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07/05/2011

EUA teria usado Helicóptero Stealth na Operação Gerônimo

Operação Gerônimo -US NAVY teria usado Helicóptero Secreto Stealth

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A rede de TV americana CNN afirmou na noite desta quarta-feira (04/05/2011) que os EUA podem ter usado um helicóptero com uma nova tecnologia –que o tornaria invisível para radares– durante a operação que matou o extremista saudita Osama bin Laden.

A suspeita foi levantada durante o programa Anderson Cooper 360º com base em fotos supostamente tiradas por agentes paquistaneses na casa que escondia o saudita no Paquistão.


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Elas mostram destroços da aeronave que fez um pouso forçado na casa onde estava Bin Laden, em Abbottabad, e foi destruída por Seals (forças especiais da Marinha americana) antes da retirada americana com o corpo do extremista.

Ele é diferente do modelo padrão do UH-60M Black Hawk, helicóptero que autoridades dos EUA afirmaram ter sido usado na operação.


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De acordo com especialistas ouvidos pela emissora, a configuração da peça é semelhante às usadas na fuselagem de aeronaves do tipo “stealth”, que não podem ser detectadas por radares inimigos. Isso explicaria o fato dos helicópteros americanos terem entrado em território paquistanês sem alertar as defesas aéreas do país.

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Também seria um motivo para os Seals gastarem tempo da operação tentando destruir o que sobrou da aeronave após a queda.


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O objetivo seria impedir que a tecnologia caísse em mãos paquistanesas, segundo a CNN.

A CNN disse que o governo americano não comentou o assunto.


Fonte: Folha-via:Cavok

02/06/2010

Primeiro Black Hawk S70i de fabricação polonesa faz testes de voo

Primeiro Black Hawk S70i de fabricação polonesa faz testes de voo

O primeiro S-70i visto sendo montado na unidade da Sikorsky, na Flórida. (Foto: Sikorsky)

O primeiro helicóptero Sikorsky S-70i Black Hawk fabricado pela companhia PZL Mielec na Polônia entrará na fase de testes em West Palm Beach, na Flórida, nos próximos dias.

A aeronave chegou no dia 4 de maio e foi montada novamente para o voo. “Em julho, nós marcaremos o voo inaugural do S-70i,” disse Debra A. Zampano, gerente do programa do S-70i, dos programas militares internacionais da Sikorsky. “O programa está progredindo bem e atingindo todos os objetivos chaves.”

Os planos são de fabricar pelo menos 20 helicópteros S-70i por ano a partir de 2012 na Polônia, todos para clientes internacionais.


25/03/2010

Primeiro helicóptero S-70i (TM) BLACK HAWK montado na Polônia

Primeiro helicóptero S-70i (TM) BLACK HAWK montado na fábrica Sikorsky, na Polônia

S-70i Additional Missions Overview


Stratford, Connecticut- A Sikorsky Aircraft Corporation e a PZL Mielec, sua empresa na Polônia, no dia 23 de março (terça-feira), anunciaram a conclusão da montagem final do primeiro helicóptero BLACK HAWK S-70i(TM), uma variante internacional do helicóptero BLACK HAWK.

Esta nova variante internacional é o primeiro helicóptero BLACK HAWK montado na Europa, usando uma cadeia global de fornecedores.

A Sikorsky Aircraft é uma subsidiária da United Technologies Corp. (NYSE: UTX).

O helicóptero, uma nova aeronave na linha de produtos Sikorsky, também é a primeira aeronave com asa rotor a ser produzida na PZL Mielec, um fabricante de asa fixa de longa data na Polônia.

"Este novo produto atenderá as necessidades de clientes militares de todo o mundo, inclusive na América do Sul, onde nós temos visto um forte interesse", disse David Powell, vice-presidente de vendas - Américas - para a Sikorsky Aircraft, que está participando da feira aeroespacial FIDAE, esta semana em Santiago, Chile.

A aeronave, totalmente montada na PZL Mielec, será testada e qualificada no Centro de Desenvolvimento da Sikorsky em West Palm Beach, Flórida. Testes da produção de vôo estão planejados na PZL Mielec mais tarde este ano, uma vez que a fábrica continua a ser modernizada.

O marco de conclusão teve lugar quase exatamente aos três anos do dia da compra da PZL Mielec.

