10/09/2009

MAIS F-15 SILENT EAGLE PARA A ARABIA SAUDITA

ARABIA SAUDITA QUER MAIS F-15 SILENT EAGLE




Arábia Saudita poderá comprar mais caças F-15

Fonte: Tecnologia & Defesa

A Arábia Saudita está prestes a firmar um acordo de compra de 72 aviões de combate Boeing F-15 com os Estados Unidos.

A iniciativa do país árabe está sendo impelida pelas recentes aquisições de novos aviões de combate pelo Irã, em especial de aeronaves especializadas em ataque.

O Pentágono espera que o fornecimento seja aprovado pelo Congresso do país, haja vista a existência de uma crescente preocupação e inquietação dos paises do Golfo Pérsico diante das demonstrações de força por parte do governo de Teerã.


A Força Aérea Saudita emprega atualmente 71 caças F-15S (uma variante saudita do F-15E Strike Eagle), além de 66 F-15C Eagle e 18 F-15D (dois assentos), estes dois últimos utilizados em missões de superioridade aérea.

Especula-se nos meios especializados que o modelo em negociação poderia ser o novo F-15SE Silent Eagle, avião dotado de características stealth, como compartimento para acomodação de armas internamente, derivas verticais em “V”, componentes estruturais absorventes de ondas de radar e radar AESA eletronicamente mais “silencioso”.

Se concretizada, essa nova aquisição irá juntar-se à encomenda de 72 aviões de combate Eurofighter Typhoon adquiridos em 2006 e que agora começam a ser entregues.


HP e Gol lançam parceria

HP e Gol Linhas Aéreas lançam parceria


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A partir de agora, cada real em produtos HP equivale a uma milha no programa Smiles.

São Paulo – A HP Brasil dá continuidade à sua estratégia de expansão geográfica e anuncia parceria inédita com a GOL Linhas Aéreas.

A partir do dia 10 de setembro, quem comprar os PCs da linha corporativa ou acessórios participantes da promoção (*) nas lojas HP Store localizadas em 10 cidades no Brasil, receberá o equivalente ao valor do equipamento em milhas do programa Smiles.

Com esta promoção, a HP pretende ampliar seu volume de vendas no país, além de incentivar as vendas de PCs empresariais em áreas fora de São Paulo, que estão em franca expansão.

Para participar da promoção o cliente deverá apresentar seu cartão Smiles no momento da compra.

As milhas serão computadas na hora e estarão disponíveis para resgate após 20 dias úteis. O cliente que não for participante do programa Smiles, poderá fazer seu próprio cadastro na loja, no momento da compra.

“Essa parceria com a GOL Linhas Aéreas reforça a inovação que a HP busca em todas as suas atividades, especialmente no relacionamento com seus consumidores.”, explica Carina Tagliani, Gerente de Marketing da HP Brasil para Pequenas e Médias empresas.

Um dos modelos participantes da promoção é o HP Compaq 510. O notebook de 14 polegadas tem tela LED de ampla resolução e alta definição. | Site www.hp.com.br/golsmiles.

HP Store - O objetivo das HP Stores é estreitar a experiência e o contato da HP com o consumidor no ponto de venda. Todas têm a imagem visual de outros projetos da HP na América Latina, onde já existem algumas lojas em funcionamento.

Desde dezembro de 2008, foram abertas lojas nas cidades de Santos, Suzano, Salvador, Natal, Recife, Fortaleza, Goiânia, Caxias do Sul e Porto Alegre.

A mais recente foi inaugurada no dia 25 de junho deste ano, em Curitiba. As HP Stores oferecem todos os produtos da HP tanto para o consumidor final como para pequenas e médias empresas, além de produtos de parceiros, como a Microsoft, e serão operacionalizadas e geridas integralmente pela revenda. | Twitter: http://www.twitter.com/hpnoticias.

A HP, maior companhia de tecnologia do mundo, fornece impressoras, computadores pessoais, software, serviços e infraestrutura de TI que simplificam a experiência de consumidores e empresas com a tecnologia. | Site http://www.hp.com


Fonte:Página Inicial

EMBRAER REABRE PROCESSO CONTRA SUBSÍDIO A BOMBARDIER

EMBRAER REABRE PROCESSO CONTRA A CANADENSE BOMBARDIER

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A Embraer estuda abrir uma nova disputa contra a canadense Bombardier nos tribunais internacionais por conta de subsídios à produção de aviões.

Desta vez, a disputa não é contra o governo do Canadá, mas contra a União Européia, que também aprovou a distribuição de subsídios à Bombardier, que possui uma fábrica na Irlanda do Norte.

Há seis anos, Brasil e Canadá se enfrentaram nos tribunais da Organização Mundial do Comércio por conta de subsídios ilegais: a Embraer acusava os canadenses de darem financiamentos para que a Bombardier ganhasse contratos e distorcesse o mercado.

Os canadenses foram condenados, mas também atacaram o Brasil, e o Bando Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) também foi condenado por dar subsídios ilegais.

A atual queixa da Embraer é contra a Europa, por autorizar o Reino Unido a dar subsídios para o lançamento de nova linha de aeronaves da empresa canadense: a série C.

A empresa brasileira alegou que a medida afetava as leis de concorrência e conseguiu que os europeus reduzissem o valor do subsídio de US$ 253 milhões inicialmente programados para US$ 184 milhões.

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Os subsídios são dados porque a fábrica está na Irlanda do Norte, região considerada na União Européia como “mais atrasada” e “que precisaria de incentivos”.

O dinheiro será usado para a construção de partes da fuselagem, mas a UE alega que não será apenas a Bombardier que se beneficiará: “Temos a aprovação do pacote (de ajuda) que será muito importante para nós”, afirmou o porta-voz da Bombardier na Irlanda do Norte, Alec McRitchie.

O primeiro passo está sendo o de questionar o subsídios nos órgãos internos da UE. A Embraer conseguiu que a ajuda fosse reduzida, mas pode apelar ainda para Corte de Justiça Européia para que a redução seja mais profunda se considerar que os valores ainda distorcem a concorrência.

