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29/01/2011

Guardiões da Amazonia


Guardiões da Amazonia -Esquadrão Grifo

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Durante muito tempo, a região amazônica foi um gigante a ser conhecido.

Com os avanços da tecnologia no decorrer dos anos, novos equipamentos permitiram que suas riquezas fossem cada vez mais conhecidas e surgiram formas viáveis de explorá-las.

Este manancial precisava ser protegido e a partir dos anos 80, as Forças Armadas brasileiras formularam planos de expansão na direção Norte.

Entre estas diversas mudanças, a Força Aérea Brasileira criou novas bases aéreas, em Boa Vista (RR) e Porto Velho (RO) entre outras.

Para guarnecê-las e apoiar suas missões na região, duas unidades foram desmembradas do 7° Esquadrão de Transporte Aéreo de Manaus.

A 1ª Esquadrilha foi baseada em Boa Vista e a segunda em Porto Velho. Foram equipadas com aeronaves de transporte, notadamente o Embraer C-95 Bandeirante e o Cessna C-98 Caravan.

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C-95 Bandeirantes

Na década de 90, várias ações demonstraram que a região amazônica tinha entrado de vez na pauta mundial, destacando-se os resultados do encontro internacional ECO-92, que ocorreu no Rio de Janeiro.

Paralelamente às preocupações com a biodiversidade e a exploração sustentável de nosso planeta, era notória a tentativa de utilização de nosso território por grupos paramilitares e guerrilheiros de países vizinhos, assim como de elementos ligados a atividades ilícitas, como narcotraficantes, que não só o utilizavam como base mas também como rota de escoamento de sua produção de entorpecentes para regiões como Estados Unidos e da Europa.

Ficou claro para o governo brasileiro que algo tinha que ser feito, e rápido, para se proteger este patrimônio nacional e nossa soberania.

Deste contexto, surge o Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM), assim como seu braço operacional, o Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM).

Sob a égide deste último, novos equipamentos seriam adquiridos para uso efetivo nesse teatro de operações.

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No que concerne a novas aeronaves para a FAB, esses planos levaram ao desenvolvimento e incorporação do E-99 (vigilância aérea), do R-99 (vigilância terrestre) e do A-29 Super Tucano (caça leve turboélice), todas projetadas e fabricadas pela Embraer.

A aquisição dessas novas plataformas aéreas - que nos anos seguintes iriam revolucionar o modus operandi da FAB, modificando a forma como a Força combatia e também trazendo o que há de mais moderno na guerra aérea, como o datalink e as armas guiadas - não foram as únicas mudanças cujas aquisições foram iniciadas na década de noventa.

Enquanto os novos vetores eram desenvolvidos, medidas imediatas necessitavam ser tomadas.

Após receber em 1993 um lote inicial de quatro aeronaves T-27 Tucano para missões de defesa aérea e COIN (Counter-In- surgency-Contra Insurgência),repetindo o que outros operadores do modelo já faziam no continente sul americano, as esquadrilhas do 7° ETA foram extintas e em seu lugar surgiram os dois Esquadrões do 3o GAV, o Escorpião (173° GAV) e o Grifo (273° GAV).

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Essas unidades, ao contrário de suas predecessoras, já surgiram na função de combate e estavam subordinadas a aviação de ataque, como parte integrante da II FAE.

As unidades foram recebendo mais aeronaves AT-27 para permitir a dotação necessária para suas atividades e, ao final do processo, cada um dos esquadrões do Terceiro possuía 16 aviões.

Alguns anos mais tarde, uma terceira unidade equipada com o AT-27 Tucano foi incorporada ao Terceiro Grupo de Aviação, o 373° GAV - Esquadrão Flecha.

Localizada em uma área nevrálgica na defesa da região amazônica, a Base Aérea de Porto Velho teria papel de destaque dentro do SIVAM e seu braço armado, o Grifo também estava pronto para assumir esta responsabilidade.

O Esquadrão Grifo foi criado em 28 de setembro de 1995.

Portanto, acaba de completar 15 anos de existência, mas apesar de sua pouca idade já acumula uma maturidade operacional digna de nota.

Uma das mudanças significativas desde a sua criação foi que, a partir de 2001, juntamente com os demais esquadrões do Terceiro Grupo, passou a ser subordinado operacionalmente à Terceira Força Aérea (III FAE) e recebeu oficialmente a designação de unidade aérea pertencente à Aviação de Caça.

Nesses nove anos, já se sagrou duas vezes campeão do Torneio de Aviação de Caça (2002 e 2008) - o prêmio mais almejado por todas as unidades pertencentes a III FAE.

Dentre as suas novas atribuições, os Grifos cumprem todas as missões afetas a uma unidade de caça: superioridade aérea, ataque e reconhecimento e, conseqüentemente, nas várias facetas que estas três missões primárias acabam por proporcionar no dia a dia operacional, onde encontramos interceptação de aeronaves hostis, defesa aérea de ponto, escolta de outras aeronaves, ataque ao solo, apoio aéreo aproximado, reconhecimento aéreo e controle aéreo avançado.

Um novo Vetor uma Nova Visão

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Em outubro de 2005, chegou ao esquadrão o elemento Grifo Azul, composto por dois A-29B - o FAB 5910 e o FAB 5907.

Um novo tempo se iniciava para a unidade. Depois de 10 anos, era a hora da mudança de seu vetor de combate, saindo o AT-27 e entrando o A- 29 A/B.

Essa troca trouxe para os Grifos a realidade da atual aviação de combate, e a unidade passou a contar com alguns dos itens mais modernos da FAB.


Os A-29 do Grifo, por exemplo, são dotados de sensores infravermelhos, usados em conjunto com modernos NVG (Night Vision Goggles - Óculos de Visão Noturna).

Imagem do FLIR Star Saffire do Super Tucano mostrando a assinatura infravermelha do Super Tucano.

