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19/06/2010

Equador reduz encomenda de Super Tucano à Embraer

Equador reduz encomenda de Super Tucano à Embraer


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O governo do Equador decidiu reduzir em seis unidades a encomenda de 24 aviões Super Tucano, da Embraer.

O contrato, estimado em US$ 270 milhões, está sendo cumprido desde março de 2009.

O corte é avaliado em US$ 57 milhões.

O presidente Rafael Correa anunciou a compra em maio de 2008, como resposta ao bombardeio, pela aviação da Colômbia, contra um acampamento do comando das Farc montado na fronteira equatoriana. Super Tucanos armados com bombas inteligentes foram usados na ação.

O avião brasileiro de ataque leve é utilizado pelas forças de cinco nações – Brasil, Colômbia, Chile, República Dominicana e Equador. Um dos 170 aviões já vendidos é operado pela empresa Blackwater, prestadora de serviços militares terceirizados.

Com sistemas eletrônicos de última geração e capacidade para levar até 1,5 tonelada de mísseis, bombas e foguetes – além de duas metralhadora .50 -, o turboélice é empregado pesadamente pela Força Aérea Brasileira, a FAB, que dispõe de 95 aviões.

Com uma carteira acumulada próxima de US$ 1,5 bilhão, é o produto militar de maior sucesso da Embraer.

Segundo o general Leonardo Barreiro, comandante da força aérea do Equador, a decisão foi tomada há um mês. “Antes da oficialização, tentamos vários tipos de manobras financeiras, infelizmente frustradas”, disse.

A situação da aviação de combate chefiada por Barreiro é crítica. Sua frota, formada por 12 caças Kfir, israelenses, e 13 Mirage F-1, franceses, não tem condições de uso efetivo.

Doação de Chávez

No final de 2009, a Venezuela, doou ao Equador seis supersônicos Mirage 50, todos com mais de 25 anos de uso.


Dassault Mirage 50EV aircraft picture

Foram entregues revisados, sem programas de revitalização.

A Força Aérea do Equador vai usar o dinheiro disponível com a redução na negociação com a Embraer para atualizar a tecnologia das aeronaves cedidas pela Venezuela – o que é considerado pouco provável, considerados o alto custo e o resultado pouco expressivo obtido por países como o Paquistão, que se empenharam em empreendimentos semelhantes com o mesmo tipo de avião.

Um assessor técnico do Ministério da Defesa disse que o governo do Equador está considerando a possibilidade de comprar até 12 supersônicos Cheetah, da África do Sul, usados e revitalizados. Trata-se de uma versão avançada criada em 1986 pela companhia Denel Aviation, então conhecida como Atlas, do modelo francês Mirage III.

A Espanha entrou na disputa pela escolha com um lote de Mirage F-1, mais modernos, que chegariam com sistemas digitais de navegação e combate.

O mercado regional de equipamentos militares está em alta, e o segmento da aviação é um destaque.

Dados de organizações que monitoram os gastos bélicos dos países indicam que a América do Sul é uma região cada vez mais armada. Segundo o Centro de Estudos Nueva Mayoría, em 2008 os países da região gastaram US$ 51,1 bilhões em defesa, 30% a mais do que em 2007.

A Rede de Segurança e Defesa da América Latina estima que foram US$ 48 bilhões. Mas o volume dos gastos pode ser superior.

A Venezuela, por exemplo, contabiliza a Defesa em um orçamento secreto.

Fonte:Cavok- O Estado de São Paulo/foto Airliners.net

01/06/2010

Aeroporto equatoriano reabre após erupção de vulcão

Aeroporto equatoriano reabre após erupção de vulcão



O aeroporto internacional de uma das maiores cidades do Equador reabriu hoje depois de ter ficado fechado por um dia devido à erupção de um vulcão.

Um comunicado das autoridades da aviação civil disse que o aeroporto Joaquim de Olmedo na cidade portuária de Guayaquil retomou suas operações normais no final da tarde de ontem.

O aeroporto foi fechado na sexta-feira por causa das cinzas espalhadas pela erupção do vulcão Tungurahua.

Centenas de pessoas tiveram de ser retiradas das vilas próximas ao vulcão.

Desde então, as explosões se enfraqueceram e o Instituto de Geofísica do Equador afirmou ontem que Tungurahua estava expelindo menos fumaça e cinzas.

O vulcão Tungurahua está situado a 150 quilômetros ao sul de Quito, capital do Equador.

Em 2006, uma erupção destruiu vilas inteiras e matou pelo menos quatro pessoas.

