Mostrando postagens com marcador Yemenia Air. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Yemenia Air. Mostrar todas as postagens

01/07/2009

Piloto não mandou sinal de socorro

Piloto não mandou sinal de socorro, segundo companhia aérea iemenita


An Airbus A310 with 150 people on board, belonging to Yemeni state carrier Yemenia Air, is believed to have crashed in the Indian Ocean archipelago of Comoros.(CCTV.com)
O piloto do avião, que caiu ontem no oceano Índico, não enviou nenhum sinal de pedido de socorro ao aeroporto de Moroni, capital de Comores, de acordo com Hassan al Huti, diretor de manutenção da Yemenia Airway, proprietária do aparelho.

Al Huti explicou, em entrevista coletiva em Sana, capital do Iêmen, que os controladores de voo do aeroporto de Moroni comunicaram às autoridades do país que em nenhum momento receberam nenhum pedido de socorro, "o que confirma que o avião não sofreu nenhuma falha técnica antes da tragédia".

O voo IY-626 saiu de Sana às 18h45 (12h45, horário de Brasília), onde tinha chegado de Paris, e às 01h51 (19h51, horário de Brasília) perdeu o contato com a torre de controle e caiu no mar, quando estava a poucos minutos de seu destino, Moroni, capital de Comores.

Al Huti assegurou que o avião passou por uma revisão geral em maio e que, desde então, tinha efetuado 211 horas de voo.

Além disso, explicou que os aviões da companhia aérea são submetidos a um sistema regular de vigilância da União Europeia.

O vice-presidente de Aviação Civil do Iêmen, Mohammed Abdel-Rahman Abdel Qadir, confirmou que, segundo a lista definitiva, viajavam 75 comorenses no avião, 65 franceses, um canadense e um palestino, além dos onze tripulantes - seis iemenitas, dois marroquinos, uma indonésia, uma filipina e um etíope.

Abdel Qadir afirmou que o Iêmen mandará uma equipe de mergulhadores das forças especiais, esta noite, para ajudar nos trabalhos de resgate. Ele disse ainda que, por enquanto, não tem nenhuma informação sobre o resgate de novos corpos.

Até agora, somente uma sobrevivente foi encontrada, uma menina de 14 anos de nacionalidade comorense, e três corpos sem vida.

Na mesma entrevista coletiva, o diretor de Aviação Civil iemenita, Abdel Jaleq al-Qadi, acusou as autoridades francesas de lançarem uma campanha de desprestígio contra seu país, porque "o Iêmen é um país pequeno, que não tem voz no mundo".

A Yemenia Airway "é uma companhia que opera de acordo a padrões internacionais, o avião acidentado estava em bom estado técnico, não tinha absolutamente nenhuma imperfeição", disse al-Qadi.

O diretor se referiu às declarações do secretário de Estado de Transportes francês, Dominique Bussereau, que revelou ontem que a Direção Geral de Aviação Civil da França tinha constatado "um número de defeitos" no avião.

Agência EFE

Sobrevivente de queda de avião passa bem

Sobrevivente de queda de avião no Índico passa bem


A adolescente, de 14 anos, escapou da morte com apenas queimaduras em um joelho, fratura na clavícula e alguns machucados leves no rosto.

Pai conta como adolescente conseguiu sobreviver a acidente de avião

Adolescente é a única sobrevivente da queda de um airbus

Adolescente é a única sobrevivente da queda de um airbus no Oceano Índico

Uma adolescente de 14 anos é a única sobrevivente da queda no mar de um airbus de grande porte quando se preparava para pousar no arquipélago de Comores, no Oceano Índico.




Equipe médica observa Baya, 14 anos, em hospital de Moroni
Parentes de passageiros de voo que seguia para Comores chegam ao aeroporto Charles de Gaulle, nos arredores de Paris, para obter informações sobre a vítimas do acidente - Foto: Reuters

Equipe médica observa Baya, 14 anos, em hospital de Moroni Foto: BBC Brasil

Equipe médica observa Baya, 14 anos, em hospital de Moroni


A identidade da sobrevivente não foi revelada. Não há mais esperanças de encontrar com vida os outros 152 ocupantes do avião, em sua maioria iemenitas e franceses.

O vôo da Yemenia, companhia aérea do Iêmen saiu de Paris. Fez uma escala em Marselha e, em Sanaa, capital do Iêmen, parou. Os passageiros trocaram de avião. Saíram de um moderno A-330, que pode operar na Europa, e foram para um velho A-310, proibido de pousar na França por conta de deficiências técnicas.

