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Primeiro pouso de Lynx Wildcat em Convoo
A próxima geração de helicópteros da Marinha Real Britânica (Royal Navy), o AgustaWestland Lynx Wildcat realizou no dia 11 de dezembro seu primeiro pouso embarcado, durante um período de testes de três dias com uma fragata Type 23.
O helicóptero Wildcat tocou o convés de vôo da HMS Iron Duke, na Base Naval de Portsmouth, como parte de testes intensivos antes do helicóptero ser declarado operacional.
Em apenas três anos, o Wildcat será a espinha dorsal das operações com fragatas e destróiers da Marinha Real, substituindo o Lynx, que tem servido a Arm Air Fleet desde meados dos anos 1970.
Bem como o pouso na fragata, uma equipe de teste de 31 pessoas garantirá que o Wildcat possa ser movido para dentro e para fora do hangar usando o sistema de recuperação de helicóptero do navio. Testes de reabastecimento e municiamento a bordo também serão realizadas.
Antes que pudesse ter ocorrido qualquer pensamento para tais ensaios, no entanto, a equipe Wildcat – a Agusta-Westland, a empresa que constrói em Yeovil o helicóptero; os especialistas do ministério de defesa; o Centro de Avaliação e Teste de Aeronaves em Boscombe Down; engenheiros e técnicos de aviação da Marinha Real – precisaram realizar algumas verificações fundamentais, por isso os três dias a bordo do Iron Duke nesta semana.
O piloto do helicóptero, o Lieutenant Commander Lee Evans, disse até agora que ficou impressionado com o desempenho do Wildcat: “Ela voa como um Lynx, que é bom do ponto de vista de um piloto. É estável, tem um terço a mais de potência do que um Lynx, o que lhe dá muito mais confiança para um piloto.”
O volume de dados e as leituras registradas pela equipe de teste irá demorar cerca de nove meses para ser analisado. “A ciência que acompanha os ensaios é incrível”, disse o Lieutenant Commander Evans.
O Wildcat já completou os ensaios “hot and high” em Colorado, nos EUA, e voou para dentro e fora do navio auxiliar RFA Argus em alto mar, em novembro. No próximo mês o avião vai começar os testes de operação no mar.
Cerca de 62 helicópteros Wildcats estão sendo comprados pelo Ministério de Defesa, 34 para o Army Air Corps (Exército), 28 para o Arm Air Fleet (Marinha). A variante do Exército deve iniciar as operações em 2014, com a versão Naval entrando em serviço no ano seguinte.
Fonte:Cavok/fotos:ejercitos.org;navynews.co.uk/vídeo:Canal do Tim-Via:Youtube.com



Modelo é destinado a intervenção maciça e rápida com soldados, helicópteros e tanques
A Marinha do Brasil vai ter ao menos dois Navios de Múltiplos Propósitos, um conceito novo de navio autossuficiente.
Cada um desses gigantes, grandes como dois campos de futebol e feitos para projetar poder naval, leva uma força completa de intervenção: soldados, tanques, helicópteros, lanchas, mísseis e hospital, mais um sofisticado centro de inteligência.
Cada unidade, de alta tecnologia, custa hoje entre US$ 600 milhões e US$ 750 milhões, no mercado internacional. É um programa ambicioso, contemplado no Plano de Articulação e Equipamento da Marinha (Paemb), ainda sem prazo definido.
Em nota, o comandante da Força, almirante Júlio Moura Neto, disse que “o processo de aquisição depende da disponibilidade de recursos orçamentários, não tendo sido ainda selecionado um projeto específico”.
Os dois fornecedores mais importantes são os Estados Unidos, que mantêm uma frota variada de oito navios, e a França, que desenvolveu uma versão avançada, a classe Mistral.
O governo da Rússia quer comprar quatro exemplares.
A principal alteração em relação ao esquema tradicional das ações anfíbias é a integração em um único centro embarcado.
Em missão, o supernavio exige cobertura aérea permanente por meio de aviões de caça, sob coordenação de uma aeronave de vigilância e alerta antecipado. No mar, uma flotilha de escolta cuida da proteção .
