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26/04/2010

Boeing 787 e 747-800 F Fazem Testes em Base Militar

Boeing 787 e 747-800 F Fazem Testes em Base Militar


http://cavok.com.br/blog/wp-contents/uploads/2010/01/800px-747-8F_at_Boeing_Everett_Plant_fuel_dock.jpg

Na semana passada, Glenn Farley com o canal KING5 (NBC) postaram esse vídeo acima sobre o que ocorre com as aeronaves Boeing 747-8F e Boeing 787 Dreamliner num aeroporto no extremo leste do estado de Washington, EUA.



Quando as novas aeronaves da Boeing decolam de Paine Field (em Everett, WA) elas normalmente seguem para o leste, para o Aeroporto Internacional de Grant County.

O que foi uma vez a Base da Força Aérea da Larson, onde decolavam grandes bombardeiros como B-47, B-50 e B-52, hoje cobre uma área de 4,700 acres e possui cinco pistas, uma delas com 4.100 metros, sendo uma das maiores dos EUA, e é utilizada para testes com as novas aeronaves da Boeing.

Tão extensa que é utilizada como pista de pouso alternativa para as naves espaciais da NASA.

Por não ser muito movimentado, é perfeito para testes no solo de algumas das maiores aeronaves do mundo.

Como as aeronaves Boeing 747-8F não precisam aguardar o embarque de passageiros, as tripulações no solo podem se apressar e preparar a aeronave para mais uma sessão de testes.


F0nte:Cavok-King5 news

23/04/2010

Boeing Faz testes para certificação em Boeing 787

Boeing Faz testes para certificação de Boeing 787


Boeing 787 Dreamliner (ZA003) durante testes em temperaturas extremas na Base Aérea de Eglin, Florida. (Foto: Boeing)

A aeronave Boeing 787 Dreamliner (ZA003) começou uma série de testes em condições de extremas temperaturas num hangar especial do Laboratório Climático McKinley, na Base Aérea de Eglin, na cidade de Valparaiso, Florida, permitindo que o jato comercial experimente temperaturas quentes de até 46ºC (115ºF) e baixas de até -43ºC (-45ºF).

Os testes de temperaturas abaixo de zero estão sendo conduzindos por primeiro, com testes preliminares de temperaturas quentes nas próximas duas semanas.

Após a aeronave estabilizar tanto nas quentes quanto nas temperaturas frias, os técnicos do voo de teste seguirão para o Manual de Manutenção da Aeronave para efetuar as etapas exigidas para preparar a aeronave para a liberação para o voo e operar nessas condições. Sensores e monitores permitirão que a equipe de testes determinem se todos equipamentos e programas dos sistemas operaram conforme esperado

O monitor que registra os testes de baixaas temperaturas registra o frio dentro do hangar: -40,5°C.

Uma tripulação de aproximadamente 100 pessoas viajaram de Seattle para apoiar as operações no ZA003, o terceiro Boeing 787 a ser fabricado.

O Laboratório Climático McKinley é o segundo local de testes remoto para o 787 Dreamliner.

A segunda aeronave da frota, o ZA002, executou uma variedade de testes em Victorville, California, no mês passado.


Fonte:Cavok

30/03/2010

Boeing Finaliza testes estruturais em asas do Boeing 787


Boeing Finaliza testes estruturais em asas do Boeing 787

The sixth and final Boeing 787 Dreamliner designated for flight  test undergoing final assembly in Everett, Wash.  (Neg#: K64648)

Notem a posição das pontas das asas em relação a fuselagem do Boeing 787 durante o teste de carga estrutural realizado nesse domingo, dia 28.

Boeing 787 Dreamliner final structural test (Neg#: K64691)

As asas aguentaram cargas de até 150% maior do que jamais elas poderão passar durante o serviço operacional. (Foto: Boeing)

A Boeing completou nesse domingo, dia 28, seu último teste de carga estrutural através do ensaio de flexão das asas na unidade de teste estático do Boeing 787 Dreamliner.

Durante os testes, cargas foram aplicadas na estrutura para simular forças extremas de mais de 150% do que a aeronave irá sofrer enquanto em serviço operacional.

As asas foram flexionadas para cima numa altura de 25 pés (7,6 metros) durante o teste.

