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02/11/2010

Brasil finaliza entrega de Super Tucanos à República Dominicana

Brasil finaliza entrega de Super Tucanos à República Dominicana

http://cavok.com.br/blog/wp-contents/uploads/2010/02/Super-Tucano-Rep%C3%BAblica-Dominicana.jpg

O Brasil entregou oito aeronaves Super Tucano, adquridas da Embraer, para a Força Aérea de República Dominicana (FAD).

A força aérea usará as aeronaves Super Tucano para patrulha do espaço aéreo e para combater o narcotráfico no país.

Os turbohélices Embraer A-29B Super Tucano podem disparar mísseis ar-ar como os Phyton 3, AIM-9 SideWinder, MAA-1 Piranha e mísseis ar-solo AGM-65 Maverick.

As duas primeiras aeronaves Super Tucano chegaram na República dominicana no dia 10 de dezembro de 2009, após terem voado 17 horas com uma escala a partir de São Paulo.

A República Dominicana havia recebido outras três aeronaves A-29B em junho desse ano e as últimas aeronaves chegaram no dia 27 de outubro em San Isidro, de acordo com o site dominicantoday.com, sendo as aeronaves recebidas com a presença do Presidente Leonel Fernandez.



fonte:CAVOK/VideoYoutube.com

27/06/2009

Ataque leve

Ataque leve

A USAF procura uma aeronave com COIN (Counter-Insurgency) para as agora chamadas “guerras assimétricas”

O monomotor turboélice Embraer Super Tucano é o principal representante dos aviões COIN

O monomotor turboélice Embraer Super Tucano é o principal representante dos aviões COIN

A grande experiência acumulada e a enorme quantidade de aeronaves do tipo COIN que tinham os EUA após a Guerra do Vietnã, foram se diluindo na última quarta parte do Século 20. O fim da Guerra Fria e a bem-sucedida participação dos aviões convencionais nos conflitos da Guerra do Golfo, em 1991, e da ex-Iugoslávia, levaram a abandonar esse tipo de aeronave e o consequente treinamento.


Contudo, uma quantidade de conflitos esquecidos, como os da África Central, Darfur, Sri Lanka, Nova Guiné, Colômbia e outros países, têm feito ressurgir as missões para aviões COIN.

Na última década, os Estados Unidos e os seus aliados, se viram envolvidos nas agora chamadas "guerras assimétricas", as quais até há alguns anos, eram conhecidas como guerra de guerrilhas, especialmente no Afeganistão e no Iraque.

Desses anos de combate, obteve-se uma importante série de lições. A primeira é que, embora os helicópteros de ataque e de transporte armados sejam muito eficientes, ficou demonstrado que eles são muito vulneráveis ao fogo de terra, até de uma simples metralhadora, e que a sua autonomia não é a mais adequada. Outra, é a real necessidade de uma aeronave COIN com custos operacionais de acordo com a sua missão.

O único avião realmente COIN que a USAF mantém, o Fairchild A-10 Thunderbolt II, é caro e, principalmente, há poucos em serviço. Isso tem levado a ter de utilizar aeronaves F-15, F-16 e, inclusive, os F/A18 da Marinha – todas elas tanto ou mais caras de operar que os A-10 nesse tipo de missão.

Diante dessas eficientes, mas caras opções, surgiu uma geração de aviões de ataque leve, com custos operacionais e de manutenção relativamente baixos, cujo principal representante é o brasileiro Embraer EMB-314 Super Tucano.

Ele está se transformado em um verdadeiro êxito de vendas, principalmente após os pilotos da Força Aérea Colombiana terem demonstrado a sua total precisão na operação realizada em março de 2008, a qual terminou com a "neutralização definitiva" do terrorista Raul Reyes e o seu grupo.

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