Outra opção que diplomatas e representantes da indústria indicam seria a de voltar a acionar a Organização Mundial do Comércio (OMC).

Antes, a Embraer espera o resultado da avaliação da Comissão Européia, que deve ser publicado nos próximos dias. A missão do Brasil em Genebra também acompanha o caso, já que sabe que poderá ter ramificações nos tribunais da OMC.

A briga ocorre no momento em que o setor percebe que os próximos anos serão ainda difíceis, e ninguém quer ver o concorrente recebendo recursos que distorçam a competição.

Segundo o diretor da Associação Internacional de Tráfego Aéreo (Iata, na sigla em inglês), Giovanni Bisignani, “essa é a pior crise no setor em mais de 50 anos”.

A associação informou que até meados do ano, 31 empresas aéreas deixaram de operar e em termos de receita, a queda é 20 vezes superior ao choque gerado após os ataques de 11 de setembro em 2001 - a previsão é de que somente em 2009, “a queda nas receitas seja de US$ 35 bilhões”, segundo o executivo.

FONTE: Monitor Mercantil

serviço de bordo pago

Venda à bordo, em nota ou cartão de crédito




São Paulo – A GOL informa que o seu serviço de venda a bordo foi implementado no início de junho, em sete rotas (14 voos), após a realização de estudos aprofundados e amplas pesquisas com clientes.

A Companhia esclarece que o serviço de bordo padrão continua sendo oferecido gratuitamente em todos os seus voos.

Nesses14 voos escolhidos para a implantação do projeto piloto, os clientes têm a opção de comprar produtos de alta qualidade à parte, como sanduíches, bebidas alcoólicas, doces, além de snacks de marcas conhecidas no mercado brasileiro.

Os preços são atraentes e as formas de pagamento aceitas são cartões de crédito e moeda nacional. Cabe destacar que mesmo os passageiros que optam por comprar os produtos têm direito ao serviço de bordo gratuito oferecido a todos.

O novo serviço está atualmente disponível em voos diários partindo do Aeroporto Internacional de Guarulhos (São Paulo) para Belém, Fortaleza, Porto Alegre, Recife e Salvador, mas já há o projeto de ampliá-lo para outros trechos da malha.

Os clientes são informados sobre a nova opção no momento da compra do bilhete pelo site da GOL (www.voegol.com.br), durante o processo de check-in dos voos que oferecem o serviço e em alocuções realizadas pelos comissários de bordo.

As opções são apresentadas em menu distribuído durante o embarque.

A Companhia também julga necessário ressaltar que os produtos oferecidos são manuseados pela tripulação de acordo com padrões universais de manipulação de alimentos: o comissário que serve o cliente não é o mesmo que lida com meios de pagamento.

A GOL tem convicção do sucesso e do acerto da decisão de oferecer mais essa novidade aos seus clientes.

A iniciativa, implantada no Brasil de forma pioneira pela Companhia, segue tendência estabelecida no mercado internacional de aviação e tem sido recebida pela maioria dos passageiros com grande aceitação. [GOL Linhas Aéreas Inteligentes]


Fonte:Página Inicial

DASSAUT & KC -390 EMBRAER

DASSAUT PARTICIPARIA DO DESENVOLVIMENTO DO KC-390 DA EMBRAER



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A francesa Dassault deve participar do desenvolvimento do novo avião militar da Embraer, o KC-390, que vai ser usado para transporte de tropas e cargas e reabastecimento de outras aeronaves em voo.

De acordo com um executivo da Embraer, que pediu para não ser identificado, a parceria com a Dassault no projeto está incluída no pacote de transferência de tecnologia oferecido ao governo brasileiro como contrapartida à compra de 36 caças Rafale F3.

Anunciado anteontem, o acordo com o governo francês prevê, além dos aviões de combate, a compra pelo Brasil de 50 helicópteros e cinco submarinos –sendo um com propulsão nuclear. O negócio é avaliado em cerca de R$ 32 bilhões, a serem pagos em 20 anos.

Em comunicado divulgado anteontem, o presidente francês Nicolas Sarkozy já havia anunciado a disposição de seu país em comprar dez unidades do KC-390. A medida é apontada como um dos fatores que contribuíram para a decisão do Brasil de optar pelo Rafale –a concorrência ainda estava em andamento e incluía jatos da Boeing e da Saab.

Os estudos da Embraer para o desenvolvimento da aeronave de transporte militar começaram em 2007. Mas o projeto só ganhou força em abril deste ano, após a assinatura de um acordo com a Força Aérea Brasileira que rendeu à empresa aporte de R$ 1,3 bilhão.

A previsão é que o KC-390 comece a voar em 2015 e substitua os Hércules C-130 usados atualmente pela FAB (Força Aérea Brasileira).

Entre os interesses da Embraer na parceria com a Dassault estão a transferência de tecnologia do sistema eletrônico de comando de aeronaves, conhecido como fly-by-wire, e o desenvolvimento de materiais compostos usados na estrutura de aviões.

Professor de sistemas elétricos e eletrônicos embarcados do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), Geraldo Adabo diz que, no fly-by-wire, os cabos mecânicos são substituídos por um sistema eletrônico. Hoje a Embraer domina apenas parcialmente essa tecnologia.

“É uma tecnologia muito cara e complexa, que exige muitos testes. Basicamente, a troca dos cabos mecânicos pelos fios deixa a aeronave mais leve, o que resulta em economia de combustível, além de simplificar a manutenção do avião”, afirma.

Aumentar a eficiência da aeronave por meio de redução de consumo de combustível também é o objetivo do uso de materiais compostos pela industria aeronáutica, diz o professor associado da faculdade de engenharia mecânica da Unicamp, Paulo Sollero.

“São materiais muito leves e rígidos, que aguentam grandes esforços, por isso são ideais para a aviação”, diz ele.

A reportagem procurou a Embraer, mas a empresa não se pronunciou sobre o assunto.

