TJ-SP mantém condenação por gesto obsceno de piloto americano
American Airlines terá de pagar 100 mínimos de indenização a agentes da PF. Dale Hersh exibiu o dedo médio ao ser fotografado em Cumbica em 2004.
Os desembargadores Caetano Lagrasta, Ribeiro da Silva e Luiz Ambra, da 8ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, decidiram por unanimidade, em julgamento no último dia 19 de outubro, manter a condenação à companhia aérea American Airlines pelo gesto de mostrar o dedo médio, considerado obsceno do piloto americano Dale Robbin Hersh.
Mas diminuíram o valor da indenização por danos morais – de 500 para 100 salários mínimos.
No dia 14 de janeiro de 2004, no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, o piloto foi fotografado ao fazer o gesto para sete agentes da Polícia Federal na área de desembarque.
Depois de analisarem a foto de identificação, os agentes deram voz de prisão ao piloto, que teve de pagar multa de R$ 36 mil para ser liberado.
Em 2006, os agentes da PF entraram com uma ação de indenização contra a empresa aérea por danos morais. Por isso, o valor estipulado pela Justiça terá de ser pago a cada um deles. Por ocasião do incidente, o Brasil exigia a identificação dos americanos que entravam no país, o mesmo tratamento dispensado aos brasileiros devido às medidas antiterror adotadas pelos Estados Unidos após os ataques do ‘11 de Setembro’.
No entender de Lagrasta, que presidiu o julgamento, a agressão foi "pessoal a cada um dos circunstantes que apenas cumpriam com o dever que lhes fora acometido, mas, o que demonstra o altíssimo grau de dolo com que se houve o agressor, investe contra o Estado e suas determinações".
O desembargador Ribeiro Silva, por sua vez, ao final do acórdão, solicitou a redução do valor da indenização para 20 salários mínimos, citando decisões judiciais anteriores que justificavam que “o valor do dano moral (...) deve ser fixado com moderação, considerando a realidade de cada caso, cabível a intervenção da Corte quando exagerado, absurdo, causador de enriquecimento ilícito”. O pedido de revisão foi negado.
O G1 não conseguiu entrar em contato com os advogados de defesa da American Airlines.
Aeroporto de Madri testa sistema que dispensa controladores
O Aeroporto de Barajas, em Madri, começa a implantar hoje o serviço direção de plataforma aeroportuária (SDP), que dispensa o trabalho de controladores aéreos para guiar aviões em terra pelas áreas do aeroporto próximas ao edifício do terminal.
O serviço será testado no Terminal 4 do aeroporto, considerada uma das mais simples da Europa pela disposição das pistas, estacionamento, visibilidade e dona de modernos sistemas de controle e vigilância de movimentos de aeronaves.
Segundo a AENA, administradora do aeroporto, o sistema assegura os mesmos níveis de segurança que o serviço atual de controle.
Segundo a AENA, a única diferença é que os serviços até ontem realizados por controladores serão feitos a partir de hoje por operadores qualificados, que não são controladores. Eles proporcionarão aos pilotos exatamente a mesma informação e instruções dadas até ontem pelos controladores, sem aumento de trabalho para os pilotos.
Pane na conexão de dados da TAM atrasa voos em aeroportos baianos
Companhia diz que problema na rede de telefonia afetou seu sistema. Aeroportos de Salvador, Porto Seguro e Ilhéus tiveram voos atrasados.
Uma pane na conexão de dados da TAM na tarde desta sexta-feira (25) atrasou diversos voos nos aeroportos de Salvador, Porto Seguro e Ilhéus. A companhia aérea informou por meio de nota que um problema na rede da operadora de telefonia afetou seu sistema, deixando-o indisponível por pocuo mais de uma hora.
A assessoria de imprensa da TAM informou ainda que a conexão já foi restabelecida e que os clientes receberam assistência conforme estabelecido na resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Entre as capitais cujos aeroportos tiveram voos afetados pela pane estão o Rio de Janeiro (Galeão), Belo Horizonte e Recife.
Azul aguarda autorização para operar em Ipatinga (MG)
A Azul solicitou autorização à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para operar um novo destino em Minas Gerais: Ipatinga, distante 256 quilômetros da capital Belo Horizonte.
