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26/01/2011

SAAB entrega fuselagem do Veículo Aéreo não Tripulado (UCAV) NEURON

SAAB entrega fuselagem do Veículo Aéreo não Tripulado (UCAV) NEURON

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_HJAiN3EnpDOVcZzHq58Fvj31Qbd5DcH2oo40IEkj4Nwq0KyoLoGlL8BapudPmpb6yiGrlqWUYQvVSUYeYQhfxIdW55Lv-i0Jp0C9pJAlYULE9_lmziMh8ZlobvY-kANNnyXF1tezw6Es/s400/Dassault+neuron+-+UCAV+-+AVEC2.jpg

A SAAB entregou hoje a seção da fuselagem do protótipo demonstrador de tecnologia-Veículo de Combate Aéreo (UCAV) Neuron em cerimonia realizada nesta Terça-Feira(25) em sua sede na Suécia.

http://www.flightglobal.com/assets/getAsset.aspx?ItemID=37934

A estrutura será levada para a Base Aérea de Istres no Sul da França,onde a Dassault que é responsável por conduzir o projeto ,irá anexar as asas assim garantir que esteja pronto para o rollout e seu primeiro voo de teste que estão previstos para começar ainda este ano.


Lançado em 2003 com um custo inicial de € 400 milhões (US$ 548 milhões),o projeto Neuron envolve ,França,Grécia,Itália,Espanha,Suíça e Suécia.

Os países parceiros irão desenvolver novas tecnologias que irão equipar os futuras gerações de UCAV Stealthy desenvolvidos na Europa.




Apenas um protótipo será desenvolvido e construído com o financiamento dos países participantes.

"Estamos entrando na fase final do projeto"-disse Leonard Sindahl da SAAB Aerospace Aeronautical,Responsável pela confecção e fabricação da fuselagem da aeronave.

A SAAB tem 23 % de participação no Workshare sobre o programa.



Projetado com características Stealth ,o Neuron usa sobre a fuselagem uma camada composta construída sobre uma estrutura de alumínio.

O projeto Neuron destina-se a provar alguns conceitos chaves para operações com futuras aeronaves de combate não tripulado,que podem ser adquiridos a nível Europeu ou Nacional.

http://www.flightglobal.com/blogs/aircraft-pictures/assets_c/2009/09/skeldar-thumb-450x270-47826.jpg

A Empresa Sueca também esta desenvolvendo um helicóptero não tripulado chamado de SKELDAR,que será reservado para potenciais clientes na Suécia ,que poderá entrar em serviço já em 2012.




Fonte:flightglobal/fotos:flightglobal;Voar News/Videos:PierreBraquemard;Nauarxos3000;SaabGroup-via:Youtube

03/11/2010

Itália compra 22 helicópteros para a Aeronautica Militare Italiana

Itália compra 22 helicópteros para a Aeronautica Militare Italiana

http://www.salthillairshow.com/iac_aw139/images/iac_aw139_01.jpg

AgustaWestland AW 139

A Aeronautica Militare Italiana (AMI, força aérea da Itália) assinou um contrato de 1.2 bilhões de Euros para a compra de 10 helicópteros de busca e resgate AgustaWestland AW 139 e 12 AgustaWestland AW 101Merlin, de emprego geral e transporte utilitário.

http://www.military.ie/aircorps/fleet/aw139/aw139.jpg

Um AW 101 Merlin da Marinha Italiana, exemplar semelhante ao que foi comprado para a Força Aérea.


http://www.flightglobal.com/airspace/media/galleries/images/12261/500x400/raf-agustawestland-eh101-aw101-merlin-hc-3.JPG

O investimento foi aprovado em 13 de outubro último, pelo Comitê de Defesa do Senado italiano.


fonte:revista ASAS online/videos Youtube.com

30/05/2010

Brasil é atual oportunidade para mercado militar

Brasil é atual oportunidade para mercado militar

A Finmeccanica, maior grupo italiano no ramo aeroespacial e de defesa, aposta nos projetos militares de modernização de equipamentos para conquistar mercado

http://www.intell.rtaf.mi.th/intellFilesUpload/intellnews/51497-01.jpg

Roma — A Finmeccanica, o maior grupo italiano no setor aeroespacial e de defesa, decidiu transformar o Brasil em prioridade imediatamente.

