SUA REVISTA ELETRÔNICA EM AVIAÇÃO [Your e-magazine of Aviation] VOAR NEWS AVIAÇÃO & DEFESA
14/09/2011
Aeroporto de Florianópolis terá novo terminal até 2013
O Aeroporto de Florianópolis vai ganhar um novo terminal até 2013 que ampliará a capacidade em até 2,6 milhões de passageiros - a mesma quantidade de pessoas que passam pelo aeroporto por ano.
O edital foi lançado na sexta pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e o resultado da empresa que vai construir a nova ala sai em um mês.
A estatal permitiu a participação de consórcios estrangeiros na obra com custo de R$ 190 milhões.
A Infraero diz que a primeira etapa do novo terminal fica pronta daqui a dois anos, e a obra inteira em 2014. Atualmente, a capacidade do aeroporto é de 4,1 milhões de passageiros por ano. O aeroporto de Florianópolis é conhecido por ter sido o primeiro do Brasil a ter um Módulo Operacional Provisório (MOP) - o famoso "puxadinho" - em 2009. A Infraero vai manter o MOP e usá-lo para a aviação executiva e os voos fretados domésticos.
Londrina e Curitiba
A Infraero começou ontem as obras nas pistas do Aeroporto de Londrina, no norte do Paraná, que vão ficar interditadas da meia-noite às 6h nos dias de semana e de 19h de sábado às 11h de domingo até março de 2012.
A reforma vai custar R$ 6,77 milhões e envolve o recapeamento da pista e a implantação de ranhuras para melhor escoamento da água da chuva e aderência dos trens de pouso dos aviões.
Já as obras na pista do Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, que causaram polêmica porque iriam fechar o aeroporto durante boa parte do fim de semana, vão começar na próxima segunda.
A ideia inicial da Infraero era interditar a movimentação de aviões entre 3h30 e 6h de segunda a quinta-feira e das 14h do sábado às 12h do domingo.
Por causa da pressão do setor turístico local e do Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (SNEA), as obras vão ocorrer de segunda a sábado, da 0h15 às 6h15, e das 20h15 de sábado até as 12h15 de domingo. A previsão de término é de nove meses. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte:Agencia Estado-via:G1.com/foto:diariodocongresso.com.br
13/06/2011
ANAC quer obrigar aéreas a informar índice de atraso e cancelamento
Diretor de sindicato diz que medida é irrelevante, mas gera custo.
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) quer obrigar as empresas aéreas brasileiras a informar a seus passageiros, no momento da compra da passagem, o índice de atraso e de cancelamento de voos em cada uma das rotas operadas.
Esta exigência foi incluída em uma revisão feita pela agência na Instrução de Aviação Civil (IAC) 1502, que instituiu os procedimentos para a avaliação da regularidade, pontualidade e eficiências das aéreas nacionais.
A revisão já está pronta, mas ainda deve ser discutida com representantes das empresas e, depois, encaminhada para consulta pública onde poderão ser feitas novas sugestões.
Se a mudança for aprovada, o cliente vai poder saber, no ato da compra da passagem, a frequência dos atrasos e cancelamentos feitos pela companhia no trecho em que pretende viajar. O objetivo da medida é oferecer mais informações para que os passageiros escolham a empresa que preferem voar.
O diretor técnico do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), Ronaldo Jenkins, disse que a entidade vai esperar ser comunicada oficialmente pela Anac para se pronunciar sobre a mudança.
Ele avaliou, porém, que a nova exigência, se entrar em vigor, vai apenas representar um custo a mais para o setor. Segundo Jenkins, índices de atraso ou cancelamento não vão ser levados em consideração pelos passageiros na hora de escolher a empresa aérea.
“Os passageiros querem saber de preço e de horário de vôo. Isso é o que importa. Normalmente, os outros índices não são consultados”, afirmou.
Outro ponto da instrução revisto pela Anac é o que estabelece os critérios para a avaliação da regularidade e da pontualidade das aéreas.
A mudança prevê a separação entre atrasos e cancelamentos causados por fatores meteorológicos e aqueles em que a responsabilidade é da empresa aérea.
Fonte:G1.com-por:Fábio Amato Do G1, em Brasília
05/06/2011
Colisões entre aviões e aves aumentam 10% em 2010

Os chamados 'birdstrikes' já mataram dois pilotos militares no Brasil.
Vistas no ar, aves parecem inofensivas. Perto de um avião, porém, podem causar estrago: o número de colisões entre pássaros e aeronaves nos aeroportos chegou a quase mil em 2010, alta de 10% em relação ao ano anterior.
O perigo fez o Centro de Investigação e Controle de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) criar no mês passado um Plano Básico de Gerenciamento do Risco Aviário para investigar os casos.
