[Projeto do novo aeroporto de São Paulo elaborado pela Andrade Gutierrez e Camargo Correa (Reprodução) - foto:veja.abril.com.br
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20/12/2013
AEROPORTOS - Novo aeroporto será totalmente privado em SP
[Projeto do novo aeroporto de São Paulo elaborado pela Andrade Gutierrez e Camargo Correa (Reprodução) - foto:veja.abril.com.br
19/02/2013
AEROPORTOS - Aéreas pedem ampliação do fluxo de aviões em Congonhas
14/12/2012
Aeronautas fazem manifestação em Congonhas (SP)
13/11/2012
Piloto de avião que derrapou em Congonhas recebe alta da UTI
09/09/2011
VASP terá objetos leiloados para saldar dívidas trabalhistas
Uma empresa de aviação que deixou de voar há mais de seis anos terá objetos leiloados para saldar dívidas trabalhistas. Muito desse material se encontra até hoje nos escritórios da Vasp - onde esteve o repórter Fábio Turci.
É como se o pessoal fosse voltar a qualquer momento. As mesas ainda têm recados. Moedinhas. Papéis. O copo sujo do último cafezinho.
Mas o lugar parou no tempo, como mostram os calendários de setembro de 2008. Os enfeites eram pro Natal daquele ano.
“É muito triste. Dá uma dor no coração que você nem acredita. Eu vejo assim, dá vontade de chorar”, lamenta Josafá Eurico Cândido, encarregado de manutenção.
Tudo continua do jeito que estava quando a Justiça decretou a falência da Vasp, em setembro de 2008. A dívida que a empresa deixou é de uns R$ 5 bilhões. E, pra pagar tudo isso, é preciso vender o patrimônio que sobrou - até o que parece não ter valor nenhum.
A justiça já leiloou carros, mas a maioria deles ninguém quis comprar. Dos aviões, nenhum foi vendido. Viraram sucata no Aeroporto de Congonhas.
“Surgiu então a ideia de se fazer a realização de leilões de objetos históricos. Objetos que em princípio não têm valor econômico aferível, mas que têm interesse histórico, principalmente pra colecionadores”, diz Daniel Carnio Costa, juiz da 1ª vara de Falências-SP.
São bonés, broches, maquetes e até roupões. Tudo dividido em kits com lance inicial de pouco mais de R$ 200. Lembranças da companhia aérea fundada em 1933, que pertenceu ao governo de São Paulo, foi privatizada em 1990 e afundou em dívidas.
“O objetivo do processo de falência é arrecadar o máximo que nós conseguirmos com a venda de bens da massa falida para pagamento de credores. Principalmente dos credores que mais precisam, que são os credores trabalhistas. Então a gente não pode desperdiçar uma agulha”, aponta o juiz.
Se der certo, até as caixas-pretas e os rádios dos aviões vão a leilão. Tudo é guardado por ex-funcionários saudosistas que esperam a hora de receber os seus direitos.
31/08/2011
Justiça Federal nega pedido para suspender voos em Congonhas
Procuradoria pedia interrupção de pousos e decolagens.
Pedido foi feito após acidente com avião da TAM matar 199 pessoas.
A Justiça Federal julgou improcedente o pedido do Ministério Público de suspender as atividades no aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo.
O MP pediu a interrupção de todas as operações de pouso e decolagem até serem sanadas as dúvidas quanto à questão da segurança, devido ao acidente com o avião da TAM, em julho de 2007. A sentença foi proferida pelo juiz federal Clécio Braschi, da 8ª Vara Cível em São Paulo..
Após o acidente, que deixou 199 mortos, o MP ajuizou a ação civil pública com pedido de liminar, contra a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e a Empresa Brasileira de InfraEstrutura Aeroportuária (Infraero), pleiteando a suspensão das atividades do Aeroporto.