Fonte:Direto da Pista-via: Estadão

20/04/2010

Equador recebe mais dois Super Tucano

Equador recebe mais dois Super Tucano


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Equador recebe mais dois Super Tucano


O Grupo Aéreo No. 23 baseado em Manta, recebeu mais dois aviões de combate Super Tucano, elevando para seis o numero de aeronaves entregues pela empresa Brasileira EMBRAER, de um total de 24 aeronaves encomendadas. Cada aeronave levará o nome de uma província do Equador, e foram batizadas de "Canar" e "Carchi.



A compra dessas aeronaves faz parte de um processo de modernização dos equipamentos da Força Aérea Equatoriana. As aeronaves serão entrengues durante o ano de 2010 a razão de duas aeronaves por mês, até completar o total de 24.

Fonte:moraisvinna/ Força Aérea do Equador - Via Aviacion Militar Sudamericana/Video:Youtube.com

21/11/2009

EUA RECONHECEM PLANO PARA AÇÕES NA AMÉRICA DO SUL

EUA RECONHECEM PLANO PARA AÇÕES NA AMÉRICA DO SUL


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O Departamento de Estado dos EUA confirmou ontem ser verdadeiro o documento da Força Aérea americana apresentado na quarta-feira, em Brasília, pelo deputado federal José Genoino (PT-SP), que cita a base militar colombiana de Palanquero, a ser usada por Washington, como “uma oportunidade para a realização de operações no âmbito total da América do Sul”.

Baseado no documento, Genoino acredita que o polêmico acordo militar que garante o acesso dos EUA a sete bases no território colombiano poderia abrir caminho para as Forças armadas norte-americanas atuarem em outros países, além da Colômbia.

Opinião semelhante tem o diretor do Programa de Segurança para a América Latina do Center for International Policy, em Washington, Adam Isacson, que analisou não só o documento da Força Aérea, mas também o texto final do acordo, que veio a público em 5 de novembro no site do Ministério das Relações Exteriores da Colômbia, ao qual o JB teve acesso.

– Eu não gosto do texto do acordo. Ele não fala explicitamente que operações do Exército americano fora das fronteiras colombianas estão proibidas.

Ou seja, não proíbe explicitamente as operações extraterritoriais.

Só estabelece que o acordo obedecerá aos “princípios de não-intervenção em assuntos internos de outros Estados”. – diz Isacson.

Na prática, isso significa que, se os EUA alegarem o direito de auto-defesa, por exemplo, poderão operar em outras regiões da América Latina, a partir das bases colombianas.

O acordo, entende Isacson, deveria detalhar melhor as restrições a serem impostas à atuação das Forças americanas nas bases colombianas.

Mas o ponto que trata da ingerência de Forças estrangeiras no continente sul-americano, tema considerado crucial por líderes do Mercosul, inclusive pelo presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, tem apenas duas linhas – no Artigo Terceiro, parte 4 – em um documento de 15 páginas.

– Acho que há claramente um motivo para a ambiguidade do acordo, talvez para que ele possa ser favoravelmente interpretado, na eventualidade de ser necessária uma uma operação mais abrangente dos EUA na região – alega Isacson.

Procurado pelo JB em Miami, o porta voz do Departamento de Estado americano, Gregory Adams, disse que, de fato, a única parte do acordo a inibir operações americanas no Mercosul seriam as duas linhas do Artigo Terceiro, parte 4.

– Este é um acordo bilateral destinado a reforçar a nossa cooperação em segurança na luta contra o tráfico de drogas internacional e o terrorismo na Colômbia.

Não há nenhuma outra questão regional ou de abrangência extraterritorial – garantiu Adams.

Mas a polêmica foi aguçada a partir do documento oficial da Força Aérea – apresentado por Genoino – datado maio de 2009.

Elaborado antes do texto final do acordo, com o objetivo de fundamentar a destinação do orçamento de US$ 46 milhões para as operações na Base Aérea de Palanquero, no centro da Colômbia, o texto afirma que a base “fornece uma oportunidade para a realização de operações no âmbito total da América do Sul”.

Ainda no documento da Força Aérea americana, que justifica o orçamento já aprovado pelo Congresso, a América do Sul é chamada de “Sub-Região crítica”, onde a “segurança e a estabilidade estão permanentemente ameaçadas pelo narcotráfico patrocinado por organizações terroristas, governos antiamericanos, pobreza endêmica e desastres naturais recorrentes”.


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Adams defende que o texto deveria ser interpretado apenas como uma proposta de orçamento, e não como um documento a definir a política americana nas bases colombianas.

– O orçamento da Força Aérea foi elaborado no início deste ano e apresentado em maio de 2009, isto é, antes de Colômbia e EUA assinarem o acordo de defesa, em 30 de outubro – reForça Adams.