Em casos extremos, uma batida dessas pode derrubar um avião. Mas o mais comum é provocar perda total nos motores, ferimentos na tripulação e atrasos para o passageiro. "Parece bobagem, mas imagine uma aeronave a 250 km/h se chocar com um pássaro de 3 quilos, também em movimento. Pode ser fatal", explica o coordenador de Ciências Aeronáuticas da Estácio de Sá, o piloto Marcus Reis.
Os chamados "birdstrikes" já mataram dois pilotos militares no Brasil e deixaram cegos pelo menos mais dois.
Os números são estimados - o Cenipa acredita que as colisões reportadas representam apenas 25% do universo real dos acidentes. Como os relatos são voluntários, muitos ficam só na suspeita e nem sempre o piloto percebe que bateu em ave. "Nos Estados Unidos, quando há acidente ou pane inexplicada, fazem teste de DNA para descobrir se tem restos de aves", explica o major Henrique Rubens, gerente do setor de Risco Aviário do Cenipa.
Em colisões "cotidianas", os sinais geralmente aparecem em forma de prejuízo milionário para as companhias. O Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) estima perda de U$ 3 bilhões por ano para as empresas. "O custo indireto é ainda maior. O avião quebra, tem de retornar. O passageiro perde a viagem e a companhia, a credibilidade", diz o diretor técnico do Snea, Ronaldo Jenkins.
Nos lugares com mais colisões, as causas não são mistério: até 2009, o recordista era o Galeão, no Rio, que tem como vizinho o Aterro de Gramacho, considerado o maior lixão da América Latina. Ele apresentou queda, mas hoje ainda ocupa o quarto lugar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte:G1
22/03/2011
Dilma Rousseff cria a Secretaria Nacional de Aviação Civil

A secretaria de Aviação Civil tem status de ministério e passa a comandar a Anac e a Infraero, mas uma atividade essencial para o setor -- o controle do espaço aéreo -- continuará sob o Ministério da Defesa.
Terminais superlotados, falta de espaço para estacionamento de aeronaves, ausência de uma segunda pista na maioria dos aeroportos.
São apenas alguns dos problemas já conhecidos do setor. A questão é que a Copa do Mundo de 2014 se aproxima.
Preocupada, a presidente Dilma resolveu criar, por medida provisória, a Secretaria Nacional de Aviação Civil subordinada diretamente à presidência da República.
Missão: gerenciar e acelerar a aplicação dos mais de R$ 5 bilhões disponíveis para as obras.
Infraero e Anac, antes vinculadas ao Ministério da Defesa, agora passam para a nova secretaria, mas o controle do espaço aéreo, um dos grandes gargalos do setor, continua sob o guarda-chuva dos militares.
A medida provisória também permite a contratação de cem novos controladores.
Hoje, os aeroportos de nove das doze cidades indicadas para sediar a Copa já operam acima ou no limite da capacidade; os mais problemáticos são o de Guarulhos, em São Paulo, e o de Brasília.
A estimativa é de que 193 milhões de passageiros passem pelos aeroportos brasileiros no ano da Copa; em 2010, foram 140 milhões.
A ideia do governo é abrir o setor para o capital privado. Ou seja, permitir que empresários explorem os aeroportos já existentes, reformem alguns e construam outros.
O presidente do sindicato que representa as empresas aéreas não acredita na solução de todos os problemas até a Copa. Mas elogia a criação da secretaria.
Fonte:G1
03/03/2011
Querosene de aviação sobe 6,2%, segundo SNEA
Agencia Estado
O querosene de aviação (QAV) foi reajustado hoje pela Petrobras em 6,2%, por causa da alta do petróleo no mercado internacional, informou o Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (SNEA).
O combustível é um dos três que sofrem a influência das oscilações dos preços internacionais do petróleo sobre suas cotações, reajustadas mensalmente pela estatal.
Também são reajustados o preço da nafta e do óleo combustível, mas não há dados precisos sobre o valor destes, já que são negociados cliente a cliente.
De acordo com o SNEA, a alta acumulada no ano já chega a 16,08%. No ano passado, o QAV acumulou alta de 13,55%, porcentual acelerado especialmente no quarto trimestre.
No primeiro trimestre do ano passado, o QAV acumulava alta de 6,96%.
Neste ano, a estatal já havia repassado alta de 3,29% em fevereiro e de 5,5% em janeiro.
O gasto com combustível equivale a cerca de 37% do custo total das companhias aéreas.
Não há estimativas do SNEA sobre quando poderá ocorrer um repasse desta alta para o preço das tarifas e nem sobre quanto poderá ser o porcentual repassado.
Ao contrário dos combustíveis citados, a Petrobras não repassa automaticamente a volatilidade do mercado internacional aos preços de óleo diesel, gasolina e gás liquefeito de petróleo (GLP), que são mais populares e possuem impacto direto na inflação.
