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13/06/2010

Rosvertol pretende aumentar produção de Mil Mi 26 e Mi 35M

Rosvertol pretende aumentar produção de Mil Mi 26 e Mi 35M

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A Rostvertol tem planos para aumentar significativamente a produção de helicópteros Mi-26T e Mi-35M, afirmou o seu Diretor-Geral Boris Slusar na reunião anual de acionistas realizada em 05 de junho. Segundo ele, até 2013 a Rosvertol pretende alcançar a marca anual de produção de 6 Mi-26T, por ano batendo os atuis 2 unidades.

http://www.isra.org/drawing_a_bead/mi24-hind-helicopter.jpg



B. Slusar informou que o Mi-26T está sobre avaliação do Ministério da Defesa o qual está prestes a nunciar novos contratos.

Atualmente, o Mi-26T2 foi encomendado pela força aérea indiana No contratoq eu envolve a compra de 15 helicópteros de transporte pesado. Além deste contrato, a Rostvertol e o Ministério da Defesa planejam encomendar 22 helicópteros de ataque Mi-35M, totalizando .

Esta é a primeira ordem do Ministério da Defesa para encomenda destes modelos.


Fonte:Plano Brasil/Videos Youtube.com

29/04/2010

Os Senhores das Armas do Brasil e do Paquistão Trabalhando em Parceria

Os Senhores das Armas do Brasil e do Paquistão Trabalhando em Parceria

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O senhor das armas
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Dez anos após deixar a FAB, o brigadeiro Wilson Romão se torna o maior comerciante de armas pesadas do País

Claudio Dantas Sequeira

No sábado 17, a Aeronáutica apresentou em Porto Velho (RO) os três primeiros exemplares de um lote de 12 helicópteros MI-35 comprados da Rússia por US$ 363 milhões (R$ 635 milhões).

Equipados com canhões, mísseis e bombas, são sofisticadas máquinas de guerra que vão operar no patrulhamento da Amazônia.

Desde que o contrato começou a ser negociado em 2005 até o voo inaugural, a FAB manteve silêncio incomum sobre o negócio.

O sigilo ajudou a encobrir a presença constante na mesa de negociações de um ex- membro da própria FAB: o brigadeiro da reserva Wilson José Romão, que, apenas dez anos depois de abandonar a farda, se tornou um dos mais poderosos comerciantes de armas do Brasil.

Dono da empresa de assessoria Logitec, diretor da Abimde – o sindicato da indústria bélica – e com relações no Comando da Aeronáutica, Romão tem aproveitado como poucos o boom de investimentos no setor e a ampliação das ambições geopolíticas nacionais.

Além do contrato dos MI-35, feito com a ajuda de um mercador de armas paquistanês chamado Shehzad Shaikh, Romão está por trás da venda de 100 mísseis da Mectron para o Paquistão, num negócio de 85 milhões de euros (R$ 200 milhões).

Ele acaba de intermediar a venda de paraquedas para a Venezuela e mantém conversações com Colômbia, Equador, Peru e Chile. Além da Mectron, Romão representa os interesses das empresas brasileiras CBC, Equipaer, Condor, Imbel e Engepron.

O brigadeiro ainda tentou emplacar a venda para o Brasil de helicópteros de transporte MI-171 e torce pelo cancelamento do programa F-X2 para a compra de 36 aviões de combate, na esperança de reabilitar o caça russo Sukhoi na disputa.

Nada mal para um brigadeiro duas estrelas.

“Fui diretor da Divisão de Material Bélico da FAB. Estou apenas usando minha experiência. Se eu não trabalhar, morro”, argumenta.

Em tese, não há nenhum crime no fato de Romão ter constituído uma empresa especializada na venda de armas e equipamentos militares e ganhar dinheiro com os negócios que faz.

O problema é que na própria Aeronáutica a atuação do militar da reserva é vista com desconfiança por seus ex-colegas de farda. Muitos admitem, abertamente até, que no caso da compra dos helicópteros de combate MI-35, o governo brasileiro poderia ter economizado, no mínimo, algo próximo a US$ 20 milhões, se não houvesse a participação de intermediadores.

