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15/12/2011

Vídeo-Lockheed U2 FL 70 com James May do Top Gear

Video :Imagens expetaculares de nosso Planeta Terra feitas apartir do FL 70

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgATNuibQhq4-e6rjUwtj1JEY-mC5y3mCAJfmqjavQVz9LF_H31LRHX4k1G6UsVWG7pfw7mfCvQ4NOJOGEHB3hM5Fp6t1Dh1_OK2MO3xq8M8PhCBFdf8i6dupe3pBrWxwuZljerwmfmRJU/s1600/U2SpyPlane.jpg
http://con.ca/img/news/00005378_U-2.jpg

Para comemorar os 40 anos do pouso da espaçonave Apollo na Lua ,o apresentador do Programa Top Gear -James May ,em um programa especial do Top Gear.As imagens são fantáticas .



Fonte:Canal de bryUK-Via:Youtube.com/fotos:con.ca;onwardjames.blogspot.com

23/07/2011

Descoberto maior reservatório de água do universo

Descoberto maior reservatório de água do universo


Concepção artística ilustra um quasar similar ao encontrado pelos astrônomos, onde havia quantidades gigantescas de vapor d'água. Gás e poeira formam .... Foto: Nasa/ESA /Divulgação

Concepção artística ilustra um quasar similar ao encontrado pelos astrônomos, onde havia quantidades gigantescas de vapor d'água
Foto: Nasa/ESA /Divulgação

Duas equipes de astrônomos lideradas por cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), nos Estados Unidos, descobriram o maior e mais distante reservatório de água já detectado no universo.

A água, equivalente a 140 trilhões de vezes toda a água do oceano do mundo, envolve um enorme buraco de alimentação negro, chamado quasar, a mais de 12 bilhões de anos-luz de distância.

Astrônomos já haviam detectado vapor d'água, que é um sinal importante para investigar o universo, em outras partes do universo, mas não em tanta quantidade. "É uma demonstração de que a água está por todo o universo, ainda que em tempos mais antigos", avaliou Matt Bradford, um cientista do Laboratório da Nasa, em Pasadena, Califórnia.

Quasares são objetos brilhantes e muito distantes no universo. Estão localizados nos núcleos de galáxias e são abastecidos com a energia de buracos negros.

O APM 08279+5255, quasar observado nesta pesquisa, tem um buraco negro 20 bilhões de vezes mais massivo que o Sol e produz energia superior à energia de trilhões de sóis.


Fonte:Portal Terra

11/06/2011

Sondas lançadas em 1977 atravessam 'mar magnético' no espaço

Sondas lançadas em 1977 atravessam 'mar magnético' no espaço para sair do Sistema Solar

Sonda Voyager (Foto: BBC)


Naves Voyager estão há 33 anos revelando dados sobre planetas distantes da Terra.


As sondas Voyager, da agência espacial americana Nasa, estão atravessando um "mar magnético" para tentar sair do Sistema Solar.

As duas naves foram lançadas em 1977 e são responsáveis por colher alguns dos dados mais extraordinários da história da Nasa. Elas agora estão a mais de 14 bilhões de quilômetros da Terra, se aproximando do limite do Sistema Solar.

As sondas Voyager continuam enviando dados para o centro de controle da Nasa, no Estado americano no Texas. Cada mensagem demora 16 horas para atravessar a distância no espaço.

Nas palavras do astrônomo Eugene Parker, da Universidade de Chicago, a fronteira do Sistema Solar possui atividades energéticas intensas, como se fosse uma "banheira de hidromassagem agitada".

Vários fragmentos de campos magnéticos passam como uma espécie de "vento" pelas sondas. Este processo está formando bolhas de magnetismo com dezenas de milhares de quilômetros de largura.

Os pesquisadores afirmam que estas descobertas têm impacto na forma como se entende os raios cósmicos - que são as tempestades de partículas de alta energia que se aceleram na direção da Terra, oriundas de explosões de estrelas e buracos-negros.

É provável que a massa de estruturas magnéticas torne o Sistema Solar mais poroso e suscetível a raios cósmicos.

Nova missão


A observação é de interesse não só para astrônomos, como também para astronautas - que precisam se precaver contra os efeitos dos raios cósmicos na sua saúde - e para engenheiros - preocupados em construir naves e componentes resistentes às partículas de alta energia.

Os pesquisadores foram surpreendidos por alguns dos dados revelados pelas sondas Voyage. Eles esperavam que os limites do Sistema Solar seriam mais serenos e com menos atividades magnéticas.

Esta é mais uma demonstração entre tantas das capacidades extraordinárias das sondas Voyagers, que continuam gerando dados e novos questionamentos mais de três décadas depois de seus lançamentos.

A Voyager 1 chegou ao espaço no dia 5 de setembro de 1977, e a Voyager 2, no dia 20 de agosto do mesmo ano.

Sonda Voyager (Foto: BBC)
Naves foram direcionadas rumo ao centro da Via Láctea (Foto: BBC)

A missão inicial das sondas era pesquisar os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

A tarefa foi completada em 1989. Elas então foram direcionadas rumo ao centro da Via Láctea.

O professor Ed Stone, que trabalha com as Voyager desde o começo da missão, diz que nenhuma outra operação durou tanto tempo. Já são 33 anos de funcionamento, e a Voyager ainda possui energia suficiente para durar mais uma década.

A tecnologia da Voyager é rudimentar para os padrões de hoje. Os transmissores consomem a energia equivalente a de uma lâmpada comum. Um telefone celular moderno possui 10 milhões de vezes mais memória do que a Voyager.

A sua nova missão é explorar os limites do Sistema Solar. Os cientistas não têm certeza sobre o limite final do Sistema, onde começaria uma zona de espaço inter-estelar.


Fonte:BBC Brasil

30/01/2011

Russia divulga que seu Foguete "Angara" esta pronto para testes

Russia divulga que seu Foguete "Angara" esta pronto para testes em 2012

http://en.rian.ru/images/15982/66/159826641.jpg

A Russia informou nesta Quinta -Feira (27) que esta prota para testar seu novo sistema lançador "Angara" e que,o lançamento de testes será em 2012-informou o Comandante das Forças Especiais do País.

"Pretendemos que esteja totalmente preparado para lançamento já em 2012"informou o Comandante Oleg Estapenko-"tudo está indo conforme o planejado".