Fonte:G1.com
05/12/2010
CARTA ABERTA DOS AERONAUTAS ÀS AUTORIDADES BRASILEIRAS
CARTA ABERTA DOS AERONAUTAS ÀS AUTORIDADES BRASILEIRAS
A Aviação Civil é um setor estratégico e sua força e capacidade de atendimento à população importam muito à autonomia e a soberania do nosso país.
O mercado de Aviação Civil emprega milhares de pessoas no Brasil e é muito influenciado pela legislação aeronáutica e pelas políticas do governo para o setor.
Os trabalhadores da aviação dependem dessa consciência das autoridades para exercerem suas profissões com perspectivas de futuro.
É por isso que o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) e a Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil (Fentac/CUT) vêm a público manifestar sua contrariedade à aprovação do Projeto de Lei 6.716/2009, que propõe mudanças no artigo 158 do Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA), a fim de ampliar a participação do capital estrangeiro nas empresas aéreas e permitir a contratação de tripulantes estrangeiros por até cinco anos.
Hoje, a lei permite contratá-los por, no máximo, seis meses.
O PL foi aprovado em junho em uma comissão especial da Câmara dos Deputados e aguarda votação em Plenário.
Esse projeto, se aprovado, irá prejudicar os trabalhadores, precarizando as condições de trabalho e os salários no setor, apenas para atender os interesses de empresas que não querem investir na formação de novos profissionais para renovar e ampliar seus quadros.
Ele também representa uma contradição, pois vivemos um momento de auge do Setor Aéreo, com crescimento a passos largos, bem maior que o da economia nacional.
Um momento extremamente propício para investimentos em qualificação profissional para os brasileiros e brasileiras interessados em atuar na aviação.
Atento à expansão do setor por conta da exploração do Pré-Sal, o Sindicato Nacional das Empresas de Táxi Aéreo (SNETA) vem defendendo a aprovação do PL no Congresso.
Esse sindicato não esconde seu interesse em contratar pilotos estrangeiros, pagando melhores salários, se necessário, mas mantendo os atuais salários dos pilotos brasileiros.
Essa intenção de praticar salários diferenciados para brasileiros e estrangeiros, de forma clara e direta, é um total desrespeito aos nossos trabalhadores e uma prática perversa cujos únicos objetivos são o achatamento dos salários no país e o não investimento na formação de novos profissionais.
Os aeroviários também têm perdido postos de trabalho no Brasil para estrangeiros, que estão atuando em plataformas de petróleo e no setor de manutenção de aeronaves.
Na maioria dos casos, os sindicatos constatam que o objetivo das empresas com estas contratações tem sido evitar os custos de treinamento e achatar salários.
Entendemos que essa precarização das relações de trabalho através de uma concorrência desenfreada não traz benefícios para o setor e, ao almejar o lucro a qualquer custo, não é sustentável.
Antes de mudar a legislação para permitir maior tempo de contratação de pilotos de outras nações, deveríamos pensar em como fortalecer nosso mercado para não perder nossos profissionais para os países mais ricos.
Hoje, mais de 500 pilotos brasileiros atuam em outras nações, devido a falta de oportunidades e a precarização do trabalho no Brasil. Todavia, mais de 500 novos pilotos brasileiros concluíram sua formação no primeiro semestre de 2010 e estão à disposição do mercado para atender a demanda do setor.
Por essas razões, o SNA e a Fentac/CUT pedem a atenção dos deputados e senadores brasileiros para que não aprovem o PL 6.716/2009 no Congresso.
As empresas do Setor Aéreo vêm, há muitos anos, pagando baixos salários e aproveitando ao máximo pilotos da Força Aérea, Exército e Marinha na reserva ou aposentados.
Assim, elas têm remunerado a categoria de forma cada vez mais precária e agora querem abster-se da responsabilidade de promover a formação de mão-de-obra nacional.
Além de investir pouco na formação de profissionais, as empresas têm pressionado os sindicatos de trabalhadores pela ampliação da jornada e vêm obrigando aeronautas e aeroviários a trabalharem além do limite de suas capacidades, colocando em risco as vidas dos passageiros, tripulantes e da população em terra.
Diante do crescimento do setor aéreo, sabemos que é necessário ampliar a formação de pilotos e outros profissionais, como mecânicos e engenheiros especializados em aviação civil.
E para isso, defendemos políticas governamentais visando a criação de cursos gratuitos nas universidades públicas para a formação de profissionais para o setor aeroviário.
O SNA e a Fentac/CUT não abrem mão de defender os direitos dos trabalhadores.
Chega de entreguismo. Precisamos investir em nosso país, na aviação nacional, nos brasileiros(as). O Brasil precisa cumprir sua Política Nacional de Aviação Civil (PNAC) para dar conta do crescimento do setor de forma sustentável e qualificada.
E assumir um compromisso com o seu povo pelo desenvolvimento.
Conclamamos os trabalhadores e as trabalhadoras da Aviação Civil a unirem-se nesta luta contra o descumprimento da Regulamentação Profissional dos Aeronautas e das Convenções Coletivas de Trabalho de aeronautas e aeroviários, por condições mais humanas e melhores salários.
