Mostrando postagens com marcador Petróleo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Petróleo. Mostrar todas as postagens

19/06/2010

Helicópteros para o pré-sal

Helicópteros para o pré-sal


O Sikorsky S-92 custa em média US$27 milhões.

A Líder Aviação acaba de receber mais dois helicópteros Sikorsky S-92, para operação em plataformas do pré-sal da Petrobras.

O início das operações está previsto para julho/2010.

Este é o terceiro helicóptero de grande porte que compõe a frota própria da Líder, a maior da América Latina.

O S-92 é o maior do segmento executivo, com quase 20 metros de comprimento e capacidade para atender a 21 passageiros, incluindo dois pilotos e um comissário de bordo. Possui autonomia de voo de cinco horas, a melhor dentre os helicópteros da categoria. Seu valor de mercado é US$ 27 milhões.

As aeronaves estão equipadas com aviônicos de última geração, que atendem as exigências específicas para operação em plataformas pré-sal, como: .TCAS (Traffic Collision avoidance system): sistema de segurança de vôo cujo objetivo é evitar a colisão entre aeronaves no ar;

. GPWS (Ground proximity warning system): sistema de segurança de voo cujo objetivo é alertar o piloto sobre o perigo imediato de colisão com o solo ou outro obstáculo. | . FMS: sistema de segurança de voo para monitoramento| . ADELT (Automatically Deployable Emergency Locator Transmitter): sistema de segurança de voo cujo objetivo é localizar a aeronave automaticamente.

Parceria líder e Petrobras - Em março deste ano, a Líder Aviação assinou contrato com a Petrobras para operação em plataformas do pré-sal, para operar com três Sikorsky S-92.

A Líder e a Petrobras são parceiras desde 1972, quando houve o início dos trabalhos de suporte de óleo e gás (Off Shore) nas regiões norte e nordeste do Brasil.

A exploração do pré-sal apresenta exigências específicas, em função da distância das plataformas, principalmente as localizadas na Bacia de Santos.

“Quando falamos sobre o alcance das aeronaves, as exigências nunca foram tão extremas, chegando até a 220 milhas náuticas (396 km). A Líder Aviação é a única empresa no Brasil, com infra-estrutura implantada para viabilizar uma operação deste porte”, afirma o presidente da Líder Eduardo Vaz.

As operações se darão a partir do Aeroporto de Jacarepaguá, onde a Líder mantém o maior e mais bem equipado hangar do Estado do Rio de Janeiro, capaz de acomodar até seis helicópteros S-92 conjuntamente, proporcionando um ganho em produtividade e segurança único no mercado.


Fonte:Página  Inicialvideo :Youtube.com by Sikorsky

13/05/2010

Oléo continua vazando no Golfo do México

Oléo continua vazando no Golfo do México



Washington-As primeira evidencias do vazamento de óleo no golfo do México ,indicam uma sequência devastadora de falhas de equipamentos, uma dezena de equipamentos em plataformas de petróleo nos EU estão em péssimas condições de uso e desrregulados.


Uma Audiência foi realizada nesta quarta feira no Congresso com setores de Administação em Washington e Louisiana ,estabeleceu que houve uma sequencia de falhas invisíveis sobre aspectos amplamente regulamentados e bem seguros que parecem ter contribuído para o acidente ambiental de 20 de Abril ,tais como:encaixes hidraulicos frouxos,falta de baterias...etc.






O fato é que os EU em sua busca por petróleo em casa, a profundidades cada vez maiores deixam toda a parte de quipamentos e segurança na perfuração a cargo de terceiros.

Enquanto isso o Óleo continua jorrando em larga escala poluindo e poluindo e poluindo ...


Fonte:CNN/G1.com/RT News

30/04/2010

Novas tecnologias contra a mancha de Petróleo

Novas tecnologias contra a mancha de Petróleo no Golfo do México


vazamento.jpg


De um cone submarino gigante a pequenos submarinos-robôs, o derramamento de petróleo no Golfo do México depois da explosão de uma plataforma a serviço da BP na semana passada trouxe à tona algumas das últimas tecnologias de contenção em desastres deste tipo.

http://odia.terra.com.br/portal/cienciaesaude/fotos/27_oleo_nasa_575X420.jpg

Até esta quinta-feira, pequenos submarinos controlados remotamente ainda não tinham conseguido fechar as válvulas que conectavam a reserva petrolífera à plataforma Deepwater Horizon.

http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/26/26/26/7583162.explosao_mundo_285_399.jpg

Enquanto isso, a Guarda Costeira americana afirmou que o vazamento de seria cinco vezes maior do que anunciado pela BP inicialmente.

Por isso, aventa-se a possibilidade de instalar um gigantesco cone por cima do vazamento, o que permitiria a estocagem do óleo e posterior retirada por navios-tanques.