O Sistema de lançamento "Angara" foi projetado para fornecer uma capacidade de lançamento de 2.000 a 40.500 Kg em uma órbita baixa da Terra e deverão se tornar o núcleo dos sistemas de transporte espacial da Russia,substituindo os diversos sistemas existentes.

Os transportadores terão um design similar aos EELV(Envolved Expadable Vehicle),baseados em um modulo lançador universal (URM).

Fonte:Ria Novosti

06/10/2010

Pesquisadores descobrem por que algumas auroras “tremem” no céu

Pesquisadores descobrem por que algumas auroras “tremem” no céu

Luzes piscantes são explosões provocadas pelo campo magnético da Terra

Quem olha para o céu do Alasca, do norte do Canadá ou da Rússia pouco antes do amanhecer consegue ver um leve brilho esbranquiçado da aurora boreal. Depois de olhar por alguns minutos, as luzes começam a piscar como se alguém estivesse brincando com o interruptor de luz.

É uma aurora pulsante, formada por luzes que piscam a cada cinco a 40 segundos. Cientistas tentaram descobrir o que causa esse efeito por décadas.

Agora, Yukitoshi Nishimura, da Universidade da Califórnia, cientistas da Nasa, cinco aeronaves e um pequeno exército de câmeras apontado para o céu descobriram que a energia é provocada pelo campo magnético da Terra.

Nosso planeta é como um ímã gigante.

Linhas magnéticas invisíveis se estendem de um pólo ao outro do planeta – são elas que fazem a agulha da bússola se mover e ajudam aves migratórias a encontrar seu caminho.

Esse campo magnético também protege a vida na Terra dos raios solares, um feixe de partículas cuspidas pelo Sol que bombardeiam nosso planeta sem parar.

Essas partículas são varridas da superfície de nosso planeta pelo campo magnético, criando explosões de energia eletromagnética chamadas de ondas sibilantes (que assobiam).

Nishimura e o grupo Themis, da Nasa, descobriram que essas ondas aparecem em intervalos regulares nos mesmos lugares na forma de manchas de luz. Quanto mais fortes as ondas, mais brilhante a luz.

Os cálculos mostraram que essas ondas sibilantes interagem com elétrons do campo magnético da Terra, fazendo-os cair na atmosfera e criando um show com as luzes da aurora, da mesma forma que um tubo de raios catódicos criava imagens na tela de um velho aparelho de TV.

As descobertas da equipe poderão ajudar os cientistas a mapear o campo magnético da Terra com muitos detalhes e continuarão a rastrear a dança da aurora boreal e a música das ondas por trás dessas luzes.

Veja mais fotos:


Fonte: R7 - Fotos: NASA (via AFP - Getty Images) / Lucas Jackson (Reuters) / Pekka Sakki (AFP - Getty Images) / Colorado Mountain College / Bob Martinson (AP) / John and Sallie Carlson / Balazs Mohai ( EPA) / Arian Schuessler ( Mason City Globe Gazette via AP) - Gráfico: Science/AAAS/Via :Desastres aéreos News

08/07/2010

Telescópio espacial mostra ‘luz mais antiga’ do universo

Telescópio espacial mostra ‘luz mais antiga’ do universo

Planck's View of the Whole Sky



Ao fundo, em magenta e amarelo, vê-se a luz mais antiga do Universo, formada 380 mil anos após o Big Bang

A agência espacial europeia divulgou nesta segunda-feira a primeira imagem do cosmos feita pelo telescópio espacial Planck, na qual é possível ver a “luz mais antiga” do universo.

A luz – chamada de radiação de micro-ondas cósmica de fundo – é associada ao chamado big bang, a grande explosão na qual os cientistas acreditam que o universo foi criado, há cerca de 14 bilhões de anos.

A parte central da foto é dominada por grandes porções da nossa galáxia, a Via Láctea.

A linha horizontal brilhante atravessando a imagem é o eixo principal da galáxia.

É nessa região que se formam hoje a maioria das estrelas da Via Láctea, mas como a foto registra apenas luz com comprimentos de onda longos (invisíveis ao olho humano), o que vemos na realidade não são estrelas, e sim o material do qual elas são feitas, poeira e gás.

Mas a foto também mostra, em magenta e amarelo, a radiação cósmica de fundo.

Formada 380 mil anos após o Big Bang, essa radiação de calor só pôde circular pelo espaço quando um resfriamento no Universo pós-Big Bang permitiu a formação de átomos de hidrogênio.

Os cientistas dizem que, antes desse estágio, o cosmos era tão quente que matéria e radiação estavam "fundidas". O Universo, seria, então, opaco.

Rascunho

Os instrumentos do Planck podem detectar variações de temperatura nessa radiação antiga que auxiliam a compreensão da estrutura do Universo no momento de sua formação e que são uma espécie de rascunho de tudo o que se sucedeu depois.

Foram necessários mais de seis meses para que o telescópio espacial conseguisse montar o mapa.

O Planck, lançado ao espaço em maio do ano passado, já está montando uma segunda versão do mapa. A idéia é que ele faça pelo menos quatro versões.

Os cientistas vão precisar de tempo para analisar todas as informações e avaliar suas implicações. A divulgação formal de imagens completas da radiação cósmica de fundo e de análises científicas sobre elas não deve acontecer antes do fim de 2012.

Segundo os pesquisadores, as informações coletadas constituem um banco de dados extraordinário, que os ajudará a compreender melhor como o Universo adquiriu a aparência que tem hoje.

"É uma foto espetacular, uma coisa linda", disse à BBC Jan Tauber, um dos cientistas da missão Planck.


Fonte:BBC Brasil/NASA/Video:Youtube.com-foto:NASA

17/06/2010

Observatórios fazem 'mutirão' para ver objeto gelado nos confins do Sistema Solar

Observatórios fazem 'mutirão' para ver objeto gelado nos confins do Sistema Solar

Plutão (aqui fotografado pelo Observatório Espacial Hubble) é o  maior KBO de que se tem conhecimento

Plutão (aqui fotografado pelo Observatório Espacial Hubble) é o maior KBO de que se tem conhecimento

Um grupo de astrônomos de vários países disse ter observado, pela primeira vez, um objeto gelado em órbita além de Netuno, nos confins do Sistema Solar.

O objeto é conhecido como KBO 55636 (sigla para Kuiper Belt Object, Objeto do Cinturão de Kuiper) porque habita a região chamada Cinturão de Kuiper, onde estão agrupados milhares de objetos remanescentes do período em que se formou o Sistema Solar.

