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22/03/2010

Embraer & Esquadrilha da Fumaça vão à FIDAE

Embraer & Esquadrilha da Fumaça vão à FIDAE



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PAMA-SP09-fumaca

Companhia promoverá todo o portfólio de produtos comerciais, executivos e de defesa

A Embraer participará da 16ª edição da Feira Internacional do Ar e do Espaço, FIDAE 2010, que ocorrerá de 23 a 28 de março, no Aeroporto Internacional Arturo Merino Benítez (SCL), em Santiago, no Chile.

No chalé B1/B2, a Empresa apresentará um demonstrador dos seus sistemas de Comando e Controle para convidados e clientes.



Um avião de treinamento militar avançado e ataque leve Super Tucano da Força Aérea do Chile (FACH), juntamente com um jato executivo Phenom 100, da categoria entry level, serão exibidos na exposição estática.

A Embraer programou duas conferências de imprensa para a FIDAE.

A primeira, na terça-feira, dia 23 de março, às 15 horas, na sala 2, onde serão apresentadas informações mais recentes sobre os sistemas e produtos de defesa da Empresa. A segunda, na quarta-feira às 12:30 horas, na sala 1, será dedicada aos jatos executivos e mostrará as mais recentes novidades dos programas de desenvolvimento, operação e suporte ao cliente.

A FIDAE (www.fidae.cl) é realizada em Santiago desde 1980, tendo foco em soluções aeroespaciais e de defesa. A exposição aérea também abrange aviação comercial e executiva, manutenção de aeronaves, equipamentos para aeroportos e tecnologia espacial.

De acordo com os organizadores do evento, a última edição da FIDAE atraiu 423 expositores, incluindo a Embraer, provenientes de 43 países.


No caminho, apresentação em Buenos Aires, Argentina

Parafuso por parafuso, tudo é exaustivamente checado pelos mecânicos da Esquadrilha da Fumaça ou Anjos da Guarda, como são conhecidos.

Os T-27 Tucano com as cores da bandeira nacional já aguardavam perfilados no Pátio da Academia da Força Aérea enquanto o C-105 Amazonas era carregado com as peças e equipamentos que serão necessários durante a missão.

Esses foram os últimos preparativos, na manhã desta quarta-feira (17), para a jornada da Esquadrilha da Fumaça rumo a Santiago do Chile, onde os pilotos brasileiros vão se apresentar durante uma feira internacional de Aviação. No caminho, a Fumaça fará também uma apresentação em Buenos Aires, na Argentina.

A Fidae é a maior feira aeronáutica da América Latina.

Além da apresentação da Esquadrilha da Fumaça, a FAB irá participar com a exposição de aeronaves como o C-105 Amazonas, da EADS CASA, A-1 AMX , A-29 Supertucano, T-27 Tucano E-99 e R-99 Guardião da EMBRAER.

O evento este ano será marcado pela solidariedade às vítimas do terremoto de 8,8 graus na escala Richter que atingiu a região sudoeste do Chile. “Isto será uma motivação a mais para a esquadrilha da Fumaça” afirma o Tenente Coronel Aviador José Agnaldo de Moura, o comandante da esquadrilha.

T-27 EDA checagem - foto Cecomsaer C-105 carregamento - foto Cecomsaer

FONTE: Poder Aéreo/ FAB (Cecomsaer)

04/10/2009

EMBRAER PARTICIPA DE PROCESSO DE SELEÇÃO DA USAF

EMBRAER PARTICIPA DE PROCESSO DE SELEÇÃO PARA VENDA DE AERONAVES A USAF

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A Embraer participa do processo de seleção aberto pela Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), no fim de julho, para a compra de 100 aeronaves turboélice de ataque leve, na categoria do Super Tucano.
A Embraer é apontada por
especialistas do setor como a grande favorita da competição, tendo em vista que o Super Tucano é o único modelo no mundo com operação comprovada em missões anti-guerrilha, na Colômbia, que opera 25 aeronaves do modelo.

Se concretizada, essa seria a maior venda de Super Tucano já realizada pela Embraer desde o seu lançamento. Em 2008 o modelo foi responsável por mais da metade das exportações da área de defesa da fabricante brasileira, que totalizaram US$ 504 milhões.

Este ano o Super Tucano recebeu oito encomendas da República Dominicana e 24 do Equador. A Força Aérea Brasileira (FAB) comprou 99 e já recebeu cerca de 72 unidades.

O processo de seleção ainda encontra-se na fase de pedido de informações, através da emissão de um RFI (Request For Information), que as empresas interessadas responderam no fim do mês de agosto.

A oficialização do processo de concorrência se dá com a publicação de um pedido de proposta, conhecido no jargão militar como RFP (sigla em inglês), o que ainda não aconteceu.

