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06/12/2013

DEFESA & TECNOLOGIAS - EUA Testam "Super Drone" classificado como Ultra-Secreto em sua Base na Área 51


EUA Testam "Super Drone" classificado como Ultra-Secreto em sua Base na Área 51

RQ-180 (Image from diydrones.ning.com)
[foto:RTnews]

 O Super Drone terá capacidade Stealth e eficiência superiores A Força Aérea dos EUA (USAF) está testando um grande "Super Drone" em sua base secreta para testes ,a Área 51 , O "Super Drone" supera todas as aeronaves não tripuladas (UCAV) atualmente utilizadas em termos de eficiência e discrição aerodinâmica (Stealth - ou Baixa assinatura radar) ,informa um relatório da mídia nos EUA. 

25/05/2013

DEFESA E TECNOLOGIA - Alemanha adquire sistemas anti-mísseis para aviões de transporte de autoridades V.I.P


Alemanha adquire sistemas anti-mísseis para aviões de transporte de autoridades V.I.P

[foto:sbctonline.blogspot.com]

 Alemanha adquiriu dois sistemas anti-mísseis Northrop Grumman para aeronaves VIP A319CJ Airbus da Luftwaffe por US $ 26 milhões.

14/12/2012

Boeing , EADS e Northrop Grumman abandonam a competição da USAF para novos helicópteros de resgate


Boeing , EADS e Northrop Grumman abandonam a competição da USAF para novos helicópteros de resgate

[foto:blackfive.net]

 Três fabricantes, EADS, Boeing e Northrop Grumman, decidiram não participar no concurso para o fornecimento de 112 novos helicópteros de resgate em combate (CRH – Combat Rescue Helicopter) para Força Aérea dos EUA avaliado em US$ 6,8 bilhões.

29/05/2012

Dirigível da Northrop Grumman deve fazer seu primeiro voo em Junho


Dirigível da Northrop Grumman deve fazer seu primeiro voo em Junho

O dirigível remotamente pilotado de 300 pés de comprimento e 70 metros de altura, o LEMV (Long Endurance Multi-Intelligence Vehicle) da Northrop Grumman, está programado para voar pela primeira vez no início de junho, em Lakehurst, Nova Jersey. 


04/10/2010

Japão irá adquirir 3 UAVs Global Hawk

Japão irá adquirir 3 UAVs Global Hawk

http://files.air-attack.com/MIL/globalhawk/rq-4n_20070716.jpg

O Ministério de Defesa do Japão está deliberando sobre a aquisição de três aeronaves não-tripuladas de reconhecimento Global Hawk, fabricados pela Northrop Grumman nos Estados Unidos, informaram fontes do ministério e das Forças de Auto-Defesa do Japão.

Com a compra de aeronaves Global Hawk, o Japão visa lidar com o crescente poderio militar chinês e os programas de mísseis balísticos e nucleares da Coreia do Norte, adicinaram as fontes.

O ministério espera redigir o plano de compra dentre de seu novo Programa de Defesa de Médio Prazo para os anos fiscais de 2011-2015, o qual será baseado no novo Programa de Defesa Nacional que o governo pretende adotar até o final desse ano.

fonte:Cavok/Foto:air-attack.com/video:Youtube.com

02/07/2010

Northrop Grumman fará REVO em UAVs

Northrop Grumman fará REVO em UAVs

Concepção artística mostrando a operação de reabastecimento aéreo entre dois UAVs Global Hawk. (Foto: Northrop Grumman)

A DARPA anunciou a assinatura do contrato de US$ 33 milhões com a Northrop Grumman Corporation para demonstrar o reabstecimento aéreo entre dois veículos aéreos não tripulados Global Hawk da NASA.

O programa será desingado KQ-X

A Northrop Grumman modificará dois UAV para voos de longa duração em grandes altitudes (HALE), sendo uma aeronave equipada com sistema de reabastecimento “hose-and-drogue” para reabastecer a outra em voo.

O processo de reabastecimento aéreo será completado de forma autônoma.

“Demonstrar o reabastecimento de um UAV por outro será uma histórica marca,” disse Carl Johnson, vice presidente de Conceitos Avançados da Northrop Grumman Aerospace Systems.