Oitava maior companhia mundial no setor — e com atuação crescente nas áreas de energia e transporte —, vê no país uma enorme oportunidade para crescer.

O grupo não esconde que o acordo assinado entre Brasil e Itália em abril, que inclui a previsão de uma série de investimentos italianos no país, representa enormes chances de entrar em um dos poucos mercados mundiais hoje em crescimento acelerado e ainda não dominado pelas empresas norte-americanas do setor.

O Brasil, que defende com unhas e dentes a necessidade de transferência de tecnologia nos projetos militares, resiste à postura dos EUA nessa questão, em geral pouco dispostos até a negociar essa possibilidade.

“Para nós, o Brasil é muito importante. O acordo entre Berlusconi e o presidente Lula abre muitas possibilidades, inclusive para a transferência de tecnologia, que seria impossível sem isso”, assegura o CEO do grupo Finmeccanica, Pier Francesco Guarguaglini.

Embora não façam previsões nem de valores de investimentos nem de faturamento, os italianos querem entrar com todas as forças nos projetos de modernização das Forças Armadas, em particular no da Marinha, já que a concorrência FX-2, para a compra dos novos caças da Forca Aérea Brasileira (FAB), provavelmente será vencida pelos franceses, desbancando o sueco Grippen (que conta com uma série de componetes das empresas do grupo italiano).

Mesmo que o Rafale, da francesa Dassault, leve o contrato, a Finmeccanica já prevê a necessidade de modernização dos atuais aviões de treinamento, os Super Tucanos.

Como os novos caças serão muito mais avançados, potentes e velozes, pertencentes à chamada 5ª geração, independentemente da empresa escolhida, a FAB necessitará de um avião de treinamento com uma menor distância de desempenho em relação aos novos aviões de combate para assegurar a capacitação dos pilotos.

É aí que a Alenia Aermacchi, uma das integrantes do grupo, pretende entrar, oferecendo o M346, um avião de treinamento que pode até funcionar como um caça leve de combate.

Outra possibilidade é a concorrência que envolve a construção de novas fragatas para a Marinha brasileira, com a necessidade de fornecimento de sistemas de armamento e de defesa, bem como para a nova corveta da classe Barroso.


Fonte:Plano Brasil via:Correio Braziliense via CCOMSEX

09/05/2010

Russia comemora os 65 anos do Dia da Vitória (Dia D) com parada Militar inédita

Russia comemora os 65 anos do Dia da Vitória (Dia D) com parada Militar inédita

VE-Day parade  on Moscow’s Red Square



A russia comemorou neste Domingo (09) os 65 anos do dia da Vitória das Forças Aliadas contra o Império Nazista.

Em uma parada inédita e com todo pompa militar ao estilo Russo,pode-se ver hoje um verdadeiro show de Equipamentos Militares dos mais raros aos mais atuais .

Com o tradicional toque dos sinos da Praça Vermelha em Moscou , abriu-se o desfile Militar da comemoração dos 65 anos do dia da Vitória.

Confira o desfile do Dia da Vitória na integra.






Fonte/Fotos :RT News-videos RT News via Youtube.com

12/11/2009

ITALIA ASSINA CONTRATO DE 220 MILHÕES DE EUROS PARA AQUISIÇÃO DE AERONAVES

ITALIA ASSINA CONTRATO DE 220 MILHÕES DE EUROS PARA AQUISIÇÃO DE SEU PRIMEIROS M-346 MASTER

M-346

Contrato é para os primeiros seis M-346 Masters destinados à Força Aérea Italiana, e inclui simuladores e suporte

A Finmeccanica anunciou em Roma, no dia 10 de novembro, que assinou um contrato no valor de 220 milhões de euros para fornecer à Força Aérea Italiana seis treinadores avançados a jato M-346 Master (que deverão receber a denominação T-346A) e simuladores de voo, compreendendo um sistema integrado de treinamento.