FONTE: 24horasnews

BRASIL QUER GARANTIAS DE TRANSFERENCIA DE TECNOLOGIA DOS EUA

BRASIL QUER GARANTIAS DE TRANSFERENCIA DE TECNOLOGIA PARA COMPRA DE CAÇAS DOS EUA


Assessor da Presidência diz que nota da embaixada dos EUA é genérica.

Ele ressaltou ainda que Brasil não fechou negociação com franceses.





O assessor especial da presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse nesta quarta-feira (9), que a nota da embaixada norte-americana informando que o Congresso dos Estados Unidos aprova a transferência de tecnologia dos caças F/A-18 Super Hornet ao Brasil num possível processo de compra dessas aeronaves é genérica. Segundo ele, é preciso que o governo norte-americano ofereça garantias adicionais desta condição.



“A análise feita pelo Congresso dos EUA sobre a venda potencial do F/A-18 Super Hornet ao governo brasileiro foi concluída em 5 de setembro sem nenhuma objeção formal à venda proposta. Isso significa que a aprovação do Governo dos Estados Unidos para transferir ao Brasil as tecnologias avançadas associadas ao F/A-18 Super Hornet é definitiva. O governo aprovou também a montagem final do Super Hornet no Brasil”, diz um trecho da nota da embaixada.

Garcia disse ainda que nesse tipo de negociação é preciso levar em conta os antecedentes dos sócios e lembrou que os antecedentes dos franceses são melhores que dos norte-americanos.

“O ministro [Nelson] Jobim [Defesa] declarou no Senado numa audiência sobre os submarinos [franceses] que como advogado, eu também sou, mas já não advogo faz tempo e ele como brilhante advogado, trabalhava com os antecedentes e os antecedentes com outros parceiros não eram bons e com a Franca no caso dos submarinos e dos helicópteros é bom”, comentou.

Já em relação aos Estados Unidos, o assessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez questão de lembrar do episódio da venda dos aviões Super Tucanos, produzidos na Embraer e que usam tecnologia norte-americana, para a Venezuela.

Em 2006, o governo norte-americano tentou impedir a venda dessas aeronaves para os venezuelanos alegando que a tecnologia não podia ser estendida para outros países.

“Queremos saber se não vamos sofrer nenhum tipo de restrição como sofremos na venda dos Super Tucanos. Este antecedente não é bom e diplomatas americanos reconheceram inclusive que não foi um bom antecedente”, argumentou Garcia.

Negociações em andamento

Garcia disse também que o comunicado conjunto dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e da França, Nicolas Sarkozy, não significa que o Brasil já tomou uma decisão sobre a compra de caças. “Já está dito que não estamos fechados a conversar com ninguém. Nós estamos conversando com o governo francês e se houver outras propostas tão atraentes ou mais atraentes que do governo francês, nós vamos discutir”, comentou.

Segundo ele, não há divisão no governo sobre essa questão. “Então não vamos fazer nenhuma especulação. Não há ambigüidade, não há divisão no governo, o governo tem posição muito clara e fará o que é melhor para o país”, disse.



Dassault, França - O fabricante defende que, com o Rafale, o Brasil tem a garantia francesa de transferência de tecnologia num compromisso de longa duração.




Saab, Suécia - Empresa defende o caça Grippen como o mais barato na comparação com os concorrentes.




Boeing, EUA - Modelo F-18 Super Hornet II Geração está em combate há mais de 15 anos. Empresa oferece investir no Brasil a mesma soma em dólares que for paga pela aquisição dos caças.


Fonte: G1 (com informações do Jornal da Globo)


Fonte: Jeferson Ribeiro (G1)

Compra de aviões franceses não está confirmada

Compra de aviões franceses não está confirmada



MAIS UMA TRAPALHADA DO PLANALTO CAUSANDO DESCREDIBILIDADE EM NOSSO PAÍS



O presidente Lula voltou atrás na decisão de comprar os aviões de combate franceses. O governo americano disse que ainda está na briga pela preferência brasileira.

Fonte:G1.com

BA SYSTEMS DE OLHO NO LANÇAMENTO DO KC-390

BA SYSTEMS PLANEJA JATO DE TRANSPORTE MILITAR ,DE OLHO NO LANÇAMENTO DO KC-390



BAe lança versão militar do jato 146

FONTE: BLOG DO VINNA
VIDEO:YOUTUBE.COM



BAe-146m A BAE Systems ado Reino Unido anunciou durante a Defence Services & Equipment International Exhibition (DSEI) em Londres que pretende relançar no mercado o aversão de transporte militar do seu jato BAe 146.

Inicialmente designado BAe 146M, a aeronave será oferecida às Forças Aéreas que operam aeronaves turboélices e jatos de pequeno porte já bastante envelhecidos.

Segundo estimativas da própria BAe existem aproximadamente 1700 aeronaves com estas características distribuídas em 150 forças espalhadas pelo mundo.


Muitas das células possuem mais de 40 anos.


Para a BAe Systems o 146M poderia complementar o trabalho de outras aeronaves de transporte tático como o C130 Hercules, realizando missões de menor envergadura e alongando a vida destas aeronaves maiores e mais caras.

Nos próximos anos diversos BAe 146-200 e 300 arrendados para empresas de transporte aéreo europeias serão devolvidos para a BAe e estariam disponíveis para conversão militar.

Muitas dessas aeronaves não atingiram metade da vida útil esperada de suas células.

O preço é bastante atrativo, sendo estimado em dois ou três milhões de libras esterlinas para as configurações para passagerios e até cinco milhões de libras esterlinas para a versão de carga.



Na configuração para transporte de tropas o BAe 146M poderá receber entre 80 e 109 passageiros. Na versão para transporte de cargas até 12,5 toneladas poderiam ser transportadas.

Segundo a aBAe a conversão para transporte militar do 146 poderia ser feita e um curso espaço de tempo. Dentre os itens oferecidos estariam a introdução de novos tanques de combustível, painel tipo “glass cockpit” e modificações para aproximações íngremes (steep approach) em ppistas não pavimentadas.

http://richard.ferriere.free.fr/3vues/bae146_3v.jpg
Outras missões para o BAe 146M incluiriam o lançamento de paraquedistas, evacuação aeromédica, reabastecimento aéreo e missões ELINT/SIGINT. Segundo o site flightglobal, o 146M não terá uma porta de carga na parte posterior da fuselagem. Porém, desenhos divulgados pelo grupo Jane’s (ver imagem abaixo) mostram a existência da mesma.