“Ele adicionará o reabastecimento aéreo na lista de capacidades que podem ser efetuadas de forma autônoma pelos Global Hawks; isso abre as portas para uma grandiosa utilidade operacional expandida para os UAVs; e, como um benefício adicional, promete aumentar a segurança e confiabilidade do reabastecimento aéreo entre aeronaves tripuladas diminuindo a carga de trabalho dos pilotos.”

Existem vários aspectos revolucionários para o programa KQ-X. Não apenas o reabastecimento aéreo será autônomo, mas desde que os Global Hawks são HALE UAVs, eles também poderão executar as tarefas numa altitude muita mais alta do que anteriormente demonstrado com aeronaves tripuladas. Essa também será a primeira vez que aeronaves HALE UAVs voarão em formação.

“A importância do reabastecimento aéreo é evidente na forma como a aviação militar é dependente atualmente,” disse Jim McCormick, o gerente geral da DARPA para o KQ-X.

“Essa demonstração irá abrir um grande caminho futuro mostrando vantagens da realidade de uma nova geração de aeronaves não tripuladas.”

O trabalho de engenharia será realizado pelo Centro de Desenvolvimento de Sistemas Não-Tripulados da Northrop Grumman em Rancho Bernardo, California.

Os pilotos da NASA, NOAA, e Northrop Grumman voarão os Global Hawks do Centro de Pesquisas de Voo de Dryden da NASA na Base Aérea de Edwards, também na California.

A Sargent Fletcher, Inc. e a Sierra Nevada Corporation são os principais subcontratados do KQ-X.


Fonte:Cavok

08/05/2010

Conheça o"EODAS"

Conheça o Electro Optical Distributed Aperture System (EODAS)

A Tecnologia a Frente em qualquer situação





Fonte:Contribuiu para a Matéria :Fernando Marinho

21/04/2010

Irã anuncia modernização de seus "Persian Cats"

Irã anuncia modernização de seus "Persian Cats"

الإسلام من الله والله دائما سبحانه وتعالى

Caças F-14 'Persian Cat' da Força Aérea do Irã. (Foto: Nellen Mellen)


O Irã reparou e modernizou suas aeronaves de combate, incluindo os “sofisticados” caças F-14 Tomcat (Persian Cats, como são chamados no Irã), conforme informações de um oficial militar iraniano divulgadas nessa terça-feira, dia 20.

O Comandantes Representante da Força Aérea General Aziz Nasirzadeh disse numa entrevista a agência de notícias FNA que radares e novos motores fabricados no Irã foram instalados nos caças F-14 Tomcat, desenvolvidos na década de 70.

Dois caças F-14 da Força Aérea Iraniana já com o novo radar fabricado no Irã.

Ele disse que apesar da maioria dos caças possuir “design antigo”, todos seus componentes “incluindo sistemas e peças, foram otimizados e modernizados numa base regular do Irã.”

Ele também disse que os bombardeiros iranianos foram armados com “bombas inteligentes de 900 quilos fabricadas no Irã”, as Qassed (Mensageiras).

A Força Aérea do Irã havia anunciado em setembro que com sucesso havia lançado em testes as bombas Qassed 1 e 2 durante exercícios aéreos sobre o Golfo Pérsico e no Mar de Omã.

A frota iraniana de aeronaves Grumman F-14 Tomcat foi adquirida dos Estados Unidos durante o reino do último xá. Desde a Revolução Islâmica de 1979, o Irã está sob um embargo de armas dos EUA.

Os Estados Unidos anunciaram em janeiro de 2007 que a venda de peças sobressalentes de caças f-14 foram suspensas devido a preocupações de que essas poderiam acabar chegando ao Irã.

