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SUA REVISTA ELETRÔNICA EM AVIAÇÃO [Your e-magazine of Aviation] VOAR NEWS AVIAÇÃO & DEFESA
06/12/2013
DEFESA & TECNOLOGIAS - EUA Testam "Super Drone" classificado como Ultra-Secreto em sua Base na Área 51
[foto:RTnews]
25/05/2013
DEFESA E TECNOLOGIA - Alemanha adquire sistemas anti-mísseis para aviões de transporte de autoridades V.I.P

14/12/2012
Boeing , EADS e Northrop Grumman abandonam a competição da USAF para novos helicópteros de resgate
29/05/2012
Dirigível da Northrop Grumman deve fazer seu primeiro voo em Junho
04/10/2010
Japão irá adquirir 3 UAVs Global Hawk
Japão irá adquirir 3 UAVs Global Hawk
O Ministério de Defesa do Japão está deliberando sobre a aquisição de três aeronaves não-tripuladas de reconhecimento Global Hawk, fabricados pela Northrop Grumman nos Estados Unidos, informaram fontes do ministério e das Forças de Auto-Defesa do Japão.
Com a compra de aeronaves Global Hawk, o Japão visa lidar com o crescente poderio militar chinês e os programas de mísseis balísticos e nucleares da Coreia do Norte, adicinaram as fontes.
O ministério espera redigir o plano de compra dentre de seu novo Programa de Defesa de Médio Prazo para os anos fiscais de 2011-2015, o qual será baseado no novo Programa de Defesa Nacional que o governo pretende adotar até o final desse ano.
fonte:Cavok/Foto:air-attack.com/video:Youtube.com
02/07/2010
Northrop Grumman fará REVO em UAVs
Concepção artística mostrando a operação de reabastecimento aéreo entre dois UAVs Global Hawk. (Foto: Northrop Grumman)
A DARPA anunciou a assinatura do contrato de US$ 33 milhões com a Northrop Grumman Corporation para demonstrar o reabstecimento aéreo entre dois veículos aéreos não tripulados Global Hawk da NASA.
O programa será desingado KQ-X
A Northrop Grumman modificará dois UAV para voos de longa duração em grandes altitudes (HALE), sendo uma aeronave equipada com sistema de reabastecimento “hose-and-drogue” para reabastecer a outra em voo.
O processo de reabastecimento aéreo será completado de forma autônoma.
“Demonstrar o reabastecimento de um UAV por outro será uma histórica marca,” disse Carl Johnson, vice presidente de Conceitos Avançados da Northrop Grumman Aerospace Systems.
“Ele adicionará o reabastecimento aéreo na lista de capacidades que podem ser efetuadas de forma autônoma pelos Global Hawks; isso abre as portas para uma grandiosa utilidade operacional expandida para os UAVs; e, como um benefício adicional, promete aumentar a segurança e confiabilidade do reabastecimento aéreo entre aeronaves tripuladas diminuindo a carga de trabalho dos pilotos.”
Existem vários aspectos revolucionários para o programa KQ-X. Não apenas o reabastecimento aéreo será autônomo, mas desde que os Global Hawks são HALE UAVs, eles também poderão executar as tarefas numa altitude muita mais alta do que anteriormente demonstrado com aeronaves tripuladas. Essa também será a primeira vez que aeronaves HALE UAVs voarão em formação.
“A importância do reabastecimento aéreo é evidente na forma como a aviação militar é dependente atualmente,” disse Jim McCormick, o gerente geral da DARPA para o KQ-X.
“Essa demonstração irá abrir um grande caminho futuro mostrando vantagens da realidade de uma nova geração de aeronaves não tripuladas.”
O trabalho de engenharia será realizado pelo Centro de Desenvolvimento de Sistemas Não-Tripulados da Northrop Grumman em Rancho Bernardo, California.
Os pilotos da NASA, NOAA, e Northrop Grumman voarão os Global Hawks do Centro de Pesquisas de Voo de Dryden da NASA na Base Aérea de Edwards, também na California.
A Sargent Fletcher, Inc. e a Sierra Nevada Corporation são os principais subcontratados do KQ-X.
