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06/06/2010

BP diz que funil já recolhe mais da metade do petróleo que vaza

BP diz que funil já recolhe mais da metade do petróleo que vaza

Prezados leitores -Apesar de não ter nada haver com aviação a matéria choca devido aos recentes acidentes ambientais de grandes proporções que tem sido mostrados... as imagens falam por sí ,pois os EUA são sempre os piores causadores de poluição e ainda, se recusam a assinar qualquer tratado em benefício do meio ambiente...

Onde o mais recente desastre ecológico de proporção inimaginável vem devastando a costa da Florida e do Golfo do México ,e ainda tem a cara de pau de falar que não darão um centavo para indenizações ...

Fazem pouco caso dos relatórios ambientais alertando sobre os derretimentos das geleiras , sobre a camada de Ozônio, dizendo que não passam de exageiros ,mentiras ,e propaganda política da ONU...e sempre são eles os mais atingidos pelos reversis da natureza,com ciclones gigantescos,tufões ,e ETC... não aprendem ...

O motivo de se mostrar tal matéria é sempre o de incentivo ao meio ambiente ,já que a aviação tem sido alvo constante de críticas de agrassão ao meio ambiente ,por emissão de gases na atmosfera,e ao contrário do que vem se falando a aviação evoluiu muito nos ultimos cem anos e hoje já vislumbra voos com energia solar ( vide matéria -Solar Impulse).

Pelicano coberto em petróleo

O vazamento é considerado o pior desastre ambiental da história americana






A petroleira British Petroleum (BP) disse neste domingo que o funil especial colocado sobre o vazamento de petróleo no Golfo do México já recolhe mais da metade do fluxo de óleo para navios na superfície.

“Neste momento, o funil de contenção desvia cerca de 10 mil barris de petróleo diariamente para superfície”, disse o presidente da BP, Tony Haywards.

Calcula-se que o poço danificado, localizado cerca de 1,5 mil metros abaixo da superfície libere entre 12 mil e 19 mil barris diários de petróleo no Golfo do México, no que está sendo considerado o maior desastre ambiental da história dos Estados Unidos.

Hayward disse que a empresa pretende implementar esta semana outra tática para conter o vazamento que, junto com o funil, deve ser capaz de conter “ a grande maioria” do petróleo que polui a região.

Em agosto a empresa espera conseguir uma solução definitiva para o problema quando estiverem prontos outros dois poços que devem desviar o petróleo do poço danificado.


Recuperação

O executivo disse que a empresa está comprometida com a recuperação total da região.

“Limparemos o petróleo, solucionaremos qualquer dano ambiental e deixaremos a costa do Golfo do México nas mesmas condições que estavam antes do evento.

Este é um compromisso inquestionável, permaneceremos por lá muito tempo após o assunto ter deixado de ocupar a atenção da imprensa, honrando nossas promessas”, disse ele.

A empresa chegou a perder um terço de seu valor no mercado de ações desde o início da crise e vem sendo criticada por gastar alegadamente US$ 50 milhões em comerciais de TV para tentar recuperar sua imagem.

A empresa diz ter gasto mais de US$ 1 bilhão em operações de limpeza desde o início do vazamento no dia 20 de abril, depois que uma explosão destruiu a plataforma Deepwater Horizon, causando a morte de 11 trabalhadores.

Em seu pronunciamento semanal neste sábado, o presidente Barack disse que vai garantir que a BP seja responsabilizada financeiramente pelo vazamento e pague “cada centavo” do que deve.

As estimativas são de que a quantidade de petróleo vazado no mar desde abril varie entre 80 milhões e 180 milhões de litros.


Fonte:BBC Brasil/VIdeos RT News

13/05/2010

Oléo continua vazando no Golfo do México

Oléo continua vazando no Golfo do México



Washington-As primeira evidencias do vazamento de óleo no golfo do México ,indicam uma sequência devastadora de falhas de equipamentos, uma dezena de equipamentos em plataformas de petróleo nos EU estão em péssimas condições de uso e desrregulados.


Uma Audiência foi realizada nesta quarta feira no Congresso com setores de Administação em Washington e Louisiana ,estabeleceu que houve uma sequencia de falhas invisíveis sobre aspectos amplamente regulamentados e bem seguros que parecem ter contribuído para o acidente ambiental de 20 de Abril ,tais como:encaixes hidraulicos frouxos,falta de baterias...etc.






O fato é que os EU em sua busca por petróleo em casa, a profundidades cada vez maiores deixam toda a parte de quipamentos e segurança na perfuração a cargo de terceiros.

Enquanto isso o Óleo continua jorrando em larga escala poluindo e poluindo e poluindo ...


Fonte:CNN/G1.com/RT News

30/04/2010

Novas tecnologias contra a mancha de Petróleo

Novas tecnologias contra a mancha de Petróleo no Golfo do México


vazamento.jpg


De um cone submarino gigante a pequenos submarinos-robôs, o derramamento de petróleo no Golfo do México depois da explosão de uma plataforma a serviço da BP na semana passada trouxe à tona algumas das últimas tecnologias de contenção em desastres deste tipo.

http://odia.terra.com.br/portal/cienciaesaude/fotos/27_oleo_nasa_575X420.jpg

Até esta quinta-feira, pequenos submarinos controlados remotamente ainda não tinham conseguido fechar as válvulas que conectavam a reserva petrolífera à plataforma Deepwater Horizon.

http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/26/26/26/7583162.explosao_mundo_285_399.jpg

Enquanto isso, a Guarda Costeira americana afirmou que o vazamento de seria cinco vezes maior do que anunciado pela BP inicialmente.

