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06/07/2013
CIÊNCIA & TECNOLOGIAS - Instituto de Aeronáutica e Espaço realiza teste com turbina para Vant
08/01/2012
Brasil cria robôs mil vezes mais precisos na montagem de aviões
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10/04/2010
Ensaio dinâmico avalia estrutura do satélite Suborbital SARA
O Sara Suborbital será um satélite de reentrada atmosférica destinado a operar em órbita baixa para a realização de experimentos em microgravidade.[Imagem: AEB]O Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), ligado a Agência Espacial Brasileira (AEB), realizou o ensaio dinâmico do Módulo de Experimentação (MEXP) e da Estrutura Interna do Sara Suborbital, um satélite de reentrada atmosférica destinado a operar em órbita baixa para a realização de experimentos em microgravidade.
O MEXP é composto por estruturas em colmeia, fabricadas em alumínio e fibra de carbono, de elevada resistência mecânica em relação ao peso , uma espécie de estrutura sanduíche cuja superfície comporta os experimentos e cujo interior aloca os componentes elétricos.
No teste foram utilizados modelos de engenharia do MEXP, fabricado em parceria com a empresa Cenic Engenharia, e massas dummies, peças que emulam fisicamente os componentes reais do satélite.
Esses equipamentos permitem salvaguardar a estrutura real do satélite dos impactos submetidos durante os experimentos.
Durante o ensaio dinâmico, o MEXP foi instalado em um vibrador eletrodinâmico, responsável por simular níveis de excitação provocados por forças aerodinâmicas e vibrações resultantes do voo, além de operações dos motores foguetes.
Nos esforços dinâmicos aplicados à estrutura do Sara Suborbital, níveis de amplitude e de frequência pré-estabelecidos permitiram a verificação do comportamento estrutural de modo a evitar o abalo em suas partes eletrônicas e nos experimentos durante o voo.
Durante os ensaios de vibração, a rigidez da estrutura foi testada através de uma varredura de várias frequências, amplificada até o limite máximo suportado.
Os esforços de aceleração foram aplicados à parte eletrônica, destinada ao controle do satélite em órbita e à aquisição de dados durante os experimentos.
Dependendo das condições de ensaio e das posições de voo, a aceleração pode ultrapassar o limite estabelecido de 15 m/s ou 15 G, causando desgastes também nos componentes eletrônicos.
As acelerações resultantes do ensaio foram obtidas de sensores (acelerômetros) instalados nas massas dummies.
Segundo o coordenador do ensaio de vibração do Sara Suborbital, Leandro Ribeiro de Camargo, os sinais foram processados para cada ponto de frequência e aceleração correspondentes, resultando em uma análise numérica das simulações virtuais.
Os esforços aplicados aos subsistemas do Sara Suborbital demonstraram a elevada capacidade de resistência estrutural e, mesmo a níveis de excitação elevados, não provocaram falhas ou danos estruturais no modelo.
Após a análise dos resultados, os engenheiros do IAE poderão verificar a necessidade de alterações no projeto e a construção de um protótipo para que o ensaio em sua estrutura real seja realizado.
Os testes serão os mesmos, mas em uma estrutura mais próxima da que será utilizada para o lançamento.
Fonte:moraisvinna
07/04/2010
Russia busca parceria com empresas brasileiras para o projeto Glonass (GPS Russo)
| O Glonass, criado na Guerra Fria, está perto de ser completado, afirma agência; Rússia vê chance de criação conjunta para usos como monitoramento de estradas e transporte urbano; sinal promete ser mais "aberto". A Alternativa russa ao GPS (Sistema de Posicionamento Global), que ficou abandonada com o fim da Guerra Fria e agora está ressurgindo das cinzas, foi apresentada a empresários brasileiros como uma oportunidade para novos negócios, em reunião organizada ontem pelas agências espaciais do Brasil e da Rússia. O Glonass, como é conhecido o GPS russo, já tem 21 dos 24 de seus satélites previstos em funcionamento e deve chegar ao final deste ano com capacidade de operação praticamente completa. A delegação da Roscosmos (a agência russa) defendeu durante o encontro em São Paulo que há espaço para a cooperação com empresas brasileiras na criação de aplicações do sistema, como monitoramento de estradas, controle de tráfego urbano e otimização de atendimento de emergência. "Na Rússia, as colaborações com a indústria são, na melhor das hipóteses, PPPs [parcerias público-privadas]", diz Raimundo Mussi, coordenador