Os astrônomos sabiam da existência do KBO 55636 há vários anos, mas só puderam vê-lo porque ele passou na frente de uma estrela brilhante e refletiu sua luz.

Liderados pelos Estados Unidos, cientistas de 18 observatórios espaciais em vários pontos do planeta participaram da busca. Eles descrevem suas observações na revista científica Nature.

Momento Oportuno

Quando um corpo celeste esconde uma estrela ao passar em frente a ela no espaço, ocorre o que os astrônomos chamam de "ocultação estelar".

A equipe usou uma ocasião como essa para estudar o KBO 55636. Eles disseram à revista Nature que a ocultação durou apenas dez segundos, mas foi suficiente para que eles determinassem o tamanho e a capacidade de reflexão do objeto.

O Cinturão de Kuiper ocupa uma região que fica além da órbita do planeta mais distante do Sistema Solar, Netuno.

Ele é semelhante a um cinturão de asteroides, mas em vez de ser composto principalmente de rochas e metais, a maioria dos objetos que agrupa é feita de materiais voláteis - metano, amônia e água.

Colisão Espacial

Até agora, especialistas conseguiram detectar mais de mil KBOs, mas eles acreditam que haja cerca de 70 mil deles.

O autor principal do estudo, James Elliot, professor de astronomia planetária do Massachusetts Institute of Technology (MIT), em Massachusetts, nos Estados Unidos, disse à BBC que o KBO 55636 foi formado, provavelmente, como resultado de uma colisão espacial ocorrida há um bilhão de anos.

Ele disse que um planeta anão conhecido como Haumea pode ter sido atingido por outro objeto e o impacto teria levado a crosta gelada que cobria o Haumea a se partir em uma dúzia de pedaços menores, entre eles, o KBO 55636.

O Cinturão de Kuiper abriga pelo menos três planetas anões. Um deles é Plutão, o maior KBO de que se tem conhecimento.

Elliot explicou que para poder ver o KBO 55636 no exato momento em que passava em frente a uma estrela, ele teve de reunir uma equipe de 42 astrônomos de 18 observatórios na Austrália, África do Sul, México e Estados Unidos.

"Vínhamos calculando com precisão a posição do KBO há vários anos", ele disse.

"Com uma órbita precisa, projetamos onde ele ia estar no céu e procuramos por estrelas que ele poderia ocultar".

O cientista explicou que foi difícil prever exatamente onde o KBO iria passar.

Para maior segurança, a equipe pediu o auxílio de vários observatórios espaciais situados em uma faixa de 5.900 km da superfície da Terra. Esse trecho correspondia ao percurso que, os especialistas previam, seria percorrido pela sombra do corpo celeste.

"Foi uma forma de maximizar nossas chances de acertar", ele explicou.

De 18 telescópios apontados para o céu, apenas dois observatórios, ambos no Havaí, conseguiram detectar a ocultação estelar de dez segundos.

Alta Reflexão

Usando a medida exata do tempo durante o qual a estrela ficou oculta e a velocidade da sobra do KBO se movendo pelo Havaí, os astrônomos puderam determinar o tamanho do objeto - cerca de 300 km de diametro - e a sua capacidade de refletir a luz.

Eles imaginavam que a superfície do KBO 55636 seria opaca, com pouca capacidade de reflexão por causa do acúmulo de poeira e bombardeios de raios cósmicos, mas foram surpreendidos.

"Descobrimos que esse objeto é muito menor do que achávamos e que tem bastante capacidade de reflexão - ele reflete a maior parte da luz que atinge sua superfície".

Elliot explicou que a superfície do objeto é provavelmente feita de gelo - como a superfície de Plutão. Mas não soube explicar por que o índice de reflexão do KBO 55636 é tão alto.

"Talvez porque superfícies compostas de gelo sejam mais robustas e não se escureçam com o impacto de raios cósmicos e outras coisas que escurecem outras superfícies".


Fonte:BBC Brasil-Por Katia Moskvitch-Repórter de Ciência, BBC News

14/05/2010

Estudante da Holanda encontra fenômeno espacial inédito

Estudante da Holanda encontra fenômeno espacial inédito

Foto: Nasa

A imagem do supertelescópio Hubble mostra o buraco negro em recuo

Ao realizar o seu projeto final de graduação, uma estudante universitária da Holanda descobriu um estranho objeto que pode ser um enorme buraco negro, se deslocando a uma velocidade de mais de 1 bilhão de quilômetros por hora e com uma massa mais de um bilhão de vezes maior do que a do sol.

Marianne Heida estava comparando milhares de fontes de raios X, escolhidas aleatoriamente, com a posição de galáxias, no Instituto de Pesquisa Espacial da Holanda (SRON) quando percebeu um ponto luminoso "no lugar errado" – nas margens de uma galáxia e não no centro.

Normalmente, cada galáxia contém um imenso buraco negro no seu centro, que às vezes brilha sob raios X, mas quando dois buracos negros se fundem, podem surgir também novos buracos negros em recuo, que são expulsos da galáxia em alta velocidade.

O objeto encontrado em uma galáxia distante da Terra meio bilhão de anos-luz é tão brilhante, quando observado sob raios X, que só pode ser comparado com outros buracos negros super brilhantes localizados no centro do sistema.

"Achamos aquele estranho tipo de fonte de raios X, mas para estes objetos, antes de mais nada precisamos precisamos de medidas precisas do satélite Chandra, da Nasa, para as localizarmos com mais detalhes", afirmou Heida.

Cientistas ainda têm pouco conhecimento sobre buracos negros em recuo e acreditam que isso pode ajudar a entender as características destes objetos antes de uma fusão entre dois deles.

Os estudos podem ajudar a descobrir se os super buracos negros no centro de galáxias são o resultado da fusão de vários buracos negros menores.

O trabalho de Marianne Heida no SRON foi publicado na revista especializada The Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.


Fonte:BBC Brasil

30/04/2010

A saga da busca por vida alienígena

A saga da busca por vida alienígena

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Stephen Hawking diz que é muito arriscado tentar entrar em contato com vida alienígena

A NASA e outras entidades já enviaram diversas mensagens ao espaço, tentanto “telefonar” para os ETs.


A Agência Espacial Americana, que há dois anos transmitiu a música dos Beatles "Across the Universe" no cosmos, discutiu na quarta-feira sua mais recente estratégia de busca por vida fora da Terra.