Fonte:Cavok
08/05/2010
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21/04/2010
Irã anuncia modernização de seus "Persian Cats"
Caças F-14 'Persian Cat' da Força Aérea do Irã. (Foto: Nellen Mellen)
O Irã reparou e modernizou suas aeronaves de combate, incluindo os “sofisticados” caças F-14 Tomcat (Persian Cats, como são chamados no Irã), conforme informações de um oficial militar iraniano divulgadas nessa terça-feira, dia 20.
O Comandantes Representante da Força Aérea General Aziz Nasirzadeh disse numa entrevista a agência de notícias FNA que radares e novos motores fabricados no Irã foram instalados nos caças F-14 Tomcat, desenvolvidos na década de 70.
Ele disse que apesar da maioria dos caças possuir “design antigo”, todos seus componentes “incluindo sistemas e peças, foram otimizados e modernizados numa base regular do Irã.”
Ele também disse que os bombardeiros iranianos foram armados com “bombas inteligentes de 900 quilos fabricadas no Irã”, as Qassed (Mensageiras).
A Força Aérea do Irã havia anunciado em setembro que com sucesso havia lançado em testes as bombas Qassed 1 e 2 durante exercícios aéreos sobre o Golfo Pérsico e no Mar de Omã.
A frota iraniana de aeronaves Grumman F-14 Tomcat foi adquirida dos Estados Unidos durante o reino do último xá. Desde a Revolução Islâmica de 1979, o Irã está sob um embargo de armas dos EUA.
Os Estados Unidos anunciaram em janeiro de 2007 que a venda de peças sobressalentes de caças f-14 foram suspensas devido a preocupações de que essas poderiam acabar chegando ao Irã.
Fonte: RIA Novosti – Tradução: Cavok
15/04/2010
F-15C é modernizado com radar AESA
F-15C é modernizado com radar AESA
A modernização também inclui novo IFF e controle ambiental.
Nesta segunda-feira, 12 de abril, foi feito o “roll out” do primeiro F-15C operacional da Florida Air National Guard (Guarda Aérea Nacional da Flórida, estado dos EUA) equipado com um radar AESA (Active Electronically Scanned Array – varredura eletrônica ativa). A cerimônia, que teve a presença de representantes da Boeing, da USAF (Força Aérea dos EUA) e da ANG, foi realizada em Jacksonville, Flórida.
radar AESA
O radar instalado no F-15C é um Raytheon APG-63(V)3 AESA, que combina o software comprovado operacionalmente do radar APG-63(V)2, com o transmissor e receptor (hardware) do APG-79, empregado no F/A-18E/F Super Hornet. Segundo o informe da Boeing, trata-se de um AESA de alta confiabilidade e performance, cuja antena é 50 vezes mais confiável que o modelo de varredura mecânica que substitui nos F-15 da versão de combate aéreo.
O novo radar deve trazer grandes melhorias na consciência situacional do piloto, na procura de alvos além do alcance visual e na precisão das armas, assim como aprimorar a capacidade de encontrar e acompanhar alvos pequenos a baixa altitude, o que é importante nas missões de defesa aérea do país.
Outras modernizações para o F-15C, além do APG-63(V)3, incluem um data link entre caças, navegação por GPS, além do JHMCS (Joint Helmet Mounted Cueing System, a nova geração do sistema de visor / mira montada no capacete) que permite ao caça conduzir operações centradas em rede ao mesmo tempo em que emprega as mais novas armas ar-ar.
A Boeing foi contratada para modernizar 14 F-15C/D da ANG e 10 da USAF com o radar AESA.
APG-63(V)2
Os F-15C da Terceira Ala de Caças (3rd Fighter Wing) no Alasca foram os primeiros caças da USAF a usarem uma antena AESA com o radar APG-63(V)2.
A antena do radar do F-15 é um dos itens mais caros de manter.
A nova antena irá diminuir em muito a manutenção.
Os sistemas elétricos e hidráulicos foram removidos e passou a ter resfriamento líquido.
O problema é que manteve o processador que tem capacidade limitada.
