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30/06/2013
DRONES - FBI usa nos EUA drones para ações de vigilância
03/12/2011
Uso de aviões sem piloto ( UAV ) em missões militares se espalha pelo mundo
23/04/2011
EUA confirmam primeiro ataque com avião não-tripulado na Líbia
Militares americanos não deram mais detalhes a respeito do ataque deste sábado.
Os Estados Unidos esperam que o uso destes aparelhos possa reduzir o número de civis mortes, por serem mais eficientes e precisos do que os caças convencionais.
A coalizão internacional realiza bombardeios na Líbia contra as forças do regime do coronel Muamar Khadafi, em cumprimento à resolução do Conselho de Segurança da ONU, aprovada em março, que autorizou ataques no país para proteger os civis.
Os aviões Predator têm a capacidade de localizar e destruir pequenos alvos a quilômetros de distância, sendo ideais para ações em áreas urbanas e povoadas. Estas aeronaves já foram utilizadas no Paquistão e no Afeganistão.
Especialistas dizem que o uso destas aeronaves nos bombardeios é sinal de um maior envolvimento dos americanos na Líbia, depois de terem entregue o comando das operações à Otan.
O vice-chanceler líbio, Khaled Kaim, indicou neste sábado que tribos leais a Khadafi poderão assumir o lugar do Exército e combater os rebeldes na cidade portuária de Misrata, no oeste do país, caso os militares não tenham sucesso em sua ofensiva.
Misrata vem sendo fortemente atacada pelas forças de Khadafi há semanas. Agências de ajuda afirmam que a cidade já enfrenta uma crise humanitária. Grupos de direitos humanos estimam que mais de mil pessoas já tenham morrido nos combates.
'Foi colocado um ultimato para o Exército líbio. Se ele não resolver o problema em Misrata, então o povo da região (...) tomará a iniciativa', disse o vice-chanceler.
Segundo o vice-chanceler, as tribos reclamam que as vidas de seus integrantes estão prejudicadas devido aos combates em Misrata, que interromperam o tráfego na principal estrada costeira da região e impedem o comércio.
De acordo com Kaim, as tribos tentariam primeiramente persuadir os rebeldes a deixar suas armas, mas caso isto não funcione, eles deverão agir. Nesta situação, os militares ficariam onde estão, disse o vice-chanceler.
No entanto, o coronel Ahmed Bani, porta-voz militar dos insurgentes na cidade de Benghazi, disse que Khadafi está 'jogando'.
'Ele não é estúpido e não vai permitir que as suas forças deixem Misrata', disse Bani, de acordo com o correspondente da BBC em Benghazi Peter Biles.
O editor de Oriente Médio da BBC, Jeremy Bowen, que está em Trípoli, afirma que, segundo o regime, a razão pela qual Khadafi está relativamente seguro no oeste líbio é que as principais tribos - que possuem muito poder e influência no país - estão do seu lado.
No entanto, o governo já usou a perspectiva de uma guerra civil tribal como um aviso aos líderes rebeldes e à Otan. Assim, segundo Bowen, é possível que o vice-chanceler estivesse não fazendo uma ameaça, mas sim retratando a realidade da situação das tribos.
O regime está se vendo cada vez mais isolado e está torcendo para algum tipo de solução diplomática, afirma o editor da BBC.
Trípoli
Enquanto isso, as forças da Otan realizaram mais bombardeios em Trípoli neste sábado.
O governo líbio afirma que três pessoas morreram nos ataques.
Jornalistas estrangeiros foram levados por representantes do regime a um bunker de concreto que sofreu dois ataques, próximo ao complexo de Bab al-Azizia, principal centro de proteção de Khadafi na capital. Autoridades afirmam que a área possui civis.
Fonte:BBC Brasil-via G1/Videos:G1;
22/04/2011
EUA iniciam uso de aviões não-tripulados na Líbia
WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos estão começando a usar aviões não-tripulados armados na Líbia, tendo como alvo as forças do líder Muammar Gaddafi, depois que o presidente norte-americano, Barack Obama, aprovou o uso das aeronaves, disse o secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates, na quinta-feira.
Os aviões não-tripulados --que já são usados contra alvos militares na fronteira do Paquistão com o Afeganistão-- permitirão ataques mais precisos contra as forças de Gaddafi, disse Gates a jornalistas em entrevista coletiva.
O governo da Líbia disse que a decisão dos Estados Unidos de enviar avioes não-tripulados para o país como parte das operações da Otan causará mais mortes de civis.
O vice-ministro das Relações Exteriores líbio, Khaled Kaim, disse em entrevista à BBC que mais ataques aéreos irão minar quaisquer argumentos por parte da Otan e dos Estados Unidos de que a operação militar no país representa um apoio à democracia na Líbia.
De acordo com Kaim, os aviões não-tripulados ''irão matar mais civis e isso é muito triste. Eles afirmam que estão apoiando a democracia. Apoiar a democracia, penso eu, é ajudar as pessoas a se sentarem juntas e conversarem juntas sobre o futuro''.
O vice-ministro líbio acrescentou ainda que ''cabe aos líbios escolher seu futuro'' e que isso não se dará com ''o envio de mais armamentos ou com a realização de mais ataques aéreos ou mais dinheiro e armamentos aos rebeldes. Creio que o que eles estão fazendo é antidemocrático e ilegítimo. Eu espero que eles revejam essa decisão.''
O secretário de Defesa americano, Robert Gates, comentou que os aviões não-tripulados Predator, armados com mísseis, teriam condições de atingir alvos militares do regime líbio de forma mais eficaz.
Gates negou que o envio dos aviões represente um aumento do envolvimento americano na Líbia.
Autorização
O secretário de Defesa afirmou que a autorização para o uso dos aviões Predator já foi dada pelo presidente Barack Obama.
“O presidente disse que, onde temos algumas capacidades únicas, ele está disposto a usá-las”, disse Gates, em entrevista à imprensa.
“E na verdade ele aprovou o uso de aviões Predator armados, e eu acho que hoje será a sua primeira missão”, afirmou.
O secretário de Defesa disse que a decisão de usar os aviões na Líbia se deve “à situação humanitária” no país e dará “precisão” às ações americanas.
Segundo Gates, o envio dos aviões à Líbia representa uma “modesta contribuição” dos Estados Unidos aos esforços da comunidade internacional.
Os Estados Unidos participam dos esforços coordenados pela Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), em apoio aos rebeldes que lutam contra o regime do líder líbio, Muamar Khadafi.
A ação militar na Líbia foi autorizada no mês passado por uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, com o objetivo de proteger os civis de ataques das forças leais a Khadafi.
Os rebeldes controlam parte do leste do país, mas as forças de Khadafi dominam boa parte do oeste e a capital, Trípoli.
Nesta quinta-feira, os rebeldes assumiram o controle de um posto na fronteira com a Tunísia, em uma ação considerada um raro avanço contra as tropas leais a Khadafi no oeste do país.
Fonte:Reuters;BBC Brasil/Videos Reportagem :;flummox2000,
-via:Youtube.com