A FAB não encontra explicação, por exemplo, para a triangulação feita por Romão com o comerciante paquistanês Shaikh na venda dos MI-35.

“O Romão ficava calado e o Shaikh fazia umas ligações para Moscou. Sinceramente, não sei o que eles estavam fazendo ali”, questiona o brigadeiro Edgar de Oliveira Jr., chefe do Centro Logístico da Aeronáutica.

Indicado pelo comandante Juniti Saito para coordenar e fiscalizar as negociações com os russos, Oliveira Jr. garante que “tudo poderia ter sido tratado diretamente com a Rosoboronexport”, a gigante estatal russa de defesa.

Shaikh é um dos maiores comerciantes de armas do mundo, com ligações em praticamente todos os países interessados em equipar-se militarmente.

Atuando intimamente com a indústria bélica russa, esteve no Brasil na semana passada acompanhando o presidente Dimitri Medvedev. No Brasil seu parceiro de negócios é Romão.

As comissões para esse tipo de negócio variam entre 2% e 3%. Fazendo as contas, o contrato dos MI-35 teria rendido US$ 11 milhões (quase R$ 20 milhões) em comissões aos intermediários.

“Isso é uma injustiça”, disse Romão à ISTOÉ, referindo- se às suspeitas levantadas sobre sua atuação “Tudo o que eu ganho está declarado. Pago meus impostos”, garante

Comentario postado pelo Blog Defesa BR

Os Senhores das Armas do Brasil e do Paquistão Trabalhando em Parceria

Esta estória revela alguns bastidores de recentes negociações de aquisições de armamentos. Não vou tecer comentários sobre quem está certo ou errado, se não conheço o problema de mercado a fundo.

Se o parceiro de negócios de Shehzad Shaikh no Brasil é o brigadeiro Romão, tomara que também possamos adentrar novos mercados que ele conheça bem e onde seja respeitado.

A dupla já conseguiu acertar a mão na venda de 100 mísseis da Mectron para o seu próprio país, o Paquistão, negócio de R$ 200 milhões. Vamos acompanhar novas vendas dessa parceria.

Fonte:ISTOÉ- via Defesa BR

24/04/2010

Perú irá adiquirir mais Helicópteros Russos

Perú irá adiquirir mais Helicópteros Militares Russos


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Com o objetivo de reforçar o poderio das forças militares que operam no vale dos rios Apurimac e Ene combatendo milícias do grupo armado Sendero Luminoso e narcotraficantes atuantes na região, o governo peruano está adquirindo seis helicópteros de transporte tático Mi-17 e dois helicópteros de ataque Mi-35M.

Mi-17V5 FAV


O anúncio foi feito pelo ministro da Defesa, Rafael Rey, durante cerimônia alusiva ao 13º aniversário da Operação “Chavin de Huantar”, ação militar de comandos especiais acontecida em 22 de abril de 1997 e que resultou na libertação de 72 reféns em poder do grupo terrorista MRTA (Movimiento Revolucionario Túpac Amaru) no interior da embaixada do Japão na capital peruana.

Segundo Rey, as providências de ordem administrativa estão concluídas e logo que os recursos estiverem aprovados, o contrato será assinado.

O custo dos novos apararelhos é da ordem de US$ 250 milhões.


Fonte:Plano Brasil/Youtube.com

23/04/2010

Russia Prepara Mega Desfile aéreo

Russia Prepara Mega Desfile aéreo

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A formação Diamante 9 dos esquadrões de demonstração aérea da Rússia, "Swifts" e "Russian Knights". (Foto: Richard Seaman / Flying Kiwi)

Mais de 160 aeronaves russas de combate e helicópteros farão parte do grande desfile militar que deverá ocorrer no dia 9 de maio, durante a celebração do Dia da Vitória, no centro de Moscou, informou o porta voz do Ministro da Defesa da Rússia, Vladimir Brik, a agência de notícias Interfax, nessa quinta-feira, dia 22.

