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21/01/2011

Problemas em GPS causados por testes da Defesa dos EUA!

MISTÉRIO! Problemas em GPS causados por testes da Defesa dos EUA!

http://www.b-29s-over-korea.com/China-Shoots-Down-Orbiting-Satellite/images/GPS-satellite-orbiting-USCG.jpg

Não entre em pânico, mas qualquer plano sobre o uso de GPS no sudeste dos EUA para o próximo mês, pode ter certeza que você precisará de outra opção de recurso.

Isso de acordo com um comunicado de vôo apenas emitido pela FAA (Federal Aviation Administration), que avisa os pilotos que o seu sinal de GPS "pode não ser confiável ou não disponível" devido a "testes de GPS", que o Departamento de Defesa vai realizar entre 20 de janeiro e 22 de fevereiro.

Os detalhes são poucas, além disso, a FAA não diz que quando ocorrerão os "testes". Serão ativo por 45 minutos, e será seguido de 15 minutos de folga - avisos adicionais para pilotos aparentemente serão emitidos pelo menos 24 horas antes de qualquer teste.

É claro que, enquanto este alerta especial é dirigido a pilotos, presumivelmente também afetará todos os outros dispositivos de GPS, já que a FAA não menciona quaisquer questões sobre o GPS específico para a aviação.

A verdadeira questão, porém, é apenas o que os misteriosos "testes de GPS" são de fato, se os testes serão em todos os GPS.

Fonte:Sempre Guerra

06/12/2010

Satélites do sistema GLONASS caem sobre o Oceano Pacífico

Satélites do sistema GLONASS caem sobre o Oceano Pacífico


http://blog.toxxyn.net/wp-content/uploads/2007/12/glonass.jpg




https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhatSSUpeuhYWUjEWs5gL3-ubzRF7h8R9lX2tmHmI_tf4PytG-tXZkuEir0HR54jGxGvJ5I96VlJCYv5yVcN5LQmiWCuN_5FfE-QKbXkHTpBmmHjgyTFETWyET-v5DLN8INsSAjXbC2x8tJ/s1600/Glonass.jpg Três satélites russos, enviados à órbita para completar o sistema de navegação GLONASS, saíram de curso e caíram sobre o Oceano Pacífico neste domingo (5), informou a agência Ria. O local da queda é próximo ao Havaí.

Os satélites estavam sendo levados pelo foguete "Proton-M", lançado no sábado (4) do centro espacial Baikonur, no Cazaquistão.

Um porta-voz da agência espacial russa Roscosmos disse que os satélites saíram de curso e causaram uma "situação não planejada". Ele não confirmou sua queda.

O sistema GLONASS é semelhante ao GPS dos Estados Unidos. Ele começou a operar em 1999, mas só agora terá cobertura global. Em sua composição definitiva, contará com 24 satélites.



NOTA DO BLOG: Teoria da Conspiração




http://news.cnet.com/i/tim/2010/12/03/1203X37B_610x411.jpg Está claro agora, o que a espaçonave não tripulada X-37 da "NASA" digo USAF,estaria fazendo no espaço.

Ao retornar de uma missão secreta de sete meses no espaço o X-37 da Boeing estaria na verdade caçando os satélites russos ,pois estes desde seu projeto se tornaram uma ameaça ao sistema já obsoleto GPS americano,que tem uma defasagem maior que o GLONASS, o sistema GPS americano foi concebido a princípio para uso militar ,tal como a Internet ,se tornou essencial a navegação pelo setor civil,mas com a implantação de um novo sistema .

O sistema GPS se vê agora ameaçado de instinção ou ficar
ainda mais obsoleto; recentemente os EUA instalaram estações terrestres ao longo de todo seu território afim de otimizar suas medições.

A disputa por regiões no espaço e seu domínio ,já foram matéria de análises sobre um futuro conflito espacial que se lançou desde o primeiro lançamento de satélite o Sputnik.
A "Militarização do Espaço" é uma realidade já conhecida, que decorreu dos passos posteriores lógicos e inerentes ao lançamento do primeiro satélite artificial.
A existência e o funcionamento pleno de satélites de reconhecimento e observação, de navegação, de comunicações e meteorológicos têm‑se constituído como elemento multiplicador do potencial de combate das forças militares que evoluem em Terra.