Pedimos aos parlamentares e ao governo atenção e apoio a esta causa.
Sindicato Nacional dos Aeronautas /Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil da CUT
09/11/2010
Ministério Público quer taxar empresas aéreas por dano ambiental
Ministério Público quer taxar empresas aéreas por dano ambiental em Guarulhos e SNEA diz ser absurdo
06/09/2010
Setor aéreo teme vinda de pilotos de segunda linha ao Brasil
A contratação de pilotos estrangeiros nas companhias aéreas brasileiras, em discussão no Congresso, pode atrair profissionais menos qualificados para o Brasil, segundo o temor de alguns segmentos da indústria.
O projeto de lei que altera o Código Brasileiro de Aeronáutica, o mesmo que propõe o aumento do limite de capital estrangeiro nas companhias aéreas, abre a possibilidade de contratação de pilotos estrangeiros no Brasil, hoje restrita a instrutores de voo.
Segundo o diretor técnico do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviáriais (SNEA), Ronaldo Jenkins, os incentivos à formação são a melhor iniciativa para evitar a escassez de profissionais no setor.
De acordo com a proposta em discussão no Congresso, as companhias aéreas poderiam empregar profissionais estrangeiros em um período máximo de 60 meses e apenas em caso de escassez de mão de obra nacional.
Mesmo em caso de carência de mão de obra, a contratação de profissionais estrangeiros para suprir esta necessidade é questionável.
“As companhias brasileiras só vão contratar estrangeiros em último caso, e olhe lá”, afirma Ronaldo Jenkins, do SNEA, entidade que reúne companhias como TAM, Gol e Azul.
Segundo ele, a restrição se deve à complexidade em atestar a qualidade técnica dos profissionais. “É difícil comprovar como o piloto cumpriu os requisitos de horas de voo. Isso necessitará um estudo profundo”, disse.
O ex-diretor da Anac, Allemander Pereira, concorda. Para ele, é ingenuidade acreditar que virão para o Brasil pilotos experientes, que hoje atuam nos mercados americano e europeu.
Procurada pelo iG, a Anac informou que não se pronuncia sobre o tema, já que o projeto ainda não foi votado.
A agência é responsável pela regulamentação dos pilotos e disse que, caso a mudança seja aprovada, vai desenvolver um método para fiscalizar os estrangeiros.
Os sindicatos que representam os pilotos de companhias aéreas e de empresas de helicópteros são contrários à mudança na legislação para permitir a contratação de estrangeiros.
Eles afirmam que não foram ouvidos durante a elaboração da proposta.
"Essa mudança vai atender o interesse de setores específicos e casa com essa tendência de entrada de capital estrangeiro no Brasil", diz Graziela Baggio, do Sindicato Nacional dos Aeronautas, entidade que representa pilotos e comissários.
“Contratar estrangeiros é perigoso e não resolverá o risco de escassez de mão de obra. O melhor é investir na formação de profissionais”, afirma Rodrigo Duarte, diretor da Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero (Abraphe), que representa um dos setores com maior carência de profissionais.
O custo de formação de um piloto, que pode superar R$ 100 mil, somado aos salários baixos praticados no Brasil, tornou a carreira de profissional da aviação menos interessante, afirma a presidente do sindicato dos aeronautas.
Segundo ela, hoje há cerca de 500 pilotos brasileiros trabalhando em companhias aéreas estrangeiras.
“Eles são altamente qualificados, mas não atuam no Brasil porque aqui os salários são baixos”, afirma.
Para os sindicatos do setor aéreo, a solução para evitar a escassez de profissionais não é a contratação de estrangeiros, mas iniciativas como a ampliação do programa da ANAC de bolsas de estudos para pilotos, oferta do curso em universidades públicas e reajustes salariais.
A expectativa do relator do projeto, o deputado Rodrigo da Rocha Loures (PMDB-PR), é que ele seja votado pela Câmara dos Deputados depois das eleições.
O deputado afirma que a alteração na legislação do setor visa a evitar que o descompasso entre o crescimento do mercado de aviação e a formação de pilotos inviabilize a expansão da oferta de transporte aéreo.
“O foco da mudança é o passageiro. Não queremos que ninguém deixe de voar por falta de piloto”, disse Loures.
Há cerca de 4,5 mil pilotos e copilotos operando nas companhias brasileiras, de acordo com dados de 2008, os mais recentes disponíveis nas estatísticas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
Em 2009, quando o setor aéreo cresceu 17,6%, foram emitidas apenas 258 licenças para piloto de linha aérea pela ANAC.
Fonte: Marina Gazzoni (iG) - Via:desastresaereosnews
24/08/2010
Guerra fiscal prejudica aviação no Brasil
Agencia Estado
Os aviões brasileiros estão "transportando" combustível para fugir do preço maior do querosene em boa parte dos aeroportos do País.