O Navio de Múltiplos Propósitos é virtualmente autônomo. Além dos helicópteros, de dúzias de tanques, blindados sobre rodas, lanchas de desembarque de tropas e centenas de soldados, abriga um hospital com capacidade para executar cirurgias de grande complexidade.
Na ponte principal, alta como um prédio de 15 andares, funciona uma sofisticada sala de situação com enlace eletrônico por satélite, de onde são tomadas as decisões de comando e processadas as informações de inteligência.
A fase atual é de consultas a empresas candidatas à parceria pretendida. Estão sobre a mesa de negociações ofertas da Itália, Reino Unido, Alemanha, Coreia e França. Esse primeiro estágio, com a escolha da parceria, pode sair até o fim do ano.
A primeira fragata ficará pronta entre 2018 e 2019 – a entrega do navio-patrulha ocorre 12 meses antes. Depois da seleção, a complexidade do processo exigirá um ano de discussões para ajuste da transferência de tecnologia, estabelecimento da rede de fornecedores e das compensações comerciais.
O pacote prioritário, definido como ProSuper, abrange cinco fragatas de 6 mil toneladas com capacidade stealth, de escapar à detecção eletrônica, quatro navios-patrulha oceânicos, de 1,8 mil toneladas, e um navio de apoio, de 22 mil toneladas, para transporte e transferência em alto mar de todo tipo de suprimentos.
A intenção da Marinha é que apenas a primeira fragata e o primeiro patrulheiro sejam construídos fora do País, embora com acompanhamento de técnicos e engenheiros brasileiros. Há grupos diretamente interessados em participar desse empreendimento.
PARA ENTENDER
O programa de reequipamento e reorganização da Defesa contempla Forças Armadas ágeis, especializadas e preparadas para cumprir missões expedicionárias.
Nesse sentido, o advento dos Navios de Múltiplos Propósitos dá substância à teoria por meio de uma estrutura operacional que permite a mobilização rápida de um considerável contingente de combatentes, cerca de 900 militares, com acesso a helicópteros, tanques, lanchas e, sobretudo, a informações de inteligência, processadas a bordo.
Fonte: O Estado de S.Paulo-via Plano Brasil
Três eventos importantes para história da U.S. Navy também foram realizados nessas duas últimas semanas: o primeiro pouso num porta-aviões da aeronave E-2D Advanced Hawkeye, o primeiro voo do X-47B UCAV, e o primeiro voo de um piloto de testes da Marinha dos EUA a bordo do F-35C.
No dia 3 de fevereiro, o primeiro Northrop Grumman E-2D Advanced Hawkeye AEW com sucesso pousou no convés de voo do porta-aviões USS Harry S. Truman.
O mais novo Hawkeye representa uma grande mudança de como a Marinha dos EUA conduzirá o controle e comando do gerenciamento de batalha no futuro.
Ainda no mesmo dia, em Patuxent River, o piloto de testes da U.S. Navy, Tenente Coronel Eric “Magic” Buus, voou pela primeira vez com a versão embarcada do JSF, o Lockheed Martin F-35C Lightning II, que será o mais moderno caça e o primeiro com capacidade stealth a operar a bordo dos porta-aviões da Marinha norte americana.
Dentre as aeronaves na exposição estáticas, estavam os modelos não tripulados X-47B UCAS-D, RQ-4A Broad Area Maritime Surveillance Demonstrator (BAMS-D), e MQ-8B Fire Scout, bem como as aeronaves tripuladas E-2C Hawkeye, C-40 Clipper, E-6B Mercury, E-3B Viking, LC-130 Hercules, C-2A Greyhound, F-5E Tiger II, F-16N Falcon, P-3C Orion, F/A-18F Super Hornet, F/A-18C Hornet, EA-18G Growler, EA-6B Prowler, T-38 Talon, TBM Avenger e o HU-16 Albatross.