“A busca pela vida é o ponto central dos nossos próximos passos na exploração do sistema solar”, disse o cientista planetário da Universidade Cornell Steve Squyres, membro de um grupo especial da National Academy of Sciences que aconselha a NASA em futuras missões.

O grupo está analisando 28 possibilidades de missão- de Marte às luas de Júpiter e Saturno.

E a NASA tem foco principal em buscar formas simples de vida, como bactérias, em nosso sistema solar ao invés de supor sobre a possibilidade de alienígenas invadindo a Terra.

http://budgallant.files.wordpress.com/2009/10/hawking.jpgHá alguns dias, Hawking disse que em programa de TV que uma visita de extraterrestres à Terra seria como a chegada de Colombo à América “o que não terminou muito bem para os nativos americanos”.

O famoso físico britânico especulou que, enquanto a maior parte da vida extraterrestre seria similar a micróbios, formas de vida avançadas seriam provavelmente como “nômades, procurando conquistar e colonizar”.

O comentário deu vida nova a um debate de três anos que se passa nos bastidores da pequena comunidade de astrônomos que buscam por vida extraterrestre, disse Seth Shostak – astrônomo sênior do SETI, que busca alienígenas. Deveriam os astrônomos parar de enviar mensagens ao espaço pelo medo do ataque de alienígenas perigosos?

Shostak afirma que isso não importa, dizendo que a abordagem é desnecessariamente temerosa.

Enquanto algumas pessoas pensam que transmitir no universo é “como gritar na selva, não necessariamente uma boa ideia”, Shostak pergunta “Nós vamos nos esconder para sempre sob uma pedra? Isso, para mim, não parece jeito de se viver".

Há uma grande diferença de opinião em astronomia sobre esse assunto, disse Mary Voytek, astrobiologista sênior na NASA.

"Estamos preparados para fazer descobertas de qualquer tipo de vida, de qualquer forma”, disse Voytek em uma teleconferência da NASA. Mas muito da busca por vida inteligente recebe patrocínio privado de grupos como o STEI, ela disse.

Uma das imagens enviadas na nave Pioneer 10

Há cerca de 20 anos, a NASA fez uma conferência sobre o assunto. Na época, a maioria dos especialistas estava preocupada em atrair o tipo errado de alienígenas, disse Christopher Kraft, ex-diretor do NASA Johnson Space Center.

Mas Kraft, uma lenda da NASA que recebeu um prêmio na quarta feira por seus feitos da Smithsonian Institution, disse que ele daria as boas vindas aos alienígenas. “Eu poderia ter algumas coisas a aprender”, ele disse.

O SETI Institute, em Mountain View, Calif., tem uma abordagem mais passiva, escutando qualquer sinal dos aliens. Mas por mais de um quarto de século vários grupos enviaram de propósito sinais para outros mundos. O mais famoso foi uma transmissão de 3 minutos do Arecibo Observatory, em Puerto Rico, em 1974 - disse Shostak.

Os canadenses fizeram uma série de transmissões usando uma antena ucraniana em 1990. o extinto Team Encounter of Houston e um famoso astrônomo russo tornaram públicas as “chamadas cósmicas” para o universo.

A NASA transmitiu "Across the Universe" à estrela Polaris em 2008 para promover o 50º aniversário da agência espacial, o 45º aniversário da Deep Space Network e o 40º aniversário da música dos Beatles.

No mesmo ano, como parte da publicidade para o remake de “O dia em que a Terra parou”, o filme foi transmitidos para as estrelas – disse Shostak.

Quatro naves da NASA — Pioneer 10 e 11 e Voyager 1 e 2 — carregam gravadores que dizem “olá” da Terra e dão as direções para se chegar aqui. Essas sondas, lançadas na década de 70, estão nas bordas do sistema solar.

Mas a Terra envia ao espaço sem querer parte de seu dia a dia, por meio de transmissões de rádio e TV ou e aeroportos e outros radares.

De uma conferência em Houston, Squyres disse “Quer você faça intencionalmente ou não, os sinais estão aí”. A cientista planetária do MIT Sara Seager não pensa muito nas transmissões ao espaço porque, até o momento, elas estão voltadas para locais aleatórios, não planetas potencialmente parecidos com a Terra.

Nós nem saberíamos para onde mandar a mensagem de tão vasto que é o espaço”, disse Seager. Isso irá mudar em poucos anos quando novos telescópios conseguirão identificar planetas como o nosso que consigam sustentar a vida.

Mesmo quando isso acontecer, Seager disse que qualquer alienígena chegando à Terra provavelmente seria tão avançada que não precisariam ouvir nossa mensagem para nos encontrar. Exatamente como Colombo chegando ao Novo Mundo, ela disse.

"Se eles tiverem a capacidade de chegar até aqui, nós seremos para eles o que as formigas de Manhattan são para nós”, disse o ex-chefe de ciência da NASA Alan Stern.

O mais próximo que algum alienígena pode estar é algumas dezenas de anos-luz de distância. Com cada ano-luz equivalendo a cerca 9,4 trilhões de quilômetros, isso significa que levaria gerações para que eles chegassem aqui viajando na velocidade da luz – explica Shostak. E até isso é improvável, ele disse.

Frank Drake, que fez os primeiros experimentos modernos em busca inteligência extraterrestre, estima que existam cerca de 10 mil civilizações inteligentes no universo, enquanto o falecido Carl Sagan estimou que fossem cerca de um milhão, disse Shostak.

Dado o tamanho do universo, nosso vizinho inteligente mais próximo deve estar a 9,4 trilhões de km de distância, ele disse. "Deus gentilmente nos protegeu”, ele disse.





Fonte: desastresaereosnews-AP via INFO Online - Imagem: AP

Laser completa 50 anos

Laser completa 50 anos

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a0/Military_laser_experiment.jpg


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhoPHvepZXrxkDemPXOqLFJL6dNCIvbOa8JFGiGL8Z8lpS6fmzMGTWT1PaPmZ6rGLDdnYKLUW5yegET6dsR1rhGtDDCaL7anBL4_8c4zNimWyEok1_9Qvp9KR747jscToDbvOzAFfvA3v8/s1600/theodoremaiman.jpg

Em maio de 1960, o raio laser foi descoberto pelo físico americano Theodore Maiman (foto).

Ele trabalhava numa empresa de aviação em Los Angeles, quando desenvolveu um aparelho com pedras de rubi capaz de suportar a alta energia do laser.