Caso seja aprovado, será a quarta cidade servida pela companhia no Estado juntamente com Belo Horizonte (Confins), Uberaba e Juiz de Fora. Ao todo, o pedido prevê três freqüências diárias entre a capital mineira e Ipatinga.
O início das operações está previsto para 15 de fevereiro.
A aérea pediu ainda autorização para a criação de um novo voo ligando Belo Horizonte (Confins) e Uberaba. Se aprovado, serão duas freqüências diárias também a partir de 15 fevereiro.
Estes pedidos reforçam o interesse da companhia por Minas Gerais, que é hoje o segundo hub da Azul.
Uruguai: tráfego aéreo afetado por cinzas de vulcão chileno
MONTEVIDÉU,(AFP) -O tráfego aéreo do Uruguai sofreu neste sábado algumas complicações, com alguns voos cancelados e outros em atraso, devido à nova emissões de cinzas do vulcão chileno Puyehue, que entrou em erupção em junho, confirmaram funcionários do principal terminal aéreo do Uruguai, que segue operante.
"Os dois voos cancelados são da Aerolineas Argentinas, vindos de Buenos Aires, enquanto que o voo de Iberia para Madri está atrasado. É provável que outros voos sofram atrasos no decorrer da tarde", disse à AFP um funcionário do Aeroporto Internacional de Carrasco.
As aerolíneas analisam o possível impacto que o fenômeno pode ocasionar nos motores de seus aparelhos.
"Há presença de cinzas e é possível que elas continuem presentes no resto do dia no território uruguaio", disse à AFP Ramón Alvariño, encarregado da previsão meteorológica do aeroporto.
Segundo o Serviço Nacional de Geologia e Minas (Sernageomin) chileno, as cinzas do Puyehue - que continua com um processo de erupção de baixa intensidade - podem afetar o tráfico aéreo por meses.
O principal terminal aéreo uruguaio sofreu várias vezes cancelamentos e demoras em seus voos pelo fenômeno, mas nunca deixou de estar operante.
Governo assina primeiro contrato de concessão de aeroporto dia 28
Cerimônia acontece na pista do aeroporto de São Gonçalo do Amarante. Presidente Dilma Rousseff participa do evento na próxima segunda-feira.
O governo federal e o consórcio Inframérica assinam na próxima segunda-feira (28) o contrato de concessão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN), o primeiro a ser entregue à iniciativa privada no país.
A cerimônia de assinatura acontece na pista do aeroporto e vai contar com a presença da presidente Dilma Rousseff, além do ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Wagner Bittencourt.
O leilão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante aconteceu no dia 22 de agosto. O consórcio Inframérica foi o vencedor com o lance de R$ 170 milhões – ágio de 228,82% sobre o valor mínimo estipulado pelo governo.
O consórcio vencedor é formado pelo grupo Engevix e a Corporacíon América, empresa que opera também todos os aeroportos concedidos ao setor privado na Argentina.
A Anac estima que o consórcio deva investir R$ 650 milhões na construção dos terminais e na operação do aeroporto – apenas as pistas estão concluídas. Ele vai substituir o atual Aeroporto Internacional Augusto Severo, que fica em Natal (RN).
A capital potiguar é uma das sedes da Copa de 2014 e o governo espera que o aeroporto de São Gonçalo do Amarante esteja pronto até lá.
Entretanto, a Infraero está investindo na reforma do antigo aeroporto de Natal devido ao risco de que as obras não sejam concluídas a tempo.
A Cessna Aircraft Company lançou hoje o Citation M2, um jato executivo leve que preenche um espaço entre o Citation Mustang e a família Citation CJ. Dentre as principais características do novo Citation estão os aviônicos Garmin G3000, motores semelhantes aos encontrados na série Citation CJ e um design de cabine totalmente nova.
O avião possui uma estrutura de alumínio com uma cauda em T e uma asa reta que inclui luzes LED.
Um mock-up da cabine do Citation M2 vai estar em exibição na exposição da Cessna no Las Vegas Convention Center durante a 64ª Reunião Anual e Convenção da NBAA nos dias 10 a 12 de outubro.
Com espaço para dois tripulantes e até seis passageiros, o Citation M2 custa cerca de US$ 4,2 milhões e tem uma velocidade máxima de cruzeiro de 400 nós (741 quilômetros por hora) e um alcance de 1.300 milhas náuticas (2.408 quilômetros).
