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14/09/2011
Queda de avião militar mata 30 em Angola
Acidente ocorreu durante a decolagem em Huambo, diz rádio estatal.
Seis pessoas sobreviveram ao desastre, cuja causa ainda é desconhecida.
Um avião militar caiu nesta quarta-feira (14) em Huambo, no centro-oeste de Angola, matando 30 dos 36 que estavam a bordo, segundo a Rádio Nacional de Angola.
A aeronave era da Força Aérea Nacional. Ela caiu quando tentava decolar, por volta das 11h50 locais (7h50 de Brasília).
Os motivos do acidente ainda são desconhecidos.
A aeronave levava militares de alta patente para a capital, Luanda. Três generais morreram, segundo a rádio.
Uma equipe do Instituto Nacional de Aviação Civil rumava para o local para investigar as causas do acidente.
Fonte:G1
01/12/2010
Governo de Angola quer comprar aviões da Embraer
Governo de Angola quer comprar aviões da Embraer
MAPUTO - O governo de Angola quer comprar dois aviões executivos da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer).
E empresas comerciais de aviação do país também estão interessadas em adquirir jatos da fabricante brasileira.
A informação foi dada pelo secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Welber Barral, durante visita de dois dias a Luanda, capital de Angola.
Segundo ele, esses são alguns dos muitos negócios que podem surgir entre os dois países em futuro próximo. “A demanda angolana voltou aos patamares anteriores aos da crise internacional”, disse Barral.
“No ano passado, Angola foi muito afetada pela crise e pelas variações do preço do petróleo".
A economia angolana cresceu 14,3% em 2008, mas, com a turbulência da economia mundial, viu a taxa cair para 2,4% no ano passado.
Segundo o governo angolano, a previsão para 2011 é de 7,6% de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).
O Brasil abriu mais uma linha de crédito - a quarta - de U$ 1 bilhão via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), voltada a projetos de empresas brasileiras em Angola, incluindo aquisição de equipamentos do Brasil.
Angola é um dos principais destinos das exportações nacionais.
Em 2008, antes da crise, as vendas atingiram o pico de US$ 1,97 bilhão, fazendo de Angola o maior parceiro do Brasil na África. Em 2009, as exportações caíram para US$ 1,33 bilhão.
O país também está interessado em atrair investimentos brasileiros para os setores de agronegócio e infraestrutura, disse o secretário do MDIC.
O país teve a agricultura e as estruturas básicas destruídas pela guerra civil, que acabou em 2002.
Além da agenda com líderes do governo angolano, Welber Barral está em Luanda liderando uma comitiva de 25 empresários brasileiros dos setores de alimentos e bebidas, casa e móveis, material de construção, máquinas e equipamentos industriais, máquinas agrícolas e serviços.
O grupo participou, ontem, do lançamento do primeiro Centro de Negócios da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) no Continente Africano.
A missão comercial terminará na África do Sul, onde o secretário irá encontrar-se com a vice-ministra do Comércio sul-africano, Thandi Tobias-Pokolo, para discutir o alargamento do acordo já existente entre Mercosul e União Aduaneira da África Austral (Sacu, na sigla em inglês).
“Há uma complementariedade econômica que precisa ser melhor aproveitada”, afirmou Barral. Nos primeiros dez meses de 2010, as exportações brasileiras para a África do Sul somaram US$ 1,1 bilhão, aumento de 5,2% sobre o mesmo período do ano passado.
(Agência Brasil)/Valor online
04/10/2010
Delta estreia voo para Angola em janeiro de 2011
Serão três voos semanais a partir do hub de Atlanta, nos Estados Unidos, com escala em Dakar, no Senegal. O avião que fará o serviço é o Airbus A330-200, com 243 assentos.
A companhia também quer voar para Malabo, na Guiné Equatorial, e Nairóbi, no Quênia, mas aguarda aprovação das autoridades norte-americanas.
24/08/2010
Puma Air conquista quatro voos semanais para Angola
Puma Air conquista quatro voos semanais para Angola
Durante a reunião, o vice-presidente da Puma Air, Jorge Vianna, apresentou a proposta detalhada da empresa para a operação em continente africano, que foi muito bem recebida pela ANAC.
Na reunião ficou decidido que a Puma Air, que acredita no país como importante Hub para a região, terá direito de tráfego com quatro voos semanais para a República de Angola.
De acordo com Jorge Vianna, “a realização deste voo Brasil-Angola visa atender à demanda de mercado e interesse do Brasil em estar conectado ao continente africano”.
A companhia já possui toda a estrutura para a realização dos voo, e a previsão é de que até o final do ano as operações sejam iniciadas.