Dentro da nova organização de treinamento da FAB, ao término da formação na Academia da Força Aérea, alguns pilotos são selecionados para o Curso de Caça no 275° GAV, sediado em Natal (RN), onde aprendem a empregar a aeronave como plataforma de armas, realizando a especialização operacional.


Após o cumprimento de uma vasta gama de missões, os pilotos que completam o curso e foram ajuizados pelo Conselho Operacional e de Instrução do 275° GAV são declarados pilotos de caça e qualificados como alas operacionais de Caça.

No primeiro ano na nova unidade, os jovens oficiais realizam missões para obtenção do cartão de voo por instrumentos e tornam- se pilotos de defesa aérea. Além disso, participam como pilotos de caça das diversas missões para a sua manutenção operacional.

No segundo ano realizam o curso de liderança de Esquadrilha de Caça, o que permite, ao final, conduzir sob seu comando até quatro aviões.

formandos então escolhem uma das três unidades do Terceiro Grupo de Aviação, onde iniciarão sua progressão operacional.

Além do excelente fator humano presente no Grifo, a chegada do A-29 trouxe consigo diversos equipamentos que auxiliam na prática do voo.

Entre eles podemos citar o equivalente a um simulador de voo, o AMT (Avionics and Mission Trainer) e diversos outros destinados a análise de voos reais, como o MDGT (Mission Data Ground Terminal), o AACMI (Autonomous Air Combat Maneuve ring Instrumation), o DVDS (Digital Vídeo Debriefing System) e o MPS (Mission Planing System).

Esses recursos são de enorme valia, pois não só analisam os voos de treinamento dos novatos, como também os voos destinados a manutenção operacional das equipagens de combate.

Simulações de ataque e manobras podem ser feitas e testadas antes mesmo de se entrar nas aeronaves, assim como a crítica pós voo permite a correção imediata de erros cometidos nos voos de instrução e de emprego de armas (simulação).

Permitir que as tripulações estejam sempre prontas para serem acionadas é uma necessidade.

O treinamento constante com esses equipamentos, que proporcionam análises críticas precisas dos voos, permite um alto nível na qualidade do treinamento ministrado.

Um conhecido ditado já menciona que se luta como se treina.

O piloto do Grifo é um caçador e suas garras têm que estar sempre prontas para uso.

Superioridade Aérea

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Os A-29A/B Super Tucano permitiram à unidade efetuar com eficiência suas atribuições dentro do sistema de defesa aérea da região amazônica, sob responsabilidade do CINDACTAIV Os Grifos são altamente qualificados como pilotos de defesa aérea, fazendo parte de todo um processo gerenciado pelo Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA).

Dessa forma, eles são treinados de maneira a garantir a legalidade no cumprimento das ações a serem realizadas, respaldadas pela Lei do Tiro de Destruição "Lei do Abate".

Os pilotos seguem as instruções dos controladores para que seja feita a aproximação ao alvo e execução das medidas de policiamento do espaço aéreo, passando pelo reconhecimento a distancia, interrogação, acompanhamento, mudança de rota, pouso obrigatório e, caso necessário, chegando ao tiro de aviso e, até mesmo, ao tiro de detenção.

Os Grifos mantêm aeronaves em alerta H-24, ou seja, 24 horas ao dia, 365 dias ao ano.

Estas sempre decolam armadas para o cumprimento de suas missões, pois nunca se possui a certeza de que um acionamento é real ou se faz parte do constante treinamento imposto à unidade.

Não se espera que os Grifos lutem na arena de combate dos caças de alta performace, porém para a missão a eles atribuída - a interceptação de aviões utilizados em atividades ilícitas, em sua grande maioria pequenos monomotores a hélice - o Super Tucano é uma aeronave perfeita.

Dotada de armas de cano orgânicas, uma raridade no atual mercado de aeronaves turboélices, na forma de duas metralhadoras FN Herstal M3P de 12,7 mm (0,50 pol), ele também pode ser utilizado no combate ar-ar contra helicópteros.

Para esta última missão, assim como para autodefesa caso ocorra a necessidade, o A-29 é homologado para uso do míssil IR nacional MAA-1 Piranha.

Interdição & Reconhecimento

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As outras responsabilidades do Grifo o levam a cumprir missões de ataque ao solo e reconhecimento do terreno.

Quando ainda operava com o AT-27, os Grifos executaram missões de ataque a pistas clandestinas, utilizando foguetes SB AT 70 com cabeça antipista.

Mas a introdução do A-29 elevou a capacidade ar-solo da unidade. Aqui, o sensor infravermelho e o NVG são fundamentais para garantir operações noturnas, mas entram em cena também outros sistemas do A-29.

Em uma área de dimensões continentais como a Amazônia, com poucos pontos de referência e baixa visibilidade, a possibilidade de se executar um ataque com o apoio do CCRP (Continously Computed Release Point) e do CCIP (Continously Computed Impact Point) traz uma maior segurança ao piloto, com a redução da possibilidade de danos colaterais por erro no lançamento das armas.

Isto se reflete também nas missões de CAA (Controlador Aéreo Avançado), onde as qualidades de se operar uma aeronave com baixa assinatura termal, sonora e visual facilita no momento de localizar o inimigo, e os sistemas permitem que os alvos sejam marcados com precisão, especialmente na hipótese de existências de forças amigas nas proximidades.

As características da Base Aérea de Porto Velho levam ao limite homens e máquinas.

O característico clima quente e úmido alia-se a um ambiente extremamente inóspito e repleto de rios, topografia comum na maior parte da região amazônica.

Isso pode ser medido pelo kit de sobrevivência do piloto do Grifo, que apesar de operar a centenas de milhas do mar, inclui entre seus itens um bote inflável e kit para pesca.

Até a presente data, o A-29 tem se saído muito bem neste teatro de operações, seja na função de treinamento dos novos caçadores, seja nas atividades de linha de frente da Aviação de Caça que lhe são conferidas.