Ainda segundo a Justiça Federal, a Procuradoria alegou que as condições de reforma precárias da pista foram fundamentais para a ocorrência do acidente, além de salientar que as condições de segurança dos usuários ficam comprometidas devido ao fato de o aeroporto localizar-se em um ambiente urbano.
De acordo com a sentença, o pedido de interdição não procede, pois peritos criminais federais realizaram, entre os dias 18 e 24 de junho de 2007, exames e diligências na pista e em nenhum momento recomendaram alguma medida de interdição, mas sugestões e recomendações de segurança, as quais estão sendo seguidas.
O magistrado avaliou também o fato de o aeroporto estar situado em zona urbana densamente habitada não pode ser objeto de análise pelo Poder Judiciário. O julgamento da conveniência ou não de onde o aeroporto funciona cabe exclusivamente ao Poder Executivo, enquanto o Judiciário só tem competência para julgar a legalidade do ato.
Fonte:Agencia Estado-via:G1.com
23/08/2011
VASP-Aeronaves deterioradas começam a ser desmontadas em Congonhas
Aeronaves deterioradas começam a ser desmontadas em Congonhas
Em 20 dias, todas as nove aeronaves vão ser retiradas do aeroporto em SP.
Avaliado como o terminal mais congestionado e saturado do país, o Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, foi o primeiro a ter aeronaves-sucata desmontadas nesta terça-feira (23).
Ao todo, nove aviões – sete Boeings 737-200 e dois Airbus A-300 – da falida Vasp serão removidos para liberar um espaço de 170 mil metros quadrados que ocupam há seis anos.
A iniciativa faz parte do programa Espaço Livre, coordenado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e outros órgãos como Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Ministério Público e Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).
De acordo com a Infraero, no país ainda existem 117 aviões deteriorados, sem condições de voo, que serão leiloados assim como os que estão em Congonhas. No terminal de Cumbica, em Guarulhos (Grande São Paulo), o mais importante do Brasil, existem seis aviões-sucata a serem removidos.
O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, informou que todos devem ser retirados até 2013 em cerca de 25 aeroportos do Brasil.
A ideia é ter espaço livre para 2014, ano da Copa do Mundo. “O Aeroporto de Congonhas é o espaço mais caro, completamente saturado em seu espaço físico”, disse Vale. De acordo com ele, os 130 mil metros quadrados liberados com a retirada dos nove aviões em Congonhas serão usados para manobras e estacionamento de outras aeronaves.
Vale disse que, se não houver comprador para os aviões velhos, avaliados em média em R$ 35 mil, a própria Infraero irá adquiri-los. “Se não houver arrematador, vamos arrematar. Para a Infraero, vale pagar qualquer coisa para retirar essas aeronaves”, afirmou.
Ele afirmou ainda que a despesa para manter os aviões-sucata em Congonhas é muito grande. Ele estimou em R$ 100 mil mensais para cada aeronave o custo de deixá-las paradas no pátio. Como são nove aviões, o aeroporto deixa de receber, com aluguéis e taxas, R$ 900 mil por mês. “A prioridade é tirar todas as aeronaves de Congonhas, que é o mais congestionado”, disse a ministra Eliana Calmon, corregedora nacional de Justiça.
(Foto: Carolina Iskandarian/ G1)
Em 20 dias, todas as nove aeronaves vão ser retiradas. O primeiro leilão acontece daqui a dois meses. Os próximos aeroportos que receberão o programa, segundo o presidente da Infraero, serão o do Galeão, no Rio, e o de Brasília.
Na tarde desta terça, em uma cerimônia simbólica, um dos aviões começou a ser desmontado. O presidente da Infraero, a corregedora do CNJ, outras autoridades e a imprensa acompanharam o trabalho.
Antes do desmonte, Eliana Calmon disse que o processo para a autorização da remoção dos aviões durou dez meses. Ela atribuiu a demora à burocracia, como trâmites na Justiça e no Ministério Público, com recursos e análise de petições.