Os resultados iniciais do teste definitivo de carga foram positivos. Análises mais intensivas e uma revisão são exigidas antes do teste ser definido como um sucesso.

“O programa de teste tem sido um dos mais rígidos já conduzidos numa aeronave comercial da Boeing,” disse Scott Fancher, vice presidente e gerente geral do programa do 787, da Boeing Commercial Airplanes.

“Nós estamos esperando o relatório de nossa equipe técnica com os detalhes dos resultados,” disse Fancher. Os técnicos levarão várias semanas trabalhando nas informações adquiridas.

Durante cada segundo, das mais de duas horas de teste, milhares de locais de coleta de dados registraram e monitoraram o desempenho das asas.

Pontos de informações chaves foram monitorados em tempo real durante o teste, mas todas essas informações precisarão ser avaliadas durante as próximas semanas.



Fonte:Cavok/Fotos Boeing

17/01/2010

Boeing realiza novos testes de voo com 787

Foto do Boeing 787

A Boeing informou nesta sexta-feira que completou os testes iniciais de voo do seu novo jato de passageiros, o 787.

Com a marca, agora a empresa vai poder usar mais tripulantes nos voos seguintes e usar mais unidades do avião nos testes.

A aeronave saiu do chão pela primeira vez no dia 15 de dezembro e desde então, segundo a fabricante, já acumula quase 60 horas no ar, em 15 atividades de decolagem e pouso.

Com a primeira unidade do 787, os pilotos da Boeing já levaram o modelo a altitudes de 30 mil pés (9.144 m) e a velocidades de Mach 0,65 (796 km/h). Nos voos feitos até agora, seis pilotos já comandaram a aeronave. Nos próximos testes, a expectativa da fabricante é levar o avião a condições além das esperadas pelo projeto.

A primeira entrega do jato está prevista para o quatro trimestre de 2010. O cronograma da Boeing para o 787 tem um atraso de dois anos, durante os quais a empresa chegou a anunciar cinco embaraçosos atrasos em testes de voos.

O projeto do Dreamliner é baseado em materiais compostos, que perfazem até 50% da estrutura primária do avião. Os materiais são muito mais leves que o alumínio, que compõe a fuselagem de aviões comerciais tradicionais.

A estrutura mais leve permite que o avião consuma 20% menos combustível em relação a uma aeronave do mesmo padrão. A eficiência no consumo de combustível tem grande apelo entre companhias aéreas, que nos últimos anos têm enfrentado dificuldades com a volatilidade de preços.

Além disso, a Boeing afirma que os materiais compostos não entram em fadiga e por isso precisam de menos checagens de manutenção. A companhia afirma que os custos de um 787 são 30% menores do que uma aeronave comum.

O avião tem preços de lista entre US$ 105 milhões e US$ 205,5 milhões e terá inicialmente três variantes (787-3, 787-8 e 787-9).

Fonte: Direto da Pista/Terra / Aviation News

17/12/2009

As novidades tecnológicas do avião mais moderno do mundo

As novidades tecnológicas do avião mais moderno do mundo




A mais nova maravilha tecnológica da aviação voou pela primeira vez há dois dias nos Estados Unidos.


A grande novidade é tentar fazer com que os passageiros a bordo se sintam bem próximos do chão.

Em um lugar com tanta tecnologia por metro quadrado o trabalho é artesanal.

O Boeing 787 Dreamliner tem o jeitão de um pássaro e foi apresentado como um elemento revolucionário na aviação.

A fuselagem é o que chama atenção primeiro: 50% são compostos de fibra de carbono e 20% de alumínio- algo inédito.

Isso significa que o Dreamliner é bem mais leve. Por isso, usa uma quantidade menor de combustível e polui menos.

Um diretor da companhia levou o Jornal da Globo a um passeio por uma réplica do avião. Assim foi possível conhecer o que muda para o passageiro.

"Os materiais compostos não corroem, não ficam fatigados, como acontece com o alumínio. Isso nos permite colocar mais pressão e mais umidade na cabine de passageiros", afirmou o diretor da Boeing Ken Price.

Nos aviões atuais, a pressurização faz com que o passageiro se sinta em uma altitude de 2,4 mil. É mais ou menos como caminhar pela cidade de Bogotá, na Colômbia.

O 787 pode simular uma altitude menor: 1800 metros e uma cabine mais bem pressurizada é melhor para o corpo humano.