O equipamento que será utilizado nas operações não foi informado.
26/06/2010
General de Angola é sócio de empresa aérea brasileira
General de Angola é sócio de empresa aérea brasileira
Por anos o presidente Lula desejou ver uma companhia aérea nacional voando para o continente africano.
O problema era a falta de interesse das grandes empresas brasileiras, como TAM, Gol e OceanAir.
O sonho do presidente agora ganha asas, graças ao general Higino Carneiro, um dos homens mais ricos de Angola. Apelidado em seu país de Bulldozer ("trator"), Carneiro era, até o início do ano, ministro de Obras Públicas.
Após adquirir uma fatia de uma empresa regional paraense, a Puma Air, Carneiro prepara-se para transformá-la em uma companhia aérea internacional -a empresa pretende até junho voar para Angola.
A façanha veio da união entre uma das várias empresas de Carneiro, a Angola Air Services, e o empresário brasileiro Gleison Gambogi de Souza -até 2005, dono de um negócio de franquia de livros infantis.
Formalmente, Gambogi detém 80% da empresa. A participação da AAS, de Carneiro, ficou limitada a 20%, o teto legal para a participação de estrangeiros no setor.
Gambogi conta que conheceu Carneiro em Angola, onde viveu os últimos cinco anos.
O empresário foi para o país africano pela primeira vez em 2004 "prestar consultoria" para a empreiteira Metro Europa.
Virou sócio e vice-presidente da empreiteira. Foi quando estreitou laços com Carneiro.
"Chegamos a ter uma carteira de US$ 1 bilhão em obras em Angola", disse Gambogi. "Fiz minha vida empresarial em Angola e, para o Brasil, estou nascendo agora. Mas vocês vão ouvir falar muito de mim."
Para ganhar tempo, a Puma decidiu por não montar uma estrutura operacional, mas alugar da Gol/VRG um Boeing- 767, com tripulação e tudo, numa modalidade de aluguel conhecida como "wetlease".
Confiantes de que terão todas as autorizações concedidas pela ANAC(Agência Nacional de Aviação Civil), os sócios da Puma já providenciaram a pintura do avião, que se encontra no hangar de manutenção da Gol em Belo Horizonte.
Como as regras brasileiras não permitem que uma empresa se aventure no espaço aéreo internacional sem que tenha experiência no mercado doméstico, a Puma foi obrigada a montar primeiro uma operação doméstica e passar pelo processo de certificação para realizar voos regulares com aviões de grande porte.
Como já tinha base no Pará, a Puma escolheu a rota Guarulhos-Macapá-Belém.
O voo também será feito com um avião da Gol, um Boeing-737.
Por conta do risco envolvido no negócio, os contratos firmados entre a Gol e a Puma, segundo a Folha apurou, preveem pagamento antecipado.
A Puma nasceu com capital social de R$ 5 milhões.
Gambogi diz ter investido R$ 25 milhões, sendo 20% de Angola e o restante "do próprio bolso."
Dentro dos pleitos feitos pela Puma ao governo brasileiro está a dispensa de apresentar um atestado de segurança operacional chamado Iosa, concedido pela Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo).
"Como a operação será feita pela Gol/VRG, entendemos que podemos voar com o Iosa da VRG.
A Iata já deu o aval dela; cabe à Anac dizer sim ou não", disse Gambogi.
A Anac confirma que recebeu a solicitação da Puma para voar com o Iosa da VRG, mas informa que só vai começar a analisar o caso depois que a Puma obtiver a autorização e iniciar a operação no mercado doméstico.
O Iosa é o mais abrangente compêndio de segurança aérea do mundo.
Sócio angolano é citado na CPI dos Bingos
Um dos dez empresários mais ricos de Angola, Higino Carneiro construiu seu império empresarial enquanto exercia as funções de ministro de Obras Públicas, cargo que ocupou até o início do ano.
À frente do ministério, Carneiro tocou pessoalmente o enorme canteiro de obras no qual se transformou Angola após o fim da guerra civil, em 2002. Simultaneamente, construiu um império empresarial.
Além da Angola Air Services, Carneiro é dono de hotéis, bancos, seguradoras e fazendas.
A atuação de Carneiro sempre foi objeto de críticas e denúncias, dentro e fora de Angola.
No Brasil, seu nome aparece na CPI dos Bingos, instalada em 2005 para investigar o ex-assessor da Casa Civil Waldomiro Diniz, flagrado em vídeo negociando propina com um empresário do ramo de jogos.
Grampos telefônicos mostraram empresários e ex-assessores próximos ao ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci intermediando a venda de um banco brasileiro, sediado no Rio, para o Banco Regional do Keve, pertencente a Carneiro.