Fonte: RIA Novosti – Tradução: Cavok

15/04/2010

F-15C é modernizado com radar AESA

F-15C é modernizado com radar AESA

http://www.456fis.org/The%20F-15/f-15c-1999407f15lakenh%5B1%5D.jpg

Nesta segunda-feira, 12 de abril, foi feito o “roll out” do primeiro F-15C operacional da Florida Air National Guard (Guarda Aérea Nacional da Flórida, estado dos EUA) equipado com um radar AESA (Active Electronically Scanned Array – varredura eletrônica ativa). A cerimônia, que teve a presença de representantes da Boeing, da USAF (Força Aérea dos EUA) e da ANG, foi realizada em Jacksonville, Flórida.

http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2009/09/radar-f-15e-foto-raytheon.jpg

radar AESA

O radar instalado no F-15C é um Raytheon APG-63(V)3 AESA, que combina o software comprovado operacionalmente do radar APG-63(V)2, com o transmissor e receptor (hardware) do APG-79, empregado no F/A-18E/F Super Hornet. Segundo o informe da Boeing, trata-se de um AESA de alta confiabilidade e performance, cuja antena é 50 vezes mais confiável que o modelo de varredura mecânica que substitui nos F-15 da versão de combate aéreo.

O novo radar deve trazer grandes melhorias na consciência situacional do piloto, na procura de alvos além do alcance visual e na precisão das armas, assim como aprimorar a capacidade de encontrar e acompanhar alvos pequenos a baixa altitude, o que é importante nas missões de defesa aérea do país.

Outras modernizações para o F-15C, além do APG-63(V)3, incluem um data link entre caças, navegação por GPS, além do JHMCS (Joint Helmet Mounted Cueing System, a nova geração do sistema de visor / mira montada no capacete) que permite ao caça conduzir operações centradas em rede ao mesmo tempo em que emprega as mais novas armas ar-ar.

A Boeing foi contratada para modernizar 14 F-15C/D da ANG e 10 da USAF com o radar AESA.



Radares AESA Americanos
APG-63(V)2

Os F-15C da Terceira Ala de Caças (3rd Fighter Wing) no Alasca foram os primeiros caças da USAF a usarem uma antena AESA com o radar APG-63(V)2.

Este radar tem cerca de 1500 TRM e não precisa de unidades de substituição em linha (LRU) o que facilita a manutenção. O sistema de apontar antena era principal fonte de problemas.

A antena do radar do F-15 é um dos itens mais caros de manter.

A nova antena irá diminuir em muito a manutenção.

Os sistemas elétricos e hidráulicos foram removidos e passou a ter resfriamento líquido.

O problema é que manteve o processador que tem capacidade limitada.

O alcance em geral aumentou em cerca de 40% podendo detectar um alvo com RCS de um míssil cruise a 100 km comparado com 60 km do model anterior.

A Northrop Grumman foi contratada para projetar e construir o radar AN/APG-80 Agile Beam Radar que irá equipar os 80 caças F-16E/F Block 60 dos Emirados Árabes Unidos, substituindo o APG-68(V)9 com um radar AESA.

O radar usa tecnologia do F-35 com cerca de 1000 TRM e será integrado com os sensores infravermelhos AN/ASQ-28 IFTS (Internal FLIR and Targeting System) que usa o mesmo espaço, energia e refrigeração.


O AN/APG-80 ABR foi projetado inicialmente para futuras modernizações dos F-16 Block 40 e 50 da USAF e outros programas de modernização. O MTBF é de cerca de 500 horas contra 250 do APG-66/68.

AN/APG-79

O projeto do radar AN/APG-79 do F/A-18E/F iniciado em 1999 pela Raytheon Space and Airborne Systems (RSAS) junto com Boeing.


A US Navy planeja comprar 411 radares e deve entra serviço em 2006 e deve ser instalado nos caças do Block 27 em 2005-06 e substituindo o APG-73 nos Block 26. Deverá ser a modernização mais importante do Super Hornet.


O novo radar dará aumento no alcance para 180km, quase dobro do atual e acompanhar até 20 alvos simultaneamente.

O modo search-while-track cobrirá todas necessidades e piloto não tem que escolher modos. Poderá localizar alvos no ar e solo mais precisa, operando nos dois modos simultaneamente.

O novo radar terá maior resolução, maior capacidade de identificação e antena fixa que diminui o RCS. Os custos também serão menores.

No modo ar-solo o AN/APG-79 terá modos SAR em tempo real enquanto o APG-73 não tem está capacidade. Este modo é ideal para indicar alvos para bombas guiadas por GPS (JDAM e JOWS).

O AN/APG-79 voou em junho de 2003 e atingiu todos os requerimentos.


O APG-79 tem 1.100 TRM. Foi chamado de AN/APG-73 RUG III inicialmente.


A antena é inclinada para cima para diminuir o RCS.