"Em apenas três anos, a PZL Mielec se tornou uma fábrica de padrão mundial capaz de produzir um dos mais refinados helicópteros utilitários em operação hoje, o helicóptero BLACK HAWK", disse Robert Kokorda, vice-presidente Corporativo,Estratégia e Sinergia da Sikorsky.

"A produção do helicóptero S-70i BLACK HAWK aqui é esperada para continuar a crescente rede de empresas polonesas participando da construção das aeronaves BLACK HAWK para o mundo".

A PZL Mielec é planejada para ser a peça central do programa para clientes internacionais do helicóptero S-70i BLACK HAWK. Debra A. Zampano, gerente do programa S-70i, Programas Militares Internacionais, disse: "O espírito inovador da nossa empresa está vivo e bem, e o helicóptero S-70i BLACK HAWK é um exemplo da colaboração de um time magnífico, tecnologia avançada e de um legado pioneiro.

Com o helicóptero S-70i BLACK HAWK se juntando oficialmente à família de produtos Sikorsky hoje, nós desejamos ver esta aeronave tomando seu lugar certo na comunidade global como um helicóptero BLACK HAWK para todas as nações".

Os planos dão conta de aproximadamente 20 helicópteros S-70i BLACK HAWK produzidos por ano, começando em 2012.

Janusz Zakrecki, presidente da PZL Mielec, acrescentou, "Ao testemunharmos a revelação do primeiro helicóptero BLACK HAWK construído na Polônia, nós estamos compartilhando o orgulho deste marco significativo que sinaliza as importantes contribuições da PZL Mielec para o mercado aeroespacial global.

Esta aeronave é um produto da longa linha de helicópteros BLACK HAWK que se tornaram os helicópteros mais resistentes a batalhas do mundo.

Como nós continuamos nesta tradição, Mielec hoje dá um passo importante ao levar a indústria aeroespacial da Polônia ao futuro, com uma aeronave comprovada".

Sikorsky Aircraft Corp., baseada em Stratford, Connecticut, EUA, é um líder mundial em design de helicópteros, fabricação e serviço.

A United Technologies Corp., baseada em Hartford, Connecticut, EUA, oferece uma ampla gama de produtos de alta tecnologia e serviços de apoio para as indústrias aeroespacial e da construção de sistemas. FONTE Sikorsky Aircraft Corp. [www.sikorsky.com] PR Newswire.

10/03/2010

‘Black Hawk Down’: o depoimento de um sobrevivente

‘Black Hawk Down’: o depoimento de um sobrevivente



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Não é fácil para um veterano de guerra narrar suas histórias. Mesmo que o tempo separe o presente dos acontecimentos vividos em quase duas décadas a dor e o sofrimento permanecem.

Para o americano Mike Durant não é diferente. Mas no seu caso a tragédia pessoal ganhou fama pelo mundo através dos cinemas. Sua maior e mais trágica experiência de vida foi narrada no filme “Black Hawk down” (Falcão Negro abatido – Columbia Pictures 2001).

Durant hoje está na reserva, mas continua contando suas histórias para plateias sempre interessadas em ouvi-lo. Na última sexta-feira não foi diferente. No complexo Redstone Arsenal (Alabama) do Exército dos EUA, o subtenente da reserva Mike Durantdeu a sua versão dos fatos.

A batalha de Mogadício

No início de outubro de 1993 uma força composta por elementos do Exército , Marinha e Força Aérea dos EUA foi enviada ao centro de Mogadíscio, da capital da Somália, para capturar o General Muhammed Farah Aideed, líder de uma das facções políticas que estava em luta na Somália.

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No decorrer da ação um helicóptero MH-60 Black Hawk, “Super 61” na fonia, que estava dando cobertura foi atingido por um RPG e caiu a três quarteirões da área do alvo. Logo após a tentativa de resgate dos sobreviventes do Super 61, outros dois MH-60 foram atingidos, sendo que um deles conseguiu retornar para base. O “Super 64”, pilotado pelo subtenente Michael Durant, caiu a cerca de 1.5 Km do “Super 61”.

A multidão foi para o local, e a despeito da heróica defesa, matou todos os tripulantes com exceção de Durant, que foi pego como refém. Durante o seu tempo de prisioneiro, Durant conheceu os 11 dias mais longos e penosos de sua vida.

Em 14 de outubro de 1993, depois de intensas negociações, Aideed libertou Durant, piloto e único sobrevivente da queda do “Super 64” e um soldado nigeriano das forças da ONU, capturado anteriormente, como um gesto de “boa vontade”.

