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12/06/2010

Bombardeiros Russos quebram recorde de duração em voo

Bombardeiros Russos quebram recorde de duração em voo em missão de patrulha


http://www.russiablog.org/Tupolev-TU-160.jpg


Dois Bombardeiros Estratégicos Russos Tupolev TU-160 BlackJack realizaram um voo de patrulha recorde com a duração de 23Hrs com escala prevista a 18.000 Km cerca de 11.000 Mn , disse um porta voz da Força Aérea Russa nesta Quinta -Feira (10).

"Esta misão foi a segunda maior escala de voo com este tipo de aeronave já feita. Um TU-160 fez uma missaõ semelhante ano passado ,voando durante 21Hrs ",Disse o Tenente Coronel Vladimir Drik.

" A missão atual estabeleceu um novo recorde ,ultrapasssando a duração de voo anterior com duração de 23Hr ,duas a mais que a anterior,e com uma escala a 18.000Km".

Os dois Bombardeiros voaram pelas fronteiras da Russia e por aguas internacionais dos Oceanos Árticos e Pacífico.


As aeronaves praticaram voos por instrumentos e realisaram REVO com o auxílio de um ILiushin IL-78.

http://cdn-www.airliners.net/aviation-photos/middle/3/5/3/1526353.jpg

As aeronaves pousaram na base de Engels na região de Volga as 08:00Hrs horário de Brasíla (10:00Hrs Local) de Quinta-Feira.

Os Tupolev TU-160 são bombardeiros supersônicos com asas de geometria variável projetados para ataque a alvos estratégicos com armamento nuclear e convencional em teatros de missões continentais.



Fonte/Foto:RIANOVOST -Tradução -voarnews/Foto:Airliners.net

04/05/2010

Autoridades Recriam acidentes com Tupolev que levava Presidente Polonês

Autoridades Recriam acidentes com Tupolev que levava Presidente Polonês


http://flyfan.fte2.org/waw/SP-101%20-%20TU154%20Polska%20Republic%20-%20WAW%2020-09-07.jpg


Autoridades da União Soviética reconstituíram acidente que teria matado o presidente da Polônia Lech Kaczinski.

A aeronave se colidiu com o solo ao tentar pousar sob forte neblina a alguns metros antes da pista do aeroporto de Smolensk que fica ao Norte da Russia.

A aeronave estava a 500 Mts abaixo do campo de pouso ,quando veio a se chocar com o solo , vitimando todos os 97 passageiros a bordo.

Um Exemplo claro de CFIT.(Colision Flyght Into Terrain)





Fonte:RIANOVOSTI









26/03/2010

Tu-160 interseptado pela RAF a 20 MN da Inglaterra

Tu-160 chegou a 20 milhas da Inglaterra sem ser incomodado

Tu-160

Um bombardeiro russo Tupolev Tu-160 foi capaz de voar dentro do espaço aéreo britânico, a 90 segundos de vôo da costa da Inglaterra, sem ser detectado pelos radares da RAF a maior parte do tempo, em revelação feita no dia 30 de setembro.

O supersônico ‘Blackjack’ voou completamente despercebido a apenas 20 milhas da costa, em uma das piores violações de segurança aos britânicos, desde o fim da Guerra Fria.

Os radares da RAF eventualmente chegaram a detectar a aeronave, mas os aviões em alerta estavam sendo utilizados em outras funções, por isso não puderam interceptar o intruso.

A embaraçosa violação ocorrida no final do ano passado colocou em xeque as capacidades de defesa da Grã-Bretanha, depois que quatro esquadrões de jatos foram desativados com os cortes no orçamento de Defesa.

Um piloto da RAF disse que “os russos nos fizeram sentir impotentes.

Foi um desastre , que basicamente deu luz verde a eles para voarem onde quiserem.”

O jato supersônico russo decolou da Base Aérea de Engel, perto de Saratov na Rússia, no delta do Volga.
O Ministério da Defesa britânico confirmou a incursão, mas disse que existe uma “abordagem multi-camadas” para dissuadir aviões inimigos.


FONTE: http://www.dailymail.co.uk

24/01/2010

Avião com 170 a bordo pega fogo ao pousar no Irã

Avião com 170 a bordo pega fogo ao pousar no Irã


Tupolev Tu-154M aircraft picture



Segundo mídia estatal, há pelo menos 46 feridos, mas não há relatos sobre mortes.


Um avião com 170 pessoas a bordo pegou fogo neste domingo durante o pouso na cidade de Mashhad, no nordeste do Irã,

Segundo a mídia estatal iraniana, pelo menos 46 pessoas ficaram feridas. Até o momento, não há relatos sobre mortes.

O avião, um Tupolev 154, de fabricação russa, operado pela Taban Air, sofreu danos graves no incidente, perdendo seu trem de pouso e uma asa.

A parte de trás do avião se rompeu após a retirada dos passageiros, que eram em sua maioria peregrinos religiosos.