Aeronaves paradas
A Vasp teve a falência decretada em 2008, mas os aviões já estavam parados e sem peças há pelo menos três anos antes, segundo o CNJ. Ao todo, existem 27 aeronaves da companhia paradas em aeroportos brasileiros.
O montante obtido com o leilão das aeronaves será destinado à massa falida da Vasp, ou seja, aos credores da companhia habilitados no processo judicial de falência. Outra possibilidade de destinação de aeronaves são museus, que poderão adquiri-las a preços simbólicos, de acordo com o CNJ.
Procedimento
O procedimento para a retirada dos aviões ocorreu da seguinte forma: a ANAC fez vistorias de aeronavegabilidade (possibilidade de voar) e deu laudos de completa deterioração dos aviões, que passaram oficialmente a ser considerados sucatas.
Os laudos da ANAC, inéditos no Brasil, serviram para diagnosticar que as aeronaves em questão, já sem turbinas, peças e até sem trens de pouso, jamais poderiam voltar a voar. Com base nos laudos, o avaliador judicial deu novo preço às aeronaves-sucata, estimadas entre R$ 30 mil e 50 mil.
Fonte:G1
18/08/2011
Aviões da Vasp serão desmontados em Congonhas
Nove aviões-sucata parados há seis anos vão ser finalmente desmontados do aeroporto de Congonhas, onde ocupam um espaço de 170 mil metros quadrados, e posteriormente leiloados. O primeiro jato será desmontado na próxima terça-feira (23/08), às 14h30, em Congonhas, com a presença da ministra Eliana Calmon, Corregedora Nacional de Justiça, que concederá uma coletiva à imprensa no local.
A imprensa poderá acompanhar o início dos trabalhos no pátio em que as aeronaves da Vasp estão estacionadas. No prazo de 20 dias o restante dos aviões da Vasp em Congonhas será desmontado e, em cerca de 60 dias, haverá o primeiro leilão.
A ação é resultado do programa Espaço Livre, coordenado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que tem como parceiros a Infraero, Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP),Ministério Público de São Paulo, Tribunal de Contas da União (TCU), Procuradoria- Geral da República e Secretaria Especial de Aviação Civil - ligada à Presidência da República.
A Vasp teve a falência decretada em 2008, mas os aviões já estavam parados e sem peças há pelo menos três anos antes disso. Ao todo, existem 27 aeronaves da companhia paradas em aeroportos brasileiros.
Destinação - Em Congonhas, são nove aviões–sucata, sete Boeings 737-200 e dois Airbus A-300. O montante obtido com o leilão das aeronaves será destinado à massa falida da Vasp, ou seja, aos credores da companhia habilitados no processo judicial de falência. Outra possibilidade de destinação de aeronaves são museus, que poderão adquiri-las a preços simbólicos, como o Museu Asas de um Sonho, situado na cidade de São Carlos/São Paulo.
O procedimento para a retirada dos aviões ocorreu da seguinte forma: a Anac fez vistorias de aeronavegabilidade – possibilidade de voar - e deu laudos de completa deterioração dos aviões, que passaram oficialmente a ser considerados sucatas.
Estes laudos da ANAC, inéditos no Brasil, serviram para diagnosticar que as aeronaves em questão, já sem turbinas, peças, e até sem trens de pouso, jamais poderiam voltar a voar. Com base nos laudos, o avaliador judicial deu novo preço às aeronaves-sucata, estimados entre R$ 30 e 50 mil.
“A Justiça, que existe para solucionar problemas e não para criar mais, precisou coordenar esforços de vários órgãos, pela complexidade do problema, e, agora, de forma patriótica, vai devolver ao Brasil 10% de todo o espaço do mais movimentado aeroporto do País.
Este é o papel do CNJ. Propusemo-nos a algo grande, não só com vistas à Copa de 2014 ou Olimpíadas, mas pelo próprio crescimento da aviação doméstica em quase 25% no ano passado”, diz o Juiz Auxiliar da Corregedoria Nacional, Marlos Augusto Melek. |Luiza de Carvalho/CNJ.