"A baixa pressão pode causar rigidez muscular e dores de cabeça. Então, nós fizemos muita pesquisa para escolher a pressão e o nível de umidade ideais", disse Ken Price.

Tecnologia também nas janelas. Não por causa do tamanho - elas são bem maiores e dão a sensação para o passageiro de mais espaço- mas pela intensidade de luz dentro da cabine.

O passageiro faz o controle apertando apenas um botãozinho.

Ela não tem aquela tradicional tapadeira.

São janelas feitas com vidros fotocromáticos, que ficam escuros quando recebem muita luz.

"Quando você deixa a janela escura, ainda pode enxergar do lado de fora, curtindo a experiência de voar", observou o diretor da Boeing.

A iluminação é um fator importante durante o voo.

Não só pelo bem estar do passageiro, mas pelo consumo de energia do avião.

A companhia apostou na tecnologia das lampadas led.

Elas consomem menos, esquentam menos, exigem menos do ar condicionado e dão um efeito especial: são centenas de combinações de cores, que podem simular, por exemplo, o pôr do sol, levando os viajantes a um sono mais tranquilo.

Os assentos são mais finos, mas confortáveis. Já o bagageiro, basta um toque para conferir.

"O nosso objetivo é que os passageiros possam colocar aqui, quatro malas dessas grandes", observou Ken Price.

O 787 caiu no gosto da freguesia. Em 2008, as companhias aéreas já tinham encomendado 910 unidades, mas falhas no projeto inicial e sucessivos atrasos no cronograma espantaram a clientela.

Em 2009, o número de encomendas caiu para 840. Essa semana, finalmente, o projeto decolou.

Temperatura abaixo de zero, céu nublado, pista molhada no aeroporto de Paine Field, cidade de Everett, Estado de Washington, norte dos Estados Unidos.

Depois de décadas, o maior projeto de uma das principais de fabricantes de avião do mundo, o Boeing 787 Dreamliner, decolou para o seu primeiro voo.

Rapidamente ele some no meio das nuvens e lá em cima apenas dois pilotos de testes.

À frente deles, um cockpit com seis monitores de LCD, mas a ideia é que o piloto nem precise olhar para eles, pois as principais informações serão projetadas na altura do para-brisa.

O novo colosso dos ares tem 60 metros de envergadura, 56 de comprimento e quase 17 de altura. A capacidade vai de 210 a 330 passageiros.

Duas poderosas turbinas empurram o avião. Outro ponto inovador: pela primeira vez na aviação comercial um avião vai poder ser equipado com motores de marcas diferentes. No caso do Dreamliner com reatores General Eletric ou Rolls Royce.

Depois de três horas e meia no ar, ele deu as caras e pousou, debaixo de chuva, na pista também molhada do aeroporto de King County, em Seatlle.

"O avião se comportou com o esperado. Nós vimos naqueles grandes monitores todo tipo de informação e acontecia tudo que concebemos anos atrás", constatou o piloto de testes Randy Neville.

"Nós temos um grande avião e podemos dizer que estamos esperando todas as ligações dos clientes com a suas encomendas", completou o coordenador do projeto, Scott Fancher.

Mais do que botar a Boeing na briga com a Airbus pela disputa do mercado mundial de aviação comercial esse pouso seguro foi prova de uma eficiência tecnológica sem tamanho.


fonte:G1.com/por:Rodrigo Bocardi Nova York, EUA

15/12/2009

Aeronave da Boeing o 787 faz seu primeiro voo nos EUA

Aeronave da Boeing o 787 faz seu primeiro voo nos EUA após 2 anos de atrasos

Aeronave tem capacidade para até 250 pessoas.


Projeto teve problemas e atrasos de dois anos.



Foto: John Froschauer/AP

Pessoas assistem ao primeiro voo do Boeing 787; o jato para até 250 passageiros já tem 840 encomendas (Foto: John Froschauer/AP)

Foto: Ted S. Warren/AP

Avião Boeing 787 decola em seu primeiro voo em Everett, Washington, nos EUA; o projeto teve problemas e atrasou por dois anos (Foto: Ted S. Warren/AP)



Fonte:G1.com/Do G1, em São Paulo

13/10/2009

Hillary promove venda de aviões Boeing

Hillary promove venda de aviões Boeing a corporação russa

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A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, afirmou hoje que o Governo dos Estados Unidos poderiam financiar a aquisição de aviões Boeing pelo consórcio russo Rosavia, se a companhia americana vencer a respectiva licitação.

