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04/04/2010
TAM planeja adquirir 20 aeronaves para a Pantanal
Pantanal II
A Pantanal tem atualmente cinco turboélices da marca ATR. Este ano, de seis Airbus A 320 que a TAM vai receber, em torno de quatro deverão ser destinados para a Pantanal.
29/03/2010
Diretoria do Snea é reeleita para triênio 2010/2013
Diretoria do Snea é reeleita para triênio 2010/2013
O órgão representativo do setor permanecerá sob o comando de José Márcio Mollo, presidente, e dos diretores Ronaldo Jenkins, Técnico, e Arturo Spadale, administrativo financeiro. O SNEA representa 22 empresas aéreas, sendo 12 nacionais e dez estrangeiras.
Na mesma assembleia, foi eleito também o Conselho Consultivo do sindicato, constituído pelos presidentes e representantes das empresas aéreas nacionais fialiadas: Absa, Air Minas, Azul, Master Top, NHT, OceanAir, Pantanal, Passaredo, Tam, Trip, VRG (Grupo Gol) e WebJet.
Veja os nomes que compõem a diretoria e o conselho consultivo do SNEA:
Presidente: José Mário Caprioli dos Santos – Trip (diretor presidente)
Suplente: Renan Chieppe (presidente do Conselho de Administração da Trip)
Secretário Geral: José de Anchieta Hélcias (Consultor)
Air Minas - Urubatan Helou (diretor presidente)
AZUL– Adalberto Febeliano (diretor de Relações Institucionais)
GOL- Constantino de Oliveira Júnior (diretor presidente)
GOL– Henrique Constantino (membro do Conselho de Administração da GOL)
GOL– Alberto Fajerman (diretor de Relações Institucionais)
Suplente: Carla Coelho (diretora jurídica)
NHT - Pedro Antonio Teixeira (diretor presidente)
OceanAir – Renato Pascowith (diretor executivo)
PANTANAL – Euzébio Angelotti (diretor administrativo)
Passaredo - José Luiz Felício Filho (diretor presidente)
TAM – Líbano Barroso (diretor presidente)
TAM – Paulo Castello Branco (vice presidente comercial e Planejamento)
TAM – Basílio Dias (gerente de Assuntos Regulatórios)
Suplente: Luiz Claúdio Aguiar (diretor jurídico)
Webjet – Júlio Rudge Perotti (diretor presidente)
Fonte: SNEA.
04/02/2010
TAM vai à Justiça por Slots
TAM vai à Justiça por horários em Congonhas
Ambas haviam sido impedidas pela Anac de integrar o procedimento. Esses recursos já foram avaliados internamente e não foram aceitos. De qualquer forma, elas ainda podem recorrer judicialmente.
A agência entregou o recurso ao procurador-geral da Advocacia-Geral da União (AGU) e aguardava uma resposta do STJ. Não há, porém, nenhuma previsão para isso. Se até às 14 horas de hoje não houver mudanças, a distribuição dos slots será adiada.
A ponte aérea Rio-São Paulo é o trecho de maior faturamento. Na época da recuperação judicial da Varig, os slots foram fruto de muita controvérsia, mas prevaleceu a ideia de que, sem eles, a empresa pouco valia.
O precedente provavelmente acabará contando também no caso da TAM/Pantanal.
O marco regulatório determina critérios mínimos de regularidade para qualquer empresa e isso deve ser mantido.
Qualquer medida que sinalize que a Agência não possa exercer o direito de retirar slots de companhias que não cumprem com a regularidade prejudica o mercado e os passageiros", disse.
01/02/2010
Anac transfere data de distribuição de slots
Anac transfere data de distribuição de slots de CGH
A razão é que o prazo legal para recurso das companhias que não foram habilitadas Trip e Pantanal , expira após cinco dias úteis do recebimento da comunicação oficial.
Este prazo terminará às 18h de hoje.
Até o momento, nenhuma das duas empresas entrou com recurso junto à Anac.