O alcance em geral aumentou em cerca de 40% podendo detectar um alvo com RCS de um míssil cruise a 100 km comparado com 60 km do model anterior.
A Northrop Grumman foi contratada para projetar e construir o radar AN/APG-80 Agile Beam Radar que irá equipar os 80 caças F-16E/F Block 60 dos Emirados Árabes Unidos, substituindo o APG-68(V)9 com um radar AESA.
O radar usa tecnologia do F-35 com cerca de 1000 TRM e será integrado com os sensores infravermelhos AN/ASQ-28 IFTS (Internal FLIR and Targeting System) que usa o mesmo espaço, energia e refrigeração.
O AN/APG-80 ABR foi projetado inicialmente para futuras modernizações dos F-16 Block 40 e 50 da USAF e outros programas de modernização. O MTBF é de cerca de 500 horas contra 250 do APG-66/68.
AN/APG-79
O projeto do radar AN/APG-79 do F/A-18E/F iniciado em 1999 pela Raytheon Space and Airborne Systems (RSAS) junto com Boeing.A US Navy planeja comprar 411 radares e deve entra serviço em 2006 e deve ser instalado nos caças do Block 27 em 2005-06 e substituindo o APG-73 nos Block 26. Deverá ser a modernização mais importante do Super Hornet.
O novo radar dará aumento no alcance para 180km, quase dobro do atual e acompanhar até 20 alvos simultaneamente.O modo search-while-track cobrirá todas necessidades e piloto não tem que escolher modos. Poderá localizar alvos no ar e solo mais precisa, operando nos dois modos simultaneamente.
O novo radar terá maior resolução, maior capacidade de identificação e antena fixa que diminui o RCS. Os custos também serão menores.No modo ar-solo o AN/APG-79 terá modos SAR em tempo real enquanto o APG-73 não tem está capacidade. Este modo é ideal para indicar alvos para bombas guiadas por GPS (JDAM e JOWS).
O AN/APG-79 voou em junho de 2003 e atingiu todos os requerimentos.
O APG-79 tem 1.100 TRM. Foi chamado de AN/APG-73 RUG III inicialmente.
A antena é inclinada para cima para diminuir o RCS.
AN/APG-77
Em 1980 a USAF iniciou o programa Pave Pillar para desenvolver uma nova arquitetura de aviônicos avançados para produzir módulos de circuitos digitais.
Ao invés de gerenciarem sensores complexos que podem sobrecarregar o piloto com dados, o piloto se concentraria em voar e atingir os objetivos.
O F/A-22 Raptor seria a primeira aeronave a beneficiar desta tecnologia com processadores 100 vezes mais rápidos que os do F-15E Strike Eagle.
É um radar de varredura eletrônica AESA e não um radar de varredura passiva.
APG-77 tem forma elíptica com 1500 TRM. Cada TRM é um mini-radar do tamanho de um dedo de adulto pesando 15 grama e com potência de 4W. Cada um custa 500 dólares dependendo da quantidade encomendada.
O programa ATF tinha requisito inicial de um radar com grande campo de visão de 120 graus para cada lado do nariz com três radares e um IRST em cada raiz das asas com janelas facetadas.
Os radares laterais foram abandonados devido ao custo, e ficou com campo de visão imitado a 120 graus para frente.
O alcance é de cerca de 400km, quase próximo dos 480km do radar do E-3 AWACS.
Como o feixe pode varrer instantaneamente, ele não espalha radiação em todo o céu ao varrer de um alvo para o outro.
O sistema de potência também responde rápido e os modos LPI nunca usa mais potência que precisa.
Os radares convencionais emite pulsos de grande energia e banda estreita.
O radar muda o sinal de emissão em emissão em frequências aleatórias, o que é mais difícil de detectar (salto de frequência). Se inimigo detectar, então está no alcance e pode ser atacado.
Quando os múltiplos retornos são recebidos do alvo, o processador de sinal integra todos como um pulso de radar de alta energia.
O radar também pode ser usado para interferir se estiver próximo ao inimigo e evitar detecção, mas não tem capacidade de interferência a longa distância.