"O Ex-Im Bank (banco de fomento do Governo americano) estudaria o pedido da Rosavia de financiar a transação para adquirir os aviões Boeing", disse Hillary, durante uma visita à companhia Boeing Russia, em Moscou.

A chefe da diplomacia dos EUA percorreu o escritório da filial russa, falou com engenheiros americanos e russos e visitou a sala de exposição dos projetos da companhia na Rússia, segundo a agência "Interfax".

Hillary ressaltou que o melhor exemplo de cooperação entre os dois países é o projeto do novo avião Boeing-787 Dreamliner, que conta com a participação de vários engenheiros e para cujas peças é utilizado titânio produzido na Rússia.

O consórcio de aviação Rosavia deve receber esta semana as ofertas comerciais de fornecimento de aviões de grandes fabricantes como Boeing, Airbus e a Corporação Aeronáutica Unida russa.

A Rosavia planeja assinar um contrato de aquisição de 50 aviões, com opção de compra de outros 15 aparelhos.

fonte:Portal Terra/foto:desastresaereosnews

08/10/2009

787 Dreamliner será que decola?

Tudo para fazer decolar o 787 Dreamliner



Para colocar o problemático projeto do avião 787 Dreamliner de volta nos trilhos depois de mais de dois anos de atraso, os executivos da Boeing Co.

apostam em intérpretes para 28 línguas, sismógrafos e câmeras de vídeo de alta resolução.


Esses recursos são cruciais para realizar uma grande reviravolta dos métodos de produção, algo que a Boeing espera que ajude a controlar melhor e acelerar seu atrasado esforço para decolar o Dreamliner.

A gigante aeroespacial americana está correndo contra o tempo porque se expandiu demais seis anos atrás, quando resolveu criar o jato de passageiros mais avançado do mundo mas não se preparou suficientemente para a complexidade do projeto.


Na época, a Boeing tomou a decisão inédita de terceirizar a maior parte do processo de fabricação do jato. A Boeing projetou e fabricou todos os seus aviões anteriores, arcando com todas as despesas.

Mas no início da atual década, quando o tráfego aéreo desabou depois dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, os executivos da Boeing começaram a reclamar do investimento de mais de US$ 10 bilhões para projetar um novo avião.

Em vez disso, os fornecedores é que iriam financiar o desenvolvimento de suas peças para o projeto, compartilhando custos e riscos.

Os investidores gostaram da idéia, impulsionando a cotação da Boeing de US$ 31 em agosto de 2003 para US$ 107 em julho de 2007.


Mas quando os operários começaram a montar o primeiro Dreamliner, na mesma época em que a ação chegou ao auge, as falhas do sistema se tornaram evidentes à medida que a qualidade piorava e peças importantes não eram concluídas.

Muitos fornecedores estavam acostumados a fabricar peças com base em planos da Boeing e não estavam prontos para administrar sub-empreiteiros ou obter a aprovação das autoridades de segurança para as peças.

Outros não conseguiram aumentar a produção com a rapidez necessária. A Boeing, que já tinha cortado engenheiros para baixar custos, se viu incapaz de monitorar e corrigir os problemas.


"O plano inicial ultrapassou nossa capacidade de executá-lo", disse o diretor-presidente da Boeing, Jim McNerney. "Acho que erramos a mão já no início deste programa."

A Boeing vem tentando resolver os problemas do Dreamliner nos últimos meses melhorando a comunicação, assumindo linhas de produção importantes e aumentando o número de engenheiros supervisionando o trabalho.

Scott Carson, que chefia a divisão de aviões comerciais da Boeing, que implantou muitas das mudanças iniciais, deixou o cargo em 1o de setembro e disse que vai sair da empresa até o fim do ano.

A Boeing afirmou que Carson e seu sucessor, Jim Albaugh, não estavam disponíveis para comentar.


O primeiro voo de teste do Dreamliner, que a Boeing cancelou repentinamente em junho por causa de um problema técnico, agora está marcado para o fim do ano.

A primeira entrega, para a companhia japonesa All-Nippon Airways Co. está prometida para o quarto trimestre do ano que vem.