O avião pode operar em aeroportos com pistas curtas de até 3,250 pés (991 metros) e pode subir para 41.000 pés (12.497 metros) em 24 minutos.“Uma pesquisa feito junto a operadores e proprietários de aeronaves Citation indicaram um marcado para um jato Citation com o tamanho, velocidade e alcance do Citation M2.
Esperamos ver os clientes para a nova família Citation, os proprietários de Mustang procurando um próximo passo lógico ou os operadores do CJ1+ que querem um Citation novo e mais avançado”, disse Scott Ernest, presidente e CEO Cessna.
O Citation M2 é alimentado por um par de motores turbofans Williams International FJ44-1AP-21 equipados com controles FADEC, cada um produzindo 1.965 libras de empuxo.
Esta nova e melhorada versão do motor Williams FJ44 incorpora melhorias recolhidas de mais de 6 milhões de horas de operação dos 4.000 motores FJ44 em serviço.
O FJ44-1AP-21 produz empuxo em altitude de 10-15 por cento maior (dependendo das condições) e consome menos combustível em cruzeiro nos voos de longo alcance que a versão anterior, permitindo que o M2 possa subir rapidamente e em cruzeiro voar mais rápido e mais longe.
O motor também proporciona um desempenho significativamente mais elevado em condições de calor e de grande altitude e um aumento no tempo entre a revisão (TBO) de 3.500 para 4.000 horas.Da divisória do cockpit para a cabine até o lavatório traseiro, a cabine de passageiros principal do Citation M2 é de 58 polegadas de largura (1,47 metros) e 11 pés (3,3 metros) de comprimento com um corredor de 5 polegadas que proporciona uma altura de cabine de 57 polegadas (1,45 metros).
Oito grandes janelas, confortáveis assentos e uma espaçosa cabine destaca o compromisso da Cessna em um interior totalmente novo, com materiais e cores que poderão ser slecionados pelos clientes.
O sistema de gestão de cabine projetado pela Cessna inclui as mais recentes opções de interface para uma maior produtividade em voo e conectividade é opcional.
O primeiro vôo do novo Citation M2 será no primeiro semestre de 2012, com a certificação da Federal Aviation Administration (Part 23) prevista para o primeiro semestre de 2013, seguido de entregas a partir do segundo semestre de 2013.
Abertura do espaço aéreo chinês a voos de baixa altitude anima novos ricos
Xangai (China), 27 set (EFE).- A recente abertura gradual do espaço aéreo chinês a voos de baixa altitude em aviões de pequeno porte e helicópteros privados despertou o interesse de empreendedores e o apetite dos novos ricos chineses.
De acordo com o jornal estatal 'China Daily', em Xangai e na província vizinha de Zhejiang, a região mais desenvolvida do país, estão surgindo empresas que desejam se transformar em poucos anos em gigantes do setor, e também clubes de novos ricos que pretendem voar e pilotar para fugir da rotina.
Até agora, o principal obstáculo ao desenvolvimento do setor foi o estrito controle chinês do espaço aéreo, mas em 2010 o Conselho de Estado e a Comissão Militar Central da China emitiram uma circular conjunta para anunciar que parte do espaço nacional seria aberto para voos privados de baixa altitude.
No entanto, ainda é necessário que cada aparelho esteja registrado na Administração da Aviação Civil nacional, que certifica que o modelo está aprovado para o tráfego pelo país.
Além disso, os pilotos devem entregar antes da decolagem um plano de rota preciso com seu horário e seu percurso para cada voo.
'A demanda de serviços privados (de voo) entre as pessoas endinheiradas está crescendo rapidamente, mas a restrição administrativa continua', afirmou o analista Lu Yongguang, da corretora Central China Securities.
Em 2010, havia apenas 1.010 aeronaves privadas registradas na China, em contraste com mais de 330 mil nos Estados Unidos, o maior mercado mundial de aviação geral.
Na China, as restrições sobre as aeronaves e a formação dos pilotos também é rigorosa, embora a principal causa deste contraste, de acordo com Lu, é o uso limitado do espaço aéreo.
Apesar disso, ele destaca que cada vez mais chineses ricos compram seus próprios aviões e querem pilotar.
Em agosto, as autoridades chinesas de aviação civil decretaram as áreas de Alxa e Genhe, nas planícies pouco povoadas da Mongólia Interior, como zonas de abertura experimental a voos privados de baixa altitude.