Mas para Isacson, o texto mostra, “no mínimo, como os EUA retrataram seu papel militar na Colômbia para o Congresso americano, há poucos meses”.

– Esse documento revela que a amplitude estratégica das bases é muito maior que o simples combate ao narcotráfico – reForça José Genoino.

– O objetivo maior da utilização das bases é permitir operações em todo o continente sul-americano e controlar o espaço aéreo da região.

O combate ao narcotráfico é apenas uma coisa a mais.





fonte:Hangar do Vinna/ NOTIMP - Plano Brasil/por:Joana Duarte, JB Online





28/10/2009

HELICÓPTERO DA FAE CAI AO PEGAR FOGO

HELICÓPTERO DA FAE CAI AO PEGAR FOGO DURANTE APRESENTAÇÃO ,TRIPULANTES SOBREVIVEM




Piloto teria evitado queda sobre público em base militar de Quito.

Dois tripulantes de um helicóptero da Força Aérea do Equador escaparam sem ferimentos graves à queda da aeronave durante uma parada militar em Quito, capital do país.

Os helicópteros estavam voando em formação durante a cerimônia, que celebrava os 89 anos das Forças Armadas do Equador. O vice-presidente do país, Lenín Moreno, estava presente, representando o presidente Rafael Correa.

O primeiro helicóptero em formação estava voando sobre a banda, quando começou a apresentar problemas, saiu da rota e se chocou de lado contra o solo.

Os tripulantes conseguiram sair da aeronave sozinhos e em boas condições de saúde, segundo um porta-voz da Força Aérea.

Testemunhas relataram ter visto chamas na parte traseira do helicóptero antes que ele começasse a cair.

O helicóptero é um dos sete que o Equador comprou da Índia ano passado, por US$ 45 milhões.

O governo equatoriano suspendeu o uso de modelos semelhantes até que a investigação seja concluída.



Militares correm na direção do helicóptero acidentada nesta terça-feira (27) em base de Quito, poucos segundos depois de sua queda


O piloto teria conseguido evitar a queda da aeronave sobre o público

Fonte:BBC BRASIL

11/10/2009

GOVERNO FEDERAL FARÁ DOAÇÃO DE AERONAVES

GOVERNO FEDERAL FARÁ DOAÇÃO DE AERONAVES A OUTRO PAÍS


Brasão do Brasil: República Federativa do Brasil, 15 de novembro de 1889




O governo Lula encaminhou nesta semana ao Congresso Nacional pedido que, se atendido, resultará na autorização da doação em todo o seu mandato de pelo menos 27 aeronaves a outros países, em especial Bolívia, Equador e Paraguai.

Lula enviou na quarta-feira dois projetos de lei em que manifesta intenção de transmitir gratuitamente quatro helicópteros e um avião da Força Aérea Brasileira à Bolívia e ao Equador, pedido que se soma a outro, feito em maio, que pretende beneficiar o Paraguai com três aviões de ataque.

Bolívia e Equador, que estão entre os principais destinatários das doações, fazem parte da Alba, a aliança regional de esquerda liderada pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que cedeu aviões ao governo do boliviano Evo Morales. Há alguns dias, Chavez fechou acordos de cooperação com o Equador, de Rafael Correa.

As doações pretendidas pelo governo foram defendidas pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, sob o argumento, entre outros, de que os atos reforçarão o bom relacionamento com os países beneficiados, "estreitando ainda mais os laços de cooperação mútua".

No documento assinado por ele, e que acompanha os projetos, Jobim argumenta que a FAB possui exemplares mais modernos e econômicos e que a medida evitará gastos de manutenção, já que as aeronaves que serão doadas estão desativadas ou serão substituídas.

Antes de Lula, a Folha localizou nos registros da Câmara dos Deputados doação só nos governos de Itamar Franco (1992-1994) e de Emílio Garrastazu Médici (1969-1974), quando o Congresso autorizou a cessão de monomotores à Bolívia e ao Paraguai.

A primeira doação do governo Lula foi autorizada com a aprovação de lei em 2004 para o Senegal.

Os três projetos que tramitam no Congresso preveem a doação de três aviões de treinamento e ataque para o Paraguai, quatro helicópteros para a Bolívia e um avião de transporte de tropas ao Equador.

A doação para o Paraguai já foi aprovada por unanimidade por três comissões do Congresso. "A iniciativa se coaduna com os princípios constitucionais que norteiam as relações internacionais do Brasil", escreveu em seu relatório o deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), da Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

Procurada ontem pela manhã, a assessoria do Ministério da Defesa informou à noite que não conseguiria responder a tempo aos questionamentos.

O brigadeiro José Carlos Pereira, ex-presidente da Infraero, afirmou que todas as doações autorizadas pelo Congresso foram efetivadas: "Essas doações têm um certo caráter imperialista.