O modo ISAR usa a mudança Doppler causada pela mudança de posição do alvo em relação ao radar para criar uma imagem tridimensional alvo.
A imagem é comparada com um bando de dados para identificação positiva.
Os retornos que excedem o limitar, mas não são confirmados, ainda podem ser acompanhados até se tornarem um alvo.
Futuramente deverá receber modos de abertura sintética (SAR), Automatic Target Direct and Target Cueing e GMTI (Ground Moving Target Indication).
O tempo entre falhas (MTBF) do radar é de mais de 450 horas. Usa arquitetura aberta e tecnologia comercial (COTS).
Modos do APG-77. O APG-77 terá TRM comuns com o APG-81 do F035 JSF para reduzir custos. Isto deve acontecer por volta da configuração Block 5 configuração com modos ar-solo adicionais.
A Northrop Grumman Electronic Sensors and Systems Sector (ES3) recebeu um contrato de US$ 42 milhões de 4 anos para desenvolver um radar AESA para o F-35 JSF chamado Multifunction Integrated RF System/Multifunction Array (MIRFS/MFA), agora chamado de AN/APG-81.
A Lockheed e a Boeing também participam do projeto.
O AN/APG-81 usa processador COTS e módulo TRM único.
Os testes mostrou TRM sem falas em vários ambientes.
Deve melhorar custos logísticos e apoio em mais de 50%.
Após o ataque inicial as aeronaves invertem a posição. Um "trem" de F-35 poderia atacar um alvo com o de trás cobrindo o da frente com interferência.
Outra tática é um par de F-35 voando num padrão circular sobre território amigo de modo que um sempre esteja focado em um setor.
TRM do radar AN/APG-81.
Fonte:sistemadearmas/Poder Aéreo/videos Youtube.com
19/03/2010
F-5 USAF in Vietnã
F-5 USAF in Vietnã
A USAF é a força aérea que usou o F-5 por mais tempo que qualquer outra.
O primeiro F-5 foi entregue à USAF em 1964, onde começou a operar no 4441st Combat Crew Training Squadron.
Essa unidade era usada para treinar os pilotos estrangeiros das forças aéreas que estavam recebendo o F-5 Freedom Fighter pelo MAP (Military Assistance Program).
Em 1965, a USAF solicitou ao DoD a autorização para avaliar o F-5 em combate, cuja programa acabou sendo conhecido como Operação “Skoshi Tiger”.
O treinamento do pessoal e as modificações nos F-5A foram feitas em 3 meses e em 20 de outubro de 1965, 12 caças F-5 partiram da Base Aérea de Williams para o Vietnã do Sul.
Eles cruzaram o Pacífico acompanhados por aviões-tanque KC-135 e depois de descansarem nas bases Hickan e Anderson, chegaram a Bien Hoa no dia 23.
Os F-5 voaram a primeira missão de combate cinco horas depois da chegada no Teatro de Operações.
As missões realizadas durante a avaliação incluíram apoio aéreo aproximado, interdição, reconhecimento armado, supressão de fogo antiaéreo e escolta de aeronaves.
Eles também fizeram missões MiG CAP, mas infelizmente, não encontraram nenhum MiG.
A maioria das missões foi realizada com o lançamento de bombas de 500 e 750 libras, com cargas de 908 a 1.362kg, contra alvos a 180 milhas náuticas (333km) de distância, sem reabastecimento em voo (REVO). Missões sobre o Laos e Vietnã do Norte precisaram de REVO.
O F-5 foi muito elogiado e considerado o menos vulnerável da zona de combate. Foi o avião com maior disponibilidade para o voo e o que exigia o menor número de homens hora para manutenção.
Foram voadas 62,5h por aeronave mensalmente, com 11,9 homens/h de manutenção no início da avaliação e 6,5 homens/h no final da avaliação.
O recorde de tempo para troca de motor em campo foi batido, com a marca de 1h e 15min para remoção, substituição e teste de voo.
Durante a avaliação, os F-5 voaram mais de 3.500 sortidas, registrando mais de 4.000h de voo em combate. Dois F-5 foram abatidos pelo fogo antiaéreo.