Se não houver recurso, a redistribuição ocorrerá em sessão pública na próxima quarta-feira (dia 3), às 14 horas, no auditório da Anac, em Brasília, próximo ao terminal 2 do aeroporto.
Caso alguma das empresas recorra, uma nova data será marcada após a avaliação da diretoria sobre os argumentos da companhia, o mais breve possível.
Fonte:Panrotas
18/01/2010
Gol inclui Bauru na rota e reforça estratégia de regionalizar voos
A segunda maior empresa de aviação nacional vai oferecer um voo diário de São Paulo para Bauru, no interior paulista, no lugar de um trecho Congonhas-Curitiba.
Umas das estratégias da companhia é investir na interiorização da malha aérea. Ampliar rotas para o exterior, por ora, não é prioridade.
Atualmente, a empresa já voa para "grandes metrópoles regionais", tais como Caxias do Sul (RS), Maringá (PR) e Londrina (PR), no Sul ; ou para polos do Norte e do Nordeste, como Marabá (PA) e Juazeiro do Norte (CE).
"O crescimento da nova classe média vem junto com o crescimento dessas cidades do interior. Até há algum tempo, não havia indicativo de demanda maior para esses voos regionais."
Com isso, está sendo desenvolvido um projeto de lei que prevê estímulos aos voos regionais por meio de exclusividade na exploração dos voos, ou mesmo subvenção.
A ideia é aplicar "tarifas aeroportuárias diferenciadas, de modo a estimular a exploração de linhas aéreas domésticas em localidades em que haja necessidade de integração, dificuldade de acesso ou limitação de uso de outro modal de transporte", segundo documento do departamento.
Pelas estimativas das empresas, dos 200 aeródromos nacionais, pouco mais da metade está operando com rotas comerciais.
O subsídio seria apenas para localidades de difícil acesso, com baixa densidade. Preferimos que nosso negócio funcione sem subsídios, mas se o governo quer que façamos linha de baixa densidade, queremos que entre como nosso parceiro", afirmou Lack, que representa 12 empresas aéreas regionais.
Este ano, com a chegada de mais seis aviões, a empresa prevê crescer 70%, com uma receita de cerca de R$ 770 milhões. Os novos trechos ligarão Guarulhos (SP) a Chapecó (SC), Londrina, Juiz de Fora (MG) e Governador Valadares (MG). "Por causa do tamanho de nossos aviões, que levam menos passageiros, muitas vezes acabamos sendo mais competitivos que empresas grandes", diz José Mario Caprioli, presidente da Trip.
A médio prazo, a empresa pensa em expandir a atuação em cidades de médio porte. "Uma das vantagens de se operar no interior é que, normalmente, a concorrência é menor, o que faz com que haja uma maior estabilidade tarifária", diz o diretor executivo Renato Pascowitch.
26/12/2009
Anac confirma slots da Pantanal para Tam
Anac confirma slots da Pantanal para Tam
Agora, a agência reguladora avalia os documentos para autorizar a Tam a seguir com as operações dos 135 slots da Pantanal, que continua operando com regularidade.
Outros 61 slots da companhia serão redistribuídos para outras companhias conforme já era previsto.
Ao todo, a Anac redistribuirá 381 slots a partir de 1 de fevereiro, sendo 301 de finais de semana, 61 da Pantanal e outros 19 da Gol.
Segundo Castello Branco, “todo o processo corre dentro da normalidade”. “A Anac, dentro dos przos legais, vai avaliar os documentos e referendar a compra uma vez que estamos fazendo tudo dentro da lei”, explicou.
Ainda de acordo com ele, a Tam dará continuidade às operações da Pantanal que estão em curso e, em 2010, fará avaliação de frota etc.
fonte:Panrotas/Por:Felipe Niemeyer
25/11/2009
Bauru-Congonhas vive momentos de incerteza
Aeroporto Moussa Tobias (Bauru-Arealva)
Considerada uma das mais rentáveis do País, a rota Bauru-Congonhas vive momentos de incerteza, diante da possibilidade de a Pantanal ser liqüidada pela Justiça.
