[foto:Helibras - via:G1.com]
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22/11/2013
DEFESA & TECNOLOGIA - Voa o primeiro EC725 completamente produzido no Brasil, pela Helibras
[foto:Helibras - via:G1.com]
18/07/2012
Defesa recebe novo helicóptero para uso da presidente Dilma
20/12/2010
Helibras entrega os 3 primeiros helicópteros EC725
Helibras entrega os 3 primeiros helicópteros EC725 às Forças Armadas
Aeronaves foram produzidas na França pela Eurocopter, com acompanhamento de técnicos e militares brasileiros, e serão fabricadas no Brasil a partir de 2012.
A Helibras, subsidiária da Eurocopter, entrega no dia 20 de dezembro (segunda-feira), às 14h30, na Base Aérea de Brasília, os três primeiros helicópteros EC725 previstos no contrato firmado com o Ministério da Defesa para fornecimento de 50 unidades às Forças Armadas, com transferência de tecnologia e fabricação no Brasil.
O evento, que é um marco na história da Helibras em seus 32 anos de existência, pois permitirá que a empresa desenvolva um helicóptero 100% brasileiro em alguns anos e fomentará a indústria aeronáutica nacional, contará com as presenças do Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, do Ministro da Defesa Nelson Jobim, do Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Miguel Jorge, da Diretoria da Helibras e de autoridades federais, estaduais e municipais.
Fonte:Portal Fator Brasil/video:tecnodefesa/ via:Youtube;foto Helibrás
04/11/2010
Fotos dos Primeiros EC725
Fotos dos Primeiros EC725
O EC725 da Marinha do Brasil, que será entregue no início de dezembro, junto com as unidades do Exército e da Aeronáutica, faz um dos últimos voos-teste na região de Marignane, na França, recebendo os ajustes finais.
Toda a produção das aeronaves foi acompanhada por técnicos e engenheiros da Helibras e das Forças Armadas.
Fonte:Portal Fator Brasil/Fotos Helibrás
23/10/2010
Primeiros EC-725 são embarcados para o Brasil
Um dos novos helicópteros EC725 da FAB antes de embarcar para o Brasil.
Com a presença do presidente do grupo Eurocopter, Lutz Bertling, o consórcio Helibras/Eurocopter apresentou, em 14 de outubro, o primeiro dos três helicópteros EC725 para os membros do GAC – Grupo de Acompanhamento e Controle, que estão acompanhando a produção das aeronaves na França.
Os helicópteros, que a partir de 2012 vão ser produzidos no Brasil, serão agora transportados até as instalações da Helibras, em Itajubá-MG, onde serão finalizados para a entrega oficial à Marinha, ao Exército e à Aeronáutica em dezembro.
Fonte: DefesaNet-via:CAVOK
04/10/2010
Grupo de gerenciamento do programa EC725 começa a funcionar na Helibras
Grupo de gerenciamento do programa EC725 começa a funcionar na Helibras
Mais uma etapa de implantação do projeto de fabricação, no Brasil, dos helicópteros EC725 para as Forças Armadas foi concluída nesta Segunda-Feira (4).
Começou a funcionar nas dependências da Helibras, em Itajubá (MG), o GAC – Grupo de Acompanhamento e Controle, responsável por representar o Exército, a Marinha e a Aeronáutica em todos os assuntos referentes às novas aeronaves militares.
Composto inicialmente de sete oficiais das três armas sob a coordenação do coronel-engenheiro Mário Márcio Ramos Teixeira, o GAC deverá contar, no auge da fabricação dos EC725 no Brasil, com 16 integrantes.
“Este é o segundo grupo formado para conferir os materiais recebidos da Eurocopter para a montagem dos helicópteros no Brasil, para o acompanhamento dos trabalhos na linha de produção, para o recebimento formal das aeronaves prontas e todos os demais contatos necessários entre o fabricante e os clientes”, explica Sergio Roxo, gerente de Mercado Militar – Oil & Gas da Helibras.
Para o presidente, Eduardo Marson Ferreira, “a implantação do GAC é mais um marco importante no processo de expansão da Helibras, que se prepara, a passos largos, para receber as três primeiras unidades do EC725, em algumas semanas.
Com isso, vamos cumprindo nosso objetivo de capacitar nossos profissionais, já que ao mesmo tempo, avançam as obras físicas de expansão e vão sendo realizados os treinamentos e intercâmbios entre técnicos do Brasil e da França”, diz.
Os integrantes do GAC em Itajubá irão trabalhar em regime integral nas instalações da Helibras, a exemplo dos integrantes de uma estrutura semelhante já implantada na Eurocopter, em Marignane, na França.
“O acompanhamento de todas as fases de construção dos EC725 por militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica também foi uma contrapartida assumida com o Ministério da Defesa, garantindo a transferência e domínio de toda a tecnologia pelos brasileiros”, conclui Marson.
