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15/04/2010

Iraque quer adiquirir 24 caças F-16

Iraque quer adiquirir 24 caças F-16


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O Iraque informou essa semana, que solicitou oficialmente a requisição de caças F-16 dos Estados Unidos, para equipar sua força aérea.

Fontes da indústria disseram que o Ministério da Defesa do Iraque submeteu uma solicitação para Washington, para 24 caças F-16 Falcon.

A requisição foi encaminhada em março de 2010 e pede a entrega das aeronaves nos próximos dois anos.

“O Iraque finalmente e oficialmente requisitou 24 caças F-16 dos Estados Unidos,” informou D.J. Elliot, editor do blog “Iraqi Security Forces Order of Battle”. Segundo Elliot, “as entregas poderão começar no início de 2011, mas provavelmente deverá ocorrer entre 2012 e 2013.”

O governo de Bagdá, o qual deve adquirir 96 aeronaves de combate até 2020, espera receber um lote de caças F-16A/B de segunda-mão da USAF no primeiro estágio do requerimento.

Elliot diz que o Iraque e o Departamento de Defesa poderá assinar uma Carta de Intenção e Aceitação para os caças F-16 no final de 2010, e que Bagdá ainda não atingiu o estágio de pedido.

Nos próximos meses, o Departamento de Defesa e o Departamento de Estado planejam rever a solicitação iraquiana. Fontes dizem que o Pentágono a princípio aprovou a solicitação.

Em 2008, o Iraque submeteu uma solicitação oficial para disponibilidade e preços para adquirir 36 caças F-16 dos Estados Unidos. O Pentágono nunca divulgou sua resposta.

“Em 2012, a Força Aérea do Iraque não terá nenhum caça, a não ser que sejam fornecidos caças usados,” disse Elliot. “Mesmo nesse caso, será necessário no mínimo três anos para treinar o pessoal para tornar essas aeronaves funcionais e também transformar a força de defesa aérea efetiva.”


Fonte:Cavok/Video :Youtube.com

06/04/2010

Ação Atrapalhada de militares Americanos no Iraque termina com morte de civis

Ação Atrapalhada de militares Americanos no Iraque termina com morte de civis

Militares dos EUA atiraram contra civis no Iraque, vídeo mostra ação como foi, e é divulgado na internet.


Um vídeo divulgado na internet nesta segunda-feira (5), no qual militares norte-americanos aparecem disparando indistintamente contra crianças e pessoas desarmadas, pode provar que o Exército dos Estados Unidos se omitiu sobre os eventos de 12 de julho de 2007, quando mais de dez iraquianos morreram e duas crianças ficaram feridas em uma ofensiva militar.

O vídeo em preto e branco é acompanhado pelo áudio da conversa dos militares norte-americanos durante a operação.

É possível ver um grupo andando pelas ruas de Bagdá (Iraque), em seguida se ouve os pilotos identificando-os como rebeldes e as pessoas são baleadas. Em terra, uma van aparece para resgatar os feridos e também é bombardeada.

Ao todo, mais de dez pessoas morrem, entre as quais o fotógrafo da agência Reuters Namir Noor-Eldeen, 22, e seu piloto, Saeed Chmagh, 40.

Duas crianças ficam seriamente feridas.


“Reuters tem tentado ter acesso ao vídeo pelo Ato de Liberdade de Informação, sem sucesso, desde a época do ataque.

O vídeo, feito do ponto de vista de uma arma de um helicóptero Apache, claramente mostra um massacre sem provocação de um funcionário da Reuters ferido e daqueles que foram resgatá-lo”, afirma o site wikilieaks.org, que divulgou o vídeo.

Militar visualiza jornalista da Reuters com câmera e imagina que é um rebelde


Câmera fotográfica na mão do fotógrafo é confundida com arma


Militar pede para atirar quando alguém tenta levar repórter ferido para uma van


Após disparos, uma menina ferida é tirada da van e levada no colo por um militar

Versão dos militares

No dia seguinte ao ataque, o Exército americano explicou a morte dos funcionários da agência como parte de um confronto entre suas tropas e insurgentes.

De acordo com os militares, os helicópteros se encaminharam para o local para dar apoio a uma equipe em terra que combatia tropas insurgentes munidas de armas de fogo e lança-granadas. De cima, os pilotos teriam visto pessoas armadas no chão e levado o massacre adiante.

Uma investigação militar posterior concluiu que um conjunto de lentes de longo alcance para uma máquina fotográfica tinham sido confundidos na ocasião com um lança-granadas.

Os militares concluíram que a ação foi “adequada”, uma vez que os fotógrafos teriam se misturado com insurgentes, e sua diferenciação foi dificultada pela presença dos equipamentos, de acordo com documentos referidos pela agência AP.

O site que publicou o vídeo afirma que recebeu o material em sigilo e fez todos os esforços para comprovar a autenticidade do vídeo. Uma autoridade militar veterana, que pediu para não ser identificada, confirmou à agência AP que a gravação é autêntica.

Durante a gravação, é possível ouvir os militares zombando das pessoas alvejadas. “Ah, yeah, olha só esses malditos mortos. Bacana”, um atirador afirma.

Quando as tropas do solo chegam ao local, encontram duas crianças dentro da van bombardeada. É possível ver as crianças sendo carregadas por militares e um soldado afirma que elas deveriam ser levadas a um hospital.

“Bem, é culpa deles se trazem suas crianças para a batalha”, afirma uma voz no cockpit.


Video contém imagens fortes




Fonte:moraisvinna/Youtube.com