A Força Aérea dos EUA disse que seu F-22 Raptor traz algo para a batalha que nenhum outro caça a jato dos EUA pode igualar: a sua capacidade de enganar os radares através da tecnologia stealth.
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30/05/2012
Problemas com o Oxigênio dos caças Raptor podem estar relacionados com o revestimento stealth
A Força Aérea dos EUA disse que seu F-22 Raptor traz algo para a batalha que nenhum outro caça a jato dos EUA pode igualar: a sua capacidade de enganar os radares através da tecnologia stealth.
02/01/2012
Falhas e mais Falhas marcam a carreira do caça mais caro da USAF
F-22 Raptor o maior e mais caro "mico" da história da USAF
O capitão Jeff “Bong” Haney voltava para a base no seu caça F-22 Raptor, cortando a noite gélida do Alasca numa velocidade ultrassônica de mais de 1.600 km/h, quando as coisas começaram a dar errado.
Embrulhado em roupas de frio volumosas para protegê-lo das temperaturas extremas, o piloto da Força Aérea puxou para trás a alavanca de controle a 38.400 pés (11.520 metros) para ganhar altitude. Haney percebeu então que o avião começava a fugir do seu controle.
07/05/2011
USAF Suspende operações com F-22 Raptor por falta de segurança
USAF Suspende operações com F-22 Raptor por falta de segurança em voo
A Força Aérea dos EUA (USAF) suspendeu as operações de voo de toda sua frota de caças Lockheed F-22 Raptor devido a uma permanente preocupação com a forma de como o avião de caça fornece o oxigênio para o piloto, de acordo com o capitão Jennifer Faerrau, porta-voz do Comando de Combate Aéreo da Força Aérea.
A ordem de cancelamento das operações foi feito na terça-feira, dia 3, mas só agora está se tornando público. Não está claro quanto tempo a ordem para manter as aeronaves no solo vai durar.
Atualmente existem cerca de 165 caças Raptors na frota da USAF.
Desde janeiro, as aeronaves já haviam sendo mantidas em altitudes inferiores a 25 mil pés durante uma investigação em curso sobre um acidente ocorrido em novembro de 2010. Voando acima dessa altitude poderia causar ao piloto um “apagão” por falta de oxigênio ocasionando a perda de controle da aeronave.
A suspensão das operações afeta todo o treinamento e outras missões, disse Faerrau.
A Força Aérea está analisando todos os sistemas das aeronaves F-22, mas a principal área que está sendo focada é o On-Board Oxygen Generating System (OBOGS), de acordo com Ferrau.
A ordem veio do General William Fraser, comandante do Air Combat Command, da Base Aérea de Langley, na Virginia.
Fonte:Cavok/foto:aereo.jor.br;forums.steves-digicams.com/video:navyseal4404-via :Youtube.com
10/03/2011
F-22 Raptor poderá ter seu batismo de fogo na Líbia
USAF poderá usar seus F-22 Raptor na Líbia
O Pentágono está montando planos para uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia – e nos planos estão incluidos a primeira atribuição de combate dos caças F-22 Raptor da USAF.
Se a idéia evoluir para além desta fase está sujeita ao apoio da Organização das Nações Unidas e da OTAN, pela escala de ações militares da Líbia contra civis, e a relutância dos EUA de participar de mais operações militares contra outro país muçulmano.
No entanto, a idéia é mostrar como a Força Aérea dos EUA enfrenta a tarefa de derrubar um grande sistema de defesa aérea.
As munições são similares as que foram colocadas contra as forças da OTAN nas operações na Sérvia e que abateram um caça F-117 em combate, disse um antigo chefe da USAF.
Enquanto os SA-6 Gainful (2K12 Kub) são os mais efetivos SAM na Líbia, outros incluidos são os SA-2 Guideline (S-75), SA-3 Goa (S-125) e SA-5 Gammon (S-200).
Os porta-aviões norte americanos estão se deslocando para o oeste do Mediterrâneo, mas as operações no Afeganistão poderão impedir que se mantenha uma zona de exclusão na Líbia por um tempo muito longo.
Essa tarefa poderá provavelmente falhar para a USAF, adiciona o oficial.
“Criar e reforçar uma real zona de exclusão pode ser feita sem aumentar as forças dos EUA,” informou o veterano piloto dos EUA. “A USAF tem a capacidade de fazer isso sem seriamente afetar suas missões no Afeganistão.
Não existe problema de superioridade aérea no Iraque ou no Afeganistão que exijam mais caças e aeronaves AWACS [Airborne Warning and Control Systems], do que já está comprometido nas missões.”
