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03/05/2010

USAF perde posto de Supremacia Aérea


USAF perde posto de Supremacia Aérea


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Desde o início de sua história, durante a Guerra da Coreia (1950-53), a Força Aérea dos Estados Unidos tem se aproveitado de uma maciça superioridade aérea sobre qualquer inimigo que ela lutasse. Mas esses dias parecem estar chegando ao fim.

“A USAF (Força Aérea dos EUA) não terá capacidade para efetuar todas suas tarefas que forem atribuídas de forma tão abrangente como sempre fez, e será destinada a ser simplesmente suficiente em áreas onde até então ela era acostumada a dominar,” disse o General Norton Schwartz, chefe da USAF, numa recente entrevista.

Daniel Goure, do Instituto Lexington, uma instutiução de estudos na área de defesa, disse, “Essa é uma semelhança ao que dizia o chefe da Força Aérea da França no final da década de 30, que ele estava disposto a ceder a superioridade aérea para a Luftwaffe, a Força Aérea Alemã.”

A frota aérea militar da USAF está mais antiga do que jamais esteve. Alguns pilotos de caça, assim como muitos pilotos de bombardeiros e de aeronaves de reabastecimento estão atualmente voando aeronaves que foram construídas antes que eles nasceram.

A idade é um problema numa frota aérea militar não apenas porque as aeronaves estão desgastadas, mas porque aeronaves antigas estão sem condições de possuir defesas aéreas modernas.

Apenas poucos caças e bombardeiros que estão em operação atualmente possuem condições de penetrar as defesas aéreas da Rússia, China e Irã, e é provável que continue assim até a proxima década ou menos.

As aeronaves de combate estão se tornando obsoletas ou começando a serem colocadas fora de operação mais rapidamente do que as novas entram em operação.

Das 5.631 aeronaves em operação na USAF, na Reserva da Força Aérea e na Guarda Aérea Nacional (ANG), 2.231 são caças ou caças bombardeiros. A USAF espera que esse número diminua para algo em torno de 1.800 até 2025.

A USAF pensa que até 2024 ela terá 185 caças a menos do que ela precisará para atender suas ameaças previstas. Em 2008, a USAF estimava que teria faltando 800 caças.

A diferença é a disponibilidade da USAF de aceitar os riscos “moderados”, uma vez que considerou apenas riscos maiores para calcular essa diferença.

Este declínio não seria um grande negócio se mais aeronaves antigas fossem substituídas por modelos mais capazes.

O caça F-22 Raptor, por exemplo, é o mais moderno caça ar-ar já fabricado em série.

No exercício Red Flag em 2008, o F-22 “abateu” todos modelos de caças nos enfrentamentos, incluindo as aeronaves Su-30MKI da Índia.

Mas no ano passado, a administração Obama cortou a produção do caça F-22 quando essa estava na aeronave 187. A USAF ofiginalmente queria 750 caças F-22. A razão principal foi dinheiro.

O custo unitário”voando cada vez mais alto” do Raptor é atualmente de US$150,4 milhões.

Quando o Secretário de Defesa Robert Gates anunciou a controversa decisão de fechar a produção do caça F-22, ele disse que poderia ser atenuado por uma intensificação da produção do caça F-35 Joint Strike Fighter, o qual está previsto para substituir os caças F-15E, o F-16 e o A-10 nas missões de ataque ao solo. Modelos do caça F-35 também estão previstos para substituir o caça F/A-18 Hornet na U.S. Navy e Marine Corps, e o jato Harrier no Marine Corps.

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O caça é visto como uma salvação para a falta de aeronaves da USAF. (Foto; Lockheed)

Mas o F-35, o qual ainda está em desenvolvimento, está com problemas crescentes, e seu custo vem subindo cada vez mais. A estimativa atual do custo unitário do F-35 é de US$149 milhões, mas é certo que deverá subir mais.

Em dezembro, o Secretário Gates reduziu para 361 de um pedido projetado de 483 caças F-35 que serão adquiridos até 2015.

Quando se pronunciou sobre o cancelamento da produção do F-22, ele ainda disse que a USAF tem condições de ter menos caças F-22 do que ela pensa que precisa, informando que a USAF teria mais caças F-35 para atender essas necessidades. Mas agora a USAF terá um número menor de caças F-35 também.

Problemas no desenvolvimento são comuns em aeronaves de alto desempenho. Não tem nada de incomum sobre o que o F-35 vem passando. Mas o problema foi virtualmente garantido quando o Pentágono tentou fabricar uma aeronave para tantas missões.