Além disso, em março, o responsável da Administração da Aviação Civil, Li Jiaxiang, confirmou que o espaço aéreo de baixa altitude será aberto gradualmente nas províncias de Cantão, na ilha tropical de Hainan (sudeste), em Heilongjiang e Jilin (nordeste).
'Cedo ou tarde o céu se abrirá aos pilotos de helicópteros privados. Voamos porque gostamos, não há nenhum motivo sinistro ou ilegal', afirmou Guan Hongsheng, empresário de Wenzhou, cidade muito voltada aos negócios.
Em 2008, Guan fundou um clube na cidade para 'apresentar um estilo de vida saudável e desafiador' a seus amigos do mundo empresarial, novos ricos ansiosos por emoções fortes que ajudem a combater o estresse e a rotina de seus negócios. O clube de Guan oferece aos participantes motos de corridas, três iates e três helicópteros.
Com 44 anos, Guan ficou famoso na província em 2010 quando foi detido com um amigo por pilotar dois helicópteros Rotorway Exec 162F durante 20 minutos sem permissão, o que custou uma multa de US$ 3.130.
'Só queríamos nos divertir, ninguém saiu ferido', disse, após pedir que as normas para voar na China se simplifiquem e se atualizem.
Pentágono testa avião não tripulado que tem autonomia para matar
Os aviões não tripulados são capazes de identificar, caçar e eliminar inimigos através apenas de um programa de computador. Ainda há dúvidas sobre o sistema de identificação das vítimas.
Boeing entrega primeiro 787 'Dreamliner' à aérea japonesa
foto:(ibtimes.com)
France Presse
Everett, EUA, 26 Set 2011 (AFP) -A construtora de aeronaves Boeing entregou nesta segunda-feira à companhia aérea japonesa All Nippon Airways (ANA) seu primeiro novo avião de longa distância 787 "Dreamliner", com mais de três anos de atraso em relação ao calendário inicial.
"Por favor, cuidem bem dele, estamos orgulhosos", disse o diretor-geral de aviação comercial da Boeing, Jim Albaugh, ao entregar uma enorme chave metálica, semelhante à chave de um castelo, ao diretor-geral da ANA, Shinichiro Ito.
A ANA foi a primeira aérea a encomendar o modelo 787 em abril de 2004, cujo primeiro avião deveria ter recebido em 2008, a tempo de transportar os espectadores japoneses aos Jogos Olímpicos de Pequim, mas as entregas foram atrasadas por problemas de produção.
O Boeing 787 representa uma aposta industrial para a Boeing: o construtor assegura que o aparelho consome 20% menos combustível que os aviões de sua categoria, graças à ampla utilização de materiais compostos, que representam mais da metade do peso da aeronave, uma façanha para um grande construtor.
foto(aviationnews.eu)
conheça melhor as novidades tecnológicas do avião mais moderno do mundo o Boeing 787 Dreamliner
A companhia aérea Emirates recebeu autorização da Infraero para usar o A380, superjato da Airbus com capacidade máxima para cerca de 800 passageiros, no aeroporto internacional de Guarulhos.
O maior avião do mundo, no entanto, ainda não tem data para estrear na rota São Paulo-Dubai. Por enquanto, o voo é feito pelo Boeing 777-300. No dia 3 de janeiro, a Emirates inaugura o trajeto Rio-Dubai, com saídas diárias.
Embora tenha a autorização para o uso do superjumbo em Guarulhos, a companhia árabe precisa da aprovação de outros dois aeroportos para pouso alternativo.
Ou seja, para onde o voo possa ser desviado em caso de fechamento de Guarulhos, por exemplo, em razão de problemas meteorológicos. O Galeão, no Rio, e Viracopos, em Campinas, são prováveis alternativas.
Mas nem a liberação desses aeroportos significa que o A380 será automaticamente implantado no Brasil. Para isso, a Emirates ainda estuda a viabilidade econômica do superjumbo nos voos para São Paulo. A companhia depende também da entrega de novos jatos.
Ela já tem 15 superjumbos em operação (entre Dubai e cidades como Pequim, Xangai, Sidney, Londres e Paris) e previsão de receber outros 75 até 2019. Kuala Lumpur, a partir de novembro, será o novo destino da Emirates usando o A380. A configuração tradicional é de 489 assentos - 14 na primeira classe, 76 na executiva e 399 na econômica.