Podemos acrescentar que a utilização dos sistemas espaciais constitui uma das mais valiosas ,para operações que se enquadrem também nas Operações de Resposta a Crises e outras, que vão para além do aspecto da guerra.
Do ponto de vista do armamento, os mísseis balísticos intercontinentais, os de médio alcance, os de alcance intermédio e os próprios mísseis de cruzeiro lançados de diferentes plataformas materializam a utilização da dimensão espacial para aplicação da coação militar, que terá tido como marco inicial o lançamento do foguete alemão V‑2 em Setembro de 1944; curiosamente os foguetes lançados de Haia falharam e a cidade de Paris escapou aos danos.
De outra forma, podemos também afirmar que as potências na posse de sistemas espaciais, como eventuais multiplicadores do potencial bélico, poderão compensar o putativo potencial relativamente negativo no que diz respeita aos meios e equipamentos existentes em Terra e ,buscar assim alguma dissimetria.

Acresce a isso a referência, também, que a comunidade internacional em geral, e as potências mais importantes do sistema em particular, vêem com preocupação o fato de quem dominar a estrutura espacial de informação, poder ascender a própria imagem diante de outras fontes que possam ser usadas em proveito próprio ,contra os competidores do sistema, abrindo caminho à avaliação, emprego ou ameaça de emprego de todas as formas de coação, incluindo a psicológica,de política interna, afetando o interior do adversário, a diplomática e a electro‑electrónica.

Do ponto de vista militar, podemos concluir que a utilização do espaço em proveito das operações militares efetuadas em Terra é um fato, mas significará isso a materialização do Espaço como campo de batalha? A expressão "militarização do Espaço" Irá refletir aquilo que poderá estar subjacente ao entendimento do cidadão comum, isto é, Guerra Espacial!

Os sistemas anti‑satélite
Os primeiros testes de plataformas anti‑satélite foram efetuados ainda no período da Guerra‑Fria.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiIk_8qVvRnVjEu48y-Pv3YYUBsDIEcS3Sn1XWjKaKvSc5O9JTwm7prDzIfGL1VmJH084l3sHNCXU2DMHKQ8FYW5TAM1dR_Gljuc7mv8TkJMyrZgNrG6v0zIyaLGsSlRDXG_ZzKZhn3fOw/s1600/Vought_ASM_135_ASAT.jpg

Identificados como SAINT, um sistema de intercepção de satélites, como o programa principal de investigação e desenvolvimento sobre esta matéria decorrido no tempo do presidente Eisenhower, tendo sido até efetuada uma proposta da Força Aérea, em 1960 para a construção de protótipos.

Por razões diversas, incluindo políticas, o programa foi inviabilizado em 1962/1963.
No ano de 1959, foi conduzido pelo Air Research and Development Command (ARDC) o primeiro teste relativo a armamento anti‑satélite, integrado num projecto mais vasto designado de Bold Orion , logo seguido, em 1962, por mais dois testes, conduzidos pela US NAVY (Marinha Americana).

Em Maio de 1962 foi ordenado ao US ARMY( Exército dos EUA )que desenvolvesse um míssil Nike Zeus modificado, de forma a obter a capacidade em questão, que ficou conhecido por programa 505.

Cerca de um ano mais tarde, a Força Aérea recebeu a indicação para trabalhar a mesma finalidade, utilizando o míssil Thor; o programa 437 iniciava‑se, tendo sido objecto de teste em Fevereiro de 1964.

O mecanismo de ataque baseava‑se na radiação provocada pela explosão do sistema a 5/10 km do alvo, constituída por raios X que em contato com o objectivo, faria aumentar subitamente a temperatura do revestimento exterior.
Ambos os sistemas apresentavam diversos problemas e deficiências, tendo sido declarados como inoperacionais nos primeiros anos da década de 70 .
Em 1977, sob as ordens do Presidente Carter, foi tomada a decisão de desenvolver o "Air Force’s Miniature Homing Vehicle" (MHV) ASAT e já na presidência Reagan, o programa MHV tinha maturado suficientemente para ser decidido que o sistema seria lançado a partir de plataformas aéreas: aeronaves F‑15 modificadas.


