[foto:RTnews]
SUA REVISTA ELETRÔNICA EM AVIAÇÃO [Your e-magazine of Aviation] VOAR NEWS AVIAÇÃO & DEFESA
06/12/2013
DEFESA & TECNOLOGIAS - EUA Testam "Super Drone" classificado como Ultra-Secreto em sua Base na Área 51
[foto:RTnews]
07/06/2012
Israel pode estar operando com helicópteros Stealth
17/09/2011
USAF - B2 tem um longo futuro operacional a frente
foto:( Flame1958-via:flickr)
Os líderes da Força Aérea dos EUA visitaram a Base Aérea de Whiteman na semana passada para discutir o futuro do bombardeiro B-2 Spirit.
O Grupo de Coordenação Geral de Apoio ao B-2 foi até Whiteman para discutir os desafios e soluções para manter a frota de B-2 em condições operacionais e em pleno funcionamento para os próximos anos.
Ann Mitchell, diretora das instalações, apoio logístico e missão do Comando de Ataque Global da Força Aérea dos EUA, discutiram os planos de apoio e manutenção da frota de B-2, e o papel do grupo para manter ele funcionando.
O grupo tem se reunido regularmente desde que o Comando de Ataque Global foi criado dois anos atrás. São reunidos todos os responsáveis pelas organizações envolvidas no programa B-2, e as pessoas não tentam encontrar soluções técnicas ou ficar presos nos problemas encontrados, e sim tentam fornecer orientações e prioridades para o programa B-2 como um todo, e as decisões importantes que afetam o vetor do sistemas de armas.
Tal como acontece com outras aeronaves, Mitchell disse, o programa B-2 enfrenta questões de difíceis manutenção.
“O B-2 tem um conjunto específico de desafios por causa do tamanho da frota”, disse ela. ”Com apenas 20 aeronaves, todas as aeronaves que não estão funcionando é de 5 por cento da frota.”
Quando o Departamento de Defesa imaginou o programa B-2 na década 80, foi para uma frota de mais de 100 aeronaves. Cortes no programa após o colapso da União Soviética, e custos variados, levou ao tamanho da frota ser reduzida a apenas 21 aviões. Um deles, o Spirit of Kansas, foi perdido num acidente em 2008.
“O tamanho da frota dinâmica, bem como o fato de que é um avião de 20 anos de idade, apresenta desafios únicos na capacidade de apoio. Muitas partes estão começando a falhar pela primeira vez. Temos de encontrar fontes para essas novas falhas. "
Mitchell disse que ela antecipa como o B-2 vai se juntar com outras plataformas de vidas com multi-décadas de serviço.
“O B-2 está programado para voar até 2058″, disse ela. ”Então nós temos que descobrir meios agressivos para manter as capacidades do B-2 olhando bem para o futuro. Veja o B-52, ele tem 50 anos. Todas as aeronaves são agora obrigadas a durar um longo tempo.”.
A Força Aérea tem uma vasta experiência e conhecimento com aeronaves mais antigas. Além do B-52, tanto o Stratotanker KC-135 como o treinador T-38 Talon estão entrando na sua quinta década de serviço.
Como parte de sua visita a Whiteman, Mitchell também se reuniu com membros do 19 Esquadrão de Munições, que atualmente está subordinado ao Comando de Material da Força Aérea.
Uma boa sugestão de plastimodelismo B2 Bomber USAF- modelo 1:48 Revell by Voar News
Fonte:Cavok
07/05/2011
EUA teria usado Helicóptero Stealth na Operação Gerônimo
Operação Gerônimo -US NAVY teria usado Helicóptero Secreto Stealth
A rede de TV americana CNN afirmou na noite desta quarta-feira (04/05/2011) que os EUA podem ter usado um helicóptero com uma nova tecnologia –que o tornaria invisível para radares– durante a operação que matou o extremista saudita Osama bin Laden.
A suspeita foi levantada durante o programa Anderson Cooper 360º com base em fotos supostamente tiradas por agentes paquistaneses na casa que escondia o saudita no Paquistão.
Elas mostram destroços da aeronave que fez um pouso forçado na casa onde estava Bin Laden, em Abbottabad, e foi destruída por Seals (forças especiais da Marinha americana) antes da retirada americana com o corpo do extremista.
Ele é diferente do modelo padrão do UH-60M Black Hawk, helicóptero que autoridades dos EUA afirmaram ter sido usado na operação.
