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19/12/2013

FX2 - Por que o Brasil precisa dos 36 caças?


Por que o Brasil precisa dos 36 caças? 

 "Segundo comandante da Aeronáutica, 'quando terminar o desenvolvimento, nós teremos propriedade intelectual desse avião, isto é, acesso a tudo" 

 Além de visar a substituição dos antigos jatos Mirage e incrementar os mecanismos de defesa do território nacional, a compra de 36 caças anunciada pelo governo — após mais de uma década de consultas e negociações — teve, segundo especialistas ouvidos , o objetivo, mais ambicioso, de desenvolver a indústria nacional de defesa e dar um impulso à cooperação militar sul-americana. 

26/06/2013

AVIAÇÃO e DEFESA - Primeiros caças Rafale devem chegar na Índia em 2016 /17


Primeiros caças Rafale devem chegar na Índia em 2016/17 

[foto:strategyreports.wordpress.com]

 Com a Hindustan Aeronautics Limited (HAL) e a Dassault Aviation definindo as questões sobre a fabricação sob licença do avião de combate médio multi-função (MMRCA), o início do fornecimento das aeronaves Rafale está previsto para começar em 2016-17.

15/06/2013

AVIAÇÃO & DEFESA - CAÇA RUSSO SUKHOI T-50 SUPERA AS EXPECTATIVAS


CAÇA RUSSO T-50 SUPERA AS EXPECTATIVAS 

[foto:aircombatcb.blogspot.com]

(...)e Rússia poderá ter novo porta-aviões. 

 Segundo o site Voz da Russia, continuam os testes dos protótipos do caça russo da quinta geração T-50 construído pela empresa aeronáutica Sukhoi.

09/03/2013

AVIAÇÃO E DEFESA - Caças russos batem recorde no mercado internacional


Caças russos batem recorde no mercado internacional 



Em 2012, as exportações militares russas estabeleceram um novo recorde, atingindo US$ 15 bilhões. Desse montante, US$ 12,9 bilhões foram obtidos com as vendas externas efetuadas pela empresa Rosoboronexport, a única exportadora autorizada de armas do país. 

20/01/2013

CURIOSIDADES - Entenda os Testes de tolerâncias de Força g

Testando a  tolerância à Força g 


[foto:wiml.waw.pl]

Teste de "g force" ou "Força g" Esse teste é aplicados aos pilotos de combate nos EUA a fim de certificar sua capacidade de aceitação biofísica em ambientes de elevada aplicação da "Força g", mas oque é a tal "Força g" ou "g Force"? 

30/12/2012

VÍDEO - Ótimas imagens em voo dos F-15C do esquadrão “Fighting Cocks”, sediado em Kadena


VÍDEO - Excelente vídeo produzido pela Raytheon - This video was created to commemorate the 67FS winning the 2011 Raytheon Trophy for outstanding aerial achievement, given to the top air-to-air squadron in the USAF.

13/11/2012

F-X2: Dilma e a esperança do Sukhoi SU-35


F-X2: Dilma e a esperança do SU-35 


[foto:brasilsoberanoelivre.blogspot.com]
A presidente Dilma Rousseff chegará à Rússia no dia 14 de dezembro. Ela irá se encontrar com o presidente russo Vladímir Pútin e, segundo supõem alguns analistas brasileiros, além de questões de cooperação no âmbito dos Brics, os dois poderão tratar da compra de um lote de 36 caças multifuncionais SU-35, da russa Sukhoi, no valor de US$ 4 bilhões.

25/08/2012

Piloto de caça que quebrou vidros do STF não é punido, diz Aeronáutica


Piloto de caça que quebrou vidros do STF não é punido, diz Aeronáutica


 FAB concluiu que 'piloto deixou a velocidade aumentar para 1.100 km/h'. Piloto, que atua em Anápolis (GO), recebeu orientação e voltou ao trabalho. 

22/07/2012

Embraer reforma mais um LOTE de F-5 Recauchutados para a FAB


Embraer inicia reforma dos caças F-5 que vieram da Jordânia para FAB



 A Embraer começou a adaptar os 11 caças F-5 oriundos da Jordânia comprados por cinco milhões de dólares cada um pelo Brasil para Aeronáutica. 

16/07/2012

Pilotos de avião que caiu na Colômbia não foram baleados


Pilotos de avião que caiu na Colômbia não foram baleados 


Os corpos do piloto e do copiloto do Supertucano da Força Aérea da Colômbia que a guerrilha das FARC afirma ter derrubado na quarta-feira (04) passada não apresentam impactos de bala ou estilhaços de explosão, informaram médicos legistas nesta sexta-feira. 

15/07/2012

CRÔNICAS DO CMTE RUBENS


Como anunciado estamos começando hoje com uma coluna voltada à Crônicas da nossa aviação, com o nosso amigo Cmte Rubens Silva Tavares que sempre que possível nos brindará com seus comentários,reportagens,histórias e crônicas de nossa aviação.