Um bombardeiro Tu-95 "Bear" e um Tu-160 "Blackjack" durante uma passagem em formação com uma aeronave comercial Tu-204, no MAKS 2007. (Foto: Viktor Lazslo)

Nesse desfile aéreo estão confirmados os bombardeiros estratégicos de longo alcance Tu-160 “Blackjack”, Tu-95 “Bear” e Tu-22M3 “Backfire”, e a aeronave de reabastecimento aéreo Il-78 “Midas”, a partir de bases de toda Rússia. Dentre os caças presentes estão incluídos os MiG-29 “Fulcrum” e os Su-27 “Flanker”, além das aeronaves de ataque Su-25 “Frogfoot”, explicou Brik.

As aeronaves MiG-29 e os Su-25 devem voar sobre a Praça Vermelha, em Moscou, formando o número 65 com as aeronaves, se referindo aos 65 anos do aniversário da vitória aliada na Segunda Guerra Mundial.

O Coronel Oleg Storozhuk, um piloto militar que detém o título de Herói da Rússia, confirmou a passagem com as aeronaves formando o número “65″, e também disse que uma das aeronaves que farásua primeira aparição serão os novos caças Su-34 “Fullback”, os quais ainda não entraram em serviço operacional.

Além dessas várias aeronaves também deverão sobrevoar a capital russa aeronaves de transporte, de reconhecimento e helicópteros.

Os caças Sukhoi Su-27 Flanker, do esquadrão de demonstração aérea da Rússia, os Russian Knights, ou Russkiye Vityazi. (Foto: Maxim Marmur / Reuters)

No final haverá passagens dos dois principais times de acrobacia da Força Aérea da Rússia, os Strizhi, ou Swifts, e os Russkiye Vityazi, ou Russian Knights, que farão uma passagem em formação Diamante 9, com aeronaves dos dois esquadrões.

O Dia da Vitória marca os aniversário de 65 anos da vitória sobre os nazistas, e a apresentação desse anos será a maior demonstração militar já realizada pela Rússia desde o fim da União Soviética.




Dúzias de helicópteros decolaram para um voo e os grupos de demonstração aérea da Rússia, Russkiye Vityazi e Strizhi, voaram em formação diamante durante um ensaio de grande escala da Força Aérea da Rússia, para a apresentação no dia 9 de maio durante o desfile do Dia da Vitória, na Base Aérea de Kubinka, próximo a Moscou.

No dia 9 de maio, os esquadrões Russkiye Vityazi (Russian Knights) e o Strizhi (Swifts) voarão numa formação diamante com nove aeronaves, uma formação que é a marca dos dois grupos de acrobacia da Rússia.

Durante o voo de formação a distância entre os caças não passa de 1 metro.

Outras manobras acrobaticas não serão apresentadas devido a preocupação com a segurança. Um total de 125 aeronaves se apresentarão no desfile do Dia da Vitória, na Praça Vermelha, em Moscou.


Fonte:Cavok /RIANOVOSTI/Youtube.com

Malasia aprova equipamentos militares russos

Malasia aprova equipamentos militares russos




No quarto dia da Expo Defesa da Asia (DAS 2010),uma das cinco maiores do mundo e a mais representativas da Asia,tem mostrado que a cooperação Tecno-Militar entre a Russia e o Sudeste Asiático vem atingindo novos níveis de negócios.

Os países Asiáticos foram responsáveis por 40% de todas as aquisições de armamentos convencionais no mundo ao longo dos últimos dez anos.


Fonte:RIANOVOST

18/04/2010

Entregue os primeiros AH-2 Sabre para a FAB

Entregue os primeiros AH-2 Sabre ( MiL Mi-35 Hind) para a FAB

Pela primeira vez a Força contará com helicópteros de procedência russa

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O ministro da defesa, Nelson Jobim, visitou as instalações da Base Aérea de Porto Velho, na manhã deste sábado (17). A vinda do ministro à capital de Rondônia se deu pela compra da Aeronáutica do Brasil de três helicópteros russos AH-2 Sabre.