De acordo com especialistas ouvidos pela emissora, a configuração da peça é semelhante às usadas na fuselagem de aeronaves do tipo “stealth”, que não podem ser detectadas por radares inimigos. Isso explicaria o fato dos helicópteros americanos terem entrado em território paquistanês sem alertar as defesas aéreas do país.
Também seria um motivo para os Seals gastarem tempo da operação tentando destruir o que sobrou da aeronave após a queda.
O objetivo seria impedir que a tecnologia caísse em mãos paquistanesas, segundo a CNN.
A CNN disse que o governo americano não comentou o assunto.
Fonte: Folha-via:Cavok
15/07/2010
India quer adquirir Veículos Aéreos de Combate Não Tripulados(UCAVs)
India quer adquirir Veículos Aéreos de Combate Não Tripulados(UCAVs)
A Força Aérea da Índia emitiu uma Requisição por Informações (RfI) global com o objetivo de adquirir Veículos Aéreos Não-Tripulados de Combate (UCAVs).
A Índia está procurando por UCAVs que sejam furtivos (stealth) e que possam permanecer voando por longos períodos, e que possam ser equipados com armas de precisãoe links de dados com satélites, de acordo com a publicação Times of India.
Os UCAVs precisarão ter uma boa capacidade de decolagem e pouso com um teto de serviço operacional para grandes altitudes e uma vida operacional de mais de 20 anos.
A Força Aérea da Índia exige UCAVs similares aos Predators e Reapers, os quais podem efetuar missões similares aos caças a jato e que podem ser controlados remotamente através de satélites.
Fonte: Cavok
12/07/2010
Stealth Taranis
O Ministério da Defesa do Reino Unido revelou seu protótipo do Veículo Aéreo de Combate Não-Tripulado (UCAV) stealth Taranis, nome do deus grego do Trovão.
O demonstrador de conceito testará a possibilidade de desenvolver um UCAV que poderá atacar alvos com precisão em longas distâncias – inclusive em outros continente. Sobre a cerimônia de apresentação na BAE Systems em Warton, Lancashire, o Ministro para Estratégia de Segurança Internacional, Gerald Howarth, disse: “O Taranis é um projeto verdadeiramente inovador.
O primeiro do tipo no Reino Unido, ele reflete o melhor da técnica de projeto e tecnologia avançada de nossa nação e é um programa líder num estágio global.”
O Taranis está sendo desenvolvido através de uma parceria não oficial entre o Ministério da Defesa do Reino Unido e indústrias de defesa que incluem a BAE Systems, Rolls Royce, QinetiQ e GE Aviation. Nigel Whitehead, diretor do grupo dos Programas e Suporte de Negócios da BAE Systems, disse: “O Taranis vem sendo desenvolvido nos últimos três anos e meio e é um produto de mais de um milhão de horas de trabalho. Ele representa um significativo passo a frente da capacidade do país em jatos de combate.”
O Taranis é um sucessor do projeto do Futuro Sistema Aéreo Ofensivo (FOAS) do Ministério de Defesa do Reino Unido e poderá ser envolvido num programa de substituição da frota de aeronaves Tornado GR4 da RAF. Os testes em voo estão previstos para começar em 2011.
Fonte:Cavok-Sky News
20/04/2010
Shafagh o caça Stealth do Irã
Shafagh o caça Stealth do Irã
Maquete de um suposto novo caça "stealth" do Irã, durante parada militar realizada no sábado. (Foto: Ali Rafiei / FARS News Agency)
Seu sistema anti radar estaria sendo testado em uma aeronave de treinamento supersônico, o Falcon L-15-03 Chinês modificado pelo Irã .
Fontes do Alto escalão militar iraniano afirmam que esta aeronave seria de codinome "Sworfish"- "o protótipo deste avião completou todas os testes do sistema anti radar ,estamos avaliando os dados de voo, para em seguida coloca-lo em produção" informou Aziz Nasirzadeh (Oficial de Alto escalão do Irã).
Foi concluída no Irã a fase de concepção dos seus aviões stealth, o comandante da Força Aérea iraniana anunciou neste domingo (18).
Pesquisadores militares iranianos estão trabalhando agora na construção de pequenos protótipos da aeronave,disse a repórteres em Teerã o brigadeiro-general Hassan Shah-Safi .
