Ministro da Defesa negocia venda de 200 Aeronaves Embraer Super Tucano para os EUA
A Marinha dos EUA está de olho no Super Tucano da Embraer desde o início de 2009. (Foto: Embraer)
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou nesta segunda-feira que o Brasil negocia a venda de 200 aeronaves Super Tucano,sendo 16 para a marinha americana.
O contrato inicial prevê a venda de cem aviões ,com a opção para mais cem aeronaves.
O ministro não disse qual o valor do contrato, mas comentou que o acordo militar a ser assinado com os EUA nesta segunda-feira é uma condição preliminar para o negócio, já que depois da assinatura, segundo a lei americana, poderá haver dispensa de licitação.
Evidentemente que existe pressão para que o governo brasileiro compre também aviões americanos, mas estamos avançando um entendimento para separar os dois temas, a fim de que a negociação seja feita com calma.
Jobim disse ainda que os militares já deram seu parecer sobre a compra dos caças para renovar a frota da Força Aérea Brasileira (FAB).
Ele adiantou que está preparando o seu relatório e discutindo parâmetros para que haja afinal uma escolha.
Circunstâncias da queda ainda não foram esclarecidas.
Três soldados norte-americanos e um civil morreram após a queda de um helicóptero dos Estados Unidos na noite desta quinta-feira (8) no sul do Afeganistão, informou a Otan às agências internacionais de notícias nesta sexta (9).
As circunstâncias da queda ainda não foram esclarecidas.
O helicóptero Bell V-22 Osprey, da Força Aérea dos EUA, caiu na província de Zabul. Segundo a OTAN, há ainda militares feridos, mas o número não foi divulgado.
Ação Atrapalhada de militares Americanos no Iraque termina com morte de civis
Militares dos EUA atiraram contra civis no Iraque, vídeo mostra ação como foi, e é divulgado na internet.
Um vídeo divulgado na internet nesta segunda-feira (5), no qual militares norte-americanos aparecem disparando indistintamente contra crianças e pessoas desarmadas, pode provar que o Exército dos Estados Unidos se omitiu sobre os eventos de 12 de julho de 2007, quando mais de dez iraquianos morreram e duas crianças ficaram feridas em uma ofensiva militar.
O vídeo em preto e branco é acompanhado pelo áudio da conversa dos militares norte-americanos durante a operação.
É possível ver um grupo andando pelas ruas de Bagdá (Iraque), em seguida se ouve os pilotos identificando-os como rebeldes e as pessoas são baleadas. Em terra, uma van aparece para resgatar os feridos e também é bombardeada.
Ao todo, mais de dez pessoas morrem, entre as quais o fotógrafo da agência Reuters Namir Noor-Eldeen, 22, e seu piloto, Saeed Chmagh, 40.
Duas crianças ficam seriamente feridas.
“Reuters tem tentado ter acesso ao vídeo pelo Ato de Liberdade de Informação, sem sucesso, desde a época do ataque.
O vídeo, feito do ponto de vista de uma arma de um helicóptero Apache, claramente mostra um massacre sem provocação de um funcionário da Reuters ferido e daqueles que foram resgatá-lo”, afirma o site wikilieaks.org, que divulgou o vídeo.
Militar visualiza jornalista da Reuters com câmera e imagina que é um rebelde
Câmera fotográfica na mão do fotógrafo é confundida com arma
Militar pede para atirar quando alguém tenta levar repórter ferido para uma van
Após disparos, uma menina ferida é tirada da van e levada no colo por um militar
Versão dos militares
No dia seguinte ao ataque, o Exército americano explicou a morte dos funcionários da agência como parte de um confronto entre suas tropas e insurgentes.
De acordo com os militares, os helicópteros se encaminharam para o local para dar apoio a uma equipe em terra que combatia tropas insurgentes munidas de armas de fogo e lança-granadas. De cima, os pilotos teriam visto pessoas armadas no chão e levado o massacre adiante.
Uma investigação militar posterior concluiu que um conjunto de lentes de longo alcance para uma máquina fotográfica tinham sido confundidos na ocasião com um lança-granadas.
Os militares concluíram que a ação foi “adequada”, uma vez que os fotógrafos teriam se misturado com insurgentes, e sua diferenciação foi dificultada pela presença dos equipamentos, de acordo com documentos referidos pela agência AP.
