoto” realizados na semana passada pela Marinha americana.

A experiência realizada no Pacífico teria provocado um terremoto de magnitude 6,5 em Eureka, na Califórnia, sem vítimas, “enquanto o teste realizado no Caribe provocou a morte de pelo menos 140 mil inocentes”.

Segundo o texto russo, “é mais que provável” que Washington “tivesse conhecimento total do catastrófico dano que esse teste de terremoto poderia ter sobre o Haiti e por isso posicionou seu comandante do Comando do Sul, o general P.K. Keen, na ilha para supervisionar os esforços de ajuda, caso fosse necessário”.

Em relação ao objetivo de Washington com os testes, o relatório afirma que “no resultado final dos testes dessas armas está o plano dos EUA da destruição do Irã através de uma série de terremotos pensados para derrubar seu atual regime islâmico”.

Chávez afirma ainda que “o Departamento de Estado, Agência Americana de Cooperação para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) e o Comando Sul dos EUA começaram a invasão humanitária ao enviar pelo menos 10 mil soldados e empreiteiros” para controlar o Haiti.


Chávez Acusa os EUA de Testarem o HAARP, Causando o Terremoto no Haiti





Uma acusação séria que precisa ser investigada pela comunidade internacional, pois eventos estranhos já aconteceram sobre Moscou e ainda 30 minutos antes de um grande terremoto na China, em 2008.



Ele está falando do projeto HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program, Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência), uma investigação financiada pela Força Aérea dos EUA, a US Navy e a Universidade do Alaska.

O propósito oficial de tal programa seria entender, simular e controlar os processos ionosféricos que poderiam mudar o funcionamento das comunicações e sistemas de vigilância.

O projeto HAARP teve início em 1993 para uma série de experimentos durante vinte anos.

É similar a numerosos aquecedores ionosféricos existentes em todo mundo, e tem um grande número de instrumentos de diagnóstico que servirão para melhorar o conhecimento científico da dinâmica ionosférica.

O mundo especula que o projeto HAARP seria uma terrível arma dos EUA capaz de controlar o clima provocando inundações e outras catástrofes, como o terremoto no Haiti.

O HAARP fixo fica localizado próximo à Gakona, Alasca (lat. 62°23′36″ N, long 145°08′03″ W), ao oeste do Parque Nacional Wrangell-San Elias, onde foi estabelecida uma rede de 180 antenas.

O principal componente de HAARP é o Instrumento de Investigação Ionosférica (IRI), um aquecedor ionosférico.

Trata-se de um sistema transmissor de alta frequência (HF) utilizado para modificar temporariamente a ionosfera.

Durante o processo de investigação ionosférica, o sinal gerado pelo transmissor envia-se ao campo de antenas, as quais a transmitem para o céu.

A uma altitude entre 100 e 350 km, o sinal absorve-se parcialmente, concentrando-se numa massa a centenas de metros de altura e várias dezenas de quilômetros de diâmetro sobre o lugar.

Essas 180 antenas seriam capazes de criar uma potência de 4,6 MW, sem contar que a ionosfera tem a capacidade de amplificar essa potência até 1.000 vezes. Este projeto já teria custado mais de US$ 200 milhões.

Muitas das investigações do projeto HAARP baseiam-se nos trabalho de Tesla, de origem sérvia, que emigrou para os Estados Unidos, onde faleceu em 1943.

Este cientista dedicou-se, sobretudo, ao estudo da eletricidade e das ondas eletromagnéticas.

Em 1898, ele colocou um pequeno oscilador num pilar de um prédio, o que produziu uma oscilação de todo o edifício, pensando as pessoas tratar-se de um tremor de terra. Ele acabava de demonstrar o efeito de ressonância.

Ele é ainda o inventor da corrente alternada, do radar, da transmissão de energia sem fio, do rádio, das ondas estacionárias, etc, tendo depositado mais de 700 patentes.