A fase preliminar será concluído no final de março e, em seguida, começará a produção, afirmou.
engenheiros iranianos fizeram um grande avanço na concepção da aeronave stealth que são difíceis de detectar pelo radar.
Shah-Safi disse que a Força Aérea também testou um novo ar-ar com mísseis heat-seeking fabricados pelos militares iranianos.
O novo míssil, que tem um alcance de 100 quilômetros, será produzido em massa pelo Ministério da Defesa, acrescentou.
Fonte:Far /Irãnews
30/03/2010
19/03/2010
Alemanha e seu stealth
Alemanha e seu stealth "MBB Lampyridae"
A Alemanha Ocidental conduziu durante os anos 1980, um programa altamente secreto de um caça “stealth”, pela Messerschmitt-Bölkow-Blohm (MBB). O programa, conhecido como Lampyridae (Vaga-Lume) ou Medium Range Missile Fighter (MRMF), durou de 1981 a 1987, e foi feito a pedido da Luftwaffe.
O trabalho levou à produção de um modelo com ¾ do tamanho final, que chegou a ser pilotado em túnel de vento.
O ex-líder do projeto, Dr Gerhard Löbert, diz que o design facetado da aeronave muito provavelmente tinha uma RCS menor do que a do avião de ataque americano F-117 Nighthawk, embora esse tivesse mais que o dobro de superfícies facetadas.
Os testes de túnel de vento começaram com um modelo na escala 1:3.5, para baixas velocidades, e um na escala 1:20, para testes transônicos. De acordo com Löbert, os ensaios demonstraram a alta qualidade das propriedades aerodinâmicas do projeto, apesar das desvantagens do design poliédrico da aeronave.
O modelo em escala ¾, com 12m de comprimento e 6m de largura, voou 15 vezes em 1987, no túnel de vento alemão-holandês de Emmeloord. Ciclos completos de voo foram realizados na seção de 9,5m² do túnel, com a aeronave voando a 120 nós (220 km/h) e fazendo movimentos de pequena amplitude em todos os eixos.
O projeto tinha em mente que os caças do futuro deveriam ser menores e mais baratos, para serem mais eficientes em combates de médias distâncias e evitarem os “dogfights”.
Os engenheiros desenvolveram uma configuração cuja RCS frontal na banda X tinha uma redução de 20-30dB, em comparação com um caça convencional.
A MBB, assim como a Lockheed, usou uma célula poliédrica, evitando ângulos retos e superfícies curvas, produzindo sustentação por um sistema de geração de vórtices nas suas bordas afiladas.
Em paralelo ao design poliédrico, a MBB desenvolveu um sistema computacional para calcular a RCS e comparar o desempenho do Lampyridae com os dados conhecidos do F-117.
A RCS foi testada num modelo em escala real, com 16m de comprimento. Embora os dados sejam classificados, diz-se que as metas foram atingidas.
Os alemães gastaram 9 milhões de marcos (US$ 4,5 milhões) no projeto, que foi cancelado em 1987, depois que militares americanos descobriram a existência do avião e irritados ordenaram seu cancelamento.
Sabe-se que muitas dados de pesquisa alcançados com o Lampyridae foram usados em outros projetos, como Eurofighter Typhoon, o EADS MAKO e outras armas.
O modelo de ensaios de aerodinâmica do Lampyridae encontra-se no museu F-104.
Nas imagens, pode-se ver as duas versões diferentes de canopy propostos para o Lampyridae, um facetado e outro em bolha.
SAIBA MAIS:
01/02/2010
Um pouco sobre Seção Reta Radar (RCS) e tecnologia ’stealth’
Um pouco sobre Seção Reta Radar (RCS) e tecnologia ’stealth’
O termo “stealth” é conhecido desde 1980 nos círculos de Defesa, mas tornou-se popular na década de 1990, com a Guerra do Golfo e o emprego do caça “invisível” F-117.
Os F-117 atacaram à noite seus alvos de alto valor no Iraque, sem serem detectados e parecendo imunes à pesada defesa antiaérea que iluminava os céus de Bagdá.
Os princípios da tecnologia “stealth” (também conhecida como VLO ou “Very Low Observables Technology” englobam a diminuição da assinatura de uma aeronave nas áreas de radar, infravermelho, visual, acústica e de rastro (fumaça), embora iremos dar aqui atenção à detecção por radar.