O anúncio foi feito por meio da Alenia Aermacchi (subsidiária Alenia Aeronautica) e ARMAEREO (Direzione Generale per gli Armamenti Aeronautici – Direção Geral para Armamentos Aeronáuticos).

O contrato também inclui apoio logístico, treinamento de pessoal militar e construção de parte da plataforma de infraestrutura logística que será usada para treinamento e operações em terra: salas de treinamento multimídia e hangar para serviços de manutenção na Escola de Voo de Lecce.

Os dois primeiros M-346 deverão ser entregues no final de 2010, inicialmente para o Departamento de Testes de Voo da Base Aérea de Pratica di Mare, onde serão realizados os primeiros testes operacionais.

Até o final de 2011, a Força Aérea Italiana deverá receber outras quatro aeronaves.

Segundo a empresa, este contrato faz parte de um acordo maior, que inclui 15 aeronaves e respectivo suporte logístico.

Além disso, informou-se que diversos países do mundo estariam avaliando o M-346 Master para suas necessidades de treinamento, o que inclui os Emirados Árabes Unidos, que recentemente anunciou a aquisição de 48 exemplares , o contrato para os mesmos estaria em finalização.

M-346




FONTE:Poder Aereo / FOTOS: Alenia Aeronautica/video:Youtube.com

24/10/2009

POR DENTRO DO PANAVIA TORNADO

POR DENTRO DO PANAVIA TORNADO





Panavia Tornado F2 Cutaway



Foto: Equipamentos-Militares

O Panavia Tornado é uma família de caças bi-motor desenvolvido em conjunto pelo Reino Unido, Alemanha e Itália.



Existem três versões primárias do Tornado:

  • Tornado IDS - versão de ataque à superfície;
  • Tornado ADV - versão de intercepção e superioridade aérea;
  • Tornado ECR - versão de reconhecimento e de combate electrónico.
Tipo: Caça de defesa aérea, Superioridade Aérea, Guerra Eletrônica e Ataque ao solo

  • Fabricante: Panavia Aircraft GmbH
  • Primeiro voo: 14 Agosto de 1974
  • Inicio do serviço: 1979
Status: Ainda em uso e modernizado

  • Primeiros usuários: Real Força Aerea Alemã, Força Aerea Italiana e Real Força Aerea Saudita.
  • Producão: 1979 à 1999
  • Total produzido: 992
  • Variante: Panavia Tornado ADV
  • Tripulação: 2
  • Comprimento: 16.72 m
  • Envergadura: 13.91 m com 25° de asa aberta, 8.60 m com 67° de asa aberta
  • Altura: 5.95 m
  • Area das asas: 26.6 m²
  • Peso vazio: 13,890 kg
  • Peso máximo de decolagem: 28,000 kg
  • Motores: 2× Turbo-Union RB199-34R Mk 103 com pós combustão
  • Velocidade máxima: 2,417.6 km/h
  • Alcance em combate: 1,390 km
  • Alcance máximo: 3,890 km com 4 tanques extras de combustível
  • Altitude de serviço: 15,240 m
  • Razão de subida: 76.7 m/s

Armamento: 1 canhão de 27 mm Mauser BK-27 com 180 cartuchos ou na Luftwaffe com 2 canhões, quatro pontos sob a fuselagem e quatro pontos sob as asas com capacidade máxima para 9000 kg de carga, entre bombas, combustível e pods de contra medidas eletrônicas, pode ndo transportar 2 misseis ar-ar AIM-9 Sidewinder, IRIS-T ou AIM-132 ASRAAM, e misseis de auto defesa.

Free Vehicles Wallpaper: Panavia Tornado

E uma grande variedade de misseis ar-terra, pod de reconhecimento RAPTOR, designador de alvos a laser TIALD.

O Tornado da Panavia é um avião de combate bimotor, que foi desenvolvido em conjunto pelo Reino Unido, pela Alemanha Ocidental e pela Italia.