O Grifo & Mitologia

Segundo a mitologia, a lenda do Grifo surgiu na região do Oriente Médio e depois seu mito se estendeu, chegando ao subcontinente indiano e ao mediterrâneo. Possui formas ligeiramente diferentes dependendo de onde surge, sendo a mais comum a união da águia com o leão.

O que todas as lendas narram, é que sua missão é a proteção das riquezas e tesouros que lhes são confiados à guarda, sendo a mais famosa, a dos tesouros do deus grego Apolo.

O Grifo prima pela virtude, pela justiça e pela eficiência na luta, fruto das características dos dois animais principais que o originam, permitindo a ele dominar terra e céus.

Na tarde de 3 de junho de 2009, um monomotor voando a cerca de 1.500 pés de altitude, de matrícula boliviana CP-1424 e proveniente daquele país, foi detectado pelo E-99 que fazia um dos rotineiros voos de vigilância sobre a região amazônica.

Imediatamente identificando o contato como suspeito, o Guardião plotou o alvo e acionou dois A-29B do Esquadrão Grifo que se deslocaram para o local e efetuaram as medidas de averiguação e reconhecimento.

Os caças da FAB determinaram que a aeronave em voo ilícito pousasse na região de Caçoai (RO).

Embora suplicando que sua vida fosse preservada, o piloto do monomotor não atendeu às ordens emanadas dos A-29 e baixou para 300 pés.

Seguindo os procedimentos e com autorização do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro, um dos A-29B do Grifo posicionou-se ao lado do monomotor e, pela primeira vez na era E-99/A-29 no Brasil, foram disparados tiros de aviso em uma interceptação real.

Ainda tentando fugir, a aeronave acabou executando um pouso em Izidrolândia, distrito de Alta Floresta D'Oeste, no interior de Rondônia.

Após o pouso, os A-29B efetuaram a vigilância do local para impedir que a aeronave decolasse novamente.

Ao chegar, a Polícia Militar, em coordenação com a Polícia Federal, apreendeu 176 quilos de pasta base de cocaína no interior da aeronave, que gerariam quase uma tonelada da droga após processada.

Posteriormente, os dois integrantes da aeronave foram presos.

As garras do Grifo haviam dado um enorme prejuízo ao narcotráfico.

O 273° GAV da Força Aérea Brasileira honrou o ser que lhe emprestou o nome.

Como o Grifo mitológico, entrou para a história e transformou-se em lenda.



Fonte:Revista Força Aérea/video:Voar News

02/12/2010

Wikileaks divulga mais uma ;agora com o Brasil vs EUA e a Amazônia

Para EUA, Brasil tem paranoia com Amazônia


O Brasil tem uma paranóia com a Amazônia, desconfia das ONGs e vê estrangeiros atuando na floresta como ameaça à soberania nacional, diz o relatório da Embaixada dos Estados Unidos sobre a Nova Estratégia de Defesa Brasileira, de 2009.

O documento foi vazado nesta quarta-feira (1º) pelo site WikiLeaks.

“Enquanto o documento salienta que a região enfrenta crescentes desafios à sua segurança, de fronteiras sem controles a instabilidade potencial nos países vizinhos, também cede à tradicional paranóia brasileira sobre a atuação de ONGs e outras entidades estrangeiras, popularmente percebidas como potenciais ameaças à soberania do Brasil”, diz o documento, de agosto de 2009.

O texto faz comentários sobre vários aspectos da nova Estratégia de Defesa Brasileira, desenvolvida pelo ex-ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger.

Os relatórios sobre o Brasil podem ser acessados aqui.

O relatório também desconfia da eficiência do plano. O projeto fala em substituir o serviço militar por um serviço civil, onde os cidadãos seriam convocados apenas em caso de ameaça ao país.

Os diplomatas americanos dizem que “a estratégia não dá, no entanto, nenhuma informação sobre em qual tipo de emergência nacional seria requerida a mobilização de milhões de jovens brasileiros mal treinados”.

Documentos causaram constrangimento aos EUA

O WikiLeaks ficou conhecido em todo o mundo após vazar documentos secretos sobre as guerras do Afeganistão e do Iraque. Nesta semana, o site fundado por um jornalista australiano, Julian Assange, divulgou relatórios confidenciais da diplomacia americana.

Os documentos causaram grande constrangimento aos EUA, por terem comentários sobre políticos de vários países do mundo.

Os telegramas dizem, por exemplo, que o primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, e o seu protegido, o presidente Dmitri Medvedev atuam como “Batman e Robin” na política russa.

Outros dos de 250 mil documentos fazem referência ao Brasil.

Um documento relata, por exemplo, um almoço entre o ministro da Justiça, Nelson Jobim, e o ex-embaixador americano, Clifford Sobel.

Segundo o documento, Jobim fez críticas ao então secretário-geral do Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores), Samuel Pinheiro Guimarães - o que o ministro negou, após o constrangimento.


Nota do Blog:Os Americanos tem a Péssima mania de meter o bedelho no quintal dos outros ,vem roubando matéria prima da Amazônia para confecção de remédio e patenteando aos montes lá fora ,são loucos para tomar conta deste que é considerado o pulmão do mundo e agora vem com essa demagogia ... já instalaram uma base militar na Colômbia que é praticamente em nosso quintal,e como sempre a síndrome de Lula (não ví... não sei...,não conheço...) deixa passar tudo bem debaixo do nosso nariz ,loteando a Amazônia ,aos gringos com o pretesto de preservação... quando acordar já estarão com uma base bem ali ao lado....

A Amozônia é nossa ! e não patrimônio mundial como dizem (EUA)

Fonte: R7-via:moraisvinna

08/07/2010

Radar Saber M60 pode detectar aeronaves com transponder desligado

Radar Saber M60 pode detectar aeronaves com transponder desligado


Um radar móvel capaz de detectar até aviões com o transponder (equipamento que transmite dados do avião) desligado começa a controlar os céus da Amazônia em setembro.