De um certo modo esta teoria tem seus fundamentos,pois ,antes mesmo do mundo tomar conhecimento da tragédia que se assolava sobre o Haiti,as tropas americanas já se colocavam a postos proximo de porto principe ,ou melhor ,já sabiam do acontecimento! será coincidencia ou realmente os EUA com suas estratégias covardes ,teriam causado realmente tal incidente como laboratório para futuras incurssões?


o fato é que os EUA tomaram conta de porto principe muito rapidamente ,e mais ,ja haviam UAVs sobrevoando o Pais com o propósito ed avaliar os estragos do terremoto... ou seria avaliar os resultados de seus experimentos?


fica aqui um alerta para a comunidade intewrnacional!!!



fonte:defesabr/Videos Youtube.com

21/01/2010

EUA enviam mais sete mil militares ao Haiti

EUA enviam mais sete mil militares ao Haiti




Em tese, esses soldados deveriam cuidar, apenas, da ajuda direta aos desabrigados. Mas na prática, os americanos controlam diversos setores da capital Porto Príncipe.

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos anunciou que vai enviar mais sete mil militares ao Haiti, elevando para 20 mil o total.

Em tese, esses soldados deveriam cuidar, apenas, da ajuda direta aos desabrigados.

Mas o enviado especial Rodrigo Alvarez mostra que, na prática, os americanos controlam diversos setores da capital Porto Príncipe.

Dois tanques americanos passaram o dia fazendo ronda no centro de Porto Príncipe. Soldados armados com metralhadoras percorreram os bairros mais violentos, bloquearam ruas e assumiram o controle da capital.

Policiais haitianos mais pareciam expectadores do show militar dos Estados Unidos.

Perguntei ao capitão americano qual era o objetivo da operação. Ele respondeu: “Segurança”. Depois acrescentou que eles estavam no local para dar tranquilidade às ambulâncias a caminho do hospital.

Ainda que para fazer uma segurança humanitária, o que é autorizado pela ONU, o fato é que o exército americano tomou conta da capital haitiana.

Horas mais cedo, fuzileiros navais brasileiros faziam uma operação de entrega de água e comida na favela Cidade Militar.

O que militares de vários países concordam, inclusive brasileiros, é que sem a enorme ajuda americana, o caos haitiano seria muito maior.

Ninguém tem mais recursos do que eles para desembarcar equipamentos em uma praia, montar acampamentos gigantes e distribuir comida para multidões.

E o governo do Haiti o que tem feito? Alguém sabe onde anda o presidente? Os haitianos não fazem a menor ideia.

Muitos não querem nem saber do governo nacional. Um homem radicaliza: “Seria melhor trocar logo a bandeira do Haiti pela dos Estados Unidos”.

Os mais moderados só reclamam: “René Préval não fazia nada antes do terremoto e depois então, fez menos ainda”. Aos olhos do povo faminto, Préval é um presidente fraco e desaparecido.

Préval, na verdade, está em um prédio da polícia ao lado do aeroporto transformado em base americana.

Pousos e decolagens são controlados a distância por técnicos que estão no Arizona. São tantos vai-e-vens que a pista virou atração turística e a bandeira que tremula já não é a mesma que manda.

Em um país sem ministérios, sem parlamento e por enquanto sem destino, o governo é pura ficção. O único serviço público que funciona a todo vapor é o setor de imigração e emigração.

Os haitianos procuram desesperadamente um jeito de deixar o país. Só com o passaporte, eles podem se aventurar pela fila interminável na embaixada dos Estados Unidos e sonhar com a emigração. Estima-se que seis milhões de pessoas precisariam de ajuda.

E a cada novo tremor como os que aconteceram nesta quinta-feira (21) à tarde, mais e mais haitianos tentam sair.

Enquanto isso os escombros de Porto Príncipe trazem boas notícias, duas crianças foram salvas na quarta-feira (20), oito dias depois do terremoto, no que sobrou de uma casa. Em meio a tanta desgraça, o resgate dá motivos de sobra para aplausos e uma perceptível emoção.




fonte:G1.com

20/01/2010

EUA aplicam Doutrina Powell no Haiti

EUA aplicam Doutrina Powell para ajudar Haiti


Os Estados Unidos estão fazendo no Haiti o que sabem fazer melhor: ocupar, assumir, controlar.