O site que publicou o vídeo afirma que recebeu o material em sigilo e fez todos os esforços para comprovar a autenticidade do vídeo. Uma autoridade militar veterana, que pediu para não ser identificada, confirmou à agência AP que a gravação é autêntica.
Durante a gravação, é possível ouvir os militares zombando das pessoas alvejadas. “Ah, yeah, olha só esses malditos mortos. Bacana”, um atirador afirma.
Quando as tropas do solo chegam ao local, encontram duas crianças dentro da van bombardeada. É possível ver as crianças sendo carregadas por militares e um soldado afirma que elas deveriam ser levadas a um hospital.
“Bem, é culpa deles se trazem suas crianças para a batalha”, afirma uma voz no cockpit.
O jornal Herald Scotland noticiou que os EUA estão fazendo o transporte de um lote de bombas “bunker-buster” para a Ilha de Diego Garcia, no Oceano Índico.
O envio das bombas está sendo interpretado como uma preparação para o ataque às instalações nucleares do Irã.
A questão que se levanta é se os EUA atacariam primeiro ou deixariam Israel tomar a iniciativa. Abaixo, as possíveis opções de Israel para o ataque.
Enquanto isso o Iran se arma cada vez mais
Iran uma Fortalesa intransponível ...será?
Veja abaixo a defesa antiaérea que Israel e EUA terão de enfrentar, caso decidam optar pela “continuação da política por meios violentos” no Irã.
Clicando-se na imagem acima do Google Earth podemos ver as posições de artilharia antiaérea na área das instalações nucleares de Natanz no Irã.
As imagens abaixo mostram o complexo da defesa antiaérea do Irã, segundo Planeman.
Observar a disposição dos sites de SAM protegidos por um anel de artilharia de 35mm.
no Afeganistão as estradas são tão cheias de bombas inimigas que quase todos os de transporte de reabastecimento para as bases ocorrem por helicóptero. O rugido das aeronaves rompem a escuridão, em pequenas bases instaladas no interior do território inimigo, e rapidamente rompem a noite. O pior que pode acontecer, é ser pego em um campo aberto, coberto por nada e só escondido pela escuridão, quando derepente você é banhado pela luz. Melhor é ficar abaixado sem se mover e se preparar para o fogo, ou no caso de um escritor, permanecer abaixado e imovel e se preparam para assistir a queima de fogos. Explosões de causas desconhecidas rompem as noites frias, enquanto desvios acima da Via Láctea, pontuados por mais estrelas do que tiros . As noites no Afeganistão vai conceder um desejo, para fazer pedidos a uma estrela cadente. E enquanto aguardo o meteoro que vem, os olhos são susceptíveis de apanhar balas traçante.
O piloto vem em rápida, para a zona de pouso no escuro, iluminado apenas por "Cyalumes," que os americanos chamam de "Chemlights." A câmera sensível torna a zona de pouso escura bem mais clara. O brilho aparente do Cyalumes pequeno fornece referência.
E o show começa quando o helicóptero desce em seu Halo
realmente uma operação ,que apesar da noite deve ser conduzida com total cuidado,porém o efeito é imprecionante.
A Lockheed Martin apresentou seu 1º Piloto de JSF-35 Strike Fighter
Steve Long Lider de esquadrão da RAF se tornou oficialmente o primeiro piloto em serviço ativo a operar o F-35.
Em uma missão que durou 01:30Hr a aeronave B-F2 de pouso e decolagem vertical(STOVL) fez um voo no Fl 20 e pousou em seguida , tanto a RAF quanto a Roya Navy tem planos de operar o JSF 35B.
"Voar o F-35 foi exatamente como nos simuladores que estive voando por mais de 18 meses, o que nos dá muita confiança em toda a modelagem e simulação de trabalho que tem sido feito em todas as outras áreas do envelope de vôo ", disse Long
Acrescentando que é um" privilégio voar o F-35. "
O que realmente essa aeronave traz à Royal Air Force e a Royal Navy ,é um salto qualitativo na capacidade aérea devido ao conjunto de sensores que carrega.
O F-35 terá um nível sem precedentes de conhecimento da situação sobre o que está acontecendo no espaço aéreo em torno , e também no campo de batalha ou do oceano abaixo.