11/08/2011
Aeroviários são alvos de bandidos em congonhas
12/07/2011
MP denuncia três pessoas pelo acidente da TAM
MP denuncia três pessoas pelo acidente da TAM
A maior tragédia da aviação brasileira matou 199 pessoas.
Por meio de comunicado, o MPF informou que os relatórios técnicos concluíram que o acidente foi provocado por um erro humano dos pilotos, mas que também houve negligência dos três denunciados, que eram responsáveis pela segurança do voo e do aeroporto.
A tragédia ocorreu em 17 de julho de 2007 quando o Airbus, procedente de Porto Alegre, saiu da pista ao aterrissar no aeroporto de Congonhas e incendiou ao chocar-se contra um depósito da mesma companhia. O acidente deixou 199 mortos, incluindo pessoas que estavam em terra.
Como informou o MPF, os denunciados são a então diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Denise Maria Abreu; o vice-presidente de Operações da TAM, Alberto Fajerman, e o diretor de Segurança de Voo da companhia aérea, Marco Aurélio dos Santos de Miranda e Castro.
Pelo comunicado, os três responderão pelo delito de "atentado contra a segurança do transporte aéreo" na modalidade culposa, sem intenção de matar.
Apesar dos relatórios técnicos coincidirem em que os pilotos manipularam equivocadamente as manetes de aceleração das turbinas, o acidente também aconteceu porque a pista principal de Congonhas não tinha os vincos adequados para facilitar a drenagem de água da chuva no momento da tragédia.
Segundo o MPF, a denúncia está baseada nos relatórios técnicos sobre as causas do acidente, os quais "comprovam" a responsabilidade dos três acusados na tragédia por omissão.
Pela denúncia, tanto o vice-presidente como o diretor de Segurança da TAM tinham conhecimento "das péssimas condições de atrito e frenagem da pista principal do aeroporto Congonhas" e, apesar disso e de que a pista estava molhada, se abstiveram de recomendar que a aterrissagem fosse desviada para o outro terminal aéreo.
A então diretora da Anac foi acusada de atuar com imprudência por autorizar o uso da pista principal de Congonhas desde junho de 2007, apesar da mesma não dispor dos sulcos de desaguamento exigidos para as operações.
De acordo com o MPF, Denise autorizou o uso da pista nessas condições "sem realizar uma inspeção formal que permitisse testar se a condição operacional estava de acordo com as normas de segurança aeronáutica".
A acusação acrescenta que a própria Procuradoria pediu em fevereiro de 2007 a suspensão das operações na pista de aterrissagem por motivos de segurança e que Abreu assegurou então diante de um juiz que todas as normas eram cumpridas.
O relatório elaborado pela Polícia Federal e apresentado pelo MPF como prova, indica que no momento da aterrissagem os pilotos perceberam que o "spoiler", um dos freios aerodinâmicos da aeronave, estava desativado.
Apesar do fabricante Airbus ter transmitido às companhias que operam suas aeronaves uma mudança nos procedimentos de operação quando estes freios não funcionam, a TAM, segundo a investigação policial, não retransmitiu as novas orientações aos pilotos.
O MPF assinalou que os denunciados, em caso de serem considerados culpados, podem ser condenados a penas de um e três anos.
"Mas o Ministério Público defende que seja aplicada uma pena maior e que se aplique o parágrafo do artigo 261 (do Código Penal) que prevê reclusão de quatro e 12 anos devido à destruição total da aeronave e a morte de 199 pessoas", diz a nota. EFE
09/06/2011
A Justiça vai leiloar 27 aeronaves da Vasp.
O objetivo do leilão é utilizar o dinheiro para pagar os ex-trabalhadores da companhia. Ainda não há data definida para os leilões.