O que é RCS?
A seção reta radar (RCS) é a medida de habilidade de um alvo refletir os sinais do radar na direção do receptor.
A definição conceitual de RCS incluiu o fato de que somente parte da energia irradiada ilumina o alvo e uma pequena parte retorna ao receptor.
Os radares funcionam emitindo ondas eletromagnéticas na velocidade da luz num feixe cônico, através de antenas direcionais.
Quando estas ondas atingem um alvo reflexivo, parte do feixe é bloqueado e dispersado (”scattered”) em várias direções. Parte da energia emitida retorna à antena transmissora.
A maior parte dos radares funciona emitindo energia eletromagnética na forma de pulsos, milhares de vezes por segundo. No intervalo entre a emissão de um pulso e outro, a antena do radar se torna um receptor.
Calculando-se o tempo entre a emissão do pulso e o seu retorno, é possível saber a distância do alvo.
Como o ambiente produz ruído (”clutter”), o radar só é capaz de perceber ecos que estejam acima de um certo nível.
A animação acima mostra um F-15 Eagle e seu gráfico de RCS. Observar que o pico do gráfico ocorre quando o avião é detectado de frente e por trás, por causa da reflexão radar dos motores.
No gráfico abaixo, algumas medidas típicas de RCS em metros quadrados:
As tecnologias “stealth” procuram diminuir drasticamente a RCS através do emprego de materiais que absorvem as ondas de radar e formas na fuselagem que dispersam as ondas para direções diferentes daquela do emissor de radar inimigo.
O método mais conhecido de redução da RCS é o emprego de materiais não metálicos na fabricação das aeronaves.
A retransmissão das ondas de radar depende das correntes elétricas induzidas por ele na estrutura de uma aeronave.
Se um material não-condutor como compostos de carbono, fibra de vidro e outros for empregado, pouquíssimas correntes serão produzidas e o eco resultante será mínimo.
O desenho cuidadoso das superfícies das aeronaves, evitando ângulos retos em relação ao emissor e o emprego de formas suaves e harmoniosas, pode desviar ao invés de refletir a energia do radar incidente.
Um vez que as superfícies planas agem como bons refletores de radar, os projetos “stealth” tendem a eliminar o leme vertical ou incliná-los, evitando o ângulo de 90 graus.
Para lidar com as reflexões residuais, emprega-se o revestimento de determinadas partes das aeronaves com material radar absorvente (RAM), capaz de absorver uma larga faixa de frequências de radar.
A aplicação de todas as técnicas descritas pode reduzir drasticamente a RCS de aeronaves de combate, mesmo as grandes. Um B-52, por exemplo, tem cerca de 100m2 de RCS. Já um bombardeiro B-1B, tem RCS de apenas 1m2. O F-117A tinha entre 0,01 e 0,001 m2.
Por que a redução da RCS importa?
A RCS é uma variável que reduz o alcance do radar inimigo. A relação entre a RCS e o alcance do radar não é diretamente proporcional, por causa do feixe cônico e da energia dispersada.
O alcance de detecção é proporcional à raiz quadrada da RCS.
Por exemplo, se um radar tem alcance de 100 milhas contra um alvo com RCS de 10m2, o mesmo radar terá um alcance de 84 milhas contra um alvo com RCS de 5m2.
Contra um alvo de 1m2 o mesmo radar teria alcance de 55 milhas. 99% de redução em refletividade é igual a 45% de redução no alcance do radar adversário.
Uma redução da RCS de 1/1000 pode aumentar a vantagem tática significativamente, com 82% de redução do alcance do radar inimigo.
Imaginemos o mesmo radar do exemplo varrendo as aeronaves da foto abaixo no limite do seu alcance. Somente os caças da direita, F-4 e F-15 seriam detectados e apareceriam na tela. Os dois da esquerda, F-117 e F-22, poderiam voar tranquilamente e chegar a pouco mais de 10 milhas do radar sem serem detectados.