COLUNISTA  RUBENS SILVA TAVARES

10/07/2012

(IFI) analisa ensaios em voo do protótipo P2 do A-1M


Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI) analisa ensaios em voo do protótipo P2 do A-1M



 O Instituto de Fomento e Coordenação Industrial, organização militar subordinada ao DCTA, realizou recentemente atividades de análise de documentos técnicos e acompanhamento de ensaios para a comprovação da segurança de voo do protótipo P2 (monoposto), do caça A-1M, que voou pela primeira vez no dia 19 de junho. 

28/06/2012

FX-2 Em Entrevista Presidente da Boeing Afirma ter feito a melhor proposta


FX-2 Em Entrevista Presidente da Boeing Afirma ter feito a melhor proposta


Para o presidente da Boeing, um dos três concorrentes na venda de caças ao país, a proposta de transferência de tecnologia aos brasileiros “já é muito agressiva”.

10/06/2012

FX-2 Qual será o desfecho desta novela mexicana?

FX-2 Qual será o desfecho desta novela mexicana?



A presidente Dilma Rousseff quer pôr um ponto final na novela da compra dos novos aviões de caça da Força Aérea Brasileira (FAB) durante a visita do novo presidente francês, François Hollande, ao Brasil.

30/05/2012

IMAGENS EXCLUSIVAS: Sukhoi Su-34 Fullback com novo padrão de cores


IMAGENS EXCLUSIVAS: Sukhoi Su-34  Fullback com  novo padrão de cores 


O novo caça bombardeiro russo Sukhoi Su-34 Fullback (número de cauda “05 vermelho” e "10 vermelho"), foram flagrado nestas fotos ,apresentando o novo esquema de cores da Força Aérea da Rússia. 

Força Aérea Brasileira envia 9º caça A-1 para ser modernizado na EMBRAER


Força Aérea Brasileira envia 9º caça A-1 para ser modernizado na EMBRAER 





 O Parque de Material Aeronáutico do Galeão entregou (24/05) a aeronave A-1 prefixo 5507 à Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. (EMBRAER), para revitalização e modernização. O 5507 é a nona aeronave a entregue para a empresa. 

24/05/2011

FX2-governo Dilma Rousseff pode favorecer as relações comerciais entre Brasil e Suécia com a compra dos caças da Saab

FX2-Caça Sueco ganha força nas negocições

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiQC22v9R0ExygWydiBQuna_K0Dj0_Q2xq-SOjeb-drGwRGsdKw6o2XsUFUF-AlTUWfA7IQh0PLUNktXTsqqD4AS77OOil9aMVZW1KmZ1btpJ5PNp-w5_HPDmIQNrBi2QQg29O_cVtunp3O/s1600/saabjasgripen-ng.jpg

Segundo Paulo Skaf, presidente da Fiesp, o governo Dilma Rousseff pode favorecer as relações comerciais entre Brasil e Suécia com a compra dos caças da Saab para a Força Aérea Brasileira.

Ainda que o fluxo comercial entre Brasil e Suécia seja “diminuto”, como afirmou Skaf, há uma expectativa de mudança nesse cenário com o avanço dos suecos na negociação dos caças. “Se o governo brasileiro fechar os caças com a Suécia, nosso resultado com eles vai saltar”, antevê o presidente da Fiesp.

As aeronaves da Saab tem ganhado força no debate pela decisão dos caças que comporão a Força Aérea Brasileira com a mudança de governo.

Segundo relatório do Ministério da Defesa divulgado em janeiro, o francês Rafale, da Dassault – que teria grande função diplomática para aperfeiçoamento das relações entre Brasil e França – ficou em último lugar na avaliação dos técnicos da Aeronáutica.

O primeiro lugar foi da sueca Saab, fabricante do Gripen NG. Com a mudança na linha de política externa brasileira, abre-se um novo portal para as aeronaves do país.

“Com o governo Dilma recomeça o processo de análise da questão dos caças. É uma decisão técnica que cabe à Força Aérea Brasileira, à Defesa e a presidente Dilma”, destacou Skaf.


Fonte:Cavok/foto:aircraft-wallpaper

26/01/2011

Os Dilemas de FX O Programa-A Continuação

Os Dilemas de FX o Programa-A Continuação

A presidente Dilma Rousseff vai convocar o ministro da Defesa, Nelson Jobim, nos próximos dias, para uma reunião na qual serão discutidas, entre outras coisas, a compra de 18 novos caças para a força aérea Brasileira (FAB) e de 11 navios de superfície para a Marinha. Dilma adiou a compra dos caças, mas é improvável que a licitação seja retomada do zero.

A negociação dos barcos ainda se acha em fase de consulta, mas também pode esperar por um momento mais adequado da economia.

Dilma está preocupada com a questão fiscal. Só os projetos da FAB e da Marinha, somados, envolvem alguma coisa em torno dos R$ 20 bilhões.

E os caças da força aérea significam apenas um primeiro lote do que poderá vir a ser uma encomenda de mais de 100 caças, no longo prazo.

Dilma e Jobim conversaram ontem. Muito embora a compra dos caças não signifique desembolso imediato, nem uma despesa orçamentária, o ministro entendeu o recado da presidente.