PRÓXIMOS CAPÍTULOS

UMA HISTÓRIA SEM FIM ,A SAGA ENTRE DUAS POTÊNCIAS NO MUNDO AERONAUTICAS



Boeing e Airbus. Airbus e Boeing. Os dois maiores fabricantes do mundo travam uma guerra sem fim, com vitórias expressivas e reveses constrangedores de ambos os lados. Cada companhia bate no peito e brada aos quatro ventos suas novas conquistas.

A história começa desde meados dos anos 80, quando a Airbus realmente começou a ganhar momento.

Primeiro, o ataque ao Boeing 767, desfechado pelo A310. Depois, foi a vez da Boeing lançar o 777 para vê-lo disputar cada palo de terreno contra a dupla A330/A340.

Depois seria a vez do sucesso inegável da família A320 enfrentar formidável competição nos Boeing 737 Next Generation.

E em meados da década, a briga ficou acirrada na categoria peso-pesado: o nascimento do A380 colocou ponto final na hegemonia do Jumbo 747, uma máquina de fazer dinheiro para a fábrica de Seattle desde os anos 70. Isso sem falar dos sucessores do A320 e 737.

Mas esta outra batalha - uma das mais importantes - vai ficar para outro editorial.

Quando os quatro ases europeus, A330-200, A330-300, A340-500 e A340-600 pareciam ganhar terreno contra a dupla 767/777, a Boeing deu um enorme passo adiante, ao lançar o ultra-avançado Boeing 787 Dreamliner.

A máquina fez seu "roll-out" na simbólica data de "7/8/7" (oito de julho de 2007) com a promessa de entrada em serviço em maio de 2008.

O que todos sabem é que o novíssimo jato, que amealhou um número recorde de encomendas (914), desde então não conseguiu sair do chão, estabelecendo outro recorde, este constrangedor: a aeronave que mais tardou para fazer seu primeiro voo desde que oficialmente apresentada em seu roll-out. Seja como for, a Boeing, que chegou a contabilizar 914 encomendas para o jato - antes de 49 cancelamentos imputados à crise mundial - hoje luta para colocar o primeiro 787 em serviço em princípios de 2010. Um atraso de quase dois anos.

Era tudo o que a Airbus precisava. Coçando a cabeça com as vendas estagnadas dos modelos A340, o fabricante europeu tratou de oferecer um concorrente à altura do 787. Nascia então o formidável A350 XWB (Xtra Wide Body).

Concebido desde o princípio como uma família de três modelos (A350-800, 900 e -1000), os marqueteiros de Toulouse logo entenderam que o tempo e o mercado perdidos para o Dreamliner deverim ser empregados para a construção de uma nova plataforma que incorporasse todos os ganhos e avanços do 787 e fosse além.

De novas tecnologias de motores a interiores redesenhados; de janelas enormes, bem maiores que as atuais, à novos compostos para a construção da fuselagem; de revolucionários sistemas de navegação a suítes privativas na "coroa" da fuselagem, o céu parece ser o limite para os muitos avanços incorporados ao projeto XWB.

O primeiro modelo, A350-900, deve voar nos primeiros meses de 2012, com a primeira entrega em meados de 2013, seguidos depois pelo encurtado A350-800 e pelo alongado A350-1000.

A TAM é uma das clientes das versões 800 e 900 deste novíssimo Airbus.

Propalado pelo fabricante europeu como o "Matador de 777", o A350-1000 deve encontrar uma formidável oposição.

A Boeing fez saber, recentemente, que estuda uma plataforma completamente nova para enfrentar o A350 e substituir os modelos 777.

Nas palavras do executivo da Boeing, Kostya Zolotusky, o novo modelo (797?) será simplesmente "vastamente superior" ao A350 XWB. Foi assim que Kostya referiu-se ao eventual sucessor do Boeing 777, durante recente conferência da Boeing para seus investidores, realizada em Londres.

O fato é que esse jogo de pega-pega movimenta muito mais do que os bilhões de dólares consumidos no desenhos, logística de manufatura, programas de testes e entregas de centenas de aeronaves.

A indústria aeronáutica é percebida pelo público em geral como uma das maiores fontes geradoras de ONB - Orgulho Nacional Bruto.

Fácil perceber: qual brasileiro não bate no peito, olhar rútilo e perdido no horizonte, quando se lembra do sucesso da Embraer?

Assim, esse aparentemente infindável dogfight entre Boeing e Airbus mexe com Washington e, do outro lado da lagoa, com Londres, Paris, Madri e Berlim.

Coloca em franco antagonismo os parceiros do Bloco Europeu e os peles-vermelhas de Obama & Cia. Ltda.

Mais do que uma disputa comercial, o que se trava é uma guerra de nações, ainda que todas estejam ideologicamente alinhadas. O bloco soviético está fora do páreo.

O asiático, ainda não entrou na disputa.

De toda forma, observa-se que velhas rusgas afloram, dando livre decolagem ao aparentemente inesgotável ressentimento europeu diante do sucesso dos norte-americanos. E à inveja yankee da classe e savoir-faire do Velho Continente.

Daí ee um pulo para que ataques verbais escalem para ameaças de retaliações comerciais.

Governos, tecnocratas, jornalistas e apaixonados vão de roldão, alimentando uma pendenga do tipo rosca-sem-fim, comemorando os fracassos do inimigo.

O programa do 787 está dois anos atrasado? U-lá-lá, brindam os gauleses.

O A350 teve sua fuselagem completamente redesenhada, atrasando o programa mais um ano? I'll drink to that! tilintam as taças em Seattle.

O A380 está mais pesado do que o previsto? Great! O Boeing 747-8 não encontra compradores? Wunderbahr!