Não só isso, o F-35 pode ser conectado a redes de campo de batalha da coalizão e poder passar imagens para todos os outros players na rede. "
Com a capacidade de operar a partir de uma variedade de navios ou pistas curtas o F-35B pode ficar baseado mais perto da costa ou perto de linhas de frente, diminuindo a distância e o tempo até o alvo, aumentando as taxas de surpresa reduzindo a necessidade de recursos de apoio.
O conjunto de sensores do Lightning II é o mais poderoso e abrangente de todas as aeronaves de combate da história, e vai combinar com uma capacidade de rede sem precedentes para dar conhecimento da situasional sem paralelo.
O comodoro do ar Graham Farnell, declarou que o Reino Unido tem estado envolvido no projeto do JSF desde a sua criação. "Por isso, é uma honra para nós ,testemunhar um piloto da RAF voando o BF-2, durante esta fase importante de ensaios de vôo do F-35B, e demonstra ainda mais a proximidade e a confiança recíproca entre nossas nações e suas respectivas forças armadas", disse Farnell.
"Squadron Leader Long tem vindo a se preparar para esta oportunidade desde sua chegada aos E.U. a mais de um ano atrás, e desta vez é uma prova não só para o trabalho realizado no teste integrado das Forças, onde o Reino Unido fornece uma experiência considerável, mas também para toda comunidade amplamente, tanto do governo e da indústria.
"Estamos ansiosos para que o programa de ensaios em vôo do JSF atinja seus objectivos ainda em 2010, sendo, hoje uma das muitas ocasiões do JSF-35 .
O Reino Unido está preparando pilotos e mantenedores para a formação inicial em Eglin, para que possamos começar a operar nossas aeronaves em 2011 ao lado dos nossos colegas da Marinha dos Estados Unidos ", disse ele.
A versão embarcada de decolagem e pouso convencionais do F-35 Lightning II entrará em atividade antes do programado, informaram autoridades navais dos EUA.
O primeiro esquadrão de F-35C da USN estará plenamente operacional em setembro de 2014, cerca de seis meses antes do previsto pelo cronograma até então adotado, disse o capitão-tenente Callie Ferrari, porta-voz da USN no Pentágono.
Esta notícia tem uma grande importância para a USN, pois ajudará a reduzir o problema conhecido como "Fighter Gap", onde os modelos mais antigos da família F/A-18 deixarão o serviço ativo antes que os novos F-35C possam substití-los.
O primeiro voo de teste de um F-35C da Marinha dos EUA está programado para o final deste ano. Já o primeiro F-35 operacional deverá ser entregue em 2012 na base Eglin. Lá os pilotos serão treinados nesta nova aeronave.
Pelo menos seis pessoas morreram hoje (14) após a queda de um helicóptero na província afegã de Helmand, no sul do país, onde as tropas estrangeiras conduzem uma grande ofensiva contra os talibãs, informou à Agência Efe um porta-voz das tropas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
Segundo a fonte, o helicóptero tinha seis pessoas a bordo e caiu no distrito de Sangin. As causas do ocorrido ainda são desconhecidas.
"Por enquanto, não podemos dizer se o helicóptero caiu devido a um ataque ou por causa de uma falha mecânica", acrescentou a fonte.
O porta-voz dos talibãs, Mohamad Yousef Ahmadi, disse à Efe que um helicóptero militar Chinook da Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf, em inglês) foi derrubado por fogo rebelde na manhã de hoje.
Já em declarações à agência "AIP", Ahmadi falou que seus homens atacaram uma aeronave na qual viajavam 30 soldados britânicos às 7h50 locais (0h20 de Brasília).
Cerca de 500 militares do Reino Unido apoiados pela coalizão liderada pelos Estados Unidos participam de uma missão cujo objetivo é recuperar zonas estratégicas sob controle talibã ao norte da capital de Helmand, Lashkar Gah.
A Otan descreveu esta ofensiva como "uma das maiores operações aéreas dos tempos modernos".
Paralelamente, quase 4.000 fuzileiros navais americanos e 650 membros das forças de segurança afegãs conduzem outra ofensiva contra os talibãs no vale do rio Helmand, que atravessa a província de mesmo nome.
Dois terços da produção afegã de ópio, atividade que financia a insurgência talibã, vêm de Helmand.