Fonte:Cavok/Videos:USNavyVisualNews;TallSky-Via Youtube.com
A primeira aeronave P-3 Orion modificada pela Airbus Military para a Força Aérea Brasileira foi inspecionada hoje pelo Ministro da Defesa do Brasil, durante sua visita oficial a Espanha.
A aeronave é a primeiro de uma frota de nove a qual está passando por um completo programa de modernização, incluindo a instalação do Sistema Tático Totalmente Integrado (FITS) da Airbus Military.
Assim como o FITS, a aeronave será beneficiada com uma nova suite de sensores mais potentes, novos sistemas de comunicações, e um cockpit com modernos aviônicos.
Os motores foram melhorados, e dependendo da condição de cada aeronave, a estrutura da fuselagem e asas estão sendo renovadas para permitir mais muitos anos de efetiva operação.
A Força Aérea Brasileira utilizará as aeronaves para patrulha marítima, guerra anti-submarina, e uma ampla gama de missões civis incluindo vigiância de zonas de exclusão econômicas e busca e salvamento.
Fonte:Cavok/Video:Youtube
INCHEON, Coreia do Sul (Reuters) - Um porta-aviões dos Estados Unidos está se dirigindo nesta quarta-feira para o litoral coreano, um dia depois de a Coreia do Norte ter disparado contra uma ilha sul-coreana.
A iniciativa norte-americana tende a irritar o governo norte-coreano e incomodar também o maior aliado e vizinho da Coreia do Norte, a China.
O porta-aviões USS George Washington, movido a energia nuclear e levando 75 aviões de guerra e 6 mil tripulantes, partiu de uma base naval ao sul de Tóquio e deve se unir às manobras militares sul-coreanos, de domingo até a quarta-feira seguinte, informaram funcionários norte-americanos em Seul.
"Este exercício é de natureza defensiva", informou o comando das forças dos EUA na península coreana. "Embora já tivesse sido planejado bem antes do ataque de artilharia de ontem, que não foi provocado, demonstra a força da aliança dos EUA com a República da Coreia (do Sul) e nosso compromisso com a estabilidade regional por meio da dissuasão", diz um comunicado militar.
A Coreia do Norte acusou o Sul nesta quarta-feira de estar conduzindo a península "à beira da guerra" com "inconsequente provocação militar", e também por adiar o envio de ajuda humanitária aos norte-coreanos.
Nesta quarta-feira o governo sul coreano informou que foram encontrados na ilha os corpos de dois civis mortos, aparentemente em consequencia dos ataques desfechados pela Coreia do Norte na terça-feira. Com isso, elevam-se para quatro o número de sul-coreanos mortos.
Fonte:Reuters-(Reportagem de Yon Choonsik)/Videos:Youtube.com
Réplica de Curtiss Pusher de 1911 embarca no porta-aviões USS George H W Bush no Centenário da Aviação Naval dos EUA
Não, essa não é a alternativa “low-cost” para o caça F-35C Lightning II, mas uma réplica do biplano Curtiss Pusher utilizado por Eugene Ely no dia 14 de novembro de 1910 que começou o capítulo da aviação naval e da U.S. Navy nos EUA.
O Comandante da Reserva da U.S. Navy Bob Coolbaugh posou para as câmeras no convés de voo do porta-aviões USS George H W Bush (CVN 77) – no qual logicamente uma tentativa do voo não foi tentada.
Com as suas 22 mil toneladas, o HMS Ark Royal esteve no serviço ativo durante 25 anos, sendo o quinto navio com este nome na história da marinha de guerra britânica.
Construído em 1978, entrou ao serviço em julho de 1985, sendo um pouco mais longo, com os seus 213 metros, do que os restantes porta-aviões britânicos, o HMS Invincible e o HMS Illustrious. Equipado com quatro motores Olympus, os mesmos utilizados nos Concorde, o HMS Ark Royal pode atingir os 30 nós.
Concebido no auge da Guerra Fria, estava vocacionado para o combate anti-submarino,
podendo transportar até 22 aparelhos de combate, entre caças e helicópteros.