Segundo disse Jobim, mais tarde, a interlocutores, há pelo menos três boas razões para justificar o adiamento: o Orçamento Geral da União (OGU) ainda não foi sancionado, o volume do corte também não está acertado e, em terceiro, mas não menos importante, segundo faz questão de afirmar, o governo no momento é obrigado a fazer despesas extraordinárias de caráter inquestionavelmente prioritário, como no caso do combate às enchentes no Rio de Janeiro.

Decreto regula forças Armadas na defesa civil

Há muito ruído, em Brasília, sobre a compra de material militar. Há casos, talvez a maioria, de puro lobby.

Mas no caso do Ministério da Defesa existe também o interesse do PMDB. Para boa parte dos dirigentes do partido seria muito mais interessante controlar um outro ministério com mais apelo político do que a Defesa, cujo maior atrativo é a Infraero, estatal cobiçada, mas que em breve deve mudar de endereço.

Enjeitado por seu partido, Jobim, em contrapartida, sensibilizou o PT, ao convidar o deputado José Genoino para ser o principal assessor civil do ministério.

Dilma Rousseff e Nelson Jobim estão hoje juntos no Morro do Alemão, onde deve ser inaugurada uma agência do Banco do Brasil, entre outras atividades.

É perceptível que o ministro ainda não acertou seu relógio com o de Dilma.

Os dois ainda não chegaram a um modelo confortável de convivência.

A mudança de presidentes ajuda a explicar as dificuldades – o jeito Dilma de governar difere muito do estilo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao qual o ministro (e os outros que permaneceram no cargo) já havia se habituado.

Lula não era afeito a despachos de rotina com os ministros; já com Dilma, ficará bem na fita aquele que a mantiver permanentemente informada com relatórios semanais, por exemplo, sobre os assuntos relacionados a sua área. Mas há também peculiaridades da Defesa, uma Pasta que transcende governos.

Os projetos para reequipar as forças Armadas, em sua grande maioria, são de longo prazo, coisa de 15, 20 ou 30 anos.

Por outro lado, o país atravessa uma situação fiscal que a Defesa não deve ignorar.

O que o ministro deve acertar com a presidente é um cronograma adequado ao orçamento disponível.

A compra dos caças, um negócio estimado em R$ 10 bilhões, as 18 primeiras de mais de uma centena de unidades, terá financiamento externo de longo prazo.

Os efeitos financeiros não se darão no exercício de 2011, eventualmente a partir de 2012.

Por outro lado, mesmo que não se trate de dinheiro orçamentário, é contabilizado como encargo financeiro e tem impacto no cálculo do superávit nominal.

A esquadrilha da FAB chegou a seu limite – a vida útil da maior parte dos caças esgota-se em 2015. O processo de compra dos novos aviões se arrasta desde o primeiro mandato do governo Fernando Henrique Cardoso. A reabertura do processo de licitação implicaria novo atraso.

Nesse aspecto, o melhor para a FAB seria a manutenção do atual processo licitatório. São três os supersônicos pré-selecionados: o francês Rafale, o sueco Gripen e o americano F-18, o Super Hornet.

O ex-presidente Lula tinha preferência política pelo Rafale, dentro de uma parceria estratégica com a França.

Em troca, Lula esperava ter o apoio da França à reivindicação do Brasil por uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU.

Além disso, o Ministério da Defesa considerou a escolha como a mais adequada aos parâmetros da Estratégia de Defesa Nacional: das três opções, a da fábrica francesa Dassault seria a que mais ofereceu em termos de transferência de tecnologia.

Vale registro o tratamento que a presidente Dilma tem dado aos assuntos de natureza militar ou relacionados à caserna.

Ela chamou para si a questão da compra dos armamentos, ao que tudo indica, pelas questões orçamentárias e econômicas envolvidas na compra, mas tirou de dentro do Palácio do Planalto outras questões relacionadas às forças Armadas, como aquelas relativas aos direitos humanos.

Este é o caso da decisão de transferir o Arquivo Nacional da órbita da Casa Civil para o Ministério da Justiça. O órgão é responsável pela manutenção dos documentos históricos do país, como os registros da época do regime militar.

A discussão sobre os desaparecidos políticos está sob a responsabilidade da Defesa, enquanto a aprovação do Plano Nacional de Direitos Humanos, o PNDH 3, com a criação da Comissão da Verdade, será negociada no Congresso.

Antes da viagem de hoje ao Rio, Jobim acertou com a presidente da República a modelagem da participação das forças armadas quando for empregada na defesa civil, como atualmente acontece no Rio.

Dilma deve baixar um decreto que prevê dois tipos de intervenção, evidentemente a pedido do governo estadual.

A primeira é a de apoio. Neste caso, o comando fica com as autoridades civis da área.

Pela segunda forma, os militares, chamados, assumem o comando e o controle da situação.

Jobim procura tranquilizar os críticos da intervenção das forças Armadas em assuntos civis com o argumento de que o decreto vai ser específico sobre os casos em que elas poderão ser chamadas. “O que nós não podemos é banalizar isso”, costuma defender o ministro da Defesa.

Fonte: Valor via Notimp-Via :Plano Brasil