Mau tempo

Segundo Reza Jafarzadeh, porta-voz da agência iraniana de aviação civil, o avião havia deixado a cidade de Abadan, no sudoeste do Irã, no sábado, mas o mau tempo forçou a aeronave a pousar na cidade de Isfahan pela noite.
Após levantar voo novamente neste domingo, o capitão foi obrigado a fazer um pouso de emergência em Mashhad, em meio a um pesado nevoeiro, por causa dos problemas de saúde de um dos passageiros, segundo disse Jafarzadeh à TV estatal.

Um grande número de incidentes envolvendo aviões iranianos tem ocorrido nos últimos anos.

A frota da aviação civil iraniana é composta de aviões velhos e em precárias condições de manutenção.

Em julho do ano passado, um avião pegou fogo ao pousar também em Mashhad, matando 17 dos passageiros a bordo.Apenas dez dias antes, um Tupolev pegou fogo em pleno voo e caiu no norte do país, matando todos os 168 ocupantes.

Aquele foi o terceiro acidente com mortes de um Tupolev 154 no Irã desde 2002.


ILS approach Runway 31R - Gráfico: AIS Iran - Clique sobre a imagem para ampliá-la

Alinhar à esquerda



fonte:G1.com/BBC/Fotos: desastresaereosnews/AP/Mehdi Ghorbani - Mapas: Google Earth

30/07/2009

Empresa aérea aposenta aeronaves Tupolev

Empresa aérea aposenta Tupolev

"Aeroflot" T-Shirt



O símbolo da Aeroflot continua a ser uma foice e martelo com asas, mas a antiga linha aérea comunista terminou por abandonar a maior parte de seu passado soviético.

A maior prova disso até o momento é que, pelo final deste ano, sua frota será quase inteiramente composta por aviões produzidos nos Estados Unidos e na Europa Ocidental.

A Aeroflot está vendendo todos os seus jatos Tupolev, os aviões de passageiros mais comuns no antigo Bloco Oriental.

Quando eles se forem, apenas seis dos cerca de 100 jatos na frota da empresa serão aviões russos.

E esses aviões, do modelo Ilyushin Il-96, só voarão na Rússia e para destinos estrangeiros seletos, entre os quais as rotas Moscou-Havana e Moscou-Hanói.

Que a Aeroflot venha a operar quase exclusivamente jatos Boeing e Airbus é uma reviravolta notável para uma empresa que, no passado, era dona de virtualmente todos os aviões de transporte civil da União Soviética.

Mas a companhia vem tentando se reinventar como especialista em viagens de negócios, e seus passageiros tendem a preferir os aviões ocidentais.

Embora os especialistas afirmem que os aviões russos sejam bem construídos, manutenção e reparos precários lhes propiciaram uma má reputação, depois do colapso da União Soviética.

E como qualquer passageiro poderá lhe contar, eles também são apertados e barulhentos. "Eu olho para cada rebite e cada parafuso, e imagino se algum deles está solto; isso preocupa", diz Anastasia Tkachova, universitária que estava embarcando em um voo da Aeroflot para Londres no aeroporto Sheremetyevo, de Moscou.

"Voar de Airbus é mais confortável", diz outro passageiro, Mikhail Kotlyarov. Mas ele não demora a acrescentar, com um toque de pesar, que "a Rússia já não terá seus próprios aviões".

Não exatamente. Na verdade, a despeito da decisão da Aeroflot, a frota de jatos russa para transporte interno pode estar na verdade realizando um improvável retorno ao mercado.

Foi o consumo de combustível muito mais alto dos aviões russos que os condenou no caso da Aeroflot, especialmente se considerados os tempos difíceis que o setor de transporte aéreo está vivendo em todo o mundo.

O presidente-executivo da empresa, Vitaly Savelyev, disse que a companhia é deficitária em cerca de 40% de suas rotas, e que teria de demitir cerca de seis mil funcionários nos próximos dois ou três anos, de acordo com reportagem publicada na segunda-feira pelo jornal de negócios Vedomosti.

Ao longo de sua história, é claro, a Aeroflot já enfrentou inúmeros problemas. Histórias de horror não faltam, ainda que em termos estatísticos o transporte aéreo russo fosse tão seguro quanto o ocidental, ao menos até uma série recente de acidentes, com aviões tanto ocidentais quanto russos, cuja culpa foi atribuída primordialmente a erros de pilotagem.

Tkachova recordou uma decolagem apavorante na qual os comissários de bordo, postados nos corredores e observando pelas escotilhas, atualizavam o piloto periodicamente sobre o acúmulo de gelo nas asas do aparelho.

Tkachova disse que ficou com tanto medo que uma comissária mais tarde lhe deu goma de mascar, para que ela se acalmasse.

Irina Danenberg, porta-voz da Aeroflot, diz que a empresa está vendendo seus Tupolev 154 porque gastam muito mais combustível que os aviões ocidentais, e não devido a questões de segurança.