Decidida em Washington, a operação de suporte às vítimas da devastação, em 4 horas, tinha 2 mil militares mobilizados ,e metade deles já seguia para Porto Príncipe - enquanto o resto do mundo apenas tomava conhecimento da tragédia.

É a Doutrina Powell, criada no fim dos anos 80 pelo então chefe do Estado-Maior Conjunto, general Colin Powell, aplicada em tempo de paz.

Ela prevê que os EUA não devem entrar em ação a não ser com superioridade arrasadora.

Segundo o Pentágono, no Haiti, o primeiro grupo a desembarcar no aeroporto instalou uma central eletrônica móvel capaz de substituir a torre de controle, arruinada.

Normalmente vazio (acima) o pátio do Aeroporto de Porto Príncipe na Capital do Haiti hoje está lotado (Abaixo)


Um time de engenharia iniciou a drenagem de um dos lados da pista e avaliou as rachaduras na cabeceira norte como irrecuperáveis a curto prazo.

No sábado, oficiais americanos estavam no comando do tráfego aéreo.

Os paraquedistas da 82.ª Divisão e os fuzileiros navais - o grosso dos 3,5 mil a 5 mil soldados das ações terrestres - são treinados para o combate e também para missões de resgate.

Movimentam-se em helicópteros e veículos convertidos em ambulâncias leves.

A retaguarda é poderosa. Um porta-aviões virou central logística e um navio-hospital de mil leitos chegou no domingo.

Ontem, aviões dos EUA ocupavam 7 das 11posições de parada remanescentes no aeroporto.

Auxílio vindo do Céu



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Um C-17 Globemaster III lança mantimentos para ajuda humanitária nos arredores de Port-au-Prince, no dia 18 de janeiro.

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FOTO: U.S. Air Force





Fonte: moraisvinna/Poder Aereo/Estadão - Roberto Godoy Jornalista

Cruz Vermelha espanhola freta 4º avião para ajudar o Haiti

Cruz Vermelha espanhola freta 4º avião para ajudar o Haiti

A Cruz Vermelha da Espanha deve fretar hoje seu quarto avião com assistência humanitária para o Haiti, para onde já destinou mais de 83 toneladas de ajuda, informou a organização, em comunicado.

O aparelho transporta 23 toneladas de ajuda e inclui um caminhão-cisterna com capacidade de 10 mil litros, uma miniescavadeira, um veículo 4x4, mosquiteiros e depósitos fechados para água.

A Cruz Vermelha espanhola lembrou que a operação de ajuda no Haiti é a segunda mais importante de toda sua história, após a mobilização feita para atender as vítimas do tsunami que assolou o sul da Ásia, em dezembro de 2004.

A organização humanitária indicou que já conta com 18 delegados no Haiti e sete delegados na República Dominicana que trabalham estreitamente com a Cruz Vermelha destes dois países.

O terremoto de 7 graus na escala Richter aconteceu às 19h53 (Brasília) do dia 12 e teve epicentro a 15 quilômetros da capital haitiana, Porto Príncipe.

Segundo declarações à Agência Efe, o primeiro-ministro do Haiti, Jean Max Bellerive, acredita que o número de mortos superará 100 mil.

O Exército brasileiro informou que 18 militares do país que participavam da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) morreram em consequência do terremoto.

A médica Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, e Luiz Carlos da Costa, o segundo civil mais importante na hierarquia da ONU no Haiti, também morreram no tremor.




Fonte: EFE via G1

18/01/2010

Hospital de Campanha da Aeronautica no Haiti Ja esta funcionando

Hospital de Campanha da Aeronautica no Haiti Ja esta funcionando a pleno vapor

O hospital de campanha foi enviado pelo governo brasileiro na semana passada.
Devido a problemas com o tráfego aéreo, o equipamento e a equipe médica só desceram em Porto Príncipe no sábado (16). Somente domingo, o hospital já começou a atender os primeiros pacientes - A Foto acima é do Hospital de campanha da FAB quando foi instalado em Lagoa Santa/MG em 2008.