Com cerca de 60 processos e dívidas superiores a R$ 50 milhões - sendo aproximadamente R$ 40 milhões com o fisco e outros R$ 15,2 milhões com credores diversos, entre eles a TAM e a Infraero - a empresa se encontra em processo de recuperação judicial desde o começo do ano.
A Pantanal deverá ir a leilão, às 9h do próximo dia 10 de dezembro, para liqüidação de suas dívidas.
A alienação judicial da empresa foi determinada pelo juiz Caio Marcelo Mendes de Oliveira, da 2.ª Vara de falências e Recuperações Judiciais de São Paulo.
A reportagem tentou entrar em contato, via telefone, com Sérgio Müller e Associados, escritório que representa a companhia aérea em seu projeto de recuperação judicial, mas não obteve retorno, até o fechamento desta edição.
Em março do ano passado, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) decidiu não renovar a concessão da Pantanal, devido a atraso nos salários de seus funcionários e não-pagamento de direitos trabalhistas.
A empresa segue operando graças a liminares concedidas pela Justiça.
Esse fato, por assim dizer, acelerou o processo de bancarrota da empresa, detentora de umas das linhas mais rentáveis da aviação civil brasileira. Segundo a Anac, o índice Yeld (valor que corresponde, em Reais, a quanto o passageiro paga por quilômetro voado) da rota Bauru-Congonhas (ida e volta) é de R$ 0,85, superior a Congonhas-Londrina (0,82), Galeão-Confins (0,79) e Congonhas-Ribeirão (0,77). O dados são referentes ao ano passado.
Embora rentável, a rota Bauru-Congonhas está longe de ser responsável por toda a comoção em torno do “Caso Pantanal”.
Na verdade, o mercado aéreo está de olho nos “slots” (termo em inglês, usado para designar os espaços e horários para pouso e decolagem) que a empresa detém no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, um dos mais movimentados do País.
Embora detivesse apenas 0,2% do mercado nacional, a Pantanal chegou a ser quarta companhia brasileira em número de slots em Congonhas, atrás apenas da TAM, da Gol e da Varig.
No final de julho, a 2.ª Vara de falências e Recuperações Judiciais de São Paulo chegou a congelar os slots da empresa (61, no total), até que seu plano de recuperação tivesse um desfecho.
A advogada da Associação Comercial e Industrial de Bauru (Acib), Livette Nunes de Carvalho acredita que as discussões estão muito centradas em torno dos slots.
Dessa forma, a população de Bauru, que depende da companhia para se deslocar até Congonhas, acaba ficando em segundo plano.
“Está todo mundo de olho nos slots da Pantanal.
O mercado está preocupado com o poder econômico e está se esquecendo do povo bauruense, que depende desse serviço essencial”, diz ela.
Atualmente, a cidade conta com outra companhia em operação, a Passaredo, que mantém vôos regulares até o aeroporto de Cumbica, em Guarulhos.
Ainda assim, a rota Bauru-Cumbica é considerada essencial para a cidade, já que é muito utilizada para o turismo de negócios.
A Acib protocolizou ação civil pública na 3.ª Vara da Justiça Federal de Bauru, visando “compelir a Agência Nacional de Aviação Civil a não romper com a continuidade na prestação de serviços de transporte aéreo nos aeroportos Moussa Tobias (Bauru - Arealva) e/ou Aeroclube de Bauru (sic)”.
Na ação, a entidade alega que a manutenção da rota aérea com a Capital é essencial não só para a cidade, mas também para região, uma vez que Bauru é um importante centro de serviços, negócios, educação e saúde no Interior do Estado.
“Imagine quantos pacientes do Hospital Amaral Carvalho, em Jaú, não seriam prejudicados com a desativação da linha”, pondera Carvalho.