A intermediação foi feita por Roberto Colnaghi, o empresário que emprestou o avião Sêneca para transportar Palocci e caixas de uísque com supostos dólares que financiaram campanhas eleitorais do PT.
Em depoimento à comissão, Colnaghi disse ser "amigo do pessoal do Banco do Keve" e que usou a instituição financeira de Carneiro apenas para viabilizar operações comerciais.
Outro empresário brasileiro que se aproximou de Carneiro foi Roberto Carlos Kurzweil, também ligado a Palocci.
Kurzweil é dono do Omega preto blindado usado por Delúbio Soares para ir depor na Comissão de Ética do PT que o expulsou, em 2005.
A nova estrutura societária da Puma Air foi aprovada em janeiro pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), que avaliou a regularidade jurídica e a nacionalidade dos sócios.
"Foi comprovado que a empresa cumpre o requisito de 80% do capital controlador com brasileiros", afirmou a Anac.
Questionada se a análise leva em conta a origem do capital dos sócios, a ANAC afirmou que isso está fora de sua competência.
"A análise da Anac é focada na empresa e sua capacidade de realizar as operações, não na origem do capital dos sócios pessoas físicas."
Colaborou com a matéria :Angela Arend
Por:Mariana Barbosa e Marcio Aith na Folha de S.Paulo
05/05/2010
Boeing anunciou a venda de duas aeronaves 777-300ER para a TAAG Linhas Aéreas
Boeing anunciou a venda de duas aeronaves 777-300ER para a TAAG Linhas Aéreas
O acordo inclui a opção de compra para mais dois aviões 777-300ER
Washington – A Boeing [NYSE: BA] e a TAAG Linhas Aéreas de Angola (Angola Airlines) anunciaram no dia 29 de abril (quinta-feira), que a companhia aérea encomendou dois aviões 777-300ERs (Extended Range) em um negócio que inclui também direitos de compra de mais duas aeronaves 777-300ER.
O Ministro de Transportes da Angola, Dr. Augusto da Silva Tomas, e o presidente da TAAG, Dr. Pimentel Araujo, se juntaram a altos funcionários do governo e oficiais da Boeing para comemorar a compra na Conferência sobre Infraestrutura África-EUA, em Washington, DC, capital deste país.
Os dois aviões 777-300ERs são avaliados em aproximadamente US$544 milhões a preços de lista. O pedido original foi postado como não identificado no site pedidos & entregas da Boeing em 2009.
A TAAG, operadora de bandeira angolana, irá usar as aeronaves de rotas maiores para adicionar destinos europeus.
A empresa atualmente voa com aviões Boeing 777-200ERs dez vezes por semana de Luanda na Angola até Lisboa, duas vezes por semana para Pequim via Dubai e quarto vezes por semana para o Rio de Janeiro.
“A eficiência, confiabilidade e popularidade da família 777 irá contribuir para a TAAG se reestabelecer como uma das companhias aéreas premier da África”, informa Marlin Dailey, vice-presidente de vendas da Boeing Commercial Airplanes. “Com essa aquisição, a Boeing reconhece o contínuo comprometimento da TAAG com nossos produtos e serviços com todos os transportes feitos por Boeing, e nós honramos esse comprometimento.
Estamos ansiosos para continuar trabalhando junto com a TAAG em longo prazo, como um parceiro de confiança”, completa.
“A Boeing 777-300ER é reconhecido pelas companhias aéreas e pelos passageiros como a escolha número um para viagens de longa distância.
Esses dois modelos 777 irão se adicionar à nossa frota atual de 777 para que possamos expandir nossa oferta de serviços premium na Europa”, enfatiza Dr. Araujo.
Os funcionários do governo americano presentes eram o secretário adjunto do Departamento de Transporte, John D. Porcari, e Fred Hochberg, presidente do Export-Import Bank dos Estados Unidos.
O Boeing 777-300ER é 19% mais leve que seu concorrente mais próximo, reduzindo o nível de combustível gasto. Produz 22% a menos de dióxido de carbono por assento e tem custo de operação por assento 20% menor.
A aeronave acomoda até 365 passageiros, em três classes, e tem um alcance máximo de 7.930 milhas náuticas (14.685 km).
A família 777 é a mais bem sucedida no mundo dos bimotores, avião de corredor duplo. Sessenta clientes ao redor do mundo já encomendaram mais de 1.100 unidades de 777s.
10/04/2010
Angola procura Acertar seus serviços de aviação civil
Angola procura Acertar seus serviços de aviação civil

Sob o lema “Criemos sinergias para a implementação do Sistema Nacional de Facilitação e Segurança da Aviação Civil”, o Ministério dos Transportes e o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAVIC), realizaram ontem, em Luanda, a primeira reunião da comissão nacional.