Ao todo, a Vasp deixou uma dívida estimada em R$ 5 bilhões, dos quais R$ 1,5 bilhão seria o montante a ser destinado para seus ex-funcionários.
A expectativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é a de que a realização de leilões de aeronaves também tenha um efeito positivo nos aeroportos.
No aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a retirada de nove aeronaves da Vasp vai permitir a liberação de uma área equivalente a três campos de futebol (170 mil metros quadrados). “Estamos limpando os aeroportos”, afirmou Marlos Melek, juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça. “Não vamos mais permitir que os aviões apodreçam em aeroportos brasileiros”, completou.
Ontem, o CNJ entregou um avião Cessna, modelo 206, para o Tribunal de Justiça do Amazonas. O Cessna foi apreendido pela Justiça com 471 kg de drogas. A aeronave estava num hangar da Polícia Federal, em Brasília. Agora, vai servir de transporte para o Judiciário do Amazonas. “Pela primeira vez, um TJ recebe um avião para levar a aplicação da Justiça a longínquas comarcas”, comemorou a ministra Eliana Calmon, corregedora Nacional de Justiça.
No Amazonas, o Judiciário estava prestes a fechar 30 varas por conta de problemas de transporte de processos. No Estado, não há estradas e o contato entre as varas e o Tribunal de Justiça, em Manaus, era feito por barcos em viagens que podem durar 20 dias.
“Há juízes que ficam isolados na floresta”, constatou Eliana. Segundo ela, outros Tribunais de Justiça das regiões Norte e Nordeste devem receber aviões no futuro.
Os próximos estados da lista devem ser o Pará e o Piauí.
Os aviões da Vasp serão desmontados para os leilões, pois o Conselho Nacional de Justiça verificou que não há interesse pela aeronave inteira, mas sim, pelas peças, como fibras de plástico, alumínio aeronáutico e poltronas. O desmonte para venda terá início ainda neste mês, em Congonhas.
A manutenção das aeronaves da Vasp custa R$ 1,2 mil por dia nos aeroportos. O valor é pago pela massa falida da companhia. Ou seja, pelos credores. Com os leilões, a expectativa é a de que os credores finalmente recebam parte do que a Vasp lhes deve.
Fonte: Valor Econômico –por: Juliano Basile-via:Cavok
02/06/2011
Congonhas amanhece fechado nesta quinta-feira

Forte nevoeiro afeta operações do aeroporto da Zona Sul de São Paulo.
Cumbica opera apenas com auxílio de instrumentos nesta manhã.
O Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, amanheceu fechado para pousos e decolagens às 6h desta quinta-feira (2) por causa de um forte nevoeiro. Segundo a Infraero, não há previsão de quando o aeroporto será reaberto. E até as 6h35 os voos ainda não estavam sendo alternados para outros aeroportos.
Previsão é de tempo firme na maior parte do Brasil
Volta a chover no centro-oeste do Rio Grande do Sul. A umidade do mar pode provocar pancadas de chuva no Rio de Janeiro, sul do Espírito Santo, sudeste de Minas Gerais e no litoral baiano. Também deve chover do Ceará ao Acre.Mapa América do Sul Topo de Núvens
Fonte: G1;INMET
16/03/2011
Aeroporto de Congonhas (SP) recebe Labace 2011
A Latin American Business Aviation Conference and Exhibition (Labace 2011) será realizada mais uma vez no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, entre os dias 8 e 13 de agosto.Neste ano serão três dias de exposição (11, 12 e 13), e os demais dias serão dedicados às conferências.
Em 2011, a Labace chega a oitava edição com a expectativa de registrar um crescimento da ordem de 20% em marcas expostas, segundo a Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), responsável pela organização do evento.
Para esta edição, o número de expositores deve passar de 150, registrado no ano passado, para 170. O número de aeronaves expostas também será um pouco maior, 60, contra 56 em 2010.