Abaixo, algumas projeções de RCS de aviões de combate e mísseis:
- B-52: 100 m2
- F-4, A-10: 25 m2
- B-1B: 1 m2
- Tornado: 8 m2
- MiG-21: 3 m2
- MiG-29: 5 m2
- F-16C/18C: com RCS reduzida, 1,2 m2
- F-18E, Rafale 0,75 m2
- Gripen: 0,1m2
- Eurofighter 0,25-0,75 m2
- Exocet, Harpoon 0,1 m2
- JSF (‘RCS do tamanho de uma bola de golfe’) 0,005 m2
- F-117, B-2, F-22: 0,01 a 0,001 m2
- F-22: os requisitos de RCS eram de 1/1000 do F-15, o que foi provavelmente atingido. Se a RCS do F-15 for de 25 m2, o F-22 teria 0.025 m2 na pior projeção.
30/01/2010
Novo caça russo chega para competir
Novo caça russo chega para competir com os modelos ocidentais
O caça pode ser filmado hoje, pela primeira vez, num voo inaugural de 45 minutos. A aeronave é um caça supersônico de quinta geração. A novidade entra em operação em 2015.
05/01/2010
Caça Stealth Russo sairá ou não ?
Lançamento do caça "stealth" russo envolto em silêncio
A imprensa russa tem vindo a anunciar nas últimas semanas o primeiro voo do caça de quinta geração PAK-FA, ou T-50, que há mais de dez anos tem sido continuamente apresentado como o futuro caça da força aérea da Rússia e cujo primeiro voo deveria ter ocorrido há quase uma década.
No entanto, tem sido frisado pelos órgãos de comunicação social internacionais que continua a não existir qualquer referência fotográfica do caça.
O secretismo tem sido justificado com a necessidade de manter as linhas da aeronave secretas, ainda que grande parte das tecnologias, técnicas e procedimentos sejam conhecidos.
Os russos precisam no entanto de mostrar a sua «aeronave invisível» pois ela é suposto servir de base para programas de cooperação internacional, que não podem basear-se no que até ao momento têm sido apenas rumores e boatos.
Sabe-se que desde que os Estados Unidos começaram o desenvolvimento do seu super-caça F-22, a Rússia tem aparentemente desenvolvido esforços no sentido de conseguir acompanhar o desenvolvimento norte-americano na área.
O F-22, embora tenha começado a ser desenvolvido há mais de 20 anos, voando pela primeira vez em 1990 ainda não se pode considerar completamente operacional, por falhas na integração de sistemas.
Ainda assim, ele é geralmente considerado o mais sofisticado avião de combate do mundo, embora os seus custos proibitivos tenham condicionado o número de unidades adquiridas.

Lenta resposta russa
Logo que os americanos começaram a desenvolver o caça bombardeiro F-117, que a Rússia também se dedicou ao estudo de uma aeronave «Stealth» que tivesse capacidade para iludir os radares adversários.
No entanto, o fim da URSS praticamente cancelou qualquer desenvolvimento.
Os russos tentaram várias vias e apresentaram várias soluções intermédias, desenhos e projectos, mas nenhum foi visto como viável.
Já em 1999, a Rússia terá tido acesso a partes do único caça F-117 que foi abatido sobre a Sérvia.
Este acesso poderá ter dado aos russos alguma informação sobre o tipo de material utilizado, mas aparentemente os norte-americanos desenvolveram outro tipo de cobertura para os seus caças, que é muito mais eficaz.
Tão eficaz, que os novos aviões «Stealth» norte-americanos não têm as linhas estranhas e angulosas que caracterizavam o F-117.
Isto, juntamente com a redução da enorme rede de espiões soviéticos nos Estados Unidos, aparenta ter deixado a Rússia sem acesso directo à sua principal fonte de desenvolvimento tecnológico (a industria norte-americana de defesa).
Mas se é certo que a Rússia não demonstrou capacidade para desenvolver um caça equivalente em tempo útil, foram mantidos alguns núcleos de excelência, nas áreas onde a industria russa mantém uma reconhecida capacidade.
Por esta razão, é no campo dos motores que a Rússia joga para conseguir competir no mercado futuro de aeronaves de quinta geração.
Se um futuro caça «Stealth» russo não deverá ser mais que uma cópia piorada de um derivado do F-22, espera-se que os seus motores pelo menos, sejam superiores aos seus congéneres norte-americanos e que a sua estética seja agressiva.
Os constantes atrasos porém, parecem indicar que o desenvolvimento na Rússia se tem debatido com dificuldades de todos os tipos.
De entre as dificuldades, destaca-se a total obsolescência da indústria aeronáutica russa.
As autoridades têm feito pouco mais que manter muitas das antigas instalações de construção da era soviética como unidades independentes, para manter a capacidade de produzir peças de reposição para os aviões que ainda conseguem voar.