Os Estados Unidos liberaram outro sistema de alta tecnologia para Índia, a aeronave embarcada Hawkeye E-2D para Alerta Aéreo Antecipado (AEW) e para gerenciamento de batalha.
A Índia é o segundo país, após os Emirados Árabes Unidos, a ter liberado pelo governo dos EUA e pelos departamentos de defesa a venda desse sofisticado sistema. A U.S. Navy sancionou US$432 milhões para os testes da aeronave, atualmente em andamento na Estação Naval de Patuxent River, em Maryland.
O Hawkeye E-2D tem estado sob avaliação do governo dos EUA para Índia por algum tempo. De fato, em 2007, fonte do Pentágono indicaram que a aeronave havia sido liberada, mas aparentemente a versão anterior da aeronave, o Hawkeye E-2C, foi oferecido para o qual a marinha da Índia disse “não” em discussões informais.
Oficiais da Marinha da Índia testemunharam as capacidades do Hawkeye E-2C mas disseram aos oficiais dos EUA que como o equipamento que a Índia comprará será usado por anos, ele deverá ser o melhor e mais atual com capacidade de potenciais melhorias.
Os futurps porta-aviões da Marinha da Índia poderão também ser equipados com sistemas de lançamento por catapultas.
A aeronave está sendo fabricada pela Northrop Grumman Corporation, e a U.S Navy tem programado a aquisição de 75 aeronaves E-2D Advanced Hawkeye (AHE), as quais podem operar em qualquer condição meteorológica, podem ser embarcadas em porta-aviões e são projetadas para extender as capacidades de vigilância com alerta antecipado para frota naval.
O custo de aquisição unitário é estimado em US$235 milhões.
A capacidade operacional inicial para o E-2D AHE mudou de abril de 2011 para outubro de 2014 devido aos cortes nos custos do ano fiscal de 2009.
Fonte:Plano Brasil
Esta missão, denominada “Agapanthe 10″, foi apresentada na conferência de imprensa do Ministério da Defesa pelo Contra-Almirante Jean-Louis Kerignard, comandante da Força Aeronaval de Reação Rápida.
Durante este deslocamento, previsto de meados de outubro a 21 de fevereiro, o grupo aeronaval formado ao redor do Charles de Gaulle incluirá duas fragatas (Forbin e Tourville), um navio-tanque de reabastecimento (Meuse) e um submarino ataque de nuclear (Améthyste).
O grupo aéreo a bordo do porta-aviões terá 12 Super Etendard Modernizados, 10 Rafale, dois aviões radar Hawkeye e helicópteros.
O grupo de batalha estará em operação no Oceano Índico por seis semanas (de meados de novembro até fins de dezembro), ao largo do Paquistão, em apoio às operações aéreas no Afeganistão, disse o Contra-Almirante Kerignard.
O Super-Etendard e o Rafale, equipados com um novo pod de reconhecimento poderão estar engajados nos céus do Afeganistão operando a partir do porta-aviões.
“Os aviões do Charles de Gaulle vão participar nas operações da ISAF (Força Internacional de Assistência e Segurança no Afeganistão) sob o controle operacional do Chefe do Estado Maior das Forças Armadas Almirante Edouard Guillaud”, disse o Contra-Almirante Kerignard.
Durante essas seis semanas, disse o oficial, o grupo aeronaval francês poderá proporcionar para a ISAF “uma dúzia” de surtidas por dia e trabalhará “em cooperação” com o grupo aeronaval americano que opera na área.
Desde que entrou em serviço em 2001, o Charles de Gaulle fez quatro grandes operações militares no conflito afegão, operando ao largo do Paquistão em 2001/2002, 2004, 2006 e 2007, por períodos de quatro a sete meses .
O Afeganistão não tem fronteira marítima, mas os aviões operando no Charles de Gaulle podem alcançá-lo desde o Oceano Índico.
Mais de 140.000 militares das forças internacionais, dos quais dois terços são americanos, estão destacados no Afeganistão, onde a insurgência do Talibã está ganhando terreno.
Em nove meses, 2010 já é o ano mais letal para as forças internacionais, com 541 mortos.