O APG-79 tem capacidade multifuncional.

AN/APG-77

Em 1980 a USAF iniciou o programa Pave Pillar para desenvolver uma nova arquitetura de aviônicos avançados para produzir módulos de circuitos digitais.

Com isto seria possível que os sistemas de navegação, comunicações, sensores e armas e subsistema de gerenciamento interagir um com o outro em uma LAN.


Isto permitiria que informações processadas sejam apresentadas para tripulação quando necessárias.

Ao invés de gerenciarem sensores complexos que podem sobrecarregar o piloto com dados, o piloto se concentraria em voar e atingir os objetivos.

O F/A-22 Raptor seria a primeira aeronave a beneficiar desta tecnologia com processadores 100 vezes mais rápidos que os do F-15E Strike Eagle.


Uma das peças deste programa era o radar AN/APG-77 projetado pela Northrop/Grumman e Texas Instruments (agora parte da Raytheon TI System) com divisão trabalho em 60%/40%.

A Northrop-Grumman é responsável pelo projeto do sensor, software e integração. Os teste de engenharia foram iniciado em 1995.

O primeiro radar voou no Boeing 757 de testes em 1999 e depois no F-22.


O APG-77 é o sensor primário do F-22. Será um dos sensores da aeronave junto com RWR e sistemas de Guerra Eletrônica com os dados mostrados fundidos nos mostradores multifuncionais na cabine.

É um radar de varredura eletrônica AESA e não um radar de varredura passiva.




APG-77 tem forma elíptica com 1500 TRM. Cada TRM é um mini-radar do tamanho de um dedo de adulto pesando 15 grama e com potência de 4W. Cada um custa 500 dólares dependendo da quantidade encomendada.


Os TRM permitem eliminar a maioria das partes mecânicas que estavam presentes radares anteriores. Isto diminui o RCS, aumenta a agilidade de frequência e permite operar numa banda maior.
O programa ATF tinha requisito inicial de um radar com grande campo de visão de 120 graus para cada lado do nariz com três radares e um IRST em cada raiz das asas com janelas facetadas.

Os radares laterais foram abandonados devido ao custo, e ficou com campo de visão imitado a 120 graus para frente.


O radar é capaz de varrer 120 graus instantaneamente com feixes múltiplos em seis barras de 1,5 graus em altitude que mudam instantaneamente enquanto o APG-70 do F-15 leva 14 segundos para cobrir esta área.
O alcance é de cerca de 400km, quase próximo dos 480km do radar do E-3 AWACS.


O processador permite realizar agilidade do feixe - o feixe muda de direção e forma. São 18 modos que mudam rapidamente e são coexistentes.


As técnicas de baixa probabilidade de interceptação (LPI) são vários.

Como o feixe pode varrer instantaneamente, ele não espalha radiação em todo o céu ao varrer de um alvo para o outro.

O sistema de potência também responde rápido e os modos LPI nunca usa mais potência que precisa.


O pico de potência é de megawats e pode concentrar muita potência no alvo em curto espaço de tempo, coletar dados antes do sistema de guerra eletrônica e RWR do alvo possa responder.

Os radares convencionais emite pulsos de grande energia e banda estreita.

O radar muda o sinal de emissão em emissão em frequências aleatórias, o que é mais difícil de detectar (salto de frequência). Se inimigo detectar, então está no alcance e pode ser atacado.

Os feixes e radar de baixa energia são transmitidos em uma banda larga (espalhamento de frequência).

Quando os múltiplos retornos são recebidos do alvo, o processador de sinal integra todos como um pulso de radar de alta energia.


O radar também pode ser usado para interferir se estiver próximo ao inimigo e evitar detecção, mas não tem capacidade de interferência a longa distância.

O radar pode usar modos avançados para identificar alvos não cooperativos a longa distancia (NCTR). O radar tem capacidade de formar imagem alta resolução do alvo com modo ISAR.

O modo ISAR usa a mudança Doppler causada pela mudança de posição do alvo em relação ao radar para criar uma imagem tridimensional alvo.

A imagem é comparada com um bando de dados para identificação positiva.


No modo "track before detect" o limiar pode ser determinado a um nível pequeno o suficiente para pegar um alarme falso como um alvo genuíno. Quando o radar encontra um alvo suspeito o feixe se concentra no contato e confirma se é ou não um alvo valido.