A narrativa pessoal

Depois de 17 anos Durant dividiu com os ouvintes de Redstone a “experiência que mudou a sua vida”.

“Foi um ato de boa vontade da nossa parte”, disse o subtenente. “Não havia petróleo. Não havia interesse estratégico. Mas haviam pessoas sofrendo, muitas pessoas”. Era sim uma missão de paz da ONU. A operação” Restore Hope” tinha como objetivo trazer estabilidade ao país para que a ajuda humanitária pudesse chegar.

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No outono de 1993 as forças militares dos EUA obtiveram sucesso no estabelecimento de uma certa estabilidade à capital Mogadíscio. Mas no início de outubro a situação mudou. “74 soldados foram atingidos, cinco Black Hawk derrubados, 18 homens mortos e eu caí nas mãos do inimigo.” completou Durant.

Seu helicóptero foi atingido por um RPG no rotor de cauda a baixa altura e acabou colidindo com o solo. Ele e a sua tripulação de três homens sobreviveram à queda. Durant ficou inconciente e os demais ficaram bastante feridos. Dois franco-atiradores do Força Delta voluntariaram-se para defender a posição do helicóptero abatido. O número de rebeldes era muito grande e em um deteminado momento a munição acabou. Todo o grupo foi morto, com exceção de Durant.

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“Quando retomei a consciência, tinha um ferimento nas costas, uma perna quebrada e alguns ossos da face também quebrados. “Meus ferimentos me levariam à morte em 35 ou 40 dias”.

Sua libertação ocorreu depois de 11 dias de cativeiro, sendo enviado para um hospital nos EUA para tratamento médico. “Percebi que haviam partes físicas e psicológicas a serem recuperadas”.

“O Exército iria me ‘groundear’. Não me deixariam voar mais. Quando dizem a você que você não será mais capaz de fazer aquilo que você quer mais acima de qualquer outra coisa, você não aceita. Queremos lutar contra esta situação”.

“Eu era um piloto lutando para ter de volta a parte da minha vida e minha identidade.”

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Durant estava determinado a provar que a decisão do Exército não era a mais correta e que sua forma física estava intacta. Somente 11 meses após deixar o gesso, o subtenente foi participar da prova de maratona dos Fuzileiros Navais.

“Eu quase me qualifiquei para a Maratona de Boston”, disse Durant após cruzar a linha de chegada com o tempo de 3:37h. “Mas a autoridade que iria me dar baixa não poderia dizer ‘não’ ao meu desejo de continuar servindo. Depois da corrida ele me manteve na força e eu voei por mais cinco anos”.

Depois de dar um jeito nas questões físicas e profissionais, Durant levou um bom tempo até se recuperar dos danos psicológicos. “Se eu começar a falar da Somália vou chorar”, disse. “Perdi minha tripulação. Metade do meu pelotão também desapareceu. É algo difícil de comentar”.

Seu lado espiritual foi rejuvenescido. “Orei mais naqueles 11 dias do que toda a minha vida. E por tudo o que Ele fez por mim , Ele não pediu nada em troca”. “Sinto-me abençoado. Me sinto melhor hoje sobre quem eu sou e sobre as coisas que aconteceram 17 anos atrás”.

Baseado nas suas experiências de vida Durant escreveu dois livros: “In the Company of Heroes” e “The Night Stalkers.” Suas narrativas formaram a base do roteiro do filme “Black Hawk Down.”

Com informações do site do Exército dos EUA

FOTOS: Columbia Pictures e US Army

Black Hawk da FAB sobre os Andes

Black Hawk da FAB sobre os Andes

Confira abaixo o roteiro das aeronaves H-60 da FAB em missão de ajuda humanitária às vítimas dos terremotos no Chile.

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FONTE: FAB

18/01/2010

Helicópteros dos EUA distribuem água em Porto Príncipe

Helicópteros dos EUA distribuem água em Porto Príncipe

Helicóptero dos EUA

Helicóptero dos EUA lança garrafas d'água para a população em Porto Príncipe

Helicópteros dos Estados Unidos começaram neste domingo a lançar garrafas d'água para os sobreviventes na capital do Haiti, Porto Príncipe, enquanto em terra soldados evitam que a distribuição desencadeie violência.

Depois de dias resistindo sem provisões básicas, a população começa a receber a ajuda humanitária, embora muitos haitianos não tenham sido contemplados.

