SUA REVISTA ELETRÔNICA EM AVIAÇÃO [Your e-magazine of Aviation] VOAR NEWS AVIAÇÃO & DEFESA
14/08/2013
VÍDEO - Explosão ocorre a bordo do submarino indiano Sindhurakshak
26/06/2013
AVIAÇÃO e DEFESA - Primeiros caças Rafale devem chegar na Índia em 2016 /17
02/03/2013
NEGÓCIOS - Airbus está otimista com demanda na Índia apesar de problemas aéreos
29/08/2012
Venda do Rafale à Índia fracassa e pode interferir em decisão brasileira
07/08/2012
Air India recebe autorização final do Governo para receber os Boeing 787
14/09/2011
Jato da Embraer recebe certificação na Índia
SÃO PAULO - A fabricante de aeronaves Embraer informou hoje que recebeu o certificado de tipo para o jato Phenom 300, da categoria light, da Diretoria Geral de Aviação Civil (DGCA) da Índia. O modelo já foi certificado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), pela Administração de Aviação Federal (FAA), dos Estados Unidos, e é aceito em mais de 40 países.
Conforme a Embraer, o Phenom 300 é uma das aeronaves mais velozes de sua categoria e tem alcance de 3.650 quilômetros (1.971 milhas náuticas). No ano passado, foram entregues 26 desses jatos em todo o mundo.
31/08/2011
Aeronave da Gulf Air faz pouso forçado na India deixando sete passageiros feridos
Um passageiro feriu-se gravemente e outros sete tiveram ferimentos leves quando uma aeronave da companhia Gulf Air aterrissava em Kochi (sudoeste da Índia) e se acidentou, anunciou a companhia aérea de bandeira do Bahrein.
O acidente ocorreu às 03:55 locais, quando o Airbus A320-214, prefixo A9C-AG, que viajava de Manamá a Kochi (voo GF-270), derrapou na pista de aterrissagem, parando 10 metros fora da pista.
O comunicado afirma que o aparelho transportava 137 passageiros e seis membros da tripulação. O pânico entre os passageiros fez com que muitos saltassem pela porta de emergência, sem aguardarem a chegada das escadas.
A Gulf Air informou ter aberto uma investigação para determinar as causas do acidente, mas já adiantou que o trem de pouso dianteiro entrou em colapso durante a aterrissagem. Chovia no momento do pouso.
Fonte:desastresaereosnews/vídeo:skybrex-via:Youtube.com
18/08/2011
Caça T-50 (PAK FA) realiza demosntração aérea no MAKS 2011
O primeiro-ministro Vladimir Putin assistiu hoje na Rússia a primeira exibição pública da caça stealth realizada no show aéreo MAKS 2011, onde a Rússia está apresentando sua moderna linha de caças de combate. Vejam a seguir mais um vídeo da demonstração do PAK FA realizada nessa quarta-feira, em Zhukovsky.
O caça Sukhoi T-50 PAK FA está sendo desenvolvido juntamente com a Índia, seu atual maior mercado de exportação, e seu concorrente direto é o caça norte americano F-22 Raptor.
“Neste momento, o interesse principal vem dos ministérios de defesa da Rússia e da Índia, os dois países que desenvolvem o programa”, disse o presidente da United Aircraft Corporation (UAC) Mikhail Pogosyan. ”Eu acho que depois de 2015 vamos começar a ver os pedidos”.
O Comandante em Chefe da Força Aérea da Rússia, Gen. Alexander Zelin, disse que a aeronave deverá entrar em produção seriada no começo de 2014, com a entrada em operação na força aérea no máximo em 2015. Zelin ainda afirmou que a primeira aeronave será entregue para os pilotos da força aérea em 2013.
A indústria de defesa da Rússia está trabalhando para sair de um longo período de estagnação que entrou quando o financiamento para novos sistemas de armas foi cortada no final da União Soviética.
A UAC informou que até o final desse ano, cinco aeronaves protótipos do PAK FA estarão em voo.
A Índia, que participa com 35% do projeto do PAK FA, contribui com importante participação financeira do projeto avaliado em cerca de US$ 6 bilhões.
Os novos caças deverão chegar no mercado com um valor unitário bem abaixo do valor unitário dos caças F-22 e F-35 fabricados pela Lockheed Martin.