O fato é que a crise mundial, com seu forte odor de prolongada e amarga recessão, pode ter diminuído a capacidade dos operadores em financiar e justificar seus programa de reequipamento.

Mas, paradoxalmente, dá maior impulso ao fabricantes para que estes desenvolvam aeronaves cada vez mais econômicas, eficientes, ecologicamente respeitosas e mercadologicamente sedutoras a operadores e passageiros.

O A380 está voando. Em meses, será a vez do 787 e logo depois, o 747-8. Então será a vez do A350 XWB.

As novidades vem vindo aí, alimentando essa nova guerra comercial. Aguarde os próximos capítulos.

Fonte:blog-Direto da Pista/G. Beting (www.jetsite.com.br)

09/09/2009

Mercado aéreo brasileiro vai dobrar até 2014

Mercado aéreo brasileiro vai dobrar até 2014, diz presidente da TAM


Vôo 3054 TAM - Foto do Jato que acidentou - PR-MBK A320-233



Durante Copa, tráfego vai ser equivalente ao de 2020, segundo executivo.

David Barioni Neto diz que preço das passagens no Brasil já está caindo.

Do G1, em São Paulo



O presidente da companhia aérea TAM, David Barioni Neto, disse nesta quarta-feira (9) que o mercado aéreo no Brasil vai dobrar até 2014, ano da Copa do Mundo de futebol no Brasil.

Barioni falou em chat especial a internautas do G1, com o tema "Empresas e soluções para a crise".

Segundo o executivo, serão 120 milhões de passageiros no país nesse ano. "Mas nos 45 dias da Copa o tráfego vai subir muito, vai ser equivalente ao tráfego esperado para 2020".

O executivo diz que o preço das passagens no Brasil já vem caindo, mas que, para que caia ainda mais, é necessário aumentar a oferta e demanda. "Só 8% da população brasileira voam. Na Argentina, esse número chega a 35%", diz ele.

Para Barioni, porém, o país precisa de infraestrutura, como mais pistas de pouso e decolagem e aeroportos. "Sem mais aeroportos, não conseguimos embarcar mais passageiros."

Ele diz que o mercado doméstico de aviação no Brasil cresce a uma taxa de entre 7% e 10% ao ano.

Barioni disse, porém, que neste ano não há previsão de admissão de novos pilotos na TAM. "Estamos com a frota completa", disse ele.

Voos internacionais

O executivo da TAM falou ainda sobre os descontos autorizados pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para os preços de voos internacionais.

David Barioni, presidente da TAM (Foto: G1)

Essas passagens tinham antes um piso, preço abaixo do qual não podiam ser vendidas no Brasil, que foi sendo reduzido aos poucos. A política servia como uma espécie de proteção às empresas nacionais contra a competição das aéreas estrangeiras.

"A desvantagem para nós é que temos essa carga tributária imposta pelo país e fica difícil concorrer com empresas estrangeiras que pagam menos impostos", diz Barioni. Ele citou que empresas dos EUA pagam até 7 pontos percentuais menos de impostos que empresas do Brasil, enquanto para empresas do Chile essa diferença chega a 17 pontos percentuais.

De acordo com o executivo, os descontos autorizados pela Anac já fizeram com que algumas rotas não fossem consideradas atraentes pela TAM. "Já cancelamos alguns vôos diurnos de Miami e outros para Europa e África", disse ele.

Respondendo a um leitor que questionou se a TAM lançaria voos ligando cidades como Brasília e Belo Horizonte, fora do eixo Rio-São Paulo, ao exterior, Barioni disse que não há hoje passageiros suficientes para sustentar essas rotas. "Essas rotas não são rentáveis pelos dados de hoje", diz ele.

ABSA Cargo instala tecnologia para redução de combustível

ABSA Cargo instala tecnologia para redução de gasto com combustível




Fonte:Aviação em revista/ Por Redação

Desde 25 de agosto um cargueiro da companhia aérea nacional de cargas vem operando com uma nova tecnologia que permite maior eficiência aerodinâmica, redução nos gastos com combustíveis e diminuição na emissão de poluentes na atmosfera: os winglets.

O dispositivo instalado na asa das aeronaves permite uma redução de consumo anual na ordem dos 2 milhões de litros por aeronave, uma economia de 30% nos gastos da empresa.

A instalação dos winglets custou U$ 1,3 milhões por aeronave, valor que a empresa acredita recuperar em um ano e meio de operação. O efeito positivo para o meio ambiente também justifica o investimento da empresa.

“O winglet é uma ferramenta tecnológica que garante uma forte contribuição ao nosso programa de conservação de combustível que, adicionada a outras medidas adotadas em nossos processos operacionais, reforça o trabalho da ABSA na busca do conceito de green airline na proteção ao meio ambiente”, afirma Dario Matsuguma, diretor Técnico da companhia.

A companhia deve receber outra aeronave com o mesmo equipamento para o começo do ano que vem. O processo de instalação do dispositivo aumentou em 19 dias o tempo normal de manutenção das aeronaves.

AERONAVE DA AEROMEXICO É SEQUESTRADA

México: sequestradores ameaçam explodir aeronave






O sequestro foi anunciado depois que decolou de Cancún. Segundo as redes de televisão mexicanas, os sequestradores ameaçavam explodir o avião case não fossem recebidos por Felipe Calderón.

Fonte :G1.com

chat com David Barioni Neto Presidente da TAM

Melhores momentos do chat com David Barioni Neto


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O presidente da TAM David Barioni Neto fala sobre as estratégias usadas pela empresa para superar a crise financeira mundial


Fonte:G1.com

CHINA APRESENTA SEU PRIMEIRO JATO COMERCIAL

CHINA APRESENTA SEU PRIMEIRO JATO COMERCIAL

O C 919 será concorrente direto de Boeing 737 e Embraer 195



A China revelou hoje o seu primeiro avião comercial. O C919, que vai entrar em funcionamento em 2016 e tem capacidade para 168 lugares, vai ser "certamente mais barato" do que os modelos da Boeing e da Airbus, garantiu a Commercial Aircraft Corp. of China (Comac).