O objeto é um cilindro de rubi com as extremidades polidas para funcionar como espelhos.

A descoberta do laser não aconteceu da noite para o dia, já era teorizada desde o começo do século. A saga para o perfeito funcionamento da luz começou em 1917, com o físico Albert Einstein.

Ele descobriu a emissão estimulada – quando fótons incidem sobre átomos, gerando feixes de luz com alta quantidade de energia, propagada em apenas uma direção. “É a diferença entre a luz incoerente e luz coerente.

No caso de uma lâmpada, a luz tem milhares de direções, o que chamamos de incoerente. Já a luz coerente é a do laser, uma luz comportada onde os fótons se movem igualmente”, explica o professor Júnio Márcio Rosa Cruz, do Instituto de Física da UnB.

Depois de Einstein, outros físicos seguiram em busca do raio laser. Na década de 1950, os físicos Charles Hard Townes, em Nova York, Aleksandro Prokhorov e Nicolai Basov, em Moscou, atuavam em pesquisas semelhantes e chegaram à mesma descoberta: a amplificação de microondas por emissão de radiação estimulada. Era uma forma de raio laser, porém mais fraco, invisível a olho nu.

A dificuldade estava em achar um aparelho que fosse capaz de suportar muita energia. Foi então que Maiman desenvolveu o aparelho de rubi.

Aplicações

Uma das aplicações do raio laser mais revolucionárias dos últimos 50 anos é usada comumente nos supermercados. São os leitores de código de barra.

O raio laser também é usado em cirurgias de alta precisão, em impressoras, leitores de CD e DVD, nas telecomunicações, em luminárias, e também na indústria, para soldar ou furar o aço.

O professor José Leonardo Ferreira, do Departamento de Física da UnB, conta que o laser transformou a física óptica. “Antigamente dependíamos do telex, rádio, fax e telefone. Hoje em dia a transmissão de informações é feita através de fibras ópticas.” Os cabos ópticos são responsáveis pela comunicação entre bancos, por exemplo.

A luz do laser carrega as informações por entre os cabos.

Na medicina, a dermatologia foi uma das áreas que mais se beneficiou com o laser. Tanto para corrigir cicatrizes e remover tatuagens e pêlos, quanto para o tratamento de câncer de pele. “Inegavelmente, para terapia dermatológica, o laser trouxe muitos avanços.

O principal é tratar sem causar lesões”, disse a professora Gladys Campbel, coordenadora do Ambulatório de Psoríase do Hospital Universitário de Brasília.

O que antes era resolvido com cera, lâmina descartável ou eletrólise, passou a ser substituído pelo laser.

A remoção de pêlos é feita entre quatro e seis sessões. O preço de cada sessão chega a custar R$ 500. “Hoje em dia não dizemos que é uma depilação definitiva, mas que resolve bastante”, conta Gladys.

A terapia fotodinâmica é utilizada no tratamento de câncer de pele, lesões pré-cancerosas, acne inflamatória e rejuvenescimento.

Essa terapia consiste em aplicar ácido aminolevulínico na pele para deixar o local fotossensível.

A pele passa a captar o laser que destruirá o tecido doente da região.

Em apenas uma aplicação resolve de 80 a 100% dos casos de ceratoses actínicas (pré-cancer).

O laser melhora em até de 60% a acne inflamatória.

O professor Júnio Márcio conta que cientístas estão trabalhando para desenvolver aparelhos mais potentes e precisos. "Teremos outras aplicações para o laser que facilitarão mais a nossa vida." O professor cita aplicações principalmente para a realização de diagnósticos por imagens.




O laser hoje é também largamente utilizado em novas tecnologias tanto na área civil quanto na área militar ,na busca de outros planetas ,em aeronaves e sistemas de Defesa.







Fonte:/moraisvinna/ UnB Agência via Planeta Universitário - Imagens: magnet.fsu.edu

23/04/2010

O telescópio espacial Hubble completa 20 anos em órbita

O telescópio espacial Hubble completa 20 anos em órbita neste sábado.



Para marcar a data, a Nasa, agência espacial americana, e a Agência Espacial Europeia (AEE) divulgaram imagens inéditas produzidas pelo aparelho de uma pequena parte da nebulosa Eta Carinae, conhecida como uma das maiores regiões de nascimentos de estrelas da galáxia.

Nestas duas décadas, o Hubble apresentou vários problemas, como equipamentos quebrados e espelhos que deixaram as imagens fora de foco, obrigando a Nasa a enviar astronautas para fazer reparos.

Mas o consenso entre os especialistas é de que o telescópio realizou descobertas importantíssimas para todas as áreas da astronomia.

http://larvalsubjects.files.wordpress.com/2009/02/hubble-eagle-nebula-wide-field-04086y.jpg

'Enigmas'

"A visão poderosa do Hubble expandiu nossos horizontes cósmicos e trouxe à tona um novo conjunto de enigmas sobre o Universo", escreveu o astrônomo britânico Martin Rees em artigo no site da BBC.

"Só nos últimos dez anos aprendemos sobre o grande número de 'mundos' que existem orbitando outras estrelas."

http://skmribeiro.files.wordpress.com/2009/04/hubble-2.jpg

Segundo ele, o telescópio ajudou os astrônomos a descobrir que as galáxias estão se dispersando a uma velocidade acelerada, sob a influência do que chamou de uma "força misteriosa".

"Nossa previsão mais longa é a de que o Cosmos vai continuar se expandindo, tornando-se cada vez mais vazio, mais escuro e mais frio", afirmou Rees.

Hubble image of Carina  Nebula

Em seus 20 anos de operação, o Hubble observou mais de 30 mil corpos celestes e produziu mais de 500 mil imagens.

No ano passado, astronautas instalaram novos equipamentos no telescópio, tornando-o cem vezes mais potente do que quando foi lançado em órbita.

Na última segunda-feira, a Nasa anunciou que o Hubble vai ficar em operação até 2013. No ano seguinte, ele será substituído por outro telescópio espacial, batizado de James Webb.


Visible (left) and infrared Hubble images of Carina Nebula

Hubble  collage of sections of Carina Nebula

Fonte:BBC Brasil/Fotos NASA

16/04/2010

A "bola de fogo" atravessa tres estados nos EUA

A "bola de fogo" atravessa tres estados nos EUA e autoridade afirmam que era um "Meteoro".