Hospital de campanha da Aeronáutica já funciona no Haiti e faz cirurgia Primeira cirurgia foi realizada na noite de domingo (17) em Porto Príncipe.

Segundo a FAB, 48 militares da área da saúde atuam no hospital.



O hospital de campanha da Aeronáutica do Brasil já está em funcionamento no Haiti para ajudar no tratamento das vítimas do terremoto que devastou o país na última terça-feira (12).

Na noite deste domingo (17), primeiro dia de trabalho, já foi realizada a primeira cirurgia no local, onde 48 militares brasileiros que trabalham na área de saúde estão atuando.

Segundo a FAB, a primeira cirurgia realizada no hospital foi da amputação do pé de uma das vítimas do terremoto.

Uma mulher de 37 anos foi operada. Ela sofreu o ferimento que só pode ser resolvido com a amputação com a queda do muro de uma igreja sobre seu pé.

A mulher perdeu uma filha de três anos de idade no terremoto.

O hospital de campanha da Aeronáutica do Brasil já está em funcionamento no Haiti para ajudar no tratamento das vítimas do terremoto que devastou o país na última terça-feira (12).

Na noite deste domingo (17), primeiro dia de trabalho, já foi realizada a primeira cirurgia no local, onde 48 militares brasileiros que trabalham na área de saúde estão atuando.

A imagem “https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg5JB_s_Kr_z5zojfq67NhFkOk85ZSxZor7-UYtGEt_psNxSwMUZssmzJLu81Xv3wC79iDvu18h8gPFfQ3RCcg36j7-UUV42WYoTnXJKneX8BWF94L47fjDQNaxQoDZiXh_2Vm8KZvASz-y/s400/HOSPITAL+DE+CAMPANHA.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

Segundo a FAB, a primeira cirurgia realizada no hospital foi da amputação do pé de uma das vítimas do terremoto.

Uma mulher de 37 anos foi operada. Ela sofreu o ferimento que só pode ser resolvido com a amputação com a queda do muro de uma igreja sobre seu pé.

A mulher perdeu uma filha de três anos de idade no terremoto.

O hospital de campanha foi enviado pelo governo brasileiro na semana passada. Devido a problemas com o tráfego aéreo, o equipamento e a equipe médica só desceram em Porto Príncipe no sábado (16).

Neste domingo, o hospital já começou a atender os primeiros pacientes.

A instalação foi fixada em uma área ao lado da base brasileira na capital haitiana, que fica a 10 quilômetros do centro da cidade.

Segundo a FAB, além de médicos e enfermeiros, a equipe do hospital contra com farmacêuticos e dentistas.

A expectativa é que o hospital consiga atender entre 300 e 400 pessoas por dia.

A estrutura conta com Unidade de Terapia Intensiva (UTI), centro cirúrgico, equipamentos de raio X, laboratórios e espaços para atendimento ambulatorial.



fonte:
Do G1, em Brasília

Helicópteros dos EUA distribuem água em Porto Príncipe

Helicópteros dos EUA distribuem água em Porto Príncipe

Helicóptero dos EUA

Helicóptero dos EUA lança garrafas d'água para a população em Porto Príncipe

Helicópteros dos Estados Unidos começaram neste domingo a lançar garrafas d'água para os sobreviventes na capital do Haiti, Porto Príncipe, enquanto em terra soldados evitam que a distribuição desencadeie violência.

Depois de dias resistindo sem provisões básicas, a população começa a receber a ajuda humanitária, embora muitos haitianos não tenham sido contemplados.

Os Estados Unidos firmaram a sua primeira base fora do aeroporto da capital, e estão distribuindo víveres de um morro dentro de um campo de golfe.

Já o programa de Alimentação das Nações Unidas distribuiu comida em uma das favelas da cidade, enquanto a organização não-governamental Oxfam também entregou água aos flagelados haitianos.

Ainda neste domingo, uma mulher foi retirada dos escombros com vida, alimentando as esperanças das equipes de resgate que trabalham dia e noite.