O Saber M60 custará cerca de U$ 5 milhões e será operado pelo Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam).

O equipamento foi criado por um grupo liderado pela Orbisat com a participação da Força Aérea e do Exército.



Fonte:desastresaereosnews/video :Youtube.com

24/04/2010

H2 SABRE Esquadrão Potí

H2 SABRE Esquadrão Potí



Sediado na Base Aérea de Recife, Pernambuco, o Segundo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (2º/8º Gav), conhecido como Esquadrão Poti, tem suas origens no Centro de Formação de Pilotos Militares (CFPM) no Primeiro Esquadrão do Quinto Grupo de Aviação (1º/5º GAv), na então Base Aérea de Natal.

Essa Unidade operava os bimotores Douglas B-26 Invader e foi transferido no início do ano de 1971 para a Base Aérea do Recife.

Através da Portaria nº R-004/GM3, de 17 de abril de 1973, foi determinada a desativação no 15 de julho de 1973 do 1º/5º GAv e a ativação do Segundo Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque (2º EMRA), subordinado ao Comando Aerotático, adotando como símbolo a figura do índio Poti.

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Inicialmente equipado com aeronaves North American T-6D/G Texan, Neiva L-42 Regente e helicópteros Bell OH-4 Jet Ranger, estes depois substituídos ao final de 1974 pelos Bell UH-1H Iroquois, teve também em sua dotação aeronaves Neiva T-25 Universal e Embraer U-7 Seneca.

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Neiva L-42 Regente FAB

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Jet Ranger FAB

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Bell UH-1H FAB

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Neiva T-25 FAB

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Embraer U-7 Seneca FAB

A denominação Segundo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (2º/8º GAv) foi implantada através da Portaria nº R-239/GM3, de 09 de setembro de 1980.

Subordinado à Segunda Força Aérea (II FAe), o Esquadrão Poti opera atualmente as aeronaves Helibras H-50 Esquilo, montados no Brasil sob licença da Eurocopter, podendo ser armados com pods para lançadores de foguetes SBAT 70/7 de 70 mm e metralhadoras MAG calibre 7,62 mm ou FN Herstal calibre 12,7 mm.

Em 2006 a FAB alterou a designação de todos os seus helicópteros, retirando a letras C e U do nome, dessa forma, o UH-50 Esquilo passou a ser H-50 Esquilo.

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H-50 Esquilo FAB


A sua principal missão é formar e treinar pilotos e tripulantes de helicópteros em diversas missões, mantendo o preparo técnico-profissional de suas equipagens, permitindo o cumprimento de missões na Tarefa Operacional de Superioridade Aérea: Interceptação, Ataque, Escolta, PAC (Patrulha Aérea de Combate) e demais missões da Tarefa Operacional de Apoio ao Combate.

Em um plano secundário, executar as chamadas Operações Especiais: infiltração e exfiltração de tropas (utilizando as técnicas de Rapel, Pouso de Assalto e McGuire), Busca e Salvamento (SAR) e Busca e Salvamento em Combate (C-SAR) tanto na selva como no mar, evacuação aeromédica, entre outras.

O esquadrão, atualmente formado por cerca de 200 militares e 12 helicópteros de ataque, será deslocado este ano para base de Porto Velho.

Os 12 MI 35, comprados da Rússia, seguirão direto para Rondônia, e não mais para Pernambuco, como havia sido planejado inicialmente. Em maio desde ano, os primeiros pilotos seguiram para a Rússia com o propósito de realizar a instrução na aeronave.

FONTE: FAB

18/04/2010

Entregue os primeiros AH-2 Sabre para a FAB

Entregue os primeiros AH-2 Sabre ( MiL Mi-35 Hind) para a FAB

Pela primeira vez a Força contará com helicópteros de procedência russa

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O ministro da defesa, Nelson Jobim, visitou as instalações da Base Aérea de Porto Velho, na manhã deste sábado (17). A vinda do ministro à capital de Rondônia se deu pela compra da Aeronáutica do Brasil de três helicópteros russos AH-2 Sabre.

Na solenidade militar de entrega dos helicópteros também estavam presentes o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito, e o embaixador da Rússia no Brasil Vladimir L. Tyurdenev.

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O discurso feito pelo ministro foi enfático na questão em que ele disse que esses helicópteros serão patrimônios do povo brasileiro, o ministro também destacou que o Brasil não é apenas um comprador liquido de produtos russos, pois a compra dos helicópteros terá uma contrapartida do governo russo no Brasil em investimentos de treinamento e capacitação de profissionais.


“Já foi o tempo em que o Governo Brasileiro era apenas um mero comprador, hoje temos condições de junto com a compra de equipamentos realizar parceria com os paises vendedores”, disse o ministro.

A solenidade terminou com o batizado do helicóptero e um vôo do ministro pelos céus de Porto Velho.

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O helicóptero O AH-2 Sabre é um helicóptero de combate que possui grande capacidade de fogo e pode ser utilizada em missões de escolta de outros helicópteros, interdição aérea e de apoio a tropas terrestres.

A aeronave é conhecida mundialmente como MI-35 e seu projeto já foi testado em combate em diversos conflitos.

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Características e sensores dos ‘Sabres’ da FAB

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FONTE/FOTO:Rondoniaaovivo/Fotos Cavok/Video Youtube.com

25/11/2009

GOVERNO QUER AUMENTO DE PASSAGENS PARA FINANCIAR, ROTAS PARA REGIÃO NORTE

GOVERNO QUER AUMENTO DE PASSAGENS PARA FINANCIAR, ROTAS PARA REGIÃO NORTE.



O governo federal quer taxar as passagens aéreas comerciais.