Fonte:Cavok/vídeo:Tonkatsu298-via Youtube.com/foto:Cavok
19/04/2011
DGCA certifica Lineage-1000 na India
Embraer Lineage 1000 recebe certificação na India
A Embraer recebeu da Direção Geral de Aviação Civil da Índia (Directorate General of Civil Aviation – DGCA), a certificação de tipo (Type Certification – TC) para o jato executivo ultra-large Lineage 1000.
Esta certificação complementa as TC já concedidas à aeronave pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e pela Agência Européia para a Segurança da Aviação (European Aviation Safety Agency – EASA), em dezembro de 2008, bem como pela Agência da Aviação Federal dos Estados Unidos (Federal Aviation Administration – FAA), em janeiro de 2009. Até o momento, nove jatos Lineage 1000 estão em operação em todo o mundo.
“Receber um certificado de tipo é sempre uma ocasião importante e estamos muito satisfeitos que o jato tenha sido aprovado pelas autoridades indianas”, disse José Eduardo Costas, Diretor de Marketing e Vendas da Embraer para a Ásia Pacífico – Aviação Executiva, acrescentando que “a certificação da DGCA reforça nosso compromisso com o mercado e temos a felicidade de oferecer aos nossos clientes indianos atuais e futuros um produto único, que fornece um conceito de ‘casa longe de casa’ sem comprometer a flexibilidade operacional, a eficiência e economia.”
A certificação do Lineage 1000 pela DGCA da Índia é outra conquista importante na história relativamente curta do jato.
Em 2010, o Lineage 1000 voou a distância mais longa já percorrida por um avião Embraer, indo sem escalas de Mumbai a Londres – 7.435 km (4.015 milhas náuticas) – em 9 horas e 15 minutos. Com um alcance de até 8.334 km (4.500 milhas náuticas), o Lineage 1000 conecta os principais centros de operações (hub) de Mumbai e Nova Deli, na Índia, aos principais portos da China (Xangai e Pequim) e Emirados Árabes Unidos (Dubai) – dois dos maiores parceiros comerciais do país na região.
A aeronave também pode ligar Mumbai e Nova Deli às principais cidades da Europa, incluindo Londres, Berlim, Paris e Roma.
Fonte:Cavok
12/02/2011
Aero India-HAL revela novo desenho de seu treinador básico HTT-40
O projeto do Novo Treinador Básico HTT-40 é revelado em sua primeira aparição em um estande da Hindutan Aeronautics .
As novas formas do modelo foram planejadas para substituir os antigos treinadores da Força Aérea Indiana que irá aposentar os atuais treinadores HPT-32 Deepaks.
O avião será capaz de atingir uma velocidade de 243Kt (450Km/h) a uma altitude de até 19.700ft.
A India está procurando desenvolver um treinador de fabricação própria ,mas também abriu uma licitação para escolher uma aeronave de treinamento com fornecedores internacionais,onde sete candidatos estão concorrendo para fornecer aeronaves ao país,entre eles a Embraer esta cotada para desenvolver um treinador básico em conjunto com a India.
Será este o futuro Super Tucano?
Fonte:flightglobal/fotos:livefist
11/02/2011
Embraer estuda desenvolvimento de um novo avião militar com parceria da Índia
A Embraer pode desenvolver, em parceria com a Índia, um avião turboélice de treinamento básico, com o objetivo de atender a potencial demanda das forças aéreas de ambas as nações, afirmou hoje o vice-presidente para o Mercado de Defesa da companhia, Orlando Neto.
A Embraer também espera ganhar em breve um contrato com a Índia para fornecer nove aeronaves multimissão (capazes de atuar em missões variadas, como vigilância, bloqueio eletrônico e de comunicação e transporte de autoridades), revelou o executivo.
A companhia está entre as inúmeras empresas de defesa que participam do evento Aero Índia Show, na esperança de que o país asiático compre mais armas, aeronaves e outros equipamentos para as forças armadas.
O orçamento militar da Índia é de US$ 32,150 bilhões no atual ano fiscal até março.
Segundo Neto, a Força Aérea Brasileira (FAB) tem entre 100 e 150 aeronaves turboélice de treinamento fabricadas pela Embraer, que precisarão ser renovados ou substituídas por um avião novo de treinamento em 2018.
“Assim, teremos também um espaço para a substituição. Por isso, há espaço para desenvolver e produzir em parceria um avião de treinamento básico”, disse Neto. “Os dois países podem gastar, provavelmente, o dinheiro de maneira igual e produzir cerca de 100 a 150 aviões, cada um.”