Quando faltavam cinco minutos para o pouso nas Ilhas Comores, a aeronave caiu no Oceano Índico, entre Madagascar e Moçambique. A companhia aérea disse que o mau tempo e ventos fortes seriam as possíveis causas do acidente.

A aeronave que caiu nesta terça-feira foi reprovada em uma revisão há dois anos pela autoridade de aviação civil francesa.

66 franceses


As autoridades aeroportuárias francesas confirmaram que 66 cidadãos do país estavam a bordo.

De acordo com a rede de TV CNN e agências de notícias, o acidente ocorreu no início da madrugada desta terça (hora local, por volta de 17h no horário de Brasília). O avião teria caído cinco minutos antes de chegar a seu destino.

O voo IY 626 partiu de Paris em direção a Moroni, nas ilhas Comores, com conexões em Marselha, na França, e em Sanaa, capital do Iêmen.

Inicialmente, os passageiros embarcaram em um Airbus A330, e na conexão em Sanaa trocaram de aeronave, embarcando em um Airbus A310. Em 31 de maio, um outro Airbus, modelo A330, que partiu do Rio de Janeiro em direção a Paris, caiu sobre o Oceano Atlântico, matando 228 pessoas.

O arquipélago é composto por três pequenas ilhas vulcânicas - Grande Comore Anjouan e Moheli.

A frota da companhia é composta por dois Airbus 330-200, quatro Airbus 310-300 e quatro Boeing 737-800, segundo o site da empresa. O governo do Iêmen possui 51% do capital da empresa, e a Arábia Saudita, 49%, de acordo com a Reuters.

Este é o segundo Airbus a cair no mar no último mês, após o acidente com o Airbus A330-200 que voava do Rio de Janeiro a Paris quando se acidentou no Oceano Atlântico com 228 pessoas a bordo em 31 de maio. Um relatório preliminar sobre esse acidente deve ser divulgado na quinta-feira.



Caixa-preta de Airbus é encontrada

Caixa-preta de Airbus que caiu no Índico é encontrada




Autoridades franceses acusam a empresa aérea do Yêmen de não oferecer a segurança necessária para os passageiros. A adolescente que é a única sobrevivente da tragédia se recupera no hospital.

Fonte:G1.com

30/06/2009

DOIS AIRBUS SOFREM ACIDENTE EM MENOS DE UM MES

EM MENOS DE UM MES DOIS AIRBUS SOFREM ACIDENTE GRAVE


Um Airbus A310-300, de matrícula 7O-ADJ e que cumpria o voo IY-626 da companhia aérea Yemania, caiu com 142 passageiros e 11 tripulantes por volta da 1h00 (horário local) de hoje no Oceano Índico.

A Yemenia usou um avião diferente, um A330, para buscar os passageiros em Paris e Marselha antes de transferi-los para o A310-300 na capital do Iêmen, Sanaa.



O avião decolou às 21h45 (horário local) de Sana’a, capital do Iêmen, com destino a Comori, capital da União de Comoros. Das 154 pessoas, apenas uma criança de cinco anos foi resgatada com vida do oceano e, segundo autoridades, a aeronave atravessava uma zona de mau tempo no momento da queda.


Esse acidente ocorreu menos de um mês da queda do A330 da Air France no Oceano Atlântico, que desapareceu dos radares quando estava a aproximadamente 300km de distância da costa brasileira.

Do G1, em São Paulo







A aeronave também caiu durante a madrugada, quando enfrentava uma região de mau tempo. Todos os 228 ocupantes da aeronave faleceram no acidente.

Fonte:Revista Asas online/G1.com

Comorenses dizem ter alertado sobre empresa do avião que caiu

Comorenses dizem ter alertado sobre empresa do avião que caiu no Índico

Exilados disseram que a empresa mantinha um padrão de viagem ruim.
Governo iemenita afirmou que avião acidentado passou por inspeção.

Da Reuters, em Marselha

Em luto pela queda de um Airbus nesta terça-feira nas proximidades do arquipélago do Oceano Índico, cidadãos expatriados das Ilhas Comores disseram ter reclamado às autoridades francesas na semana passada sobre a operadora iemenita da aeronave que caiu com 153 pessoas a bordo nesta terça-feira (30).


Integrantes de uma associação criada na França para reclamar sobre as condições de viagem para Comores acusaram a companhia aérea Yemenia de manter um padrão baixo ao longo de anos.

Avião passou por inspeção em maio, diz ministro iemenita


"O acidente era previsível", disse Farid Soilihi, presidente do grupo "SOS-Viagens para Comores", denunciando o que chamou de aviões sujos e com manutenção precária.