Autoridades dos Estados Unidos receberam inúmeras ligações na última quarta feira sobre uma enorme bola de fogo que estava iluminando os céus.

Esta foto mostra o que muitas pessoas viram nos Estados Unidos. Até o presente momento, não há informações do que possa ter sido

O objeto ficou visível por cerca de 15 minutos, de acordo com o serviço meteorológico de Sullivan, em Wisconsin. A bola de fogo foi vista na região norte, movendo-se de oeste para o leste e, antes que chegasse ao horizonte, ela sumiu.

Algumas testemunhas dizem que ela se quebrou em pedaços menores antes de desaparecer. Um tremor atingiu áreas próximas.

Ela foi vista também em Ohio, Missouri, Indiana e Illinois, além de Wisconsin.

O vídeo mostra o objeto explodindo no céu.



Não há dado oficial que determine o que causou a bola de fogo. Mas especula-se que seja devido a uma chuva de meteoros chamada Gamma Virginids, que teve um pico de atividade no período. Também não se sabe se alguma parte do meteorito chegou ao chão.

Segundo a NASA, a fricção do objeto com a atmosfera teria criado a aparência de "bola de fogo".


Fonte:G1.com/BBC Brasil

14/04/2010

Ibama concede licensa provisória para construção da base de lançamento do Cyclone 4

Ibama concede licensa provisória para construção da base que abrigará o Foguete Cyclone 4 no Centro de Lançamento de Alcântara (MA)

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Ibama autoriza base de foguete ucraniano

O Ibama emitiu na semana passada a licença prévia para construção da base que abrigará o Foguete Cyclone 4 no Centro de Lançamento de Alcântara (MA).

Publicada ontem no Diário Oficial da União, a medida destrava uma das principais barreiras que atrasavam as metas da empresa binacional Alcântara Cyclone Space, parceira com a Ucrânia.

Roberto Amaral, diretor-geral da ACS, diz que a meta é realizar os primeiros lançamentos comerciais em 2012 -o objetivo inicial era conseguir isso ainda no governo Lula.

O atraso se deve, também, à resistência das comunidades quilombolas de Alcântara ao projeto.

O próximo passo é obter a licença permanente de instalação, que requer uma avaliação sobre os impactos socioambientais da instalação da ACS.

Fonte:moraisvinna./ Folha de São PAulo Por: Ricaro Mioto

10/04/2010

Brasil desenvolve foguetes espaciais a etanol


Brasil desenvolve combustível para foguetes ecologicamente correto

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Brasil desenvolve foguetes espaciais a etanol

O Brasil acumula um atraso de meio século na propulsão de foguetes espaciais em relação aos norte-americanos e russos.

Para tentar dar um impulso no setor, há cerca de 15 anos o país iniciou um programa de pesquisa em propulsão líquida e que tem como base o etanol nacional.

O desafio do programa, liderado pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), é movimentar futuros foguetes com um combustível líquido que seja mais seguro do que o propelente à base de hidrazina empregado atualmente.

Esse último, cuja utilização é dominada pelo país, é corrosivo e tóxico.

Combustível verde


O desafio da busca por um combustível “verde” e nacional também conta com o apoio de um grupo particular de pesquisadores, formado em parte por engenheiros que cursam ou cursaram o mestrado profissional em engenharia aeroespacial do IAE , realizado em parceria com o Instituto Tecnológico da Aeronáutica e com o Instituto de Aviação de Moscou.

Liderado pelo engenheiro José Miraglia, professor da Faculdade de Tecnologia da Informação (FIAP), o grupo se uniu para desenvolver propulsores de foguetes que utilizem propelentes líquidos e testar tais combustíveis.

“Os propelentes líquidos usados atualmente no Brasil estão restritos à aplicação no controle de altitude de satélites e à injeção orbital. Eles têm como base a hidrazina e o tetróxido de nitrogênio, ambos importados, caros e tóxicos”, disse Miraglia.

A Agência Espacial Europeia (ESA) também anunciou, há poucos dias, um projeto para desenvolver um combustível verde para satélites e foguetes, que já está em testes.

Foguete a etanol


Na primeira fase do projeto, o grupo, em parceria com a empresa Guatifer, testou motores e foguetes de propulsão líquida com impulso de 10 newtons (N), com o objetivo de avaliar propelentes líquidos pré-misturados à base de peróxido de hidrogênio combinado com etanol ou querosene.

“Os testes mostraram que o projeto é viável tecnicamente. Os propulsores movidos com uma mistura de peróxido de hidrogênio e etanol, ambos produzidos em larga escala no Brasil e a baixo custo, apresentaram o melhor rendimento”, disse.

Segundo Miraglia, a mistura apresenta algumas vantagens em relação à hidrazina ou ao tetróxido de nitrogênio, usados atualmente. “Ela é muito versátil, podendo ser utilizada como monopropelente e como oxidante em sistemas bipropelentes e pré-misturados.

O peróxido de hidrogênio misturado com etanol apresenta densidade maior do que a maioria dos propelentes líquidos, necessitando de menor volume de reservatório e, consequentemente, de menor massa de satélite ou do veículo lançador, além de ser compatível com materiais como alumínio e aço inox”, explicou.

Foguete de sondagem

Na segunda fase do projeto, o grupo pretende construir dois motores para foguetes de maior porte, com 100 N e 1000 N. “Nossa intenção é construir um foguete suborbital de sondagem que atinja os 100 quilômetros de altitude e sirva para demonstrar a tecnologia”, disse.

A empresa também está em negociações para uma eventual parceria com o IAE no projeto Sara (Satélite de Reentrada Atmosférica), cujo objetivo é enviar ao espaço um satélite para o desenvolvimento de pesquisas em diversas áreas e especialidades, como biologia, biotecnologia, medicina, materiais, combustão e fármacos.

“Nosso motor seria utilizado na operação de reentrada para desacelerar a cápsula quando ela ingressar na atmosfera. Atualmente, não existe no Brasil foguete de sondagem a propelente líquido. Todos utilizam propelentes sólidos”, disse.

Kits educativos de foguetes

O grupo também pretende produzir motores para foguetes de sondagem que tenham baixo custo. “Eles seriam importantes para as universidades, com aplicações em estudos em microgravidade e pesquisas atmosféricas, por exemplo”, disse Miraglia.

Em trabalhos de biotecnologia em microgravidade, por exemplo, pesquisas com enzimas são fundamentais para elucidar processos ligados a reações, fenômenos de transporte de massa e calor e estabilidade das enzimas.

