Mostrando postagens com marcador Exército. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Exército. Mostrar todas as postagens

24/04/2010

Milícias Bolivarianas

Milícias Bolivarianas

Os 5000 de  Chávez

Sátira sobre os 5.000 Caçadores das Milícias Populares Bolivarianas
de Chávez portando suas Dragunovs com mira telescópica, a partir de
arte usada na divulgação do filme "Os 300 de Esparta",
(Arte Gustavo Jardim)

NÃO HÁ INSTITUIÇÃO venezuelana que tenha escapado à deliberada estratégia do presidente Hugo Chávez de dividir o país entre aliados e inimigos de sua estapafúrdia “revolução bolivariana”.

Com o desastrado auxílio da oposição, que abandonou o processo eleitoral, o chavismo fez do Legislativo uma câmara de ecos de suas vontades, manietou a Justiça e, agora, desperta reações nas Forças Armadas.

A ingerência de militares cubanos no país, aos quais o líder venezuelano tem conferido crescente poder, provoca insatisfações entre oficiais de alta patente, como se pôde constatar na entrevista do general Antonio Rivero à Folha.

Rivero afirma que generais e militares cubanos de postos médios têm “presença ativa” no planejamento, no treinamento e nas decisões das Forças Armadas da Venezuela. Na reserva há um mês, não considera que seu mal-estar com a situação reflita uma visão isolada.

Também é de origem cubana, afirma Rivero, a concepção da Milícia Nacional Bolivariana, força militar composta por civis voluntários treinados, sob controle direto do presidente.

“É o povo armado”, sintetizou Chávez ao instituir formalmente o grupo, no ano passado.

A confusão entre facção, Estado e sociedade está no cerne das milícias, que podem ser consideradas uma espécie de “corpo pretoriano”, pronto a cumprir as diretrizes do presidente em caso de disputas internas.

Está claro que o objetivo primordial de Chávez, ao dividir e radicalizar o país, é eliminar a possibilidade de mudanças democráticas. Não é do interesse do Brasil e da região que a política venezuelana prossiga nessa direção. Mas a diplomacia brasileira não consegue nem sequer se dissociar das temerárias aventuras do caudilho.

Fonte:Plano Brasil-FSP via CCOMSEX

15/09/2009

EXERCITO BRASILEIRO FICA DE FORA DE COMPRAS BILIONÁRIAS

COMPRAS PARA FAB & MB DEIXAM EB DE FORA



Governo causa ciúme no Exército com verba maior para Marinha e Aeronáutica

Orçamento muito menor que o das outras Forças é considerado ‘vergonhoso’

Bernardo Mello Franco


BRASÍLIA. O anúncio de gastos bilionários com a compra de 36 aviões de combate para a Aeronáutica e a construção de um submarino nuclear para a Marinha gerou desequilíbrio e desconforto velado nas Forças Armadas. Sem grandes pretensões no mercado armamentista internacional, o Exército ficou para trás na partilha de verbas para 2010, último ano do governo Lula.

No projeto de Orçamento enviado ao Congresso, o valor destinado ao reaparelhamento da Força é de R$361 milhões, cifra chamada de insuficiente e vergonhosa nos corredores do Quartel-General em Brasília.

Num cálculo que só leva em conta investimentos diretos em 2010, as verbas para reaparelhamento serão mais de sete vezes maiores na Marinha (R$2,7 bilhões), e três vezes e meia superiores na Aeronáutica (R$1,3 bilhão).

A longo prazo, a diferença ficará maior, já que o governo se comprometeu a gastar R$19 bilhões com os submarinos, e pelo menos R$7 bilhões com os novos caças da Força Aérea.

Apesar da discrição militar, a disparidade tem gerado protestos no Exército, onde são antigas as queixas pelo sucateamento de instalações e veículos. Para um coronel próximo ao comandante da Força, general Enzo Peri, a opção pelas compras bilionárias deixou na gaveta projetos mais baratos do Exército, a maioria ligada à preservação da Amazônia e às fronteiras.

- A diferença chega a ser vergonhosa. Marinha e Aeronáutica conseguiram emplacar dois projetos caríssimos, com muito apelo de marketing. Talvez o Exército tenha pecado por não vender algo tão grandioso.

O fato é que o nosso orçamento está à míngua - afirmou o coronel.

Um general ouvido pelo GLOBO disse que os projetos das outras Forças são elogiáveis, mas não justificam o abandono das demandas do Exército.