O diretor-geral da Emirates no Brasil, Ralf Aasmann, diz que o voo São Paulo-Dubai tem obtido taxa de ocupação em torno de 80%.
A Emirate Airlines oferece hoje em todos os seus voo um serviço Impar ,em termos de cordialidade ,qualidade e requinte,como nos saudosos tempos de nossa VARIG ,podendo escolher entre os cardápios, uma diversificada carta de vinhos e pratos quentes,além de um Open-Bar que fica a sua inteira disposição ,oferecendo aos passageiros da Business Class e First Class os mais variados tipos de drinks.
Acompanhe um voo entre Bangkok - Dubai na Business Class, e confira o padrão de qualidade oferecido pela Emirates Airlines.
Fonte:Valor Econômico-Por Daniel Rittner | De Brasília/foto:Airliners.net/vídeos:homer3152;mcpcshowcaseHD-via Youtube.com
Avianca anuncia compra de 4 aviões cargueiros da Airbus
SÃO PAULO - A empresa aérea colombiana Avianca, controlada pelo grupo brasileiro Synergy, anunciou nesta tarde a assinatura de um contrato para a aquisição de quatro aviões cargueiros da Airbus, modelo A330-200. As aeronaves serão operadas pela subsidiária de carga da Avianca, com sede em Tampa (Flórida).
Por meio de comunicado, a Avianca, que integra a holding Avianca-Taca, informa que será a primeira companhia aérea da América Latina a operar um modelo A330-200 cargueiro.
A Avianca-Taca opera atualmente sete modelos A330-200 para passageiros e 81 aviões da família A320. No Brasil, a empresa opera com a bandeira Avianca Brasil, antiga Oceanair.
Brasil e Chile irão fiscalizar a fusão das aéreas LAN & TAM
BRASÍLIA - O Ministério da Justiça fechou um acordo com o órgão de defesa do consumidor do governo chileno para monitorar a fusão entre as companhias aéreas Lan e TAM.
O objetivo é prevenir eventuais problemas aos consumidores.
Pelo acordo que foi assinado na sexta-feira, em Buenos Aires, o Chile vai enviar os registros de atendimentos a passageiros, naquele país, e o Brasil vai encaminhar informações semelhantes às autoridades chilenas. Os dois países também vão trocar dados sobre as normas nacionais de proteção aos consumidores.
“Foi um acordo extremamente estratégico em uma economia em que o mercado de consumo está além das fronteiras”, afirmou Juliana Pereira, diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor da Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça.
“Não há maior benefício aos consumidores do que uma saudável e livre concorrência no mercado e que se respeitem seus direitos”, disseu Juan Peribonio, diretor do Serviço Nacional do Consumidor do Chile.
A fusão entre a Lan e a TAM ainda depende da aprovação do Cade. Não há data para a realização do julgamento.
LAN Linhas Aéreas espera completar fusão com TAM no 1o tri de 2012
A companhia aérea chilena Lan informou nesta terça-feira que continua estudando medidas de mitigação impostas por órgãos reguladores chilenos para a fusão com a brasileira TAM e espera fechar o negócio no primeiro trimestre de 2012.
A Lan informou em um comunicado que pediu ao regulador chileno a retificação de 'números errados' sobre suas tarifas e receitas na avaliação do negócio. A empresa também afirmou que continua trabalhando em itens pendentes no negócio.
O tribunal de defesa da concorrência do Chile aprovou a fusão entre as companhias em 22 de setembro com 11 condicionantes, que estão sendo estudadas por ambas, mas que segundo analistas não devem frear a criação de uma das maiores companhias aéreas do mundo.
Entre as condições impostas pelo tribunal está a renúncia pelas empresas de pelo menos uma das alianças globais de companhias aéreas que participam. Além disso, as empresas terão que trocar quatro pares de slots diários no aeroporto de Guarulhos (SP) com empresas que tenham interesse em iniciar ou aumentar serviços na rota Santiago-São Paulo.
Após a aprovação do tribunal chileno, o negócio precisa agora de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) já autorizou a operação.