Em relação ao público presente, a expectativa é de um acréscimo de 14,8 mil para 16 mil. Já em relação ao volume de negócios gerados a estimativa é de alta de 10%, chegando a US$ 550 milhões.
Fonte:Panrotas-Por:Savia Reis
06/02/2011
Gol iniciará mais 3 voos entre CGH e Montes Claros (MG)
O voo sai da capital paulista às 9h25, faz escala em Belo Horizonte às 10h30 e tem chegada prevista em Montes Claros para às 12h15.
Fonte:Panrotas-por:Alex Souza
15/01/2011
Congonhas tem mais de 30% dos voos cancelados nesta manhã de Sabado (15)
Em Guarulhos, na Grande São Paulo, dos 67 voos, 11 (16,4%) atrasaram e um (1,5%) foi suspenso, segundo boletim da Empresa Brasileira de Infraestrutura Portuária (Infraero).
No Rio de Janeiro, o Aeroporto do Galeão tinha 19,5% das 41 partidas previstas atrasadas e 3 (7,3%) canceladas. No Santos Dumont, dos 42 voos, apenas dois (4,8%) atrasaram e 6 (14,3%) foram suspensos.
Em todo o país, dos 798 voos domésticos, 106 (13,3%) tiveram atraso e 57 (7,1%) foram cancelados.
Fonte:IstoÉ-Por:Priscila Trindade
18/10/2010
Vizinhos de Congonhas pedem janela antirruído
Para elas, deve-se só tomar cuidado para que os equipamentos antirruído sejam instalados em imóveis cujos moradores, comprovadamente, tenham a saúde afetada pelo barulho.
A proposta das barreiras antirruído nas casas foi inspirada em medida adotada no Aeroporto de Scottsdale (Arizona), nos Estados Unidos.
Ele afirma que a meta agora é garantir que a medição seja feita da melhor forma possível.
A Infraero prometeu medir cinco pontos dentro da curva de ruído, um espaço por onde se propaga o barulho dos aviões, durante 15 dias até o fim do mês.
"Fizeram muitas exigências para esses locais. Não podia ter cachorro perto e tinha de permitir acesso por 24 horas a pessoas que nem conhecemos", argumenta a presidente da Associação Brasileira de Parentes e Amigos das Vítimas de Acidentes Aéreos (Abrapavaa), Sandra Assali.
"Nossas reivindicações estão calçadas em argumentos técnicos e normas internacionais", diz Sarmento.
As medições da Infraero não começaram porque os aparelhos, cedidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), estão sendo calibrados por um laboratório de acústica.
Nota :A Exemplo do que foi feito na Espanha ,onde para se ter uma boa convivência com os moradores e poupar milhões em indenizações os adimistradores do aeroporto de Madrid Barajas efetuaram um estudo baseado em ruídos aeronauticos específicos ,e em horários pontuais, afim de identificar os níveis de ruidos que efetavam as moradias ao entorno.
Depois Aeroporto Madrid -Barajas
Antes
Depois
Antes
Depois
Na Area I :são permitidos a implantação ,o uso e desenvolvimento de algumas atividades ,tais como:
- Produção e extração de recursos naturais (Agricultura;Mineração e Atividades equivalentes)
- Serviços Públicos ou de Atividades Públicas (Estações de tratamento de agua e esgoto;cemitérios;equipamentos urbanos equivalentes)
- Comercial ( estacionamentos;Armazens;Feiras livres)
- Recreação e Lazer ao Ar Livre(Parques,praças ,áreas verdes;Campos de Esportes)
- Transportes (Rodoviárias ,ferrovias;terminais de carga e passageiros;Auxílios a Navegação Aérea).