Se a situação em Porto Príncipe já é dramática, a uma hora de carro da capital do Haiti na direção do epicentro do terremoto de semana passada, ela é "apocalíptica", segundo o enviado especial da BBC Nick Davis.

"Quase todas as construções foram destruídas", disse Davis.

'Pesadelo'

A Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que entre 80% e 90% dos prédios de Leogane, cerca de 19 km (a oeste de Porto Príncipe, ruíram.

Os sobreviventes do tremor fugiram do que sobrou de suas casas para as plantações de cana-de-açúcar ou manguezais próximos para "escapar do pesadelo de prédios desabando".

"Vi longas filas de pessoas diante de uma única torneira d'água funcionando", afirmou Davis.

Milhares de pessoas estão dormindo a céu aberto perto de igrejas, em pátios de escolas e mercados.

A distribuição de mantimentos ganhou 'movimento' entre sábado e domingo

A população, segundo o repórter da BBC, está em estado profundo de choque. Muitos protegem a boca com panos para evitar respirar poeira e protegê-los do cheiro de corpos de putrefação.

O terremoto haitiano é um dos episódios que causaram maior número de mortes entre funcionários da ONU.

'Desastre histórico'

Neste domingo, uma porta-voz da Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou em Genebra que o terremoto no Haiti é o pior desastre que a ONU já enfrentou em sua história.

“Esse é um desastre histórico. Nós nunca fomos confrontados com esse tipo de desastre na história da ONU. É como nenhum outro”, disse Elisabeth Byrs, porta-voz do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários da Organização.

De acordo com ela, a dificuldade se deve aos problemas de logística, por conta do colapso do governo local e da completa destruição da infraestrutura – o aeroporto está saturado, as ruas bloqueadas, os hospitais têm poucos ou nenhum médico e poucas construções suportaram os tremores.

Byrs comparou o desastre ao tsunami que atingiu a Indonésia em 2004 e afirmou que a situação em Porto Príncipe é “tão ruim ou pior”.

“O desastre é enorme e tão enorme quanto foi o tsunami, talvez pior porque todo o país foi decapitado, os prédios do governo desmoronaram e nós não temos o apoio da infraestrutura local. Na Indonésia nós tínhamos pelo menos o apoio de algumas autoridades locais”, disse.

Na sexta-feira, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, lançou um apelo à comunidade internacional para arrecadar US$ 550 milhões para ajudar ao Haiti.



fonte:BBC/ Brasil

17/01/2010

A Importância da Marinha em Apoio logístico a tragédia do Haiti

USS Carl Vinson e CVW-17 em ação no Haiti

A Importância da Marinha em Apoio logístico a tragédia do Haiti



HSC-9 USS Carl Vinson

USS Carl Vinson

SH-60 Sea Hawk Port-au-Prince

Mh-53E Sea Dragon Port-au-Prince

SH-60F Sea Hawk Haiti

Ajuda humanitária em Port-au-Prince

SH-60F Sea Hawk USS Carl Vinson



fonte :Poder Aereo/Video:Youtube.com

Vigilância em Espaço Aéreo Haitiano

Vigilância em Espaço Aéreo Haitiano



Global Hawk

O 12th Reconnaissance Squadron da USAF lançou uma aeronave não-tripulada RQ-4 Global Hawk Block 10, no dia 13 de janeiro, da Base Aérea de Beale, para sobrevoar o Haiti e ajudar nas missões humanitárias após o terremoto de magnitude 7.0 que atingiu o país no dia 12.

O esquadrão recebeu a ordem do United States Southern Command para prover imagens que ajudarão nas operações de apoio e resgate.

O Global Hawk é uma aeronave não-tripulada, de longo alcance, capaz de permanecer no ar cerca de 28h, dotado de um radar de abertura sintética, sensores eletroóticos e sensores de infravermelho de ondas médias.

A USAF divulgou ontem que o Pentágono também enviará aeronaves U-2 ao Haiti, por causa do seu sistema SYERS-​​2 com capacidade multiespectral, que possibilitará a localização do rompimento de linhas de gás e água, vazamentos químicos e outros problemas.

U-2


fonte:Poder Aereo