O dinheiro resultante do aumento entre 1% e 3% nos bilhetes irá para um fundo que subsidiará as tarifas da região da Amazônia Legal.

A proposta da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) e encampada pelo Ministério da Defesa é uma das estratégias para tornar viável o trânsito aéreo de aviões de pequeno porte que ligam cidades pequenas e distantes da região Norte.

“Existem cidades que ficam a 14 dias de barco de cidades maiores. Se a pessoa estiver precisando de cuidados médicos, por exemplo, morrerá antes do atendimento”, afirma o subsecretário de Desenvolvimento Sustentável da SAE, Alberto Carlos Lourenço Pereira.

“Existem práticas assim na rede de telefonia e no setor elétrico para garantir que pessoas que moram em locais distantes também tenham acesso a serviços básicos sem que custem um absurdo”, argumenta, ao lembrar que a população que habita o interior da Amazônia é muito pobre. Pereira destaca que apenas as companhias de pequeno porte teriam acesso ao fundo.

Além do aumento nas passagens de rotas regulares no restante do país, o governo redigiu uma lista de medidas para subsidiar o transporte na Amazônia.

Fazem parte dela a redução do ICMS, o imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços, e do COFINS, Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, na compra do combustível pelas empresas.

A estratégia foi traçada pelo governo após a reivindicação do governador do Amazonas, Eduardo Braga.

De acordo com ele, se nada for feito imediatamente, a aviação na região desaparecerá. Vale destacar que as principais mudanças fazem parte de minuta de um projeto que deverá ser encaminhado para o Congresso Nacional.

A Agência Nacional de Aviação Civil, que substituiu o DAC, antigo Departamento de Aviação Civil, também vai ter que entrar na reformulação da aviação da região Norte.

Com as medidas de segurança adotadas nos últimos anos nos aeroportos brasileiros, as cidades da Amazônia Legal estão fechando os pontos de pouso e aterrissagem.

Os pequenos aeroportos não têm, por exemplo, detectores de metal e nem um caminhão de bombeiro para deixar na cabeceira da pista.

Fonte:desastresaereosnews/ Erika Klingl (iG)

07/11/2009

AERONAUTICA DIVULGA FOTOS DO RESGATE DE AERONAVE ACIDENTADA

AERONAUTICA DIVULGA FOTOS DO RESGATE DE SOBREVIVENTES DO ACIDENTE COM AERONAVE NA AMAZONAI




Nove pessoas sobreviveram ao acidente com a aeronave da FAB.

Investigação vai determinar as causas do acidente.

O Comando da Aeronáutica informou, nesta quinta-feira (5), que o motor da aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) que caiu na Amazônia foi removido e será encaminhado para Cruzeiro do Sul (AC), de onde seguirá para análise.

Parte do avião da FAB é retirada de rio no Amazonas

A aeronave caiu no dia 29 de outubro, quando seguia de Cruzeiro do Sul (AC) para Tabatinga (AM), com 11 pessoas a bordo.

Nove pessoas sobreviveram e foram resgatadas. Duas pessoas morreram.

Helicóptero da FAB sobrevoa igarapé no Amazonas onde avião afundou

O avião foi retirado do rio e levado para a margem na quarta-feira (4).

Várias partes da estrutura da aeronave foram retiradas e também serão analisadas durante a investigação que vai determinar as causas do acidente.

Não há prazo para o término dos trabalhos.

A investigação será conduzida pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA).

Equipe de mergulhadores trabalha no resgate do avião em igarapé no Amazonas

Fonte: G1 - Fotos: Divulgação/FAB

02/11/2009

FAB TENTA RESGATAR AERONAVE

FAB TENTA RESGATAR AERONAVE APÓS ACHAR VÍTIMA

Operação para retirada do avião da FAB do rio deve começar nesta segunda (2)



Após localizar o corpo do suboficial Marcelo dos Santos Dias, último desaparecido do acidente com uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) na quinta-feira (29) na Amazônia, o resgate foca-se na retirada do avião no rio Igarapé Jacupará.

As peças da aeronave irão contribuir com as investigações que serão realizadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

O corpo de Dias foi encontrado neste domingo (01) próximo da aeronave acidentada.

No sábado, o corpo do técnico da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) João de Abreu Filho foi encontrado dentro do avião que está submerso a 6 metros de profundidade.

Um grupo de 150 pessoas participou das Operações de Busca e Resgate desde o dia do acidente (29).

As dez aeronaves coordenadas pelo Salvaero percorreram uma área de 18.500 quilômetros quadrados.

Fonte: UOL Notícias/G1.COM

29/10/2009

FASE FINAL PARA INSTALAÇÃO DE BASE MILITAR EUA & COLOMBIA

ACORDO PARA INSTALAÇÃO DE BASE MILITAR EUA & COLOMBIA ENTRA NA FASE FINAL

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F15 ao lado dos Tucanos Colombianos, quem garante que caças e tropas americanas estacionados na Colômbia podem atacar demais países sul americanos se isso interessar aos EUA?


Revista detalha acordo EUA-Colômbia, que está sob análise final
O governo da Colômbia informou, nesta quinta-feira (22), que faz a análise final do acordo que dará aos Estados Unidos acesso a instalações militares no país.

O texto já passou pelo órgão consultivo jurídico máximo colombiano, que, segundo reportagem da revista “Cambio”, recomendou que ele seja submetido ao Senado.

O governo, contudo, afirmou que a avaliação do tribunal deve ser mantida em sigilo, enquanto uma comissão estuda o parecer.

O comunicado do governo Álvaro Uribe se seguiu à divulgação, pela revista colombiana “Cambio”, de supostos trechos do acordo – que enfrenta forte resistência na região, da oposiçãoenérgica dos vizinhos Venezuela e Equador, até cobranças de explicações de Brasil e Chile.



De acordo com a “Cambio”, as tropas americanas poderão utilizar seis bases militares colombianas, além de “outras unidades que sejam necessárias para desenvolver operações conjuntas”.