Por causa da guerra fiscal, as companhias são obrigadas a conviver com uma verdadeira "salada" de alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado pelos Estados sobre o querosene, o que interfere no planejamento, nos preços das passagens e até na logística.
Sai mais barato, por exemplo, um avião com destino a Salvador e escala no Distrito Federal decolar com mais combustível do Rio, onde o ICMS é de 4%, para não ter que abastecer em Brasília, que cobra uma alíquota de 25%.
Nos últimos meses, as empresas intensificaram o lobby com os governadores para reduzir a alíquota do ICMS do querosene de aviação, item que mais pesa no custo das empresas.
Elas pediram apoio do governo federal e do setor de turismo para ajudar na pressão.
Com o ICMS mais baixo e uniforme em todos os Estados, as empresas dizem que o preço das passagens vai cair, ajudando a incrementar o turismo interno, principalmente para a classe C, que passou a viajar mais de avião.
Levantamento obtido pela Agência Estado com o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA) mostra que as alíquotas do tributo, dependendo de cada Estado, variam de 4% a 25%. Em São Paulo, onde as empresas compram cerca de 35% do querosene necessário para seus voos, a alíquota é uma das mais caras: 25%.
No Distrito Federal, ponto importante de distribuição de voos para todo o País, a alíquota do ICMS também está em 25%. Por outro lado, nos aeroportos de Confins, em Minas Gerais, e do Galeão, no Rio de Janeiro, a alíquota é de 4%.
"As empresas estão transportando combustível sem necessidade. Isso também traz aumento do custo, porque representa menos carga, já que o avião sai mais pesado", disse o presidente do Snea, José Mollo.
Fonte:Agencia Estado-Via:G1.com
19/05/2010
Segmento aéreo internacional ainda se recupera, diz Snea
Segmento aéreo internacional ainda se recupera, diz Snea
“Apesar da expressiva evolução na demanda mensal no primeiro trimestre deste ano, deve ser notado que a demanda acumulada (RPK) nesses três meses totalizou 5,82 bilhões de passageiros-quilômetros transportados pagos, representando uma variação de +12,78% sobre igual período de 2009 e ficando pouco acima do patamar pré crise (1º trimestre de 2008 = 5,8 bilhões RPK), mas situando-se ainda 9% abaixo do resultado acumulado no primeiro trimestre de 2001 (6,4 bilhões RPK)”, avalia o Snea.
Por outro lado, segundo o sindicato, a oferta apresentou uma leve retração de -1,09%, no mês de março de 2010, na comparação com o terceiro mês de 2009, tendo as empresas aéreas brasileiras disponibilizado 2,57 bilhões de assentos quilômetros (“Available Seat Kilometers”- ASK).
No acumulado de janeiro até março ocorreu uma certa estabilidade na oferta levando a pequena variação de +0,31% em relação ao primeiro trimestre de 2009, com 7,64 bilhões de assentos quilômetros disponíveis (ASK).
“Em função de ter se registrado um incremento de dois dígitos na demanda mensal e trimestral e da quase estável variação na oferta mensal e trimestral, ocorreu uma expressiva melhoria no fator de aproveitamento médio (“Average Load Factor”) das aeronaves utilizadas pelas empresas aéreas brasileiras.
A ocupação média de 75,17% das aeronaves acumulada no primeiro trimestre deste ano apresentou também uma boa evolução de 7,43 pontos percentuais, em relação ao mesmo periodo de 2009 (67,74%)”, informa o levantamento.
De acordo com o Snea, a gradual recuperação das empresas brasileiras, no contexto do mercado de transporte aéreo internacional, que teve inicio no último quadrimestre de 2009 e prosseguiu neste trimestre inicial de 2010, indica uma tendência de melhor desempenho setorial no corrente ano com nível de atividade (demanda) acima dos resultados alcançados em 2008 e em 2009.
“Entretanto, a sustentabilidade no crescimento da aviação comercial brasileira durante o corrente ano, dependerá não apenas da economia no Brasil e no mundo, principalmente nos Estados Unidos e na União Europeia, que vêm mostrando sinais de melhoria, mas também do comportamento das principais variáveis (combustível e relação cambial) relacionadas com a prestação dos serviços aéreos, além de eventuais estratégias das suas congêneres estrangeiras visando a ampliação do marketshare em nosso País com a completa liberação em abril de 2010 das tarifas dos vôos de longo curso com destino ao Exterior”, avalia.
Fonte:Panrotas-Por:Felipe Niemeyer
18/05/2010
Snea avalia "incrível trimestre" da aviação doméstica
Snea avalia "incrível trimestre" da aviação doméstica
Em relação a oferta mensal, em março de 2010, verificou-se o forte incremento de 18,47% sobre março de 2009, atingindo mais de 8 bilhões de assentos quilômetros oferecidos (ASK).