Os dois únicos problemas neste método são:


  1. Nunca se utilizou essa tecnologia em águas tão profundas quanto às do atual vazamento

  2. A estrutura pode levar semanas até ficar pronta e ser instalada

Por isso, esta tecnologia já foi comparada a "má ficção científica".

Enquanto isso, milhares de pessoas em diversas embarcações e aeronaves lutam contra o tempo usando métodos mais rudimentares para impedir o desastre ecológico iminente sobre o litoral sul dos Estados Unidos.

Boias e tubulações de contenção tentam limitar e facilitar o recolhimento do petróleo por navios-tanque, produtos químicos são lançados em outras áreas para facilitar a quebra das moléculas do petróleo e facilitando assim a decomposição natural.

A Guarda Costeira também apelou para um recurso simples nesta quinta-feira: fogo.

Enquanto os ventos favorecem este método, as autoridades devem tentar queimar porções da mancha antes que ela chegue aos delicados manguezais de Lousiana.

No entanto, mesmo com a gigantesca mobilização e experiência em derramamentos assim, as autoridades já se preparam para um desastre ecológico de proporções dramáticas.


Fonte:BBC Brasil

Vazamento de Petróleo esta fora de controle no Golfo do México

Vazamento de Petróleo esta fora de controle no Golfo do México



Mancha de óleo atinge costa da Louisiana

Trabalhadores colocam barreiras para conter vazamento em barco no  porto de Venice, Louisiana

Trabalhadores colocam barreiras para conter vazamento

A Guarda Costeira dos Estados Unidos informou, nesta quinta-feira, que parte do óleo derramado no vazamento no Golfo do México já atingiu a costa do Estado da Louisiana.

Uma autoridade local disse à BBC que o óleo atingiu uma ilha perto do delta do rio Mississipi. Alguns residentes da região costeira e um correspondente da BBC em Louisiana afirmaram que já podiam sentir o cheiro do petróleo vindo do mar.

Ainda nesta quinta-feira, o governo da Louisiana declarou Estado de emergência devido ao vazamento de petróleo.

A decisão foi tomada depois de a Guarda Costeira americana ter revelado que a quantidade de petróleo que vaza do poço da plataforma Deepwater Horizon é cinco vezes maior do que se pensava e ameaça chegar à costa já nesta sexta-feira, devido à mudança na direção dos ventos.

"Soubemos que os dados da agência para Oceanos e Atmosfera agora mostram que a mancha de petróleo pode alcançar nossa costa antes do que o esperado", disse o governador da Louisiana, Bobby Jindal, em nota oficial.

"Falei com a secretária (nacional de Segurança Interna, Janet) Napolitano nesta noite para destacar as necessidades do Estado enquanto nos preparamos para o impacto da mancha de petróleo.”

“Como a mancha de petróleo se aproxima de nossa costa, pedimos mais recursos da Guarda Costeira e da BP (British Petroleum, que operava a plataforma), enquanto trabalhamos para diminuir os efeitos da mancha", afirmou o governador.

Janet Napolitano, por sua vez, anunciou que o governo dos Estados Unidos determinou que a mancha de petróleo que pode atingir a costa da Louisiana é um evento de importância nacional.

Segundo ela, isto significa que as autoridades estaduais poderão pegar recursos de todo o país para lidar com a situação.

Napolitano também afirmou que um segundo centro de comando está sendo estabelecido na cidade de Mobile, no Estado do Alabama, para ajudar na coordenação dos esforços para conter o vazamento de petróleo.

Militares

O petróleo formou uma mancha com uma área de cerca de 72 km por 170 km - maior do que a área da Jamaica.

A contra-almirante Mary Landry, da Guarda Costeira, disse em Nova Orleans que o equivalente a 5 mil barris de petróleo por dia estão vazando no mar a 80 km da Louisiana.

Segundo Landry, técnicos da Noaa (sigla em inglês da Agência Americana para Oceanos e Atmosfera) revisaram para cima a estimativa do tamanho do vazamento baseados em fotos aéreas, estudo da trajetória da mancha e condições climáticas locais, entre outros fatores.

Com a piora da situação, militares americanos foram mobilizados nesta quinta-feira para ajudar a conter o petróleo pela primeira vez desde o início do vazamento.

Fogo

Uma equipe da Guarda Costeira ateou fogo a parte da mancha de petróleo, em uma tentativa de salvar o frágil ecossistema de pântanos da Louisiana. O Estado abriga cerca de 40% dos pântanos e mangues americanos e é o habitat de inúmeras espécies de peixes e aves.

A queima controlada da mancha foi feita em uma área cerca de 50 km a leste do delta do Rio Mississippi, de acordo com as autoridades.

A plataforma Deepwater Horizon, que pertence à empresa suíça Transocean e estava sendo operada pela British Petroleum (BP), explodiu na terça-feira passada e afundou na quinta-feira, depois de ficar dois dias em chamas.

Onze trabalhadores desapareceram depois do desastre, que está sendo considerado o mais grave do tipo em quase uma década.


Fonte: BBC Brasil