As instalações do GAC em Itajubá foram inauguradas com a presença do tenente brigadeiro-do-ar Ailton Pohlmann, comandante do DCTA; do brigadeiro-do-ar Carlos Amaral, presidente do COPAC; do general-de-brigada Antonio de Pádua Barbosa, diretor de Materiais da Aviação do Exército e do CMG Rômulo Brandão Dias.
Veja Fotos do primeiro voo do EC-725 da AvEx
Essas fotos do EB5001 foram publicadas no informativo “O Águia”, da Aviação do Exército e disponibilizadas pelo site Voo Tático.
Fonte: Tecnologia&Defesa/Fotos:vootatico/Força Terrestre;Plano Brasil
13/07/2010
Marinha do Brasil Revela os nomes de seus novos helicópteros
Marinha do Brasil Revela os nomes de seus novos helicópteros EC-725 e S-70B SeaHawk
A compra dos 50 helicópteros EC-725 pelo governo brasileiro começa a virar realidade para as três Forças Armadas, designadas para receber essas aeronaves.
Após a assinatura do contrato no início do ano passado, as primeiras aeronaves começaram a ser construídas na França.
Ao menos uma para a FAB e outra para a Marinha já estão quase prontas.
O próximo passo para as Forças Armadas na preparação para o recebimento desses helicópteros seria rebatiza-las, dando-lhes a designação militar que utilizarão em sua vida operacional.
A Marinha do Brasil pretende empregar suas aeronaves em missões de transporte e guerra anti-navio (ASuW), sendo essa última versão dependente da integração do míssil AM39 Exocet, algo que ainda não foi confirmado ser possível ou não.
Para cumprir essas missões, o helicóptero EC-725 foi rebatizado na Marinha do Brasil da seguinte maneira: a versão de transporte será chamada de UH-15 Super Cougar e receberá os seriais de N7101 a N7108; já a versão ASuW será designada de UH-15A Super Cougar e terá seriais de N7109 a N7116.
A Marinha do Brasil rebatizou também o S-70B SeaHawk, comprado recentemente para substituir o SH-3 Sea King. Sua designação será MH-16 Sea Hawk.
30/05/2010
Helicópteros que equiparão FAB realizam testes de voo
Helicópteros que equiparão FAB realizam testes de voo na França
O primeiro voo teste do helicóptero EC725 que equipará o 1º Esquadrão do 8º Grupo de Aviação da Força Aérea Brasileira (FAB) foi realizado no dia 26, na cidade de Marignane, na França.
A aeronave faz parte do Projeto H-XBR, que prevê a dotação das Forças Armadas brasileiras com helicópteros de médio porte de emprego geral, aquisição de treinadores táticos e apoio logístico inicial.
O contrato, celebrado entre o Governo Federal e o Consórcio composto pela empresa brasileira de helicópteros Helibras e pela francesa Eurocopter, estabelece a aquisição de 50 aeronaves, sendo 16 para a Força Aérea Brasileira, 16 para a Marinha do Brasil, 16 para o Exército Brasileiro e 2 para a Presidência da República.
O Projeto H-XBR, gerenciado pelos Comandos da Aeronáutica, da Marinha do Brasil e do Exército Brasileiro, prevê, por meio de acordo de compensação e cooperação industrial, a viabilização da capacitação da indústria brasileira de helicópteros para atender os mercados da América do Sul e África.
FONTE:Poder Aéreo- FAB /COPAC
09/02/2010
Faturamento da Helibrás aumenta 64%
Faturamento da Helibrás aumenta 64%
Número de aeronaves entregues saltou de 26 em 2008 para 31 no ano passado
Apesar das dificuldades decorrentes da crise mundial no ano passado, que afetou principalmente o segmento de aviação executiva, a fabricante de helicópteros Helibrás, baseada em Itajubá (MG), encerrou 2009 com faturamento recorde , R$ 357 milhões. Esse desempenho foi 64% maior que o alcançado no exercício anterior.
Contribuiu para o resultado o aumento na entrega de aeronaves, que passaram de 26 em 2008 para 31 unidades.
Mesmo num cenário adverso, quando companhias do setor aeronáutico enfrentaram cancelamento de pedidos, as vendas de helicópteros da companhia somaram 63 aeronaves, com valor avaliado em R$ 1,5 bilhão.
Hoje a empresa possui o total de 80 pedidos em carteira.
O destaque das encomenda foi a venda de 50 helicópteros EC 725 para as Forças Armadas do país, contrato estimado em R$ 5,9 bilhões até 2016.
As três primeiras unidades serão entregues até o final deste ano.