técnico-científico da AEB (Agência Espacial Brasileira). "Aqui, a chance deles de trabalhar com a iniciativa privada para valer é muito maior, e as nossas empresas têm capacitação para isso", afirma Mussi. Embora o GPS seja um sistema estabelecido e usado largamente mundo afora, há argumentos estratégicos para não excluir a utilização de sistemas alternativos, como o Glonass e o europeu Galileo (esse, ainda relativamente incipiente, só deve entrar em operação a partir de 2014). "No caso do GPS, nós não temos a chave", diz Mussi, referindo-se ao fato de que, por ser gerido pelas Forças Armadas dos EUA, o sistema americano pode, em tese, sofrer alterações por causa de necessidades militares. "Durante a invasão do Iraque, foi possível sentir problemas com o GPS", lembra Cileneu Nunes, representante da empresa de rastreamento Zatix, que compareceu ao encontro e se disse "bem impressionado" com as propostas russas. "Cru" "Estive em Moscou há três anos, quando o sistema ainda estava muito cru. Eles avançaram muito", afirma Nunes. Na tentativa de tornar seu sistema mais sedutor, os russos também planejam oferecer, de graça, a resolução mais apurada de rastreamento, na escala de decímetros (décimos de metro). "Pode não fazer diferença numa estrada, mas faria diferença para você estacionar, por exemplo", diz Mussi. Segundo ele, o GPS não libera essa precisão para uso civil, e os europeus planejam fazê-lo apenas para os usuários que pagarem. Além disso, ter sistemas que "falem" com mais de uma rede de navegação "aumenta a confiabilidade, porque mais satélites "enxergam" você", lembra Fernando Walter, do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica). Gilberto Câmara, diretor do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), diz que considera baixa a chance de que surjam restrições ao uso do sinal do GPS para o Brasil. "Também é preciso lembrar que tecnologias como as dos smartphones vêm dos EUA e usam o GPS. Portanto, o desenvolvimento de novos produtos com o Glonass teria de levar isso em conta", afirma Câmara. Fonte: Folha de São Paulo |
02/10/2009
Embraer entrega aeronave CBA 123 restaurada
A Embraer entregou na última quinta-feira o primeiro protótipo do avião CBA 123 para o MAB (Memorial Aeroespacial Brasileiro).
A cerimônia foi realizada nas instalações do Memorial, localizado nas dependências do DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), próximo ao Aeroporto de São José dos Campos e da própria Embraer.
A aeronave foi recuperada pela Embraer como parte das atividades de comemoração dos 40 anos da CBA 123 em exibição no MAB Empresa e ficará exposta na área externa do MAB.
“É uma grande honra para a Embraer ver o primeiro protótipo do CBA 123 exposto ao público no Memorial Aeroespacial Brasileiro”, disse Horacio Forjaz, vice-presidente executivo de Assuntos Corporativos da Embraer. “Com esta entrega, garantimos a preservação de mais um importante capítulo da história da indústria aeronáutica brasileira.”
“O Memorial tem apenas cinco anos de existência, mas 2009 ficará marcado em sua história como o ano em que demos um grande passo na ampliação do acervo: recebemos o protótipo número 2 do Bandeirante restaurado pela Embraer; a coleção particular do idealizador e fundador do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) e do DCTA, Marechal Casimiro Montenegro Filho; e agora o CBA 123”, disse o Tenente-Brigadeiro-do-Ar Cleonilson Nicácio Silva, diretor-geral do DCTA.
O evento marcou a conclusão do projeto de recuperação dos dois protótipos do CBA 123, aeronave com capacidade para 19 passageiros desenvolvida pela Embraer no final dos anos 1980.
Os trabalhos começaram no início de 2008 e foram realizados por alunos do curso de mecânica geral do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), sendo concluídos no último mês de maio. O segundo protótipo do CBA 123, matrícula PT-ZVB, foi entregue ao Musal (Museu Aeroespacial), no Rio de Janeiro, em agosto passado.
Em homenagem ao Dia do Aviador e da Força Aérea Brasileira, 23 de outubro, haverá apresentações da Esquadrilha da Fumaça e de pára-quedismo, pára-pente e aeromodelismo, além da exposição estática de aeronaves civis e militares, incluindo modelos fabricados pela Embraer.
![[CBA-123.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkaamS1X1yNJQ4uO8eOy7mG2gknQAREhNK65V-JRmc2JDjZCPeDQInkTAG6Tplat_R5tZ-Pa0tS5q-loEbzBZBvA4rmecbX3DnIgFprS7on6OkSKBfgLomJTXybBy2Fm5ot0zoCVGcmzk/s1600/CBA-123.jpg)
fonte:Aviação em Revista /Por: Fernando Pratti
foto:Airliners.net