Entre os prováveis competidores do Super Tucano nessa concorrência estão o modelo suíço Pilatus PC-9 e o americano T-6, fabricado pela Beechcraft.

Pilatus PC-9... aircraft picture pilatus pc-9

A aeronave americana, segundo apurou o Valor, está em desvantagem em relação ao Super Tucano porque a sua nova versão, o AT-6B, ainda encontra-se em fase de desenvolvimento.


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“O Super Tucano já foi produzido, certificado e operado com sucesso e em combate, não só no Brasil, mas também na Colômbia”, disse uma fonte.

Outro ponto a favor do Super Tucano é a sua capacidade para carregar armamentos.

O AT-6B tem capacidade para transportar 500 quilos de carga paga enquanto o Super Tucano pode carregar até 1,5 toneladas e equipamentos de missão.

A versão básica do Super Tucano custa entre US$ 10 milhões e US$ 15 milhões.

Segundo uma fonte ligada à Embraer, o governo de Angola comprou em maio deste ano seis Super Tucano.

É a primeira vez que a empresa realiza a venda de uma aeronave de defesa no continente africano.

No pedido de informações emitido pela USAF existe uma previsão de que as entregas iniciais das aeronaves aconteçam a partir de 2012 e que o primeiro esquadrão esteja operacional no ano seguinte. “Por enquanto só existe um pedido de informações para as empresas, o que não implica em nenhuma obrigação contratual por parte do governo dos Estados Unidos.”

Caso a Embraer consiga concretiza a venda de 100 Super Tucano para a USAF, a empresa teria que, pela legislação americana, instalar uma linha de fabricação das aeronaves nos Estados Unidos.

Essa não seria uma dificuldade para a Embraer, tendo em vista que a empresa brasileira já está montando uma nova instalação em Melbourne, na Flórida, para atender a operação de Aviação executiva.

Além da Força Aérea dos Estados Unidos, a Marinha deste país também estuda a possibilidade de adquirir aeronaves Super Tucano.

O modelo já vem sendo testado há mais de um ano pela Marinha americana para provar conceito como aeronave de apoio aéreo próximo, destinado as forças de operações especiais em conflitos.

O primeiro Super Tucano vendido para os EUA, como avião demonstrador de conceito, foi recebido pela US Navy através de operação de leasing, feita pela EP Aviation, do conhecido grupo americano de segurança privada Blackwater.

FONTE: Poder Aéreo via:ValorOnLine

27/06/2009

Ataque leve

Ataque leve

A USAF procura uma aeronave com COIN (Counter-Insurgency) para as agora chamadas “guerras assimétricas”

O monomotor turboélice Embraer Super Tucano é o principal representante dos aviões COIN

O monomotor turboélice Embraer Super Tucano é o principal representante dos aviões COIN

A grande experiência acumulada e a enorme quantidade de aeronaves do tipo COIN que tinham os EUA após a Guerra do Vietnã, foram se diluindo na última quarta parte do Século 20. O fim da Guerra Fria e a bem-sucedida participação dos aviões convencionais nos conflitos da Guerra do Golfo, em 1991, e da ex-Iugoslávia, levaram a abandonar esse tipo de aeronave e o consequente treinamento.


Contudo, uma quantidade de conflitos esquecidos, como os da África Central, Darfur, Sri Lanka, Nova Guiné, Colômbia e outros países, têm feito ressurgir as missões para aviões COIN.

Na última década, os Estados Unidos e os seus aliados, se viram envolvidos nas agora chamadas "guerras assimétricas", as quais até há alguns anos, eram conhecidas como guerra de guerrilhas, especialmente no Afeganistão e no Iraque.

Desses anos de combate, obteve-se uma importante série de lições. A primeira é que, embora os helicópteros de ataque e de transporte armados sejam muito eficientes, ficou demonstrado que eles são muito vulneráveis ao fogo de terra, até de uma simples metralhadora, e que a sua autonomia não é a mais adequada. Outra, é a real necessidade de uma aeronave COIN com custos operacionais de acordo com a sua missão.

O único avião realmente COIN que a USAF mantém, o Fairchild A-10 Thunderbolt II, é caro e, principalmente, há poucos em serviço. Isso tem levado a ter de utilizar aeronaves F-15, F-16 e, inclusive, os F/A18 da Marinha – todas elas tanto ou mais caras de operar que os A-10 nesse tipo de missão.

Diante dessas eficientes, mas caras opções, surgiu uma geração de aviões de ataque leve, com custos operacionais e de manutenção relativamente baixos, cujo principal representante é o brasileiro Embraer EMB-314 Super Tucano.

Ele está se transformado em um verdadeiro êxito de vendas, principalmente após os pilotos da Força Aérea Colombiana terem demonstrado a sua total precisão na operação realizada em março de 2008, a qual terminou com a "neutralização definitiva" do terrorista Raul Reyes e o seu grupo.

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