Pessoas próximas do programa dizem que o primeiro voo de teste deve seguir o cronograma, mas a primeira entrega pode não ocorrer no prazo.

Fornecedores e clientes aplaudiram as mudanças recentes da Boeing, mas dizem que vai demorar meses para saber se elas vão dar certo.


Um elemento crucial para a Boeing manter o 787 no caminho certo, enquanto começa a construir os 850 aviões já pedidos, é uma sala de controle no melhor estilo da Nasa — oficialmente chamada de Centro de Integração da Produção, uma sala de controle que funciona 24 horas por dia .

Uma das amplas paredes de vidro da sala dá de frente para a linha de montagem final do Dreamliner, onde as asas são instaladas na fuselagem.

Do outro lado há 24 telões com informações sobre remessas de peças do exterior, problemas técnicos urgentes e até mesmo terremotos que podem desalinhar máquinas nas fábricas e causar atrasos.


Fornecedores em lugares tão distantes quanto Austrália, Itália, Japão e Rússia podem se comunicar através dos tradutores para mostrar aos engenheiros da Boeing imagens em close das peças, graças às câmeras portáteis de alta definição.

Robert Noble, diretor de administração de fornecedores da Boeing, diz que comunicação em tempo real acabou com o problema gerado por trocas de emails de engenheiros em lados opostos do planeta. "Isso elimina vários dias do prazo para resolver esses problemas", diz.

Mesmo assim, os problemas da Boeing com o Dreamliner já causaram ampla repercussão.

Os fornecedores vêm enfrentando problemas financeiros por causa dos atrasos e muitos estão hesitando em investir pesado. Isso pode gerar problemas para a Boeing nos próximos meses, enquanto tenta negociar com os fornecedores para a aumentar a produção.


Fonte: Aeroblog com informações: Forum Contato Radar/The Wall Street Journal.

01/10/2009

Avianca e OceanAir anunciam parceria no mercado

Avianca e OceanAir anunciam parceria no mercado corporativo



Na última quarta-feira, dia 30 de setembro, duas das companhias aéreas pertencentes ao grupo Synergy Aerospace – a colombiana Avianca e a Brasileira OceanAir – anunciaram novos acordos corporativos com pacotes especiais para beneficiar os clientes de ambas as aéreas.

Na presença de seus principais clientes do mundo dos negócios, como a IBM, Siemens e Henkel, as companhias divulgaram que passarão a oferecer descontos exclusivos, liberação de franquia de bagagens, liberação de penalidades e tarifas promocionais em trechos específicos para as empresas que se associarem as duas aéreas.

Outra novidade é a possibilidade do resgate conjunto de pontos nos programas de fidelidades das companhias, que juntas contam com 2,5 milhões de membros.

Para Carlos Henrique Barbosa, gerente comercial da Avianca, o anuncio junto aos clientes serve para reforçar a ideia de que as companhias são, na verdade, uma coisa só. “Estamos nesse processo de sinergia e, cada vez mais, estamos integradas. Temos, inclusive, um contrato de codeshare que irá se expandir para mais cinco destinos até o final do ano”, aponta Barbosa.

A Avianca e OceanAir aproveitaram a ocasião para divulgar, também, a renovação da frota aera do grupo, com a aquisição de 72 novas aeronaves – entre elas os modelos A-330 da Airbus e B-787 DreamLiner da Boeing.


fonte:Aviação em Revista/Por Carlos Gabriel Alves

28/09/2009

Boeing 787... trabalhos de modificações nas asas

Boeing 787: Começam os trabalhos de modificações nas asas


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A Boeing iniciou as modificações em dois 787s Dreamliners, conforme se aproxima a data do primeiro voo até o fim do ano.

O primeiro protótipo a voar, o ZA001 juntamente com o protótipo estático ZY997, estão sofrendo modificações nas ligações que juntam as asas à fuselagem.

A Boeing informou que o processo todo de preparação, instalação e restauração,levará três meses, sendo que fontes com conhecimento do programa, indicam que a instalação por si só, levará 30 dias para ser completada.

Uma vez a instalação realizada, a Boeing deverá restaurar as condições de voo do protótipo ZA001, o que envolverá, inclusive, uma lavagem para a eliminação de quaisquer elementos acumulados dentro dos tanques de combustível, em função dos trabalhos realizados.
.
A Boeing também informou que para ter acesso à área modificada, alguns sistemas e portas de acesso foram removidos e deverão ser reinstalados.