Na década de 60, o então secretário de defesa, Robert McNamara, ordenou que a USAF e a U.S. Navy fabricasse um caça comum.

O resultado foi o TFX, uma aeronave tão pesada para decolar de um porta-aviões da U.S. Navy e muito grande e lenta para ser um caça da USAF. (Na versão FB-111, no entanto, o TFX foi por muitos anos um bombadeiro nuclear exemplar, que mostrou que mesmo grandes erros podem ser colocados em produção e utilizados por pessoas com muita imaginação.)

Fonte: Cavok/Pittsburgh Post-Gazette Por: Jack Kelly

25/04/2010

90º Squadron Retorn to the Alaska Elmendorf Air Base

90º Squadron Retorn to the Alaska Elmendorf Air Base


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Oito pilotos de caças F-22 Raptor, atribuídos ao 90º Esquadrão de Caça, retornaram à Base Aérea de Elmendorf, Alasca, na terça-feira a noite, dia 20 de abril, após quatro meses de deslocamento na Base Aérea de Andersen, em Guam.

Enquanto estiveram em Guam, os pilotos treinaram para combate aéreo, sendo esse o terceiro deslocamento desde que o esquadrão foi ativado três anos atrás.


Para os pilotos, levar consigo algo de seu lar e de sua família, ajuda eles durante a viagem. “Minha filha mais nova me deu uma lembrança para eu levar junto.

Eu disse a ela que eu com certeza cruzaria o oceano com ele em segurança, tanto na ida quanto na volta, e então tivemos grandes momentos em Guam, e eu cumpri minha missão, trazendo a lembrança de volta para ela,” disse Orlando Sanchez, o comandante do esquadrão, falando sobre um coelho de pelúcia.

Outros sete pilotos atribuídos ao 90º Esquadrão retornarão na semana que vem.


Momento da chegada de um dos quinze caças F-22 Raptor a Base Aérea de Andersen, Guam. ( Foto: Airman 1st Class Julian North / U.S. Air Force)

Quinze caças F-22 Raptor chegaram a Base Aérea de Andersen, Guam, no dia 13 de janeiro de 2010.

Os Raptors estão atribuídos ao 90º Esquadrão de Caça, da Base Aérea de Elmendorf, Alasca, e foram destacados para apoiar os Pacotes de Segurança no Teatro de Operações da Região do Pacífico.

Quatro aeronaves de caça F-22 Raptor fazem uma passagem sobre a Base Aérea de Andersen, Guam, durante a chegada. ( Foto: Airman 1st Class Julian North / U.S. Air Force)

Membros da 36ª Ala, sediados em Guam, recepcionam os pilotos dos caças F-22 Raptor do 90º Esquadrão de Caça, logo após a chegada na Base Aérea de Andersen, Guam. ( Foto: Airman 1st Class Julian North / U.S. Air Force)

Outro caça F-22 Raptor do 90º Esquadrão de Caça da USAF, chega a Base Aérea de Andersen, Guam. ( Foto: Airman 1st Class Julian North / U.S. Air Force)

Os caças e seus pilotos foram recepcionados pelo pessoal da 36ª Ala, baseada em Guam. Os F-22 Raptor foram reabastecidos em voo durante a rota por aeronaves KC-135.



Fonte:Cavok/Youtube.com

28/07/2009

F-22 vulneravel a chuvas

Relatório que vazou nos EUA mostra que caça avançado sofre com problemas de manutenção, sobretudo na camada anti-radar

Lockheed Martin F-22 Raptor

Lockheed Martin F-22 Raptor

Por Redação

A maior ameaça para o caça avançado da USAF, o F-22 Raptor, não são os MiG e Sukhoi russos. É a chuva. Um relatório confidencial sobre o avião acabou vazando este mês e revelou que o F-22 é um aparelho caríssimo de manter.

Segundo ele, o Raptor precisa de 30 horas de manutenção para cada voada. Ou seja, são mais de US$ 44 mil por hora de voo. A grande vilã é a cobertura anti-radar da fuselagem que é vulnerável a chuva e a abrasão.

Com isso, apenas 55% da frota de F-22 está operacionalmente disponível a qualquer momento – o aparelho nunca participou das missões no Iraque e no Afeganistão.

De acordo com militares do Pentágono, o “F-22 foi projetado há 30 anos durante a Guerra Fria a um custo de US$ 350 milhões por aparelho, e são pouco adequados a combater terroristas e executar missões em guerras menores, as maiores ameaças ao país hoje”.

É mais um motivo para que o presidente Barack Obama reforce sua ideia de cancelar a produção do F-22 com apenas 187 aviões


Fonte:Airway

Videos :Youtube.com