Segundo a publicação, que teria tido acesso, com exclusividade, aos termos finais do acordo, “a Colômbia facilitará aos Estados Unidos o acesso e utilização das bases de três comandos aéreos de combate, de duas bases da Marinha, do Centro de Instrução e Treinamento do Exército em Tolemaida e de outras unidades que sejam necessárias para desenvolver operações conjuntas”.

O convênio também limitaria a 800 o número de soldados americanos que poderão acessar e usar as bases colombianas, mas diz que isso depende da necessidade das partes de aumentar ou diminuir o número de militares e de assessores.

Da mesma forma, “as condições e normas sobre o uso das bases” estarão subordinadas às decisões comuns entre soldados colombianos e americanos no terreno.

A revista “Cambio” diz que o Governo colombiano enviou o texto do pacto militar ao Conselho de Estado e aponta que existe uma proposta para que o acordo passe pelo Congresso “porque é necessária uma lei que aprove a presença de tropas estrangeiras no território nacional”.

Segundo a tal sugestão, apesar de o convênio “não prever o trânsito de tropas rumo a outro país, contempla a presença de pessoal militar estrangeiro, assim como de navios e aeronaves de guerra, algo que deve ser aprovado por uma lei do Congresso”.

Desde o início das negociações, os países da região manifestaram sua preocupação com as consequências que o acordo entre Colômbia e Estados Unidos poderia ter sobre a soberania e a segurança do continente, desconfiança que ficou especialmente clara nos Governos de Venezuela, Equador, Bolívia e Brasil.

Nno final de agosto, durante uma reunião extraordinária da União de Nações Sul-americanas (Unasul) na cidade argentina de Bariloche, o presidente colombiano, Álvaro Uribe, explicou o pacto e escutou as inquietações de seus pares da região, mas, em seguida, se negou a assinar um termo de compromisso, garantindo que as bases ocupadas pelos norte-americanos não seriam utilizadas contra os países vizinhos.

A revista sustenta que Uribe, “preocupado com as reservas expressadas por outros líderes”, buscou argumentos jurídicos no Direito Internacional Público e nas relações internacionais para justificar a necessidade de Colômbia e EUA enfrentarem juntos o narcotráfico e o terrorismo.

De acordo com a “Cambio”, o texto final do acordo se refere à Resolução 1.373 de 2001 do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), sobre terrorismo, e à Convenção da ONU de Combate ao Crime Organizado (2000).

A resolução citada sobre terrorismo, pós-11 de Setembro, fala do direito de autodefesa e da obrigação de os Estados cooperarem no combate ao problema. Determina ainda que os Estados devem evitar qualquer tipo de suporte -indireto inclusive- a terroristas.

Já a convenção anticrime organizado explicita que a legislação não permite qualquer ação que viole a soberania nem a integridade territorial dos países.

Esse ponto é importante, especialmente, por conta do ataque colombiano a uma base das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) no Equador, em março de 2008.

O ataque foi condenado pelos países da região, mas apoiado pelos EUA de George W. Bush, cuja doutrina pregava a “guerra preventiva” e o direito de caçar terroristas onde estivessem.

À diferença da Colômbia e dos EUA, os países da região não consideram as Farc uma organização terrorista.

Para contribuir com o clima de desconfiança, integrantes do governo Uribe ora defendem a legitimidade do ataque ao Equador, ora sugerem que a ação não vai mais se repetir.

Bogotá e Quito ainda negociam a retomada das relações diplomáticas, rompidas desde então.

O uso das bases e o tipo de presença militar previsto pelo acordo não está claro, a julgar pelo material da revista.

EUA e Colômbia já disseram que os colombianos terão de aprovar as operações conjuntas.

Imunidade

O acordo militar mantém um ponto que provoca duras críticas internas ao governo Uribe: a imunidade diplomática para o staff americano no país – segundo o já divulgado, os EUA poderão manter até 800 pessoas, entre militares e terceirizados, na Colômbia, mantendo o limite que vigora atualmente.

Dessa maneira, soldados que cometam supostos delitos na Colômbia continuarão a ser julgados nos EUA.

À diferença do que diz a revista e documentos anteriores dos EUA, o chanceler Jaime Bermúdez afirmou que a imunidade não abrange contratados pelo Pentágono e que a regra segue a Convenção de Viena adotada pelo país.

Há várias denúncias contra integrantes do staff americano no país ,inclusive a de que militares teriam violado uma menor de idade há três anos.

Segundo a revista “Cambio”, não há investigação em curso do caso nos EUA.

Bermúdez disse ontem à imprensa que os EUA “não puderam avançar” no tema por falta de provas. Argumentou que, pelo texto do novo acordo, o país terá direito de acompanhar eventuais processos na Justiça dos EUA.

Segundo Bermúdez, é muito grave que estejam sendo divulgadas “versões” sobre o texto analisado pelo Conselho de Estado colombiano. “O conceito emitido pelo órgão é reservado para a segurança nacional”, colocou.

A reportagem afirma que o Conselho de Estado, o órgão de consulta jurídica administrativa da Colômbia, recomendou, preliminarmente, que o acordo seja submetido ao Senado.

Até agora, o governo Uribe repetia que, por se tratar de uma atualização, o texto não precisava do trâmite.

O artigo 173 da Carta colombiana diz que é prerrogativa do Senado aprovar o “trânsito de tropas estrangeiras” ,e a passagem de navios e aviões de guerra dos EUA pelas bases se enquadraria na norma.