O executivo afirmou que a companhia mantém “discussões contratuais” sobre uma proposta de aquisição do país de nove aviões multimissão. A Embraer ofereceu a plataforma da aeronave Legacy para o negócio. “Estamos na fase final das discussões”, afirmou.
Segundo ele, a Embraer entregará o primeiro de três jatos Embraer 145 que a Índia encomendou no segundo semestre deste ano.
As aeronaves serão utilizadas para inteligência, vigilância e missões de reconhecimentos pela Força Aérea da Índia.
A Embraer fechou um contrato de US$ 250 milhões em 2008 para fornecer os três jatos à Índia. Segundo o executivo, os outros dois jatos serão entregues no início de 2012. Neto disse que há a possibilidade de a Embraer exportar 145 aviões equipados com um radar de alerta desenvolvido pela Índia para outros países.
“Nós vemos espaço para as exportações”, destacou o executivo. “Este produto vai atrair a atenção de outras nações na região (da Ásia e Pacífico) e de outros lugares.” As informações são da Dow Jones.
Fonte:Plano Brasil
Embraer expande rede de suporte ao cliente na índia
Empresa nomeia Air Works como Centro de Serviços Autorizado para a família de jatos executivos Phenom no país.
São José dos Campos, 9 de fevereiro de 2010 - A Embraer anunciou no dia 09 de fevereiro (quarta-feira),a nomeação da Air Works Pvt Ltd como Centro de Serviços Autorizado da Embraer (Embraer Authorized Service Center – EASC) para os jatos executivos Phenom na Índia.
Com sede em Mumbai e bases em toda o país, incluindo Nova Deli, Bangalore e Chennai, a Air Works foi certificada pela DGCA para fornecer serviços de manutenção, reparo e revisão (MRO) para todos os jatos executivos Phenom 100 no país a partir de janeiro de 2011.
“Estamos muito satisfeitos por oferecer aos clientes de jatos executivos da Embraer e aos operadores na Índia um fornecedor de serviços para cuidar de todas as necessidades de manutenção para o Phenom 100 e o Phenom 300”, disse Edson Carlos Mallaco, Diretor de Suporte e Serviços ao Cliente da Embraer, - Aviação Executiva. “A nomeação da Air Works como nosso novo EASC é um exemplo do compromisso da Embraer em oferecer a melhor rede de suporte e serviços para os nossos clientes na Índia. Estamos ansiosos para continuar melhorando nossas atividades de suporte ao cliente e crescer com os clientes da região.”
“A certificação como ASC da Embraer para o Phenom 100 e o Phenom 300 marca um novo e importante passo na capacidade de Air Works. Esta certificação consolidará ainda mais a posição da Air Works como um líder no fornecimento de serviços de MRO no segmento executivo e de aviação em geral. Juntamente com as certificações de aviônicos da Honeywell, da Rockwell Collins e da Garmin, a Air Works está prestes a se posicionar como um fornecedor de amplas soluções para a aviação. Estamos orgulhosos de estarmos associados com a Embraer e estamos ansiosos para criar uma experiência agradável ao cliente”, disse Ravi Menon, diretor-executivo da Air Works Ltd. PTV
Suporte e Serviços ao Cliente da Embraer - A Embraer mantém uma rede global de 40 centros de serviços para jatos executivos, entre próprios e Centros de Serviços Autorizados.
Esta rede é complementada por um Contact Center que funciona Representantes da Embraer – Marketing, Vendas e Serviços ao Cliente - e da Air Works 24 horas, na sede da Empresa, em São José dos Campos, prestando assistência a clientes dos jatos executivos da Embraer em qualquer lugar do mundo, a qualquer hora do dia.
Na região da Ásia Pacífico, a Embraer nomeou Centros de Serviço Autorizado da Embraer (EASC's), na Índia, na Austrália e em Cingapura para oferecer serviços de MRO abrangente para os operadores de jatos executivos. Em 2010, a Embraer estabeleceu também um inventário completo de peças para os jatos executivos no Centro Regional de Distribuição (CRD), em Cingapura, para estar mais próxima dos clientes na Ásia Pacífico, oferecer uma reposta mais rápida para solicitações de peças de reposição. Ao mesmo tempo, os investimentos também foram feitos para equipar o EASC efetivamente na região com um estoque de peças relevantes.