Adicionalmente, o consistente aumento de 20,4% na oferta acumulada durante o primeiro trimestre de 2010, conduziu ao novo recorde de 23,76 bilhões de assentos-quilômetros oferecidos no total acumulado de janeiro a março no mercado doméstico.
Observando-se a variação na demanda e na oferta, no primeiro trimestre, segundo o Snea, pode se verificar que houve um crescimento de quase oito pontos percentuais no fator de aproveitamento médio (“Average Load Factor”) das aeronaves, que subiu de de 63,81% em 2009 para 71,64% em 2010.
“As expressivas variações no comparativo mensal e trimestral da demanda, da oferta e do fator de aproveitamento permite se prever a tendência de um imenso crescimento na aviação comercial brasileira, em 2010, que poderá superar as melhores expectativas no contexto do mercado doméstico”, avalia o sindicato. “Entretanto, este desempenho altamente positivo no setor de transporte aéreo pode encontrar grande dificuldade para a sua efetiva realização, devido aos gargalos existentes nos principais aeroportos brasileiros”, acrescenta.
“Assim, considerando o extraordinário crescimento experimentado neste trimestre e a situação da infraestrutura aeroportuária, as empresas brasileiras têm procurado prover e ampliar os serviços aéreos comerciais, disponibilizando aos seus passageiros avançadas ferramentas tecnológicas (web check-in, serviços automatizados em totens, reserva e compra de passagens com smartphones etc), que permitiram adequado atendimento aos usuários nos aeroportos, mesmo com a notável expansão do mercado, em especial após a chegada da ´nova classe C´", finaliza.
Fonte:Panrotas -Por:Felipe Niemeyer
01/04/2010
"Investimentos já garantidos estabilizarão aeroportos"
"Investimentos já garantidos estabilizarão aeroportos"
Palestraram o diretor do SNEA, Ronaldo Jenkes, e o diretor de Engenharia e Meio Ambiente da Infraero, Jaime Parreira, sobre o tema “A Infraestrutura aeroportuária”.
O Snea, entidade que representa as empresas de aviação, fez questão de deixar claro que não considera que a Copa do Mundo em 2014 seja o problema em relação à capacidade do País para absorver a demanda. “Até lá, as medidas paliativas adotadas pela Infraero darão conta do crescimento da demanda.
Mas como ficaremos depois dos eventos, com uma estrutura aquém da necessidade da população?”, questionou Jenkes.
A Infraero, por sua vez, tranquilizou os presentes apresentando todo o planejamento da estatal pelos próximos anos, já projetando atender à demanda pós-Copa do Mundo.
Segundo Parreira, além dos investimentos em curso, estão garantidos R$ 6,5 bilhões em investimentos em aeroportos entre 2011 e 2014 – R$ 5,3 bi só nos equipamentos das cidades-sede, “para deixar o setor aeroportuário estabilizado”.
“Sabemos que a Copa é um soluço e que devemos dar conta do que vem pela frente, já levando em conta que teremos que sair de um passivo, para chegarmos a 2014, no mínimo, estabilizados para atender a demanda futura”, explicou.
29/03/2010
Diretoria do Snea é reeleita para triênio 2010/2013
Diretoria do Snea é reeleita para triênio 2010/2013
O órgão representativo do setor permanecerá sob o comando de José Márcio Mollo, presidente, e dos diretores Ronaldo Jenkins, Técnico, e Arturo Spadale, administrativo financeiro. O SNEA representa 22 empresas aéreas, sendo 12 nacionais e dez estrangeiras.
Na mesma assembleia, foi eleito também o Conselho Consultivo do sindicato, constituído pelos presidentes e representantes das empresas aéreas nacionais fialiadas: Absa, Air Minas, Azul, Master Top, NHT, OceanAir, Pantanal, Passaredo, Tam, Trip, VRG (Grupo Gol) e WebJet.
Veja os nomes que compõem a diretoria e o conselho consultivo do SNEA:
Presidente: José Mário Caprioli dos Santos – Trip (diretor presidente)
Suplente: Renan Chieppe (presidente do Conselho de Administração da Trip)
Secretário Geral: José de Anchieta Hélcias (Consultor)
Air Minas - Urubatan Helou (diretor presidente)
AZUL– Adalberto Febeliano (diretor de Relações Institucionais)
GOL- Constantino de Oliveira Júnior (diretor presidente)
GOL– Henrique Constantino (membro do Conselho de Administração da GOL)
GOL– Alberto Fajerman (diretor de Relações Institucionais)
Suplente: Carla Coelho (diretora jurídica)
NHT - Pedro Antonio Teixeira (diretor presidente)
OceanAir – Renato Pascowith (diretor executivo)
PANTANAL – Euzébio Angelotti (diretor administrativo)
Passaredo - José Luiz Felício Filho (diretor presidente)
TAM – Líbano Barroso (diretor presidente)
TAM – Paulo Castello Branco (vice presidente comercial e Planejamento)
TAM – Basílio Dias (gerente de Assuntos Regulatórios)
Suplente: Luiz Claúdio Aguiar (diretor jurídico)
Webjet – Júlio Rudge Perotti (diretor presidente)
Fonte: SNEA.