Na solenidade militar de entrega dos helicópteros também estavam presentes o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito, e o embaixador da Rússia no Brasil Vladimir L. Tyurdenev.

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O discurso feito pelo ministro foi enfático na questão em que ele disse que esses helicópteros serão patrimônios do povo brasileiro, o ministro também destacou que o Brasil não é apenas um comprador liquido de produtos russos, pois a compra dos helicópteros terá uma contrapartida do governo russo no Brasil em investimentos de treinamento e capacitação de profissionais.


“Já foi o tempo em que o Governo Brasileiro era apenas um mero comprador, hoje temos condições de junto com a compra de equipamentos realizar parceria com os paises vendedores”, disse o ministro.

A solenidade terminou com o batizado do helicóptero e um vôo do ministro pelos céus de Porto Velho.

http://cavok.com.br/blog/wp-contents/uploads/2010/04/base-aerea10.jpg

O helicóptero O AH-2 Sabre é um helicóptero de combate que possui grande capacidade de fogo e pode ser utilizada em missões de escolta de outros helicópteros, interdição aérea e de apoio a tropas terrestres.

A aeronave é conhecida mundialmente como MI-35 e seu projeto já foi testado em combate em diversos conflitos.

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http://cavok.com.br/blog/wp-contents/uploads/2010/04/base-aerea17.jpg

Características e sensores dos ‘Sabres’ da FAB

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FONTE/FOTO:Rondoniaaovivo/Fotos Cavok/Video Youtube.com

14/04/2010

Rússia de olho no mercado Latino Americano

Rússia de olho no mercado Latino Americano, quer fazer armas no Brasil

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Depois de verem as vendas de armamentos russos dispararem na América Latina, ao menos duas empresas do setor bélico da Rússia estudam agora a instalação de fábricas no Brasil.

Ambas produzem veículos militares e acreditam que, uma vez no país, poderiam não apenas disputar mais contratos no mercado brasileiro, mas também teriam mais espaço em países vizinhas cuja parceria com a Rússia já é mais ativa.

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a1/GAZ_2975_Tigr.JPG

Em entrevista ontem ao Valor, Oleg Strunin, representante da estatal russa de exportação de armas, disse que a ideia que vem sendo avaliada é montar veículos militares com peças brasileiras.

"Nós já oferecemos ao governo do Rio Grande do Sul construirmos uma fábrica de montagem de veículos Tigre, uma espécie de jipe blindado para forças policiais capaz de suportar disparos de até calibre .50", disse Strunin.

A oferta foi feita em 2008, mas até agora, segundo ele, ainda está em fase de avaliação por parte do governo gaúcho. "Não há ainda nenhuma fábrica desses veículos na América Latina", disse Strunin. Os veículos, afirma ele, poderiam ter motores fabricados no Brasil.

Strunin, que representa a Rosoboroexport e é vice-chefe comercial da Embaixada da Rússia, disse que a estatal está negociando com a polícia do Rio de Janeiro uma possível compra desses veículos.

As conversações levaram no ano passado o secretário estadual de Segurança Pública do Rio, José Mariano Baltrame, a visitar fábricas dos Tigres na Rússia.

O argumento de Moscou é que os carros seriam úteis principalmente durante a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

A Rosoboronoexport ofereceu também ao Rio armamentos e equipamentos. Strunin disse que não poderia fornecer detalhes da negociação nem de valores dos equipamentos.

A segunda empresa russa que estuda criar uma planta no Brasil é a fabricante dos caminhões Kamaz. "Estamos também interessados em produzir caminhões Kamaz aqui.

A empresa está interessada em montar uma fábrica que use partes brasileiras, não só o motor, mas também outras peças", disse Strunin.

Os caminhões, que podem ser usados no transporte de tropas, têm um histórico respeitável em terrenos hostis. Pilotos em caminhões Kamaz venceram várias edições do rally Paris-Dacar.