Segundo o director de vendas da construtora chinesa, Chen Jin, o C919 vai gastar menos 15% de combustível do que o actual 737 da Boeing e o A320 da Airbus.

O primeiro avião comercial chinês, que foi revelado no festival aéreo de Hong Kong, destina-se inicialmente apenas ao mercado chinês mas irá mais tarde competir directamente com a Boeing e com a Airbus em mercados estrangeiros.

"O nosso mercado é o maior mercado. Assim não é necessário, para já, estar presente no estrangeiro", disse Chen Jin, acrescentando que no futuro o C919 estará na Europa e nos Estados Unidos.

O C919 representa uma ameaça para o negócio da Boeing e da Airbus na China, um mercado muito importante na estratégia destas duas empresas.

O mercado aéreo chinês é, não só, o mercado que vai registar a maior taxa de crescimento, como vai precisar de 3.710 novos aviões durante os próximos 20 anos, 70% deles de apenas um corredor, tal como o C919.

Os primeiro testes do C919 estão previstos para 2014.

Linha de jatos Premier é primeira colocada em pesquisa internacional

Linha de jatos Premier é primeira colocada em pesquisa internacional


A linha de jatos Premier obteve, pelo terceiro ano consecutivo, a primeira colocação na pesquisa de Suporte ao Produto, realizada pela revista internacional Professional Pilot.

Esse resultado garante a excelência das aeronaves Premier no mercado de aviação executiva e certifica a qualidade dos serviços oferecidos pela fabricante Hawker Beechcraft Corporation.

Além do primeiro lugar de 2007 a 2009, a linha Premier também obteve o primeiro lugar em 2005.

Esse resultado coloca o Premier como parâmetro inquestionável no que se refere ao suporte ao produto na aviação executiva, ficando na frente de todos os aviões executivos a turbina do mercado.

A intenção da publicação é avaliar os serviços de pós-venda para jatos e turboélices fornecidos por diversos fabricantes.

A pesquisa analisou critérios como o tempo de atendimento da companhia, disponibilidade de peças de reposição, manuais técnicos, satisfação com os serviços, entre outros.

No Brasil, a linha Premier é oferecida pela Líder Aviação, representante exclusiva da Hawker no país.

A Líder possui quatro Centros de Serviço Homologados no Brasil, para prestar serviços de suporte e manutenção a toda a linha de aeronaves da Hawker - desde aviões a pistão e a linha King Air, até as de jato Premier e Hawker.

A herança tecnológica deixada pela WWII

A herança tecnológica deixada pelas guerras




E as heranças da tecnologia deixada pela Segunda Guerra Mundial na farmacologia, eletrônica, informática e especialmente na aviação

ESCOLHA PELO RAFALE EXPANDIRÁ CAPACIDADE DE DEFESA

ESCOLHA PELO DASSAUT RAFALE EXPANDIRÁ CAPACIDADE DE DEFESA DA FAB




Rafale F-3 Dassault (França)
Raio de combate 1.800 km
Velocidade máxima 2.100 km/h
Motores 2 (sNeCMa M882)
Peso máximo de armamentos 8 toneladas
Ponto forte: Foi muito usado no Afeganistão, além disso o Brasil já tem aliança na área com a França: está comprando helicópteros e submarinos e o avião possui versão naval capaz de ser usada pela marinha no porta aviões São Paulo. Ponto fraco: É apontado por especialistas como o mais caro e só a França usa o equipamento.

Rafale expande aviação de combate no Brasil

AE - Agencia Estado

O Comando da Força Aérea vai criar ao menos dois novos grupos de aviação de caça, no Norte e no Nordeste, deslocando para essas áreas parte da frota atual, formada por F-5EM, bombardeiros leves AMX e, talvez, o Mirage 2000C/B.

O novo desenho da aviação de combate está diretamente ligado ao advento do Rafale-3, a versão mais avançada do supersônico francês, cuja escolha pelo governo para compor a frota de aeronaves de combate de alta tecnologia e múltiplo uso foi anunciada ontem, em Brasília.


O contrato, envolvendo 36 unidades, deve chegar a R$ 4 bilhões. É apenas o início.

O programa contempla encomendas suplementares ao longo da próxima década, tendo como referência um lote de até 120 aviões.

Segundo o ministro da Defesa, Nelson Jobim, o modelo previsto é o da padronização da plataforma, em que um mesmo tipo de caça serve às diversas especificações - eventualmente, também da aviação naval.

No arranjo das novas unidades de ataque e interdição, está sendo considerada a necessidade de intervenção na região da Amazônia, fronteiras norte-noroeste e a projeção sobre o oceano Atlântico a partir de pontos no litoral do nordeste.


Em vermelho o Alcance estimado do caça Rafale operando de bases no Brasil apartir Manaus, Goiânia e Porto Alegre.

A princípio seriam levados a essas instalações os modernizados F-5EM, jatos supersônicos revitalizados pela Embraer. Há 59 deles no inventário da FAB.

O mesmo movimento pode atingir os 53 AMX, caças bombardeiros de precisão e provavelmente os 12 Mirage 2000 atualmente no 1º Grupo de Defesa Aérea da base de Anápolis, próximo a Brasília, em Goiás, responsável pela proteção do Distrito Federal e de determinados alvos estratégicos.


O Rafale Mark 3 escolhido pelo Brasil está chegando agora a Armée de L´Air, a aviação militar da França. O primeiro protótipo foi apresentado em 1985.

O desenvolvimento foi lento até a assinatura do primeiro contrato, em 1993.

De acordo com o informe anual da presidência da república, o governo francês investiu, ao longo de 23 anos, completados em dezembro de 2008, aproximadamente 39 bilhões no programa.

O horizonte de encomendas, entre pedidos firmes e opções futuras, era de 282 unidades para a Força Aérea e a Marinha. De acordo com especialistas brasileiros, o destaque do modelo é o novo radar RBE2, da companhia Thales. O equipamento é capaz de detectar alvos, vários deles simultaneamente - priorizando o engajamento na medida do grau de ameaça - a distância superior a 180 quilômetros.