“Relativo em específico a zona de exclusão, é um extraordinária e complexa operação a preparar,” disse o Almirante Mike Mullen, chefe das Forças Militares Conjuntas. “Nós teremos que trabalhar nisso de um modo seguro para não nos colocarmos numa encruzilhada. . . sobre as defesas aérea que poderia atualmente… retirar nossas plataformas aéreas do ar.
Existem várias pessoas falando sobre isso [zona de exclusão aérea] e um desejo crescente de entender isso especificamente.”
A base de operação pode ser um fator. “Obviamente seria desejável que as aeronaves operassem a partir de bases na Itália,” diz o antigo chefe da USAF. “A Itália provavelmente nos permitiria usar as suas bases por causa do [seu] compromisso adquirido à [manutenção] acesso ao petróleo e gás da Líbia.”
Num pior cenário, com a OTAN rejeitando o apoio a zona de exclusão, poderá haver um alcance menor dos caças dos EUA que voariam a partir do Egito, utilizando as bases do Cairo onde os exercícios multi-nacionais Bright Star são conduzidos, desde que a atual administração egípcia concorde com isso.
“Nós temos um grande relacionamento com a Força Aérea do Egito e eles estão encarregados da defesa do país,” disse o ex-chefe da USAF.
Ele salienta que as aeronaves dos EUA não poderiam operar de bases ocupadas pelas forças opostas ao governo Kadhafi, no lestes da Líbia, pelo perigo de mísseis disparados por membros partidários do atual governo, protestos contra os EUA e sabotagens.
“A USAF possui um significativo excesso de capacidade para missão na Líbia,” disse o veterano piloto de caça. “É um perfeito cenário para os caças F-22 e F-16CJ Wild Weasels que atualmente não estão sendo utilizados no Afetganistão.
A missão da USAF seria de tomar sofisticados e integrados sistemas de defesa aérea, atacar as bases aéreas para render o que não estivesse sendo utilizado, destruir os radares, e eliminar as aeronaves que estiverem em voo.
Após uma intensa campanha (24-48 horas), com a zona de exclusão aérea é uma operação de rotina.”
Aeronaves maiores como reabastecedores, o Northrop Grumman E-8 Joint Stars e os Boeing E-3 AWACS poderiam operar de forma concebível a partir de Omã, Tunísia e Catar.
17/01/2011
Pentágono aposta nos F-15 Silent Eagle como resposta aos Caças Chineses J-20 Black Silk
Fazem três semanas que foram reveladas as primeiras imagens do novo caça stealth chinês J-20, e a U.S. Air Force já colocou em prática planos para conter a ameaça do misterioso caça de Chengdu.
O Pentágono não deverá fabricar novos caças F-22 da Lockheed Martin.
Ao invés disso, os militares norte-americanos tem direcionado seus esforços em antigos jatos que, com melhorias, podem demonstrar ser ainda melhores que os novos e mais caros F-22 para combater o novo caça chinês J-20.
Esse caças antigos são os Boeing F-15 Eagles, uma das estrelas da Guerra do Golfo em 1991, que rapidamente estão se tornando o principal vetor norte americano para conter a ameaça do modelo chinês J-20 nos próximos 20 anos.
Mais exatamente, os caças F-15 e F-22 (e posteriormente o F-35) provavelmente operarão numa só equipe.
Mas o caça F-15, com melhores sensores, poderá provar ser a espinha dorsal das forças dos EUA e dos aliados em quaisquer combates aéreos realizados no Pacífico.
O segredo de tudo isso está no nariz dos caças Eagles. Comparados ao nariz angular do furtivo caça F-22, o totalmente não-stealth F-15 possui um cone do nariz mais espaçoso que pode levar um radar maior.
O radar maior, muito provavelmente poderá detectar o caça J-20, apesar de o caça chinês ter uma seção reta radar frontal muito pequena.
O caça F-15 pode também normalmente levar mais combustível e mísseis que o Raptor.
O Pentágono já começou a equipar novos radares AESA Raytheon APG-63(V)3 em cerca de 175 caças F-15C da década de 80.
Em poucos anos, os 220 caças antigos F-15E da década de 90 – normalmente otimizados para ataque ao solo, mas também capazes para o combate aéreo — receberão novos radares APG-82(V)4, também da Raytheon.
Para pagar por esta transformação eletrônica, o Pentágono já colocou de lado parte dos US$ 34 milhões que está economizando com o fechamento de várias bases e centros de comandos redundantes da USAF, e também com o atraso na produção do novo caça stealth F-35 da Lockheed.