Ela defende que a população da cidade e da região lute para evitar que a rota Bauru-Congonhas deixe de operar.
Operação por instrumento
Existe uma possibilidade de a linha continuar funcionando, mas, para isso, seria preciso que o Aeroporto Moussa Tobias passasse a funcionar por instrumentos.
Em março deste ano, a Gol manifestou o interesse em operar vôos regulares para Bauru.
Porém, como suas aeronaves são da família Boeing 737 (com capacidade mínima para 144 passageiros), seria preciso que o aeroporto contasse com instrumentos para auxílio à navegação.
Os equipamentos foram comprados e instalados no começo do ano, graças ao investimento de R$ 687 mil feito pelo Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp).
Os instrumentos precisam ser homologados pelo Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta II), antes de entrarem em funcionamento.
O secretário municipal do desenvolvimento, Antônio Mondelli Júnior, afirma que, se o equipamento ainda não recebeu aval para ser usado, não foi por falta de vontade política da administração de Bauru.
“Esforço de nossa parte está havendo. O problema é que o processo de homologação é lento demais”, lamenta Mondelli Júnior.
No começo do ano, a Gol chegou a selecionar candidatos para trabalhar em sua base de operações em Bauru.
Mas, como a autorização para atuar na cidade demorasse a sair, a empresa preferiu suspender as contratações por tempo indeterminado.
Em nota enviada à reportagem, a companhia reafirmou a intenção de ter Bauru entre os destinos servidos por sua malha aérea, mas aguarda o parecer das autoridades para o início das operações.
Fonte: desastresaereosnews/por:Rodrigo Ferrari (Jornal da Cidade) - Foto: newscomex.com
27/07/2009
Pantanal poderá perder slots
Pantanal poderá perder slots em Congonha
![[Pantanal.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpSNUwzKzBdmQbNPsSmAfwiTxTkuAp8bFYS6l4sMtyggy6l9ybHCowa-_PXr-FVh-M0qH5W8laAdkySccSLRRNi5sqzF0GigvQoFRx93Lh6saR8gBJRerN2l-OqJ6GPh8lQBZJfYsmTKEP/s1600/Pantanal.jpg)
A Pantanal, companhia aérea regional que opera por meio de liminar desde abril de 2008, pode se tornar em até 30 dias a primeira empresa aérea brasileira a perder vagas de pouso e decolagem (slots) por causa da prestação de serviços abaixo da qualidade determinada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Ontem, a Anac informou que pretende redistribuir 15 pares de slots no Aeroporto de Congonhas de uma empresa cujo nome não foi divulgado, porque, por três meses consecutivos, essa empresa operou abaixo do índice de 80% exigido pela Anac.
Ou seja, a empresa cancelou mais voos do que o permitido.
Fontes do setor asseguram tratar-se da Pantanal, que respondeu por 0,14% dos voos domésticos em junho. A empresa, fundada em 1993, tem hoje uma frota de seis turboélices que voam para cidades do interior de São Paulo, Minas Gerais e Paraná.
A liminar que permite a operação da Pantanal foi obtida na Justiça dois dias antes de a agência iniciar o processo de cassação da sua concessão, devido a irregularidades fiscais. A Pantanal informou que não iria se pronunciar sobre o assunto, por não ter sido notificada.
A Pantanal tem 16 pares de slots em Congonhas, e a perda de 15 pode significar o fim da linha para a empresa, que tem no aeroporto a sua base.
Além dela, operam em Congonhas a Gol/Varig (116 pares), TAM (106 pares) e OceanAir (11 pares). É a primeira vez que a Anac aplica a resolução 02, que determina a perda de slots por falta de regularidade nos voos.
A norma determina que 80% das vagas sejam sorteadas entre companhias que já operam no aeroporto. Os 20% restantes vão para companhias que ainda não operam. No caso dos 15 slots da Pantanal, 12 serão redistribuídos entre Gol/Varig, TAM e OceanAir. Os três pares de slots restantes vão para quem se interessar.