O desempenho marcante do F-5 no Vietnã levou a USAF a estudar uma nova versão, que acabou se tornando o F-5E Tiger II.
Fonte:Poder Aereo
01/10/2009
T-38 pode ter substituto inédito
T-38 pode ter substituto inédito
Boeing planeja criar novo treinador avançado para a USAF
Depois de mais de 50 anos em operação, a USAF, enfim, iniciará a concorrência para substituir o T-38 Talon, treinador avançado construído pela Northrop-Grumman.
O programa batizado de T-X prevê a substituição dos cerca de 550 T-38 com o primeiro esquadrão operacional até 2017.
T 50 Lockheed Martin
Originalmente, apenas dois aparelhos pareciam ser capazes de cumprir os requisitos, o italiano M-346, da Alenia Aermacchi, e o sul-coreano T-50, construído com participação da Lockheed Martin.
Mas agora a Boeing teria se interessado pela concorrência e estaria planejando criar um jato novo para participar da disputa
A deixa para a criação de um novo avião seria o fato de a USAF preferir um modelo nacional em detrimento de um estrangeiro por mais que haja parceiros norte-americanos.
A Boeing até conversa com a Alenia para participar do M-346, mas a possibilidade de fornecer até 500 aviões para a força aéreas americana, sem falar na possibilidade de substituir os T-45 Goshwak da marinha e de poder desenvolver uma versão de ataque leve, literalmente um F-5 Tiger II do século 21.
20/07/2009
B-2 completa 20 anos
Bombardeiro B-2 completa 20 anos
Primeiro voo do avião stealth ocorreu em 17 de julho de 1989
Por Redação
Um marco na aviação ocorreu há exatos 20 anos na base aérea da USAF em Palmdale, na Califórnia. O mais caro avião já construído decolou de lá para seu primeiro voo. Estamos falando do B-2, da Northrop Grumman, o bombardeiro stealth que, na época da sua construção, custava mais de US$ 1 bilhão por exemplar.
O aparelho era um mistério até então e ninguém fazia ideia de seu formato, uma asa voadora sem empenagem que era o sonho do fundador da Northrop.
Surgido ainda na Guerra Fria, o B-2 acabou mudando seu papel e hoje tem participado das ações no Oriente Médio como bombardeiro de precisão. Apenas 20 aeronaves estão operacionais sendo uma delas para treinamento. A base aérea que abriga o “Spirit of America”, como também é chamado, é a Whiteman
Para comemorar a data, a USAF promoveu uma festa com os funcionários e oficiais em Palmdale que contou até com uma motocicleta customizada pela famosa oficina “American Chopper”, do programa de TV.
Fonte:Airway online
Video:youtube.com
12/07/2009
Alta tecnologia poderia ter revertido 2ª Guerra
Alta tecnologia poderia ter revertido os resultados da segunda guerra.
Através de moldes e partes remanescentes do Ho 2-29, a equipe de engenheiros construiu uma réplica em tamanho real do bombardeio. O projeto custou 154.000 libras e levou 10 semanas para ser concluído. Todo o processo é descrito em um documentário da National Geographic Channel, que pode ser visto, em inglês, através do site da emissora.
O Ho 2-29, cuja réplica é incapaz de voar, não é completamente invisível a radares, mas foi o primeiro avião a utilizar a chamada "tecnologia furtiva", hoje empregada nos famosos bombardeiros B-2 americanos. Ele foi solicitado em 1943 pelo chefe da Luftwaffe (a Força Aérea alemã), Hermann Goering, interessado em algo que atendesse aos requisitos "1.000, 1.000, 1.000", ou seja, que carregasse 1.000 quilos por 1.000 quilômetros e a uma velocidade de 1.000 quilômetros por hora.
Videos :Youtube.com
10/07/2009
Hawkeye entra em nova fase de testes
Novo Hawkeye entra em nova fase de testes
Avião radar E-2D da marinha do Estados Unidos recebeu sistema mais avançado
Por Redação
O venerável E-2 Hawkeye, da Northrop Grumman, avião radar que faz parte dos esquadrões embarcados da US Navy, a marinha norte-americana, deverá estender o seu já longo período operacional.