Na Índia, além da nomeação da Air Works como um EASC dedicado a família de jatos executivos Phenom da Empresa, a Embraer nomeou, em janeiro de 2009, a Indamer & Co.Pvt Ltd como primeiro centro de serviços autorizado na Índia para atender todos os Legacy 600 da Empresa, bem como para as aeronaves Phenom 100 no país. A Embraer também nomeou uma equipe de Representante de Suporte de Campo (RSF), com sede em Mumbai, dedicado a fornecer suporte técnico e manutenção para todos os jatos executivos da Embraer.
Air Works - Fundada em 1951, a Air Works (www.airworks.in) é a fornecedora líder de serviços de MRO para aviação, qualificada para manter 42 tipos de aeronaves para cerca de 90 clientes em 12 locais de manutenção, incluindo Mumbai, Delhi, Chennai e Bangalore, com uma forte rede de relações de OEM.
Por meio de sua subsidiária Livery, a Air Works é uma das maiores fornecedores mundiais de serviços de pintura de aeronaves. Além disso, a ‘SA Air Works Índia’ joint venture da Air Works com a empresa Scandinavian Avionics, da Dinamarca, fornece soluções completas em aviônicos para clientes comerciais e militares da Índia
Jatos Phenom - O Phenom 100 tem capacidade para até oito ocupantes e sete opções de interior, projetadas em parceria com o BMW Group DesignworksUSA.
Com alcance de 2.182 km (1.178 milhas náuticas), incluindo reservas de combustível NBAA IFR, é capaz de voar de São Paulo para Montevidéu sem escalas.
O jato foi certificado em dezembro de 2008 e confirmou ser o mais rápido e com a maior capacidade de bagagem da sua categoria. O Phenom 100 tem uma avançada cabine de pilotagem e possui um lavatório traseiro privativo como alguns de seus diferenciais competitivos.
O Phenom 300 transporta até 11 ocupantes em um espaçoso e confortável interior, também projetado em parceria com o BMW Group DesignworksUSA.
As asas enflechadas e com winglets e os modernos sistemas a bordo foram desenvolvidos com foco no excelente desempenho em voo.
Ponto único de reabastecimento, lavatório com serviço externo e excelente pressurização de cabine são alguns dos diferenciais do jato.
O Phenom 300 é um dos aviões mais velozes da categoria light, atingindo 839 km por hora ou 453 nós (KTAS), e voa a uma altitude de 45 mil pés (13.716 metros).
Com um alcance de 3.650 km (1.971 milhas náuticas), a aeronave é capaz de voar de Brasília para Buenos Aires sem escalas incluindo reservas de combustível NBAA IFR.
Na Ásia Pacifico, o avião atualmente opera na Austrália, na Índia, nas Filipinas e no Paquistão. O primeiro jato Phenom 100 que opera nas Índia foi entregue em novembro de 2010. | www.EmbraerExecutiveJets.com.
Fonte:Portal Fator Brasil
09/02/2011
SAAB desenvolverá sistema de guerra eletrônica em parceria com a HAL
Atualmente, o sistema de guerra eletrônica utilizado pela HAL no helicóptero leve avançado Dhruv é fornecido pela SAAB e este acordo permitirá que a Índia possa exportar o equipamento de alta tecnologia para outras nações.
“Ambas empresas, SAAB e HAL, receberam a aprovação para essa parceria e nós estamos trabalhando nos detalhes do acordo no momento,” disse o chefe da Saab International India Ab no país, Inderjit Sial. Ele, no entanto, negou-se a definir uma data para esse acordo ser criado.
Ele também informou que a Saab deve fechar sua unidade de manufatura na África do Sul e levar essa para Índia após o acordo.
Atualmente, a Saab está competindo junto com outros fornecedores mundiais na competição MMRCA, na qual oferece o caça Gripen NG, para tentar vencer o contrato de fornecimento de 126 caças de combate para Força Aérea da Índia.
“Nós estamosotimistas sobre o acordo atual de defesa e pensamos que o gripen está adequado para as exigências da Força Aérea da Índia,” disse Hakan Bushke, presidente e CEO da SAAB.
A companhia também em breve vai preparar um centro de pesquisa e desenvolvimento na Índia, adiciona Bushke.