Os Estados Unidos firmaram a sua primeira base fora do aeroporto da capital, e estão distribuindo víveres de um morro dentro de um campo de golfe.

Já o programa de Alimentação das Nações Unidas distribuiu comida em uma das favelas da cidade, enquanto a organização não-governamental Oxfam também entregou água aos flagelados haitianos.

Ainda neste domingo, uma mulher foi retirada dos escombros com vida, alimentando as esperanças das equipes de resgate que trabalham dia e noite.

Se a situação em Porto Príncipe já é dramática, a uma hora de carro da capital do Haiti na direção do epicentro do terremoto de semana passada, ela é "apocalíptica", segundo o enviado especial da BBC Nick Davis.

"Quase todas as construções foram destruídas", disse Davis.

'Pesadelo'

A Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que entre 80% e 90% dos prédios de Leogane, cerca de 19 km (a oeste de Porto Príncipe, ruíram.

Os sobreviventes do tremor fugiram do que sobrou de suas casas para as plantações de cana-de-açúcar ou manguezais próximos para "escapar do pesadelo de prédios desabando".

"Vi longas filas de pessoas diante de uma única torneira d'água funcionando", afirmou Davis.

Milhares de pessoas estão dormindo a céu aberto perto de igrejas, em pátios de escolas e mercados.

A distribuição de mantimentos ganhou 'movimento' entre sábado e domingo

A população, segundo o repórter da BBC, está em estado profundo de choque. Muitos protegem a boca com panos para evitar respirar poeira e protegê-los do cheiro de corpos de putrefação.

O terremoto haitiano é um dos episódios que causaram maior número de mortes entre funcionários da ONU.

'Desastre histórico'

Neste domingo, uma porta-voz da Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou em Genebra que o terremoto no Haiti é o pior desastre que a ONU já enfrentou em sua história.

“Esse é um desastre histórico. Nós nunca fomos confrontados com esse tipo de desastre na história da ONU. É como nenhum outro”, disse Elisabeth Byrs, porta-voz do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários da Organização.

De acordo com ela, a dificuldade se deve aos problemas de logística, por conta do colapso do governo local e da completa destruição da infraestrutura – o aeroporto está saturado, as ruas bloqueadas, os hospitais têm poucos ou nenhum médico e poucas construções suportaram os tremores.

Byrs comparou o desastre ao tsunami que atingiu a Indonésia em 2004 e afirmou que a situação em Porto Príncipe é “tão ruim ou pior”.

“O desastre é enorme e tão enorme quanto foi o tsunami, talvez pior porque todo o país foi decapitado, os prédios do governo desmoronaram e nós não temos o apoio da infraestrutura local. Na Indonésia nós tínhamos pelo menos o apoio de algumas autoridades locais”, disse.

Na sexta-feira, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, lançou um apelo à comunidade internacional para arrecadar US$ 550 milhões para ajudar ao Haiti.



fonte:BBC/ Brasil

21/11/2009

BLACK HAWK MAIS DE 1 MILÃO DE HORAS VOADAS

BLACK HAWK MAIS DE 1 MILÃO DE HORAS VOADAS NO IRAQUE



Os BLACK HAWK do US Army, acumularam mais de 1 milhão de horas de voo no Iraque e Afeganistão, operando atualmente mais de 350 destes helicópteros nas duas operações.

Desde Fevereiro de 2003, os BLACK HAWK estão desenvolvendo vários tipos de missões, mantendo uma taxa de 84% de disponibilidade e operando em condições de extremo calor e em uma área onde a areia é presença constante.

O helicóptero BLACK HAWK opera nos mais extremos e rigorosos ambientes, uma prova de sua durabilidade e eficácia“, disse Scott Starrett, presidente da Sikorsky Military Systems. E completou: “É comprovadamente uma aeronave de combate.”

UH-60 Black Hawk_Iraque

O US Army possui hoje uma frota de 1.740 BLACK HAWK, que já acumularam quase 6 milhões de horas de voo.

Mais de 3.000 helicópteros BLACK HAWK estão em uso hoje, operando em 27 países diferentes, entre eles o Brasil, que opera na AvEx e na FAB.

O BLACK HAWK tornou-se líder mundial no seguimento de helicópteros multi-missão, na qual a aeronave pode ser configurada para transportes de tropas, evacuação médica(EVAM), guerra eletrônica, ataque, suporte de assalto e operações especiais.