Tais processos são muito utilizados nas indústrias de alimentos, farmacêutica e química fina, entre outras.

“Queremos atingir alguns nichos, ou seja, desenvolver um foguete movido a propelente líquido que se possa ajustar à altitude e ser reutilizável.

Esse é outro ponto importante, porque normalmente um foguete, depois de lançado, é descartado”, disse.

O grupo já construiu um motor de 250 N, que será utilizado em testes.

Como forma de difundir e reunir recursos para o projeto, a empresa comercializa kits de minifoguetes e material técnico. “São direcionados principalmente para estudantes”, disse Miraglia.

No site www.foguete.org, a empresa oferece também apostilas técnicas e livros digitais sobre foguetes com informações sobre astronáutica, exploração espacial e aerodinâmica.

Fonte:moraisvinna / Alex Sander Alcântara – Agência Fapesp via Site Inovação Tecnológica – Imagem: Edge of Space

Ensaio dinâmico avalia estrutura do satélite Suborbital SARA

Ensaio dinâmico avalia estrutura do satélite científico SARA Suborbital

O Sara Suborbital será um satélite de reentrada atmosférica destinado a operar em órbita baixa para a realização de experimentos em microgravidade.[Imagem: AEB]

Ensaio dinâmico avalia estrutura do satélite científico Sara Suborbital

O Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), ligado a Agência Espacial Brasileira (AEB), realizou o ensaio dinâmico do Módulo de Experimentação (MEXP) e da Estrutura Interna do Sara Suborbital, um satélite de reentrada atmosférica destinado a operar em órbita baixa para a realização de experimentos em microgravidade.

O MEXP é composto por estruturas em colmeia, fabricadas em alumínio e fibra de carbono, de elevada resistência mecânica em relação ao peso , uma espécie de estrutura sanduíche cuja superfície comporta os experimentos e cujo interior aloca os componentes elétricos.

Vibrador eletrodinâmico

No teste foram utilizados modelos de engenharia do MEXP, fabricado em parceria com a empresa Cenic Engenharia, e massas dummies, peças que emulam fisicamente os componentes reais do satélite.

Esses equipamentos permitem salvaguardar a estrutura real do satélite dos impactos submetidos durante os experimentos.

Durante o ensaio dinâmico, o MEXP foi instalado em um vibrador eletrodinâmico, responsável por simular níveis de excitação provocados por forças aerodinâmicas e vibrações resultantes do voo, além de operações dos motores foguetes.

Nos esforços dinâmicos aplicados à estrutura do Sara Suborbital, níveis de amplitude e de frequência pré-estabelecidos permitiram a verificação do comportamento estrutural de modo a evitar o abalo em suas partes eletrônicas e nos experimentos durante o voo.

Aceleração

Durante os ensaios de vibração, a rigidez da estrutura foi testada através de uma varredura de várias frequências, amplificada até o limite máximo suportado.

Os esforços de aceleração foram aplicados à parte eletrônica, destinada ao controle do satélite em órbita e à aquisição de dados durante os experimentos.

Dependendo das condições de ensaio e das posições de voo, a aceleração pode ultrapassar o limite estabelecido de 15 m/s ou 15 G, causando desgastes também nos componentes eletrônicos.

As acelerações resultantes do ensaio foram obtidas de sensores (acelerômetros) instalados nas massas dummies.

Resistência estrutural

Segundo o coordenador do ensaio de vibração do Sara Suborbital, Leandro Ribeiro de Camargo, os sinais foram processados para cada ponto de frequência e aceleração correspondentes, resultando em uma análise numérica das simulações virtuais.

Os esforços aplicados aos subsistemas do Sara Suborbital demonstraram a elevada capacidade de resistência estrutural e, mesmo a níveis de excitação elevados, não provocaram falhas ou danos estruturais no modelo.

Após a análise dos resultados, os engenheiros do IAE poderão verificar a necessidade de alterações no projeto e a construção de um protótipo para que o ensaio em sua estrutura real seja realizado.

Os testes serão os mesmos, mas em uma estrutura mais próxima da que será utilizada para o lançamento.

Fonte:moraisvinna

07/04/2010

Russia busca parceria com empresas brasileiras para o projeto Glonass (GPS Russo)

Russia busca parceria com empresas brasileiras para reativar o projeto Glonass (GPS Russo)

NavPos GNSS Constellation Screensaver with all constellations -  live data




O Glonass, criado na Guerra Fria, está perto de ser completado, afirma agência; Rússia vê chance de criação conjunta para usos como monitoramento de estradas e transporte urbano; sinal promete ser mais "aberto".

A Alternativa russa ao GPS (Sistema de Posicionamento Global), que ficou abandonada com o fim da Guerra Fria e agora está ressurgindo das cinzas, foi apresentada a empresários brasileiros como uma oportunidade para novos negócios, em reunião organizada ontem pelas agências espaciais do Brasil e da Rússia.

O Glonass, como é conhecido o GPS russo, já tem 21 dos 24 de seus satélites previstos em funcionamento e deve chegar ao final deste ano com capacidade de operação praticamente completa.

A delegação da Roscosmos (a agência russa) defendeu durante o encontro em São Paulo que há espaço para a cooperação com empresas brasileiras na criação de aplicações do sistema, como monitoramento de estradas, controle de tráfego urbano e otimização de atendimento de emergência.

"Na Rússia, as colaborações com a indústria são, na melhor das hipóteses, PPPs [parcerias público-privadas]", diz Raimundo Mussi, coordenador técnico-científico da AEB (Agência Espacial Brasileira). "Aqui, a chance deles de trabalhar com a iniciativa privada para valer é muito maior, e as nossas empresas têm capacitação para isso", afirma Mussi.

Embora o GPS seja um sistema estabelecido e usado largamente mundo afora, há argumentos estratégicos para não excluir a utilização de sistemas alternativos, como o Glonass e o europeu Galileo (esse, ainda relativamente incipiente, só deve entrar em operação a partir de 2014).

"No caso do GPS, nós não temos a chave", diz Mussi, referindo-se ao fato de que, por ser gerido pelas Forças Armadas dos EUA, o sistema americano pode, em tese, sofrer alterações por causa de necessidades militares.

"Durante a invasão do Iraque, foi possível sentir problemas com o GPS", lembra Cileneu Nunes, representante da empresa de rastreamento Zatix, que compareceu ao encontro e se disse "bem impressionado" com as propostas russas.