Os fabricantes aeronáuticos russos enfrentam vários problemas e algumas das fábricas estão inevitavelmente condenadas ao desaparecimento, como tem sido referido por alguma imprensa russa que tem sido reproduzida no ocidente.
Os problemas de qualidade são inúmeros e há imensas tecnologias que precisam de ser desenvolvidas ou então adquiridas aos países ocidentais.
Ainda recentemente entidades do exército russo afirmaram que se recusavam a utilizar aeronaves não tripuladas fabricadas na Rússia, porque estas eram absolutamente inúteis.
A Russia foi forçada a adquirir aeronaves do tipo em Israel.
Produzir um projecto de caça de última geração como o PAK-FA, quando a base industrial está quarenta anos atrasada é provavelmente não apenas difícil, mas eventualmente impossível sem o auxilio externo.
Futuro incerto
A imprensa russa afirmou que a aeronave se locomoveu pela primeira vez em 24 de Dezembro, tendo sido declarado de seguida que o primeiro voo seria realizado no dia 28 de Dezembro, apenas quatro dias depois.
Esta última afirmação que era vista como demasiado optimista acabou, como era esperado ,por não se concretizar.
Passado o prazo, nenhuma imprensa russa divulgou qualquer informação sobre o pretenso caça "invisível" e os jornais dedicaram-se a transcrever notícias sobre o assunto, originárias da imprensa ocidental.
A maior parte das fotos sobre o futuro caça russo, são até ao momento cópias ou adaptações de fotos do caça norte-americano YF-23, o projecto da Northrop-Grumman, que foi derrotado na competição com o YF-22, que ficaria conhecido como F-22 "Raptor".
A probabilidade de a Rússia vir a desenvolver um caça "Stealth"que possa ficar operacional nos próximos anos são mínimas, de acordo com muitos dos analistas internacionais, e mesmo russos.
Da Índia parece no entanto vir uma luz de esperança, pois parte dos grupos de pressão dentro da Força Aérea estão interessados no desenvolvimento do caça experimental, que esperam possa a vir substituir o Su-30MKi dentro de algumas décadas.
Para o efeito a Índia anunciou que poderá participar no desenvolvimento, que foi estimado entre 5700 e 7100 milhões de Euros [1].
Para já sabe-se apenas que a Índia está por exemplo interessada numa versão de dois lugares, enquanto que a Rússia prefere aeronaves monolugar.
Mas se o dinheiro da Índia é bem vindo, os russos são os primeiros a afirmar que a Índia praticamente não aporta nada ao projecto, que será quase exclusivamente russo.
A Índia também não faz nenhum segredo sobre as suas pretensões na obtenção de tecnologias que permitam o desenvolvimento do seu próprio avião, o que deixa os industriais russos desconfiados perante a ascensão de um potencial concorrente.
Talvez a maior confirmação das dificuldades do caça Stealth russo venha dos Estados Unidos.
As autoridades norte-americanas que analisam os custos e os gastos dos programas militares norte americanos, afirmam para lá de qualquer dúvida razoável, que o F-22 não tem rival à altura, nem terá nos próximos 20 anos.
Cada vez mais esse tipo de aeronave aparece como um demonstrador de tecnologia, mas não como uma opção economicamente viável para os conflitos que se prevê venham a ocorrer num futuro próximo.
Se os Estados Unidos colocam em causa a utilidade desse tipo de avião, muito mais razões haverá para que a Rússia também pense duas vezes antes de gastar dinheiro.
Mesmo na Rússia o caça «stealth» terá sempre um custo astronómico e o número de unidades que podem ser fabricadas será limitado. Isso entra em conflito com a tradição russa de utilizar grande número de meios para esmagar os possíveis adversários.
Mas se o desenvolvimento do caça russo acabar ocorrendo, mesmo que de repente a indústria aeronáutica russa recupere por milagre da crise, e consiga desenvolver o seu caça a um ritmo muito mais rápido que o norte-americano, o futuro PAK-FA, só poderá começar a ser entregue na melhor das hipóteses em 2025, 35 anos após o primeiro voo do F-22 "Raptor" e 20 anos após aquele ser declarado operacional.
fonte: /moraisvinna/Area Militar/fotos:Poder Aéreo
25/11/2009
REINO UNIDO IRÁ CRIAR AERONAVE ROBO STEALTH
REINO UNIDO IRÁ CRIAR AERONAVE ROBO STEALTH
O Ministério de Defesa do Reino Unido pretende construir uma aeronave militar robótica invisível aos radares que seria capaz de pairar como um helicóptero ou voar como um avião.