A integração com os outros recursos eletrônicos de combate é tida como "irrepreensível" pelo chefe de operações da fabricante Thales, Pierre Chaltiel. No batismo de fogo, nas operações do Afeganistão, o Rafale cumpriu missões de ataque ao solo e de interdição com os sistemas em escala progressiva "e em nenhum momento foi necessário recorrer ao nível máximo dos equipamentos de bordo".

Com o acordo fechado para 36 caças para a FAB ja se fala que podem ser fornecidos pelo menos 10 variantes navais para a marinha

Por dentro do Dassault Rafale

Em operação há algum tempo no seu país de origem, o caça francês é a nova escolha da Força Aérea Brasileira

Fonte: Avião Reuve - Por: Tiago Dupim / Santiago Oliver

A Dassault começou a trabalhar no demonstrador de tecnologia Rafale A em março de 1984 e seu roll-out aconteceu em 14 de dezembro 1985. Era um monoposto muito elegante, com canards e asas em delta, equipado com dois turbofan.

O demonstrador realizou seu primeiro vôo em 4 de julho de 1986 e seu potencial foi tão impressionante que o Ministério da Defesa da França fez um pedido em abril 1988.


A primeira encomenda de série previa três versões do Rafale: o monoposto Rafale C (por Chasseur, Caça) para o AdA (Força Aérea); o biposto Rafale B (por Biposto) para o AdA; e o monoposto Rafale M (por Marine Naval) para a Aeronavale. Embora não fosse especificado no início, a Aeronavale também decidiu, mais tarde, obter um biposto Rafale BM.

O protótipo C01 do Rafale C realizou seu primeiro vôo em maio de 1991. Embora dois protótipos do Rafale C tenham sido planejados, o segundo foi considerado redundante, mas dois protótipos, os M01 e M02, foram construídos para o Rafale M.

O M01 voou pela primeira vez em dezembro de 1991 e o M02 o seguiu em novembro de 1993.


A aeronave
O Rafale C caracteriza-se por ter mudanças destinadas a reduzir sua assinatura de radar (RCS), tais como contornos melhorados da fuselagem, uso de material absorvente de ondas de radar (RAM) e um canopy dourado.

De fato, durante um tempo, no início dos anos 1990, a Dassault anunciou o modelo como Rafale D, com o “D” significando “Discreet”.


Na aeronave também se destaca o uso mais amplo de materiais compostos que no Rafale A, o que reduziu tanto a RCS quanto o peso da aeronave.

Ele é relativamente pequeno para um caça biposto, com um peso vazio que ultrapassa em cerca de 1 360 kg o do monomotor Lockheed Martin F-16C e um peso máximo de decolagem aproximadamente 4 535 kg maior.


O Rafale é impulsionado por dois turbofan Snecma M88-2, com empuxo unitário de 50 kN (11 240 lbf) sem pós-combustão e 75 kN (16 860 lbf) com pós-combustão, equipados com sistema de gerenciamento total dos controles do motor (Fadec). As entradas de ar dos motores são fixas.

O Rafale se caracteriza por suas asas baixas de enflechamento composto e os canards totalmente móveis montados logo atrás do cockpit.

As asas têm elevons em toda a envergadura e slats nos bordos de ataque.

Há também um freio aerodinâmico em cada lado da fuselagem, antes da cauda. É aerodinamicamente instável e está equipado com comandos fly-by-wire (comandos elétricos) para poder manter um vôo estável.

Tem um ótimo desempenho em pistas curtas, porém, um pára-quedas de frenagem está alojado abaixo da deriva.


O avião possui trem de pouso triciclo.

A perna dianteira tem duas rodas e se recolhe para atrás, enquanto as pernas principais estão equipadas com uma roda cada fechando sob as asas.

O Rafale foi projetado para ser confiável e de fácil manutenção sob as austeras condições do campo.

Está equipado com um canhão de 30 mm GIAT 791B, montado no duto do motor direito.

Com uma cadência de disparo de 2 500 tiros por minuto, pode transportar 125 projéteis.


Os mísseis
Para o armamento externo, o Rafale possui 14 pontos duros, incluindo os dois trilhos de ponta de asa para os mísseis ar-ar (AAM) destinados ao combate aéreo a curta distância ou para os geradores de fumaça usados nos shows aéreos; três suportes sob cada asa; pontos dianteiros e traseiros para AAM em cada lado da fuselagem e suportes dianteiro e traseiro sob a linha central. A capacidade de carga externa total é de 9 500 kg.

Dentre os AAM que o Rafale pode transportar, destacam-se o míssil buscador de calor Matra/BAE Dynamics Magic e o Matra/BAE Dynamics Missile d’Interception, de Combat d’Autodefense (MICA/míssil para a interceptação, combate e autodefesa).

É um míssil extremamente ágil, de relativamente longo alcance, e vem em duas versões, incluindo o MICA IR, um buscador de calor e o MICA EM (Eletromagnética), que tem um buscador ativo de radar.


O MICA IR tem capacidade “launch before lock”, ou seja, que pode ser lançado antes de “travar” no alvo, permitindo seguir alvos distantes sem dar aviso de sua aproximação por meio de um sinal de radar. O MICA EM tem capacidade “disparar e esquecer”.

Em missões de defesa aérea, o avião pode carregar até 10 MICA.


O Rafale também poderá transportar o míssil de longo alcance Meteor BVRAAM (míssil ar-ar além do alcance visual) da Matra/BAE Dynamics.

Enquanto outros aviões podem carregar bombas e pods de foguetes não guiados, a tendência atual é pela munição inteligente.


A aeronave tem capacidade para transportar bombas guiadas por laser Paveway, de fabricação norte-americana, utilizando o pod de localização de alvos Thales Damocles pode ser equipada com os mísseis de cruzeiro Matra/BAE Dynamics Apache e Scalp.

Ambos os mísseis são parecidos externamente, porém, o Apache transporta uma carga de submunição, enquanto o Scalp carrega uma única ogiva de penetração.