"O peso da América Latina nas vendas da empresa aumentou muito nos últimos anos. E queremos trabalhar mais com o Brasil por que é o país mais desenvolvido da região . E não só vender, queremos também produzir aqui", disse o representante russo.

O presidente russo, Dmitri Medvedev, se reúne amanhã com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Brasília durante a cúpula dos Bric (Brasil, Rússia, Índia e China). Strunin disse que não sabia se o tema dos contratos com indústrias armamentistas entraria na pauta dos dois líderes.

O mercado latino-americano para equipamentos bélicos - tradicionalmente ocupado pelos EUA - se transformou no maior novo mercado para as empresas russas, segundo o relatório anual do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês) sobre capacidade militar no mundo.

O relatório foi divulgado em fevereiro. Segundo o estudo, em 2008 a Rússia, o segundo maior fornecedor de armas do mundo, vendeu um total de US$ 5,4 bilhões.

A Venezuela é o principal comprador de armas russas e na semana passada, após ter se encontrado com o venezuelano Hugo Chávez em Caracas, o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, disse que a Venezuela pode comprar mais US$ 5 bilhões em armamentos.

Nos últimos anos, o governo Chávez já comprou US$ 4 bilhões em armas russas.

Segundo Strunin, que também representa a corporação estatal Tecnologias Russas (que congrega 450 estatais, incluindo a Rosoboronoexport), a Colômbia e o México são outros dois grandes compradores de armamentos russos atualmente.

E desde 2008, o Brasil passou a ser um destino mais relevante para a indústria bélica russa.

Naquele ano, o país assinou um contrato de compra de 12 helicópteros MI 35. Três deles já foram entregues.

http://www.russobras.com.br/forcas/images/helic_1.jpg

Os dois países têm outro contrato firmado em 1994 , para a venda do sistema antiaéreo Igla.

Trata-se de um armamento usado de curto alcance para derrubar aeronaves.

São esses os dois contratos em vigor com as Forças Armadas do Brasil que, segundo Strunin, estão agora interessadas no sistema antiaéreo de médio alcance (maior que o Igla) Tor 2m.

Acordo pode elevar tensão militar na América Latina e criar atrito com os EUA Tor-M2E é a mais recente geração de um sistema de defesa com mísseis terra-ar da Rússia

"Já fizemos algumas apresentações desse equipamento e algumas delegações do Exército e da Força aérea visitaram a Rússia no ano passado [para obter mais detalhes da arma.

O Tor diferentemente do Igla , uma arma portátil que um soldado pode apoiar no ombro , se assemelha a um tanque. "Nenhum país da América Latina ainda comprou esse equipamento. A China é o grande comprador", disse Strunin.


Segundo o Ministério da Defesa, os principais países fornecedores de equipamento bélico para o Brasil são EUA, França, Reino Unido e Alemanha.

No topo da lista de importação estão aeronaves, blindados e meios navais.

O ministério disse que não possui um dado consolidado sobre o quanto em dólares o Brasil importa por ano e que as "compras são realizadas diretamente pelas Forças dentro de seus planejamentos e prioridades".

Do ponto de vista dos exportadores russos, a América Latina não apenas passou a importar mais armas da Rússia como ampliou seu leque de interesses. "Antes eram quase só helicópteros.

Agora outros equipamentos e sistemas estão sendo comprados da Rússia", disse Strunin.

E há ainda, segundo ele, um grande espaço para aumento das vendas.

"Antes a América Latina não sabia quase nada sobre armamentos russos ,à exceção de Cuba e do Peru.

Depois do fim da URSS, depois da Guerra Fria, muitos países que não queriam comprar armas russas porque outros poderiam ver com maus olhos passaram a conhecer os fornecedores russos.

E então a América Latina foi descobrindo que há outro mercado, mais barato e com equipamentos mais práticos", disse Strunin.

A Rosoboronoexport tem atualmente como principais compradores a Índia e a China, além de alguns países da Otan, como Grécia e Chipre, e países árabes.

Fonte:moraisvinna/Valor Economico - Por Marcos de Moura e Souza/Video:Youtube.com