A ideia principal do projeto seria criar um veículo de combate aéreo não tripulado, afim de reduzir os custos e aumentar a eficácia de uma incursão militar em ambientes hostis, principalmente em áreas urbanas.
No cinema e no mundo dos quadrinhos sempre existiu uma enorme admiração e medo em relação à produção de armas eletrônicas e dispositivos militares que usem alta tecnologia, a exemplo de filmes como O Homem de Ferro.
Aparentemente esse contexto começa a deixar de ser exclusividade do universo cinematográfico para se tornar cada vez mais real.
Segundo o site The Register, a nave, ainda sem nome, seria capaz de ser operada remotamente, podendo inclusive voar através de espaços urbanos, como vãos de prédios e espaço aéreo de ruas e avenidas.
O projeto inclui inovações radicais nos sistema de ataque, como armas de microondas e raios laser.
Algumas empresas disputam entre si o direito de colocar o projeto em prática e construir a nave-robô, que seria capaz de pairar como um helicóptero ou voar como um avião, dependendo do ângulo de inclinação de seus motores.
A aeronave deve possuir um sistema de ar reutilizável, ter um raio de ação de 1 mil km e ser capaz de sobreviver em espaço aéreo defendido.
Além disso, o projeto prevê a capacidade de lançamento e recuperação do robô em terra, mar e ar, mas existe uma ênfase maior em operações navais.
O protótipo pode contar também com turbinas em sua parte frontal, o que permitiria manobras em que a nave cairia verticalmente.
Outra preocupação dos projetistas é a habilidade de a aeronave pairar por qualquer período de tempo, como um helicóptero.
Para isso, está sendo feito todo um estudo do consumo correto de combustível.
A respeito das armas que a nave-robô carrega, pode-se dizer que existem pequenas caixas entre os mísseis convencionais que se assemelham a antenas que podem emitir raios laser ou cargas de microondas.
Em teoria, isso seria capaz de neutralizar circuitos eletrônicos do inimigo.
Conforme publicação da Aviation Week & Space Technology, a lista de companhias que lideram as propostas comerciais conta, entre outras empresas, com nomes como a BAE Systems, companhia de desenvolvimento de tecnologia de segurança e defesa aeroespacial e a multinacional MBDA, fabricante de mísseis e sistemas de defesa aérea e naval, com sedes na França, Reino Unido, Itália e Alemanha.
A previsão para a apresentação de um modelo real é de três anos, no final de 2012.
FONTE / PODER AÉREO/ARTE: Portal Terra
25/09/2009
10/09/2009
MAIS F-15 SILENT EAGLE PARA A ARABIA SAUDITA
ARABIA SAUDITA QUER MAIS F-15 SILENT EAGLE
Arábia Saudita poderá comprar mais caças F-15
Fonte: Tecnologia & Defesa
A Arábia Saudita está prestes a firmar um acordo de compra de 72 aviões de combate Boeing F-15 com os Estados Unidos.
A iniciativa do país árabe está sendo impelida pelas recentes aquisições de novos aviões de combate pelo Irã, em especial de aeronaves especializadas em ataque.
O Pentágono espera que o fornecimento seja aprovado pelo Congresso do país, haja vista a existência de uma crescente preocupação e inquietação dos paises do Golfo Pérsico diante das demonstrações de força por parte do governo de Teerã.
A Força Aérea Saudita emprega atualmente 71 caças F-15S (uma variante saudita do F-15E Strike Eagle), além de 66 F-15C Eagle e 18 F-15D (dois assentos), estes dois últimos utilizados em missões de superioridade aérea.
Especula-se nos meios especializados que o modelo em negociação poderia ser o novo F-15SE Silent Eagle, avião dotado de características stealth, como compartimento para acomodação de armas internamente, derivas verticais em “V”, componentes estruturais absorventes de ondas de radar e radar AESA eletronicamente mais “silencioso”.
Se concretizada, essa nova aquisição irá juntar-se à encomenda de 72 aviões de combate Eurofighter Typhoon adquiridos em 2006 e que agora começam a ser entregues.