Aeronave da FAB desaparece entre Acre e Amazonas

Aeronave da FAB desaparece entre Acre e Amazonas

Foto: Divulgação/FAB

Imagem do C-98 Caravan, similar à aeronave da FAB que desapareceu na Amazônia (Foto: Divulgação/FAB)

Aeronave partiu de Cruzeiro do Sul (AC) com destino a Tabatinga (AM).
FAB não informou o número de pessoas a bordo.

fonte:G1.com /Do G1, em São Paulo

Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) desapareceu na região da Amazônia, na manhã desta quinta-feira (29). Segundo o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, a aeronave partiu de Cruzeiro do Sul (AC) com destino a Tabatinga (AM).

O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica não informou o número de pessoas a bordo do avião.

Equipes de resgate fazem buscas na região.

Dois helicópteros H-60 Blackhawk e um avião C-105 Amazonas da FAB são usados na operação.

nota da FAB:

"O Comando da Aeronáutica informa que uma aeronave C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira (FAB) desapareceu hoje (dia 29), pela manhã, quando realizava um voo entre as cidades de Cruzeiro do Sul (AC) e Tabatinga (AM). A aeronave decolou às 8h30, horário local, e deveria pousar em Tabatinga às 10h15.Dois helicópteros H-60 Blackhawk e um avião C-105 Amazonas da FAB já se encontram na região e iniciaram as buscas."

fonte:G1.com

05/08/2009

Concluida uma das etapas de certificação do Helicóptero MI-35 para a FAB

Concluida uma das etapas de certificação do Helicóptero MI-35 para a FAB

MI-35M


Foi concluído no mês passadoa Revisão Crítica de Projeto (“Critical Design Review” – CDR) do helicóptero de ataque Mi-35M (AH-2 Sabre na FAB) e de seu simulador de voo, ambos adquiridos pelo Comando da Aeronáutica (Comaer) em negociação com as empresas russas Rosoboronexport (agência estatal russa responsável pela comercialização de materiais de defesa), Rostvertol PLC (fabricante do helicóptero) e Transas-Kronshtadt (encarregada do simulador).

Com o objetivo de complementar os trabalhos da Revisão Preliminar de Projeto (PDR, Preliminary Design Review), realizada, em abril deste ano, no Parque de Material Aeronáutico dos Afonsos (Rio de Janeiro), a CDR dividiu-se em duas etapas: na primeira, entre os dias 8 e 17 de julho, na cidade de Rostov-on-Don (Rússia), abordaram-se questões relativas ao helicóptero; na segunda, iniciada em 20 de julho e concluída quatro dias depois, na cidade de São Petersburgo (Rússia), discutiram-se detalhes acerca do simulador de voo.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhI06xLihlCDEmiRxVRAmCOmatx_Rptyv7QCVRZbh74jcnfvBb42-yXtc_bhcawnl2uZcOZ73POlIcW6PCZPhRQc41xxFmPEJQ7cT11n0gHOatbbyK6iaDnf1c06jQGA9R5DGWuIjBUMXwp/s400/MI-35+FAB.JPG


Nas duas fases da reunião, o Comando da Aeronáutica fez-se representar por membros da Comissão de Fiscalização e Recebimento de Material do Mi-35M (estabelecida na Rússia) e por uma equipe técnica do Grupo de Trabalho para a Implantação do AH-2 na FAB (GT Sabre) composta por militares do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), da Diretoria de Material Aeronáutico e Bélico (Dirmab) e do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea).

O encontro na Rússia encerrou o ciclo de revisões do projeto e deu início à fase de acompanhamento das tarefas que as empresas têm de realizar antes da entrega do helicóptero e do simulador às autoridades brasileiras.


Fonte:Revista ASAS online
Video:Youtube.com



04/08/2009

Satélite Orbital para vigilancia na Amazonia

Satélite Orbital poderia revolucionar vigilância na Amazonia

Satélite com trajeto especial poderia revolucionar vigilância da Amazônia

Seguindo linha do Equador, equipamento vigiaria a floresta 24h.

Hoje, satélites que fotografam a terra giram no eixo norte-sul.


Apesar de toda a tecnologia disponível, vigiar a Amazônia pelo espaço ainda é uma tarefa difícil. As nuvens encobrem a floresta e tampam a visão das câmeras espaciais, que passam sobre a Amazônia apenas uma vez a cada 26 dias. Se apenas um satélite conseguisse fazer um caminho diferente ao redor do globo terrestre, a situação poderia ser outra.

Todos os equipamentos usados para fotografar a terra fazem um caminho conhecido como “órbita polar”, seguindo o eixo norte-sul do planeta. Isso faz com que, em média, os satélites passem sobre um mesmo ponto da terra no máximo duas vezes por mês. Se nesses dias a floresta estiver encoberta por nuvens, a fotografia é perdida.

Um satélite que fizesse a rota paralela à linha do Equador poderia mudar essa realidade. Passando várias vezes por dia sobre a Amazônia, o equipamento conseguiria fotografar a floresta em momentos diferentes ao longo da manhã e da tarde, flagrando cenas menos nubladas na mata. Seria um verdadeiro "Big Brother" sobre a floresta.

A vigilância 24 horas sobre a Amazônia, contudo, ainda é uma realidade distante. Atualmente, não existe nenhum satélite que rode sobre o planeta em órbita equatorial.

“Do ponto de vista técnico, um satélite com essas características é factível”, diz o coordenador de gestão tecnológica do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), Marco Antonio Chamon. Ele calcula que desenvolver e lançar um equipamento assim custaria cerca de R$ 65 milhões.

Foto: Inpe/Divulgação
Foto de satélite obtida em maio mostra a região de Coari, no Amazonas. As nuvens são o maior obstáculo para detectar desmatamentos em fotografias espaciais. (Foto: Inpe/Divulgação)

Do ponto de vista estratégico, contudo, o especialista pondera que ainda não é momento do Brasil investir em um equipamento assim. “Um satélite localizado exclusivamente na Amazônia acaba limitando as funções no resto do país”, defende.