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmaZbh4EgtC3FrSnuwNWrV0MED4raUs8V97QIS0txwXuxkUPcoQiTcyffNbuNsBb_OOF-REJcz-apG6vzDdY3upAsFnXCT5IJuTvGOuEJ1z59t2zYcvAPZPJwMW1hgSLXBYxLYftr1RJvy/s1600/anti+satelite3.JPG

Em Setembro de 1985, o MHV foi alvo de um dos testes mais completos e com maior sucesso, tendo interceptado e destruído o satélite da Força Aérea P78‑1 .

Por razões de política interna e consequentes restrições orçamentais, após proposta da Força Aérea, o programa de desenvolvimento foi cancelado em Dezembro de 1987, abrindo caminho à materialização das intenções, quer do Exército, quer da Marinha, em conceber sistemas ASAT lançados a partir de plataformas terrestres e navais.
O Exército dos EUA integrou nos seus esforços de investigação desde 1989/1990, um programa que busca o desenvolvimento de um veículo destruidor de satélites, lançado da Terra e tendo energia cinética como fonte.

O controlo do programa Kinetic Energy Anti‑Satellite (KEASAT) foi poste­riormente transferido para a Força Aérea, por iniciativa do Departamento de Defesa, que não tem solicitado orçamento para o seu contínuo desenvol­vimento; no entanto e ocasionalmente, o Congresso tem financiado o projeto.


A importância dada pela superpotência ao assunto ASAT foi consubstanciada pela previsão na proposta do seu Orçamento de Estado, para o ano fiscal de 2004, de fundos destinados à investigação e desenvolvimento da tipologia de meios espaciais ; por outro lado, a Defense Advanced Research Projects vem dando conhecimento do seu trabalho em matéria de microsatélites, que poderão ser utilizados, no que podemos chamar de modo ASAT .

Assim, chegámos ao programa de investigação e desenvolvimento a cargo da Força Aérea americana denominado Experimental Satellite Series (XSS), que preconiza pequenos satélites que manobrarão em torno de outros, com um leque de missões que podem ir desde a inspecção à destruição.

A primeira plataforma, o XSS‑10 foi lançada em Janeiro de 2003 e pesava apenas 28 kg.
No âmbito dos sistemas anti‑espaciais, podemos citar o Counter Communications System (CCS), destinado a atacar as comunicações militares com origem em satélites.

O primeiro CCS foi entregue em 2004 ao 76th Space Control Squadron dos EUA (Lewis, 2004).





Fonte:revistamilitar;moraisvinna/Videos:RT NEws

07/04/2010

Russia busca parceria com empresas brasileiras para o projeto Glonass (GPS Russo)

Russia busca parceria com empresas brasileiras para reativar o projeto Glonass (GPS Russo)

NavPos GNSS Constellation Screensaver with all constellations -  live data




O Glonass, criado na Guerra Fria, está perto de ser completado, afirma agência; Rússia vê chance de criação conjunta para usos como monitoramento de estradas e transporte urbano; sinal promete ser mais "aberto".

A Alternativa russa ao GPS (Sistema de Posicionamento Global), que ficou abandonada com o fim da Guerra Fria e agora está ressurgindo das cinzas, foi apresentada a empresários brasileiros como uma oportunidade para novos negócios, em reunião organizada ontem pelas agências espaciais do Brasil e da Rússia.

O Glonass, como é conhecido o GPS russo, já tem 21 dos 24 de seus satélites previstos em funcionamento e deve chegar ao final deste ano com capacidade de operação praticamente completa.

A delegação da Roscosmos (a agência russa) defendeu durante o encontro em São Paulo que há espaço para a cooperação com empresas brasileiras na criação de aplicações do sistema, como monitoramento de estradas, controle de tráfego urbano e otimização de atendimento de emergência.