27/01/2010
Obras em aeroportos não servem para 2014, diz Snea
Obras em aeroportos não servem para 2014, diz Snea
Na home e acima o diretor técnico do Snea, Ronaldo Jenkins
Além dos já esperados jogos eletrizantes entre as principais seleções da atualidade, os aeroportos das 12 cidades-sede também terão destaque (negativo) na competição, mas não como o País espera.
Pelo menos é o que retrata um estudo elaborado pelo Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), divulgado hoje em São Paulo.
Durante a apresentação dos dados da pesquisa, o diretor técnico do Snea, Ronaldo Jenkins, repetiu, inúmeras vezes, que a situação dos aeroportos "não está azul, como andam pintando por aí", se referindo ao Governo Federal, que, por meio da Infraero, é o responsável pela elaboração e execução das obras.
“Ao analisarmos a atual situação da infraestrutura do transporte aéreo, chegamos à seguinte conclusão: as obras para a Copa do Mundo, quando forem finalizadas (a previsão de entrega da maioria das obras é para 2013 e 2014, neste caso poucos dias antes da competição), já não servirão para a atual demanda do mercado.
O projeto da Infraero mostra claramente que estamos correndo atrás do prejuízo, e não sendo pró-ativos”, criticou Jenkins.
De acordo com as previsões do estudo, feitas pelo Airports Council International (ACI), muitos dos aeroportos do mundial, que já atuam acima da capacidade máxima, farão obras de ampliação ineficientes para a realidade do mercado em 2014, ou seja, o problema continuará, e mais: só tende a piorar.
“O transporte aéreo continuará sendo o principal meio de transporte dos visitantes e brasileiros, mas atrasos nos voos, filas quilométricas no check-in, esteiras cheias de bagagens e desconforto dos passageiros no terminal serão cenas cada vez mais comuns se as coisas continuarem como estão”, alertou o dirigente, aproveitando para informar que muitas das obras dos aeroportos não estão nem no papel ainda. “É só acessar o site da Infraero e conferir a situação atual dos equipamentos.”
Fonte:Panrotas
23/11/2009
Com debate que tratou da liberalização das tarifas aéreas, terminou agora o congresso que integra as atividades do Festival do Turismo de Gramado.O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea), Márcio Mollo, assegurou que o sindicato não se opõem à liberalização, mas sim ao modelo adotado para a desregulamentação das tarifas nas rotas de longa distância.
"No caso da liberalização na América Latina houve tempo de preparo.
A liberalização das tarifas para os voos de longa distância foi praticamente imediata", comparou, referindo-se à portaria da Anac de abril último, que escalonou a liberalização completa no prazo de um ano, com conclusão no próximo mês de abril.
"Quero apenas apontar algumas razões de por que somos contrários a esse modelo", continuou.
Alta carga tributária sobre as aéreas brasileiras, preço do querosene de aviação entre 5% e 10% mais caro no Brasil em relação aos principais mercados competidores e infraestrutura aeroportuária e aeronáutica inadequadas foram alguns dos argumentos mencionados por Mollo, que destacou ainda alguns dos impactos nocivos da liberalização tarifária para o turismo, na análise do Snea.
"O emissivo internacional certamente crescerá com a redução imediata das tarifas, mas o turismo doméstico será fortemente prejudicado", alertou.
A presidente da Anac, Solange Vieira, apresentou dados da aviação em alguns mercados para mostrar os pontos positivos da liberalização.
Segundo ela, a Anac atribui à liberalização das tarifas domésticas a possibilidade do surgimento da Gol.
"E com a chegada dessa nova aérea, houve um salto no volume de passageiros transportados no País", lembrou.
Solange Vieira rebateu ainda os números apresentados pelo presidente do Snea, colocando Tam e Gol, as duas maiores aéras brasileiras, como empresas não tão grandes no cenário internacional, com mais números.
"A comparação dos números absolutos, tanto de passageiros transportados como de frota, pode colocar as aéreas brasileiras em posições distantes das grandes companhais mundiais, mas quando se olham números como o EBITDAR e o retorno dos investimentos, as empresas aéreas brasileiras aparecem no top five das maiores do mundo", disse a presidente.
fonte:Panrotas online/por:Maria Izabel Reigada
17/11/2009
Gol reconhece que DU não atende a pequenos agentes
Gol reconhece que DU não atende a pequenos agentes
Eduardo Bernardes, da Gol
Ele é a favor de se fazerem ajustes e pretende negociar com a Abav.