E citou três prioridades que não foram contempladas no Orçamento de 2010: a renovação da frota de blindados, já licitada e estimada em R$5 bilhões para a fabricação de mil veículos; a montagem de um sistema de defesa antiaérea, sem previsão de gastos; e a promessa de dobrar a presença militar nas fronteiras da Amazônia, que anda a passos lentos.

Deputado acusa governo de se render a lobby da França

Para 2010, o Orçamento do Exército prevê o uso de 2,6% das verbas para investimentos. Outros 7% irão para custeio, e 90,4% serão gastos com pessoal ativo e pensionistas.

O desequilíbrio entre os gastos bilionários e a falta de verbas para o cotidiano das Forças Armadas tem sido alvo de críticas na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara.

O deputado Julio Delgado (PSB-MG) acusa o governo de ter se rendido ao lobby da França, com a suposta cumplicidade de colegas que viajaram a Paris em julho com as contas pagas pela Dassault, que deve vender os 36 caças à FAB.

- As compras vão gerar desequilíbrio nas Forças Armadas, porque o Orçamento do Exército ficará mais descoberto. Parece que algumas autoridades estão sofrendo de francofilia.

Favorável à compra dos caças e submarinos, o presidente da Associação Brasileira de Estudos da Defesa, Eurico de Lima Figueiredo, diz que o Exército também precisa ser ouvido:

- Mas é impossível agradar a todos ao mesmo tempo.

Defesa nega desequilíbrio no orçamento

BRASÍLIA. O Ministério da Defesa admite que os projetos de maior porte do Exército ficaram fora dos planos para o último ano do governo Lula, mas contesta as queixas sobre o desequilíbrio nos orçamentos das Forças Armadas.

Em nota, a assessoria do ministro Nelson Jobim disse que as verbas previstas para o reaparelhamento de Marinha, Exército e Aeronáutica não podem ser comparadas: “Não existe relação entre os gastos de uma Força e os de outra. Cada Força tem sua realidade e projetos com cronogramas específicos”.

Perguntada sobre os principais projetos do Exército, a Defesa citou o Amazônia Protegida, que prevê a construção de 28 Pelotões Especiais de Fronteira até 2018, ao custo estimado de R$1 bilhão. “Mas ainda não há um detalhamento do cronograma”, diz a nota. O projeto não aparece no Orçamento enviado ao Congresso.

As diretrizes para o reaparelhamento decididas ano passado, no lançamento da Estratégia Nacional de Defesa, são de médio e longo prazo. “As Forças fizeram propostas de aparelhamento e de articulação até 2030, mas o Ministério da Defesa ainda vai fazer a análise e a consolidação pra corrigir omissões, superposições, etc.

A partir daí é que serão dimensionadas as necessidades e elaborados os programas”, diz a nota.

FONTE: O Globo

07/02/2009

Infraero e Exército assinam convênio

Infraero e Exército assinam convênio para conclusão da pista de São Gonçalo do Amarantes

Autoria:Revista ASAS online

O presidente da Infraero, Cleonilson Nicácio Silva, e o chefe do Departamento de Engenharia do Exército, General Ítalo Fortes Avena, assinaram na manhã de hoje, na presença de autoridades do Ministério da Defesa, um convênio para conclusão das obras da pista do Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte.
O documento firmado entre a Infraero e o Comando do Exército prevê, além da finalização da pista, a terraplanagem das lagoas de captação do sistema de drenagem.
As obras, orçadas em R$ 12 milhões, serão executadas pelo 1º Batalhão de Engenharia de Construção (BEC) do Exército. A previsão de início dos trabalhos, que devem durar três meses, é para a terceira semana de fevereiro.
"A importância da obra de São Gonçalo do Amarante é principalmente para que possam ser separados o trafego aéreo civil do militar, na área do Rio Grande do Norte. Vai permitir também uma futura expansão do terminal novo, de um aeroporto novo", afirmou Nicácio. Segundo ele, o convênio é uma possibilidade de aumentar ainda mais o intercambio entre os outros.
Atualmente, 90% da terraplanagem da área do sistema de pistas e pátios já estão concluídos e 66,66% da primeira camada de asfalto da pista de 3.000m já foram feitos. As pistas do São Gonçalo do Amarante, já em 2009, terão capacidade para receber aviões como o cargueiro Boeing 747-400, McDonnell Douglas MD-11 e o Airbus A380, esse último com capacidade para 840 passageiros.
Além das autoridades militares, participou da reunião o diretor de Engenharia da Infraero, Paulo Sérgio Ramos Pinto.