A companhia pretende adicionar 300 engenheiros nos próximos cinco anos na dua unidade de pesquisa e desenvolvimento no país, adiciona. A Saab, no entanto, está visando abrir centros de pesquisas e desenvolvimento em diferentes locais do país.
21/01/2011
India apresenta seu primeiro LCH (Light Combat Helicopter)
India apresenta seu primeiro LCH (Light Combat Helicopter)
O primeiro helicóptero de ataque fabricado na Índia, o Helicóptero de Combate Leve (LCH – Light Combat Helicopter) desenvolvido pela HAL e que deve entrar na Força Aérea da Índia entre 2012 e 2013, fará sua primeira apresentação pública durante o Aero India que ocorre entre os dias 9 e 13 de fevereiro.
Seu primeiro voo de teste foi realizado em março de 2010 .
Os segundo e o terceiro voos foram realizados em bangalore em abril e maio de 2010 e até o momento, mais de 20 voos de testes foram realizados, onde foram testados diversos parâmetros de voo. O proximo passo agora é o teste de utilização de armas.
Enquanto o primeiro protótipo poderá voar no show aéreo, o segundo protótipo, o qual receberá o armamento, espera-se que seja reveleado em breve.
Mas dois protótipos estão em fase de montagem. A HAL começou o trabalho nos LCHs em 2006.
O helicóptero é um modelo de ataque do HAL Dhruv, o qual já foi introduzido nas forças armadas, utilizando um projeto com uma plataforma de de sucesso. A HAL pretende receber encomendas de 65 helicópteros LCH para a Força Aérea da Índia e cerca de 100 para o Exército Indiano.
Durante o Aero India 2011 a HAL também mostrará o mock-up do Helicóptero Utilitário Leve (LUH – Light Utility Helicopter) o qual está sendo desenvolvido somente pela Índia; e o Multirole Transport Aircraft (MTA) que está sendo desenvolvido com a colaboração da Rússia.
Dois helicóptero Chetak devem ser entregues para um país do terceiro mundo. Enquanto a Índia ainda não efetuou nenhum pedido do modelo, três compras já foram feitas por outros países.
O Chile assinou um contrato com a HAL para cerca de sete helicópteros Dhruv ALHs.
Características do LCH:
- Equipado com motor turbinado HAL/Turbomeca Shakti
- Possui sistema de pontaria montado no capacete, sistemas de guerra eletrônica e avançados sistemas de armamentos
- Cockpit digital no conceito glass com displays multifunções, sistema de designação e aquisição de alvos com apontador e designador laser
- Equipado com link de dados seguro para operações em rede facilitando a transferência de informações com outras plataformas aéreas e estações terrestres
Fonte: Times of India Via:Cavok/Videos:WarPilgrim;newsxlive-Via :Youtube.com
17/11/2010
Fadiga pode ter sido a causa de Acidente Aéreo com Boeing 737-800 na India
Um piloto sonolento que se aproximou da pista no ângulo errado e ignorou os sinais de advertência foi o culpado por um acidente no sul da Índia, em maio, que deixou 158 mortos, informaram jornais locais hoje.
Uma investigação de um tribunal concluiu que o piloto sérvio Zlatko Glusica, do Boeing 737-800, da Air India Express, estava com sono na maior parte das 3h30 de voo e que ele estava "desorientado" quando o avião começou a baixar para o pouso, informou o jornal Hindustan Times.
O avião da empresa de baixo custo Air India Express viajava de Dubai para Mangalore, mas passou pela pista e pegou fogo. Apenas oito pessoas sobreviveram.
O relatório oficial sobre o acidente, ainda não divulgado, foi enviado ontem ao Ministério de Aviação Civil.
O texto afirma que, apesar do início incorreto da manobra, ainda era possível que o piloto corrigisse o problema, usando os freios de emergência, em vez de tentar decolar novamente.
A maioria dos mortos era formada por trabalhadores retornando do Golfo, onde muitos indianos de Estados do sul do país encontram empregos como trabalhadores da construção civil ou empregados domésticos, em cidades como Dubai.
Eles enviam boa parte de seus salários para os parentes na Índia e costumam visitar a terra natal uma vez por ano. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Agência Estado - Foto: AP/Desastres Aéreos News
11/11/2010
Boeing e SpiceJet finalizam pedido para 30 aviões 737-800 Next-Generation
Boeing e SpiceJet finalizam pedido para 30 aviões 737-800 Next-Generation
Nova Deli – A Boeing [NYSE: BA] e a companhia indiana, SpiceJet, anunciaram uma encomenda de 30 aviões 737-800 Next-Generation com winglets, na presença do presidente dos EUA, Obama, na semana passada.