O Gráfico acima mostra uma avaliação mais pontual (específica)referente as curvas de ruídos,com o propósito de proteção do entorno utilizando as características peculiáres de cada aeródromo.- Residencial
- Saúde (Hospitais,consultórios,azilos)
- Educacional (Escolas;Creches)
- Serviços Públicos ou de atividades Públicas(Hoteis;Moteis;edificaçõews para atividades religiosas;Centros comunitários e Profissionalizantes)
- Cultural (Cinemas;Teatros;Bibliotecas,Auditórios)
Embora esteja tudo errado a associação de moradores deveria pedir uma indenização e o custeio das medidas contra ruídos da prefeitura de São Paulo,pois como já dito o Aeroporto ja chegou ali muito antes dos moradores ,na época de sua implantação era apenas uma fazenda e nada ao redor.
05/09/2010
Fingers de Congonhas têm novo sistema de segurança
O assessório, instalado no final de agosto, impede o esmagamento da porta da cabine da aeronave contra a plataforma da ponte caso o sensor de autonivelamento do equipamento não seja ativado.
Os dispositivos instalados foram desenvolvidos em um ano por profissionais das Coordenações de Sistemas Comerciais e de Navegação Aérea e da Gerência de Manutenção do aeroporto, com a orientação do engenheiro Marcos Virgens, que destacou as vantagens da tecnologia.
“Com a implantação deste sistema, os possíveis transtornos, como a inoperância da ponte e danos materiais, foram eliminados”, explicou ele.
30/07/2010
Grupo marca mais 2 reuniões para debater horários de Congonhas
Objetivo é tentar restringir nível de ruído nos bairros próximos.
Na primeira reunião entre as associações de moradores das regiões do entorno do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, e representantes das companhias aéreas que operam no terminal, não houve avanço significatvo nos quesitos discutidos pelas partes.
Em razão disso, foram marcadas duas novas reuniões nas quais serão debatidos aspectos técnicos preliminares que podem levar a um acordo: nos dias 12 e 31 de agosto.
O grupo de trabalho discutirá os termos do possível acordo a partir da proposta lançada pelas associações de moradores na audiência judicial de conciliação realizada em 22 de junho.
Após essas primeiras reuniões técnicas, o grupo de trabalho vai estudar a abertura da discussão sobre o horário de funcionamento do aeroporto à sociedade civil na forma e meio adequados.
Três associações de moradores entraram com ação civil para tentar limitar o horário de operação no aeroporto e também restringir o nível de ruído na região.
O primeiro encontro, realizado na sede da Procuradoria da República no Estado de São Paulo, localizado na Rua Peixoto Gomide, na região da Paulista, teve início pouco depois das 14h desta quinta-feira (29) e terminou por volta das 18h50.
Participaram dois representantes de cada uma das partes envolvidas.
Os proponentes da ação civil são a Associação de Moradores e Amigos de Moema (AMAM), Movimento de Moradores pela Preservação Urbanística do Campo Belo (MOVIBELO) e Associação dos Verdadeiros e Moradores do Jardim Aeroporto (AVAMOJA).
Constam como réus a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a Infraero, a Prefeitura de São Paulo e as empresas TAM, Gol, Pantanal, BRA, Ocean Air e VGR.
As companhias aéreas já haviam decidido, anteriormente, que serão representadas pelo Sindicato Nacional de Empresas Aéreas (SNEA).
A reunião foi mediada pela procuradora da República Adriana Zawada Melo.
De acordo com a ação civil, os moradores querem que os pousos e decolagens sejam limitados ao período das 7h às 23h e que os testes das turbinas das aeronaves em hangares do aeroporto ocorram das 9h às 22h.
Além disso, pleiteiam que seja feita uma proteção acústica adequada destes locais, para que atendam norma ABNT de emissão de ruídos.
E ainda pedem que sejam custeados os equipamentos anti-ruído nas residências próximas ao aeroporto.
Caso isso não ocorra, o juiz federal Paulo Cezar Neves Júnior, da 2ª Vara Federal Cível de São Paulo, decidirá se dará prosseguimento ou não à ação civil.
Fonte:G1.com