A reunião teve como objectivo criar uma plataforma de apoio e aconselhamento na execução do Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil definido pelo INAVIC.
Na abertura do encontro, o ministro dos Transportes, Augusto Tomás, disse que o sector que dirige passa por uma profunda reestruturação e que o processo tem como padrão a emergência de um serviço de transporte aéreo forte e desenvolvido, com dimensão e qualidade comparáveis aos dos países desenvolvidos.
Na opinião do ministro, a execução do sistema nacional de facilitação e segurança da aviação civil é importante, porque, sendo esta a motivação central, a participação de Angola no esforço internacional “é primordial para reforçar a sua imagem no mundo, enquanto exemplo de segurança aeronáutica”.
A preocupação com a segurança na aviação civil é hoje um tema chave “da cooperação entre as nações em resposta ao que se tornou uma ameaça global”, referiu.
Augusto Tomás citou como exemplo os atentados recentes que provocam o aumento de preocupações dos organismos vocacionados para a protecção da livre circulação de pessoas e bens.
O ministro lembrou que as recomendações saídas da 36ª Assembleia Geral da ICAO impõem os Estados a criação de mecanismos internos para a prevenção e combate aos actos de interferência ilícita contra as aeronaves, instalações aeroportuárias, facilidades de ajuda à navegação aérea internacional e contra o pessoal envolvido na sua operação.
A cooperação entre os Estados na troca de experiências sobre a formação e o desenvolvimento de técnicas de prevenção de atentados e o desenvolvimento do sistema permitem continuar a reforçar a abertura de Angola, ao resto do mundo. “O caminho para ligar Angola ao resto do mundo passa, cada vez mais, pelo cumprimento dos normativo mais estritos de segurança”, disse o ministro dos Transportes.
Os participantes no encontro, vindos dos diferentes órgãos de Estado discutiram temas ligados ao sistema de facilitação e segurança da aviação civil internacional e sobre a legislação da facilitação e segurança da aviação civil contra actos de interferência ilícita.
Fonte: desastresaereosnews/Madalena José (Jornal de Angola)
14/10/2009
NOVO AEROPORTO INTERNACIONAL DE LUANDA É APROVADO
NOVO AEROPORTO INTERNACIONAL DE LUANDA É APROVADO PELO GOVERNO DE ANGOLA.

O projeto sobre a desanexação do Centro Político Administrativo e o Plano arquitetônico e Urbanístico do Instituto Superior de Tecnologias de Informação e Comunicação foram igualmente aprovados.O Conselho de Ministros (CM) do governo angolano aprovou esta quarta-feira o projeto de construção do novo Aeroporto Internacional de Luanda.
Reunido em sessão extraordinária, sob orientação do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, o Governo ratificou também a Programação Financeira do Tesouro do quarto trimestre deste ano e o ajustamento salarial da função pública.
O projeto sobre a desanexação do Centro Político Administrativo e o Plano Arquitetônico e Urbanístico do Instituto Superior de Tecnologias de Informação e Comunicação foram igualmente aprovados.
Fonte:desastresaereosnews/ Angop via África 21
13/10/2009
Embraer ECC vende três jatos regionais para angola
A ECC Leasing Company Limited, subsidiária integral da Embraer, vendeu dois jatos usados ERJ 135 e um ERJ 145 para o SEAA (Serviços Executivos Aéreos de Angola). O plano inicial da nova companhia aérea regular africana é operar as aeronaves em rotas domésticas.
“Temos a satisfação de dar as boas vindas à SEAA à crescente família de operadores que optaram por adquirir aeronaves usadas da Embraer por meio da ECC Leasing”, disse Mark Dunnachie, diretor da ECC Leasing. “Esperamos cultivar uma longa e amistosa relação e temos certeza que nossos jatos regionais terão ótimo desempenho com este novo cliente africano”.
Os ERJ 135 da SEAA são configurados com 37 assentos; os ERJ 145, com 50. Ambos terão como base o Aeroporto de Lubango, Jato ERJ 145 sobrevoando a sede da Embraer em São José dos Campos (SP), operando rotas para a capital do país, Luanda. bem como para Cabinda, Ondjiva e Saurimo.
“Estamos felizes com a conclusão desta primeira compra de jatos regionais da Embraer para apoiar o início das nossas operações, oferecendo aeronaves modernas e confiáveis para atender à crescente demanda dos mercados doméstico e intra-regional em Angola”, disse Silvestre Tulumba T. Kapose, proprietário e fundador da SEAA.
fonte:Aviação em Revista /Por: Por Pablo Ribera