Avaliada em aproximadamente US$ 2,3 bilhões, pelo preço de tabela, a SpiceJet havia declarado sua intenção de compra do 737-800 Next-Generation, em julho deste ano.
Esta encomenda foi anteriormente atribuída a um cliente desconhecido na página de Pedidos e Entregas do website da Boeing.
A SpiceJet opera atualmente com uma frota de 24 aeronaves 737-800 e 737-900ER (Extended Range).
"A SpiceJet já está operando com uma frota considerável, composta de 737-800 e 737-900ER e a nova encomenda ressalta a confiança da companhia no avião", disse Dinesh Keskar, vice-presidente da Boeing Internacional e presidente da Boeing na Índia.
"Estamos extremamente satisfeitos com o 737 Next-Generation - um avião que é confiável, permite uma maior eficiência na manutenção e sustenta o plano de negócios para companhias de baixo custo", disse Neil Mills, diretor executivo da SpiceJet.
"O setor de aviação na Índia está se recuperando e viagens de negócios e de lazer estão em ascensão. A aquisição dos novos 737s, vai nos ajudar a expandir a frota doméstica da SpiceJet, assim como ajudar no lançamento de nossos destinos internacionais ", conclui o executivo.
A Boeing entregará todos os 737-800s Next-Generation da SpiceJet com o novo Sky Interior.
O Interior promete redefinir a experiência de viagem para os passageiros da SpiceJet, que irão desfrutar de um visual moderno, paredes laterais e janelas esculpidas e largos bagageiros projetados com o padrão do novo Interior.
O Sky Interior da Boeing é a última de uma série de melhorias para a linha do 737 Next-Generation.
A próxima a vir será um pacote de melhorias de desempenho, que irá reduzir as emissões de carbono e consumo de combustível em 2% - tornando o avião 7% mais eficiente do que os primeiros 737s Next-Generation entregues. Melhorias de desempenho para a fuselagem e motor terão seus testes de certificação iniciados em breve.
O avião estará em total funcionamento no início de 2012.
Até a data, mais de 125 clientes encomendaram mais de 5.600 unidades do 737 Next-Generation.
Encomendas ainda não entregues do 737 Next-Generation ultrapassam 2.100 unidades, e estão avaliadas em mais de US$ 160 bilhões, em média, de acordo com os preços de tabela.
05/10/2010
Força Aérea Indiana colocará em operação entre 200 à 250 caças de 5ª Geração
Força Aérea Indiana colocará em operação entre 200 à 250 caças de 5ª Geração
A Índia informou hoje que pretende introduzir na sua força aérea cerca de 200-250 caças de quinta geração (FGFA, ou PAK FA na Rússia), o qual está sendo desenvolvido em conjunto com a Rússia.
“Nós estamos projetando a compra de aproximadamente 200-250 caças,” disse o Chefe da Força Aérea, o General PV Naik, aos jornalistas durante uma conferência de imprensa sobre 78° aniversário da Força Aérea da Índia que será celebrado no Dia da Força Aérea, no dia 8 de outubro.
Ele disse que a aeronave deve começar a ser introduzida na Força Aérea Indiana até 2017.
Comentando sobre as capacidades do jato de caça avançado, Naik disse, “ele será um caça multi tarefa com aviônicos altamente avançados, dando uma avaliação situacional de 360°, com capacidade stealth para aumentar a sobrevivência no cenário de combate e podendo transportar armas inteligentes.”
Ele adicionou que a aeronave será capaz de cobrir grandes distâncias sem reabastecimento aéreo e terá a possibilidade de voar em super-cruzeiro, além de possuir computadores avançados de missão.
Respondendo a uma pergunta, Naik disse que num futuro próximo, a frota de caças da Força Aérea da Índia poderia compreender basicamente quatro modelos de aeronaves incluindo o FGFA, os Sukhoi Su-30MKI, o futuro MMRCA que está sendo selecionado e a Aeronave Leve de Combate (LCA) que está em desenvolvimento.
Atualmente, a Força Aérea da Índia possui sete diferentes modelos de aeronaves na sua frota de caça, incluindo os MiGs 21, 23, 27 e 29, Jaguars, Mirage 2000 e o Su-30MKI.