Segundo a Anac, se houver cinco interessados, por exemplo, haverá um sorteio que vai determinar a ordem das empresas para escolher um par de vagas.
Apesar de ser uma forma de permitir a entrada de novas empresas em Congonhas, que está com a operação saturada, o sorteio não atrai, a princípio, o interesse delas.
O diretor de relações institucionais da Azul, Adalberto Febeliano, afirma que, quando o assunto for levado para a diretoria, vai votar contra a participação no sorteio. "Essa não é a posição da Azul.
Mas o meu parecer é o de que, para três pares de slots, nem entramos no sorteio. Se for um só, então, não vamos nem cogitar. É ridículo montar uma estrutura num aeroporto caro como o de Congonhas para operar três voos por dia", afirma o executivo.
O presidente da WebJet, Wagner Ferreira, também descartou a participação da empresa se houver disponibilidade de apenas um par de vagas. "Para a WebJet, só seria economicamente viável montar uma operação em Congonhas com três pares de slots, e não com apenas um par", diz.
A esperança de mais slots em Congonhas para as empresas que ainda não operam no aeroporto reside num conjunto de regras da Anac para redistribuição de vagas em terminais concorridos que foi anunciado em outubro do ano passado, mas que está sendo revisado.
As normas apresentadas em 2008 preveem que, a cada dois anos, as companhias que já operam nos aeroportos saturado, como é o de Congonhas, cedam slots para as que não operam, conforme critérios de eficiência.
As medidas foram bombardeadas pelas empresas que já estão no aeroporto. A Anac informou que recebeu, durante a consulta pública das regras, sugestões "procedentes" e que, até o final deste ano, vai definir se elas terão de passar por uma nova consulta pública.
Santos Dumont
A Gol/Varig e a TAM vão operar apenas voos da ponte aérea no Aeroporto Santos Dumont, no Rio, nos meses de agosto e setembro.
Isso porque obras para aumentar a porosidade da pista principal do terminal (com 1.360 metros) vão limitar a operação de aviões de grande porte, com capacidade superior a 140 passageiros.
A reforma começa em agosto, com previsão de 60 dias de duração. Nesse período, será utilizada a pista auxiliar (1.260 metros). Por ser mais curta, ela exige um limite de peso do avião.
Fonte: jornal O Estado de São Paulo
23/06/2009
PANTANAL INGRESSA NA ABETAR

11/02/2009
Avião da Pantanal faz pouso técnico
Avião da Pantanal faz pouso técnico no Aeroporto de Viracopos
A aeronave partiu do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo e tinha como destino a cidade de MaríliaUm avião da empresa Pantanal fez um pouso técnico nesta segunda-feira (09), por volta das 9h, no Aeroporto Internacional de Viracopos. A aeronave partiu do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo e tinha como destino a cidade de Marília. A empresa informou que houve uma falha operacional, e que por questões de segurança a rota foi alternada para Campinas, pois não era possível retornar a São Paulo. Por isso é utilizado nesses casos uma rota alternativa onde Viracopos se enquadra.
A empresa afirmou também que não houve o pouso de emergência. Nesses casos é necessário a presença do Corpo de Bombeiros e uma equipe técnica. A rota alternada para Viracopos, segundo a empesa Pantanal, é normal, já que os aviões que partem de Congonhas não podem retornar ao aeroporto e por isso, são utilizadas outras pistas de menor movimento. Os passageiros desceram em Campinas e seguiram no mesmo voo para Marília que partiu da cidade às 17h.
A frota da Pantanal é composta por aeronaves ATR42 com capacidade para até para 50 passageiros, mas foram reconfiguradas para transportar apenas 45 passageiros. São fabricadas pelas empresas Aerospatiale, na França e Alenia na Itália, que participam do consórcio AIRBUS. Os ATR42 operados pela Pantanal são do modelo 320 e utilizam motores canadenses impulsionados por hélices.
Fonte: Cosmo On Line