Há três versões do Tornado; caça bombardeiro, supressão das defesas aéreas inimigas, conhecimento eletrônico de combate e interceptador.

É um dos aviões mais sofisticados e capazes na defesa e ataque em combate do mundo, com uma grande carga útil, de grande alcance e manobralidade elevada.

O avião foi construído para o espaço aéreo britânico, consistindo em um consórcio tri-nacional, pela Panavia, pelo MBB de Alemanha Ocidental, e pela Alenia Aeronautica da Italia, tendo voado em 14 de Agosto de 1974, entrando em combate na Guerra do Golfo.

Incluindo todas as variações, 992 aviões foram construídos para as três nações e mais a Arábia Saudita.


A inicio da utilização dos Tornados foi em 27 Julho de 1979, com as entregas que totalizam 247.

Os Tornados alemães forma usados em combate pela OTAN durante a guerra de Kosovo, a primeira operação de combate para o Luftwaffe desde a segunda guerra mundial. Tornados britânicos e italianos participaram em 2007, no Norte doAfeganistã.

A Itália utilizou 15 na Guerra do Golfo em 1991, perdendo um avião devido a artilharia anti aérea ao, e um no Kosovo em 1999.



Os GR1s do RAF foram usados durante a Guerra do Golfo, e a operação Raposa do Deserto e na guerra de Kosovo.

Sete aviões do RAF foram perdidos durante o conflito. Foram feitas cerca de 1500 missões de bombardeio e 100 missões de patrulha.


Os tornados GR4 tornou-se operacional nas patrulhas ao sul do Kuwait, patrulhando grande parte do Sul do Iraque, sendo usados em bombardeios contra alvos no solo iraquianos.

A campanha no Iraque marcou o inicio do uso de bombas inteligentes Paveway usadas para atacar pistas de aerodromos. Em 23 de março de 2003 um Tornado GR4 foi abatido pelo fogo amigo, uma bateria de mísseis PATRIOT Americano, matando ambos tripulantes.

Em 2009 o Tornado GR4s será substituido por aviões de ataque ao solo Harrier GR7/9 que foi baseado no aeródromo de Kandahar no Afeganistão desde novembro de 2004.

A Real Força Aérea Saudita assinou um contrato em 25 de setembro de 1985, com o Reino Unido par a compra de 72 Tornados.

O primeiro voo de um Tornado da RSAF realizou-se em 26 de março de 1986, e o primeiro Tornado Saudita foi entregue em 9 de fevereiro de 1989. Forma usados durante a Guerra do Golfo.

Em junho de 1993 um novo contrato foi assinado, para a aquisição de mais 48 IDSs.

Em setembro de 2006 foi assinado um contrato para a modernização de 80 aviões da frota saudita avaliado em U$ 4.7 bilhões de doláres, a responsável pela modernização será a BAE, a Real Força Aérea Saudita pretende manter sua frota de Tornados em condições de voo até 2020.

videos:Youtube.com

25/09/2009

Terminal A de Roma será somente da Skyteam


E neste mesmo terminal, foi inaugurada neste mês uma área de embarque exclusiva para passageiros que utilizam a ponte-aérea Roma-Milão, diminuindo o tempo total de duração da viagem.

A mesma situação aconteceu no aeroporto de Linate, na rota inversa.

Outra novidade para os clientes da classe econômica será o serviço de web check-in que, a partir de outubro, terá o acesso estendido de 24h para 30h antes do embarque, aumentando também a quantidade de aeroportos com a disponibilidade deste serviço.

Fonte:Panrotas online/Por:Claudio Schapochnik

23/09/2009

A1 AINDA INCOMPLETO

AMX -A1 TEM SEU POTENCIAL SUB APROVEITADO



a1-3

No momento em que se fala tanto de transferência de tecnologia no Programa FX-2 da FAB, é bom relembrar o caso do AMX, o avião de ataque que foi desenvolvido e produzido conjuntamente pela Itália e pelo Brasil.