Aeronáutica reestrutura rotas para reduzir tempo de voos no país
Projeto da Aeronáutica deve reduzir consumo de combustível por aviões. Sistema, que permite voos mais 'retos', começa a funcionar em 2012.
Um projeto de reestruturação da rede de rotas aéreas feito pela Aeronáutica promete reduzir o tempo de viagem no país, além de diminuir o consumo de combustível e a poluição provocada pelos aviões.
De acordo com a Aeronáutica, a partir de 2012, as aeronaves comerciais passarão a se deslocar pelo Brasil por meio da chamada Navegação Baseada em Performance (PBN, na sigla em inglês), sistema que permite que o caminho percorrido entre um aeroporto e outro seja mais "reto" e direto.
A imagem mostra como são as rotas hoje, com necessidade de curvas e cruzamentos nas ligações São Paulo-Belo Horizonte e São Paulo-Brasília. As linhas azuis são os 'caminhos' baseados nos equipamentos instalados no solo. (Foto: Decea)
Hoje, os trajetos feitos pelos aviões acompanham linhas de equipamentos de auxílio à navegação aérea instalados no solo. O piloto precisa passar sobre uma série desses equipamentos, que emitem sinais captados pelo avião e permitem dizer a sua localização e a direção em que ele voa.
Muitas vezes, por conta da localização desses equipamentos, a aeronave é obrigada a fazer curvas e desviar da direção da cidade-destino, o que aumenta o tempo de viagem e o consumo de combustível.
Imagem mostra como vão ficar as rotas, mais 'retas' e com menos cruzamentos (Foto: Departamento deControle do Espaço Aéreo (Decea)
Com o sistema PBN, pilotos e controladores passarão a usar informações de satélites e de equipamentos que ficam dentro do avião para saber sua posição e a direção.
Sem a obrigação de acompanhar os equipamentos no solo, diminui a necessidade de curvas e o caminho fica mais reto.
Tempo de voo menor
Cálculos preliminares feitos pela Aeronáutica indicam a redução de cerca de 10 minutos no tempo das viagens tendo como origem ou destino a cidade de São Paulo, nas ligações com Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Natal.
Apenas nessas rotas são feitos mais de 35 mil voos por ano. Segundo a aeronáutica, os 10 minutos a menos por voo devem gerar uma economia de cerca de 12 milhões de kg de combustível e evitar a emissão de cerca de 38 milhões de kg de CO2 na atmosfera por ano.
“Este é um cálculo conservador. Esperamos que o tempo de viagem e, consequentemente, a economia de combustível e redução das emissões, sejam maiores do que as estimativas preliminares apontam”, disse o tenente-coronel Julio Cesar Souza Pereira, chefe da Sessão de Planejamento Operacional Estratégico do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) e responsável pelo projeto.
O sistema PBN começa a funcionar em março de 2012 na área que inclui as cidades São Paulo, Campinas, Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória.
A estimativa é que ele passe a valer para todo o país até o final de 2013. Os equipamentos de solo vão continuar a funcionar, principalmente para guiar aeronaves que não dispõem de equipamentos para voar pelo novo sistema.
De acordo com Pereira, a data da mudança no sistema de navegação foi acordada em um fórum sul-americano, pois as rotas entre o Brasil e seus vizinhos têm que ser coerentes umas com as outras. Além disso, apontou ele, foi preciso aguardar que uma quantidade significativa dos voos fosse operada por aviões com os equipamentos necessários para o funcionamento do sistema.
Segurança
Pereira aponta que o PBN também vai trazer mais segurança para o sistema aéreo brasileiro e reduzir a carga de trabalho de controladores e pilotos.
Isso acontece porque o PBN reduz os cruzamentos de rotas, hoje muito comuns devido à necessidade de seguir os equipamentos em solo. O uso de satélite e equipamentos embarcados vai permitir que as rotas de ida e volta entre dois destinos sejam paralelas.
“A partir do momento em que se reduz o número de cruzamento, aumenta a segurança. O espaço aéreo fica menos complexo e os controladores não vão mais precisar intervir tanto nos voos”, disse Pereira.
De acordo com ele, hoje 95% dos voos na América do Sul, da aviação comercial, geral e militar, são feitos por aeronaves que dispõem dos equipamentos necessários para operar no sistema PBN. No Brasil, diz o tenente-coronel, todos os aviões das grandes empresas aéreas estão equipados.