Perguntado se a Força Aérea da Índia gostaria de reduzir ainda mais a variedade de caças, Naik respondeu que “a situação ideal seria ter somente um modelo de aeronave, mas que o mundo não é ideal”.
Numa pergunta sobre o porque o Comando de Forças Estratégicas (SFC) está em busca de mais vetores, o chefe da Força Aérea da Índia disse: “definitivamente nós necessitaremos de aprovação para mais aeronaves pois a força presente está preparada para atender nossas atuais tarefas, e para funções adicionais, nós vamos solicitar mais”.
Questionado se a seleção do motor norte americano GE F-414 para a aeronave LCA Mk II ‘Tejas’ poderia ajudar alguma das duas aeronaves que voam com o mesmo tipo de motor (Super Hornet e Gripen) no negócio de novas aeronaves de combate multimissão (MRCA), Naik disse, “eu acredito ue não, pois eles não conexão nenhuma com a escolha dos motores”.
Fonte: DNA India/ Cavok/fotos:Plano Brasil;mynavystar
04/10/2010
Estados Unidos liberam a venda das aeronaves Hawkeye E-2D para Índia
Estados Unidos liberam a venda das aeronaves Hawkeye E-2D para Índia
Os Estados Unidos liberaram outro sistema de alta tecnologia para Índia, a aeronave embarcada Hawkeye E-2D para Alerta Aéreo Antecipado (AEW) e para gerenciamento de batalha.
A Índia é o segundo país, após os Emirados Árabes Unidos, a ter liberado pelo governo dos EUA e pelos departamentos de defesa a venda desse sofisticado sistema. A U.S. Navy sancionou US$432 milhões para os testes da aeronave, atualmente em andamento na Estação Naval de Patuxent River, em Maryland.
O Hawkeye E-2D tem estado sob avaliação do governo dos EUA para Índia por algum tempo. De fato, em 2007, fonte do Pentágono indicaram que a aeronave havia sido liberada, mas aparentemente a versão anterior da aeronave, o Hawkeye E-2C, foi oferecido para o qual a marinha da Índia disse “não” em discussões informais.
Oficiais da Marinha da Índia testemunharam as capacidades do Hawkeye E-2C mas disseram aos oficiais dos EUA que como o equipamento que a Índia comprará será usado por anos, ele deverá ser o melhor e mais atual com capacidade de potenciais melhorias.
Os futurps porta-aviões da Marinha da Índia poderão também ser equipados com sistemas de lançamento por catapultas.
A aeronave está sendo fabricada pela Northrop Grumman Corporation, e a U.S Navy tem programado a aquisição de 75 aeronaves E-2D Advanced Hawkeye (AHE), as quais podem operar em qualquer condição meteorológica, podem ser embarcadas em porta-aviões e são projetadas para extender as capacidades de vigilância com alerta antecipado para frota naval.
O custo de aquisição unitário é estimado em US$235 milhões.
A capacidade operacional inicial para o E-2D AHE mudou de abril de 2011 para outubro de 2014 devido aos cortes nos custos do ano fiscal de 2009.
Fonte:Plano Brasil
30/07/2010
Acidente aéreo no Paquistão desperta questões sobre segurança em aviação
Acidente aéreo no Paquistão desperta questões sobre segurança em aviação local
Enquanto país faz luto por 152 mortos, surgem dúvidas em relação a supostas práticas ruins na manutenção de aeronaves.
A queda do Airbus que matou 152 pessoas em Islamabad, no Paquistão, despertou dúvidas quanto à indústria local de aviação.
Críticos dizem que uma proliferação no número de companhias e rotas aéreas nos últimos anos não foi acompanhada por padrões mais rigorosos de segurança e de aviação.
Em particular, alguns questionaram as práticas da empresa privada envolvida no acidente da quarta-feira, a Airblue, que tem um bom histórico de segurança.
O governo do Paquistão decretou um dia nacional de luto após o acidente, em que um avião Airbus A321 vindo da cidade de Karachi caiu ao se chocar contra as colinas Margalla, no norte da capital, Islamabad.
Segundo testemunhas, a aeronave voava a baixíssima altitude.
Não há explicações oficiais sobre a causa do acidente, que aconteceu durante a estação das monções, com chuva forte e pouca visibilidade.