Eu me lembro que um dos primeiros aviões que usei foi um F-80 doado pelos EUA, vindo da Guerra da Coreia [1950-53], todo furado de bala.

Mas os que nós doamos não, foram todos revisados, estavam em perfeita condição".

Brasil finaliza agora processo de aquisição de 36 caças. Na disputa, estão modelos da França, da Suécia e dos EUA.

Fonte: desastresaereosnews/ Ranier Bragon (Folha de S.Paulo)

21/09/2009

VENEZUELA ESTUDA LEI DO ABATE

PRESIDENTE DA VENEZUELA ESTUDA LEI DO ABATE




Narcotráfico: Chávez estuda a derrubada de aeronaves suspeitas e ignora relatório dos EUA


Fonte: Wálter Fanganiello Maierovitch


Venezuela e Bolívia reprovados na guerra às drogas pelo país de maior consumo: EUA

Ontem, durante entrevista coletiva, o presidente venezuelano Hugo Chávez, contrariado, não quis comentar o relatório dos EUA sobre drogas ilícitas, no que toca à Venezuela.

Pelo relatório, a Venezuela está entre os países que menos contribuíram na luta contra o narcotráfico.

E os EUA usam o relatório para pressionar Chávez a dotar o seu país, como acontece com a Colômbia, Peru e Brasil, com legislação que autorize o abate de aeronaves sob suspeita de carregamento de drogas proibidas.

A Venezuela foi reprovada pelo governo dos EUA e, no relatório que foi enviado ao Congresso norte-americano, aparece ao lado da Bolívia e da Birmânia (Mianmar), esta última uma velha e conhecida narcoditadura militar.

Apesar da reprovação, não haverá sanção econômica para a Venezuela, ao contrário da Birmânia, que, há mais de dez anos, aparece nos relatórios e, por especialistas internacionais, é considerada um narcoestado.

Na coletiva, Chávez disse, apenas, que estuda, à luz do direito internacional, legislações, como a brasileira, que autorizam o abate de aeronaves sob suspeita e cujos pilotos não atendem ordens para aterrar.

Sobre tráfico de drogas, lembrou Chávez que os norte-americanos são os maiores consumidores do planeta e o governo dos EUA não consegue reduzir a demanda.

A lei brasileira, no particular, consagra a pena de morte. É inconstitucional. No Brasil, foi objeto de pressão norte-americana.

A lei não sancionada por Fernando Henrique que preferiu engaveta-la, acabou recebendo a aprovação de Lula, apesar da flagrante inconstitucionalidade.

Fora isso tudo, uma aeronave pode ser perseguida, até aterrar.

A autonomia de vôo é limitada. No caso de prisão do piloto, ele poderá se tornar um colaborador de Justiça e fazer revelações importantes.

Como todos os céus, a lua e as estrelas sabem, o potente narcotraficante nunca estará na aeronave, mas em terra.

O Brasil mantém, com relação ao tráfico de drogas, cooperação com todos os países das Américas. Portanto, por meio de cooperação, o avião suspeito, caso deixe o espaço aéreo brasileiro, poderá ser perseguido por avião de país amigo.

Convém frisar que o sistema operado pelos EUA, por meio do Comando Sul, detecta e avisa sobre aeronaves suspeitas e coloca os países que estariam na rota da aeronave em alerta.

Assim, não haveria risco de se perder de vista a aeronave suspeita, que, frise-se, poderia ser bombardeada com tinta, isto para ser identificada de forma induvidosa ao aterrar.


No Peru, um avião suspeito já foi bombardeado, com trágico resultado.

No seu interior estava uma religiosa com o filho de poucos meses.

A mãe e o filho morreram em razão da queda do pequeno avião. Mais ainda, não havia, no avião abatido, drogas ou vestígios delas. No caso, o piloto era inexperiente e se assustou, situação essa agravada pelo fato de o equipamento de rádio não funcionar.

PANO RÁPIDO

A Venezuela entrou na lista norte-americana dos países que não colaboram na luta contra as drogas proibidas por mera represália.

No ano de 2005, o presidente Chávez expulsou agentes da agência norte-americana de drogas (DEA), por bisbilhotagem política: a DEA é conhecida por se dedicar a espionagem no campo político e os seus agentes chegam aos países a título de cooperação na luta contra o tráfico de drogas.

Agentes da DEA, do FBI e da CIA, no Brasil, já bisbilhotaram. À época, o presidente era Fernando Henrique Cardoso.

Um ex-agente do serviço de espionagem da embaixada norte-americana, Carlos Costa, fez revelação sobre a atuação dos espiões e destacou como eram feitos os grampos realizados no palácio do Planalto.