Graças ao AMX, a Embraer e várias outras empresas brasileiras puderam absorver know-how em áreas antes desconhecidas.

As indústrias aeronáutica, eletrônica e mecânica brasileiras ganharam muito, capacitando-se no desenvolvimento e produção de sistemas modernos.

Houve geração de empregos de nível elevado e elevação dos padrões profissionais.

Em junho de 1977, a Aeronautica Militare Italiana - AMIconcebia uma aeronave de ataque leve, pequena, ágil e robusta, especializada em missões de apoio aéreo aproximado e interdição. O AMX deveria substituir os Fiat G-91 na AMI.

O avião, que seria denominado AMX (Aeritalia-Macchi X-perimental), era comparável ao A-4 Skyhawk americano, em dimensões, peso e potência do motor.

A Macchi já tinha contatado a Embraer anteriormente propondo seu MB340, mas resolveu unir-se à Aeritalia que trabalhava num projeto semelhante, economizando assim tempo e dinheiro.

O Brasil já tinha fabricado oMB-326 Xavante da Macchi sob licença e a aproximação com a Itália era natural.

O governo brasileiro acompanhava com interesse o AMX, pois a FAB estava convicta que o avião preencheria seus requisitos de um caça tático para o início dos anos 90.

Em 27 de março de 1981, foi assinado um memorando de acordo entre o Brasil e a Itália, para o desenvolvimento e a produção conjunta do avião, em base totalmente colaborativa.

Desenvolvimento

amx-3v-3

O AMX foi pensado desde o início como uma aeronave de ataque leve, voltada para alvos de superfície. O design do canopy e o nariz afilado para baixo visam dar ao piloto uma boa visibilidade para alvos em terra.

A configuração de asas em posição de ombro foi escolhida prevendo a operação em pistas semi-preparadas e decolagens curtas.

O formato da asa, com enflechamento de 31 graus no bordo de ataque dá agilidade a baixas altitudes e tem a capacidade de suportar consideráveis danos em combate.

mk807

O motor escolhido foi o velho e confiável Rolls-Royce Spey Mk.807, com 5.000kg de empuxo seco. Com esse motor, o AMX pode voar a mais de 500 nós de velocidade à baixa altura, com sua carga máxima de bombas.

O perfil típico de missão do AMX é Hi-Lo-Hi, atacando alvos com bombas “burras”, mas com alta precisão, graças aos computadores de bordo, que permitem o lançamento das armas pelos modos CCIP (ponto de impacto continuamente computado) e CCRP (ponto de lançamento continuamente computado).

Para auto-defesa contra caças inimigos que tentassem impedir o cumprimento de suas missões, o AMX foi equipado com sapatas nas pontas das asas, para o lançamento de mísseis Sidewinder AIM-9L ou o Piranha MAA-1.

amx-corte

Sete protótipos foram construídos, tendo o primeiro voado em 15 de maio de 1984. A produção dos primeiros 30 aviões (21 para a Itália e 9 para o Brasil) começou em 1986, juntamente com o projeto da versão biplace.

A primeira aeronave de produção fez seu roll out em 29 de março de 1988, em Turin, realizando seu primeiro voo em 11 de maio.

O segundo contrato de produção foi feito em 1988, de 59 aviões para a Itália e 25 para o Brasil, incluindo 6 e 3 biplaces respectivamente.

As entregas à AMI começaram em abril de 1989 e o primeiro A-1 da FAB (5500) fez seu primeiro voo em 12 de agosto de 1989. A entrega ocorreu em 17 de outubro de 1989.

O primeiro voo do biplace italiano AMX-T ocorreu em 14 de março de 1990 e o primeiro voo do biplace brasileiro (5650) ocorreu em 14 de agosto de 1991.

O último AMX monoplace italiano foi entregue em 1997, num total de 110 aeronaves produzidas. O último biplace foi entregue em 1998, com um total de 26 produzidos. As aeronaves foram produzidas em 3 lotes (batches), tendo o quarto (49 aeronaves) e quinto (51 aeronaves) lotes sido cancelados.