Os retornos que excedem o limitar, mas não são confirmados, ainda podem ser acompanhados até se tornarem um alvo.



Futuramente deverá receber modos de abertura sintética (SAR), Automatic Target Direct and Target Cueing e GMTI (Ground Moving Target Indication).

O tempo entre falhas (MTBF) do radar é de mais de 450 horas. Usa arquitetura aberta e tecnologia comercial (COTS).



APG-77 em uma camera anecóica.


Modos do APG-77. O APG-77 terá TRM comuns com o APG-81 do F035 JSF para reduzir custos. Isto deve acontecer por volta da configuração Block 5 configuração com modos ar-solo adicionais.


AN/APG-81

A Northrop Grumman Electronic Sensors and Systems Sector (ES3) recebeu um contrato de US$ 42 milhões de 4 anos para desenvolver um radar AESA para o F-35 JSF chamado Multifunction Integrated RF System/Multifunction Array (MIRFS/MFA), agora chamado de AN/APG-81.

A Lockheed e a Boeing também participam do projeto.

O AN/APG-81 usa processador COTS e módulo TRM único.

O AN/APG-81 já foi testado em vários modos operacionais desde 1998 no BAC 1-11.

Os testes mostrou TRM sem falas em vários ambientes.

Deve melhorar custos logísticos e apoio em mais de 50%.

O radar do F-35 é mais ambicioso que o APG-77 do F/A-22 devendo custar metade do preço (tem cerca de 1200 TRM contra 1500 do F-22), ser duas vezes mais confiavel e terá modos ar superfície.

O APG-77 poderá criar mapas 16 vezes o tamanho dos atuais para vigilância de área grande e designação de alvos.


O APG-81 poderá ser usado para detectar e interferir em radares sendo difícil dizer onde começa o radar e inicia um sistema de guerra eletrônica.

Está sendo estudado o uso dos modos de guerra eletrônica para cobertura.

Um par de caças F-35 age como uma equipe, com um acima e atras para interferir nos radares inimigos. O AN/APG-81 tem campo de visão pequeno e aeronave interferidora tem que estar a vários quilômetros atras para cobrir as estações de radar no solo em potencial.

Após o ataque inicial as aeronaves invertem a posição. Um "trem" de F-35 poderia atacar um alvo com o de trás cobrindo o da frente com interferência.

Outra tática é um par de F-35 voando num padrão circular sobre território amigo de modo que um sempre esteja focado em um setor.



TRM do radar AN/APG-81.


Fonte:sistemadearmas/Poder Aéreo/videos Youtube.com


19/03/2010

F-5 USAF in Vietnã

F-5 USAF in Vietnã



1960's

A USAF é a força aérea que usou o F-5 por mais tempo que qualquer outra.

O primeiro F-5 foi entregue à USAF em 1964, onde começou a operar no 4441st Combat Crew Training Squadron.


Essa unidade era usada para treinar os pilotos estrangeiros das forças aéreas que estavam recebendo o F-5 Freedom Fighter pelo MAP (Military Assistance Program).

Em 1965, a USAF solicitou ao DoD a autorização para avaliar o F-5 em combate, cuja programa acabou sendo conhecido como Operação “Skoshi Tiger”.

O treinamento do pessoal e as modificações nos F-5A foram feitas em 3 meses e em 20 de outubro de 1965, 12 caças F-5 partiram da Base Aérea de Williams para o Vietnã do Sul.

Eles cruzaram o Pacífico acompanhados por aviões-tanque KC-135 e depois de descansarem nas bases Hickan e Anderson, chegaram a Bien Hoa no dia 23.

Os F-5 voaram a primeira missão de combate cinco horas depois da chegada no Teatro de Operações.

As missões realizadas durante a avaliação incluíram apoio aéreo aproximado, interdição, reconhecimento armado, supressão de fogo antiaéreo e escolta de aeronaves.

Eles também fizeram missões MiG CAP, mas infelizmente, não encontraram nenhum MiG.

F-5 Skoshi Tiger

A maioria das missões foi realizada com o lançamento de bombas de 500 e 750 libras, com cargas de 908 a 1.362kg, contra alvos a 180 milhas náuticas (333km) de distância, sem reabastecimento em voo (REVO). Missões sobre o Laos e Vietnã do Norte precisaram de REVO.