Por isso, aventa-se a possibilidade de instalar um gigantesco cone por cima do vazamento, o que permitiria a estocagem do óleo e posterior retirada por navios-tanques.

Os dois únicos problemas neste método são:


  1. Nunca se utilizou essa tecnologia em águas tão profundas quanto às do atual vazamento

  2. A estrutura pode levar semanas até ficar pronta e ser instalada

Por isso, esta tecnologia já foi comparada a "má ficção científica".

Enquanto isso, milhares de pessoas em diversas embarcações e aeronaves lutam contra o tempo usando métodos mais rudimentares para impedir o desastre ecológico iminente sobre o litoral sul dos Estados Unidos.

Boias e tubulações de contenção tentam limitar e facilitar o recolhimento do petróleo por navios-tanque, produtos químicos são lançados em outras áreas para facilitar a quebra das moléculas do petróleo e facilitando assim a decomposição natural.

A Guarda Costeira também apelou para um recurso simples nesta quinta-feira: fogo.

Enquanto os ventos favorecem este método, as autoridades devem tentar queimar porções da mancha antes que ela chegue aos delicados manguezais de Lousiana.

No entanto, mesmo com a gigantesca mobilização e experiência em derramamentos assim, as autoridades já se preparam para um desastre ecológico de proporções dramáticas.


Fonte:BBC Brasil

Vazamento de Petróleo esta fora de controle no Golfo do México

Vazamento de Petróleo esta fora de controle no Golfo do México



Mancha de óleo atinge costa da Louisiana

Trabalhadores colocam barreiras para conter vazamento em barco no  porto de Venice, Louisiana

Trabalhadores colocam barreiras para conter vazamento

A Guarda Costeira dos Estados Unidos informou, nesta quinta-feira, que parte do óleo derramado no vazamento no Golfo do México já atingiu a costa do Estado da Louisiana.

Uma autoridade local disse à BBC que o óleo atingiu uma ilha perto do delta do rio Mississipi. Alguns residentes da região costeira e um correspondente da BBC em Louisiana afirmaram que já podiam sentir o cheiro do petróleo vindo do mar.

Ainda nesta quinta-feira, o governo da Louisiana declarou Estado de emergência devido ao vazamento de petróleo.

A decisão foi tomada depois de a Guarda Costeira americana ter revelado que a quantidade de petróleo que vaza do poço da plataforma Deepwater Horizon é cinco vezes maior do que se pensava e ameaça chegar à costa já nesta sexta-feira, devido à mudança na direção dos ventos.

"Soubemos que os dados da agência para Oceanos e Atmosfera agora mostram que a mancha de petróleo pode alcançar nossa costa antes do que o esperado", disse o governador da Louisiana, Bobby Jindal, em nota oficial.

"Falei com a secretária (nacional de Segurança Interna, Janet) Napolitano nesta noite para destacar as necessidades do Estado enquanto nos preparamos para o impacto da mancha de petróleo.”

“Como a mancha de petróleo se aproxima de nossa costa, pedimos mais recursos da Guarda Costeira e da BP (British Petroleum, que operava a plataforma), enquanto trabalhamos para diminuir os efeitos da mancha", afirmou o governador.

Janet Napolitano, por sua vez, anunciou que o governo dos Estados Unidos determinou que a mancha de petróleo que pode atingir a costa da Louisiana é um evento de importância nacional.

Segundo ela, isto significa que as autoridades estaduais poderão pegar recursos de todo o país para lidar com a situação.

Napolitano também afirmou que um segundo centro de comando está sendo estabelecido na cidade de Mobile, no Estado do Alabama, para ajudar na coordenação dos esforços para conter o vazamento de petróleo.

Militares

O petróleo formou uma mancha com uma área de cerca de 72 km por 170 km - maior do que a área da Jamaica.

A contra-almirante Mary Landry, da Guarda Costeira, disse em Nova Orleans que o equivalente a 5 mil barris de petróleo por dia estão vazando no mar a 80 km da Louisiana.

Segundo Landry, técnicos da Noaa (sigla em inglês da Agência Americana para Oceanos e Atmosfera) revisaram para cima a estimativa do tamanho do vazamento baseados em fotos aéreas, estudo da trajetória da mancha e condições climáticas locais, entre outros fatores.

Com a piora da situação, militares americanos foram mobilizados nesta quinta-feira para ajudar a conter o petróleo pela primeira vez desde o início do vazamento.

Fogo

Uma equipe da Guarda Costeira ateou fogo a parte da mancha de petróleo, em uma tentativa de salvar o frágil ecossistema de pântanos da Louisiana. O Estado abriga cerca de 40% dos pântanos e mangues americanos e é o habitat de inúmeras espécies de peixes e aves.

A queima controlada da mancha foi feita em uma área cerca de 50 km a leste do delta do Rio Mississippi, de acordo com as autoridades.

A plataforma Deepwater Horizon, que pertence à empresa suíça Transocean e estava sendo operada pela British Petroleum (BP), explodiu na terça-feira passada e afundou na quinta-feira, depois de ficar dois dias em chamas.

Onze trabalhadores desapareceram depois do desastre, que está sendo considerado o mais grave do tipo em quase uma década.


Fonte: BBC Brasil