No Brasil, também foram 3 lotes, totalizando 56 aeronaves (45 monoplaces e 11 biplaces).

Entrada em serviço

A entrada em operação do AMX tanto na Itália quanto no Brasil foi prejudicada pela falta de verbas para a conclusão dos programas. Na Itália, somente as aeronaves do Lote 3 é que entraram em serviço com o status FOC (full operational capability).

O lote 2 era pré-FOC e o lote 1 foi colocado na reserva.

As aeronaves da FAB entraram em serviço sem radar, sem canhões e sem a capacidade de disparar mísseis ar-ar.

A razão disso teria sido o atraso no desenvolvimento do míssil Piranha. Mas algumas fontes dizem que os AMX da FAB não possuem a cabeamento para o uso de qualquer míssil nas pontas das asas.

Com todos os problemas, o AMX foi o responsável pela introdução de novas tecnologias na FAB, como HOTAS (Hands on Trottle and Stick), HUD (Head-up Display), MFD (Multifunctional Display), RWR (Radar Warning Receiver), ECM, barramento de dados 1553B e novos conceitos de manutenção (BITE).

Em operação

Em 1998 a FAB foi convidada para participar da Operação Red Flag nos EUA. Foram deslocados 6 aeronaves AMX e 90 militares do Esquadrão Adelfi, apoiados por um KC-137 e um C-130.

O Esquadrão Adelfi (1º/16º GAv) voou um total de 236:45h na Red Flag, onde ficou evidenciado “a impressionante velocidade de adaptação dos brasileiros”, segundo oficiais americanos.

Consta que os AMX da FAB atingiram 75% dos alvos designados e nenhum foi abatido por fogo inimigo, tendo ainda obtido alguns kills contra caças que tentaram interceptá-los a baixa altitude.

O mid-life upgrade

scp-01-laad09

Dentro do programa de reaparelhamento da FAB, foi assinado um contrato com a Embraer para a modernização de toda a frota de AMX.

O programa prevê a padronização dos sistemas de navegação e comunicação dos três lotes, similares ao do programa do F-5BR, além da instalação do radar SCP-01, da empresa Mectron de São José dos Campos, capaz de detectar alvos múltiplos em terra, no ar e mar.

scp-01

O Comando da Aeronáutica vai investir US$ 400 milhões ao longo de 60 meses para modernizar 53 caças-bombardeiros AMX A-1 da FAB.

Na nova versão do AMX, os pilotos passarão a contar com um avançado sistema de gerenciamento de combate e um designador laser para dirigir bombas inteligentes e mísseis ar-terra de precisão.

A empresa israelense Elbit Systems ganhou no ano passado o contrato da Embraer para o fornecimento de sistemas eletrônicos (aviônica) para o programa de modernização dos AMX da Força Aérea Brasileira.

O desenvolvimento inicial e a fase de protótipos do contrato somam 67 milhões de dólares. O contrato completo, incluindo a fase de produção subsequente, totaliza 187 milhões de dólares e deve ser concluído até 2014, segundo a Elbit.

O Futuro

Embora o AMX tenha sido muito criticado na FAB e na AMI inicialmente, por ter entrado em serviço ainda incompleto, o avião mostrou suas capacidades em operações reais e em exercícios. Em 1999, os AMX italianos voaram 252 sortidas (667h de voo) contra alvos em Kosovo, lançando 39 bombas Opher guiadas a laser.

O desempenho foi considerado excelente.

No caso específico da FAB, o AMX até hoje foi subaproveitado. Seu potencial como aeronave de ataque só poderá ser plenamente conhecido após a modernização.

Com o radar SCP-01 o AMX poderá realizar também missões de ataque marítimo, caso a FAB resolva finalmente adotar algum míssil antinavio.

O emprego do míssil anti-radar nacional MAR-1 em missões antinavio também não pode ser descartado.

Até sua substituição pelo caça selecionado no FX-2, o A-1 continuará sendo a principal aeronave de ataque da FAB.

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Fonte:Poder Aéreo