A iniciativa do F-15 foi importante o suficiente para receber uma menção do Secretário de Defesa dos EUA Robert Gates durante um anúncio no Pentágono sobre o corte nos gastos do orçamento realizado na semana passada. Gates disse que os modernizados F-15s poderão ser “muito bem viáveis no futuro”.
Isso pode ter sido uma surpresa para alguns observadores, considerando que há apenas três anos atrás, um F-15C se desintegrou no ar, quase matando o piloto.
Após o acidente, alguns especialistas declararam que o F-15 não está adequado para as missões, por razões relativas a sua idade avançada.
Mas a USAF determinou que apenas poucas partes do caça, ao invés da idade, causaram a desintegração do F-15 — e que com reparos e boa manutenção, os caças F-15Cs poderão ser mantidos em voo por pelo menos até 2025, e os modelos F-15Es até 2035.
“Mas estes são apenas fatores planejados,” disse o Coronel Gerald Swift, um dos maiores apoiadores dos caças F-15 na USAF.
“Neste momento, não existe nada que limite a vida operacional dos F-15. Elas são plataformas muito bem projetadas.”
A Base Aérea de Okinawa, no Japão, será a principal base dos modernizados caças F-15s.
O primeiro lote de caças F-15C com os novos radares (V)3 chegou na base em dezembro.
Até 2013 serão 54 modenrizados caças F-15Cs no Pacífico, voando conjuntamente com uma força destacada de 12 a 18 caças F-22 Raptor.
Como atualmente projetado, os caças F-15 poderão voar com tanques extras de combustíveis e mísseis ar-ar AMRAAM, e com os radares novos, enquanto os F-22, levando menos combustível e mísseis, poderiam manter seus radares desativados e atacar de forma furtiva no “melhor estilo ninja”.
“Nosso objetivo é voar os caças F-15 na linha de frente com os caças F-22s, e manter eles no ar enquanto os Raptors conduzem seus voos de ataques furtivos,” disse o Major Todd Giggy, um piloto de caça F-15, a revista Aviation Week.Esse novo estilo de operação terá um grande impulso a partir de 2014, quando a USAF finalmente instalar os links de dados seguros nos caças F-22, permitindo que eles compartilhem dados de pontaria com outras aeronaves.
Até então, os caças F-15 terão um radar melhor, além de mais armas e autonomia, tornando o modelo o preferido do Pentágono para enfrentar o caça chinês J-20 — e a principal razão porque os Estados Unidos ainda não perderam o controle do espaço aéreo sobre o Pacífico.
Fonte:CAVOK/video:dsm4eva2-Via:Youtube
23/11/2010
USAF confirma a morte de piloto envolvido no acidente com o caça F-22 no Alasca
USAF confirma a morte de piloto envolvido no acidente com o caça F-22 no Alasca
A USAF (força aérea norte-americana) confirmou a morte do piloto do caça Lockheed Martin F-22, que se acidentou no dia 16 de novembro último.
O jato de combate era pilotado pelo Capitão Jeffrey Haney, que participava de uma missão de treinamento com outro F-22 na noite do dia 16 quando desapareceu das telas de radar do Controle de Tráfego Aéreo do Alasca.
Foto: The Patriot Cidadão / Jackson
Um jornal de Michigan, diz que o piloto capitão Jeffrey Haney, era originário do condado de Jackson, Michigan
Haney pertencia ao 525th Fighter Squadron, do 3rd Wing, e ficava baseado na Joint Base Elmendorf-Richardson.
Local do acidente
“Baseado nas evidências encontradas no local do acidente e depois de dois dias de intensas buscas por ar e terra, nós sabemos que o Capitão Haney não ejetou do caça”, declarou o Coronel Jack McMullen, comandante da 3rd.
Partes do assento ejetável e vários equipamentos de sobrevivência foram localizados no local do acidente, numa enorme cratera localizada a 160km ao norte de Anchorage, no Alasca.
Fonte:Revista ASAS online-via Plano Brasil
18/11/2010
Encontrados destroços que podem ser do F-22A da USAF desaparecido no Alasca
Encontrados destroços que podem ser do F-22A da USAF desaparecido dia 16/11 no Alasca
Os destroços de uma aeronave avistados pela equipe de resgate da U.S. Air Force podem ser do caça Lockheed Martin F-22 Raptor que desapareceu na noite de 16 de novembro, conforme as últimas informações da USAF.
As equipes de busca encontraram os destroços a cerca de 100 milhas ao norte de Anchorage, mas o piloto ainda não foi encontrado e também não teve a identificação divulgada.
As buscas dessa quarta-feira estão se concentrando numa área próxima ao parque Nacional Denali, no Alasca.