Fonte:G1.com-por:Fábio AmatoDo G1, em Brasília/fotos:bruceair.wordpress.com;fhoeke.de/vídeo:enviroaero-via|:Youtube.com
Conheça o interior de uma das aeronaves particulares de Donald Trump
Dê uma olhada dentro de um dos aviões de Trump? Aqui está o seu mais novo brinquedinho! Recentemente, ele vendeu o seu Boeing 727 (VPBDJ) para comprar um Boeing 757 N757AF).
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Embraer ainda não definiu se fabricará E-jets na china
Cinco meses após anunciar um acordo para produzir jatos executivos da linha Legacy na China, a Embraer ainda estuda a viabilidade econômica da operação. Por causa da indefinição, a empresa ainda não começou a tramitar a solicitação de licença para fabricar esse tipo de aeronave no país.
“Temos muita confiança no mercado [chinês], sabemos que o produto é bastante adequado ao mercado”, afirmou o presidente da Embraer China, Guan Dongyuan. “[Mas] temos de saber se um avião fabricado na China é competitivo com o avião fabricado no Brasil.”
Acordo em xeque
Guan disse que não há previsão para a conclusão do estudo, que está sendo realizado com a sócia minoritária da fábrica na China, a estatal Avic. O representante da Embraer na China concedeu entrevista ontem, durante a feira de aviação de Pequim, que é realizada a cada dois anos.
A empresa brasileira não montou estande, ao contrário de concorrentes como a canadense Bombardier e a chinesa Comac. A incerteza coloca em xeque um dos principais acordos anunciados na visita da presidente Dilma Rousseff à China, em abril. Com a fábrica ociosa desde abril, a Embraer obteve autorização para fabricar jatos executivos após Pequim negar a produção do E-190 (cem lugares), maior sucesso comercial da empresa no país.
Localizada na fria Harbin (1.250 km ao norte de Pequim e perto da fronteira com a Rússia), a fábrica da Embraer tem cerca de 200 funcionários. Começou a operar há oito anos fabricando apenas ERJ-145 (50 passageiros), mas o modelo, obsoleto, ficou sem demanda.
Negócios
A Embraer atua em dois mercados distintos na China. Na aviação regional, é a principal fornecedora de aeronaves com até 120 assentos. Mas a empresa ainda luta por espaço entre os jatos executivos, em parte porque esse mercado é pouco desenvolvido, devido à legislação restritiva e à falta de infraestrutura nos aeroportos.
A Embraer já vendeu 137 aviões para a China, dos quais 95 foram entregues (os demais ficarão prontos nos próximos anos e devem ser fabricados no Brasil). Desses, apenas 4 são jatos executivos.
No mês passado, a Minsheng Financial Leasing, parceira chinesa da Embraer, disse à Folha ter fechado contratos para 10 jatos executivos, de um total de 20 unidades acordadas como opção de compra. Ontem, Guan disse não ter informações sobre a operação.
A Embraer estima que, em dez anos, a China comprará 470 jatos executivos, o equivalente a US$ 14 bilhões. Atualmente, cerca de 135 aviões dessa categoria voam no país, segundo a Embraer.
Fonte: Folha de São Paulo – Fabiano Maisonnave/via:Cavok/foto:Cavok
O Brasil afirmou à França que é “incapaz de se comprometer com a compra de aviões de guerra, qualquer um que seja”, mas confirmou que se precisasse escolher, o favorecido seria o Rafale.
Este lembrete foi feito durante uma reunião entre a presidente Dilma Rousseff e o presidente francês Nicolas Sarkozy, na Assembleia Geral das Nações Unidas, informou uma fonte do Palácio do Eliseu.
Na reunião, Dilma repetiu que o Brasil “não está em condições de se comprometer com a compra de aviões de guerra”. A Presidência francesa acrescentou que a presidente brasileira confirmou que, caso a situação mude e essa escolha tenha que ser feita, será em favor do Rafale, o avião de combate da Dassault Aviation.
A empresa ainda não conseguiu exportar seu avião de guerra polivalente.
Como é feita a fiscalização de licenças de pilotos
Na semana passada aconteceram dois acidentes aéreos em Goiás. Um dos pilotos não tinha o brevê, que é a carteira de habilitação da aviação. Esta matéria foi sugerida por um telespectador, que mora em Jataí (GO).