O F-5 foi muito elogiado e considerado o menos vulnerável da zona de combate. Foi o avião com maior disponibilidade para o voo e o que exigia o menor número de homens hora para manutenção.

Foram voadas 62,5h por aeronave mensalmente, com 11,9 homens/h de manutenção no início da avaliação e 6,5 homens/h no final da avaliação.

O recorde de tempo para troca de motor em campo foi batido, com a marca de 1h e 15min para remoção, substituição e teste de voo.

Durante a avaliação, os F-5 voaram mais de 3.500 sortidas, registrando mais de 4.000h de voo em combate. Dois F-5 foram abatidos pelo fogo antiaéreo.

O desempenho marcante do F-5 no Vietnã levou a USAF a estudar uma nova versão, que acabou se tornando o F-5E Tiger II.

Three F-5A aircraft, armed with 750 pound bombs, shown in the  revetment area at Bien Hoa Air Base, Republic of Vietnam, Jan. 31, 1966.   (U.S. Air Force photo)




Fonte:Poder Aereo

01/10/2009

T-38 pode ter substituto inédito

T-38 pode ter substituto inédito

Boeing planeja criar novo treinador avançado para a USAF

USAF

Northrop Grumman T-38 Talon

Northrop Grumman T-38 Talon

Depois de mais de 50 anos em operação, a USAF, enfim, iniciará a concorrência para substituir o T-38 Talon, treinador avançado construído pela Northrop-Grumman.

O programa batizado de T-X prevê a substituição dos cerca de 550 T-38 com o primeiro esquadrão operacional até 2017.

T 50 Lockheed Martin

Originalmente, apenas dois aparelhos pareciam ser capazes de cumprir os requisitos, o italiano M-346, da Alenia Aermacchi, e o sul-coreano T-50, construído com participação da Lockheed Martin.

Mas agora a Boeing teria se interessado pela concorrência e estaria planejando criar um jato novo para participar da disputa

A deixa para a criação de um novo avião seria o fato de a USAF preferir um modelo nacional em detrimento de um estrangeiro por mais que haja parceiros norte-americanos.

File:T-45 Goshawk(080202-N-7241L-054).jpg

File:T-45 Goshawk Landing.JPEG
T-45 Goshwak





A Boeing até conversa com a Alenia para participar do M-346, mas a possibilidade de fornecer até 500 aviões para a força aéreas americana, sem falar na possibilidade de substituir os T-45 Goshwak da marinha e de poder desenvolver uma versão de ataque leve, literalmente um F-5 Tiger II do século 21.

As propostas para o T-X devem ser finalizadas até o início de 2011 e as primeiras entregas acontecendo em 2014.


20/07/2009

B-2 completa 20 anos

Bombardeiro B-2 completa 20 anos

Primeiro voo do avião stealth ocorreu em 17 de julho de 1989

Nothrop Grumman B-2

Nothrop Grumman B-2

Por Redação

Um marco na aviação ocorreu há exatos 20 anos na base aérea da USAF em Palmdale, na Califórnia. O mais caro avião já construído decolou de lá para seu primeiro voo. Estamos falando do B-2, da Northrop Grumman, o bombardeiro stealth que, na época da sua construção, custava mais de US$ 1 bilhão por exemplar.

O aparelho era um mistério até então e ninguém fazia ideia de seu formato, uma asa voadora sem empenagem que era o sonho do fundador da Northrop.

Surgido ainda na Guerra Fria, o B-2 acabou mudando seu papel e hoje tem participado das ações no Oriente Médio como bombardeiro de precisão. Apenas 20 aeronaves estão operacionais sendo uma delas para treinamento. A base aérea que abriga o “Spirit of America”, como também é chamado, é a Whiteman

Para comemorar a data, a USAF promoveu uma festa com os funcionários e oficiais em Palmdale que contou até com uma motocicleta customizada pela famosa oficina “American Chopper”, do programa de TV.


Fonte:Airway online

Video:youtube.com

12/07/2009

Alta tecnologia poderia ter revertido 2ª Guerra

Alta tecnologia poderia ter revertido os resultados da segunda guerra.