“Nosso pensamentos e preces são para a família do piloto que está desaparecido, e nós gostaríamos de agradecer a todo povo do Alasca pelo contínuo apoio para essa missão e pela força durante esse momento difícil,” disse o Coronel Jack McMullen, Comandante da 3ª Ala.
“Encontrar o piloto desaparecido é nossa principal prioridade.”
Corinna Jones, uma porta-voz da Base Conjunta Elmendorf-Richardson, disse que o jato estava em missão de treinamento e perdeu o contato com o controle de tráfego aéreo às 19:40 horário local, e que o caça Raptor pertencia a 3ª Ala de Caça, da base localizada ao norte de Anchorage.
A Guarda Aérea Nacional do Alasca, que está liderando os esforços de busca, está utilizando três helicópteros e uma aeronave de carga para procurar o piloto e o caça.
As buscas duraram toda noite e continuaram durante essa quarta-feira.
A missão de treinamento era composta de dois caças F-22 Raptor.
O segundo caça também perdeu contato com a aeronave desaparecida durante o voo.
A área próxima ao parque nacional é localizada a 150 milhas ao norte de Anchorage.
Os caças Lockheed F-22A Raptor entraram em operação na USAF na metade da década e chegaram em Elmendorf em agosto de 2007.
Caso seja confirmado a queda, será o terceiro acidente com o modelo. Um F-22 caiu em março de 2009 próximo a Base Aérea de Edwards, na California, matando o piloto.
Outro acidente com um F-22 ocorreu no dia 20 de dezembro de 2004 quando a aeronave decolava da Base Aérea de Nellis, Nevada.
Fonte:Cavok/foto:commons/Videos:Youtube.com
17/11/2010
Caça F-22A da USAF esta desaparecido no Alasca
Caça F-22A da USAF esta desaparecido no Alasca
A U.S. Air Force confirmou que um Lockheed Martin F-22A Raptor operando a partir da Base Conjunta de Elmendorf no Alaska está desaparecido desde a última noite, às 19:40 horário local, enquanto efetuava uma missão de treinamento.
Uma busca está em andamento. A 3ª Ala de Elmendorf possui três unidades de caças F-22A operacionais, os esquadrões de caça 90º, 302º e 525º.
Fonte:Cavok
08/11/2010
USAF já busca substituto para seus caças F-22 Raptor
USAF já busca substituto para seus caças F-22 Raptor
A U.S. Air Force (Força Aérea dos EUA) iniciou a busca por uma nova aeronave futura para substituir seus ainda modernos caças Lockheed F-22 Raptor, um movimento que alegrou a indústria aeroespacial de defesa dos EUA.
A USAF numa solicitação escrita essa semana demonstrou conceitos de uma nova geração de aeronaves táticas para começarem a operar provavelmente em 2030, aparentemente com um piloto a bordo.
Especialistas dizem que tal sistema poderia muito bem ser um sucessor do caça furtivo Raptor, o mais moderno do arsenal norte americano.
O Secretário de Defesa dos EUA Robert Gates persuadiu o Congresso no ano passado para fechar a produção do F-22 quando chegasse no número de 187 aeronaves favorecendo a produção do caça F-35 também da Lockheed, o qual foi projetado para ter um menor custo de aquisição, e para entrar em produção mais rapidamente.
A próxima geração de aeronave será equipado com sofisticados sistemas de defesa aérea, detecção radar passiva, auto-proteção integrada, capacidade de levar armas de última geração e possibilidade de ataque cibernético, conforme disse o Comando de Material da USAF na solicitação a indústria do dia 3 de novembro.
A nova aeronave de caça deve ser apta a operar num “ambiente de ‘anti-access/area-denial’ que existirá no período entre 2030 e 2050,” diz a solicitação, usando um jargão do Pentágono aplicado ao crescimento militar da China.
A missão primária, diz o documento, seria de “combate aéreo” ofensivo e defensivo – destruindo ou neutralizando a habilidade do inimigo de controlar o espaço aéreo.
A USAF também quer incorporar o sistema de defesa de mísseis, interdição aérea e apoio aéreo aproximado de forças terrestres, de acordo com a “solicitação de informação de capacidade.”
“Este é o primeiro passo no ensaio do que serão as especificações da próxima geração de caças dos EUA,” disse Jeremiah Gertler, especialista de aviação militar dos EUA no Serviço de Pesquisa do Congresso.
As respostas para essa requisições devem ocorrer até o dia 17 de dezembro e as partes interessadas “foram encorajadas a enviar informações de custos se disponível,” conforme informações no FedBizOpps.gov.
Fonte: Reuters / Cavok/foto:ooyes.net/video:Youtube.com