Eduardo Marson, primeiro presidente brasileiro da Helibrás, contou que a retração da demanda no mercado corporativo foi compensada pelo crescimento das vendas para o segmento de segurança pública. “Até 2008, vendíamos uma média de 30 a 40 helicópteros Esquilo por ano. Esse número caiu para 15 em 2009, mas projetos como o do aparelho militar EC725 e as vendas para segurança pública devem ocupar essa diferença”.
O executivo ressaltou que somente em janeiro, tradicionalmente considerado ruim para as área comercial, a Helibrás vendeu quatro helicópteros para clientes na área de segurança pública.
A proximidade de eventos como a Copa do Mundo, em 2014, e a Olimpíada de 2016, segundo Marson, também devem aquecer ainda mais esse mercado.
Os negócios no setor de serviços, por sua vez, aumentaram 37% em 2009.
A receita obtida nesse segmento atingiu R$ 77 milhões no ano, ante R$ 56 milhões dos 12 meses anteriores. Marson explica que esse mercado dará um salto importante neste ano, com o início da modernização de 34 helicópteros Pantera para o Exército Brasileiro.
Trata-se de um projeto avaliado em R$ 375,8 milhões e considerado o maior contrato da área de serviços da empresa, em mais de 30 anos de atuação.
“Agora, estamos preparando a companhia para se tornar uma grande “helicopterista” em todos os sentidos.
Ou seja, vai dominar o ciclo completo de produção e manutenção de um helicóptero no prazo de seis anos“, disse.
A Helibrás é subsidiária do grupo francês Eurocopter, maior fabricante mundial de helicópteros, controlado pelo europeia EADS.
A modernização dos helicópteros do Exército também prevê a capacitação da Helibrás nas áreas de integração de sistemas, aviônicos, modificações no motor, caixa de transmissão e estrutura. “Com isso, a manutenção de alguns itens, que antes era feita na França e demorava vários meses, passará a ser desenvolvida totalmente no Brasil, resultando em uma expressiva redução de custos para os nossos clientes”, afirmou.
O mercado de serviços, segundo Marson, responde por 30% do faturamento da Helibrás. “Uma das prioridades da minha gestão é aumentar essa participação para 50%, envolvendo atividades de manutenção, “retrofit” (colocação de equipamentos mais sofisticados e avançados tecnologicamente) e modernização de frota”.
“Em épocas de crise, clientes investem mais em melhorias do que na compra de novos aparelhos”, observou.
Para se aproximar mais dos clientes, a Helibrás também pretende descentralizar seu sistema de manutenção de helicópteros com instalação de novas bases.
O Rio de Janeiro é um candidato potencial para abrigar um desses novos centros de manutenção, tendo em vista a grande concentração de aeronaves civis e das Forças Armadas na região, disse Marson.
Atualmente, a empresa tem dois centros no Brasil ,um na cidade de São Paulo e outro em Itajubá.
O projeto da versão militar do helicóptero EC-725, que será fornecido para as Forças Armadas Brasileiras, de acordo com o executivo, vai transformar a Helibrás em um grande polo industrial do grupo europeu EADS na América do Sul.
“A capacitação para projetar e produzir helicópteros no Brasil colocará a Helibrás na posição de quarto pilar do grupo Eurocopter no mundo, depois da Alemanha, França e Espanha”, afirmou.
A fábrica da companhia, em Itajubá, acredita o executivo, será transformada em alguns anos em um dos centros de competência mundial do grupo europeu em relação a determinados modelos, sistemas e competências.
O projeto prevê a produção gradual dos helicópteros no Brasil até atingirem um índice de 50% de conteúdo nacional, num prazo de seis anos.
As primeiras seis a oito aeronaves serão montadas na França e as demais no Brasil, de acordo com o projeto de nacionalização acordado entre a empresa e o governo.
FONTE/FOTO: Poder Aereo/Valor Econômico, via Notimp/O Tempo, V. Gonçalves
21/09/2009
COMPRA DE HELICÓPTEROS PREVÊ TRANSFERENCIA DE TECNOLOGIA
FAB DIZ QUE ACORDO EM COMPRA DE HELICÓPTEROS PREVÊ TRANSFERENCIA DE TECNOLOGIA
O acordo firmado entre o Brasil e a França para o fornecimento de 50 helicópteros EC-725, destinados às três Forças Armadas (Exército, Marinha e Força Aérea), significará ao país, na prática, a aquisição de novas tecnologias para o desenvolvimento da indústria nacional.
Os detalhes da transferência de tecnologia foram apresentados pela Força Aérea em audiência publicada realizada na semana passada (16/9) na Comissão de Relações Exteriores e Defesa do Senado, em Brasília.
O acordo prevê o acesso a tecnologias nas áreas de produção de estruturas aeronáuticas em materiais compostos, usinagem de ligas de alumínio de alto desempenho, engenharia de aeronaves de asas rotativas (helicóptero), projeto, certificação, integração, desenvolvimento de software para sistemas de missão, sensores, integração de mísseis e veículo aéreo não tripulado (VANT) de asas rotativas.