Uma nova versão do aparelho, E-2D, está em testes e deve avançar para uma nova fase nos próximos dias, assim que o segundo protótipo chegar à estação naval de Patuxent River.
A partir daí, o Hawkeye iniciará a fase de testes operacionais e avaliação e, mais para a frente, os primeiros testes embarcados visando sua entrada em operação.
29/06/2009
novo Global Hawk
Aeronave não-tripulada ficou famosa nas guerras do Oriente Médio
Por Redação
Video:Youtube.com
A Northrop Grumman apresentou na semana passada a 4ª geração do Global Hawk, designado RQ-4 Block 40. O aparelho não tripulado é hoje o mais avançado em operação no mundo.
Northrop Grumman Global Hawk Block 40
A maior novidade do avião é o sensor MP-RTIP que transporta o sistema AESA, capaz de operar em qualquer tempo com seus radares de abertura sintética, mapeamento do solo e acompanhamento de alvos móveis.
04/02/2009
Upgrade do radar do B-2 entra em produção
Upgrade do radar do B-2 entra em produção
Bombardeiro stealth terá nova antena de radar do tipo AESA e núcleo de processamento de sinal
Por Hercules Araujo
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O contrato premia um esforço de cinco anos no desenvolvimento da modernização do radar do B-2 para um modelo AESA - active electronically scanned array em uma nova frequência que deve ter início de produção nos próximos dias.
A assinatura do contrato também indica que a Northrop reprojetou o monitor do radar que ainda requer uns anos extras para ser completado.
A USAF não comentou porque o reprojeto foi necessário. Funcionários da Northrop não foram autorizados a comentar sobre o anúncio da assinatura do contrato com a USAF.
A USAF quer a modernização das antenas do B-2 porque a atual frequência do radar de bordo da aeronave foi redesenhada para uso civil. A nova antena AESA é uma modernização, mas as capacidades do radar continuam as mesmas menos o processador que também será modernizado.
Fontes:http://www.youtube.com/watch?v=BZAcEK-qobU
:http://airway.uol.com.br/
Radares AESA americanos podem ter mais facilidades
Radares AESA americanos podem ter mais facilidades para vendas
O DoD do novo governo americano está mais flexível com informações pedidas de propensos clientes sobre os novos radares
Por Hercules Araujo
Video:Youtube.com
A empresa continua a desenvolver o novo sensor AESA – o Scaleable Agile Beam Radar (SABR) – para fornecer modernização ao mercado de F-16.
A fase de dois anos de validação culminaram no fim do ano passado com a finalização dos voos te testes a bordo de um jato Sabreliner modificado com um radome e controles instalados no cockpit.
A Northrop e a USAF estão em processo de seleção de um modelo avançado para o F-16 que está sendo testado como versões iniciais de produção do SABR.
Os voos de ensaios são esperados para ser realizados antes do final do ano.
Versões mais recentes do F-16 como os blocos 50/52 devem ser modernizadas em função das limitações de integração do novo radar com as antigas versões.
Nunca um F-16 transportou tantas caixas de aviônicos, necessitando de mais fornecimento de energia ao pacote além de sistema de resfriamento para estes sistemas.
O Northrop SABR é um quase solitário competidor a não ser seu concorrente Raytheon Advanced Combat Radar que também está sendo oferecido para a modernização dos F-16 com uma eventual entrada da Lockheed.
Northrop Grumman tem prejuízo
| Northrop Grumman tem prejuízo de US$ 2,53 bi |
| A Northrop Grumman, uma das maiores fabricantes do setor aeroespacial dos Estados Unidos, divulgou que registrou prejuízo de US$ 2,53 bilhões por operações continuadas no quarto trimestre de 2008. No mesmo período do ano anterior, a fabricante reportou um lucro de US$ 457 milhões. No acumulado dos dozes meses de 2008, a perda foi de US$ 1,281 bilhão. |
Autoria:Aironline
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