"Cru"

"Estive em Moscou há três anos, quando o sistema ainda estava muito cru. Eles avançaram muito", afirma Nunes.

Na tentativa de tornar seu sistema mais sedutor, os russos também planejam oferecer, de graça, a resolução mais apurada de rastreamento, na escala de decímetros (décimos de metro).

"Pode não fazer diferença numa estrada, mas faria diferença para você estacionar, por exemplo", diz Mussi. Segundo ele, o GPS não libera essa precisão para uso civil, e os europeus planejam fazê-lo apenas para os usuários que pagarem.

Além disso, ter sistemas que "falem" com mais de uma rede de navegação "aumenta a confiabilidade, porque mais satélites "enxergam" você", lembra Fernando Walter, do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).

Gilberto Câmara, diretor do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), diz que considera baixa a chance de que surjam restrições ao uso do sinal do GPS para o Brasil. "Também é preciso lembrar que tecnologias como as dos smartphones vêm dos EUA e usam o GPS.

Portanto, o desenvolvimento de novos produtos com o Glonass teria de levar isso em conta", afirma Câmara.

Fonte: Folha de São Paulo

02/04/2010

Lançado o Foguete Russo Soyuz com tripulantes para a ISS

Lançado o Foguete Russo Soyuz com tripulantes para a ISS



Dois russos e uma americana decolam para a ISS

A Rússia lançou hoje à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) a nave "Soyuz TMA-18" com três tripulantes a bordo, que integrarão sucessivamente as expedições número 23 e 24 da plataforma orbital.

O lançamento, transmitido ao vivo pelo canal de notícias "Rossia 24", aconteceu às 8h04 (horário local de Moscou) com a ajuda de um foguete Soyuz FG, a partir da base de Baikonur, no Cazaquistão.

Nove minutos depois, a nave com os cosmonautes russos Aleksander Skvortsov e Mikhail Kornienko, além da astronauta da Nasa Tracy Caldwell Dyson se separarou do foguete para começar seu voo autônomo de dois dias rumo à plataforma orbital.

Está previsto que a nave se acople à ISS no domingo às 9h26 (hora de Moscou).

Atualmente, a ISS é tripulada pelo russo Oleg Kotov, na qualidade de comandante, pelo japonês Soichi Noguchi, engenheiro de bordo, e pelo astronauta da Nasa Timothy Creamer, que chegaram à plataforma orbital no final de dezembro do ano passado.

Skvortsov e Kornienko, de 43 e 49 anosrespectivamente, viajam pela primeira vez ao espaço, enquanto Caldwell Dyson, de 40, já voou ao cosmos em uma missão anterior.

A nova tripulação, que permanecerá 167 dies na plataforma orbital, receberá três navès americanes e três cargueiros russos Progress, além de realitzar dues caminhadas.

A nova expedição farà também 42 experimentos científicos, entre os quais se destaca um para a detecção de terremotos a partir do espaço.

Fontes: desastresaereosnewsEFE via EPA / AFP / G1 - Fotos: Vyacheslav Oseledko (AFP) /Getty Images

Parceria entre potências prepara volta à Lua

Parceria entre potências prepara volta à Lua


Foto

Decolagem da nave Soyuz levando a tripulação. (Foto: Reuters)

O nascer do sol no campo de lançamento enquanto a aeronave Soyuz TMA-18 é transportada para Baikonur no Casaquistão

Os russos Alexander Skvortsov e Mikhail Kornienko e a americana Tracy Caldwell Dyson devem partir nesta sexta-feira, 2, à bordo da nave russa Soyuz TMA-18, em direção à estação espacial internacional (ISS).

Astronautas se revezam na estação espacial desde novembro de 2000. A ISS orbita a Terra 16 vezes em um dia a cerca de 400 km de altitude, a 28 mil quilômetros por hora e monitora 90% da superfície do planeta.

Fruto de uma parceria das agências espaciais de EUA, Rússia, União Europeia, Japão e Canadá, a estação, que quando estiver concluída a ISS vai pesar 363 toneladas, tem como missão conduzir experimentos científicos e preparar futura exploração da Lua e de Marte.

Os três viajantes de sexta-feira vão se unir aos três tripulantes já a bordo da ISS. Poucos dias após a chegada da Soyuz, um ônibus espacial americano com sete astronautas a bordo chegará para uma curta visita.

Fonte: Terra Magazine - Noticias Sobre Aviação

Foguete russo Soyuz decola com nova tripulação rumo à ISS

Foguete russo Soyuz decola com nova tripulação rumo à ISS


Cazaquistão - 2h09  - O foguete Soyuz-FG carregando a nave  espacial Soyuz TMA-18 decola levando passageiros para a Estação Espacial  Internacional ... Foto: AP
Nave é tripulada por astronautas russos e americanos



A Rússia lançou hoje à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) a nave Soyuz TMA-18 com três tripulantes a bordo, que integrarão sucessivamente as expedições número 23 e 24 da plataforma orbital.

O lançamento, transmitido ao vivo pelo canal de notícias Rossia 24, aconteceu às 8h04 (horário local de Moscou) com a ajuda de um foguete Soyuz FG a partir da base de Baikonur, no Cazaquistão. Nove minutos depois, a nave com os cosmonautas russos Aleksander Skvortsov e Mikhail Kornienko, além da astronauta da Nasa Tracy Caldwell Dyson se separou do foguete para começar seu voo autônomo de dois dias rumo à plataforma orbital.

Está previsto que a nave se acople à ISS no domingo às 9h26, hora de Moscou. Atualmente, a ISS é tripulada pelo russo Oleg Kotov, em qualidade de comandante, pelo japonês Soichi Noguchi, engenheiro de bordo, e pelo astronauta da Nasa Timothy Creamer, que chegaram à plataforma orbital no final de dezembro do ano passado.

Skvortsov e Kornienko, de 43 e 49 anos respectivamente, viajam pela primeira vez ao espaço, enquanto Caldwell Dyson, de 40, já voou ao cosmos em uma missão anterior.

A nova tripulação, que permanecerá 167 dias na plataforma orbital, receberá três naves americanas e três cargueiros russos Progress, além de realizar duas caminhadas.

A nova expedição fará também 42 experimentos científicos, entre os quais se destaca um para a detecção de terremotos a partir do espaço.


Fonte:Portal Terra/EFE