Para Chamon, é necessário que o Brasil continue desenvolvendo equipamentos que possibilitem enxergar o país todo, já que os satélites também são úteis para monitorar outros biomas, além de ajudarem no planejamento de atividades econômicas, como a agricultura e pecuária.

Thyrso Vilela, da Agência Espacial Brasileira, concorda que o monitoramento da Amazônia não pode ser a única função de um satélite. “Não temos um satélite para meteorologia, também não temos um satélite exclusivo das Forças Armadas”, afirma.

Novos satélites na fila

Hoje, o monitoramento da Amazônia é feito com imagens dos satélites Landsat, dos EUA, e dos satélites brasileiros do programa CBERS (sigla para “China-Brazil Earth Resources Satellite”, ou, em português, “Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres”). Ambos os equipamentos foram criados para fotografar a superfície terrestre. Eles têm órbita polar, e passam poucas vezes sobre a Amazônia.

Para o especialista do Inpe, o monitoramento da floresta será muito mais eficiente quando o Brasil lançar o satélite Mapsar. Dotado de um sensor de radar, ele conseguirá enxergar através das nuvens ou mesmo no escuro.

O lançamento do equipamento está previsto para 2013, mas o Inpe ainda não tem todos os recursos necessários para o desenvolvimento do satélite.


Fonte:Blog do Vinna Por:Iberê Thenório com informações do Globo Amazonas, em Manaus

13/07/2009

Passageiros vindos de Manaus ficam em quarentena a bordo de aeronave

Passageiros vindos de Manaus ficam em quarentena a bordo de aeronave por suspeita de infecção de gripe Suína













Os passageiros do voo 1783 (Manaus-Brasília) da companhia aérea Gol foram submetidos a uma análise clínica por suspeita de gripe suína, assim que a aeronave pousou no Aeroporto Internacional de Brasília.

O avião chegou às 8h11 na capital. Um homem de 64 anos avisou à aeromoça que estaria gripado. Como procedimento padrão, o comandante informou à torre. Em casos como este a aeronave é isolada, a equipe de vistoria examina os passageiros e faz um plano de limpeza e desinfecção. Após os exames foi constatado que o passageiro estava apenas com uma dor de garganta.

De acordo com informações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), já foi feito um controle sanitário. Todos os 119 passageiros que estavam no voo, mais a tripulação foram examinados. A ANVISA descartou a hipótese de gripe suína.

Segundo a empresa, nenhum dos passageiros esteve em países da zona de risco da doença. Mesmo assim, os passageiros tiveram que preencher dados para que a ANVISA mantenha contato, caso a suspeita volte. Os passageiros da aeronave já foram liberados.

17/02/2009

Operação de guerra' coleta imagens de desmatamento

'Operação de guerra' coleta imagens de desmatamento na Amazônia

Aviões de reconhecimento da Aeronáutica mediram devastação.

Em 450 horas de voo eles sobrevoaram área de dois Paraguais.


As Forças Armadas têm ajudado o governo brasileiro a descobrir quais são as áreas de maior desmatamento no Brasil. Na última quinta-feira (12), o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), entregou mapas digitais do desmatamento aos prefeitos de 36 municípios mais devastados da Amazônia. O levantamento foi feito por profissionais da Aeronáutica utilizando aviões de reconhecimento do Sipam, que também são usados em operações militares.

Três aviões de reconhecimento R-99B, produzidos pela Embraer, usaram radares para mapear municípios mais desmatados. (Foto: FAB/Divulgação)

Nas comunidades sobre a Amazônia na rede social Orkut, o uso das forças armadas para proteger a floresta é o assunto mais discutido pelos internautas. A maior parte das pessoas defende que o governo brasileiro deveria usar o Exército, a Marinha e a Aeronáutica a serviço da preservação ambiental.

“As Forças Armadas ajudariam muito a frear o desmatamento na Amazônia, até porque eles já fazem treinamentos lá”, defende o internauta Renato Monteiro em debate no Orkut. Já para Nei Duclós, somente usar o poderio militar não ajudaria o meio ambiente: “Forças Armadas não podem ser o foco da defesa. O que nos defenderia na Amazônia seriam políticas públicas focadas na população que existe marginalizada lá.”

Mapa mostra rio em Vila Rica (MT). Além de servir para conter desmatamento, levantamento realizado pelo Sipam pode ajudar prefeitos a conhecerem melhor suas cidades. (Foto: Sipam/Divulgação)

A geração de mapas dos municípios utilizando pilotos e tecnologia da Aeronáutica atende aos anseios dos dois internautas. Além de servir para mostrar as áreas de floresta mais ameaçadas, os mapas também ajudarão os prefeitos a planejar ações para melhorar a infraestrutura dos municípios, como a construção de estradas.

Área de dois Paraguais

Não foi tarefa das mais simples obter os dados dos municípios mais ameaçados. A área total mapeada foi de cerca de 800 mil quilômetros quadrados, o equivalente a duas vezes o Paraguai. “Nunca havíamos feito uma missão em alta definição em uma área tão extensa”, relata Wougran Soares Galvão, diretor de Produtos do Censipam, órgão que gerencia o Sipam.

Pilotos da Aeronáutica passaram 450 horas no ar para rastrear municípios. (Foto: FAB/Divulgação)

Toda a região foi sobrevoada com aeronaves R-99B, fabricada pela Embraer e especializada em missões de reconhecimento e vigilância. Pilotos da Força Aérea Brasileira completaram 450 horas de voo para cobrir toda a região. “O custo do projeto, só calculando o gasto das aeronaves e coleta de dados, foi de R$ 3,7 milhões”, conta Galvão.

O sinal dos radares foi armazenado em fitas, que foram enviadas para um centro do Sipam em Manaus. Lá, um software desenvolvido pela Aeronáutica processou os dados, que foram transformados em mapas de alta resolução, que mostram em detalhes todas as características dos municípios, como estradas, plantações, rios e florestas.


Fonte: Iberê Thenório (Globo Amazônia)