O legado soviético "é completamente irrelevante" hoje, de acordo com Nikolai Kovarsky, um consultor de negócios de Moscou que fez uma avaliação da Aeroflot. "O pessoal é extremamente amistoso e extremamente profissional. O serviço é impecável. E são todos russos".

A Aeroflot no momento opera 26 Tu-154, que vai vender, com a demissão das tripulações desses aparelhos a fim de economizar custos.

A reforma da frota é vista como vitória para empresa, que tem ações cotadas na bolsa de Londres e luta para abandonar seu papel como fonte de subsídios para fabricantes russos de aviões.

Aeroflot - Tupolev TU-154M - RA-85662 - Foto: Geraldi

A tendência é clara na aviação da Rússia. Por enquanto, o Tu-154 e seu irmão menor, o Tu-134, continuam a ser os modelos de passageiros mais comuns no país, com cerca de 600 exemplares em serviço.

Linhas aéreas russas encomendaram cerca de 100 dos novos modelos Tupolev, o Tu-204, para modernizar suas frotas. Mas há número semelhante de pedidos russos para a Boeing e Airbus, de acordo com a consultoria aeronáutica Airclaims CIS.

O setor aerospacial russo é um dos poucos que se provaram internacionalmente competitivos na economia do país, excetuado o ramo petroleiro.

A falta de aviões modernos não reflete a situação atual do setor mas o colapso sofrido nos anos 90, já que o tempo de preparo de novos projetos é longo.

Depois de uma reestruturação no setor de aviação do país em 2005, uma nova safra de aviões deve chegar ao mercado na próxima década.

A Aeroflot encomendou 30 jatos regionais à parceria Sukhoi-Boeing, e o novo superjato regional dessa empresa está sendo comercializado em todo o mundo como rival dos jatos regionais oferecidos pela canadense Bombardier e pela brasileira Embraer.

O Il-96, o último modelo russo em serviço na Aeroflot, continuará voando como avião presidencial da Rússia, apesar de um deles ter apresentado defeito nos freios em uma visita do então presidente Vladimir Putin à Finlândia, em 2005, o que resultou na demissão do presidente da Ilyushin.

Só restam 14 Il-96 em operação no mundo, entre os quais um de configuração flexível que serve a Cuba como jato de passageiros e avião presidencial.

Porque Cuba tem tripulações de terra treinadas com o modelo, retê-lo para a rota Moscou-Havana permite operação mais barata, segundo a Airclaims.

Enquanto isso, o fim da presença da Tupolev na frota da Aeroflot não deve ser visto como "abalo para a imagem" dos aviões russos, diz Boris Bychkov, da Airclaims. "Nós continuamos a ter excelentes caças a jato".

Aeroflot - Ilyushin IL96 - RA-96008 - Foto: Gary Moseley

Fonte: Andrew E. Kramer (The New York Times) via Invertia

25/07/2009

Acidente de avião mata 17 no Irã

Acidente de avião mata 17 no Irã



Mais de 20 pessoas ficaram feridas no aeroporto de Mashad.
Aeronave que vinha de Teerã acidentou-se durante o pouso.

Do G1, com agências internacionais

Um avião de passageiros acidentou-se durante o pouso no aeroporo da cidade de Mashad, no nordeste do Irã, nesta sexta-feira (24), deixando pelo menos 17 mortos e 23 feridos.

A informação é da agência de notícias estatal Irna, citando o governador adjunto da província de Jorasan, Ghahreman Rashid.

O acidente ocorreu às 18h20 locais (10h50 de Brasília). O avião, um Ilyushin operado pela Aria Tour, vinha da capital, Teerã.

A aeronave, um Ilyushin de fabricação russa, chocou-se contra um muro depois de sair da pista de aterrissagem.

Ali Ilkhani, diretor da agência de aviação civil iraniana, disse à televisão estatal que aparentemente o avião tentou aterrissar enquanto voava a velocidade muito alta.

Ele disse que 13 dos mortos eram tripulantes, nove deles do Cazaquistão.

Informações anteriores davam conta que o avião havia se incendiado.

Mohammad-Reza Moti, autoridade médica local, disse à agência estatal iraniana Irna que os feridos estão sendo tratado em hospitais em Mashhad, local importante de peregrinação para muçulmanos xiitas. A maioria dos iranianos são xiitas.

"Alguns dos feridos estão em situação crítica", disse.

Havia 153 pessoas a bordo, de acordo com fontes do aeroporto.

Foto: Reprodução

Reprodução de imagem da TV iraniana mostra o avião após o acidente desta sexta-feira (24). (Foto: Reprodução)

Foto: Arte/G1

Mapa localiza região da queda do avião no Irã (Foto: Arte/G1)

No último dia 15, a queda de um Tupolev de fabricação Russa,no Irã matou todas as 168 passoas abordo

O acidente ressuscitou as críticas no país contra a compra de aviões russos de segunda mão, mas as autoridades iranianas defenderam a tecnologia russa e descartaram que o avião acidentado estivesse obsoleto.