PHOTOS:


Os nazistas chegaram perto de desenvolver um bombardeiro invisível a radares que poderia ter mudado o curso da história. A conclusão é de um grupo de engenheiros da Northop-Grumman, conhecida fabricante de materiais bélicos, que conseguiu reconstruir o Ho 2-29, protótipo de um bombardeiro alemão do final da II Guerra Mundial.

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Através de moldes e partes remanescentes do Ho 2-29, a equipe de engenheiros construiu uma réplica em tamanho real do bombardeio. O projeto custou 154.000 libras e levou 10 semanas para ser concluído. Todo o processo é descrito em um documentário da National Geographic Channel, que pode ser visto, em inglês, através do site da emissora.

PHOTOS:





O Ho 2-29, cuja réplica é incapaz de voar, não é completamente invisível a radares, mas foi o primeiro avião a utilizar a chamada "tecnologia furtiva", hoje empregada nos famosos bombardeiros B-2 americanos. Ele foi solicitado em 1943 pelo chefe da Luftwaffe (a Força Aérea alemã), Hermann Goering, interessado em algo que atendesse aos requisitos "1.000, 1.000, 1.000", ou seja, que carregasse 1.000 quilos por 1.000 quilômetros e a uma velocidade de 1.000 quilômetros por hora.

PHOTOS:



— Photograph by Arthur Bentely/Flying Wing Films

PHOTOS:

Idealizado pelos irmãos Horten, o Ho 2-29 chegou a realizar um teste bem sucedido em 1944, mais de 30 anos antes dos Estados Unidos usarem um avião do gênero pela primeira vez, o F-117A Nighthawk. No entanto, a derrota da Alemanha já era iminente, e não houve tempo para que a tecnologia fosse aperfeiçoada.




Videos :Youtube.com

10/07/2009

Hawkeye entra em nova fase de testes

Novo Hawkeye entra em nova fase de testes

Avião radar E-2D da marinha do Estados Unidos recebeu sistema mais avançado

Northrop Grumman E-2D Hawkeye

Northrop Grumman E-2D Hawkeye


Por Redação

O venerável E-2 Hawkeye, da Northrop Grumman, avião radar que faz parte dos esquadrões embarcados da US Navy, a marinha norte-americana, deverá estender o seu já longo período operacional.

Uma nova versão do aparelho, E-2D, está em testes e deve avançar para uma nova fase nos próximos dias, assim que o segundo protótipo chegar à estação naval de Patuxent River.

A partir daí, o Hawkeye iniciará a fase de testes operacionais e avaliação e, mais para a frente, os primeiros testes embarcados visando sua entrada em operação.

A grande diferença do novo E-2D é o sistema de radar mais moderno AN/APY-9 capaz de rastrear com mais eficiência ameaça de mísseis cruise, além de ter maior capacidade de coordenar as atividades de aeronaves tripuladas e não-tripuladas.



Fonte:Airway online
Videos Youtube.com


29/06/2009

novo Global Hawk

Northrop Grumman revela o novo Global Hawk


Northrop Grumman Global Hawk Block 40

Northrop Grumman Global Hawk Block 40



Aeronave não-tripulada ficou famosa nas guerras do Oriente Médio



Fonte :Airway
Por Redação
Video:Youtube.com

A Northrop Grumman apresentou na semana passada a 4ª geração do Global Hawk, designado RQ-4 Block 40. O aparelho não tripulado é hoje o mais avançado em operação no mundo.

Northrop Grumman Global Hawk Block 40

Northrop Grumman Global Hawk Block 40

A maior novidade do avião é o sensor MP-RTIP que transporta o sistema AESA, capaz de operar em qualquer tempo com seus radares de abertura sintética, mapeamento do solo e acompanhamento de alvos móveis.

O novo Global Hawk é capaz de voar a altitudes de 18 000 metros por 32 horas e a uma velocidade de 630 km/h. Serão construídos 15 aparelhos dessa nova série, que ficarão alocados na base aérea de Grand Forks, na Dakota do Norte.