Stephane Salord, cônsul de Comores em Marselha, disse que há muito tempo ouviu reclamações da maior comunidade de expatriados da cidade sobre as viagens que eram "muito longas, muito caras e muito arriscadas".


O subsecretário da autoridade de aviação civil do Iêmen, Abdul-Rahman Abdul-Qader, rejeitou as acusações sobre as condições do avião.


"Isso não tem fundamento, senão não teríamos permitido que o avião fizesse uma viagem ao exterior. Nós exercemos controle estrito sobre nossos aviões e, se alguma coisa como essa (fosse descoberta), o avião nunca teria obtido autorização para decolar", disse ele à Reuters em Sanaa.


O avião caiu com 153 pessoas a bordo, incluindo 66 franceses. Muitos deles eram famílias pertencentes à grande comunidade comorense da França que viajavam para casa de férias.


O ministro dos Transportes francês, Dominique Bussereau, disse que foram detectadas falhas na aeronave que caiu, um A310-300, durante inspeções realizadas na França em 2007, e que ela fora vetada do solo francês.


Autoridades da União Europeia afirmaram que o avião havia gerado uma investigação dois anos atrás sobre o histórico de segurança da companhia.

Faysal Emran, gerente de área da Yemenia em Paris, disse que aparentemente o mau tempo foi a causa do acidente e que não havia problemas com o A310-300.


A Yemenia usou um avião diferente, um A330, para buscar os passageiros em Paris e Marselha antes de transferi-los para o A310-300 na capital do Iêmen, Sanaa.

Fonte G1.com

menina sobrevive a acidente aéreo no Oceano Indico

Justificar

Sobrevivente de acidente com voo da Yemenia Air é uma menina



O sobrevivente resgatado do avião acidentado na segunda-feira (horário de Brasília) no Oceano Índico é uma menina, informou nesta terça-feira o vice-presidente da aviação civil do Iêmen, Mohammed Abdel-Rahman Abdel Qadir.

O funcionário não informou a nacionalidade da menor resgatada, que foi levada a um hospital da capital de Comores e também não se sabe sobre seu estado de saúde.

O avião Airbus 310-300 da companhia aérea estatal do Iêmen, Yemenia, tinha 153 pessoas a bordo. A aeronave percorria o trecho final de um voo que levava passageiros de Paris e Marseille para Comores, via Iêmen.

Antes Abdel Qadir tinha afirmado que a menor tinha 5 anos, mas, depois, desmentiu-se e disse que há informações contraditórias sobre a idade.

Abdel Qadir acrescentou que até o momento, foram recuperados três cadáveres do aparelho acidentado, mas, antes, outra funcionária iemenita tinha declarado à rede de televisão "Al Jazira" que tinham sido resgatados sete cadáveres.

Abdel-Rahman informou também que o avião se submeteu, em 2007, a uma revisão completa, com a participação de especialistas da Airbus, companhia fabricante do aparelho, e que tinha confirmado seu "bom estado".

Anteriormente foi divulgado que havia 150 pessoas a bordo, mas o ministério do Interior comorense informou que estavam no avião 142 passageiros e 11 integrantes da tripulação. Segundo o ministro de Exteriores da França, Bernard Kouchner, 66 seriam franceses.

Em comunicado, o chefe da diplomacia francesa transmitiu suas condolências aos familiares e amigos das vítimas, e lembrou que a França enviou equipes ao local do acidente para ajudar nos trabalhos de busca.

As causas do acidente são desconhecidas. O avião perdeu contato com a torre de controle à 1h51 local (19h51 de Brasília), quando se preparava para a aterrissagem.

O aparelho caiu no Oceano Índico, a 30 quilômetros de seu destino, o aeroporto de Moroni, capital de Comores.

"Uma equipe técnica iemenita viajará imediatamente às ilhas Comores para investigar as causas do acidente", disse Abdel-Rahman.

O vice-presidente da aviação civil iemenita informou ainda que no momento do acidente era registrada uma tempestade com ventos de 61 km/h.

Além disso, disse que vários helicópteros e duas embarcações de guerra francesas tinham começado os trabalhos de resgate.

As Ilhas Comores são compostas por três ilhas vulcânicas, Grande Comore, Anjouan e Moheli, 300 km a noroeste de Madagascar.

Avião já voou no Brasil

O avião Airbus 310-300 da companhia aérea estatal do Iêmen Yemenia já voou no Brasil. Entre março e setembro de 1999, a aeronave fez parte da frota da companhia aérea brasileira Passaredo.

Segundo a assessoria de imprensa da Passaredo, a aeronave foi repassada à BRA.
Video :G1.com
Fonte: UOL Notícias (com informações da Reuters, EFE e BNO News)