Por meio de acordo de compensação, empresas brasileiras estarão envolvidas nas seguintes atividades:
1) Produção de displays aeronáuticos e de componentes dinâmicos;
2) Instalação de linha de produção da aeronave EC-725, manutenção de terceiro nível e desenvolvimento de versões operacionais;
3) Produção de estrutura intermediária em composite;
4) Produção de estrutura metálica do módulo traseiro, de painéis em material composto;
5) Produção e suporte de motores;
6) Montagem e suporte de manutenção de piloto automático;
7) Montagem e manutenção de equipamentos aviônicos;
8 ) Desenvolvimento de integração de míssil ar-solo;
9) Desenvolvimento e integração de sensor eletroótico;
10) Desenvolvimento de simulador de voo;
11) Desenvolvimento de helicóptero de pequeno porte;
12) Desenvolvimento, integração e produção de sistemas de missão e de proteção da aeronave.
O acordo tem a duração de até 12 anos. Dentro desse período deverão ocorrer as transferências de tecnologias, assim como a produção de partes dos helicópteros no Brasil, a manutenção de componentes e a implantação da linha de produção na Helibrás, entre outras ações.
Fonte: CECOMSAER
08/09/2009
BRASIL & FRANÇA FECHAM CONTRATO PARA COMPRA DE 50 HELICÓPTEROS
BRASIL & FRANÇA FECHAM CONTRATO PARA COMPRA DE 50 HELICÓPTEROS MILITARES

Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Nicolas Sarcozy, da França, fecharam hoje (7) a compra de 50 helicópteros de transporte militar.
Os helicópteros serão produzidos pela Helibras, que tem entre os acionistas a francesa Eurocopter.
Lula afirmou que a parceria é fundamental na estratégia de defesa brasileira."Vamos produzir conjuntamente equipamentos que reforçarão a capacidade tecnológica do Brasil de proteger e valorizar suas riquezas naturais.
Esse é um componente fundamental da estratégia de defesa, que o meu governo aprovou", disse Lula.
De acordo com o presidente Lula, o Brasil aposta em um projeto de defesa voltado para a construção da paz no continente, da confiança, da integração e da construção do desenvolvimento da região.
Sobre a compra dos caças franceses Rafale, Lula disse que o mais importante é a transferência da tecnologia. "Para nós, o avião é muito importante, mas o mais importante é termos acesso à tecnologia de forma a produzirmos esse avião no Brasil.
E é isso que estamos negociando agora com o ministro da Defesa Nelson Jobim e com o comandante da Aeronáutica Junite Saito ", explicou Lula.
O presidente não esclareceu se a licitação para a compra dos caças já estava fechada.
Ele adiantou que vai se reunir essa semana com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e com o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Junite Saito, para discutir pormenores.
O presidente da França, Nicolas Sarcozy, disse que os dois países vão produzir junto tanto os aviões Raffele quanto os helicópteros. "As negociações estão começando", disse Sarcozy.
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que falou com a imprensa após o evento, também não confirmou se a licitação para a compra dos caças estava terminada. "A decisão tomada foi a de negociar com um fornecedor e não iniciar com os outros", disse Amorim.
Também estavam na concorrência com o Rafale o avião um avião de uma empresa sueca e de uma empresa dos Estados Unidos.
Os presidentes falaram ainda sobre a crise financeira internacional e afirmaram que tem posições conjuntas sobre o tema.
Lula disse que o G-20 tem um papel importante na nova ordem mundial que vai surgir com a crise financeira internacional. "Já ficou claro que o mundo não vai sobreviver a uma terceira onda de especulação como essa que nós tivemos", disse Lula.
Ele também falou da necessidade de reforma de instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (BM). "O Brasil não emprestou US$ 10 bilhões ao FMI para tudo ficar como antes", disse.
Para Lula, essas instituições não podem continuar emprestando dinheiro e cobrando imposições que acabam fazendo com que o país mesmo tendo dinheiro não consiga pegar um empréstimo.
"Não cabe ao emprestador impor condições para emprestar dinheiro. O que o emprestador tem que querer é garantia de que vai se ressarcido pelo empréstimo", afirmou.
Os dois presidentes também conversaram sobre a reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas.
Sarcozy disse que apóia o Brasil no pleito a uma vaga permanente no conselho e defendeu que outros países também possam ter um assento permanente.
"As Nações Unidas devem se reformar ou correm o risco de perder a legitimidade.
Estamos no século 21, não posso acreditar que a África não tenha um representante no Conselho de Segurança. Também não acredito que, no café da manhã do G-8, não possamos convidar o Brasil.", afirmou.
Lula e Sarcozy também assinaram acordos mas áreas de transporte, migração, defesa e cooperação policial.
Fonte: Agência Brasil via Terra
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