04/02/2009

Upgrade do radar do B-2 entra em produção

Upgrade do radar do B-2 entra em produção

Bombardeiro stealth terá nova antena de radar do tipo AESA e núcleo de processamento de sinal

Northrop Grumman

Clique na foto para ampliar

Northrop B-2

Autoria: Airways online

Por Hercules Araujo

Videos :Youtube.com


A Força Aérea Americana assinou contrato com a Northrop Grumman no valor de 468 milhões de dólares para dar início a produção inicial em baixa cadência (LRIP) do programa de modernização do radar do bombardeiro stealth B-2.
O contrato premia um esforço de cinco anos no desenvolvimento da modernização do radar do B-2 para um modelo AESA - active electronically scanned array em uma nova frequência que deve ter início de produção nos próximos dias.
A assinatura do contrato também indica que a Northrop reprojetou o monitor do radar que ainda requer uns anos extras para ser completado.

A USAF não comentou porque o reprojeto foi necessário. Funcionários da Northrop não foram autorizados a comentar sobre o anúncio da assinatura do contrato com a USAF.
A USAF quer a modernização das antenas do B-2 porque a atual frequência do radar de bordo da aeronave foi redesenhada para uso civil. A nova antena AESA é uma modernização, mas as capacidades do radar continuam as mesmas menos o processador que também será modernizado.



Fontes:http://www.youtube.com/watch?v=BZAcEK-qobU
:http://airway.uol.com.br/

Radares AESA americanos podem ter mais facilidades

Radares AESA americanos podem ter mais facilidades para vendas

O DoD do novo governo americano está mais flexível com informações pedidas de propensos clientes sobre os novos radares

Northrop

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SABR

Autoria:Airways online

Por Hercules Araujo

Video:Youtube.com

A política de exportação do Departamento de Defesa dos Estados Unidos para radares de varredura eletrônica conhecidos como AESA está passando por uma nova onda especialmente para o mercado de modernização dos Lockheed Martin F-16. A Northrop Grumman confirmou que o DoD aprovou a divulgação de detalhes até então sigilosos até o final do ano passado, disponibilizando informações sobre hardware e dados técnicos do sistema de radar tático e sobrevivência da aeronave.

A empresa continua a desenvolver o novo sensor AESA – o Scaleable Agile Beam Radar (SABR) – para fornecer modernização ao mercado de F-16.
A fase de dois anos de validação culminaram no fim do ano passado com a finalização dos voos te testes a bordo de um jato Sabreliner modificado com um radome e controles instalados no cockpit.
A Northrop e a USAF estão em processo de seleção de um modelo avançado para o F-16 que está sendo testado como versões iniciais de produção do SABR.

Os voos de ensaios são esperados para ser realizados antes do final do ano.
Versões mais recentes do F-16 como os blocos 50/52 devem ser modernizadas em função das limitações de integração do novo radar com as antigas versões.
Nunca um F-16 transportou tantas caixas de aviônicos, necessitando de mais fornecimento de energia ao pacote além de sistema de resfriamento para estes sistemas.

O Northrop SABR é um quase solitário competidor a não ser seu concorrente Raytheon Advanced Combat Radar que também está sendo oferecido para a modernização dos F-16 com uma eventual entrada da Lockheed.

Northrop Grumman tem prejuízo

Northrop Grumman tem prejuízo de US$ 2,53 bi



A Northrop Grumman, uma das maiores fabricantes do setor aeroespacial dos Estados Unidos, divulgou que registrou prejuízo de US$ 2,53 bilhões por operações continuadas no quarto trimestre de 2008. No mesmo período do ano anterior, a fabricante reportou um lucro de US$ 457 milhões. No acumulado dos dozes meses de 2008, a perda foi de US$ 1,281 bilhão.

Entre os meses de outubro e dezembro as vendas somaram US$ 9,15 bilhões, ligeira alta quando comparado aos US$ 8,76 bilhões obtidos no mesmo período de 2007. No acumulado do ano, as vendas atingiram US$ 33,8 bilhões.

Parte dos resultados negativos foram influenciados pela desvalorização da Litton Industries Inc. e da TRW Inc., empresas adquiridas pela Northrop Grumman para reforçar sua presença no mercado de defesa, no segmento naval e de eletrônica.

Atualmente a Northrop Grumman é a segunda maior contratada do Governo dos Estados Unidos no setor de defesa, ficando atras apenas da poderosa Lockheed Martin.


Autoria:Aironline



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