Os Rafale franceses poderão levar, também, o pod de reconhecimento digital Reco NG (Reconnaisance Nouvelle Generation ou reconhecimento de nova geração), o qual pode conter sensores eletroópticos para dia ou noite.

O ponto duro traseiro central do Rafale e os dois internos de cada asa são “molhados”, ou seja, podem ser utilizados para transportar tanques de combustível. Cada um dos cinco pontos pode carregar tanques de 1 150 litros.


Os pilotos do Rafale utilizam assentos ejetáveis Martin-Baker Mk 16F do tipo “zero-zero” (zero altitude e zero velocidade), inclinados a 29º a fim de aumentar a tolerância do piloto às forças G, sob um canopy que abre para a direita. Um sistema Obogs (geração de oxigênio a bordo) está instalado para eliminar a necessidade de transportar tanques de oxigênio.

O piloto controla a aeronave com um pequeno manche lateral instalado no lado direito e uma manete no lado esquerdo, estando ambos equipados com controles do tipo HOTAS (mãos na manete e no manche).


O avião tem um “glass cockpit” e uma completa suíte de aviônica de combate.

O “glass cockpit” é surpreendentemente austero e, provavelmente, representaria um choque para um piloto dos dias dos relógios e indicadores analógicos.

Inclui um HUD (hud-up display ou visor frontal) holográfico e grande angular, para mostrar a maioria das informações importantes, utilizando uma sofisticada simbologia, além de duas grandes MFD (telas planas multifuncionais) com os comandos nas telas.


O Rafale B é muito parecido ao Rafale C, exceto, evidentemente, pelos dois assentos em tandem. O cockpit é coberto por um canopy inteiriço que abre para a direita.

Ele tem um peso vazio de aproximadamente 350 kg mais que o Rafale C e menos capacidade interna de combustível.


Arquivo de Vídeos do G1 sobre a compra do Rafale pelo Brasil:




Alexandre Garcia comenta a visita de Nicolas Sarkozy ao Brasil



Choque de pequenos aviões deixa uma vítima no Arizona

Choque de pequenos aviões durante o voo deixa uma vítima no Arizona

Acidente ocorreu a cerca de 64 km de Phoenix.
Um dos aviões caiu, e uma pessoa está hospitalizada.

Do G1, com agências internacionais


Dois aviões de pequeno porte chocaram-se no ar na manhã desta quarta-feira (9) na região de Phoenix, no estado americano do Arizona, segundo a autoridade americana de aviação.

O choque ocorreu na cidade de Coolidge, a cerca de 64 km de Phoenix.

Uma das aeronaves envolvidas, um Cessna 150, caiu. Uma pessoa que estava a bordo morreu, e outra foi hospitalizada.

N531M, 1975 Cessna 150M, Atkin Air 1975 Cessna 150 @ Lincoln Regional Airport, CA
O piloto do outro avião, um Piper Cherokee, conseguiu pousar em segurança a cerca de 3 km do local do choque. Ele e o passageiro escaparam ilesos.
1970 Piper Cherokee-IFR Rated
fotos meramente ilustrativas

Ninguém ficou ferido em solo, segundo Ian Gregor, porta-voz da agência.

A investigação sobre os motivos do acidente já começaram.

Fonte :G1.com

Airbus vende apenas 7 aeronaves em agosto

Airbus vende 7 aeronaves em agosto, e vendas no ano atingem 125




Empresa deve entregar ao menos mesmo número de aeronaves de 2008.
A Boeing, após sofrer 91 cancelamentos, vendeu 70 aviões até agosto


A Airbus anunciou nesta terça-feira (8) que vendeu sete aviões em agosto. Depois de considerados os cancelamentos, as encomendas líquidas entre janeiro e agosto ficaram em 125 aviões. Não houve cancelamentos de pedidos em agosto.

A subsidiária do grupo europeu EADS entregou 320 aviões entre janeiro e agosto. As entregas somente em agosto somaram 32 jatos, incluindo um superjumbo A380 para a australiana Qantas Airways. Em agosto do ano passado, a Airbus não vendeu aviões e entregou 29 unidades.

Para 2009, a Airbus informa que as entregas de aeronaves que pelo menos vão se equiparar às 483 aeronaves do ano passado.

Boeing

A Boeing, enquanto isso, vendeu 70 aviões entre 1º de janeiro e até o fim de agosto, depois de sofrer 91 cancelamentos. A fabricante norte-americana entregou 307 aeronaves nos primeiros oito meses do ano.

A Boeing tem meta de entregar entre 480 e 485 aviões. A companhia não informou previsão para encomendas.


Fonte G1.com


Hugo Chávez vai à Rússia fechar compra de armamentos

PRESIDENTE DA VENEZUELA HUGO CHAVES VAI A RUSSIA FECHAR COMPRA DE MAIS ARMAMENTOS





Submarinos, tanques e helicópteros fazem parte do acordo; objetivo é "renovação do aparato militar"

Fonte: Estadão


O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, viaja nesta terça-feira, 8, à Rússia para acertar a compra de três submarinos, vários veículos blindados e tanques T-72 e dez helicópteros militares Mi-28, segundo informa a agência Interax, que cita fontes da indústria armamentista russa.

No começo de agosto, o venezuelano havia anunciado seus planos de reestruturar suas forças armadas, mas não citou valores das negociações.

As conversas sobre a compra de novos equipamentos seguia em ritmo normal, mas se tornaram urgentes desde o polêmico tratado assinado entre a Colômbia e os EUA, que permite aos americanos usarem bases militares no país sul-americano.

De acordo com Chávez, sua intenção não é atacar a Colômbia nem qualquer outro país, mas "empreender uma necessária renovação em seu equipamento militar".

Chávez será recebido pelo presidente da Rússia, Dimitri Medveded, segundo o Kremlin.

A Venezuela é um dos maiores parceiros russos na indústria bélica. Os países mantêm uma estreita cooperação militar. Somente entre 2005 e 2007, as nações assinaram acordos que somaram mais de US$ 4 bilhões, um deles para a compra de 100 mil fuzis Kalashnikov, arma de fabricação russa utilizada por guerrilhas e grupos extremistas de todo o mundo.