Em seguida, a Boeing procederá a uma análise das reparações efetuadas no protótipo ZY997, por meio de uma série de testes estáticos que validarão o design, permitindo -se assim que o protótipo ZA001 seja liberado para voo.

Mas antes do tão esperado voo, a aeronave passará por um ´´ aquecimeto´´ ou seja, serão repetidos testes já feitos anteriormente, inclusive, testes de táxi, para ai então o 787, enfim voar.

Fonte:Blog Direto da Pista com informações FG/Jon Ostrower / http://avisimair.blogspot.com/

08/09/2009

1º voo do 787 esta marcado para o final do ano

Boeing marca 1º voo do 787 para o final do ano

Birreator terá primeira entrega no último trimestre de 2010

Boeing 787 apresenta nova pintura

Boeing 787 apresenta nova pintura

Fonte:Airway online/Por Redação

Video Youtube.com

A Boeing parece ter chegado a uma solução para os problemas estruturais do 787. O novíssimo avião apresentou fissuras na base das asas e teve um novo atraso em seu cronograma.

Nesta quinta-feira, no entanto, o fabricante anunciou que o jato voará pela primeira vez no final deste ano, contudo não definiu uma data.

A primeira entrega do 787 também ficou marcada para o último trimestre de 2010.

Para compensar o atraso, a Boeing reduzirá o tempo de certificação após a melhoria do projeto em suas partes mais sensíveis.

O objetivo é fabricar 10 aparelhos por mês em 2013, no pico da produção.



23/07/2009

787 pode voar apenas em 2010

Boeing 787 pode voar apenas em 2010

Técnicos tentam reforçar junção da asa com a fuselagem, mas trabalho pode atrasar cronograma em meses

Boeing 787 apresenta nova pintura

Boeing 787 apresenta nova pintura


Fonte:Airway online/Por Redação

Enquanto não encontra uma solução para os problemas de resistência da junção da asa com a fuselagem, a Boeing procura divulgar fatos amenos sobre o 787, o jato comercial mais avançado do mundo.

A última delas foi a apresentação do novo padrão de pintura do primeiro protótipo, talvez para apagar a lembrança da frustração do cancelamento do primeiro voo.

Em junho, a empresa detectou vários sinais de fadiga na estrutura do avião há dias do primeiro voo, o que acabou provocando mais um atraso em seu cronograma.

Agora, a Boeing diz trabalhar intensamente para resolver o problema, mas não promete uma nova data para o voo inaugural. Ainda assim, o jornal New York Times obteve de fontes internas a previsão que o 787 deva decolar entre “quatro a seis meses”.

Ou seja, a data pode facilmente chegar a 2010.

A preocupação da fábrica nem é apenas com possíveis cancelamentos de parte das 850 encomendas, mas os descontos que terão de ser feitos no preço do avião devido ao atraso nas entregas.

29/06/2009

Qantas cancela pedidos do Boeing- 787

Qantas cancela pedidos do Dreamliner

Companhia australiana, que não vê o atual ambiente econômico propício à compra, economiza US$ 3 bilhões com os cancelamentos

Boeing 787 Dreamliner

Boeing 787 Dreamliner

A australiana Qantas Airways anunciou hoje (29) o cancelamento do pedido de 15 aeronaves Boeing 787 Dreamliner. Além disso, a Qantas ainda adiou por quatro anos a encomenda de outros 15 jatos.

A companhia afirmou que a medida trará uma economia de cerca de US$ 3 bilhões e faz parte de um plano de redução de custos. De acordo com o diretor executivo da Qantas, Alan Joyce, a decisão foi "apropriada no atual ambiente econômico".

Segundo a Qantas, os cancelamentos não têm relação com os seguidos adiamentos na entrega das aeronaves por parte da Boeing.

Fonte:Avião Revue

Fernando Fischer / Fonte: Valor Online

26/06/2009

Qantas cancela encomenda do 787

Qantas cancela encomenda do 787

Empresa aérea australiana desistiu de 15 unidades do Boeing e postergou entrega de outros 15 aparelhos

Boeing 787 da Qantas

Boeing 787 da Qantas

Autoria :Airway

Por Redação

Depois de anunciar mais um atraso no cronograma de lançamento do seu novo jato comercial, o 787 Dreamliner, a Boeing amargou o cancelamento de 15 unidades por parte da Qantas, maior cliente do avião.