UH-60 Black Hawk

FONTE: FORÇA TERRESTRE/Sikorsky FOTOS: US Army

27/10/2009

SpeedHawk X-49

SpeedHawk X-49

A empresa americana Piasecki Aircraft voou o seu primeiro helicóptero experimental X-49A.

Um Sikorsky YSH-60F foi modificado com adaptação de asas e um sistema de propulsão com duto vetorizado (ou VTDP).

O vôo, durou cerca de 15 minutos a partir da pista do centro de testes da Boeing de Wilmington, em Delaware, Estados Unidos.

O primeiro vôo teve um envelope de vôo com manobras para testar os controles de vôo usando o novo sistema VTDP antitorque e o sistema direcional, entre outros controles disse o presidente da John Piasecki.

O vôo seguiu posteriormente para as instalações da Piasecki em Essington, Pennsylvania, que tem trabalhado com novos conceitos para helicópteros ao longo dos anos voando a primeira geração de helicópteros com cauda de propulsão em duto com o 16H-1 Pathfinder em 1962.
Sikorsky Piasecki X-49 “Speedhawk”


A segunda geração de helicópteros com propulsão VTDP incorpora considerável maior eficiência disse Piasecki.

Outro protótipo SpeedHawk X-49 está sendo produzido com investimento da Divisão de Tecnologia Aplicada a Aviação do Exército Americano para demonstrar agilidade e habilidade de incremento de velocidade de helicópteros existentes acima de 360 km/h.

Sikorsky Piasecki X-49 “Speedhawk”








fonte:Aerovirtual/fotos: blog.flightstory.net/video:Youtube.com

15/09/2009

FAB FECHA COMPRA DE MAIS UH-60L Blackhawk

FAB ADIQUIRI MAIS SEIS BLACK HAWK







FAB passará a ter 16 aeronaves do modelo em operação.


A Força Aérea Brasileira assinou no último dia 3 de setembro um contrato de compra de seis novos helicópteros UH-60L Blackhawk.

O negócio de cerca de 73 milhões de dólares é a segunda compra brasileira deste modelo no ano.

Em julho, a FAB já havia contratado outras quatro aeronaves fabricadas pela Sikorsky por cerca de 60 milhões de dólares.

Com essas compras, a Força Aérea passará a contar com 16 helicópteros do tipo. Atualmente a FAB possui seis UH-60L Blackhawk em operação.

Com a desativação dos H-1H Huey, prevista para 2010, a compra dos Blackhawk faz parte da renovação da aviação de asas rotativas da FAB.

A Força também receberá 18 dos 51 Super Cougar encomendados pelo governo brasileiro no acordo com a França

Fonte Defesa Brasil

08/09/2009

FORÇA AEREA DE ISRAEL TESTA NOVA VERSÃO DO BLACK HAWK

FORÇA AEREA DE ISRAEL TESTA NOVA VERSÃO DO BLACK HAWK E QUER MODERNIZAR SEUS APACHES


A Força Aérea de Israel (IAF) está submetendo a testes uma nova versão armada do helicóptero Sikorsky UH-60 Black Hawk.

Esta nova versão, desenvolvida conjuntamente pela IAF, Sikorsky e empresas locais, dispõe de um conjunto multi-sensor instalado na proa, um canhão debaixo da fuselagem e quatro novos pontos duros adicionados debaixo das pequenas asas (stub wings) do helicóptero.

Esta variante do Black Hawk tem compatibilidade com diversos tipos de armamento, incluindo o míssil anti-carro israelense Spike ER da Rafael Advanced Defense Systems.

Por outro lado, Israel está negociando com a Boeing IDS a conversão de seis helicópteros AH-64A Apache para a versão “D” Longbow.

A principal caracteristica do “D” é a dotação de um radar de onda milimétrica para controle de fogo AN/APG-78 instalado na cabeça do rotor principal.

Atualmente, a IAF dispõe de 36 exemplares do Apache “A” e 11 da variante “D”. Três desses aparelhos (dois AH-64A e um AH-64D) foram perdidos durante a Segunda Guerra do Líbano, em agosto de 2006.

Recentemente, o governo estadunidense suspendeu o fornecimento de um lote adicional de seis exemplares do Apache Longbow para Israel por este último ter usado seus exemplares nos recentes conflitos ocorridos na Faixa de Gaza.