Ele gostaria, porém, que a discussão fosse feita na esfera do Snea, falando por todas as empresas aéreas. "Há interesse e disposição em rediscutir. Não vamos discutir o passado, pois o objetivo da DU era valorizar o trabalho dos agentes, mas queremos olhar para frente", disse.
Ele ressaltou, ainda, que o agente de viagens deve focar nos novos 30 milhões de consumidores emergentes, que não usam internet e são potenciais clientes para os agentes de viagens.
Ainda sobre a DU, William Périco, presidente da Aviesp, voltou a pedir a união das entidades para rediscutir a DU. "Mas não adianta vaiar, temos de respeitar quem vem aqui", disse ele, quando a plateia vaiou Eduardo Bernardes.
Alguns chegaram a dizer que a decisão foi enfiada goela abaixo dos agentes, mas a verdade é que foi uma decisão ratificada e negociada pela Abav Nacional.
O gerente de Vendas da Tam, Fábio Faccio, limitou-se a dizer que virão boas novidades e que a Tam está rediscutindo o tema.
O presidente da Azul, Pedro Janot, defendeu que a negociação tem de ser via Snea. "Vamos rediscutir sim.
A capilaridade dos agentes, em um mercado novo para a aviação, sem dúvidas nos interessa", disse ele.
O diretor de Vendas da Webjet, Davidson Botelho, defendeu que a decisão que se tome seja igual em todos os canais.
fonte:Panrotas online/por:Artur Luiz Andrade
26/10/2009
Demanda no doméstico cresce 29,93%
Demanda no doméstico cresce 29,93%, segundo SNEA
Os dados foram divulgados pelo Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea).
De acordo com o balanço da entidade, este último resultado verificado na demanda encontra-se abaixo apenas dos meses de alta estação (janeiro/09 = 4,9 bilhões e julho/09 = 5,3 bilhões).
Em termos de passageiros por quilômetros transportados pagos, a demanda verificada no mês passado foi a mais alta em valores absolutos dentre os dados históricos do mesmo período na aviação comercial brasileira.
Em função dos bons resultados mensais observados no terceiro trimestre (julho + 25,68%, agosto + 21,55% e setembro + 29,93%), a demanda acumulada entre janeiro e setembro demonstrou uma forte recuperação, evoluindo 10,46% sobre igual período do ano anterior, resultando no transporte de 39,64 bilhões de passageiros por quilômetros pagos.
Em setembro deste ano houve também um elevado crescimento - de 19,88 % - na oferta, em relação ao mesmo mês do ano passado, estando disponíveis mais de sete bilhões de assentos por quilômetros.
Contudo, o incremento na demanda mensal, que chegou a quase 4,7 bilhões de passageiros por quilômetros transportados pagos levou o aproveitamento médio das aeronaves para 66,43%, com 5,14 pontos percentuais positivos sobre setembro de 2008 (61,29%).
Entretanto, o aumento de 12,96% na oferta acumulada entre janeiro e setembro, que chegou a 61,33 bilhões de assentos por quilômetros disponíveis, bem superior a demanda acumulada no mesmo período deste ano (39,64 bilhões), indica ainda um desbalanceamento da capacidade de transporte aéreo (demanda versus oferta).
Assim, o aproveitamento médio das aeronaves utilizadas pelas empresas aéreas no mercado doméstico situou-se em 64,63%, uma queda de 1,33 pontos percentuais quando comparado ao terceiro trimestre do ano passado.
fonte:panrotas online/por:Renê Castro
03/08/2009
Preço do Querosene de aviação cai 20,27%
A Petrobras reduziu o preço do querosene de aviação em 4,26% desde o dia 1º de agosto, levando para 20,27% a queda do combustível acumulada no ano.
31/07/2009
Petrobras reduz preço do querosene de aviação
Petrobras reduz preço do querosene de aviação em 4,2%
![[logo_combustivelaviacao_3.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiWFAVVuYsWaaP6fj73k6pQYirt0loqVU0c6HvOMDTwzJO_iwxm0FseRzoqZdvYTonLylCBuoausSCgVKyWOn-dpIYyl5UgylQiwqiUq73ngReOjMoM1kLMIjgMA81IJ7JDkSlXGx2iOI8/s1600/logo_combustivelaviacao_3.jpg)
Combustível representa entre 30% e 40% do custo de uma empresa aérea.
Novo preço valerá a partir de 1º de agosto.
Do G1, com informações da Reuters
A Petrobras vai reduzir o preço do querosene de aviação em 4,2% a partir deste sábado (1), levando para 19,4% a queda do combustível acumulada no ano até agosto, segundo informou a estatal ao G1 nesta sexta-feira (31).
O querosene de aviação representa entre 30% e 40% do custo de uma companhia aérea, informou o Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea), que forneceu nesta sexta-feira os dados à Reuters.
No ano passado, o querosene de aviação acumulava alta de 36,38 % no mesmo período, segundo o Snea.