"Na Rússia, as colaborações com a indústria são, na melhor das hipóteses, PPPs [parcerias público-privadas]", diz Raimundo Mussi, coordenador técnico-científico da AEB (Agência Espacial Brasileira). "Aqui, a chance deles de trabalhar com a iniciativa privada para valer é muito maior, e as nossas empresas têm capacitação para isso", afirma Mussi.

Embora o GPS seja um sistema estabelecido e usado largamente mundo afora, há argumentos estratégicos para não excluir a utilização de sistemas alternativos, como o Glonass e o europeu Galileo (esse, ainda relativamente incipiente, só deve entrar em operação a partir de 2014).

"No caso do GPS, nós não temos a chave", diz Mussi, referindo-se ao fato de que, por ser gerido pelas Forças Armadas dos EUA, o sistema americano pode, em tese, sofrer alterações por causa de necessidades militares.

"Durante a invasão do Iraque, foi possível sentir problemas com o GPS", lembra Cileneu Nunes, representante da empresa de rastreamento Zatix, que compareceu ao encontro e se disse "bem impressionado" com as propostas russas.


"Cru"

"Estive em Moscou há três anos, quando o sistema ainda estava muito cru. Eles avançaram muito", afirma Nunes.

Na tentativa de tornar seu sistema mais sedutor, os russos também planejam oferecer, de graça, a resolução mais apurada de rastreamento, na escala de decímetros (décimos de metro).

"Pode não fazer diferença numa estrada, mas faria diferença para você estacionar, por exemplo", diz Mussi. Segundo ele, o GPS não libera essa precisão para uso civil, e os europeus planejam fazê-lo apenas para os usuários que pagarem.

Além disso, ter sistemas que "falem" com mais de uma rede de navegação "aumenta a confiabilidade, porque mais satélites "enxergam" você", lembra Fernando Walter, do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).

Gilberto Câmara, diretor do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), diz que considera baixa a chance de que surjam restrições ao uso do sinal do GPS para o Brasil. "Também é preciso lembrar que tecnologias como as dos smartphones vêm dos EUA e usam o GPS.

Portanto, o desenvolvimento de novos produtos com o Glonass teria de levar isso em conta", afirma Câmara.

Fonte: Folha de São Paulo

05/10/2009

Europa inaugura o EGNOS

Europa inaugura o primeiro serviço europeu de navegação por satélite (EGNOS, na sigla em inglês)


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Comissão Europeia inaugura sistema inspirado em GPS americano



A Comissão Europeia inaugurou hoje o primeiro serviço europeu de navegação por satélite (EGNOS, na sigla em inglês), que funciona a partir dos sinais do Sistema de Posicionamento Global americano (GPS, na sigla em inglês).

"EGNOS é o pai do filho em gestação: Galileu (projeto que oferecerá uma verdadeira alternativa ao GPS)", indicou em entrevista coletiva o comissário europeu dos Transportes, Antonio Tajani, que assegurou que este novo dispositivo "vai preparar o terreno e o mercado, do ponto de vista econômico e político".

O sistema terá a função de corrigir os erros dos sinais do sistema GPS e elevar a precisão da informação em até dois metros, frente aos sete de margem que existem atualmente.

A nova estrutura conta com dispositivos em três satélites geoestacionários - dois Inmarsat e um Artemis - e uma rede em terra de 34 estações de posicionamento e quatro centros de controle, todos interligados.

Tajani considera que com EGNOS "uma nova fase se inicia", já que se trata da primeira contribuição da Europa à navegação por satélite.

A cobertura do sistema EGNOS abrange a maioria dos países europeus e a Comissão Europeia prevê que seu alcance pode ser ampliado para outras regiões, como o norte da África.

Segundo a comissão, qualquer empresa ou cidadão que disponha de um receptor de sinal GPS poderá receber os serviços EGNOS de forma gratuita dentro de sua zona de cobertura.

De acordo com Tajani, o dispositivo poderá ser aplicado a setores como a agricultura, para melhorar o sistema de pulverização de adubos; o transporte aéreo, para reduzir o risco de acidentes; além dos serviços de navegação pessoal, incluindo os sistemas de guia para deficientes visuais.


fonte:blog do vinna