Manutenção
Um funcionário da agência de aviação civil do Paquistão (CAA, na sigla em inglês) disse à BBC que, em 2008, um dos aviões da Airblue foi retido em Manchester, na Grã-Bretanha, após um inspetor ter notado que um problema grave identificado na aeronave meses antes ainda não havia sido resolvido.
O diretor de marketing da Airblue, Raheel Ahmed, negou a afirmação e disse que todas as aeronaves da companhia foram inspecionadas e declaradas seguras para voar pelas autoridades responsáveis.
"Estou trabalhando com a Airblue há cinco anos e não tenho lembrança de nenhum incidente deste tipo", disse Ahmed. "E quero acrescentar que a companhia tem as aeronaves mais modernas do Paquistão".
Não há relatos de problemas anteriores, técnicos ou de manutenção, em conexão com o avião que caiu.
O diretor da agência paquistanesa de aviação civil, Junaid Amin, disse que a entidade não permite que aeronaves decolem necessitando de manutenção.
"Seguimos os mesmos padrões internacionais praticados em todo mundo", disse Amin.
Ex-pilotos e críticos da indústria, no entanto, dizem que a CAA nem sempre segue esses padrões.
Falando à BBC, um piloto experiente da companhia nacional de aviação do país, a Pakistani International Airlines (PIA), disse que houve vários incidentes em que a CAA seria culpada por dificuldades técnicas apresentadas por aeronaves.
"Por exemplo, o acidente de 2006 foi resultado de excesso de peso na aeronave. Isso estava claro no momento em que ela recebeu permissão de voar - pela CAA", disse o piloto.
O principal diretor da PIA e membro do conselho da CAA, Aijaz Haroon, nega a afirmação, dizendo que o acidente de 2006 foi provocado por erro do piloto.
Mas a própria PIA, dirigida por Haroon, esteve envolvida em vários problemas operacionais. Em 2007, seus voos chegaram a ser proibidos pela União Europeia por problemas de segurança.
Pilotos
A segurança dos aviões não é a única questão.
A condição física dos pilotos também tem sido motivo de preocupação.
"Hoje, pilotos são obrigados a voar muito mais horas do que o que é considerado viável", disse AM Rabbani, secretário-geral da associação de pilotos do Paquistão - Pakistan Association of Airline Pilots (Palpa).
"Isso ocorre principalmente por causa de novos regulamentos implementados pela CAA", disse Rabbani.
Existe, no entanto, um histórico longo de desavenças entre a PIA, CAA e Palpa por questões trabalhistas.
E para acrescentar, especialistas da indústria dizem que os protocolos de controle de tráfego aéreo e instrumentos de navegação do aeroporto de Islamabad deixam muito a desejar.
"Por que o avião estava circulando a uma altitude de 487 metros quando o mínimo para Islamabad é 900 metros?", perguntou um especialista em aviação local à BBC.
Até o momento, não há respostas para essa pergunta.
E não se sabe qual dos fatores acima poderia ajudar a explicar o trágico acidente.
Fonte:G1.com
20/07/2010
India Comprará mais duas aeronaves com sistema AWACS
A india comprará mais duas aeronaves de alerta antecipado de fabricação Russa,informou o jornal Times da India ,nesta Segunda-Feira.
A India encomendou três variantes A50EI equipados com Sistema de Radar de fabricação Israelense em 2004 ,sendo a primeira aeronave programada para chegar em 2007-08,porém ocorreram atrasos na entrega.
A India recebeu sua primeira aeronave somente em Maio de 2009 e a segunda em Março de 2010,espera-se que a terceira aeronave seja entregue até o final do ano.
"Já estamos prontos para incorporar a Força ,mais dois AWACS ,disse o Chefe da Força Aérea PV Naik ao Jornal Times da India.
O AWACS Phalcon são verdadeiros multiplicadores de força,nós estamos tendo uma excelente experiência com eles.
As aeronaves devem ser alocados no comando aéreo central ,porém suas missões serão atribuídas diretamente pelo comando aéreo.
Em muitos aspectos o A-50 é comparável ao E-3 Sentry da USAF
Em 2009 a India também comprou 8 aeronaves Boeing p-81 de reconhecimento marítimo de longo alcance (LRMR) dos EUA,e assinou um acordo com o Brasil para integração e desenvolvimento de sistemas internos em três aeronaves embraer 145 de fabricação brasileira que serão incorporados a Força Aérea da India.