A companhia aérea australiana possuía 30 unidades encomendadas e decidiu ficar com apenas 15 jatos, que tiveram suas datas de entrega postergadas.

A Qantas, no entanto, negou que a decisão tenha sido reflexo dos problemas com o desenvolvimento do 787. A empresa atribuiu o cancelamento à crise financeira – o Dreamliner substituirá a frota de Boeing 767 da Qantas na próxima década.

23/06/2009

Boeing volta a adiar lançamento do avião 787

Boeing volta a adiar lançamento do avião 787 Dreamliner

Projeto já está dois anos atrasado em relação ao cronograma original.
Notícia foi mal recebida pelo mercado, já que avião é aposta da Boeing.

Do G1, com agências


                O avião Boeing 787 Dreamliner (Foto: Tangi Quemener/AFP)

A fabricante de aviões Boeing disse nesta terça-feira (23) que adiou o primeiro voo de seu 787 Dreamliner, já postergado em dezembro passado, e não fixou uma nova data para o lançamento.

Este é o quinto adiamento do calendário do 787 Dreamliner, considerado uma peça-chave para o futuro da empresa. O projeto, que já tem 865 encomendas de 56 companhias aéreas no valor de US$ 144 milhões, está dois anos atrasado em relação ao cronograma original.

A Boeing anunciou que terá pronto em algumas semanas um novo calendário para o primeiro voo e a primeira entrega do aparelho. Enquanto isso, as equipes técnicas continuarão com os testes do 787, segundo a empresa.

A empresa explica no comunicado que o atraso se deve à necessidade de reforçar uma parte da fuselagem identificada em testes recentes.

A Boeing esperava poder realizar o voo inaugural no dia 30 de junho, em um cronograma que terminaria com a entrega das aeronaves encomendadas pela companhia All Nippon Airways (ANA) no primeiro trimestre de 2010.

O processo de fabricação foi prejudicado por problemas ligados à complexa "linha de montagem" internacional e por uma greve de dois meses dos funcionários da Boeing, em dezembro do ano passado.
A notícia foi muito mal recebida pelo mercado, já que a direção da Boeing havia garantido na semana passada que manteria seu calendário. A Boeing disse que sua projeção financeira será atualizada em julho para refletir qualquer impacto do novo atraso.

A empresa e a concorrente Airbus estão sendo atingidas fortemente, conforme operadores de carga sofrem em meio às dificuldades econômicas em várias partes do mundo. Até agora no ano, a Boeing recebeu 45 cancelamentos para o 787.

O 787 Dreamliner é o primeiro novo modelo da empresa em mais de uma década. O avião promete mais economia para as companhias aéreas, graças a seu design, material e tecnologia. A aeronave é fabricada com 50% de compostos de plástico, comparado com os 12% do 777, o que reduziria o consumo de combustível em 20%.

Com informações da AFP e da Reuters

16/06/2009

Segundo Boeing 787 pronto para voar

Segundo Boeing 787 pronto para voar

Protótipo recebeu a pintura da All Nipon Airways, lançadora do avião



Boeing 787 ZA002 com a pintura da All Nippon Airways

Boeing 787 ZA002 com a pintura da All Nippon Airways

Por Redação

O segundo protótipo do Boeing 787 Dreamliner saiu do hangar da empresa em Seattle para iniciar os testes de combustível neste fim de semana. Ele faz parte de uma frota de seis aparelhos que farão os voos de certificação do birreator.

Boeing 787 ZA002 com a pintura da All Nippon Airways

Boeing 787 ZA002 com a pintura da All Nippon Airways

Denominado ZA002, o segundo 787 será responsável pelo programa de performance dos sistemas e recebeu a pintura da companhia japoensa All Nippon Airways.

A ANA, como é chamada, foi a companhia aérea lançadora do aparelho e por isso será a primeira empresa a colocar o 787 em operação. O programa do novo jato da Boeing está cerca de dois anos atrasado. O primeiro voo do protótipo ZA001 está marcado para ocorrer ainda em junho.

Até agora, 56 companhias aéreas encomendaram um total de 865 unidades do Boeing 787.